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domingo, maio 17, 2026
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COVID-19 Dirigente industrial curado da doença e mulher contaminada em aniversário da filha alertam contra o perigo de aglomerações

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Antes mesmo do resultado do segundo exame, em Porto Velho, a família do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero) e presidente da Agência Municipal de Desenvolvimento, Marcelo Thomé, sabia que ele estava com o coronavírus.

Em março, Thomé integrou a comitiva do presidente da República Jair Bolsonaro aos Estados Unidos.

O exame feito em um laboratório em Brasília resultou negativo. Thomé retornou a Porto Velho e dois dias depois, por orientações médicas, foi a um posto de saúde e refez o exame. O resultado ficou pronto em cinco dias. “Ao tomar conhecimento que fora positivo, eu já apresentava os sintomas clássicos da doença [dores no corpo, indisposição, perda de olfato e paladar], mais agudos nos primeiros dias, e quando eu recebi a notícia confirmando, já estava saindo do quadro mais crítico da doença”, descreveu.

“Tive ainda congestão, pouca tosse, e nos dois primeiros dias, pequena falta de ar, mas em momento algum isso se agravou me obrigando a ir ao hospital”, disse.

Diferentemente dos que chegaram à rede pública de saúde, Thomé se tratou em casa, usando apenas Paracetamol (também conhecido por acetaminofeno), conforme revelou. Esse remédio é um analgésico e antipirético indicado para a alívio da dor de intensidade leve a moderada, incluindo dor de cabeça, enxaqueca, dor músculo esquelética, dor de garganta, dor de dente, entre outras.

O laudo positivo veio confirmar sua situação de saúde, cujo acompanhamento do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) de Porto Velho ocorreu por telefone, conforme disse. “Um atendimento bom, tranquilo”, elogiou.

Thomé disse que mora sozinho, mas foi auxiliado por amigos no período de isolamento.

“Durante a infecção, fiquei em casa o tempo todo, me alimentei adequadamente, e procurei evitar a transmissão da doença”, disse.

Segundo ele, o impacto da doença diminuiu, porque ele tinha certeza da presença do vírus, se tratou, e se restabeleceu antes da confirmação do caso positivo. No entanto, a enfermidade causou desconforto à família, ele explica, já que 22 pessoas da comitiva presidencial aos EUA retornaram com a Covid-19 ao Brasil.

Até receber alta, o presidente da Fiero permaneceu recluso. A experiência o motivou a recomendar às pessoas telefonarem para o Cievs (0800 647 5225), para tirar dúvidas e se consultarem. “Não é preciso ir ao hospital, busquem se informar antes de sair de casa e, principalmente, de acordo com o Protocolo de Saúde, até onde eu sei, se você apresentar sintomas é preciso que fique no mínimo 14 dias em casa”.

Thomé também mencionou a necessidade do uso de máscaras protetoras, “estejam as pessoas infectadas ou não, conscientes ou não de serem portadoras da doença”.  “Essas máscaras têm sido uma das medidas de controle mais eficaz à expansão do coronavírus: se eu uso uma barreira física e outras pessoas também, diminuímos muito a chance de contágio”, aconselhou.

Classificou de “enorme irresponsabilidade” o fato de muitas pessoas terem deixado suas casas antes de findar o período da quarentena: “Enquanto você está passeando, a economia está derretendo e vidas estão sendo perdidas, então, mais do que nunca, quem não precisa trabalhar, fique em casa até que o comércio reabra e se restabeleça a normalidade”.

O presidente da Fiero reconhece repudiou o clima de férias assim demonstrado por uma parcela da população. “Estamos todos juntos enfrentando uma crise mundial e o momento exige medidas humanitárias, por isso, todos precisam ter consciência de que há um esforço para atravessarmos essa fase”, apelou.

Mesmo na condição de dirigente classista da indústria rondoniense, ele pediu atenção do público às determinações do decreto estadual declarando estado de calamidade pública no estado.

DOENÇA CHEGA AO ANIVERSÁRIO EM FAMÍLIA

No aniversário da filha, dia quatro, uma mãe que pediu anonimato, infectou-se com o novo coronavírus em sua casa, no centro de Porto Velho. Sente dor de cabeça, um pouco de febre e dor no corpo, e está em tratamento.

“Foi só pra entregar os presentes e cantar os parabéns! A notícia na mídia me incomoda, porque diz que eu fiz uma festa e que a gente não estava preocupada com a saúde, quando toda a minha família estava em quarentena; eu jamais imaginava que alguém do grupo pudesse estar com a doença, mas infelizmente, alguém estava, eu estou super arrependida”, disse a mulher.

“Se eu pudesse voltar atrás, jamais faria esse aniversário, sei que errei, então digo: gente fique em casa, use máscaras, lave suas mãos e se cuide, porque é grave”, disse arrependida.

Nessa situação, ela recomenda às pessoas os cuidados sucessivamente divulgados pelo Ministério da Saúde e por órgãos de saúde estaduais e municipais. “Continuamos de quarentena em nossa família e hoje sabemos o valor de se preservar a nossa saúde e a saúde de outras pessoas também, aqui e no Brasil”, disse.

COM SINTOMAS DE GRIPE,
O QUE FAZER?

► Se você está com sintomas de gripe, fique em casa por 14 dias e siga as orientações do Ministério da Saúde para o isolamento domiciliar. Só procure um hospital de referência se estiver com falta de ar.

► Pessoas com diagnóstico confirmado de coronavírus precisam ficar em isolamento domiciliar.

► Veja como proteger sua família: 1) A distância mínima entre o paciente e os demais moradores é de 1 metro; 2) No quarto usado para o isolamento, mantenha as janelas abertas para circulação do ar, a porta fechada durante todo o isolamento e limpe a maçaneta frequentemente com álcool 70% ou água sanitária.

► Atenção ! Em casas com apenas um quarto, os demais moradores devem dormir na sala, longe do paciente infectado.

CORONAVÍRUS: Rondônia tem 92 casos confirmados, 58 pacientes são de Porto Velho

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O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulga os dados referentes ao coronavírus (Covid-19) no Estado.

Até a tarde de quinta-feira (16) foram consolidados os seguintes resultados para Covid-19 em Rondônia:

Casos confirmados  – 92

Pacientes curados – 16

Óbitos – 03

Pacientes internados com Covid-19 – 03
Porto Velho/Cemetron e Hospital Regional de Cacoal – 2 / Hospital particular -1)

Descartados – 947

Aguardando resultados do Lacen – 31

CASOS POR MUNICÍPIOS

Os 92 casos confirmados para Covid-19 são nas seguintes localidades: 58 em Porto Velho; 16 em Ariquemes; seis em Ji-Paraná, seis em Ouro Preto do Oeste; três em Rolim de Moura; um em Alto Paraíso; um em Jaru; um em Vilhena.

Nesta quinta-feira foram confirmados seis novos casos em Porto Velho, sendo três mulheres (21, 23 e 28 anos) e três homens (23, 28 e 69 anos de idade). Também foram confirmados nove casos em Ariquemes, sendo oito mulheres (26, 30, 38, 42, 43 e duas com 50 anos de idade) e um homem de 40 anos. Em Alto Paraíso foi confirmado o caso positivo de um homem de 36 anos. Em Ji-Paraná foram confirmados três novos casos, uma mulher de 88 anos, um homem de 57, e o Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen) confirmou como positivo o caso de uma mulher de 63 anos, que veio a óbito no município de Ji-Paraná.

A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Ministério da Saúde, por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios.

Secretaria de Saúde registra 156 casos de Covid-19 em MT nesta quinta-feira; 5 pessoas já morreram

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Subiu para 156 o número de casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso nesta quarta-feira (15), sendo registrados cinco óbitos em decorrência do coronavírus.

Dos 156 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 98 estão em isolamento domiciliar, 46 estão recuperados e 7 estão hospitalizados, sendo 6 na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Os casos confirmados estão em:

  • Cuiabá (82)
  • Rondonópolis (23)
  • Sinop (12)
  • Várzea Grande (7)
  • Tangará da Serra (5)
  • São José dos Quatro Marcos (4)
  • Primavera do Leste (4)
  • Cáceres (2)
  • Aripuanã (2)
  • União do Sul (1)
  • Pontes e Lacerda (1)
  • Nova Mutum (1)
  • Nova Monte Verde (1)
  • Lucas do Rio Verde (1)
  • Lambari D’Oeste (1)
  • Conquista D’Oeste (1)
  • Canarana (1)
  • Campo Novo do Parecis (1)
  • Alta Floresta (1)
  • Residentes de outros estados (4).

Os casos confirmados residentes de outros estados foram notificados pelos municípios de Rondonópolis (1 caso), Chapada dos Guimarães (1 caso), Pontes e Lacerda (1 caso) e Cuiabá (1 caso).

Um total de 61% dos diagnosticados são do sexo feminino e a maioria dos pacientes têm entre 36 e 55 anos. Há um paciente com idade inferior a 5 anos, 6 pacientes que têm entre 6 e 18 anos, 30 pacientes com idade entre 19 e 35 anos, 87 pacientes com idade entre 26 e 55 anos, 30 pacientes com idade entre 56 e 80 anos e 2 pacientes com idade superior a 81 anos.

Dos pacientes com diagnóstico da doença em MT, 46 fizeram tratamento e se recuperaram da Covid-19.

A faixa etária dos pacientes que testaram positivo para o coronavírus é de 44 anos.

Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios.

Foram notificados 623 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, que engloba pacientes com febre, mesmo que referida, acompanhada de tosse ou dor de garganta, que apresente dispneia (falta de ar) e que esteja hospitalizado.

Mortes

Quatro pessoas morreram em Mato Grosso até esta terça-feira (14). A primeira morte foi registrada em 3 de abril em Lucas do Rio Verde. Luiz Nunes, de 54 anos, que era gerente de um supermercado na cidade, foi internado no dia 29 de março. Fez exame e deu positivo para Covid-19. Ele era hipertenso e diabético e estava internado com síndrome respiratória aguda.

A segunda morte foi registrada em Cáceres no dia 8 de abril. O servidor público aposentado Alípio Pereira de Araújo, de 82 anos, estava internado no Hospital São Luiz e tinha viajado a São Paulo, na companhia da mulher, que também está internada.

A terceira morte foi registrada em Sinop. Um homem de 34 anos, que não fazia do grupo de risco, morreu no Hospital Regional de Sinop, mas era morador de Aripuanã. O mecânico Silvano Rodrigues de Oliveira, de 34 anos, permaneceu cinco dias internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu e morreu no último sábado (11) após ser diagnosticado com Covid-19. Ele deu entrada no hospital no dia 6 de abril.

A quarta morte foi registrada pelo município de Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá.A Secretaria Municipal de Saúde de Rondonópolis informou que a morte é de um homem de 75 anos. Ele morreu na última quarta-feira (8) no Hospital Materclin e já vinha sendo investigado como caso suspeito. O exame que confirmou a morte por Covid-19 foi concluído nesta segunda-feira (13).

A quinta morte no estado e primeira morte registrada em Cuiabá por Covid-19 foi a do aposentado Nelson Antonio Ferraz, de 79 anos, na noite dessa quarta-feira (15), um dia após dar entrada em um hospital particular da capital. A morte dele foi confirmada nesta quinta-feira (16).

Nelson, que era técnico em telecomunicações aposentado, morava atualmente em uma chácara do Distrito do Coxipó do Ouro, em Cuiabá, e raramente deixava o local.

Acre registra primeiro caso de criança com Covid-19 no estado e números saltam para 115

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O número de casos de Covid-19 no Acre voltou a subir. Conforme boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), os registrou saíram de 101 para 115 nesta quinta-feira (16). O número de mortes também aumentou, com mais uma vítima confirmada ainda nesta quinta.

O vírus já circula em seis das 22 cidades do estado. De acordo com a Saúde, 53 pessoas não têm mais o vírus no organismo, sendo consideradas recuperadas. Assim, 62 pessoas seguem em tratamento e a taxa de recuperação é de 46 %. Cinco pessoas seguem internadas.

Novos casos

Entre os novos casos estão o primeiro de contaminação em criança, uma estudante de 12 anos. No município, além da menina, uma cabeleireira de 34 anos teve contato com caso considerado suspeito para a doença, enquanto que uma servidora pública de 56 anos não sabe de quem pegou o vírus.

Em Acrelândia, um aposentado de 73 anos foi infectado por uma pessoa já confirmada positiva para a doença.

Outros seis contaminados por Covid-19 são um auxiliar administrativo de 20 anos, um servidor público de 31, um servidor público de 43 anos, uma funcionária pública de 45, uma agente administrativa de 48 e um empresário de 65 anos.

Os outros três são profissionais de saúde, sendo duas mulheres de 39 e 41 anos e um homem de 54 anos.

Números

No novo boletim, a Saúde informou que recebeu 1.268 casos suspeitos, descartou 901, confirmou 115 e mais 242 seguem em análise. Todos os casos confirmados estão sendo acompanhados de perto pela equipe da Vigilância Epidemiológica no âmbito estadual e municipal.

Dos 115 casos, 86 são em Rio Branco; 12 em Acrelândia; um no Bujari; 13 em Plácido de Castro; um em Porto Acre e dois em Cruzeiro do Sul. Nesta última cidade, a segunda maior do estado, 19 pessoas estão sendo monitoradas depois de terem tido contato direto com o casal diagnosticado com a doença no domingo (12).

Mortes

O exame confirmou que o motorista de aplicativo Mariano Neto, de 35 anos, que morreu na terça-feira (14), foi em decorrência de complicações causadas pela Covid-19. A família contou que, desde janeiro, ele fazia tratamento para uma pneumonia bacteriana e que o quadro havia se agravado em março. O caso só foi confirmado nesta quinta-feira (16).

A quarta vítima da doença foi o aposentado João Faustino Gadelha, de 79 anos. Ele estava internado na UTI do PS em Rio Branco desde o dia 6 de abril, quando chegou já em estado grave. Esta foi a primeira morte registrada em Plácido de Castro, tendo em vista que a vítima morava lá.

A terceira vítima do vírus, Andre Avelino, de 82 anos, morreu no Lar Vicentino, no sábado (11), e o exame que comprovou a causa da morte como Covid-19 saiu na noite de domingo (12).

Além deles, Antônia Holanda, de 79 anos, e Maria Lúcia Pismel de Paula, de 75, morreram na segunda (6) e terça-feira (9), respectivamente, por complicações após serem diagnosticadas com Covid-19.

Depois da morte de Avelino, mais dois idosos do abrigo tiveram que ser levados à Unidade de Pronto-Atendimento em Rio Branco para avaliação e acompanhamento médico. Uma higienização também foi feia no local.

Alunos de medicina da Universidade Federal do Acre (Ufac) criaram um canal de teleatendimento que está ajudando nas orientações e até encaminhamentos de casos suspeitos da doença.

A cidade de Acrelândia, com pouco mais de 15 mil habitantes, é a preocupação de autoridades. Depois do Ministério Público recomendar, a prefeitura da cidade acatou e decretou toque de recolher. O decreto foi publicado nesta quinta-feira (9) e o toque de recolher é diário, das 19h às 5h.

Uma pesquisa, divulgada, nesta quarta-feira (15), mostra ainda que menos de 40% dos acreanos cumprem o isolamento social. De acordo com o levantamento, a segunda-feira (13) foi o dia em que o índice de isolamento mais caiu em todo o estado.

Bolsonaro: não fui consultado por medidas tomadas por governadores e prefeitos

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O presidente Jair Bolsonaro voltou a citar as medidas de isolamento adotadas por governadores e prefeitos em pronunciamento nesta quinta-feira, 16. “Em nenhum momento eu fui consultado por medidas adotadas por grande parte de governadores e prefeitos”, disse.

As divergência sobre as orientações de distanciamento social foram um dos motivos que levaram à demissão do agora ex- ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta. A exoneração foi anunciada hoje e quem assume o cargo agora é o oncologista Nelson Teich.

Durante o pronunciamento, o presidente afirmou que as medidas de isolamento afetam, principalmente, as pessoas mais humildes, que não podem ficar em casa por muito tempo. Ainda, que empregos com carteira assinada também estão sendo destruídos. “Nos preocupamos para que essa volta à normalidade chegue o mais breve possível”.

Bolsonaro declarou ainda que quem tem poder de decretar estado de defesa e de sítio é o presidente e não prefeitos ou governadores. “Excesso não levará à solução do problema, pelo contrário, agravará”, declarou. O presidente também destacou que qualquer problema futuro por conta de medidas tomadas por governos locais não pode ser colocado na conta do governo federal.

Bolsonaro é alvo de panelaços após demissão de Mandetta

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SÃO PAULO, 16 ABR (ANSA) – Após demitir Luiz Henrique Mandetta do Ministério da Saúde na tarde desta quinta-feira (16), o presidente Jair Bolsonaro foi alvo de panelaços em diferentes estados do Brasil.

Os protestos e gritos de “Fora, Bolsonaro” foram registrados em municípios de São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Minas Gerais, durante o pronunciamento de Bolsonaro. Nas últimas semanas, os panelaços têm sido comuns contra as declarações do presidente, principalmente por serem contrárias às de Mandetta. Hoje, o ministro da Saúde anunciou sua demissão em uma publicação no Twitter. “Acabo de ouvir do presidente Jair Bolsonaro o aviso da minha demissão do Ministério da Saúde.

Quero agradecer a oportunidade que me foi dada, de ser gerente do nosso SUS, de pôr de pé o projeto de melhoria da saúde dos brasileiros e de planejar o enfrentamento da pandemia do coronavírus, o grande desafio que o nosso sistema de saúde está por enfrentar”, publicou.

A decisão de Bolsonaro foi classificada pelo governador de São Paulo, João Doria, como uma “perda” para o país. “A saída do Luiz Henrique Mandetta é uma perda para o Brasil. Agradeço o apoio e contribuição com o Estado de SP no combate à pandemia.

Desejo êxito ao novo Ministro da Saúde, Nelson Teich, e espero que siga procedimentos técnicos e atenda às recomendações da OMS”, publicou. (ANSA)

Receita Federal doa bebidas alcoólicas apreendidas para produção de álcool 70% em MT

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A Delegacia da Receita Federal de Cuiabá realizou, nesta quarta-feira (16) a doação de bebidas e álcool bruto ao Campus Cuiabá – Bela Vista do Instituto Federal de Mato Grosso.

A doação é proveniente de apreensões realizadas durante ações diversas da secretaria e a proposta é que este material seja produto base para a produção de álcool 70% que será destinado ao combate à Covid-19.

Foram doados cerca de 500 litros em produtos apreendidos em descaminho e contrabando.

A produção de álcool 70% no Campus Cuiabá – Bela Vista começou no dia 25 de março. A ação é realizada em parceria com a Prefeitura Municipal de Cuiabá, Conselho Regional de Química, Polícia Judiciária Civil e iniciativa privada.

Até o momento, já foram produzidos cerca de 12 mil litros de álcool 70% que foram destinadas a unidades de saúde, comunidades de imigrantes, casas de assistência, transporte público e também a órgãos de classe, entre outros.

Governo recorre de decisão que suspende abertura de serviços não essenciais em RO

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O procurador-geral de Rondônia, Maxwell Mota, informou nesta quinta-feira (16) que o governo recorreu na Justiça da suspensão de parte do decreto estadual de calamidade pública. A juíza Inês Moreira da Costa decidiu suspender as atividades consideradas não essenciais na última terça-feira (14) previstas na ordem estadual. Segundo Maxwel, caso haja negativa, o Estado entrará com novo recurso.

O recurso deve ser julgado por um desembargador. A suspensão, conforme Maxwell, se refere ao artigo 10 do decreto nº 24.919, que repassa aos prefeitos dos municípios a responsabilidade de abertura dos comércios.

Durante coletiva de imprensa, o procurador citou que o governo pretende flexibilizar gradualmente a abertura do comércio em Rondônia, obedecendo as regras de higiene e não aglomeração das autoridades de saúde. “Alguns incisos do artigo 10 estão suspensos, mas está valendo o decreto estadual”, complementou.

“A gente entende que a Justiça não tem competência para interferir em algo que é privativo ao governador. O governador é quem detém o poder constitucional para decidir, analisar com base em critérios técnicos sobre normas de proteção à saúde”, declarou o procurador, ressaltando ainda que a quarentena, no próximo ato do Ministério da Saúde, é de no máximo 40 dias.

Decisão

Na decisão, Inês Moreira da Costa determinou a suspensão das atividades até o julgamento final da ação do Ministério Público Estadual (MP-RO). Enquanto isso, os estabelecimentos deverão permanecer fechados.

Na liminar, Inês Moreira sustenta que a lei federal nº 13.979/2020 determina que as medidas para enfrentamento da doença precisam “resguardar o exercício e o funcionamento de serviços públicos e atividades essenciais”.

A magistrada cita ainda que atividades essenciais são aquelas consideradas indispensáveis à comunidade e que o Estado precisa observar “os requisitos estabelecidos na norma federal” para que tal serviço possa ser considerado como essencial.

O MP-RO defendeu que a flexibilização dos comércios do estado ocorra apenas para tomar medidas mais severas de restrição e não para liberação de estabelecimentos considerados não essenciais.

A decisão suspende o funcionamento de:

  • lojas de eletrodomésticos;
  • lojas de confecções e calçados;
  • livrarias, papelarias e armarinho;
  • concessionárias e locadoras;
  • lavanderia e;
  • outras atividades econômicas com baixo fluxo de pessoas e prestadas sem contato físico e sem utilização de instrumentos, utensílios e equipamentos comuns entre vários usuários.

Anteriormente, entre as condições para a reabertura dessas empresas por decreto dos prefeitos estavam a entrada apenas de clientes com máscaras. Se o consumidor não tiver usando, a empresa deveria fornecer o item.

Governo de Rondônia compra 6 mil amostras de PCR para realização de exames da Covid-19 no Lacen

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O governo do Estado entregou nesta quarta-feira (15) mais um lote de kits do tipo RT-PCR, que possibilita a realização de seis mil exames do tipo biologia molecular para Covid-19 ao Laboratório Cental de Saúde Pública. (Lacen).

“Normalmente esse tipo de exame é enviado pelo Ministério da Saúde, mas o Governo de Rondônia fez a aquisição dos insumos e dará celeridade ao diagnóstico de coronavírus no Estado, ampliando a capacidade de execução e, consequentemente, diminuindo o tempo de espera pelos resultados”, explica o secretário estadual de Saúde (Sesau), Fernando Máximo.

O valor da compra é de R$ 148.801,27 (cento e quarenta e oito mil oitocentos e um reais e vinte e sete centavos).

Desde o primeiro caso de Covid-19, o Lacen trabalha para emitir em tempo hábil os laudos dos casos suspeitos da patologia e tem liberado os resultados em até 48 horas (em alguns casos 24 horas). A capacidade do laboratório é de 800 exames diários para Covid-19, porém, as amostras diárias que chegam ao laboratório não alcança este número.

A coleta é feita nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de todos os 52 municípios de Rondônia, pelas Equipes das Secretarias Municipais de Saúde, e depois são enviadas ao Lacen para realização do exame. Em média, chegam ao Lacen, por dia, cerca de 80 amostras que logo são analisadas pela equipe que faz parte desta força tarefa para divulgação dos resultados.

REFORÇO

Segundo a diretora do Lacen, Cicilea Corrêa, essa compra é muito importante por garantir o abastecimento e agilizar o trabalho. “Estamos aguardando a produção das empresas que estão com poucas amostras para venda, porém contamos ainda com as entregas do Ministério da Saúde. Nos reorganizamos para ofertar o melhor serviço. E contamos ainda com o reforço de mais profissionais tanto da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), quanto do Centro de Pesquisas Médicas (Cepem)”, concluiu a diretora.

Novo ministro da Saúde diz que não haverá ‘definição brusca’ sobre isolamento social

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O novo ministro da Saúde, Nelson Teich, afirmou nesta quinta-feira (16) que não haverá uma “definição brusca” em relação às orientações sobre o isolamento social.

Teich deu a declaração em um pronunciamento no Palácio do Planalto ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

O isolamento social é uma das medidas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para o enfrentamento da pandemia do coronavírus.

O antecessor de Teich, Luiz Henrique Mandetta, demitido nesta quinta, defende o isolamento. Bolsonaro, por sua vez, quer o fim do “confinamento em massa” e a reabertura do comércio, de lotéricas e de igrejas.

“A parte do distanciamento e do isolamento, o que acontece? Não vai haver qualquer definição brusca, radical, do que vai acontecer. O que é fundamental hoje? Que a gente tenha informação cada vez maior sobre o que acontece com as pessoas com cada ação que é tomada. Como a gente tem pouca informação, como é tudo muito confuso, a gente começa a tratar ideia como se fosse fato e começa a trabalhar cada decisão como se fosse um tudo ou nada e não é nada disso”, afirmou.

“O que é fundamental é que a gente consiga enxergar aquela informação que a gente tem até ontem, decidir qual a melhor ação, entender o momento e definir qual a melhor forma de isolamento e distanciamento. O que é fundamental é que isso seja cada vez mais baseado em informação sólida. Quanto menos informação você tem, mais aquilo é discutido na emoção”, acrescentou.

‘Alinhamento completo’

Ainda no pronunciamento no Planalto, o novo ministro da Saúde disse que há um “alinhamento completo” entre ele, Bolsonaro e “todo o grupo do ministério”.

“Deixar claro que existe um alinhamento completo aqui entre mim, o presidente e todo o grupo do ministério. Realmente o que a gente está fazendo aqui hoje é trabalhar para que a sociedade retome de forma cada vez mais rápida uma vida normal e a gente trabalha pelo país e pela sociedade”, afirmou.

Saúde e economia

Nelson Teich também afirmou que discutir saúde e economia em momento de pandemia “é muito ruim” porque as duas áreas “não competem entre si”.

No pronunciamento em que anunciou o novo ministro, Bolsonaro afirmou que se dirigiu a todos os ministros para falar sobre “vida e emprego”.

“A gente discutir saúde e economia, isso é muito ruim. Porque, na verdade, elas não competem entre si, elas são completamente complementares. Quando você polariza uma coisa dessas, você começa a tratar como se você pessoas versus dinheiro, o bem versus o mal, emprego versus pessoas doentes. E não é nada disso”, disse o novo ministro da Saúde.

Vacinas e remédios para Covid-19

Teich afirmou que vacinas e medicamento para a Covid-19 serão tratados de forma “absolutamente técnica e científica”. O ministro não citou o medicamento cloroquina, cujo uso, mesmo sem comprovação científica, é incentivado por Bolsonaro e foi um dos pontos de atrito com Mandetta.

“Outro ponto é a parte de tratamento. A gente tem as vacinas, a gente tem os medicamentos. O que é importante aqui? Tudo aqui vai ser tratado de uma forma absolutamente técnica e cientifica”, disse Teich.

Segundo o ministro, de preferência informações sobre medicamentos e vacinas serão disponibilizadas em projetos de pesquisa, a fim de incentivar a troca de dados.

“Você vai disponibilizar o que existe hoje em termos de vacina ou em termos de medicamento, dentro essencialmente, o ideal, dentro de coisas que funcionem como projetos de pesquisa porque isso vai permitir que você colha o maior número possível de informações em um espaço mais curto de tempo. Isso vai te ajudar a entender o que faz diferença para as pessoas, paciente e sociedade”, acrescentou.

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