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domingo, maio 17, 2026
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Coronavírus: Vilhena, RO, publica prorrogação do ISS para pequenos e micros empreendedores

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A Prefeitura de Vilhena (RO) no Cone Sul do estado decidiu prorrogar o vencimento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN). A medida é para tentar minimizar o impacto econômico na cidade causado pela pandemia do novo coronavírus.

Segundo o Município, a prorrogação do prazo para pagamento do imposto compreende aos serviços prestados nos meses de março, abril e maio pelos contribuintes não optantes pelo Simples Nacional.

De acordo com o Decreto nº 48.965/2020, publicado na última quinta-feira (9), o calendário de vencimento do ISS fica assim:

  • O ISS que venceria no dia 15 de abril poderá ser recolhido até 1° de julho
  • Já o vencimento do imposto do mês de maio foi prorrogado para pagamento até 3 de agosto
  • E o que venceria em meados de junho passa para 1° de setembro

Prorrogação do ISS em Vilhena, RO — Foto: Prefeitura de Vilhena/Reprodução

O decreto não permite restituição dos valores já recolhidos, e também não altera os prazos para pagamento dos parcelamentos convencionais e Refis.

Eventuais dúvidas podem ser sanadas pelo telefone (69) 3919-7015 ou pelo e-mail issqn@vilhena.ro.gov.br

ASSISTÊNCIA | Merenda será distribuída para estudantes em vulnerabilidade social matriculados na rede pública estadual de Rondônia

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Em decorrência do período de calamidade pública que se encontra o Estado de Rondônia, o governo por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), vai distribuir a merenda escolar aos alunos das escolas públicas que integram grupo de vulnerabilidade social, como forma de auxiliar os estudantes no enfrentamento à pandemia do coronavírus.

O governo do Estado foi impulsionado a decretar a suspensão das aulas da rede pública de ensino de Rondônia, pelo prazo de 30 (trinta) dias, a contar do dia 17 de março de 2020, podendo ser alterado o período conforme necessidade (artigo 9º, Decreto 24.919, de 5 de abril de 2020), para fins de prevenção e enfrentamento à pandemia.

A Seduc informou que dentre as opções analisadas pelo governo do Estado, foi adotado o fornecimento dos cartões-alimentação (tarja magnética) específicos para despesas alimentícias perecíveis e não perecíveis (supermercados, padarias, açougues e hortifruti), em favor da população escolar, cujas famílias têm mais dificuldades de adquirir alimentação.

Para a execução do serviço, a secretaria iniciou o processo administrativo de Chamamento Público para contratação de empresa especializada na prestação, administração, gerenciamento e fornecimento de cartões (tarja magnética), visando atender especialmente os estudantes, com previsão para finalização nos próximos dias.

A secretaria informou ainda que está utilizando de recurso próprio do Estado para atender a demanda, sendo esta uma das formas encontradas pelo governo de Rondônia, visando fornecer o apoio nutricional que os programas de alimentação escolar sugerem, minimizando assim, o impacto gerado pela pandemia, e tomando todas as precauções para evitar a transmissão da Covid-19, com intuito de cumprir o decreto, evitando aglomerações de pessoas.

A Seduc informou que após a realização do procedimento de Chamamento Público, a empresa contratada entregará o lote dos cartões-alimentação (tarja magnética) nas Coordenadorias Regionais de Educação (CREs), que estarão organizando as entregas em ordem alfabética por escola, município e jurisdição, pois já estão orientados a estabelecer junto às escolas condutas que evitem situações de aglomerações de pessoas, estipulando horários pré-determinados para a retirada dos cartões-alimentação nas unidades escolares.

O secretário de Estado da Educação, Suamy Vivecananda, informou que as medidas adotadas em cada unidade escolar poderão ser distintas, de acordo com as possibilidades locais, garantindo o direito à alimentação dos estudantes, considerando vedar o envolvimento de servidores do grupo de riscos no processo de distribuição dos cartões-alimentação.

VIGILÂNCIA | Barreira sanitária monitora mais de 160 pessoas que estavam em voo com passageiro confirmado com Covid-19

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Importante aliada da população rondoniense como medida preventiva para evitar a propagação do coronavírus no Estado, as barreiras sanitárias são realizadas regularmente nos aeroportos, rodovias, rodoviárias e em portos de Rondônia. Esta semana, as equipes que atuam nas barreiras realizam, na prática, uma das principais funções após a abordagem dos passageiros: a rastreabilidade de pessoas que mantiveram contato com viajante que desenvolveu sintomas e teve caso confirmado para o vírus.

A partir de um viajante, que teve como destino Ouro Preto do Oeste e no município teve o caso confirmado, as equipes da vigilância sanitária da Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa) já monitoraram 164 pessoas que estavam a bordo da mesma aeronave e pousou em Porto Velho no dia 21 de março. Este quantitativo envolve moradores de 18 municípios rondonienses.

“As equipes de vigilância sanitária desses municípios foram acionadas. Entram em cena as equipes da vigilância epidemiológica para contactar cada viajante e investigar se desenvolveram sintomas gripais”, explica Vanessa Ezaki, gerente técnica de Vigilância Sanitária da Agevisa.

A rastreabilidade só é possível porque os passageiros preencheram, no momento do desembarque, o questionário com informações pessoais e de destino. Na primeira abordagem, os passageiros também informam se apresentam algum sintoma gripal. O Formulário de Identificação do Viajante Covid-19 com os dados dos viajantes são lacrados e somente são abertos quando há necessidade de rastrear para conferência, em razão da saúde do trabalhador, como aconteceu no caso confirmado em Ouro Preto do Oeste.

“Por isso é tão importante que as pessoas colaborem. Sabemos que muitas vezes chegam cansadas, mas é um tempo essencial para a preservação da saúde de quem realmente precisou viajar nesse período”, enfatiza Ana Flora Gerhardt, diretora geral da Agevisa.

Os municípios com viajantes monitorados são: Ariquemes, Buritis, Cacoal, Itapuã do Oeste, Jaru, Ji-Paraná, Machadinho do Oeste, Monte Negro, Nova Mamoré, Nova União, Ouro Preto do Oeste, Pimenta Bueno, Porto Velho, Rio Crespo, Rolim de Moura, São Felipe do Oeste, São Miguel do Guaporé, Vale do Anari,

ENTENDA O CASO

Era pra ser uma simples viagem para o senhor Sebastião Rodrigues Viana, 57 anos, que retornava para Rondônia de Vitória (ES), no dia 21 de março. Ele explica que estava em Cariacica, uma pequena cidade, em que as pessoas nem mesmo falavam sobre coronavírus.

Quando chegou em Rondônia foi recepcionado pela barreira sanitária montada no aeroporto Governador Jorge Teixeira de Oliveira. “Atravessei o Brasil e quando cheguei aqui vi uma exigência grande e todo aquele cuidado das pessoas no aeroporto”, relata.

Alguns dias após o desembarque, o senhor Sebastião desenvolveu sintomas que, segundo ele, lembravam uma virose. “Febre em alguns horários do dia, desconforto intestinal, calafrio”, lembra.

Fez o exame e o resultado foi positivo para coronavírus, o primeiro no município de Ouro Preto do Oeste. Ele e sua família são monitorados por equipes da vigilância epidemiológica do município e pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde, da Agevisa.

Em franca recuperação, Sebastião se queixa da ausência de paladar e olfato, mas diz que está bem. “Sinto sintomas gripais leves, estou tomando remédio caseiro e bastante líquido. Aqui em casa todos se sentem bem e, ao final, tenho que agradecer a Deus por todas as bençãos”, finaliza com mensagem de otimismo.

CORONAVÍRUS Prefeitura de Porto Velho realiza nova desinfecção do Mercado do KM 1

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Subsecretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb), atendendo determinação do prefeito Hildon Chaves, está realizando na manhã desta quarta-feira (15), mais uma higienização (desinfecção) interna e externa do Mercado do KM 1, na região central da cidade.

O motivo, conforme o subsecretário Rainey Viana (Semusb), é que entre os permissionários que trabalham no local vendendo frutas e outros produtos, dois estariam apresentando sintomas do novo coronavírus (Covid-19).

Com a desinfecção do equipamento público, espera-se afastar riscos de contágio a outros trabalhadores e até mesmo aos frequentadores do mercado, onde é comercializada grande variedade de produtos regionais.

Produto

O trabalho de limpeza é feito com jatos de água utilizando um caminhão-pipa da Semusb carregado com 16 mil litros de uma mistura de quaternário de amônia, específico para eliminar vírus, bactérias e fungos nesse tipo de ambiente, dada a sua eficiência.

Viana lembra que esse tipo de desinfecção nos equipamentos públicos como mercados, paradas de ônibus e até na estação rodoviária tem sido realizada com frequência. A ação faz parte das estratégias de enfrentamento e combate ao coronavírus adotadas pela gestão municipal.

Comdecom

CORONAVÍRUS | Semusa recebe doação de EPI produzidos por costureiras voluntárias em Porto Velho

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Profissionais da saúde em Porto Velho, que atuam na linha de frente no combate ao novo coronavírus, ganharam um importante reforço que vai garantir mais segurança no trabalho dentro das unidades. É que a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) recebeu, na segunda-feira (13), a doação de dois mil jalecos e mil sapatilhas, confeccionadas por costureiras voluntárias, numa parceria entre prefeitura de Porto Velho, Ministério Público Estadual (MPE) e Ministério Público do Trabalho (MPT).

O recurso para a produção dos Equipamentos de Proteção Individuais (EPIs) foi angariado pelo Projeto Costurando Saber, que contou com a doação do MPT e também de profissionais da saúde. O projeto foi elaborado pela diretora clínica da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Zona Sul, Neila Zaffaro, e pelas artesãs Kelia Regina e Nathanaeli Macedo.

Cerca de dez mil metros de tecido tipo tnt, gramatura entre 50 e 100, foram adquiridos para a confecção das peças. Mais de 50 voluntárias atuaram no projeto, a maioria costureiras que trabalharam em casa, na confecção das peças. Em 15 dias, foram produzidos dois mil jalecos e com os retalhos outras mil sapatilhas. Além disso, a sobra de tecido ainda será doada aos presídios para produção de máscaras para apenados e polícia penal.

Cada ente público deu sua parcela de contribuição para a execução desta ação. A prefeitura, através da Semusa, apresentou o projeto. A iniciativa foi financiada pelo Ministério Público do Trabalho, com recursos levantados através de indenização de dano moral coletivo que são implementados na proteção dos trabalhadores.

“Neste momento em que os profissionais de saúde estão na linha de frente no combate à pandemia, temos priorizado a destinação desses recursos para esse tipo de ação”, explicou a procuradora-chefe do Ministério Público do Trabalho, Camila Holanda.

Ao Ministério Público, coube a função de ser o interlocutor entre os entes para fazer o projeto acontecer. “A pandemia trouxe uma necessidade grande de proteção e quem mais sofre são os profissionais da saúde. Vendo essa situação da dificuldade na aquisição de EPI, em falta no mundo inteiro, os entes públicos juntaram forças para colaboração mútua”, entende a promotora de Justiça, Emilia Oiye.

A secretária adjunta da Semusa, Marilene Penati, agradeceu a parceria dos entes públicos e, principalmente, dos voluntários que trabalharam incansavelmente para a entrega dos equipamentos num curto espaço de tempo. “Qualquer agradecimento vai ser pouco diante da gratidão que de fato existe embutida neste trabalho. Estamos lidando com um inimigo invisível com poder devastador. Precisamos unir forças, nos preocupar com a gente e com o próximo também. Estamos muito felizes de ver essa união de esforços em prol do bem coletivo”.

Mandetta admite erro e tenta sair do foco

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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, admitiu a auxiliares ter cometido um erro estratégico ao elevar o tom do embate com o presidente Jair Bolsonaro sobre a conduta do governo federal no enfrentamento ao novo coronavírus e deve submergir, nos próximos dias, para sair do foco da crise. Aliados de Bolsonaro, no entanto, veem com descrença a promessa do ministro de fazer uma espécie de “voto de silêncio” sobre suas divergências com o presidente.

Bolsonaro se reuniu nesta terça-feira, no Palácio da Alvorada, com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que é do mesmo partido de Mandetta. Nos últimos dias, ele tem conversado com dirigentes de siglas do Centrão, que interpretaram o movimento como uma preparação de terreno para a saída do ministro da Saúde.

“O presidente já abriu esse diálogo e deve partir para a indicação de um técnico no ministério”, disse o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO). “Enquanto Mandetta não sair ou for demitido, esses problemas vão continuar e Bolsonaro ficará mais desmoralizado”.

Desde o início do mês, Bolsonaro já recebeu parlamentares e dirigentes do PP, PL e Republicanos e hoje deve conversar com o presidente do PSD, Gilberto Kassab. Todos os partidos compõem o Centrão.

Mandetta perdeu apoio de militares do governo – que viram em sua entrevista de domingo ao Fantástico, da TV Globo, um tom de provocação – e até de alguns aliados em secretarias estaduais da Saúde. Integrantes do ministério observaram que, embora esteja defendendo orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), Mandetta adotou tática errada ao falar em “dubiedade” na equipe sobre medidas para combater a pandemia.

Mesmo depois de alertado por militares sobre a necessidade de não expor diferenças com Bolsonaro em público, o ministro dobrou a aposta e seguiu contrariando o presidente sobre temas como isolamento social e uso da cloroquina em pacientes diagnosticados com coronavírus. A entrevista ao Fantástico pegou Bolsonaro de surpresa e as declarações de Mandetta foram encaradas como um ato premeditado de quem quer forçar a demissão.

Auxiliares do presidente observam que ele só não dispensou o ministro ainda porque faz um cálculo pragmático.

Pesquisas mostram que Mandetta, hoje, é mais popular que Bolsonaro e sua demissão, neste momento, agravaria a crise. Atualmente, os cotados para substituir o titular da Saúde são a médica Nise Yamaguchi e o deputado Osmar Terra (MDB-RS), ex-ministro.

Saída

Em conversas reservadas, Mandetta já chegou a confidenciar que só não toma a iniciativa de deixar o governo por receio de ficar com o ônus de quem abandonou “o barco” – ou “o paciente”, como tem dito – no momento mais dramático.

Após participar nesta terça de reunião ministerial com Bolsonaro, no Planalto, Mandetta foi questionado por jornalistas se eram verdadeiras as análises feitas no próprio governo sobre sua intenção de forçar a saída da equipe.

“Não vejo nesse sentido. (O que houve) foi mais uma questão relacionada à comunicação, a como vamos comunicar. Nada além disso”, disse ele. “Sabemos de nossa responsabilidade e estamos trabalhando com toda a garra”. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Covid-19: aviões de passageiros são autorizados a transportar cargas

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Os aviões de passageiros poderão ser usados para o transporte de cargas enquanto durar as ações de combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19), no país.

A medida é em caráter excepcional e as diretrizes foram aprovadas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em decisão publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (15)

O documento autoriza às empresas aéreas a realizarem mudanças nas áreas destinadas aos passageiros, como os assentos, para que possam permitir o transporte de cargas.

“Os detentores de certificado de operador aéreo que desejem operar em acordo com esta decisão devem cumprir integralmente as diretrizes aprovadas”, destaca a medida da Anac

A decisão tem por objetivo “maximizar a capacidade de entrega contínua de produtos e insumos essenciais nesse momento de pandemia, como alimentos, suprimentos médicos e equipamentos de proteção individual (EPI), além de outros produtos hospitalares”, diz ainda a Agência.

 

Conselho de Medicina suspende médica que associou soro de imunidade ao coronavírus

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O registro profissional da médica Isabella Abdalla foi suspenso cautelarmente pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de SP (Cremesp). Por meio das redes sociais, a médica fez propaganda de um “soro de imunidade” contra o novo coronavírus. As informações são da colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com o Cremesp, a suspensão é válida por seis meses, podendo ser renovada por igual período. A sindicância contra Isabella segue em sigilo.

Em nota, a defesa da médica afirmou que a decisão do Cremesp é “ilegal e desproporcional, uma vez que a médica jamais prometeu qualquer tratamento para prevenir ou tratar o coronavírus, mas, sim, divulgou um tratamento para melhora da imunidade”.

Segundo os advogados, um mandado de segurança foi impetrado para questionar “a total ausência de fundamento da medida adotada”. A defesa também entrou com um recurso no Conselho Federal de Medicina.

Relembre o caso

Em março, um vídeo divulgado pela médica nas redes sociais  mostra gestantes recebendo o soro de imunidade, que tem vitaminas e substâncias antioxidantes. “Gente, essa turma minha de gestante está uma mais maravilhosa que a outra. Todo mundo tomando soro para imunidade, ‘né’? Ficar imune do corona”, afirma a médica.

Em outra gravação sobre o assunto, a médica diz que vai oferecer o soro também para quem não é paciente. “Galera, o pessoal está desesperado por conta do coronavírus. Meus pacientes estão vindo bastante fazer o soro para imunidade. Eu aconselho fazer porque é um soro que a absorção é 100% dos nutrientes, eu coloco doses altas de vitaminas para imunidade e antioxidantes”.

Após a repercussão negativa do caso, Isabella gravou novo vídeo afirmando que nunca disse que o soro de imunidade poderia curar, prevenir ou tratar o coronavírus.

“Em momento algum do vídeo, vocês podem ver no vídeo, eu citei a palavra que o soro poderia curar, poderia prevenir ou poderia tratar o coronavírus. O soro ele nada mais é que um conjunto de vitaminas e antioxidantes que pode melhorar o seu sistema imunológico”.

“Então é através de uma melhora do sistema imune que você tenha mais saúde para poder, às vezes, combater melhor qualquer tipo de coisa. O intuito que eu quis dizer no vídeo foi esse. Então hoje a Associação Brasileira de Nutrologia soltou uma nota divulgando que não existe evidência científica na soroterapia ou medicação endovenosa contra o coronavírus e eu assino embaixo”, diz Isabella na gravação.

Em nota, a Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) ressaltou que não faz parte de protocolos da nutrologia o uso de soroterapia endovenosa para prevenção de doenças infectocontagiosas.

 

Gilmar Mendes suspende cobrança por cheque especial não utilizado

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu nesta terça-feira (14) a tarifa de 0,25% cobrada sobre o cheque especial não utilizado. A regra tinha entrado em vigor em janeiro deste ano.

A decisão de Gilmar Mendes é liminar (provisória) e atendeu a um pedido do partido Podemos, que questionou a cobrança. A suspensão deve durar até o julgamento da ação pelo plenário do STF. Ainda não há data marcada.

“Não considero adequada, necessária e proporcional, em sentido estrito, a instituição de juros ou taxa, travestida de ‘tarifa’, sobre a simples manutenção mensal de limite de cheque especial”, afirmou o ministro na decisão.

As novas regras para o cheque especial foram estabelecidas em resolução do Banco Central e tinham começado a valer em 6 de janeiro.

Pelas normas, quem tivesse mais de R$ 500 de limite no cheque especial teria de pagar até 0,25% sobre o valor excedente. A tarifa poderia ser cobrada até mesmo se o cliente não utilizar o limite do cheque especial.

Ação analisada

Na ação, o Podemos argumentou que as novas regras estabelecidas pelo BC violavam seis artigos da Constituição.

“Ao possibilitar que as instituições financeiras cobrem tarifas de serviços pela disponibilização de crédito ainda que não utilizado pelo consumidor, cria-se uma constrição inadmissível da liberdade de escolha do cidadão, que se vê forçado a pagar por serviços que não usa”, afirmou o partido no pedido ao STF.

As alterações foram aprovadas em novembro passado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Até então, não havia limite para a taxa do cheque especial – os bancos só eram remunerados quando os clientes de fato faziam uso da modalidade.

Segundo a decisão, o CMN, em informações ao STF, afirmou que a mudança no cheque especial teve como objetivo tornar a modalidade de crédito mais eficiente, estabelecendo um limite para a taxa de juros.

Na visão de Gilmar Mendes, o CMN acabou atuando como ” agente estatal de intervenção na economia”, ao usar a taxa de 0,25% por limite não usado para compensar a restrição de cobrança de juros do cheque especial.

“Nessa modalidade de crédito, com todas as vênias, muito provavelmente, nenhum cidadão ou microempreendedor individual vai deixar de usar o cheque especial porque a taxa de juros diminuiu ou aumentou, tendo em vista que essa distorção de mercado não se resolve de dentro para fora (movimento inelástico aos juros). Ela é cultural”, escreveu Mendes.

“Ou seja, quem utiliza o limite do cheque especial como extensão de seu saldo bancário ou complemento de renda vai continuar assim procedendo, independentemente dessa atuação benéfica da autoridade monetária nacional, de sorte que não se muda cultura arraigada na população com medidas intervencionistas estatais, sem qualquer conscientização em massa”, concluiu o ministro.

Coronavírus: Pessoas em isolamento social aproveitam tempo em casa para oferecer lar temporário a pets

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Temporariamente em casa seguindo recomendações de isolamento social para evitar o contágio pelo novo coronavírus, algumas pessoas estão aproveitando o período para dar um lar temporário a animais resgatados que aguardam por uma adoção definitiva.

Além de uma boa ação, a adoção temporária dos animais se tornou uma forma de ter uma nova companhia e combater a ansiedade durante a quarentena.

De acordo com grupos de voluntários que atuam no resgate de animais, o aumento da oferta de lares temporários acontece em boa hora, já que muitos hotéis de animais e estabelecimentos que abrigavam os bichinhos estão fechados.

“O lar temporário é fundamental para que o animal possa ter um ambiente acolhedor, com atenção a ele, até que uma família o adote em definitivo”, afirmou a médica veterinária Silvana Mendes (veja abaixo como ajudar).

Ajuda mútua

Com uma jornada ocupada pelo trabalho e pelos estudos, o assessor jurídico Italo Chiodelli, de 29 anos, não tinha tempo suficiente para dar a atenção necessária a um pet até que passou a trabalhar em casa, junto com a namorada.

“Nós sempre gostamos muito de pets. Com os dois em home office, pudemos fazer isso”, afirmou.

Agnes ficou um mês na casa de Ítalo e da namorada, em Curitiba — Foto: Arquivo pessoal

Os dois ficaram com a cachorrinha Agnes em casa por quase um mês, até que ela conseguisse um lar definitivo.

Além da vontade de ajudar instituições que resgatam animais, Ítalo disse que a companhia do pet ajudou a enfrentar a ansiedade gerada pela pandemia.

“Nós estávamos há uma semana fechados em casa, muito abalados. Fizemos o lar temporário a princípio para ajudar a Agnes, mas a verdade é que ela nos ajudou”, disse Ítalo.

Mensagens de apoio

Para ajudar a encontrar um novo lar para a Agnes, o casal fez fotos da cachorrinha com mensagens motivacionais.

“Fizemos algumas imagens descontraídas para postar nas redes sociais e ajudá-la a ser adotada. Assim, também passamos uma mensagem legal para quem está aflito”, contou Ítalo.

A cachorrinha Agnes ganhou um ensaio fotográfico com mensagens motivacionais — Foto: Arquivo pessoal

‘Esperança em tempo de incerteza’

A estudante de Ciências Sociais Julia Maia, de 21 anos, veio de São Paulo para Curitiba para passar o fim de semana na casa do namorado justamente quando surgiram os primeiros casos de coronavírus na capital paulista.

“Vim passar uns dias e acabei ficando para a quarentena toda”, disse.

Sem aulas e com muita vontade de ajudar um animalzinho, os dois procuraram um pet para fazer o lar temporário. “Nós moramos longe um do outro. Hoje não podemos ter um cachorro, mas aproveitamos este momento para adotar temporariamente um”, disse.

Tom, o cachorro que ficou na casa deles por algumas semanas, foi importante para o casal enfrentar os primeiros dias de confinamento.

“A presença dele dinamizou a nossa vida. Deu uma esperança em um momento cheio de incertezas”, afirmou.

Segundo Julia, Tom ajudou ela e o namorado a superar o 'período de incertezas' — Foto: Arquivo pessoal

Além de Julia e o namorado conseguirem uma companhia, o lar temporário foi fundamental para que Tom encontrasse um novo lar. “É um cachorro que estava na rua e graças à nossa ajuda está mais próximo de um lar”, disse.

Oportunidade

O isolamento social permitiu que a estudante de medicina Marina Nanni tivesse a oportunidade de experimentar uma adoção temporária.

Marina sempre quis adotar um cachorro, mas um dos amigos com quem divide casa não quer ter um pet.

Com a suspensão das aulas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o amigo dela voltou temporariamente para a casa da família. Ao longo deste período, ela já se ofereceu para duas adoções temporárias.

Remy ficou 15 dias na casa com Marina — Foto: Arquivo pessoal

“É muito bom, porque muda a dinâmica da casa, ajuda a manter uma rotina nos cuidados a ele. É uma alegria pro nosso dia a dia”, disse Marina.

O primeiro cachorrinho, o Remy, conseguiu um lar definitivo após 15 dias na cada.

O segundo pet ainda busca uma nova família. “A gente se apega, é um pouco difícil quando eles vão embora. Por outro lado, é muito bom saber que eles vão ter uma nova família”, completou.

Como fazer lar temporário?

Para oferecer lar temporário aos pets, é necessário ter um espaço confortável ao animal, tempo para dar atenção a ele e, no caso dos gatos, telas nas janelas do apartamento.

Os grupos que resgatam os animais e cuidam da adoção dos animais orientam os voluntários como algumas adaptações podem ser feitas na casa para abrigar temporariamente os bichinhos.

Veja alguns grupos que resgatam animais que precisam de lar temporário:

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Anvisa aprova remédio injetável para asma e rinossinusite grave

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Mega-Sena de R$ 65 milhões

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