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domingo, maio 17, 2026
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Imprensa internacional repercute demissão de Mandetta durante pandemia de coronavírus

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Jornais do mundo repercutiram a demissão de Luiz Henrique Mandetta do cargo de ministro da Saúde, anunciada na tarde desta quinta-feira (16). A imprensa internacional destacou a troca no ministério em plena pandemia de Covid-19 e os desentendimentos com o presidente Jair Bolsonaro.

Veja abaixo como os jornais repercutiram a saída de Mandetta

The Guardian — Reino Unido

‘The Guardian’ (Reino Unido): Bolsonaro demite ministro da Saúde popular depois de divergência sobre resposta à pandemia de coronavírus — Foto: Reprodução/The Guardian

O jornal britânico “The Guardian” noticiou que Bolsonaro demitiu um ministro da Saúde “popular” após “disputas sobre a resposta ao [surto de] coronavírus”. A reportagem também destacou que o presidente brasileiro “minimizou o impacto” da Covid-19, enquanto Mandetta “defendia distanciamento físico”.

Na quarta, o “Guardian” publicou editorial em que criticou a atuação de Bolsonaro frente à pandemia e ao aumento de casos no Brasil.

The Washington Post — Estados Unidos

‘The Washington Post’ (EUA): Bolsonaro demite ministro enquanto disputa complica resposta do Brasil à pandemia — Foto: Reprodução/The Washington Post

O “Washington Post” destaca no título da reportagem que a demissão de Mandetta ocorre “enquanto a disputa complica a resposta do Brasil à pandemia” de Covid-19. O texto comenta as diferenças de visões entre o ministro e o presidente ao longo do enfrentamento da crise.

“Muito do enfoque do país nos últimos dias estava nas especulações de que Bolsonaro estava perto de demitir Mandetta”, diz o jornal.

Le Figaro — França

'Le Figaro' (França): Bolsonaro demite seu ministro da Saúde em plena crise do coronavírus — Foto: Reprodução/Le Figaro

Reportagem do jornal “Le Figaro” destaca que Bolsonaro demitiu Mandetta “em plena crise do coronavírus” por “divergências profundas sobre a luta contra a pandemia”. No primeiro parágrafo, o diário destacou que o anúncio da demissão foi feito pelo próprio Mandetta pelo Twitter após a reunião com o presidente.

Clarín — Argentina

‘Clarín’ (Argentina): Depois de vários curtos-circuitos — Foto: Reprodução/Clarín

O “Clarín” ressaltou que a demissão ocorreu após “vários curtos-circuitos” e que o presidente e o ministro “se enfrentavam sobre o tratamento da pandemia no país”. O jornal argentino também mostrou que houve panelaços após o anúncio da saída de Mandetta.

Süddeutsche Zeitung — Alemanha

Süddeutsche Zeitung (Alemanha): Ministro da Saúde do Brasil é demitido após divergências sobre vírus — Foto: Reprodução/Süddeutsche Zeitung

Na Alemanha, o jornal “Süddeutsche Zeitung” disse que a demissão ocorreu por divergências em relação aos esforços do governo para conter o coronavírus. A reportagem ressalta que Mandetta é médico e o compara a Anthony Fauci, especialista da Casa Branca constantemente em rota de colisão com Donald Trump.

Grávida faz chá de fraldas drive-thru para manter tradição da família durante isolamento social

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Uma grávida de Agudos (SP) realizou um chá de fraldas diferente durante o isolamento social, recomendado por causa da pandemia de coronavírus, para presentear a nova integrante da família.

Para evitar aglomerações, os convidados entregaram os presentes no sistema drive-thru montado na frente da casa dela, no sábado (11).

Camila Araújo Porcino de Melo contou ao G1 que a ideia partiu da mãe dela, já que o chá de bebê é uma tradição na família e Camila estava chateada por não poder realizar a festa para a filha que ainda estava para chegar, a pequena Alicia Gabriele.

“Para as minhas duas primeiras filhas eu fiz, então ficou aquele sentimento de vazio de não poder fazer para ela também, até que minha mãe surgiu com a ideia”, lembra a gestante.

Assim, Camila marcou um horário para receber os parentes e fez todos os preparativos para um chá de bebê tradicional. Os convidados puderam levar marmitinhas para casa, a forma que a gestante encontrou para substituir a mesa de doces e salgadinhos da festa.

Grávida faz chá de fraldas drive-thru para manter tradição da família durante isolamento social — Foto: Arquivo Pessoal/Camila Porcino

Além disso, os convidados receberam lembrancinhas e podiam tirar fotos de dentro do carro com a Camila e a decoração da festa, que foi toda rosa.

Camila admitiu que, de início, achou que a ideia não fosse funcionar, mas os parentes gostaram bastante de participar desta festa diferente.

A prima de Camila, Paula Porcino, contou que o chá de bebê foi um momento muito emocionante para toda a família, que está sofrendo com a distância exigida pelo coronavírus.

“A nossa família é muito unida. A gente é daquelas que frita um ovo e já quer estar todo mundo junto, por isso estamos sofrendo muito com esse isolamento. E assim a gente não deixou de ver ela e foi uma maneira de ajudar também com os presentinhos”, conta Paula.

Grávida faz chá de fraldas drive-thru para manter tradição da família durante isolamento social — Foto: Arquivo Pessoal/Camila Porcino

A princesinha chegou

Por causa da quarentena, Camila contou ao G1 que já estava quase desistindo de fazer um chá de fraldas para a filha. No entanto, a ideia da mãe renovou os planos um pouco antes do nascimento da pequena.

Alicia Gabriele de Mello Siqueira veio ao mundo nesta terça-feira (14), ao lado da mãe Camila, do pai Guilherme Correia Siqueira e das irmãs mais velhas, Maria Luiza (5 anos) e Eyshila Dandara (8 anos).

Por enquanto, Camila explicou que ela não vai poder receber visitas dos familiares para evitar a disseminação do coronavírus. Enquanto isso, as fotos da Alicia já decoram e encantam o grupo da família no Whatsapp.

“Tem bastante foto no grupo da família e já está todo mundo apaixonado pela Alicia. O chá de bebê foi um momento emocionante e completamente diferente”, completa a prima Paula.

Alicia nasceu na terça-feira  — Foto: Arquivo pessoal

Casos de coronavírus e número de mortes no Brasil em 17 de abril

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As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 6h20 desta sexta-feira (17), 30.961 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 1.956 mortes.

No início da madrugada, o Pará confirmou mais cinco mortes de pacientes infectados e registra até o momento 26 óbitos por Covid-19. São 557 casos confirmados no estado.

São Paulo registra 853 mortes em todo o estado provocadas pela doença e 11.568 casos confirmados. O Rio de Janeiro tem 3.944 casos e 300 mortes.

O balanço mais recente do Ministério da Saúde, divulgado nesta quinta-feira (16), aponta 30.425 casos confirmados 1.924 mortes.

‘Perdemos um grande ministro’, diz secretário de Saúde de MT sobre demissão de Mandetta

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O Secretário Estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, afirmou nesta quinta-feira (16) que lamenta a demissão do ministro Luiz Henrique Mandetta do Ministério da Saúde. Segundo o secretário, não era uma saída pela qual o estado esperava.

“Perdemos um grande ministro nesse momento. A saída dele para nós não é uma saída feliz. Trata-se de uma pessoa que tem uma ótima relação com Mato Grosso e já demonstrou isso nas visitas feitas ao estado”, lamenta.

Mandetta foi demitido nesta quinta-feira (16) pelo presidente Jair Bolsonaro. A informação foi divulgada pelo próprio ministro em uma rede social. Após o fim dos pronunciamentos, a exoneração de Mandetta foi publicada em uma edição extra do “Diário Oficial da União”. A nomeação de Nelson Luiz Sperle Teich foi oficializada no mesmo documento.

O secretário Gilberto Figueiredo também afirmou, durante a coletiva, que avalia as ações de combate do ex-ministro e sua equipe de forma positiva e disse que a secretaria torce para que essa mudança não dê errado agora.

“Nós torcemos para que o novo ministro que venha assumir a função, dê prosseguimento às iniciativas já realizadas de enfrentamento ao coronavírus, que na nossa avaliação, sempre foi muito eficaz pela antiga equipe”, explicou.

Sobre possíveis mudanças no plano de combate com a troca de ministros, Figueiredo informou que, por enquanto, não acontecerá.

“Não há nenhuma mudança com isso. Nós temos um plano de contingenciamento estadual e existem os planos municipais baseados no plano estadual. Isso deve continuar sendo seguido, para que combatermos o vírus em nosso estado”, explica.

A respeito do novo ministro que deverá ser nomeado, o médico Nelson Teich, o secretário avalia que ele é um profissional renomado e diz que acredita ter capacidade para continuar um plano eficiente de combate à pandemia em nosso país.

Após vídeo de corpos ao lado de internados, hospital de Manaus recebe câmara frigorífica para mortos por Covid-19

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Após um vídeo mostrar corpos de mortos com suspeita de Covid-19 espalhados por macas ao lado de pacientes vivos e internados, o Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, na Zona Leste de Manaus, recebeu a instalação de um contêiner frigorífico na madrugada desta sexta-feira (17) para dar apoio na estrutura de armazenagem de corpos no local, que sofre com falta de espaço.

O Governo do Amazonas diz que a câmara vai acondicionar corpos de mortos por Covid-19. O estado tem, até esta quinta-feira (16), 1.719 casos do novo coronavírus – e 124 pessoas já morreram.

O João Lúcio não é o primeiro hospital a receber a instalação de câmara frigorífica. O Hospital Delphina Aziz, centro de referência para tratamento do coronavírus em Manaus, instalou uma câmara no seu estacionamento no início do mês. À época, o Amazonas ainda tinha 12 mortes confirmadas.

Câmara frigorífica foi instalada ao lado de necrotério do hospital João Lúcio, em Manaus — Foto: Carolina Diniz

A instalação da câmara, que vai “desafogar” a superlotação do necrotério do João Lúcio, aconteceu durante a madrugada desta sexta-feira, após viralizar o vídeo que mostra corpos em saco plásticos deixados em leitos ao lado de pacientes em tratamento. Os mortos estavam com suspeita de Covid-19. O motivo dos corpos estarem no mesmo ambiente que outros pacientes não foi divulgado pela unidade de saúde, ou pela secretaria.

G1 conversou com alguns funcionários do HPS João Lúcio. Eles disseram que o necrotério da unidade estava superlotado, por isso os corpos eram mantidos nos leitos do hospital.

Por meio de nota, a Secretaria de Saúde do Estado (Susam) informou que a instalação do contêiner foi necessária para evitar a permanência dos corpos dentro do hospital durante o período em que as famílias são avisadas “com a dignidade e o cuidado necessário, e assim possam providenciar o breve funeral e sepultamento”.

O HPS João Lúcio tem recebido pacientes com síndromes respiratórias agudas graves, entre elas casos suspeitos de Covid-19, até que se conclua a total montagem de leitos no HPS Delphina Aziz, que já funciona em sua máxima capacidade operacional. Com a capacidade ampliada do Delphina e o reforço dos leitos do hospital de retaguarda, o HPS João Lúcio ficará exclusivo para o atendimento de urgência e emergência para suporte da rede.

A Susam informou ainda que os pacientes que vieram à óbito entre a noite de quarta e a manhã desta quinta-feira (16), no HPS João Lúcio, “receberam assistência adequada, manejo clínico de acordo com as suas necessidades, medicação e oxigênio”. Desses pacientes, oito tinham idade acima de 60 anos e seis tinham comorbidades severas, conforme a nota.

Corpos ao lado de pacientes

Um vídeo que viralizou nas redes sociais mostra que 14 corpos de pacientes com suspeita do novo coronavírus estavam posicionados ao lado de pacientes internados no Hospital Pronto Socorro João Lúcio. Até o início da noite desta quinta-feira, apenas cinco corpos já haviam sido liberados.

General chefe de acolhida a venezuelanos e mais 54 militares estão com coronavírus em RR

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O número de militares da operação Acolhida infectados pelo coronavírus chegou a 55, informou a assessoria da operação à Rede Amazônica nesta quinta-feira (16). Entre os infectados está o coordenador, general Antonio Manoel de Barros, de 58 anos.

Desta forma, mais 16 militares testaram positivo para o vírus. Os primeiros sete casos no Exército em Roraima foram divulgados a menos de uma semana.

“Dentre os militares testados positivos para o coronavírus, cujo resultado foi disponibilizado hoje, inclui-se o coordenador operacional”, diz trecho da nota enviada na noite desta quinta-feira.

O general Barros declarou que está se recuperando e apresenta um bom estado de saúde.

A Operação Acolhida é responsável por atender os imigrantes venezuelanos que chegam ao estado. No entanto a assessoria afirma que nenhum dos infectados trabalha nos abrigos que estão sob responsabilidade do Exército.

Ainda segundo a Operação Acolhida, todos os militares apresentam sintomas leves ou moderados. Não há casos confirmados de venezuelanos infectados pelo vírus no estado.

Em todo o estado há 164 casos confirmados da doença até a última atualização dos dados divulgada pela Secretaria de Saúde (Sesau) noite desta quinta-feira (16).

O trabalho de acolhida a venezuelanos que entram no Brasil por Roraima e feito desde março de 2018 pelo Exército, agências da ONU e organizações não governamentais.

Roraima registra 164 casos de infectados pelo novo coronavírus

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Os casos confirmados de coronavírus em Roraima pasaram para 164, conforme publicação do Governo do Estado em uma rede social, nesta quinta-feira (16).

Segundo a publicação, o Laboratório Central de Roraima (Lacen) analisou 35 exames de pacientes com suspeita da doença e 21 foram positivos, além de um teste rápido feito em outra unidade de saúde, que também deu positivo.

Rorainópolis e Mucajaí registram os primeiros casos nesta quinta-feira. Já em Pacaraima, o número de infectados passou de quatro para sete e no Cantá um caso novo foi registrado, fazendo o município chegar a quatro exames positivos. Em Boa Vista há 147 pacientes com a doença.

Três mortes já foram causadas pela doença no estado. Dois homens idosos, de 60 e 84 anos e um adolescente indígena yanomami, de 15 anos.

Conforme a publicação, oito pessoas estão internadas no Hospital Geral de Roraima (HGR) recebendo acompanhamento médico, 10 pacientes estão recuperados e outros 10 receberam alta médica e estão em isolamento domiciliar para concluir o tratamento da doença.

Entre as pessoas que receberam alta está o ex-deputado Chicão da Silveira, de 61 anos, que acreditava que a Covid-19 era similar a uma simples gripe, mas passou a defender o isolamento social após sair da unidade de saúde.

Após o aumento expressivo de casos positivos para a Covid-19, o Governador do Estado, Antônio Denarium (PSL), ressaltou a importância de ficar em casa, como forma de conter a disseminação do vírus. Porém, os servidores públicos devem voltar ao trabalho presencial no próximo dia 22.

Polícia investiga ameaças de morte contra pesquisador do AM que estuda uso da cloroquina em pacientes com Covid-19

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A Secretaria de Segurança-Pública do Amazonas (SSP-AM) e a Polícia Civil informaram, nesta quinta-feira (16), que investigam ameaças de morte feitas ao médico da Fundação de Medicina Tropical e pesquisador da Fiocruz-AM, Marcus Lacerda. Uma publicação que, segundo o médico, gerou as ameaças, relata que os pesquisadores usaram 81 pacientes contaminados pelo novo coronavírus, como cobaias humanas, e 11 participantes do estudo morreram. No Estado, 124 pessoas já morreram vítimas do novo coronavírus e 1.719 casos foram confirmados, nesta quinta-feira.

O médico Marcus Lacerda lidera a equipe de pesquisadores do Amazonas no estudo sobre o uso da cloroquina, pioneiro no País, que apontou que alta dosagem é muito tóxica para pacientes com o novo coronavírus em estado grave.

O médico Marcus Lacerda, responsável pelo estudo, informou em nota pública, nesta quinta-feira (16), que os resultados da pesquisa geraram repercussões negativas. Na nota, ele informa que um ativista publicou em uma rede social que “o estudo brasileiro era irresponsável e que tínhamos usado os pacientes como cobaias humanas”.

Durante o estudo, os pesquisadores dividiram um total de 81 pacientes com o novo coronavírus em estado grave em dois grupos. Um com testagens de dosagens altas e, o outro, com dosagens baixas de cloroquina. 11 mortes de pacientes foram registradas durante o estudo, sendo 7 em pacientes submetidos a maior dosagem.

Após resultados da pesquisa que mostraram que uma alta dosagem é muito tóxica para pacientes com a Covid-19 em estado grave, o Governo do Amazonas suspendeu o uso de alta dose de cloroquina em contaminados pela doença. Lacerda informou, também, em coletiva de imprensa, na quarta-feira (15), que a pesquisa serviu como embasamento para o Ministério da Saúde durante o tratamento no país.

Segundo Lacerda, a publicação feita pelo ativista teve grande repercussão e foi veiculada em sites, mídias sociais e veículos de comunicação. O médico afirmou, na nota, que o posicionamento é incorreto, pois todos os requisitos éticos e legais foram seguidos durante a pesquisa.

“A interpretação equivocada do ativista e seus seguidores foi de que todas as mortes ocorridas no estudo se deveram ao uso das altas doses, sendo que nem todos os pacientes usaram a alta dose e todos eles tinham Covid-19 muito grave, vindo a falecer por conta da doença, o que ocorreu dentro da média mundial. Todos os registros estão disponíveis no centro, de acordo com as boas práticas clínicas, seguidas por toda a equipe de profissionais envolvidos no estudo”, disse Lacerda.

O desdobramento da publicação, segundo Lacerda, gerou ataques a ele, à família e à equipe de pesquisadores envolvidos no estudo. “A Polícia Militar do Estado do Amazonas está vigilante e garantindo a segurança imediata de todos”, disse o médico na nota.

Também por meio de nota, a SSP-AM e a Polícia Civil informaram que estão investigando as ameaças de morte ao médico. Segundo o órgão, ele relatou que passou a sofrer ataques de cunho político e ameaças de morte através de suas redes sociais.

Governo do Amazonas suspendeu alta dosagem da cloroquina em pacientes graves de Covid-19. — Foto: Divulgação/Secom

A pesquisa

Inicialmente, o estudo ‘CloroCovid-19’ tinha como objetivo avaliar a segurança e eficácia de duas dosagens diferentes de cloroquina em pacientes em estado grave da doença. Participaram do estudo pessoas de ambos os sexos, com idade acima de 18 anos, que não apresentaram contraindicações à cloroquina.

Dos participantes incluídos na pesquisa, um grupo recebeu dose alta de cloroquina, sendo 600mg, duas vezes ao dia por dez dias. O outro grupo recebeu uma dose mais baixa, de 450 mg, duas vezes ao dia no primeiro dia e uma vez ao dia por mais quatro dias.

“Nós diariamente monitorávamos pacientes que estavam usando as duas doses. Acontece que, essa dose maior que está sendo usada na China e ainda é usada em outros países, não se mostrou uma dose muito segura”, informou.

Ainda conforme Lacerda, a alta dosagem de cloroquina mostrou potencial de ser tóxica para o coração, especialmente quando é associada com azitromicina – um antibiótico que também pode dar arritimia cardíaca.

Os pacientes que participaram do estudo, bem como os inseridos após essa avaliação, são acompanhados pela equipe de pesquisa por 28 dias após o início da medicação. Pretende-se, ainda, reavaliá-los após 120 dias, com o objetivo de verificar potenciais sequelas.

Coronavírus no Amazonas

O número total de casos confirmados do novo coronavírus no Estado chegou a 1.719, segundo a última atualização feita pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM), nesta quinta-feira (16). O número de mortes causadas pelo novo coronavírus no Amazonas chegou a 124.

De acordo com a FVS-AM, 459 dos casos são em Manaus e 260 no interior, em 21 municípios diferentes. O número de casos confirmados em Manacapuru continua subindo e já chega a 149.

O boletim aponta, ainda, que 688 pacientes estão internados com suspeita e confirmação do novo coronavírus. São 154 pessoas testadas positivo para a Covid-19 e outras 534 sob investigação.

Amazonas concentra 95% do número de indígenas com coronavírus no Brasil, aponta Sesai

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O número de casos de indígenas infectados no Brasil com o novo coronavírus chegou a 23, de acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) na quarta-feira (15). O Amazonas concentra 95% dos pacientes. Dos 22 no estado, são 12 casos em Manaus, oito no Alto Rio Solimões, um no município de Parintins e um na região Médio Riu Purus.

Até o momento, três mortes de três etnias diferentes (kokama, tikuna e ianomâmi) foram confirmadas em decorrência da Covid-19, sendo duas no estado. O terceiro óbito ocorreu no Yanomami (1), localizado em Roraima. Há ainda 23 casos suspeitos que aguardam confirmação de exames.

Segundo as informações do boletim, que são obtidas junto a cada um dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), Manaus registrava seis casos no início da semana e, agora com 12, ultrapassou a região de Alto Solimões, que tem oito casos confirmados. O Amazonas tinha até a manhã desta sexta-feira (16), 1.719 casos e 124 mortes por Covid-19.

Os números da Sesai mais atualizados sobre indígenas ainda não haviam sido repassados para a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM) até a manhã desta quinta-feira.

No dia 9 de abril, o governo identificou a primeira morte de índio no estado. Um Kokama de 44 anos, sem histórico algum de comorbidade. Neste sábado (11) foi confirmada a segunda morte: um índio de 78 anos. Todos moradores da região do Alto Solimões, no Sudoeste do Amazonas.

Nesta quarta-feira (15), o Amazonas registrou 16 novas mortes em 24 horas e o número de óbitos pelo novo coronavírus chegou a 106 no estado. No mesmo período, foram confirmados 70 novos casos da doença, conforme boletim divulgado, nesta quarta-feira (15), pela FVS-AM. O número total de casos confirmados no Estado chegou a 1.554.

Prefeitura de Porto Velho recorre de decisão que suspende decreto de reabertura do comércio

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A Prefeitura de Porto Velho recorreu nesta quinta-feira (16) da decisão judicial que suspende a reabertura de parte do comércio do município, prevista no decreto nº 16.629. A ordem, publicada na quarta-feira (15), permitia que os estabelecimentos voltassem a abrir a partir desta quinta.

O juíz Audarzean Santana da Silva justifica que o executivo local não pode divergir das autorizações estabelecidas no decreto estadual de calamidade pública.

No recurso, a prefeitura alega que cabe ao município decidir sobre questões comerciais, já que “um decreto estadual que não pode invadir e desrespeitar a municipal”.

O município cita ainda que as atividades comerciais não funcionarão sem cumprir com as determinações de higiene recomendadas pelas autoridades de saúde para evitar a disseminação do novo coronavírus.

“Afinal de contas, se estabelecimentos comerciais não se adequarem às normas municipais é evidente que o poder de polícia administrativa será executado. Se aglomerações ocorrerem em locais indevidos, a força policial poderá ser utilizada”, diz o texto do recurso.

Na decisão, Audarzean Santana da Silva afirma que o caso é difícil e tem interesses conflitantes. “De um lado, os que defendem a primazia dos interesses sanitários e de saúde e de outro os que defendem a primazia dos interesses econômicos”.

O juiz enfatiza que decreto municipal não pode autorizar funcionamento de estabelecimento comercial que o decreto estadual não autoriza. Ele afirmou estar sensibilizado com os empresários, profissionais liberais e trabalhadores informais, mas relembrou o argumento da DPE-RO de que “o abalo/interesse econômico não pode se sobrepor ao direito à vida da população que é o bem maior de qualquer ser humano”.

Lembre o embate judicial:

Na quarta-feira (15) a Prefeitura de Porto Velho divulgou o decreto nº 16.629 que flexibilizaria o funcionamento do comércio e dos prestadores de serviços durante a pandemia do novo coronavírus. Parte dos estabelecimentos da cidade poderiam, segundo o decreto abrir a partir desta quinta-feira (16), respeitando alguns critérios de segurança e prevenção do vírus Sars-Cov2.

Durante a madrugada da quinta-feira (16), a Defensoria entrou com ação civil pública solicitando a suspensão do decreto publicado pela prefeitura. O órgão argumentou que a abertura do comércio representaria “risco iminente” e poderia provocar “disseminação do novo coronavírus em velocidade muito maior, comprometendo a saúde coletiva e a segurança epidemiológica de todos”.

As 7h45 desta quinta, o juiz publicou decisão favorável a Defensoria, determinando a suspensão imediata do decreto da Prefeitura de Porto Velho.

No mesmo dia, a prefeitura entrou com recurso para derrubar a decisão liminar sob alegação de que cabe ao município decidir sobre questões comerciais.

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