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quarta-feira, maio 13, 2026
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Censo é adiado para 2021 por avanço do coronavírus

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta terça-feira (17) que a realização do Censo Demográfico foi adiada para 2021 diante do avanço do surto coronavírus no país. A coleta de dados estava programada para neste ano.

Segundo o IBGE, o próximo Censo terá como data de referência 31 de julho de 2021. A coleta será realizada entre 1º de agosto e 31 de outubro de 2021.

O concurso com 208 mil vagas destinado para a realização do levantamento foi suspenso. Os candidatos que já fizeram o pagamento da inscrição serão reembolsados.

O Censo Demográfico é feito a cada 10 anos e tem abrangência nacional. Pesquisadores do órgão visitam os domicílios pelo país para obter dados sobre as características dos moradores – nível de estudo, trabalho, entre outras informações.

“A decisão (de adiar para 2021) leva em consideração a natureza de coleta da pesquisa, domiciliar e predominantemente presencial, com estimativa de visitas de mais de 180 mil recenseadores a cerca de 71 milhões de domicílios em todo o território nacional”, informou o IBGE em comunicado.

De acordo com o órgão, a suspensão da pesquisa também leva em conta a impossibilidade de realizar o treinamento necessário para quem participaria da coleta dos dados. A primeira etapa estava prevista para abril. Em julho, os treinamentos seriam realizados em polos regionais.

O orçamento que seria destinado ao Censo será transferido para o Ministério da Saúde para combater o avanço do coronavírus, segundo o IBGE. “Em contrapartida, no próximo ano, o Ministério da Saúde realocará orçamento no mesmo montante com vistas a assegurar a realização do Censo pelo IBGE”, garantiu a instituição.

O orçamento do Censo era de R$ 2,3 bilhões. A quantia de recursos a ser empregada na pesquisa abriu uma discussão no ano passado. Com a crise fiscal, o valor teve de ser reduzido em 25% em relação ao que estava inicialmente previsto.

Com a verba reduzida, o número de perguntas no questionário diminuiu 32%.

Pnad Contínua afetada

Mais cedo, o IBGE informou a suspensão das visitas domiciliares para coleta de informações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).

Em nota, o IBGE informou que está estuda alternativas para manter a realização da pesquisa sem a necessidade de fazer visitas domiciliares.

Regulamentada suspensão de prova de vida de aposentados e pensionistas

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A Instrução Normativa nº 22 publicada na edição de hoje (18) do Diário Oficial da União regulamenta a suspensão, pelo período de 120 dias, da realização de prova de vida dos beneficiários do INSS. Essa foi uma das medidas anunciadas no último dia 12 para enfrentar os impactos da pandemia do novo coronavírus.

A instrução normativa estabelece que a suspensão não afeta o pagamento de proventos ou pensões aos beneficiários. Também define que a regra não se aplica ao recadastramento de aposentado, pensionista ou anistiado político cujo pagamento do benefício esteja suspenso na data de publicação desta Instrução Normativa.

A realização de visitas técnicas para fins de comprovação de vida também ficam suspensas por 120 dias.

Rondônia: mulher denúncia farmácia por vender o litro de Álcool em Gel por R$ 104,00 reais

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Na manhã desta terça-feira, 17, uma senhora de 52 anos procurou a delegacia de Polícia Civil e o Procon da cidade de Cacoal para registrar o abuso de algumas farmácias na venda de álcool em gel.

Segundo relatos da denunciante, ontem ela procurou uma farmácia do município e comprou o referido álcool de 1L pelo valor de R$ 41,00 reais, porém ela foi informada por amigos que havia chegado um estoque em outra farmácia, ela então se dirigiu ao estabelecimento é chegando lá se sentiu lesada pelo preço abusivo que encontrou, R$ 52,00 reais, 500ML de Álcool em gel, sendo assim o valor cobrado por um 1 Litro chega à R$ 104,00 reais.

De imediato ela ligou no Procon e foi orientada a registrar um boletim de ocorrência contra a farmácia e posteriormente registrou a denúncia no próprio Procon que deverá notificar o estabelecimento.

No município de Cacoal, já existe denúncias de que o valor do álcool subiu cerca de 75% por conta da Pandemia do Corona Vírus. E ainda segundo relatos da Coordenadora do Procon, já existem municípios que estão vendendo o produto pelo valor de cerca de R$ 200,00 reais.

A representante do Procon relatou ainda que quem se sentir lesado pelos excessivos preço podem procurar o Procon de Cacoal com atendimento no Prédio da Prefeitura Municipal, de segunda à sexta-feira das 07:30h às 13:30h ou pelo telefone 3907-4132.

Peru permite retirada de brasileiros, mesmo com fronteiras fechadas por causa do coronavírus

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O Peru autorizou, nesta terça-feira (17) a retirada de estrangeiros que estavam no país quando as fronteiras foram fechadas e ficaram lá sem poder sair. O governo do país fez isso por causa da pandemia de Covid-19, o coronavírus.

Um grupo com cerca de 50 brasileiros em Cusco, no Peru, foi impedido de voltar para o Brasil.

Em nota em uma rede social, a embaixada do Brasil afirmou que negocia com companhias aéreas um voo para tirar brasileiros retidos no Peru.

O Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores) estava em contato frequente com os cidadãos brasileiros que procuraram a embaixada.

Turistas brasileiros relataram que hotéis e comércio foram fechados por causa da pandemia.

Uma das brasileiras retidas em Cusco é Fernanda Eliopoulos. Ela viajou para o país com uma amiga no dia 7 de março. As duas estão no Aeroporto Internacional Alejandro Velasco Astete junto com os outros brasileiros que não conseguiram embarcar. “Fomos pegos totalmente de surpresa. Avisaram pela manhã [de segunda-feira]. Vamos ter que ficar até o dia 1º de abril. Mas não tem hotel. Está tudo fechado”, afirmou ao G1.

“O comércio de Cusco está fechado. A situação está desesperadora. A gente já entrou em contato com a embaixada e aguardamos uma solução para sermos tirados daqui”, falou o capixaba Max Miller Miranda dos Santos. Segundo ele, há grávidas e crianças no grupo.

Portas fechadas

Diversos países sul-americanos fecharam suas fronteiras temporariamente com o objetivo para reduzir os riscos da pandemia de coronavírus.

Morador de favela infectado com coronavírus pode ir para navio

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Para combater o avanço do novo coronavírus, o governo federal avalia que a “melhor solução” hoje é utilizar navios para isolar e tratar pessoas de baixa renda infectadas pela doença. A ideia das autoridades brasileiras é atender nas embarcações casos leves, que não exigem leitos de UTI, de pessoas que moram em regiões litorâneas. Em outros locais, afastados do mar, está sendo estudado desde o uso de quarto de hotéis, até unidades habitacionais ainda não entregues para socorrer a população.

Segundo o último Censo do IBGE, em 2010, 10 milhões de brasileiros viviam em assentamentos, favelas e invasões.

O governo já identificou com empresas de cruzeiros que há aproximadamente 20 navios disponíveis. “Temos de tratar da alimentação dessas pessoas, do monitoramento, da terapia, medicamentos que serão disponibilizados. E caso os pacientes tenham agravamento, teremos condições para que possam ser rapidamente atendidos, mesmo dentro do navio”, disse o secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo.

Outra preocupação, segundo ele, é com o “tratamento dos resíduos que vão ocorrer dessas pessoas (no navio) que potencialmente estarão com a presença do vírus”.

O Ministério da Saúde considera promissora a aplicação da ideia no Rio, o segundo Estado com o maior número de infectados. Cerca de 1,5 milhão de pessoas vivem no Rio espalhadas em mais de 700 comunidades. Em São Paulo, a população das favelas era de 1,2 milhão de pessoas. O governo espera que navios sejam cedidos sem custos.

O jornal O Estado de S. Paulo apurou que a preocupação com as pessoas de baixa renda, especialmente do Rio, foi discutida anteontem em reunião reservada do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, com integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF). Um dos pontos levantados é que elas não possuem sequer saneamento básico e, muitas vezes, compartilham com parentes casas com apenas um ou dois cômodos.

“Tem várias alternativas. Mas confesso que nenhuma das que estávamos vendo é melhor do que essa, de usar navios no Rio”, disse Gabbardo. “É uma preocupação. Como colocar em isolamento o cidadão que mora em comunidades no Rio, com a quantidade enorme de pessoas na mesma residência, que muitas vezes tem só um ou dois quartos”, disse. O protocolo da Saúde prevê ao menos 14 dias de afastamento.

A iniciativa com os barcos já foi adotada na Itália, um dos países mais afetados no mundo pela pandemia. Os italianos transformaram um navio em hospital para atender cerca de mil pessoas. Segundo a CLIA Brasil (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos), a proposta de ceder cruzeiros foi apresentada em uma reunião com o Ministério da Saúde.

Saneamento

As preocupações com a população fluminense não se restringem aos locais para acomodar casos que precisem de acompanhamento. Como muitos centros urbanos, o Rio sofre com a precariedade do saneamento básico. Neste ambiente, hábitos de prevenção – como lavar as mãos, usar álcool gel e permanecer em isolamento social – tornam-se inviáveis para boa parte da população.

Na comunidade do Alemão, no Rio, a comunicadora Tiê Vasconcelos, de 25 anos, conta que água é item raro. Na casa dela, só chega de madrugada, quando é hora de fazer estocagem em baldes para o restante do dia.

O relato de Tiê pode ser visto no Twitter. Ela e outras dezenas de pessoas participam da hashtag #COVID19NasFavelas, criada nas redes sociais para mostrar a realidade das comunidades do Brasil. “Não tem água na favela para lavar a mão? Compra! Eu não posso comprar água nem pra beber. Vou comprar pra lavar a mão? Ter água na favela pra lavar a mão está sendo luxo. Não fazem ideia da nossa realidade”, publicou.

A proposta em estudo pelo governo é vista com ressalvas. O governo, diz ela, precisaria oferecer uma “grande estrutura” para que a pessoa possa “parar a sua vida”. Além de não ter acesso a itens básicos, a maior parte deles não pode se manter em isolamento e segue trabalhando para sobreviver. Além disso, em caso de uma eventual contaminação, muitos relatam que não teriam locais adequados em suas casas para se afastar dos demais.

“As três dicas para evitar exposição e proliferação não nos cabem. Lavar sempre as mãos? (falta água direto). Usar álcool gel (não tem dinheiro para). Quarentena/isolamento (Com casas de dois ou três cômodos e 6 pessoas?). Como na favela?”, questiona no Twitter o ativista Raull Santiago, que também vive no Alemão.

Como alternativa, os moradores da comunidade tentam se ajudar como podem. Nas redes sociais, a ativista Renata Trajano organiza uma campanha para reunir itens para contenção do coronavírus. Quando chega água na casa da ativista, ela divulga para que outros moradores possam buscar. “Na favela funciona assim, se eu tenho e você não, vou dividir o meu com você”, disse.

Medidas

Pesquisador na área de Direitos Humanos, Dennis de Oliveira, da Universidade de São Paulo (USP), afirma que apenas medidas de isolamento não resolvem a questão. Para ele, essas pessoas precisam continuar a trabalhar para sobreviver e não podem ser isoladas sem medidas para garantir algum tipo de renda.

Ele citou como exemplo a moratória de dívidas e impostos tomada em países como a Itália. “O governo está pensando em ampliar Bolsa Família. Precisa de um mix que garanta renda para aqueles que terão dificuldade de se isolar”, disse. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Bolsonaro diz que segundo teste deu negativo para coronavírus

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O presidente Jair Bolsonaro informou nesta terça-feira (17) em uma rede social que o segundo teste ao qual ele foi submetido deu negativo para o novo coronavírus.

Bolsonaro foi submetido ao novo exame na manhã desta terça. O presidente fez o teste porque parte da comitiva que o acompanhou na semana passada na viagem à Flórida (EUA) contraiu o vírus.

“Informo que meu 2º teste para Covid-19 deu negativo. Boa noite a todos”, publicou o presidente na rede social.

Bolsonaro foi submetido ao primeiro teste no último dia 12. Um dia depois, também pelas redes sociais, o presidente disse que o exame deu negativo.

Entre as pessoas que integraram a comitiva e contraíram o novo coronavírus estão o secretário de Comunicação Social da Presidência, Fábio Wajngarten, e o senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

Coronavírus no Brasil

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil registrou até a tarde desta terça 291 casos confirmados de coronavírus, além de 8.819 suspeitos.

Na manhã desta terça, o governo de São Paulo confirmou a primeira morte provocada pela Covid-19, doença causada pelo coronavírus.

Bolsonaro tem dito que não há motivo para “histeria”, mesmo com o avanço do número de casos. O presidente chegou a dizer que “fica todo mundo maluco” se houver o que ele chama de “histeria”.

“Não pode ter histeria, é isso o que sempre preguei. Se for para a histeria, fica todo mundo maluco. As consequências serão as piores possíveis. Em alguns países já têm saques acontecendo, isso pode vir para o Brasil. Pode ter aproveitamento político disso, mas a gente não quer pensar nisso daí, mas tem que ter calma. Vai passar. Desculpa aqui. É como uma gravidez, um dia vai nascer a criança. O vírus ia chegar aqui um dia e acabou chegando”, afirmou Bolsonaro nesta terça.

MP de Rondônia estabelece novas medidas de prevenção ao contágio do Coronavírus

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O Ministério Público do Estado de Rondônia, estabeleceu nesta terça-feira (17/3), por meio da Portaria Conjunta nº 01/2020 da Procuradoria-Geral de Justiça e Corregedoria-Geral, novas medidas excepcionais de prevenção ao contágio do coronavírus (Covid-19).

A partir desta data, ficam suspensas, pelo prazo de 30 dias, a realização de eventos nas dependências dos prédios do Ministério Público Estadual, na capital e interior, que haja a aglomeração de pessoas, bem a realização de audiências extrajudiciais, atendimento presencial, salvo as urgentes, inadiáveis e com risco de perecimento do direito, podendo inclusive ser utilizados outros meios (telefone, e-mail e aplicativos de mensagens), que deverão ser avaliados pela chefia imediata.

Entre as medidas estabelecidas, os Membros e servidores, estagiários, prestadores de serviços e colaboradores, que tenham retornado de viagem, nos últimos 7 dias e os que retornarão até o término de validade da portaria, oriundos de áreas endêmicas ou afetadas pela doença, antes de se apresentar ao trabalho, deverão cumprir um período de isolamento social de, no mínimo 15 dias, mediante prévia solicitação e preenchimento de formulário de autodeclaração, disponível por e-mail ou outro meio eletrônico, que deverá ser encaminhado pelo SEI à Subprocuradoria-Geral, à Corregedoria-Geral ou Secretaria-Geral, dependendo de sua área de vinculação.

De forma excepcional e autorizada pela Procuradoria-Geral de Justiça, Subprocuradoria-Geral, Corregedoria-Geral, Secretaria-Geral e Coordenadores, deverão ser colocados em trabalho remoto, com auxílio da DTI, enquanto vigorar a presente portaria, membros e servidores em caso de possuírem doenças respiratórias crônicas, devidamente comprovadas por atestados médicos; estiverem gestantes; tiverem filhos menores de um ano ou coabitarem co idosos com doenças crônicas; forem maiores de 60 anos; viajaram ou coabitem com pessoas que viajaram para o exterior ou áreas afetadas nos últimos 15 dias e pessoas com doenças graves e imunodepressivas.

Fica vedado o ingresso no interior dos prédios do Ministério Público Estadual, enquanto vigorar as medidas preventivas, de crianças até 12 anos incompletos. Os Membros, servidores, estagiários ou outros colaboradores que estejam submetidos a licença vinculada aos procedimentos de diagnóstico e/ou prevenção da contaminação por coronavírus, durante o período de vigência da portaria, devem abster-se de frequentar as dependências do Ministério Público.

Ficam suspensas também, pelo período de 30 dias, viagens oficiais de membros e servidores. Ficam também proibidos o acesso de público externo aos caixas eletrônicos do MPRO em Porto Velho. As medidas foram estabelecidas considerando a Portaria nº 354/PGJ, de 12 de março de 2020, que dispôs sobre medidas de prevenção ao contágio pelo coronavírus (Covid-19), assim como normativas do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e do Ministério da Saúde.

Sesau e Agevisa não confirmam primeiro caso de Coronavírus em Rondônia

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A Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) e a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) negaram na noite desta terça-feira (17), a existência de um caso de Coronavírus confirmado em Porto Velho, conforme veiculado em uma emissora de televisão.

A Sesau informou que não foi confirmado nenhum caso em Porto Velho até às 22h03, de acordo com informações, oficiais da regulamentação até esta noite.

A notícia foi veiculada pela SICTV durante a noite, e segundo a emissora, o infectado seria um médico.

Em vídeo, o secretário da Saúde, Fernando Máximo também negou a existência de Coronavírus no Estado e considerou a veiculação como fake news.

Entenda as medidas governamentais e conheça o que pode evitar a propagação do novo coronavírus em Rondônia

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Ônibus circularam menos lotados por estudantes no período da manhã, em Porto Velho. O novo coronavírus (Covid-19) resultou na edição do Decreto nº 24.871/2020, estabelecendo emergência no âmbito da saúde pública pelo período de 180 dias.

O Governo de Rondônia mantém normalmente, com os devidos cuidados higiene e assepsia, os serviços hospitalares, policiamento civil e militar, bombeiro militar, arrecadação e fiscalização. [leia no final do texto declaração do ministro da economia a respeito do momento brasileiro].

Escolas e repartições oficiais cumprem desde hoje (17) o decreto assinado pelo governador Marcos Rocha e pelo secretário de saúde Fernando Máximo, que estabelece emergência no âmbito pelo período de 180 dias no âmbito da saúde.

Porto Velho e o Interior de Rondônia vivem um momento único em sua história sanitária que inclui, desde as décadas passadas longos capítulos de internações por febre amarela, malária, pneumonia, tuberculose, entre outras doenças existentes no interior de projetos, assentamentos, na floresta e nas cidades.

JORNADA DE TRABALHO

O parágrafo 2º do Art. 7º do decreto diz que a autoridade gestora de cada Pasta poderá conceder antecipação de férias ou flexibilização da jornada com efetiva compensação. Reuniões administrativas no âmbito governamental deverão ser preferencialmente não presenciais (virtuais).

Chefias imediatas de servidores públicos submetidos a regime de trabalho em escala ou plantão poderão propor e controlar horários de acordo com a conveniência e a peculiaridade de cada órgão, entidade, unidade administrativa ou atividade desempenhada.

Álcool em gel caseiro é eficiente contra o coronavírus?

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A falta de álcool em gel nos comércios e até mesmo o aumento do preço do produto por conta da pandemia do novo coronavírus têm levado algumas pessoas a recorrerem a soluções caseiras, mas que não são eficientes. Na internet, as buscas por “como fazer álcool em gel” deram um salto no Google e o termo começou a ganhar relevância no buscador.

Vídeos e páginas na web ensinam a fazer álcool em gel com gelatina incolor, gel para cabelo e até mesmo álcool para acender churrasqueira. No entanto, especialistas ouvidos pela ISTOÉ alertam que, além de não ter a eficiência comprovada, as fórmulas caseiras podem causar acidentes, irritação na pele e alergias.

Para que o produto tenha ação de combate ao vírus, é necessário que a sua concentração esteja entre 60% e 80%. De acordo com a farmacêutica-bioquímica Laura de Freitas, na receita caseira seria preciso realizar um cálculo para garantir uma concentração adequada de álcool no produto final.

“A pessoa vai achar que está protegida, mas vai estar só passando gel de cabelo na mão com cheirinho de álcool e que não tem efeito”, afirma. “As pessoas não devem fazer isso”, ressalta Laura, que faz parte da equipe do projeto “Nunca vi 1 cientista”,  dedicado a falar sobre ciência no Brasil por meio das redes sociais.

A orientação também é dada pela dermatologista Natasha Crepaldi. “A maioria dessas produções caseiras são feitas com água quente ou com produtos quentes, então o risco de mexer com álcool perto do calor é altíssimo”, diz Natasha.

Em nota enviada para a ISTOÉ, o Conselho Federal de Química (CFQ) também reforçou o alerta. “Quando se utiliza álcool líquido em elevadas concentrações, aumenta-se bastante o risco de acidentes que podem provocar incêndios, queimaduras de grau elevado e irritação da pele e mucosas”, explicou o CFQ.

“Além disso, a depender do que se utiliza como espessante, ao invés de eliminar microrganismos pode-se potencializar sua proliferação”, informou o CFQ.

Cuidados na hora da compra

Segundo as especialistas, o consumidor precisa observar no rótulo do produto se ele possui o selo do Inmetro e se tem a quantidade correta de álcool.

“O consumidor deve primeiro saber se é uma empresa idônea e de confiança. Se for em uma farmácia de manipulação é preciso conferir se ela possui certificação da vigilância sanitária e, se for um comércio comum, o selo do Inmetro no rótulo é a garantia que a fiscalização foi feita corretamente e que o produto foi testado”, explica a dermatologista.

“A maioria dos géis que são mais seguros é feita com carbopol, é um gel bem neutro, puro, sem outros químicos que possam fazer mal pra pele”, recomenda.

Além disso, o consumidor deve ficar atento à data de validade do produto. Alguns com componentes hidratantes ou óleos podem causar irritações na pele depois de vencidos.

“Esses componentes costumam estragar e podem gerar irritação e alergia e também pode ser que o álcool evapore. Então, se tem uma data de validade, a gente garante que dentro daquele período a quantidade de álcool está correta. Depois da data não há como garantir que a concentração de álcool é a certa para ficar protegido”, informa a farmacêutica-bioquímica.

A concentração correta de álcool no produto é importante porque é ele o responsável por dissolver a camada de lipídios (gordura) que protege o vírus. “O álcool dissolve gorduras e inibe proteínas. Ao dissolver a gordura a gente tira a ‘capinha de proteção’ do vírus. Essa gordura faz uma membrana que protege esses organismos do ambiente e mantém todos os componentes deles inteiros. Dissolvendo essa gordura você rompe essa proteção”, explica Laura.

 

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