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domingo, maio 17, 2026
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AGU recorre ao Supremo para que isolamento obedeça regras federais

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A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu ontem (13) ao Supremo Tribunal Federal (STF) da decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes que autorizou estados e municípios a tomarem as medidas que acharem necessárias para combater o novo coronavírus mesmo sem o aval de legislação federal.

No recurso, o advogado-geral da União, André Mendonça, sustenta que há contradições na decisão e defende que os estados e municípios não podem deixar de observar as diretrizes gerais editadas pelo governo federal.

“[ A decisão] ao mesmo tempo em que preserva a competência da União para editar normas gerais, afirma que a competência dos estados, Distrito Federal e Municípios não deve respeito a ato federal atual ou superveniente em sentido contrário”, argumenta Mendonça.

Na semana passada, ao julgar uma ação protocolada pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Alexandre de Moraes entendeu que os governadores e prefeitos também podem tomar medidas contra o covid-19.

“Não compete ao Poder Executivo federal afastar, unilateralmente, as decisões dos governos estaduais, distrital e municipais que, no exercício de suas competências constitucionais, adotaram ou venham a adotar, no âmbito de seus respectivos territórios, importantes medidas restritivas como a imposição de distanciamento/isolamento social, quarentena, suspensão de atividades de ensino, restrições de comércio, atividades culturais e à circulação de pessoas, entre outros mecanismos reconhecidamente eficazes para a redução do número de infectados e de óbitos”, afirmou Moraes.

AGU lança cartilha sobre condutas vedadas em eleição municipal

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A Advocacia-Geral da União (AGU) lançou a cartilha que orienta os agentes públicos sobre as condutas vedadas em função das eleições municipais de 2020.

Entre os objetivos do documento está esclarecer quais condutas violam a legislação eleitoral e também orientar o agente público sobre como evitar o uso da máquina pública em favor de candidaturas.

O documento aborda temas que vão desde a definição de agente público para fins eleitorais, passando por condutas vedadas e uso indevido, desvio ou abuso do poder de autoridade, até orientações sobre a conduta ética a ser adotada durante o período eleitoral e improbidade administrativa, informou o órgão.

A cartilha discorre ainda sobre a participação de candidatos em inaugurações de obras públicas; propaganda eleitoral antecipada; publicidade institucional; cessão e utilização de bens públicos; cessão de servidores ou empregados; transferência voluntária de recursos públicos; e distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios.

A íntegra do material, que é lançado há sete eleições, está disponível no site da AGU.

Prazo para partidos atualizarem lista de filiados termina hoje

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O TSE aumentou o esquema de segurança para acessar o prédio do tribunal neste domingo

Termina hoje (15) o prazo para que os 33 partidos com registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atualizem suas listas de filiados, conforme previsto na Lei dos Partidos Políticos (Lei nº 9.096/1995). As relações, contendo nome do filiado, data de filiação e número do título, devem ser entregues aos juízes eleitorais de cada localidade.

De acordo com o TSE, a filiação partidária é requisito para a obtenção do registro de candidatura a cargos eletivos. O tribunal lembra que, para se candidatar, é fundamental que a pessoa seja filiada ao partido com antecedência de seis meses das eleições.

Caso a lista não seja atualizada até a data limite, a relação de filiados feita anteriormente permanecerá inalterada. “Faz-se necessária apenas a atualização da lista, a submissão será automática, ou seja, o sistema processará todas as atualizações independentemente de comando pelo partido”, informou, em nota, o TSE.

Ainda segundo o tribunal, o procedimento de identificação das duplicidades de filiação ocorrerá entre os dias 16 e 22 de abril. Já a divulgação das duplicidades será feita no dia 24 de abril.

Covid-19: ministro Marcos Pontes fala sobre pesquisas brasileiras

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O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, participa de coletiva de imprensa no Palácio do Planalto

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, participou na manhã de hoje (15) de coletiva de imprensa no Palácio do Planalto. O ministro falou sobre o pesquisa brasileira em busca de soluções de combate ao novo coronavírus.

Uma das linhas de pesquisa que conta com investimento do ministério está relacionada à vacina BCG, usada contra a tuberculose. Para essa pesquisa, o ministério repassou R$ 600 mil que devem ser investidos em estudos clínicos. A intenção é testar se vacinados são mais resistentes ao coronavírus. A BCG é aplicada logo no nascimento para prevenir formas graves de tuberculose em crianças. Entretanto alguns dados recentes têm demonstrado que países que mantem o uso da BCG apresentaram menores proporções de covid-19 em comparação com países que suspenderam o uso da vacina como por exemplo os EUA, a Espanha e a Itália.

Outra pesquisa em andamento foi aprovada recentemente pela Comissão Técnica Nacional em Biossegurança (CTNBio), ligada ao MCTIC. O estudo busca uma vacina contra o novo coronavírus e é realizado pelo Centro de Pesquisa René Rachou – Fiocruz. Para realização do estudo, os cientistas irão manipular o vírus influenza com proteínas do vírus Sars-CoV2 (covid-19) para o desenvolvimento da vacina para dupla prevenção da gripe sazonal e covid-19.

Pesquisa medirá nível de propagação do coronavírus no Brasil

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O Centro de Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) medirá o nível de imunização da população brasileira ao coronavírus, para identificar de que forma o vírus está se propagando pelo país. A pesquisa tem o apoio do Ministério da Saúde, que disponibilizará testes rápidos de coronavírus para a instituição, além de apoio para contratação de uma empresa de pesquisa que fará as entrevistas.

De acordo com o órgão, com o resultado do estudo será possível criar políticas públicas mais eficientes e baseadas em critérios científicos sobre o comportamento do coronavírus no território brasileiro.

Cerca de 33 mil pessoas de 133 municípios brasileiros serão submetidas ao teste rápido que detecta a presença de anticorpos IgM (de infecção mais recente) e IgC (de infecção mais antiga) a partir de amostras de sangue coletadas. De acordo com o ministério, o trabalho deve esclarecer três questões sobre o vírus no Brasil: o número de infectados, a velocidade com que o vírus tem se espalhado e a taxa de letalidade da covid-19 na região.

Ontem (14), o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, explicou que o objetivo da pesquisa é estabelecer agora um marco zero da presença de anticorpos e, com outros estudos mais à frente, saber com que velocidade a população está alcançando a imunidade. “Para que a gente tenha confiança de saber que a nossa população esta andando no ritmo de autovacinação. Tem muita gente assintomática que ganha anticorpos, tem muita gente com forma leve, temos as formas intensas, graves e críticas. É o somatório disso que vai nos dar imunidade”, disse.

Projeto piloto

O projeto piloto teve início no dia 6 de abril, no Rio Grande do Sul. Os pesquisadores dividiram o território gaúcho em oito regiões intermediárias definidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE): Porto Alegre e Região Metropolitana, Pelotas, Santa Maria, Uruguaiana, Ijuí, Passo Fundo, Caxias e Santa Cruz do Sul/Lajeado.

Já começaram a ser entrevistadas 18 mil pessoas, que farão o teste rápido para o coronavírus. Em cada município, a pesquisa sorteará aleatoriamente 25 setores para coleta de dados. Em seguida, sorteará dez residências em cada setor e um morador de cada casa, totalizando 250 pessoas por município.

Enquanto aguardam pelo resultado, os entrevistados também responderão a um questionário sociodemográfico e indicarão se estão sentindo sintomas característicos da covid-19. Além disso, todos os participantes receberão orientações sobre assistência médica e isolamento social.

Câmara aprova medida provisória do Contrato Verde e Amarelo; texto vai ao Senado

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A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (14) em sessão remota a medida provisória (MP) que cria o chamado Contrato Verde e Amarelo.

O programa foi criado pelo governo federal para reduzir encargos trabalhistas para empresas e, assim, estimular a geração de empregos, principalmente entre jovens.

Num primeiro momento da sessão, os deputados aprovaram o chamado texto-base. Em seguida, passaram à análise dos destaques, isto é, das propostas que visavam modificar a redação. Dos 11 destaques analisados, três foram aprovados (veja detalhes mais abaixo).

A medida provisória que deu origem ao programa Contrato Verde e Amarelo tem validade até o próximo dia 20 e ainda precisa ser aprovada pelo Senado para seguir para sanção do presidente Jair Bolsonaro. Se o texto não foi aprovado pelos senadores até o dia 20, perderá validade.

O Contrato Verde Amarelo vale para vagas de emprego que pagam até um salário-mínimo e meio, ou seja, R$ 1.567,50 (em 2020).

Os deputados aprovaram uma versão mais diferente da proposta original do governo. O percentual de contribuição pela empresa para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), por exemplo, ficou em 8%, como já é praticado, e não em 2% como o governo havia proposto.

Alterações

O texto aprovado pela comissão especial era alvo de resistência por parte dos parlamentares. Para viabilizar a votação da proposta nesta terça, o relator, Christino Áureo (PP-RJ), alterou alguns trechos, entre os quais:

  • elevou a contribuição patronal para o FGTS;
  • retirou a permissão de trabalho aos domingos e feriados;
  • aumentou a multa do FGTS em caso de indenização por demissão;
  • retomou o recolhimento patronal para o Salário Educação.

Partidos contrários à proposta apresentaram requerimentos regimentais na tentativa de atrasar a votação.

Ponto a ponto

Saiba o que prevê a proposta aprovada:

  • Os contratos se referem a vagas de até um salário-mínimo e meio (R$ 1.567,50, em 2020);
  • A contratação total de trabalhadores nesta modalidade fica limitada a 25% do total de empregados da empresa;
  • As empresas com até 10 empregados poderão contratar dois trabalhadores sob estas condições;
  • A nova modalidade de contratação será realizada apenas para novos postos de trabalho, tendo como referência a média do total de empregados entre 1º de janeiro e 31º de outubro de 2019 ou a média nos três últimos meses anteriores a contratação – prevalecendo a que for menor;
  • Empregadores não precisarão pagar a contribuição patronal ao INSS (de 20% sobre a folha); também não serão cobradas alíquotas para o Sistema S.

A MP também prevê que:

  • O contrato poderá ser celebrado por até dois anos. Se este período for superado, passam a incidir as regras do contrato por prazo indeterminado previsto na CLT;
  • Os contratados poderão fazer até duas horas extras, com remuneração da hora extra de, no mínimo, 50% superior à remuneração da hora normal;
  • A contribuição ao FGTS está mantida em 8% (e não em 2%, como previa o texto original)

Trabalho aos domingos

A proposta aprovada retira a autorização para o trabalho aos domingos e feriados, ponto que, desde a edição da MP, causava polêmica entre os parlamentares.

Inicialmente, o texto autorizava o trabalho aos domingos e feriados, desde que o empregado tivesse um repouso semanal de 24 horas “preferencialmente” aos domingos.

A proposta do governo determinava que a folga coincidisse com o domingo, no mínimo, uma vez a cada quatro semanas para os setores de comércio e serviços e, para a indústria, uma vez a cada sete semanas.

Atualmente, a regulamentação das categorias que podem exercer atividade aos domingos e feriados é determinada por meio de uma portaria do Ministério da Economia. A MP enviada pelo governo, no entanto, modificava a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para ampliar essa autorização a todas as categorias.

O texto aprovado mantém a autorização do trabalho aos sábados, domingos e feriados para as seguintes categorias: telemarketing; teleatendimento; Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC); atividades de automação bancária; serviços por canais digitais; áreas de tecnologia, segurança e administração patrimonial; atividades bancárias excepcionais ou em áreas diferenciadas, como feiras, exposições, shoppings, aeroportos e terminais de ônibus, trem e metrô.

Periculosidade

O relator também retirou artigo que permitia que o empregador contratasse, mediante acordo com o trabalhador, seguro privado de acidentes pessoais – como morte acidental, danos corporais, danos estéticos e danos morais.

Pelo texto apresentado pelo governo, em caso de contratação do seguro, o empregador pagaria adicional de periculosidade de 5% sobre o salário-base do trabalhador – e não de 30%, como previsto em lei atualmente. O adicional de periculosidade também só seria pago em caso de exposição permanente do trabalhador, isto é, de 50% da sua jornada de trabalho.

Seguro-desemprego

Um dos pontos mais polêmicos da MP original, a cobrança de contribuição previdenciária sobre o valor do seguro-desemprego, foi retirado ainda na comissão mista, em votação do dia 17 de março.

O texto enviado pelo Executivo previa que esse desconto seria obrigatório. O argumento era de que a contribuição compensaria a perda de arrecadação com o programa. Muitos parlamentares, no entanto, resistiram à ideia.

O texto aprovado torna esse desconto opcional. Se optar pela cobrança, fixada em 7,5%, o beneficiário poderá contar esse período na hora de calcular o tempo de contribuição para a aposentadoria, como já estava previsto.

Destaques

Durante a votação dos destaques, os deputados aprovaram os seguintes destaques:

Do PSL:

  • Permite a antecipação de verbas trabalhistas, de forma proporcional, mês a mês (por exemplo, férias, 13º, FGTS). O percentual mínimo para dividir essas verbas tem que ser de 20%;
  • Reduz a multa do FGTS para 20% em caso demissão apenas sem justa causa, excluindo a multa para demissões com justa causa (o texto-base definia a multa do FGTS em 30%, em demissões sem e com justa causa).

Do Podemos:

  • Esclarece a diferença entre dois instrumentos jurídicos distintos, o Termo de Compromisso, instrumento de fiscalização, e o Termo de Ajuste de Conduta (TAC), que trata de negociação coletiva dentro de ações civis públicas. No texto aprovado pelo relator, havia brechas para entender os dois instrumentos jurídicos da mesma forma.

Do PP:

Retirou os tributos de gorjetas. Segundo o parlamentar, era uma demanda dos trabalhadores. Votaram a favor 291 deputados e contrários, 121.

Prefeito suspende entrada de veículos em Colniza (MT) e funcionamento de supermercados em domingos e feriados

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O prefeito Celso Leite Garcia (DEM) suspendeu a entrada de quaisquer veículos de transportes coletivos intermunicipal, interestadual público e privado em Colniza, 1.065 km de Cuiabá. Além disso, os supermercados estão proibidos de abrir nos domingos e feriados.

O Decreto 66/2020 foi assinado pelo prefeito e publicado no Diário Oficial dos Municípios, nessa segunda-feira (13), após reunião com o Comitê Municipal de Prevenção, Orientação e Enfrentamento a Covid-19.

De acordo com a prefeitura, a proibição segue por tempo indeterminado ou enquanto durar o estado de emergência da saúde pública.

O objetivo, segundo a prefeitura, é evitar a propagação do novo coronavírus no município. Colniza não tem nenhum caso da doença registrado no estado, conforme boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), nessa terça-feira (14).

Veículos de frete, por vias aéreas ou terrestres, como ônibus, aviões, micro-ônibus, vans, taxis, carros de passeio ou similares não podem entrar no município.

Barreiras sanitárias serão criadas para restringir a entrada de pessoas de outros municípios na cidade.

As restrições não se aplicam a moradores ou profissionais de saúde, de segurança e que estejam prestando serviços ao município, caminhões de abastecimento carga e descarga, como de agências bancárias, supermercados, farmácias e correios.

As exceções serão para veículos da polícia, ou da própria saúde que estejam a serviço e que poderão circular livremente.

Conforme o decreto, supermercados não irão funcionar nos domingos e feriados devido à grande aglomeração comprovada nesses dias.

Já os comércios de outros segmentos terão que encerrar as atividades ao meio dia de sábado.

Feira de piscicultura em Ariquemes, RO, é cancelada devido coronavírus

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Feira de piscicultura em Ariquemes, RO

https://www.facebook.com/TVdoPOVORO/videos/1939418889502968/

A Exposição de Piscicultura e Agronegócio do Vale do Jamari (Expovale) foi adiada pelos organizadores do evento. A feira estava prevista para acontecer entre 30 de abril a 3 de maio em Ariquemes (RO). A decisão foi anunciada na terça-feira (14), e é uma medida preventiva contra o novo coronavírus. Uma nova data será anunciada em breve, segundo a organização.

Em 2020, o evento chegaria na quarta edição, e é considerado o maior do setor de negócios da produção do pescado no Estado, com o movimento de mais de 200 expositores e cerca de dez mil visitantes por dia, além do tradicional churrasco de tambaqui.A Expovale é organizada pela Associação Comercial e Industrial de Ariquemes (Acia) e a Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (Acripar).

Em nota, o presidente das duas associações, Francisco Hidalgo Farina, comentou que logo deverá anunciar uma nova data para a realização da feira.

“Esperamos em breve anunciarmos a nova data deste importante evento para o agronegócio de Rondônia, com foco na produção de pescado”, disse.

Até esta quarta-feira (15), o município de Ariquemes tem sete casos confirmados da Covid-19.

Feira de piscicultura em Ariquemes, RO
Feira de piscicultura em Ariquemes, RO

Feira de piscicultura em Ariquemes, RO

Mais de 6 mil estudantes devem receber cartão alimentação em Guajará-Mirim, RO

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Em Guajará-Mirim (RO), 6.837 estudantes da rede estadual de ensino devem receber um cartão alimentação para que as famílias possam comprar alimentos. A medida foi adotada pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) para a utilização dos recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) devido a suspensão das aulas.

Segundo a Coordenadoria Regional de Educação (CRE), o cartão poderá ser utilizado apenas em supermercados, açougues, padarias e hortifrútis. A secretaria informou ainda que o processo administrativo de Chamamento Público para contratação de empresa especializada na prestação, administração, gerenciamento e fornecimento de cartões tarja magnética já foi aberto e deve ser finalizado nos próximos dias.

A CRE em Guajará-Mirim destacou que atualmente o PNAE repassa R$ 0,32 por dia letivo para cada estudante. Além disso, através do Programa Estadual de Alimentação Escolar (Peale) é repassado R$ 0,25 por estudante para compra de peixes. O valor de cada cartão alimentação ainda está sendo estudado.

Segundo o Decreto nº 24.919, de 05 de abril de 2020, as aulas nas escolas estaduais permanecem suspensas até a próxima sexta-feira (17), período que pode ser prorrogado caso haja nova determinação do Governo do Estado.

Casos de coronavírus no mundo passam de 2 milhões

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SÃO PAULO, 15 ABR (ANSA) – O número de casos confirmados do novo coronavírus no mundo ultrapassou a marca de 2 milhões nesta quarta-feira (15), de acordo com o mapeamento em tempo real feito pela Universidade John Hopkins, dos EUA.

A instituição contabilizava 2.000.984 pessoas já infectadas pelo Sars-CoV-2 até 11h05 (horário de Brasília) desta quarta, além de 128 mil óbitos, o que significa uma taxa de letalidade de 6,4% – vale lembrar que existe uma grande subnotificação de casos em todo o mundo, o que diminuiria esse índice.

Os países com mais contágios em termos absolutos são Estados Unidos (609,7 mil), Espanha (177,6 mil), Itália (162,5 mil), Alemanha (132,3 mil), França (131,3 mil) e Reino Unido (94,9 mil). A China, onde a pandemia teve início, contabiliza 83,4 mil casos. Já os EUA também lideram em número absoluto de mortes, com 26 mil.

De acordo com o balanço da John Hopkins, foram necessários cerca de três meses para o mundo chegar ao primeiro milhão de casos, mas apenas 13 dias para superar a marca de 2 milhões, o que indica que, em termos globais, a pandemia está longe do pico.

(ANSA)

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