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segunda-feira, maio 18, 2026
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CORONAVÍRUS: Até a Tarde de Sábado (18) Foram CONFIRMADOS 128 CASOS no Estado.

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CONFIRMADOS 128 CASOS no Estado

Até a tarde de sábado (18) foram consolidados os seguintes resultados para Covid-19 em Rondônia:

 

CASOS CONFIRMADOS  – 128

PACIENTES CURADOS – 28

ÓBITOS – 04

PACIENTES INTERNADOS COM COVID-19 – 03

DESCARTADOS – 1.031

AGUARDANDO RESULTADOS DO LACEN – 38

 

CONFIRMADOS POR MUNICÍPIOS

Os 128 casos confirmados para Covid-19 são nas seguintes localidades: 88 em Porto Velho; 21 em Ariquemes; seis em Ji-Paraná, seis em Ouro Preto do Oeste; três em Rolim de Moura; um em Alto Paraíso, um em Buritis; um em Jaru e um em Vilhena.

Neste sábado foram confirmados 17 novos casos em Porto Velho, sendo oito mulheres (22, duas de 28 anos, 29, 35, 41, 45 e 50 anos de idade) e nove homens (24, 29, dois de 32 anos, 33, 36, 48, 55 e 76 anos de idade).  Também foi confirmado um caso em Alto Paraíso, um homem de 57 anos de idade.

INTERNADOS POR MUNICÍPIOS

Dos três pacientes internados, dois são em Cacoal, no Hospital Regional de Cacoal (HRC), e um dos confirmados de hoje, em Porto Velho, um homem de 48 anos  foi internado no Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron).

O paciente de 76 anos internado na UTI do Cemetron veio a óbito este sábado.

A edição 33 do Boletim Diário trouxe a informação do primeiro caso confirmado no município de Monte Negro, no entanto esse paciente é do município de Ariquemes.

A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Ministério da Saúde, por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios.

Moradores de Rondônia só podem sair de casa usando máscara

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O Governador Marcos Rocha baixou, na noite da última sexta-feira (17), um novo decreto referente a quarentena nesse período de pandemia provocada pelo coronavírus em Rondônia. No novo texto, o período de isolamento é estendido até o dia 25 de abril.

No decreto é informado também que a partir deste sábado (18), todo o cidadão rondoniense é obrigado a sair de casa usando máscara. Quanto ao transporte coletivo, não será permitido o transporte de passageiros em pé e sem máscaras.

Bolsonaro nomeia almirante para participar de transição na Saúde

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O presidente Jair Bolsonaro decidiu nomear o almirante Flávio Rocha, chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), para auxiliar na transição entre a gestão do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta e o atual ocupante do cargo, Nelson Teich. Na prática, o militar será a voz do presidente dentro do órgão. A intenção é deixar o chefe do Executivo inteirado sobre tudo que ocorre na pasta e moldar as novas políticas de combate ao coronavírus, priorizando a abertura econômica. Rocha está na secretaria desde fevereiro e tem participado ativamente de eventos do governo, sempre ficando a par de decisões e ajudando o presidente a definir estratégias.
Ao contrário de Mandetta, que teve autonomia para escolher sua equipe e formou um batalhão de especialistas para definir as políticas de saúde, o novo ministro terá sua gestão avaliada de perto pela ala militar do governo. Dois dias antes de demitir o ministro da Saúde, militares já se articulavam para escolher um nome, diante da iminente troca de comando na pasta, e Teich foi quem mais recebeu aprovação tanto do presidente quanto de seus auxiliares. Bolsonaro cogitou a nomeação do deputado Osmar Terra (MDB-RS), mas foi alertado de que o desgaste político poderia ser tão grande que sua própria gestão no comando do país seria colocada em risco se o parlamentar fosse alça
do ao posto.
Teich tem experiência superficial no meio político e é considerado alguém com baixo potencial na área de gestão pública, características que permitem ao Planalto ter maior controle e abertura para interferência nas decisões que serão tomadas. Publicamente, Bolsonaro não esconde seus planos de acompanhar de perto as ações do Ministério da Saúde. “Ele (Teich) vai nomear boas pessoas, eu vou indicar algumas pessoas também, porque é um ministério muito grande”, justificou. “Foram sugeridos nomes, sim, para começar a formar um ministério que siga a orientação do presidente de ver o problema como um todo e não uma questão no particular”, afirmou o presidente, na entrada do Palácio da Alvorada.
Mandetta saiu do cargo após embates públicos com Bolsonaro em razão de ações de combate ao coronavírus. Ele sempre defendeu o isolamento social, medida recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas Bolsonaro pretende priorizar ações econômicas.

Novo ministro da Saúde foca trabalho em recolher dados sobre o coronavírus

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Sem trazer medidas específicas a serem implementadas no Ministério da Saúde no momento, o novo ministro Nelson Teich tomou posse ontem falando sobre a intenção de focar no levantamento de informações. O objetivo é conseguir desenvolver um planejamento mais eficaz em relação ao combate à Covid-19. Conforme enfatizou, a pobreza de informações quanto à doença leva a um cenário de incertezas que aumenta o nível de ansiedade e medo na população.

Teich prometeu acelerar a troca de informações para propor soluções e retomar a confiança da população. “O que vai nortear a gente é a informação”, pontuou, frisando a importância de uma integração maior entre os ministérios.

Antes mesmo de se tornar ministro, ele já enfatizava a preocupação com a escassez de dados de qualidade sobre a Covid-19 em seus artigos. “A situação do gestor de saúde é muito difícil, porque ele precisa tomar decisões duras usando informações e projeções que apresentam grande incerteza”, escreveu em um deles, publicado em 24 de março.

Com detalhamentos em mãos, segundo Teich, o processo adotado será de “olhar o que está faltando e desenhar um programa”. “Quando você tem um número, sabe o que acontece; as soluções vêm quase naturalmente”.

Para que isso ocorra, conforme observou, há a necessidade de se trabalhar com os estados e municípios para que se tenha agilidade. “Com tanta incerteza, você não consegue planejar muito na frente. Tem que analisar todo dia o que está acontecendo, ver o que aconteceu ontem, fazer um diagnóstico, planejamento e executar”, orientou.

O ministro lembrou que, agora, o país entrará em um período –– outono e inverno –– em que outras doenças aparecem com força, como a Dengue e a iifluenza, e que isso tende  a sobrecarregar o Sistema Único de Saúde (SUS). Teich ressaltou que é preciso acompanhar a evolução das doenças com informações de qualidade, bem detalhadas, e com a integração de equipes. “É uma coisa que eu pretendo trazer de forma mais intensa nessa transição de um ministro para outro”, afirmou.

Economia

Teich também ressaltou a importância de atenção às questões econômicas neste momento de crise. “Porque se a gente tiver mais desemprego, pessoas vão perder o plano de saúde e isso vai impactar no SUS”, avisou.

Como estratégia para diminuir o avanço da pandemia no atual cenário, e alinhar-se ao presidente, Teich chamou a atenção para outras preocupações de saúde. De acordo com o ministro, a Covid-19 é foco das preocupações, mas que é importante não deixar de lado as demais doenças, e que é preciso acompanhá-las com a mesma intensidade –– “mesmo que não se fale tanto nelas”.

“Se você tem menos disponibilidade de serviços de diagnóstico, será que você não vai prejudicar o diagnóstico de pessoas com câncer? O que isso vai representar lá atrás, quando você reduz a atividade? Não é (atividade) da economia, é (atividade) dos serviços. O que vai acontecer quando a pessoa fica em casa com medo de ir ao pronto-socorro, infarta e não chega a tempo no hospital?”, questionou.

“Cotoveladas” quebram o gelo

Foi um cumprimento de cotovelo, adotado para manter o distanciamento social em meio à pandemia do coronavírus, que quebrou a tensão durante a troca no comando no Ministério da Saúde. Após discursar por 15 minutos, o agora ex-ministro Luiz Henrique Mandetta se dirigiu ao presidente Jair Bolsonaro com o braço flexionado para se saudarem. Bolsonaro sorriu pela primeira vez, após ter passado toda a fala do ex-auxiliar com o rosto fechado e sem olhar para Mandetta, mesmo quando mencionado por ele em gesto de agradecimento.

A cerimônia contou com ministros, o procurador-geral Augusto Aras, e os filhos do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), e poucos convidados do novo ministro, Nelson Teich. A plateia foi acomodada em cadeiras afastadas umas das outras. Havia 50 no local, mas muitas pessoas ficaram em pé. Apesar do público reduzido, ao final, todos se aglomeraram para as saudações.

Após participar da cerimônia de posse, Mandetta, ainda no Palácio do Planalto, conversou com os jornalistas. No mesmo momento, Bolsonaro passou pelo corredor para subir ao seu gabinete e se posicionou de costas para o ex-ministro quando precisou esperar o elevador. Pouco antes, o vice-presidente Hamilton Mourão passou pelo mesmo local e, ao ser chamado pelos repórteres, respondeu: “Tudo sob controle. Não sabemos de quem”.

Mandetta negou que tenha, neste momento, pretensões eleitorais para 2022. Entretanto, quando questionado sobre seu futuro, deixou o caminho em aberto: “Política é destino”, respondeu, citando frase de Napoleão Bonaparte.

A exposição na crise do coronavírus catapultou Mandetta de 120 mil seguidores nas redes sociais, no início do ano, para 1,3 millhão no Twitter, Instagram e Facebook. No ambiente digital, onde se concentra a força do bolsonarismo, o ex-ministro também foi alvo de ataques. Questionado sobre como usará a popularidade, Mandetta afirmou que não será “para falar mal de ninguém” ou divulgar fake news.

“Qualquer análise política é precipitada. As coisas passam. Todo mundo tem um vídeo que consegue virar meme. Há um mundo virtual, e o mundo real. Eu trabalhei no mundo real, dos fatos. No mundo virtual, ele está lá. Interajo, mas tem que ter cuidado. Não tem filtro, as pessoas são muito ‘haters’, parece tóxica. Precisa compatibilizar bem. Acho que vou reler os diálogos platônicos que eu não entendi nada”, saiu-se.

Ao ser questionado sobre o que fará agora que deixou o governo, o ex-ministro apenas respondeu: “Agora eu vou cortar o cabelo”.

Mega-Sena pode pagar R$ 20 milhões neste sábado

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O concurso 2.253 pode pagar um prêmio de R$ 20 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h deste sábado (18) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo. A aposta mínima custa R$ 4,50.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Concurso 2.252

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.252, realizado na quarta-feira (15) em São Paulo (SP). O prêmio acumulou.

Veja as dezenas sorteadas: 01 – 17 -30 – 37 – 46 – 50.

A quina teve 20 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 83.292,59. A quadra teve 1.723 apostas ganhadoras; cada uma ganhará R$ 1.381,18.

Com 20 registros em 24h, casos de Covid-19 no Acre disparam para 135

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Um aumento de 20 casos de Covid-19 foram registrados nas últimas 24 horas no Acre, segundo o boletim da Secretaria de Saúde do estado (Sesacre) desta sexta-feira (17). Os casos saltaram de 115 para 130 de quinta (16) para sexta. Além disso, o estado tem cinco mortes registradas pela doença.

O vírus já circula em seis das 22 cidades do estado. De acordo com a Saúde, 55 pessoas não têm mais o vírus no organismo, sendo consideradas recuperadas. Assim, 80 pessoas seguem em tratamento e a taxa de recuperação é de 41%. Dos casos, 10 são de pacientes que estão hospitalizados.

Nesta terça-feira (17), completa um mês desde que os primeiros casos foram registrados no estado acreano.

Novos casos

Dos 20 novos casos, apenas um é em Plácido, subindo para 14 registros da doença na cidade. Os outros são de Rio Branco, sendo seis servidores públicos, de 21 anos, outro de 31, um de 37 anos, um de 33 anos, outro de 38, e um de 53 anos, todos homens.

Há ainda em Rio Branco, uma profissional de saúde de 48 anos, um atendente de rotisseria de 31 anos, um vigilante de 37, uma engenheira de 39 anos, um atendente de 40 e um supervisor de vendas de 46 anos.

A lista continua com uma dona de casa de 22 anos, um nutricionista de 26, um vendedor de 33 anos, uma operadora de caixa de supermercado de 20 anos, uma técnica de laboratório de 50 e dois aposentados, um de 68 e outro de 85 anos.

Números

A Saúde informou que recebeu, até esta sexta-feira, 1.319 casos suspeitos, descartou 976, confirmou 135 e mais 208 seguem em análise. Todos os casos confirmados estão sendo acompanhados de perto pela equipe da Vigilância Epidemiológica no âmbito estadual e municipal.

Dos 135 casos, 105 são em Rio Branco; 12 em Acrelândia; um no Bujari; 14 em Plácido de Castro; um em Porto Acre e dois em Cruzeiro do Sul. Nesta última cidade, a segunda maior do estado, 80 pessoas estão sendo monitoradas depois de terem tido contato direto com o casal diagnosticado com a doença no domingo (12).

Mortes

O exame confirmou que o motorista de aplicativo Mariano Neto, de 35 anos, que morreu na terça-feira (14), foi em decorrência de complicações causadas pela Covid-19. A família contou que, desde janeiro, ele fazia tratamento para uma pneumonia bacteriana e que o quadro havia se agravado em março. O caso só foi confirmado nesta quinta-feira (16).

A quarta vítima da doença foi o aposentado João Faustino Gadelha, de 79 anos. Ele estava internado na UTI do PS em Rio Branco desde o dia 6 de abril, quando chegou já em estado grave. Esta foi a primeira morte registrada em Plácido de Castro, tendo em vista que a vítima morava lá.

A terceira vítima do vírus, Andre Avelino, de 82 anos, morreu no Lar Vicentino, no sábado (11), e o exame que comprovou a causa da morte como Covid-19 saiu na noite de domingo (12).

Além deles, Antônia Holanda, de 79 anos, e Maria Lúcia Pismel de Paula, de 75, morreram na segunda (6) e terça-feira (9), respectivamente, por complicações após serem diagnosticadas com Covid-19.

Depois da morte de Avelino, mais dois idosos do abrigo tiveram que ser levados à Unidade de Pronto-Atendimento em Rio Branco para avaliação e acompanhamento médico. Uma higienização também foi feia no local.

Alunos de medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac) criaram um canal de teleatendimento que está ajudando nas orientações e até encaminhamentos de casos suspeitos da doença.

Uma pesquisa, divulgada, nesta quarta-feira (15), mostra ainda que menos de 40% dos acreanos cumprem o isolamento social. De acordo com o levantamento, a segunda-feira (13) foi o dia em que o índice de isolamento mais caiu em todo o estado.

OAB notifica governador de RO a estabelecer diálogo e cooperação para enfrentar novo coronavírus

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A Ordem dos Advogados do Brasil em Rondônia (OAB/RO) notificou na última sexta-feira (17), o governador do Estado, Coronel Marcos Rocha, a estabelecer diálogo, cooperação e medidas para o enfrentamento do novo coronavírus.

Em nota, a OAB/RO informou que a notificação se baseia no federalismo cooperativo que, segundo a Ordem, “obriga os entes a agirem de maneira conjunta, no exercício da competência concorrente administrativa que tenham em comum a proteção a vida, a saúde e a integridade física da população”.

Para o presidente da OAB/RO, Elton Assis, não há o efetivo diálogo entre estado, municípios e sociedade civil organizada em prol do interesse coletivo, e portanto a notificação foi necessária. As petições, conforme o presidente, visam proteger a saúde e a economia rondoniense.

Entre as medidas solicitadas pela OAB Rondônia ao governo estão:

  • A unificação dos quatro colegiados da atuação da pandemia [secretário-chefe da casa civil, procurador geral do estado, secretário de estado de finanças e secretário de planejamento, orçamento e gestão] descritos no Plano de Contingência em um único comitê de criseincluindo os prefeitos de cada município de Rondônia e seus secretários de saúde.
  • Também contar, nesse comitê, com espaço para entidades representativas da sociedade, especificamente o Conselho Regional de Medicina de Rondônia (Cremero) e a OAB Rondônia.
  • E revisar o atual Plano de Contingência, com integração do plano de cada município, possibilitando a atuação conjunta dos entes.

Elton Assis ainda se manifestou defendendo o isolamento social para evitar o colapso do sistema de saúde durante a pandemia do novo coronavírus.

G1 entrou em contato com a assessoria do governo do estado e, até a última atualização desta reportagem, não obteve resposta sobre a notificação.

Parceria entre Prefeitura e Drogaria realiza troca de 1kg de alimento por álcool em gel ou máscara

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A Prefeitura de Ariquemes, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SEMDES), fechou parceria com uma farmácia privada do município, em prol da Campanha Solidária. A ação desenvolvida pela Drogaria Baratão trocará um quilo de alimento não perecível por uma unidade de álcool em gel ou máscara de tecido. Os alimentos arrecadados serão repassados para a SEMDES, que destinará às famílias em situação de extrema vulnerabilidade social.

De acordo com o proprietário da drogaria, Ederson Capistrano Rossi, a ideia surgiu com vontade de poder contribuir com a população e fomentar sobre os cuidados de prevenção ao Coronavírus, além de ajudar as famílias carentes do município.

“Estávamos com essa ideia há algum tempo e em conversa com um servidor municipal, ele conseguiu fazer essa intermediação com a SEMDES para colocarmos a ação em prática. A gente fica muito feliz em poder contribuir com a nossa população. Você que ainda não tem álcool em gel ou a máscara, ou mesmo que possua, nos procure e traga esse um quilo de alimento, que com certeza trará muita alegria para as famílias que precisam nesse momento”. Comentou.

Para a Secretária da SEMDES, Paola Waneska, o sentimento é de gratidão por todas as empresas que vestiram a camisa da Campanha Solidária e estão colaborando de alguma forma. “Somos extremamente gratos por ter parceiros que querem colaborar com a população em momentos de dificuldades. São gestos como este que nos mostram que quando unimos esforços podemos ser bem mais fortes para enfrentar as adversidades”. Frisou.

Ao todo, o estabelecimento irá disponibilizar 50 embalagens de álcool em gel (60 ml) e 50 unidades de máscaras. As pessoas interessadas em colaborar, bastam levar um quilo de alimento até a drogaria e escolher por qual item fará a troca. A Drogaria Baratão está localizada na Avenida Jaru, 4041, Setor 6. Os atendimentos acontecem de segunda à sábado, das 7h30 às 19h30.

CAMPANHA SOLIDÁRIA

Por meio da Portaria Conjunta n° 001/2020, a SEMDES, Secretaria Municipal de Educação (SEMED) e Secretaria Municipal de Agricultura, Indústria e Comércio (SEMAIC) se uniram e estão arrecadando donativos (cestas básicas e/ou alimentos não perecíveis), para serem distribuídos as famílias em situação de extrema vulnerabilidade do município, inclusive as famílias compostas por trabalhadores autônomos, que por conta da pandemia do Coronavírus, não estão executando as suas atividades.

Uma equipe designada pelas três secretarias ficará responsável por coletar as doações nas empresas parceiras. As pessoas e empresas interessadas em realizar as doações podem entrar em contato pelo número 3536-0206.

Para receber a doação, as famílias precisam estar cadastradas no Cadastro Único. A quantidade de cestas distribuídas dependerá do quantitativo de doações arrecadadas.

INSS suspende exigência para segurado especial rural por 120 dias e resguarda direito dos beneficiários durante a pandemia

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Brasília - Oseias Brito Dos Santos, 41 anos, fala sobre o atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) após mais de quatro meses de paralisação de médicos peritos (Valter Campanato/Agência Brasil)

Em decorrência da pandemia do coronavírus, segurados especiais rurais não precisam autenticar documentos nos próximos 120 dias. Também fica suspenso o prazo para cumprimento de exigência. A medida do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) resguarda o direito desses segurados enquanto durar o estado de emergência em saúde no Brasil.

A Portaria 295 suspendendo as obrigações foi publicada na última quinta-feira no Diário Oficial da União e vale para exigências feitas antes da publicação. Neste caso, o servidor responsável pela análise pode identificar os casos passíveis de dispensa e assegurar o direito do beneficiário rural.

As situações que geram dúvida podem requerer mais informações do segurado ao INSS. No entanto, o prazo para prestar as informações também fica suspenso até que seja restabelecido o atendimento presencial.

Coronavírus pressiona o sistema de saúde das 4 capitais com maior nº de mortos por Covid-19: São Paulo, Rio, Manaus e Fortaleza

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Lotação nos leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de hospitais, caminhão frigorífico para armazenar corpos, aumento abrupto do número de pacientes que dependem de respiração mecânicafila de espera nos serviços de emergência.

O avanço da pandemia de coronavírus (Sars-CoV-2) nos últimos dias intensificou a pressão sobre o sistema de saúde de capitais pelo país. A situação agravou-se, sobretudo, naquelas que concentram o maior número de mortos pela doença Covid-19 (veja mapa exclusivo de todas as cidades que registraram mortes):

  • São Paulo (mais de 600 mortes confirmadas) – nesta sexta-feira (17), ao menos cinco hospitais operavam com a capacidade total de atendimento nas UTIs, sendo um deles o Emílio Ribas, referência no tratamento de doenças infectocontagiosas;
  • Rio (mais de 220 mortes) – as quatro principais emergências do Rio não têm mais vagas de UTI disponíveis;
  • Manaus (mais de 120 mortes) – diante da falta de espaço para armazenar corpos de pacientes que morreram em um hospital da cidade, um contêiner frigorífico foi instalado para armazenar cadáveres;
  • Fortaleza (mais de 110 mortes)– entre segunda-feira (13) e terça-feira (14), no período de 24 horas, aumentou de 38 para 73 o número de internações por Covid-19 em UTIs; também dobraram as internações com uso de ventilação mecânica.

Além disso, diante do o crescimento vertiginoso dos casos no Maranhão, a rede pública de São Luís tem ocupação de 90% dos leitos clínicos exclusivos para Covid-19.

O balanço mais recente sobre os casos de coronavírus no Brasil divulgado pelo Ministério da Saúde mostrou os seguintes dados:

  • 2.141 mortes – na quinta eram 1.924 (aumento de 11,2%)
  • 33.682 casos – na quinta eram 30.425 (aumento de 10,7%)
  • em sete dias, foram registradas 1.024 mortes adicionais (aumento de 90,4%)

Mortes por Covid-19 nos últimos 7 dias no Brasil  — Foto: Arte/G1

Veja como está a situação nas capitais mais afetadas:

São Paulo

Nesta sexta, São Paulo tinha cinco hospitais operando com a capacidade total de atendimento nas UTIs. Uma dessas unidades é o Emílio Ribas, referência no tratamento de doenças infectocontagiosas.

O comando da UTI do Emílio Ribas é do médico intensivista Jacques Sztajnbok, que acumula quase três décadas de hospital. Ele já enfrentou outras epidemias, como a do sarampo, febre amarela e H1N1, mas diz que a crise do coronavírus é diferente.

Segundo Sztajnbok, com as UTIs lotadas, surge vaga apenas quando alguém tem alta ou morre. Ele diz ficar preocupado com o destino dos pacientes recusados pelo hospital: “É claro [a situação desses pacientes] nos toca, porque fica aquela preocupação sobre que destino teve o paciente a gente disse não”.

Já na Zona Leste de São Paulo, quatro hospitais municipais estão sem vagas nas UTIs para casos graves: Tide Setúbal, Cidade Tiradentes, Ermelino Matarazzo e Doutor Inácio Proença de Gouveia.

No Hospital das Clínicas, que é ligado à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, mais de 80% das vagas de UTI também já estão ocupadas.

O governo do estado diz que tem um sistema para aproveitar melhor as vagas e que pacientes da capital podem ser transferidos para o interior. A Secretaria de Saúde também estuda como usar vagas dos hospitais particulares para atender pacientes do SUS.

Rio

As principais emergências do Rio não têm vagas disponíveis. Os hospitais Albert SchweitzerSalgado FilhoSouza Aguiar e Miguel Couto estão com 117 leitos de UTI ocupados.

No hospital Ronaldo Gazolla, referência no combate à Covid-19, dos 55 leitos disponíveis, só dois estão livres, – mas poderão ser ocupados apenas por quem já estiver na unidade.

Nesta quinta-feira (16), a ocupação do hospital já havia superado 90%. A prefeitura prometeu inaugurar mais dez leitos de UTI ainda nesta sexta.

Nos hospitais Carlos Chagas e Getúlio Vargas, da rede estadual, a situação é ainda pior. Todos os leitos estão ocupados.

O quadro se repete no Instituto do Cérebro e no hospital de Anchieta, na Zona Norte da cidade: são mais 81 vagas ocupadas.

No hospital Universitário Pedro Ernesto, apenas quatro dos 19 leitos estão disponíveis. Assim como no hospital Ronaldo Gazolla, só poderão ser ocupados por quem já está na unidade.

Manaus

Depois que um vídeo mostrou nesta quinta corpos de mortos com suspeita de Covid-19 espalhados por macas ao lado de pacientes vivos e internados no Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, em Manaus, um contêiner frigorífico foi instalado no local na madrugada desta sexta-feira (17).

O objetivo é dar apoio na estrutura de armazenagem cadáveres na unidade de saúde, que sofre com falta de espaço. O Governo do Amazonas diz que a câmara vai acondicionar corpos de mortos por Covid-19.

Por volta das 10h30 desta sexta, a Secretaria de Comunicação (Secom-AM) informou que todos os corpos já haviam sido retirados do hospital. Oito deles foram colocados dentro da câmara fria.

Funerária fazia remoção de corpos de câmara frigorífica instalada no HPS João Lúcio na manhã desta sexta-feira (17 — Foto: Carolina Diniz/G1AM

O João Lúcio não foi o primeiro hospital a receber a instalação de câmara frigorífica. O Hospital Delphina Aziz, centro de referência para tratamento do coronavírus em Manaus, instalou uma câmara no estacionamento no início do mês. À época, o Amazonas ainda tinha 12 mortes confirmadas.

Fortaleza

Entre segunda e terça-feira desta semana, aumentou de 38 para 73 o número de internações em UTIs por causa da Covid-19 em Fortaleza. Isso representou um aumento de 92,1% no total de hospitalizações, de acordo com informações da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa).

Também passaram de 31 para 61 as internações com uso de ventilação mecânica, medida de auxílio respiratório aplicada em casos mais graves. O crescimento foi de 96,8%.

O número de internações por casos suspeitos da Covid-19 em Fortaleza também teve aumento. Nas UTIs, passaram de 36 para 56, um acréscimo de 55,6%. Em relação a pacientes com ventilação mecânica, subiram de 29 para 46, incremento de 58,6%.

Além disso, o Ceará atingiu nesta quinta-feira 100% da capacidade das UTIs exclusivas para tratamento da Covid-19 na rede pública.

A secretária executiva de Vigilância e Regulação da Sesa, Magda Almeida, afirmou que o estado tem pacientes na fila de espera por uma vaga.

Situação nos estados

Os estados com mais mortes confirmadas são:

  • São Paulo (928)
  • Rio de Janeiro (341)
  • Pernambuco (186)
  • Ceará (149)
  • Amazonas (145)
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