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quarta-feira, maio 13, 2026
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Suspensas visitas na Casa do Ancião, em Porto Velho

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Tendo em vista o agravamento de casos do Novo Coronavírus no País e também considerando o fato  de  que  os idosos são  os mais afetados pela doença, a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social ( Seas) decidiu suspender, temporariamente, as visitas na Casa do Ancião São Vicente de Paula, em Porto Velho.

Governo realiza reunião de alinhamento com órgãos estaduais e federais para receber Comitiva Boliviana na Rondônia RRShow Internacional

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O governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), tem realizado várias reuniões de alinhamento para a realização da 9ª edição da Rondônia Rural Show Internacional, marcada para acontecer de 26 a 30 maio, no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná. Na semana passada, a Seagri realizou uma reunião com representantes de órgãos estaduais e federais para debater assuntos pertinentes à feira e Rodadas de Negócios, bem como, a vinda de Comitiva Boliviana e caravanas, com a possível entrada pelas rotas de Guajará Mirim e Costa Marques.

De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, a reunião de alinhamento com os órgãos estaduais e federais teve como foco principal debater a tramitação de produtos vendidos na Rondônia Rural Show Internacional para a Bolívia. Para desburocratizar e evitar transtornos, foi sugerido a criação de uma ação em conjunto para orientar as pessoas de países estrangeiros sobre o desembaraço aduaneiro, na liberação de mercadorias na alfândega, durante a entrada e saída do país.

“Nós estamos buscando parcerias junto aos órgãos estaduais e federais para atender a comitiva e caravanas que vem da Bolívia para participar das Rodadas de Negócios e também da Rondônia Rural Show Internacional, que acontece em maio. Queremos dar segurança para a comitiva adentrar no território brasileiro e sair do país com sua mercadoria completa e sem transtornos”, disse Padovani.

A 9ª edição da Rondônia Rural Show Internacional contará com a participação de representantes de 10 embaixadas, conforme informou a Sedi. Toda a logística aérea e terrestre estão sendo fiscalizadas e acompanhadas com o intuito de saber a quantidade de visitantes estrangeiros que marcarão presença na feira.

“A ponta de entrada para o estado de Rondônia e saída será por Guajará-Mirim com a alfândega em funcionamento. A Receita Federal e demais órgãos fiscalizadores ficaram de repassar para a Seagri, todas as informações necessárias informando de que forma o interessado deverá fazer para levar produtos tanto das Rodadas de Negócios quanto da Rondônia Rural Show Internacional para seu país de origem”, explicou o secretário, Evandro Padovani.

As Rodadas de Negócios já estão acontecendo nos municípios selecionados e os preparativos para a realização da 9ª edição da Rondônia Rural Show Internacional estão a todo vapor. A expectativa para este ano é receber mais de 180 mil visitantes e bater recorde em negócios, durante os cinco dias de exposição, no Centro Tecnológico Vandeci Rack.

Participaram da reunião representantes do Exército de Rondônia, Receita Federal (RF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Controladoria Geral do Estado (CGE), Polícia Federal (PF), Ministério da Agricultura (Mapa), Marinha Brasileira, Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), Polícia Militar (PM-RO) e Seagri.

CORONAVÍRUS | Prefeitura muda atendimento no Sine

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Por precaução, a Prefeitura de Porto Velho determinou a adoção de medidas de prevenção por parte da Secretaria de Desenvolvimento Socioeconômico e Turismo (Semdestur), para evitar a possibilidade de propagação do coronavírus (COVID-19),

Segundo o subsecretário Euzébio Lopes, mesmo não havendo casos confirmados do coronavírus em Porto Velho, a partir desta segunda-feira (16), os serviços dos dois postos do Sine Municipal serão modificados em relação a dinâmica de atendimento, para evitar a aglomeração de pessoas, onde os salões de atendimento que comportam 100 pessoas confortavelmente, estarão disponíveis apenas 20 cadeiras. O restante das pessoas aguardarão o atendimento no lado de fora, em área aberta.

A medida não tornará o trabalho de atendimento menos eficiente, apenas visa trazer tranquilidade a população e aos servidores, pois em época de pandemia todo cuidado é indispensável.

OPORTUNIDADE | Detran Rondônia anuncia que leilão de veículos apreendidos continua nesta terça e quarta-feira em Porto Velho

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Começou na segunda-feira (16) em Porto Velho o leilão de veículos apreendidos do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) Rondônia e terá continuidade nesta terça e quarta-feira (17 e 18), onde deverão ser leiloados 677 veículos, sendo 59 carros e 618 motocicletas. O leilão é realizado das 7h30 às 13h na quadra da Paróquia Santuário Arquidiocesano Nossa Senhora Aparecida, que fica localizado na Rua José Amador dos Reis, 2810 no bairro JK I, zona leste de Porto Velho.

O diretor geral do Detran, coronel Neil Aldrin Faria Gonzaga, e a diretora Técnica de Veículos, Maria Aparecida Izidro dos Santos, acompanharam a realização do leilão na manhã da segunda-feira. O coronel Gonzaga destacou a lisura com que é feito leilão, onde qualquer pessoa maior de 18 anos ou emancipada, previamente cadastrada junto ao Detran Rondônia pode comprar os veículos que estão sendo leiloados. O mesmo vale para pessoas jurídicas ou para procuradores, desde que munidos de documentação legal conforme prevê a lei.

Para fazer o cadastro é muito simples, basta acessar o site do  www.detran.ro.gov.br, preencher a ficha de cadastro, imprimir e entregar para as  Comissões de Leilões até a data de realização do leilão. No ato do cadastramento, o interessado receberá um número de identificação (ID), apresentação obrigatória no ato de arrematação de veículo na sessão pública de venda dos veículos.

O arrematante deverá realizar o pagamento do valor de arremate do veículo, no prazo de 24h do término da sessão pública de oferta de lances. Os interessados em participar do presente leilão poderão retirar o edital no site do Detran.

A gerente Leilões do Detran, Eva Cristina Soares de Oliveira, disse que o leilão desta segunda-feira atingiu o objetivo e que todos os veículos que serão leiloados estão na condição de “conservados”, ou seja, voltarão a circular, após a devida regularização. Os veículos arrematados serão liberados totalmente desembaraçados de débitos até o ano de realização do leilão, para propiciar a transferência de propriedade para o arrematante. Os interessados em comprar os veículos que estão sendo leiloados em Porto Velho devem se cadastrar no site do Detran no endereço: www.detran.ro.gov.br.

Vídeo Completo: Aulas São Suspensas em Todo o Estado de Rondônia por Prevenção ao Coronavírus

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https://www.facebook.com/TVdoPOVORO/videos/947923465623482/

PREVENÇÃO

Mesmo sem caso confirmado de Convid-19, Rondônia suspende aulas na rede estadual de ensino

Coletiva reuniu a imprensa, na Capital, para falar sobre as medidas preventivas adotadas em Rondônia contra o coronavírus

Depois de determinar a suspensão das aulas em todo estado de Rondônia, o governador Marcos Rocha vai expedir até quarta-feira (18) um novo decreto, que por exigência planetária vai restringir ainda mais as ações de uma série de atividades sociais e das pessoas, para manter o controle sobre a disseminação do Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

O anúncio dessas medidas foi feito na segunda-feira (16), em Porto Velho, pelo secretário de estadual da Saúde (Sesau), Fernando Máximo, durante entrevista coletiva, em que preferiu não adiantar as novas medidas restritivas que, segundo ele, serão anunciadas pelo governador quando serão detalhados os termos do novo decreto e período de sua vigência.

AULAS SUSPENSAS EM TODO ESTADO

As aulas na rede estadual de educação serão suspensas por 15 dias, a partir desta terça-feira (17)

Da coletiva também participou o secretário estadual da Educação (Seduc), Suamy Vivecananda, que fez o anúncio oficial da suspensão das aulas em todo Estado por 15 dias já a partir de amanhã (17), podendo ser prorrogado por mais 15 dias, assim como a decisão de fechar (proibir) o trânsito de servidores da educação pelas escolas da Capital e interior, para evitar qualquer possibilidade de disseminação do vírus. Ele explicou que a decisão do Governo de Rondônia atinge todo o sistema (único) de educação sob domínio do estado de Rondônia, que inclui as instituições estaduais, municipais, federais e privadas.

Segundo ele, as aulas em todas as instituições de ensino estarão suspensas a partir de amanhã, por 15 dias, e se necessários for, este período pode ser prorrogado para evitar riscos e resguardar a saúde dos estudantes e da população. Ele explicou, contudo, que o Governo não vê risco de prejuízo do ano letivo, as aulas podem avançar no período das férias escolares. “O ano letivo de 200 dias será mantido”, disse observando que não há qualquer previsão para redução da carga horária.

ORIENTAÇÕES BÁSICAS

Pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), o coordenador do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), Cid Orleans, que também participou da coletiva, acompanhando o secretário da Saúde, falou da importância das pessoas adotarem os cuidados essenciais, como o uso de máscaras, especialmente quando apresentarem qualquer sintoma (gripe ou resfriado, febre) que possa ter relação com a infecção pelo coronavírus, além de outras medidas não menos importantes como lavar as mãos e fazer uso de álcool gel para desinfecção das mãos e de aparelhos de manuseio contínuo.

Ao justificar a necessidade da adoção dessas medidas, o coordenador do Cievs destacou que elas são no momento a principal arma (medida) contra a disseminação do coronavírus, e que podem salvar vidas. Explicando essa orientação ele disse que práticas como apertos de mãos, beijos e abraços de cumprimentos, manuseio de celular e gestos como coçar o nariz ou levar a mão à boca podem ser determinantes para a infecção, daí a importância da limpeza contínua, orientações que também foram recomendadas pelo secretário Fernando Máximo.

VACINA PROMISSORA

A higienização correta das mãos faz parte das medidas de prevenção à doença

O titular da Sesau foi didático em todas as suas orientações, chamando a atenção para esses cuidados básicos. Segundo ele, não há previsão definitiva, mas cientistas de Israel estão avançados nos estudos sobre o coronavírus e devem anunciar nas próximas semanas uma vacina para prevenção do Covid-19. Mas ele fez ver que a ciência tem seu tempo, e que entre a descoberta, os testes e a vacina ser produzida em escala adequada para atender a demanda mundial, requer por tempo. “Por isso a população deve fazer a sua parte e se proteger adotando as orientações dos serviços de saúde”, disse.

De qualquer forma, Fernando Máximo disse que o Governo de Rondônia tem uma estratégia montada para o enfrentamento do coronavírus caso ele desembarque na Terra de Rondon. Segundo ele, a estrutura da saúde rondoniense conta atualmente com 261 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pública e contratada, além de outros 90 leitos, também de UTI, que mesmo sem contrato, podem ser requisitados pelo Estado, se necessário for.

Ele disse também que o Estado dispõe de laboratórios para a realização de exames convencionais e que uma servidora do Laboratório Central (Lacen) está recebendo treinamento no Laboratório Evandro Chagas em Belém (PA), para que os exames mais complexos sejam realizados também no Estado. “Assim ganhamos tempo no diagnóstico e tratamento”, disse ao responder um questionamento sobre os riscos na região de fronteira com a Bolívia, afirmando que “os bolivianos estão com mais medo de nós do que nós deles”.

Máximo informou que tem mantido importantes reuniões com autoridades de saúde do Interior e da Capital, de modo a deixar alinhadas as ações de cada um. Segundo ele, qualquer anormalidade que sugere a doença, a primeira providência é o isolamento domiciliar, e ante a constatação da sintomatologia, o paciente deve buscar a orientação do CIEV/Agevisa pelo 0800-647-1010 (Capital) e 0800-642-5398 (Interior).

IGREJAS SUSPENDEM REUNIÕES

Máximo falou também da importância das entidades de massa (igrejas e outras) que estão envolvidas no trabalho de orientação e estão evitando as atividades que impliquem em reuniões com grande número de pessoas, para não propagar a doença. Há entidades, por exemplo, que suspendeu até 30 de abril todas as suas atividades (reuniões físicas) em todo o mundo e no Brasil, e está realizando suas reuniões de modo virtual, onde quem preferir pode assistir em casa toda sua programação, medida que certamente já está sendo ou será adotada por outras entidades religiosas e profissionais.

NÚMEROS DE RONDÔNIA

O secretário foi enfático ao afirmar que não há em todo estado de Rondônia nenhum caso confirmado do Covid-19 (coronavírus), mas o Governo não baixou a guarda da vigilância por isso.

De acordo com os dados tabulados pela Agevisa, ao todo são 36 casos notificados e registrados, com 24 suspeitos. Desses 13 são de Porto Velho, 8 (oito) de Ariquemes, 2 (dois) de Vilhena e 1 (um) de Ji-Paraná, todos com isolamento domiciliar e sob monitoramento das autoridades de saúde. Segundo o secretário Fernando Máximo esses números são flexíveis, podendo aumentar ou diminuir, a depender do aparecimento de novos casos suspeitos e dos que vão sendo descartados.

SEMASF | Casa dos Conselhos Municipais de Direitos promove o 4º Conselhos em ação, dia 18

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A Casa dos Conselhos Municipais, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Família (Semasf), da Prefeitura de Porto Velho, promove a 4ª edição do “Conselhos em Ação”, no próximo dia 18, das 8h às 12h, na EEEF Jânio Quadros, à rua Rosalina Gomes, 9991, bairro Mariana, zona Leste de Porto Velho.

O projeto leva vários serviços à comunidade, como cadastro em vagas de empregos, atendimentos médicos e odontológicos, cadastros para o Bolsa Família (CadÚnico), reclamações trabalhistas e serviços jurídicos por parte da Defensoria Pública, além de outros serviços, todos em parcerias com instituições e entidades publicas e privadas.

“A Casa dos Conselhos, por meio do projeto Conselhos em Ação, busca aproximar o cidadão do controle social, levando à comunidade a consciência de que o cidadão pode participar diretamente da construção de uma sociedade mais justa, democrática e igualitária; empoderar o cidadão com sua participação na gestão das políticas públicas; apresentar o papel dos Conselhos dos Direitos, mostrando que os Conselhos são espaços deliberativos e de controle social da coisa pública”, explica o gerente da Casa dos Conselhos , Deivisson de Souza.

Participarão as entidades Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Conselho Municipal de Segurança Alimentar e nutricional (COMSEAN), Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com deficiência (CMDPD), Conselho Municipal do Idoso (CMI), Conselho Municipal de Promoção a Igualdade Racial – COMPIR (em etapa de composição e posse), Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM).

Fapero incentiva pesquisa para o Sistema Único de Saúde em Rondônia

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Com o intuito de promover e fomentar a pesquisa em saúde nas unidades federativa, o Programa Pesquisa para o SUS (PPSUS) vem ajudando a alavancar os projetos dos pesquisadores em Rondônia, por intermédio da Fundação Rondônia de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero). A biomédica doutora Flávia Serrano Batista foi a primeira a receber o incentivo do PPSUS com a pesquisa sobre Estudo Qualitativo do Conhecimento dos Profissionais Médicos e Enfermeiros nas Unidades Básicas de Saúde Quanto ao Diagnóstico Laboratorial e Tratamento da Toxoplasmose nos Municípios de Ji-Paraná, Ouro Preto d’Oeste, Jaru e Porto Velho. A pesquisa contou com o incentivo de R$ 33.435,20.

A pesquisa foi feita em 2013, e doutora Flávia Serrano explicou que a motivação para escrever o projeto e enviar ao PPSUS foi ter participado da investigação de um surto de toxoplasmose em Rondônia em 2011. Por esse surto ter atingido os municípios de Jaru, Ouro Preto, Ji-Paraná, ela decidiu que estes municípios estariam envolvidos. “A Fapero lançou o edital do PPSUS e entendi que precisávamos escrever um projeto que respondesse e ajudasse principalmente os municípios que tinham vivido o surto. O projeto encaixava-se na área da integralidade à atenção em saúde pública. O PPSUS foi um marco que nos ajudou a dar uma resposta ao Estado”.

Flávia Serrano explica que o projeto foi desenvolvido para os profissionais que trabalhavam com as gestantes, os enfermeiros e médicos. ” O paciente que tem maior risco com a doença é a gestante. Uma das lições do surto no período em que ocorreu, é que precisamos estruturar a atenção à gestante, e as informações que eram repassadas a elas.”

Com os resultados das pesquisas, a especialista acredita que a saúde pública teve ganhos. “Descobrimos que as gestantes não sabiam os fatores de transmissão da doença, como o caso da água contaminada, achavam que somente o gato podia transmitir. Não tinham conhecimento que a carne crua também poderia transmitir a doença, trazendo a má formação ao bebê. Além da falta de informação, detectamos a demora dos resultados do exame da toxoplasmose, que demorava mais de 15 dias, que passou a ser informatizado e teve mais agilidade. O Gerenciador de Ambiente de Laboratório foi um ganho tremendo aos serviços de saúde em Rondônia”.

TOXOPLASMOSE

É uma infecção causada por um protozoário chamado “Toxoplasma Gondii”, trata-se de uma zoonose, inicialmente é encontrado nas fezes de gatos e outros felinos, que pode se disseminar contaminando águas ou alimentos, além de outros animais de sangue quente, que pode por sua vez transmitir por carnes cruas ou mal passadas. Comporta-se como crônica assintomática na maior parte da população. A principal forma da toxoplasmose é a que atinge as gestantes, pois pode ser transmitida da mãe para o feto durante a gestação através da placenta (toxoplasmose congênita).

Investimentos do PPSUS em Rondônia:

PPSUS 2013 – 001/2013
Foram submetidas 20 propostas e aprovadas 14
Valor Global da Chamada: R$ 800 mil
Foram aprovados 14 projetos na Chamada 001/2013, totalizando aproximadamente de R$ 758.525,1‬0 de incentivo e fomento à pesquisa.

PPSUS 2016 – 003/2016
Foram submetidas 32 propostas e aprovadas 22
Valor Global da Chamada: R$ 950 mil
Foram aprovados 22 projetos na Chamada 003/2016, totalizando aproximadamente de R$ 920.381,73 de incentivo e fomento à pesquisa.

PPSUS 2018 – Nº 001/2018
Foram submetidas 31 propostas e aprovadas 11
Valor global da Chamada de R$ 400 mil
Foram aprovados 11 projetos e financiados apenas 09, totalizando aproximadamente R$ 388 mil

Todas as chamadas contemplaram auxilio de custeio e capital, com fomento do governo federal, por meio do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (MS/CNPq), e Governo de Rondônia, por meio da Fapero.

Os projetos das Chamadas de 2013 e 2016 já encontram-se finalizados e com resultados divulgados nos respectivos seminários finais de Avaliação. Os projetos contemplados na Chamada 2018 ainda encontram-se em execução e os resultados parciais das pesquisas serão apresentados no Seminário Parcial em Abril/2020.

Atriz Fernanda Paes Leme testa positivo e está com Coronavírus

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Fernanda Paes Leme testou positivo para a Covid-19, o novo coronavírus. No Instagram, a atriz contou que recebeu o resultado nessa segunda-feira (16/03) e explicou como imaginou que poderia estar contaminada. As informações são da Vogue.

“Vocês acompanharam por aqui meus dias em quarentena, isolada em casa, por estar com suspeita de ter sido infectada com o coronavírus durante um evento no fim de semana passado. Fiz o teste na sexta-feira e hoje recebi a resposta. Positivo. Vamos lá, então! Ao descobrir que pessoas com quem tive contato estavam testando positivo para covid-19, fiquei febril e fiz o teste. Mas precisamos de serenidade e consciência nesse momento. Imediatamente me isolei em quarentena até ter a resposta. Agora vou continuar meu tratamento e tudo vai se acertar”, disse.

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Fernanda pediu calma para as pessoas e pediu para que todos se armem com o maior número informação correta para não gerar pânico.

“Não precisamos criar mais problemas dos que os que já são reais. O recomendado no momento é se isolar e se informar. Eu me sinto forte e disposta apesar de tudo. Mas essa doença é um grande risco principalmente para pessoas de mais idade. Então acima de tudo, isso é um problema social.”

A atriz falou sobre os cuidados que as pessoas devem ter principalmente com os mais idosos e grupo de risco.

“Não é sobre mim, Fernanda Paes Leme, é sobre meus pais, minha avó, seus avós, seus vizinhos idosos, é sobre pessoas que podem ter complicações que vão muito além de uma febre, tosse e tédio de ficar em casa. Precisamos ser responsáveis principalmente com o próximo. Precisamos ter a consciência de que o mundo precisa que CADA UM pense no próximo. Eu me isolei espontaneamente porque eu tenho muito privilégio em poder fazer isso. E eu sei que amanhã uma galera vai pegar ônibus, metrô, avião porque PRECISA e vai se expôr porque PRECISA. Então você, que tá me lendo, que tá saudável, que pode evitar sair de casa, que pode evitar que seus funcionários saiam de casa, façam isso, pelo bem de todos”, disse.

Ela ainda deixou uma mensagem de apoio e pediu consciência para as pessoas. “Nós vamos sair dessa. Mas a colaboração e adesão do máximo de pessoas nesse momento vai determinar em quanto tempo conseguiremos nos recuperar como sociedade. No mais. Lave frequentemente as mãos, use álcool gel, evite levar as mãos ao rosto, evite abraços e beijos, limpem óculos e celulares frequentemente e cuidem uns dos outros.
Torçam por nós!!!”, finalizou.

Coronavírus: veja perguntas e respostas

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O mundo está em alerta com o avanço do novo coronavírus, que surgiu em dezembro de 2019 na cidade de Wuhan, na China. A doença que causa a atual epidemia foi batizada pela Organização Mundial da Saúde como Covid-19. Abaixo, confira as principais perguntas e respostas sobre sintomas, transmissão, cuidados e possível cura.

  1. O que é o coronavírus?
  2. Como é a transmissão?
  3. Quais são os sintomas do coronavírus?
  4. Como prevenir o coronavírus?
  5. É possível se contaminar por meio de aperto de mãos?
  6. Como lavar as mãos corretamente?
  7. Como é feito o tratamento?
  8. Que produtos de limpeza matam o coronavírus?
  9. É possível ser infectado mais um vez?
  10. Há vacina?
  11. Vitamina D protege contra coronavírus?
  12. Qual é a taxa de letalidade do coronavírus?
  13. Estou com suspeita. Como devo proceder?
  14. O coronavírus tem cura?
  15. Crianças ou adultos: quem corre mais risco ao ser infectado por coronavírus?
  16. Encomendas vindas da China podem chegar contaminadas?
  17. Animais de estimação podem transmitir o novo coronavírus?
  18. O clima no Brasil pode ajudar a combater o novo coronavírus?
  19. Qual é o tempo de incubação do novo coronavírus?
  20. Quanto tempo o novo coronavírus vive em uma superfície ou no ar?
  21. Como surgiu o coronavírus?
  22. Qual é orientação para quem tem viagens marcadas para a China ou outros países com registro de coronavírus?
  23. Grávidas correm mais riscos?
  24. Gestantes podem transmitir o coronavírus para o feto? E durante o parto?
  25. Mulheres com suspeita de coronavírus podem amamentar?
  26. Que cuidados deve tomar quem usa transporte público, como ônibus, trens e metrô?
  27. O novo coronavírus já apresenta mutações genéticas?
  28. Posso fazer um exame para saber se tenho o novo coronavírus?
  29. Qual o melhor tipo de álcool para higienizar as mãos?
  30. Quem precisa ser internado em isolamento no hospital?
  31. Quem precisa ficar em isolamento domiciliar?
  32. Coronavírus pode ser transmitido por pacientes assintomáticos?
  33. O que as empresas podem fazer para ajudar a prevenir o Covid-19?
  34. O que é transmissão local, comunitária ou sustentada do coronavírus?
  35. Que medidas as escolas podem adotar para proteger as crianças?
  36. Como se prevenir contra o coronavírus na academia?
  37. O que torna o sabão eficiente contra o coronavírus?
  38. O que é pandemia?
  39. Qual a diferença entre pandemia, epidemia e infecção endêmica?
  40. Qual o jeito certo de tossir e de espirrar?
  41. Quanto tempo deve durar a quarentena?

1. O que é o coronavírus?

Coronavírus é o nome de uma grande família de vírus que tem uma estrutura em formato de coroa, conhecida desde 1960. Eles causam infecções respiratórias e já provocaram outras doenças, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (Mers).

A doença causada pelo novo coronavírus recebeu o nome de Covid-19. Ela foi descoberta no final de dezembro de 2019, na China. A primeira morte foi registrada em 9 de janeiro.

2. Como é a transmissão?

Por meio de três formas:

  • Por vias respiratórias, pelo ar e por gotículas provenientes de espirros e da fala de indivíduos infectados;
  • Por contato físico, quando essas gotículas com o vírus alcançam mucosas do olho, nariz e boca por meio de beijos e abraços;
  • Por meio do contato de superfícies contaminadas, quando essas gotículas com o vírus ficam depositadas em locais como um corrimão ou uma maçaneta, e depois entram em contato com mucosas do olho, nariz e boca.

3. Quais são os sintomas da doença causada por coronavírus?

Tosse seca, febre e cansaço são os principais sintomas, mas alguns pacientes podem sentir dores no corpo, congestionamento nasal, inflamação na garganta ou diarreia.

Nos casos mais graves, que geralmente ocorrem em pessoas que já apresentam outras doenças associadas, há síndrome respiratória aguda e insuficiência renal.

4. Como prevenir o coronavírus?

Higienizar as mãos e superfícies, como móveis e corrimão, são as principais formas de se prevenir contra o novo coronavírus. Mesmo com as mãos limpas, evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca. Além disso, é preciso limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado.

O uso de máscaras é mais recomendado para quem estiver em contato com alguém com sintoma gripal ou para quem for viajar para áreas de risco de contaminação. Vale lembrar que as máscaras descartáveis devem ser trocadas a cada duas horas.

O Ministério da Saúde alerta também para que não seja feito o compartilhamento de itens pessoais, como talheres e toalhas. Também é recomendável manter a uma distância mínima de um metro de pessoas que estejam espirrando ou tossindo.

5. Por que lavar as mãos previne contra o coronavírus? É possível se contaminar com aperto de mãos ou abraços?

Para infectar uma pessoa, o vírus precisa sair de um doente e entrar no organismo de outra pessoa. Ao tossir, falar ou espirrar, por exemplo, o vírus se espalha por meio das gotículas – não há indício de transmissão pelo ar sem ter relação com estas gotículas.

Estudos avaliados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que o vírus pode persistir nas superfícies por algumas horas ou, até mesmo, vários dias. Isto pode variar e depende das condições do local, do clima e da umidade do ambiente.

Usando as gotículas como “transporte”, os vírus podem ficar em superfícies como maçanetas, apoios de transporte público, botões de elevadores, teclas de computador, celulares, entre outros.

Por isso, lavar as mãos retira o vírus da superfície do corpo e evita que, ao se coçar, por exemplo, ele entre em mucosas – como olhos, boca e nariz –, o que causa a infecção.

A proximidade do doente com a pessoa saudável pode permitir que essa “viagem” do vírus fique mais curta. Por isso, segundo os infectologistas, é hora de rever alguns hábitos sociais, como cumprimentar com beijos no rosto ou com um aperto de mãos.

“O costume latino-americano de abraçar, beijar, manter contato mais próximo pode vir a ser um risco maior para essas culturas”, disse Wladimir Queiroz, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas. “É recomendável evitar esse tipo de contato físico.”

6. Como lavar as mãos corretamente?

As mãos devem ser lavadas com água e sabão, ou higienizadas com álcool. A recomendação é que a higiene seja completa, inclua a parte inferior da ponta das unhas e alcance também a região do pulso. Veja no vídeo abaixo:

7. Como é feito o tratamento?

Não existe tratamento específico contra a Covid-19. Os pacientes infectados recebem uma medicação para aliviar os sintomas.

Segundo o Ministério da Saúde, o tratamento indicado é repouso e consumo de bastante água. As medidas adotadas para aliviar os sintomas são:

  • Medicamentos para dor e febre (antitérmicos e analgésicos).
  • Umidificador no quarto ou banho quente para aliviar a dor de garanta e tosse.

8. Que produtos de limpeza matam o coronavírus?

O novo coronavírus pode ser morto por produtos de limpeza desinfetantes de fácil acesso, como álcool 70%, água sanitária e até com a combinação de água e sabão.

“O vírus possui uma cápsula de gordura protetora, e a limpeza com estes produtos retira essa cápsula e mata o vírus”, afirma Wladimir Queiroz, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, especialista em doenças infecciosas e parasitárias e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia.

A boa notícia é que o coronavírus “não é um vírus muito complicado de matar, pois ele não é resistente no ambiente”, afirma Rosana Richtmann, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo.

9. É possível ser infectado mais de uma vez por coronavírus?

Os cientistas ainda não têm essa resposta. Há notícia de um caso de reinfecção no Japão: uma mulher pegou o novo coronavírus por duas vezes.

De acordo com Rosana Richtmann, infectologista do Emílio Ribas, o mais provável é que, após a infecção, a maioria das pessoas criem imunidade contra o coronavírus.

“Grandes epidemias começam a diminuir na hora em que uma população grande já foi infectada e já está imune, e não adoece mais”, explica a infectologista. “Se virmos o número de casos [de infecção] na China, veremos que os números começam a cair, porque eu imagino que tenha muita gente que já esteja imune.”

10. Há vacina contra o coronavírus?

Ainda não, mas vários países, como Rússia, China e Estados Unidos, já pesquisam uma vacina contra coronavírus. A expectativa da comunidade científica é que os primeiros testes comecem nos próximos dois meses.

De qualquer forma, diretor-adjunto da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da OMS na América Latina, Jarbas Barbosa explica que uma nova vacina pode ficar pronta dentro de 12 a 18 meses – em uma expectativa otimista. Enquanto isso, um medicamento para atenuar os sintomas deve ser desenvolvido em menos tempo.

11. Vitamina D protege contra coronavírus?

Segundo o Ministério da Saúde, não. Até o momento, não há nenhum medicamento específico para prevenir a infecção pelo novo coronavírus.

12. Qual a taxa de letalidade do coronavírus?

Ainda não há um percentual oficial de letalidade da Covid-19, segundo Nancy Bellei, infectologista, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Embora ainda não exista esse percentual oficial, até a última atualização desta reportagem a taxa de letalidade era de 3,5% dos casos confirmados na China, primeiro país a registrar casos da doença, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Já fora da China, a taxa registrada foi de 1,6%.

“A gente ainda não conhece a pirâmide epidemiológica do vírus. Por exemplo, quantas são as pessoas assintomáticas que transmitem a doença, quantos têm o sintoma mas não vão para o hospital, quantos vão para o hospital e internam e, das que internam, quantas vão para a UTI”, disse a infectologista.

13. Estou com suspeita de infecção por coronavírus. Como devo proceder?

Em 80% dos casos, os sintomas de coronavírus são leves, semelhantes a uma gripe. Nestes casos, o essencial, segundo a Organização Mundial da Saúde, é evitar sair de casa. O Ministério da Saúde recomenda ficar em repouso e tomar bastante água.

Se precisar sair, deve-se evitar circular em lugares fechados, com muitas pessoas e com pouca ventilação. É preciso entender que ir ao trabalho ou à escola com sintomas de gripe implica expor potencialmente outras pessoas à doença. Além disso:

  • Ao espirrar, deve-se colocar o antebraço ou um lenço na frente do nariz e boca;
  • Utilize lenço descartável para higiene nasal;
  • Não compartilhe talheres, copos, toalhas e demais objetos pessoais;
  • Mantenha uma distância mínima de um metro de qualquer pessoa.

14. O coronavírus tem cura?

Segundo a OMS, ainda não há cura e não há um tratamento medicamentoso definido. Mas, segundo o infectologista Queiroz, existe a chamada “cura espontânea”, que ocorre quando o corpo reage à infecção.

15. Crianças ou adultos: quem corre mais risco ao ser infectado por coronavírus?

Segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia, os grupos de maior risco são crianças menores de 2 anos, gestantes, adultos com 60 anos ou mais.

Rosana Richtmann, infectologista do Emílio Ribas, lembra que, entre as vítimas fatais por coronavírus, “de 0 a 9 anos, nenhuma criança morreu.”

16. Coronavírus pode contaminar encomendas da China?

A probabilidade de uma pessoa contaminar as mercadorias comerciais é pequena, segundo a OMS. E, mesmo se o item for infectado, ele não conseguirá resistir a movimentações e diferentes condições de temperatura enfrentadas durante a viagem.

17. Animais de estimação podem transmitir o novo coronavírus?

A primeira vez que um animal de estimação foi detectado com coronavírus foi em 28 de fevereiro. Exames iniciais feitos em um cão em Hong Kong detectaram a presença de coronavírus. Os níveis detectados no cachorro são baixos e o animal não apresenta nenhum sintoma. Novos exames adicionais serão feitos para comprovar se o cão está realmente infectado pelo vírus ou se o resultado do exame se deve à contaminação ambiental do nariz e boca do animal.

Ainda assim, não há confirmação de transmissão do vírus entre animais – incluindo os de estimação – e humanos. Segundo especialistas consultados pelo G1, não há provas ou evidências de que os pets possam transmitir a doença.

A única suspeita é que a carne de animais infectados pode contaminar humanos. Não há, porém, informações sobre a forma como os bichos se contaminam com o vírus.

18. O clima no Brasil pode ajudar a combater o novo coronavírus?

De acordo com especialistas ouvidos pelo G1, o clima e a temperatura podem não ter um papel tão fundamental assim na disseminação de uma doença.

“Vírus não respeita temperatura. O H1N1 atingiu os Estados Unidos em pleno verão. A Influenza é um vírus de inverno e tem todo ano no Caribe [região tropical]. No ano passado, teve surto de H1N1 no Amazonas”, disse a infectologista Nancy Bellei, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

Para Rosana Richtmann, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, a propagação tem menos relação com o clima do que com a movimentação de pessoas.

“No Sudeste, que tem um trânsito muito maior de voos internacionais e uma densidade populacional muito maior, o risco eu acho maior, mas por causa dessas condições, não por causa das condições climáticas”, disse.

19. Qual é o tempo de incubação do novo coronavírus?

O “período de incubação” significa o tempo entre a captura do vírus pelo ser humano e o início dos sintomas da doença.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a maioria das estimativas do período de incubação do Covid-19 varia de 1 a 14 dias, geralmente em torno de 5 dias.

20. Quanto tempo o novo coronavírus sobrevive em uma superfície ou no ar?

Ainda não é possível afirmar quanto tempo o novo coronavírus sobrevive na superfície ou no ar, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Estudos avaliados pela OMS apontam que o vírus pode persistir nas superfícies por algumas horas ou, até mesmo, vários dias. Isto pode variar e depende das condições do local, do clima e da umidade do ambiente.

21. Qual é a origem do novo coronavírus?

Os estudos ainda não determinaram a origem. Sabe-se que o vírus responsável pelo Covid-19 é uma variação da família coronavírus. Outras variações mais antigas de coronavírus, como SARS-CoV e MERS-CoV, já eram conhecidas pelos cientistas.

O surto inicial da doença atingiu pessoas que tiveram alguma associação a um mercado de frutos do mar em Wuhan. Uma das hipóteses é que a origem tenha relação com o consumo de carne de pangolim, um mamífero em extinção.

22. Qual é orientação para quem tem viagens marcadas para a China ou outros países com registro de coronavírus?

Não há restrição oficial para viagens a países com registro de Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, de acordo com o Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde (OMS).

Entretanto, o hospital Albert Einstein, em São Paulo, recomenda que seja verificada a possibilidade de troca de passagem. “Caso não seja possível evitá-la, tome ainda mais cuidado com a higiene das mãos, evite aglomerações e siga as recomendações gerias de proteção”, afirma a instituição.

23. Grávidas correm mais riscos?

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, explica que as mulheres grávidas passam por alterações imunológicas e fisiológicas que podem torná-las mais suscetíveis a infecções respiratórias virais, com a do Covid-19.

O Instituto afirma que as mulheres grávidas têm mais risco de doença grave, morbidade ou mortalidade em comparação ao restante da população, “como observado em casos de outras infecções relacionadas ao coronavírus – incluindo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave (Sars-CoV) e coronavírus da síndrome respiratória do Oriente Médio (Mers- CoV) – e outras infecções respiratórias virais, como influenza, durante a gravidez”.

24. Gestantes podem transmitir o coronavírus para o feto? E durante o parto?

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, afirma que não há informações suficientes sobre a possibilidade desta transmissão, e que não há caso de bebês infectados com o novo coronavírus.

O CDC afirma que o vírus não foi detectado em nenhuma amostra de líquido amniótico nem de leite materno, o que pode ser uma boa notícia sobre a questão da transmissão do vírus entre mãe e recém-nascido.

25. Mulheres com suspeita de coronavírus podem amamentar?

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, afirma que não há informações suficientes sobre a possibilidade desta transmissão. Nos casos analisados, o vírus não foi detectado no leite materno.

26. Que cuidados deve tomar quem usa transporte público, como ônibus, trens e metrô?

Jean Gorinchteyn, infectologista do Instituto Emílio Ribas, afirma que é importante manter os ambientes arejados. Ele indica que ao se apoiar nas barras de apoio, as pessoas devem tomar cuidado e fazer a higienização das mãos, pois ali pode conter gotículas de tosse ou espirro. Gorinchteyn indica que as pessoas evitem tocar olhos, boca e nariz e, também, usar o transporte em horário de pico.

27. O novo coronavírus já apresenta mutações genéticas?

Sim. O código genético dos vírus passa por mutações, e é uma característica normal. Os cientistas usam as mudanças nos genes para rastrear quando elas ocorreram e, assim, investigar o caminho das infecções. Esse processo é importante na fabricação de vacinas e no desenvolvimento de medicamentos.

No caso dos dois primeiros pacientes brasileiros com casos confirmados da doença, os pesquisadores encontraram diferenças nas sequências genéticas dos vírus detectados. O primeiro deles tinha um vírus mais parecido com o encontrado na Alemanha; o segundo, com código mais similar ao encontrado na Inglaterra.

28. Posso fazer um exame para saber se tenho o novo coronavírus?

Alguns hospitais e clínicas particulares oferecem testes que podem ser comprados por pelo menos R$ 140. De acordo com os especialistas ouvidos pelo G1, é preciso apresentar os sintomas e passar por uma avaliação médica – uma medida para não sobrecarregar o atendimento. O resultado sai em 48 horas.

No caso do sistema público de saúde, um paciente que irá até uma unidade básica ou hospital também deverá apresentar os sintomas e ter tido um possível contato com o vírus – seja viajando para países com casos confirmados ou chegando perto de pessoas que tiveram a doença.

O médico responsável deverá fazer o encaminhamento. Uma coleta de materiais respiratórios será feita para gerar duas amostras. Elas serão encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen).

Este processo precisa ter um encaminhamento do sistema de saúde público para garantir que pacientes com um risco real da doença consigam ser atendidos.

29. Coronavírus: qual o tipo de álcool recomendado para higienizar as mãos?

Manter as mãos limpas é uma das principais estratégias de prevenção contra o coronavírus. Além da limpeza com água e sabão, outra opção é o uso do álcool gel. A recomendação dos médicos é para que ele seja usado somente na concentração de 70%, ideal para alcançar ação contra bactérias, fungos e vírus.

É importante lembrar que a produção caseira de álcool gel pode trazer riscos. “O álcool gel a 70% vendido em farmácia segue regras específicas de formulação, reguladas pela Anvisa. As receitas caseiras podem não ter a concentração ideal de álcool e não atingir o objetivo”, afirma Leonardo Weissmann, infectologista.

30. Quem precisa ser internado em isolamento no hospital?

Segundo Leonardo Weissmann, médico infectologista e consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia, a decisão é baseada em avaliação médica.

“Internação hospitalar está indicada em casos com quadro respiratório grave, pacientes com doenças cardíacas, doenças pulmonares, diabetes, pessoas com baixa imunidade, neoplasias e grupos de maior risco (crianças menores de 2 anos de idade, gestantes, adultos com 60 anos ou mais), com possibilidade de potencial agravamento”, Leonardo Weissmann.

A recomendação do Ministério da Saúde é de que esses casos sejam encaminhados a um hospital de referência para isolamento e tratamento.

31. Quem precisa ficar em isolamento domiciliar?

Segundo o Ministério da Saúde, os casos suspeitos leves podem não necessitar de hospitalização e devem ser acompanhados pela atenção primária com medidas de precaução domiciliar.

Leonardo Weissmann, médico infectologista, afirma que nos casos leves é possível a adoção de medidas restritivas individuais de isolamento e quarentena domiciliar, com restrição de contatos com pessoas e ambientes externos.

O Hospital Albert Einstein diz que o isolamento domiciliar é indicado para casos suspeitos ou confirmados que não forem classificados como graves; para pacientes com sintomas que estiveram na China, Coreia do Sul, Irã ou Itália; e para pacientes sem sintomas, mas que tiveram ou mantém contato com alguém que tenha o diagnostico confirmado.

32. Coronavírus pode ser transmitido por pacientes assintomáticos?

Pesquisadores já encontraram evidências de que pessoas com o novo coronavírus podem transmitir a doença sem que apresentem os sintomas, o que é chamado de caso assintomático. Entretanto, a carga viral é menor e o potencial de contágio, também.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a transmissão de uma pessoa assintomática é rara – o modo de contágio mais comum é por meio de pacientes que apresentam os sintomas de Covid-19.

33. O que as empresas podem fazer para ajudar a prevenir o Covid-19?

De acordo com Leonardo Weissmann, médico infectologista, orientar os funcionários quanto às formas de transmissão e precaução contra o coronavírus é um dos primeiros passos para as empresas colaborarem com a diminuição da transmissão.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, criou um grande manual para orientar as empresas a ajudarem no combate ao vírus.

Neste guia, o CDC aponta procedimentos para as empresas adotarem com seus funcionários. O primeiro deles é para que os empregados com sintomas fiquem em casa e só retornem ao trabalho 24 horas depois do fim da febre, tosse ou qualquer outra mudança no organismo.

A OMS adota o critério de que toda pessoa que testa positivo para o Covid-19 é considerada um caso confirmado de coronavírus.

34. O que é transmissão local, comunitária ou sustentada do coronavírus?

Dezenas de países já registraram casos de coronavírus, em cinco continentes, exceto na Antártica. Entretanto, ter casos de coronavírus não quer dizer que toda a população será infectada, ou que todos os infectados terão casos graves da doença.

Para entender a agressividade do vírus em cada nação, é preciso olhar o status de transmissão do Sars-CoV-2, o novo coronavírus que causa a Covid-19, que varia de país para país.

  • Transmissão local: São casos de pessoas que se infectaram com Covid-19, não estiveram em nenhum país com registro da doença, mas tiveram contato com outro paciente infectado, que trouxe o vírus de fora do país. Há casos assim no Brasil.
  • Transmissão sustentada ou comunitária: São casos de transmissão do vírus entre a população – um paciente infectado que não esteve nos países com registro da doença transmite a doença para outra pessoa, que também não viajou.

35. Que medidas as escolas podem adotar para proteger as crianças?

Jean Gorinchteyn, infectologista do Instituto Emílio Ribas, afirma que é muito importante que os pais participem da proteção das crianças, evitando levar os filhos com sinais de gripe as escolas. Gorinchteyn sugere que a medida que a escola perceba uma criança com sintomas semelhantes a gripe, que informe aos pais para que ela seja levada para casa para ser tratada.

Segundo a OMS é importante que todos conheçam as formas de prevenção do coronavírus. As escolas devem adotar os mesmo métodos de higienização de superfícies, como móveis e corrimão, e de objetos compartilhados, como teclados e materiais escolares.

É importante que as escolas informem aos alunos os métodos de prevenção, como :

  • Lavar as mãos com água e sabão ou álcool gel, mas nunca apenas com água;
  • Lavar as mãos por pelo menos 20 segundos;
  • Mesmo com as mãos limpas, evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;
  • Limpar regularmente o ambiente e mantê-lo ventilado

36. Como se prevenir contra o coronavírus na academia?

Em tempos de coronavírus, é importante tomar algumas precauções na hora de treinar em lugares fechados e evitar pegar a doença Covid-19 – ou passar para os colegas de academia sem saber.

  • Não vá para a academia se estiver com os sintomas
  • Limpe os equipamentos e os colchonetes com álcool 70%
  • Evite colocar a mão nos olhos, na boca e no nariz
  • Evite os horários de mais aglomeração
  • As academias podem propor exercícios com menos contato entre alunos

De acordo com o médico infectologista Carlos Fortaleza, do Departamento de Doenças Tropicais e Diagnóstico por Imagem da Faculdade de Medicina da Unesp, “o contato com as pessoas é o problema”.

“A doença se transmite pela gotícula, até 2 metros, olho, nariz, boca. Também atinge superfície e o vírus fica vivo, dependendo da temperatura, por dias. Não sabemos do tamanho da importância da superfície”, explicou.

37.O que torna o sabão eficiente contra o coronavírus

Flavio Fonseca, virologista e integrante do centro de pesquisa em vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) explicou ao G1 que o sabão tem duas formas de ação que fragilizam e matam os vírus.

Fonseca explica que o vírus, quando está na mão de uma pessoa, fica protegido por outros produtos biológicos, como resto de células. Esses produtos biológicos tornam possível que o vírus viva mais tempo fora do corpo.

“Um vírus sozinho, em água, por exemplo, sobrevive muito pouco tempo. Então o sabão age destruindo esses materiais biológicos e expondo o vírus. Quando ele faz isso, o vírus perde essa proteção de material biológico que fica naturalmente nessas gotículas de saliva e ele fica exposto aos raios ultravioleta do sol, por exemplo, e pode ser destruído rapidamente” – Flavio Fonseca, virologista da UFMG

Fonseca diz que o sabão tem uma segunda forma de agir sobre o vírus. “O sabão é emulsificante, ele desmancha a gordura”. O virologista explica que a parte mais externa do coronavírus é uma camada de gordura e o sabão desmancha essa camada e mata o vírus.

“Nessa camada de gordura, que a gente chama de envelope viral, estão inseridas as proteínas que são responsáveis pela ligação do vírus às células. Sem essa camada de gordura, essas proteínas são perdidas e o vírus não consegue entrar nas células” – Flavio Fonseca, virologista e integrante do centro de pesquisa em Vacinas, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

38. O que é pandemia?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou pandemia para o Covid-19, infecção causada pelo novo coronavírus, na quarta-feira, 11 de março. Segundo a OMS, uma pandemia é a disseminação mundial de uma nova doença. É um termo usado com mais frequência em referência à gripe e, geralmente, indica que uma epidemia se espalhou para dois ou mais continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.

A questão da gravidade da doença não entra na definição estrita da OMS de uma pandemia — apenas a disseminação –, embora a organização possa levar em consideração o ônus geral da doença para a população antes de declarar uma pandemia.

39. Qual a diferença entre pandemia, epidemia e infecção endêmica?

Pandemia: é a disseminação mundial de uma nova doença. É um termo usado com mais frequência em referência à gripe e geralmente indica que uma epidemia se espalhou para dois ou mais continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.

Epidemia: é “um aumento nos casos, seguido por um pico e depois uma diminuição”. É o que acontece nos países onde as epidemias de gripe são registradas todos os anos: no outono e no inverno os casos aumentam, o máximo de infecções é atingido e depois diminui.

Infecção endêmica: quando a doença está presente em uma área permanentemente, o tempo todo, durante anos e anos.

40. Qual o jeito certo de tossir e espirrar?

Segundo a chamada “etiqueta respiratória”, o ideal é que, ao tossir ou espirrar, o indivíduo use um lenço de papel para cobrir o nariz e a boca. “Vai funcionar como uma máscara, que evita a dissipação do vírus para o meio ambiente”, explica Celso Granato, professor de infectologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Como o novo coronavírus é transmitido principalmente pelas gotículas da pessoa infectada, a atenção deve ser redobrada.

Caso a pessoa não tenha um lenço, deve tossir ou espirrar no antebraço, e não na mão. “Nós usamos as mãos para cumprimentar colegas. E também encostamos em superfícies de uso comum, como barras de apoio em transporte público, que ficariam contaminadas”, diz Granato.

41. Quanto tempo deve durar a quarentena?

O Ministério da Saúde publicou uma portaria em 12 e março que define como será feita quarentena. A medida, que precisa ser determinada por ato administrativo formal de uma autoridade pública, pode ser adotada por até 40 dias e pode se estender pelo tempo necessário para reduzir a transmissão comunitária e garantir a manutenção dos serviços de saúde.

Segundo a portaria, a quarentena é a “restrição de atividades ou separação de pessoas suspeitas de contaminação das pessoas que não estejam doentes, ou de bagagens, contêineres, animais, meios de transporte ou mercadorias suspeitos de contaminação, de maneira a evitar a possível contaminação ou a propagação do coronavírus”.

Ao contrário do isolamento, que é a separação de pessoas doentes ou contaminadas — ou de bagagens, meios de transporte, mercadorias ou encomendas postais afetadas — e pode durar até 14 dias, a quarentena é uma restrição à circulação em um lugar, como um bairro, um hospital ou um hotel.

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