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domingo, maio 17, 2026
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Estudantes da rede municipal de Cacoal, RO, cadastrados no Bolsa Família vão receber alimentos

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As famílias de alunos matriculados na rede municipal de ensino em Cacoal (RO) que estão cadastradas no programa Bolsa Família vão receber kits com alimentos. Esses produtos são provenientes da merenda escolar, que não está sendo realizada devido a suspensão das aulas por causa da pandemia do novo coronavírus.

Segundo a prefeitura, após a sanção da Lei Federal nº 13.987, que permite a distribuição dos alimentos adquiridos para a merenda pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), foi realizada a coleta dos gêneros alimentícios nas escolas da zona rural, urbana e do almoxarifado central.

A distribuição está prevista para iniciar na próxima terça-feira (21). As famílias vão receber tanto os produtos não-perecíveis estocados, quanto os perecíveis que serão adquiridos da agricultura familiar.

Uma vez por mês será distribuído um kit com itens como arroz, feijão e óleo, e uma vez a cada 15 dias os beneficiários receberão um kit com iogurte, frutas e verduras.

A retirada dos produtos será realizada mediante agendamento de horário para evitar aglomerações.

CORONAVÍRUS | Prefeito flexibiliza retorno gradativo de atividades comerciais na capital

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Após três semanas de isolamento rigoroso, o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves decidiu flexibilizar de forma gradativa o funcionamento do comércio e outros estabelecimentos da cidade a partir desta quinta-feira (16). O prefeito editou o decreto 16.629, nesta quarta-feira (15), tendo por base decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que autoriza os municípios a decidirem sobre assuntos de sua competência.

O retorno gradual das atividades comerciais suspensas ou restritas por meio de decretos municipais para o enfrentamento da emergência em saúde pública decorrente do novo Corona Vírus (Covid-19), foi definido por etapas programadas para as próximas duas semanas.

O prefeito manteve as regras para distanciamento social e reforça que pessoas do grupo de risco não devem frequentar o comércio. Para a decisão, Hildon levou em conta ainda a imediata necessidade de manutenção da economia, prezando pelo pleno emprego e bem-estar social, cumulado com o direito fundamental à saúde, baseando-se em critérios de proporcionalidade.

Permanecem proibidas a realização de eventos e reuniões de qualquer natureza, de caráter público ou privado, permanência e trânsito de pessoas em áreas de lazer e convivência, pública ou privada, inclusive em condomínios e residenciais. A reabertura de bares, academias, escolas, faculdades, igrejas, entre outros, devem acontecer somente em maio.

Por enquanto, continuam suspensos todos os alvarás de funcionamento de cinemas, teatros, bares, boates, casas noturnas, danceterias, e outros estabelecimentos de reuniões ou encontros periódicos de qualquer natureza, inclusive os de cunho religiosos.

Conforme o decreto, ficam autorizados a partir desta quinta, o restabelecimento às atividades por gráficas, papelarias, imobiliárias, seguradoras, concessionárias de automóveis, motocicletas, caminhões e equipamentos pesados, lojas de veículos novos e semi-novos, lavanderias e serviços essenciais de limpeza como limpa fossa, produtos de informática e telefonia, óticas, joalherias e relojoarias, tabacarias, salões de cabeleireiro, clínicas de estética e barbearias, respeitando horários especiais.

Na próxima segunda-feira (20), ficam autorizados a abrir as portas o comércio de confecções em geral, comércio de calçados em geral, eletroeletrônicos e móveis, autoescolas e despachantes.

Restaurantes e lanchonetes ficam autorizados a funcionar, com atendimento local, a partir do dia 27 de abril, devendo adotar uma série de providências, como limpeza a cada três horas de pisos e paredes, distanciamento de mesas e os atendentes usando máscaras. Os empreendimentos não podem fazer eventos ao vivo, além de manterem abertos apenas 50% de suas capacidades.

No decreto o prefeito ainda define a abertura de shoppings centers, mas com restrições de horários e com a obrigatoriedade do uso de máscaras.

Confira detalhes das restrições na íntegra do decreto nº 16.629 de 15 de abril de 2020.

Comdecom

TRANSPORTE ESCOLAR | Prefeitura prorroga data para divulgação edital do processo seletivo para monitor

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A Prefeitura de Porto Velho prorrogou o cronograma do edital do processo seletivo simplificado unificado, para seleção de 146 monitores de transporte escolar, para atuar nas escolas da zona rural. A carga horária será de 44 horas de trabalho semanais e salário de R$ 1.060,11 mais cesta básica.

O processo seletivo vai selecionar candidatos, por meio da avaliação de títulos, visando à contratação por tempo determinado, para o cargo de monitor de transporte escolar, para atender as necessidades do Conselho Escolar, conforme o quadro de vagas que consta no edital.

O cronograma terá as seguintes datas:

Divulgação do resultado preliminar: 20 de abril

Interposição de recursos: 21 e 22 de abril

Divulgação do resultado final: 27 de abril

Homologação do resultado final do processo seletivo: 29 de abril

Comdecom

INFLUENZA | Prefeitura inicia dia 17 segunda fase de vacinação contra gripe

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A prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), inicia, na sexta-feira (17), a segunda fase da Campanha Nacional de Influenza, que previne contra a gripe H1N1, H2N3 e Influenza B. Por determinação do Ministério da Saúde, houve mudança no grupo prioritário para esta etapa, obrigando o município a alterar o planejamento e a data para início deste ciclo.

Os povos indígenas tiveram sua vacinação antecipada em razão da vulnerabilidade para adoecimento e complicações por gripe. Assim como os motoristas e cobradores de transporte coletivo (motoristas de táxi a aplicativo não estão incluídos). Profissionais das forças de segurança e salvamento, funcionários do sistema prisional, presidiários, adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas e caminhoneiros também integram o público desta segunda fase, que vai até o dia 8 de maio.

Apesar do início da segunda etapa da campanha, a prefeitura de Porto Velho vai continuar imunizando os idosos com 60 anos ou mais até o dia 20 de abril. O prazo não será prorrogado em virtude do início da vacinação de doentes crônicos, o contato desses dois públicos deve ser evitado para preservação da saúde de todos.

Doentes Crônicos

Em Porto Velho, a vacinação para os doentes crônicos terá início no dia 22 de abril. Esta é uma medida da Semusa para evitar aglomerações e exposição desnecessárias de pessoas com a saúde fragilizada. A vacinação de professores, que estava prevista para este momento, foi prorrogada para a terceira fase (9 de maio), por causa da suspensão das aulas.

A diretora do departamento de Imunização, Elizeth Gomes, explica o Ministério da Saúde está enviando as doses da vacina por etapas e em pequenas quantidades, razão pela qual o cronograma de vacinação precisou ser alterado. “Mesmo assim, estamos vacinando todos os grupos conforme temos recebido os lotes. Pedimos que as pessoas não façam aglomerações nos postos de saúde”.

Em 20 dias de campanha, a prefeitura de Porto Velho superou a meta de vacinar 90% dos idosos contra a influenza. Até a última segunda-feira (13), mais de 23 mil idosos (96%) já tinham sido vacinados contra a gripe na Capital. Nessa primeira fase, também foram vacinados mais de 10 mil (75% da meta) trabalhadores da saúde.

Vacinação de Rotina

A vacinação de rotina para crianças também será retomada. A Semusa orienta as mães que obedeçam as normas de prevenção como o distanciamento entre pessoas e a utilização de máscaras e higienização das mãos.

Não imuniza contra o Coronavírus

A secretária titular da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), Eliana Pasini, salienta que “a vacina contra a Influenza não protege contra o coronavírus, mas sim, auxilia os mais vulneráveis contra doenças respiratórias que podem impactar o sistema imunológico e favorecer o aparecimento de outras infecções”.

Comdecom

Irmão de Bolsonaro é barrado em açougue por não respeitar medidas contra o coronavírus

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Renato Bolsonaro, irmão do presidente Jair Bolsonaro, foi barrado em um açougue de Registro, no interior de São Paulo, na segunda-feira (13) por se recusar a usar uma máscara para entrar no estabelecimento. A medida de proteção para evitar o avanço da propagação do novo coronavírus é obrigatória no município. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com as regras decretada em Registro, o acesso a estabelecimentos como açougues deve ser limitado a dois compradores por vez e só quem estiver vestindo máscara de proteção pode entrar.

Segundo testemunhas, o irmão de Bolsonaro aguardou na fila do lado de fora, mas foi barrado na entrada por não estar de máscara. Uma funcionária do local ouvida pela Folha afirmou que Renato teria exigido que alguém o servisse no lado de fora, o que também seria irregular. Sem ser atendido, o irmão do presidente foi embora reclamando.

A Folha tentou entrar em contato com Renato, mas ele não atendeu aos telefonemas nem respondeu aos recados deixados em seu celular.

Roberto Carlos confirma live para este domingo (19)

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Roberto Carlos vai fazer uma live neste domingo (19), no dia do seu aniversario de 79 anos. A informação foi confirmada pela sua assessoria de imprensa nesta quarta-feira (15).

O cantor está preparando um repertório especialmente para a live que terá duração de 45 minutos, segundo a assessoria.

A transmissão vai acontecer “no início da noite”, mas o horário exato ainda não foi divulgado.

Responsabilidade: SUCESSO na LUTA Contra CORONAVÍRUS dá VITÓRIA ao partido do PRESIDENTE em Eleições na Coreia do Sul

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SUCESSO na LUTA Contra CORONAVÍRUS dá VITÓRIA ao partido do PRESIDENTE em Eleições na Coreia do Sul

A partido do presidente sul-coreano Moon Jae-in deve obter maioria parlamentar nas eleições legislativas dessa quarta-feira (15). Os resultados refletem o bom gerenciamento da crise sanitária provocada pela epidemia do novo coronavírus.  

O pleito aconteceu sob forte controle das autoridades sanitárias para evitar contaminações. Os 14.000 locais de votação foram desinfetados antes da abertura das urnas. Os eleitores estavam munidos de máscaras e tiveram a temperatura medida na chegada. Aqueles com sintomas de febre votaram em cabine isoladas.

De acordo com sondagens preliminares de boca de urna e de três canais locais de televisão, o Partido Democrata Sul-Coreano (PD ou Minjoo, de centro esquerda) do presidente Moon poderá conquistar 177 das 300 cadeiras no Parlamento.

As eleições da Coreia do Sul estão entre as raras votações em escala nacional mantidas durante a pandemia da Covid-19. Em meados de março, a França realizou o primeiro turno das eleições municipais, uma decisão até hoje polêmica.

Coreia do Sul não impôs confinamento

Depois da China, a Coreia do Sul representava o segundo maior centro de contaminação pelo coronavírus no início do ano, mas conseguiu conter a progressão da doença sem impor um confinamento à população. O resultado foi obtido graças a uma estratégia de testes em massa dos casos suspeitos de Covid-19, assim como o acompanhamento dos deslocamentos dos cidadãos por aplicativos que os geolocalizam.

No total, 10.564 casos de contaminação foram registrados na Coreia do Sul desde o início da epidemia. A partir de então, o balanço cotidiano de novas infecções se estabilizou em cerca de trinta casos por dia, na maioria das vezes importados de outros lugares.

Mandetta reconhece divergência com Bolsonaro e admite sair; saiba o que disse o ministro

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Confira abaixo as principais declarações do ministro Luiz Henrique Mandetta na entrevista coletiva que concedeu nesta quarta-feira (15).

Na entrevista, Mandetta disse reconhecer que há insatisfações claras do governo com as posições do ministério e que pessoas cotadas para assumir o cargo chegaram a ligar para ele pedindo aconselhamento.

Segundo o ministro, os integrantes da equipe montada por ele vão “trabalhar juntos” até o momento de “sair juntos”.

Pedido de demissão de Wanderson Oliveira

“Hoje, teve muito ruído por conta do Wanderson [Oliveira]. Já falei que não aceito, Wanderson continua, está aqui, acabou esse assunto. Vamos trabalhar juntos até o momento de sairmos juntos do Ministério da Saúde (…) O Wanderson mandou um papel lá, do jeito que chegou, voltou pra trás. Entramos juntos e sairemos juntos.”

Saída do ministério

“Eu vejo o seguinte, eu deixo muito claro aqui pra vocês. Eu deixo o Ministério da Saúde em três situações: uma, quando o presidente não quiser mais o meu trabalho. Segundo, se eventualmente, imagine que eu pegue uma gripe dessa e tenha que ser afastado por forças alheias. Terceiro, quando eu sentir que o trabalho feito já não é mais necessário, porque de alguma maneira passamos por esse estresse.”

“Claramente há um descompasso entre o Ministério da Saúde [e o Planalto]. E isso daí, a gente colocou, deixa muito claro que a gente vai trabalhar até 100% do limite das nossas possibilidades. Nada muda. Enquanto eu estiver no Ministério da Saúde, podem ter certeza que o povo está trabalhando.”

Sucessor

“O importante é que, seja lá quem o presidente colocar no Ministério da Saúde, que ele confie e que ele dê as condições para que a pessoa possa trabalhar baseada na ciência, nos números, na transparência dos casos. Para que a sociedade possa, junto com seus governadores e seus prefeitos, tomar suas melhores decisões.”

“Aí, alguns nomes que vão sendo ‘assuntados’ ligam para mim, para saber o que eu acho. Eu falo: ‘Venha, vamos trabalhar. Vem aí. Pô, vamos ajudar, gente, vamos remar’. A gente tem um SUS na nossa frente, a gente tem DNA, a saúde brasileira é grande, meu amigo.”

“Eu não estou ministro por obra de nada diferente, que do presidente. Ele claramente externa que quer outro tipo de posição por parte do Ministério da Saúde. Eu, baseado no que nós recebemos, baseado em ciência, eu tenho esse caminho para oferecer. Fora desse caminho, tem que achar alternativas. E tem muitas alternativas, gente muito boa, gente muito experiente.”

Colaboração de outros ministros

“Se agora queremos acelerar… A economia é um problemaço. Um problemaço que vai consumir muito do esforço do ministro Paulo Guedes, que está fazendo um trabalho brilhante. Não posso [reclamar] nenhuma vírgula. O ministro Paulo Guedes mandou todos os recursos que a Saúde pediu, 100%, não teve nada, um milímetro. O ministro Moro me deu todas as condições, e eu estou dando a ele, porque a segurança nessa epidemia é fundamental.”

Disputas no governo

“Primeiro que isso é uma coisa pública, não tem ninguém… Isso é uma coisa que acontece. Existe claramente uma posição. Não é o presidente, existem outras pessoas. Eu tenho ex-secretários de Saúde que verbalizam diariamente que acham que o caminho é outro. O deputado Osmar Terra, todo dia ele fala.”

“Existem pessoas que acreditam, criam essas teorias de negócio vertical, oblíquo, horizontal. Não sei de onde vêm essas angulações, mas acreditam fielmente. Ninguém é dono da verdade, eu não sou, Wanderson não é, Gabbardo não é. Nós temos um conjunto de informações que nos levam a ter essa conduta de cautela.”

“Parece que eu sou contra o presidente, o presidente é contra mim. Não. São visões diferentes do mesmo problema. Se tivesse uma visão única, seria muito fácil solucionar. Não é um problema maniqueísta, não é branco ou preto. Existe o cinza, existem várias gradações.”

Ações contra o coronavírus

“O que eu coloco é: até aqui, coloco pra minha equipe: nós fizemos um trabalho muito elogiado. Por Banco Mundial, Organização Mundial de Saúde. Os números que nós conseguimos domar, nós achamos que está bem. Achamos que precisa melhorar muito o abastecimento, equipamentos de proteção individual pros meus médicos, meus enfermeiros. Eles estão na linha de frente, em respeito a eles a gente deve aguardar.”

“Acho que a gente precisa de mais ventiladores. Acho que a gente tem que capacitar mais essa mão de obra para ela adoecer menos quando for atender, e acho que a gente tem total condição de fazer isso. Acho que já demos demonstração de que estamos no caminho certo. Não tem uma ação, se entrar hoje uma pessoa no Ministério da Saúde, tá tranquilo para trabalhar.”

Cotado para substituir Mandetta, Teich chega a Brasília para reunião com Bolsonaro

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O oncologista Nelson Teich, cotado para assumir o Ministério da Saúde no lugar do atual ministro, Luiz Henrique Mandetta, chegou a Brasília na manhã desta quinta-feira (16). Ele tem uma reunião marcada com o presidente Jair Bolsonaro.

Teich não quis responder perguntas ao desembarcar no aeroporto de Brasília.

Em meio à crise da pandemia do coronavírus, a relação entre Bolsonaro e Mandetta se desgastou. Uma das principais discordâncias entre o ministro e o presidente é sobre o isolamento da população como estratégia para conter o avanço do vírus.

Mandetta é favorável ao chamado isolamento horizontal (para todas as pessoas). Bolsonaro defende medidas mais brandas, como o isolamento vertical (apenas para aqueles do grupo de risco).

Em artigo recente sobre a pandemia, Teich se mostrou a favor do isolamento horizontal, como Mandetta.

“Diante da falta de informações detalhadas e completas do comportamento, da morbidade e da letalidade da Covid-19, e com a possibilidade do Sistema de Saúde não ser capaz de absorver a demanda crescente de pacientes, a opção pelo isolamento horizontal, onde toda a população que não executa atividades essenciais precisa seguir medidas de distanciamento social, é a melhor estratégia no momento”, escreveu ele no dia 3 de abril.

Teich vai conversar com Bolsonaro sobre pontos que considera fundamentais para o combate ao coronavírus. Um deles é a testagem em massa da população.

Perfil

Oncologista, Nelson Luiz Sperle Teich é do Rio de Janeiro e, nos anos 1990, foi responsável pela fundação Grupo COI (Centro de Oncologia Integrado) onde atuou até 2018. Hoje, segundo seu perfil em uma rede social, atua como consultor em saúde.

De setembro do ano passado até janeiro deste ano, prestou orientações ao Departamento do Complexo Industrial e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde.

Em 2010 e 2011, ele prestou consultoria para o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, também focada em gestão da saúde. Teich também foi um dos sócios-fundadores do MDI Instituto de Educação e Pesquisa, onde foi sócio do atual secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde, Denizar Vianna.

Nas últimas semanas, o oncologista tem utilizado a rede social para compartilhar artigos que escreveu sobre o coronavírus.

Em 24 de março, no artigo intitulado “COVID-19: Histeria ou Sabedoria?”, o médico destaca as dificuldades enfrentadas pelo gestor de saúde em meio à pandemia e cita pontos que devem ser considerados nas tomadas de decisão.

“Não me coloco aqui como alguém que defende um lado ou outro, na verdade é o oposto, não pode existir lado. O fundamental é analisar criticamente e de forma contínua a situação e as projeções, integrando continuadamente a nova informação na análise. A informação que chega a cada dia precisa ser complexa, detalhada e em tempo real. É necessário rever diariamente a realidade, os cenários, as projeções e as ações. Como comentado, projeções e posições radicais e emocionais só levam a mais confusão e problema”, diz.

Desgaste entre Bolsonaro e Mandetta

Desde o início da crise, Bolsonaro vem mostrando insatisfação com as medidas de isolamento, recomendadas não só pelo Ministério da Saúde, como também pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O presidente tem dito que se preocupa com os impactos econômicos do isolamento. Ele criticou governadores que adotaram essas medidas e, além disso, adotou postura que contraria as orientações do próprio ministério, o que desagradou Mandetta.

Ao longo do último mês, Bolsonaro cumprimentou apoiadores em manifestação pró-governo e formou aglomerações em idas ao comércio em Brasília, desrespeitando as orientações das autoridades sanitárias. Nas visitas ao comércio, ele também cumprimentou apoiadores, dando a mão, o que não é indicado no combate à proliferação do vírus.

Bolsonaro sanciona lei que autoriza telemedicina durante pandemia do coronavírus

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que autoriza o uso da telemedicina enquanto durar a crise do novo coronavírus (Sars-Cov-2). O texto foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (16) e já está em vigor.

A lei estabelece que por telemedicina deve ser considerado “o exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde”.

Segundo a lei, que já está em vigor, os médicos que optarem pelas consultas à distância devem informar os pacientes sobre todas as limitações da prática.

A lei também estabelece que a prestação desse tipo de serviço deve seguir os padrões normativos e éticos usuais do atendimento presencial, “inclusive em relação à contraprestação financeira, [….] não cabendo ao poder público custear ou pagar por tais atividades quando não for exclusivamente serviço prestado ao Sistema Único de Saúde (SUS)”.

Dois trechos vetados

O presidente vetou do texto original, que havia sido aprovado pelo Congresso, o trecho que previa que, após o período da pandemia, o Conselho Federal de Medicina regulamentaria a telemedicina. A justificativa é que a atividade deve ser regulada por meio de lei, ou seja, por proposta que passe por aprovação do Congresso Nacional.

Também foi vetado artigo que determinava que seriam seriam válidas as receitas médicas apresentadas em suporte digital.

O motivo apresentado pela Presidência da República para o segundo veto é o fato de que, para a Presidência, ela “ofende o interesse público e gera risco sanitário à população, por equiparar a validade e autenticidade de um mero documento digitalizado, e de fácil adulteração, ao documento eletrônico com assinatura digital com certificados ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira)”.

“Poderia gerar o colapso no sistema atual de controle de venda de medicamentos controlados, abrindo espaço para uma disparada no consumo de opioides e outras drogas do gênero”, diz a justificativa do veto.

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