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terça-feira, abril 28, 2026
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De tontura a convulsões: saiba quais são os sintomas da desidratação

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A maior cidade do país, São Paulo, não possui bebedouros nas ruas, o que cria uma grande dificuldade aos moradores de rua para conseguir água.

dificuldade dessas pessoas para saciar a sede foi mostrada em uma reportagem da BBC News Brasil em agosto de 2019.

O aumento da sensação de sede é, inclusive, um dos sintomas da desidratação, que se caracteriza pela falta de líquido no organismo. “Acontece quando a pessoa perde mais líquido do que ela toma”, diz o clínico geral Erico Oliveira, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

“[A desidratação] é uma causa relativamente comum de complicações em crianças e idosos. Para quem trabalha em hospital, como eu, isso se torna corriqueiro nessa época de calor”, observa Oliveira. “É preciso tomar cuidado mesmo com aqueles com quem você acha que isso não vai acontecer”, acrescenta.

A Secretaria de Estado da Saúde informa, por meio de nota, que entre agosto e outubro deste ano foram registradas 146 internações por desidratação nos hospitais estaduais, acometendo essencialmente pessoas acima dos 70 anos e crianças entre um e quatro anos de idade.

A pasta ressalta que estes dados se referem apenas a internações em hospitais sob gestão estadual, e não representam o total dos casos de desidratação no estado de São Paulo.

Em quadros de desidratação leves e moderados, além do aumento da sede, os principais sintomas são fraqueza, pressão baixa, cansaço e sonolência. Entretanto, o médico alerta que situações mais graves, comuns em dias de calor intenso, podem levar à morte.

“Pode haver câimbras, insuficiência renal, convulsões e até culminar em coma”, afirma. Ele explica que a convulsão acontece porque num quadro grave de desidratação o cérebro tem seu funcionamento prejudicado.

“A convulsão é uma atividade elétrica descontrolada do cérebro, que pode acontecer por causa da falta de água e pelas consequências dessa escassez, como uma concentração muito alta de sódio no sangue”, explica.

Ainda segundo, o especialista, quando acontecem ondas de calor — período com temperaturas máximas superiores à média usual para a época — há casos de idosos que falecem por causa do aumento da temperatura corporal. Consequentemente, há mais produção de suor, o que acelera a perda de água.

“Ocorre o aumento da perda de água pelo organismo, O idoso desidratado fica fraco e toma menos água, até pela dificuldade de se movimentar, e assim entra num ciclo vicioso de desidratação”, explica.

De acordo com o médico, pessoas com mais idade podem morrer em poucas horas. “Em dias muito quentes, com temperaturas acima de 35ºC, numa cidade como São Paulo, com poucas árvores, isso é muito perigoso”, alerta.

Ele acrescenta que além da dificuldade para se locomover, idosos têm uma percepção de sede menor se comparados a outras faixas etárias.

“Por isso, é importante manter uma garrafa de água perto deles para que bebam em horários fixos, não apenas quando sentem sede.”.

Já as crianças correm mais risco de sofrer desidratação porque, ao contrário, se movimentam mais e, com isso, a perda de água aumenta. Até os dois anos de idade, é recomendado ingerir entre 600 ml e 800 ml de água por dia.

“Se a criança estiver amuada, sonolenta e sem urinar, pode ser que esteja desidratada. É importante ter atenção durante as trocas de fralda”, aconselha Oliveira.

Ele afirma que, no geral, o corpo humano consegue resistir por alguns dias à falta de água, pois é preparado para lidar com situações extremas.

Entretanto, para adultos vale a regra clássica: tomar 2 L de água por dia. “Mas isso varia de acordo com cada um e depende de fatores como exposição ao sol, problemas de saúde e prática de exercícios, que exigem um consumo maior”, exemplifica.

“No final de ano, as pessoas bebem mais álcool, então urinam mais do que deveriam, por isso é importante tomar água ao mesmo tempo e ter cuidado, especialmente no calor”, acrescenta.

Em casos graves de desidratação o tratamento é feito com soro intravenoso. “A gente parte do pressuposto de que a pessoa não vai conseguir tomar nenhum líquido porque está muito fraca, então fazemos a aplicação direta”, esclarece.

Vírus misterioso infecta chineses e acende alerta para nova epidemia

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Autoridades de saúde da China estão em alerta para o risco de uma nova epidemia após 59 pessoas serem infectadas por um misterioso vírus que causa pneumonia.

Todos os casos foram registrados na cidade de Wuhan, na região central do país. Sete deles foram considerados críticos.

Um comunicado divulgado pelo Comitê Municipal de Saúde de Wuhan classifica a doença como “pneumonia viral inexplicável” e acrescenta que todos os pacientes estão em quarentena.

O primeiro caso foi registrado em 12 de dezembro e o mais recente em 29 de dezembro.

Ainda de acordo com o município, 163 pessoas que tiveram contato com esses pacientes estão em observação, embora não haja “evidências claras de transmissão de humano para humano e nenhuma infecção da equipe médica”.

Foram descartados tipos de vírus já conhecidos, como a gripe aviária e a SARS (síndrome respiratória aguda grave). Esta última, já provocou uma epidemia na China em 2003, matando centenas de pessoas.

As vítimas do vírus misterioso têm ligação com um mercado de frutos do mar que funciona na cidade e que foi interditado para medidas sanitárias no último dia 1º. Porém, ainda não se sabe a origem provável da infecção.

A Organização Mundial de Saúde acompanha o caso e solicitou às autoridades locais informações sobre os exames realizados e os diganósticos diferenciais considerados.

Wuhan é a capital da província de Hubei e tem uma população de 19 milhões de pessoas.

Algumas medidas já foram adotadas na China e em Hong Kong, como a aferição da temperatura de viajantes procedentes de Wuhan.

A Tailândia também informou que está realizando escaneamento térmico em passageiros que chegam da cidade chinesa.

Secretaria de Educação divulga instituições contempladas pelo Programa Nacional das Escolas Cívico Militares em Rondônia

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O Estado de Rondônia foi contemplado pelo governo Federal com quatro escolas cívico-militares e que estarão funcionando em 2020. Nesta quinta-feira (2), a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) anunciou as unidades escolhidas para participar do programa: Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Ulisses Guimarães, em Porto Velho; Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Padre Ezequiel Ramin, em Alta Floresta do Oeste; Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio 28 de Novembro, em Ouro Preto do Oeste; e a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Priscila Rodrigues Chagas, em Rolim de Moura.

Segundo a diretora geral de Educação da Seduc, professora Irany Oliveira, as escolas vão funcionar com profissionais da Polícia Militar de Rondônia e do Corpo de Bombeiros. “As novas escolas já existem. São unidades estaduais que estão readaptadas para adotar o modelo dos colégios militares. As aulas começam já no início do próximo ano letivo, marcado para 6 de fevereiro”.

O Brasil terá 54 novas escolas cívico-militares já em 2020. Elas estão espalhadas por todas as unidades da federação, com exceção dos estados do Espírito Santo, Piauí e Sergipe, que não aderiram ao projeto do governo federal ou não têm militares da reserva para suprir o quadro de professores.

O MEC destinará, neste ano, R$ 54 milhões para levar a gestão de excelência cívico-militar para 54 escolas, sendo R$ 1 milhão por instituição de ensino. São dois modelos. Em um, de disponibilização de pessoal, o MEC repassará R$ 28 milhões para o Ministério da Defesa arcar com os pagamentos dos militares da reserva das Forças Armadas. Os outros R$ 26 milhões vão para o governo local aplicar nas infraestruturas das unidades com materiais escolares e pequenas reformas — nestas escolas, atuarão policiais e bombeiros militares.

Lula vai usar sanção do juiz de garantias contra Moro na ONU

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O ex-presidente Lula vai utilizar a criação do juiz de garantias aprovada no pacote anticrime, em uma ação movida na Organização das Nações Unidas (ONU), contra a atuação do ex-juiz e ministro da Justiça, Sergio Moro.

> Freixo rebate Moro: “Juiz de garantias vai coibir abusos como os do ex-juiz”

A defesa de Lula vai defender que, ao sancionar a medida, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reconheceu que o Brasil está inadimplente com tratados internacionais, e isso daria força ao argumento de que o ex-presidente foi julgado com parcialidade. As informações são do Painel, da Folha de S.Paulo.

Em 2016, a ausência do juiz de garantias foi trazida pelos advogados de Lula em uma das primeiras manifestações feitas ao Comitê de Direitos Humanos da ONU, onde tramita a ação. Na época, a inexistência da figura jurídica foi tratada como uma “anomalia da lei brasileira”. “A maioria das jurisdições separa a fase de investigação da fase de julgamento, mas o Brasil não”, afirmava.

Quatro anos depois, a defesa do ex-presidente pretende utilizar o projeto que teve como base proposições sugeridas pelo ministro Moro contra ele. O trecho que cria o juiz de garantias, no entanto, não contou com a anuência do ex-juiz, que se posicionou contra a divisão do processo.

Sancionado hoje o projeto anticrime. Não é o projeto dos sonhos, mas contém avanços. Sempre me posicionei contra algumas inserções feitas pela Câmara no texto originário, como o juiz de garantias. Apesar disso, vamos em frente.

— Sergio Moro (@SF_Moro) 25 de dezembro de 2019

Apesar disso, o presidente Bolsonaro sancionou a medida, alegando que não poderia “sempre dizer não ao Parlamento”.

Com as mudanças previstas no pacote, cada processo penal deve ser acompanhado por dois juízes: um na fase das investigações criminais e outro no prosseguimento da apuração e na sentença. Atualmente, o mesmo magistrado é responsável pelos dois procedimentos.

Saiba quais são seus direitos na hora de comprar material escolar coletivo

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O início do ano é época de gastos. Mesmo com o 13º salário, despesas como IPTU e IPVA costumam apertar o bolso das famílias brasileiras. Para pais, mães e responsáveis, janeiro é o momento de lotar os estabelecimentos comerciais em busca dos pedidos das listas de material escolar. Muita gente não sabe, mas esses itens são regulados pelas leis federais 9.870/99 e 12.886/13. De acordo com tais normas, os estudantes não são obrigados a pagar adicional ou a fornecer qualquer material administrativo ou de uso coletivo. Portanto, os itens a serem comprados devem se restringir apenas a artigos de uso pedagógico do aluno.
A lista deve ser acompanhada de uma planilha de execução, que precisa descrever os quantitativos de cada item e a sua utilização pedagógica. Além disso, a escola não pode exigir que os objetos sejam adquiridos na própria instituição, ou estabelecer marca específica. No caso de colégios particulares, os materiais de uso coletivo estão contemplados no valor da mensalidade. Algumas das proibições são: material de uso coletivo, como giz ou pincel de quadro branco; material de limpeza, como papel higiênico; e material de uso administrativo, como envelopes ou papéis para impressão.
Marilia Sampaio, diretora do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (Brasilcon), diz que pais e responsáveis devem estar atentos aos itens presentes nas listas, observando detalhadamente as exigências. “Os materiais destinados à realização de atividades da escola não podem ser cobrados. É uma prática abusiva. Nesse caso, os pais devem entrar em contato com a escola, além de procurar os órgãos de defesa do consumidor, principalmente o Procon”, explica.
Marilia também reforça que os pais podem buscar maneiras de economizar, e a melhor delas é pesquisar os preços para comprar nos locais mais em conta. “Para facilitar, os pais podem se organizar em grupos, tanto para pesquisar os preços, quanto para negociar as compras em quantidades maiores e, assim, conseguirem preços mais baixos”, afirma.
A diretora acrescenta que alguns lugares fornecem orçamentos pela internet, o que facilita no momento da busca pela aquisição mais barata. Outro passo fundamental é a antecipação da compra, para evitar preços mais altos e longas filas nas papelarias, comuns no período de volta às aulas. “Os pais não devem deixar para a última hora. Na correria, a falta de atenção se intensifica, atrapalhando a compra consciente, a análise da lista e a economia.”
Para evitar transtornos, muitos pais se antecipam na hora da compra dos itens da lista. É o caso de Grazielle Alves de Melo, 40 anos, mãe de Murillo de Melo Vellasco, 12, e Marina de Melo Vellasco, 4, que comprou os materiais ainda em dezembro. A administradora conta que sempre faz uma pesquisa de preços para economizar o máximo possível. “E prefiro comprar lápis de cor, apontador e lápis de escrever de primeira linha, pois duram mais do que os de segunda linha”, detalha a mãe. A organização tem feito a diferença nos gastos da família. Para 2020, Grazielle gastou R$ 2.200 na compra do material para os dois filhos. Murilo iniciará o 7° ano do ensino fundamental, e Marina, o infantil 5.
Outra dica é a compra coletiva em grupos. No atacado é, mais vantajosa, e pais e responsáveis se organizam para garantir mais esta economia. A administradora adotou esse costume e explica que os descontos foram grandes. “Conseguimos descontos de até 30% para pagamento à vista nos materiais e para compras parceladas; de 20% nos materiais; e de 12% nos livros”, conta.
Para Grazielle, também é importante sempre estar atento e manter um diálogo aberto com a instituição de ensino. “Se na lista do material dos meus filhos tivesse algum material que considerasse estranho, certamente eu não compraria e conversaria com a direção da escola.”
* Estagiária sob supervisão de Fernando Jordão 

» Dicas e cuidados

1) Reutilize: antes de ir à papelaria, verifique quais itens do ano anterior estão em bom estado e podem ser reutilizados. Normalmente, estojo, régua, tesoura e dicionário, por exemplo, duram bastante.
2) Troque: tem materiais antigos em casa e não sabe o que fazer? Uma boa saída é trocar com os amigos ou vizinhos. Assim, o consumidor pode adquirir o item novo, sem gastar dinheiro.
3) Pesquise: alguns produtos da lista podem variar muito no preço, por isso é importante comparar marcas, lojas e valores antes de fechar a compra.
4) Compre em grupo: para economizar um pouco mais, é uma boa ideia reunir um grupo para ir às compras. O atacado pode ser mais fácil de conseguir descontos.
5) Exija nota fiscal: exija nota fiscal detalhada, com discriminação do produto adquirido: marca, preço individual e total.

Especialista analisa cenário de concursos públicos de 2020

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O novo ano promete para quem deseja alcançar um cargo no serviço público. Mesmo com diversas discussões sobre reformas e mudanças que podem afetar o universo dos concursos públicos, há várias vagas abertas e previsões de novas seleções de peso. Para comentar o cenário de 2020, o Papo de Concurseiro conversou com o especialista Vandré Amorim, que é servidor do Superior Tribunal de Justiça, professor e coordenador de Inovação no Gran Cursos Online.

Três perguntas para o especialista:

Quais são as previsões de concursos para 2020?

Embora haja uma sensação de um cenário ruim para concursos públicos, o que se tem visto na prática é um número muito grande de vagas abertas quase que diariamente. Os concurseiros precisam pensar em ampliar seus horizontes, incluindo a possibilidade de mudança de cidade ou estado. Embora o Executivo Federal esteja num momento crítico, há expectativa para concursos para a área policial na União, conforme promessa do presidente Jair Bolsonaro (para Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal). Aliás, a área da segurança pública será, com certeza, muito forte também nos estados e no DF, onde serão realizados concursos para polícias Civil e Militar. No Rio de Janeiro, por exemplo, aguarda-se um edital com 2 mil vagas para a PMRJ. Na área dos tribunais, são aguardados dois grandes concursos ainda para o 1º semestre: TJRJ e TJDFT. Também merecem destaques os tribunais eleitorais, contemplados na Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA/2020) com a previsão de autorização de 1.002 provimentos. Em todos esses casos, a remuneração, para nível médio, se aproxima dos R$ 10 mil e, para nível superior, ultrapassa os R$ 13 mil, contadas as vantagens internas. Há, ainda, os concursos para fiscais de estados e municípios, conhecidos como concursos para ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e para ISS (Imposto sobre Serviços), que instigam nichos específicos, por se tratarem de conteúdos programáticos densos, mas que podem ser excelentes oportunidades. A área de apoio em tribunais e no Ministério Público também promete ser uma das mais promissoras em 2020.

Quais são as dicas de preparação para quem quer começar o ano estudando?

Para quem já está no mundo dos concursos, mas ainda não conseguiu sua aprovação/nomeação, a dica é começar o ano fazendo uma análise sincera de tudo que estudou ao longo de 2019. Tente mapear seus pontos fracos, registrando, em cada disciplina, quais assuntos foram mais problemáticos e quais os mais exitosos. Com esses dados, priorize o estudo dos pontos fracos, fazendo mini revisões periódicas dos pontos fortes. Não se esqueça, também, de incluir um número de questões cada vez maior. Estude com as questões, pois elas são o maior direcionamento dos pontos que são abordados nos concursos.

Para quem vai ingressar neste universo agora? O que fazer?

Sem sombra de dúvidas, a aprovação em concurso público depende muito de “planejamento”. Essa é a palavra-chave. Um bom plano de estudos, com a definição de uma rotina, é essencial. Não importa tanto a quantidade de horas, mas sim a qualidade do estudo. A melhor forma para ter um planejamento de sucesso é a sinceridade. Não adianta criar um plano impossível de ser cumprido. Isso gera frustração. Seja realista. Comece analisando as matérias cobradas em concursos anteriores da sua possível área de afinidade. Na sequência, procure um material (videoaula e/ou por escrito) de qualidade. Daí em diante, tenha muita disciplina.

ÍNDIA VAI IMPORTAR MATERIAL GENÉTICO DE RAÇAS ZEBUÍNAS MELHORADAS NO BRASIL

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Os chefes de P&D e TT da embrapa Gado de Leite (Juíz de Fora, MG), Pedro Arcuri e Bruno Carvalho, estiveram em Brasília (DF) a pedido do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa),  no dia 16/12, para auxiliar nas tratativas dos entendimentos da National Dairy Development Board (NDBB), órgão do Ministério da Agricultura da Índia, com o governo brasileiro, com vistas à importação de material genético (sêmen e embriões) e, eventualmente, animais das raças zebuínas leiteiras originárias daquele país, Gir e Guzerá, melhoradas no Brasil. “A iniciativa é um indicativo de excelência do trabalho realizado no Brasil, da qual a Embrapa Gado de Leite é ponta de lança desde o início do programa de melhoramento, iniciado em 1985”, comentou Arcuri.

Na sexta-feira, um diretor da NDDB e um gerente técnico da área de melhoramento animal estiveram reunidos na Unidade para conhecer melhor os programas de melhoramento, os protocolos sanitários e de reprodução e se certificarem das possibilidades de entendimentos. Na oportunidade, os pesquisadores da área, Frank Bruneli (coordenador do programa de melhoramento genético da raça Guzerá) Naiara Saraiva e Luiz Gustavo Siqueira participaram do encontro. O pesquisador Luiz Sergio Camargo, que está regressado das atividades como cientista visitante, aproveitou a visita e encontrou-se com os colegas indianos, com quem havia trabalhado quando realizou missão na Índia.

Arucri lembrou que o intercâmbio com a NDDB começou em 2016, quando foram realizadas visitas técnicas de pesquisadores à Índia por solicitação da instituição indiana. Passaram por lá Marcos Vinícius, Bruno Carvalho, Luiz Sérgio e Luiz Gustavo Siqueira. A Unidade também recebeu técnicos da NDDB para treinamento em 2017 e 2018. Ao longo da Semana, a comitiva indiana também visitará propriedades associadas aos programas de melhoramento e outras instituições brasileiras.

O chefe de TT reforça que a Embrapa não participa da parte comercial, mas como coordenadora dos programas de melhoramento genético de Gir e Guzerá, a Unidade presta todos os esclarecimentos necessários para a concretização do acordo entre os governos. A reunião desta segunda-feira no MAPA  envolveu os departamentos de saúde animal e de temas técnicos sanitários e fitossanitários, além de representantes da Associação Brasileira de Criadores de Zebu (ABCZ).

Agência Brasil explica: saiba como se inscrever no Fies 2020

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Criado em 2001, o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) é um programa do Ministério da Educação que tem como objetivo financiar, com juro real zero, no mínimo 50% da mensalidade em cursos de universidades particulares para estudantes de baixa renda. Em 2020, a oferta do programa é de 100 mil vagas.

Assim como no ano passado, neste ano o Fies terá uma edição em cada semestre. No primeiro semestre de 2020, as inscrições, que são gratuitas, ficarão abertas de 5 de fevereiro até as 23h59 de 12 de fevereiro. Os interessados devem acessar o site do programa e fazer um cadastro vinculado ao seu CPF.

Pode se candidatar o estudante de família com renda familiar bruta mensal de até três salários mínimos e que tenha realizado qualquer edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) desde 2010, desde que tenha obtido ao menos 450 pontos de nota média. O candidato também não pode ter zerado a redação.

Os bolsistas parciais do Programa Universidade para Todos (ProUni), ou seja, aqueles que têm bolsa de 50% da mensalidade, também podem participar do processo seletivo do Fies e financiar a parte da mensalidade não coberta pela bolsa.

Pelo calendário do MEC, o resultado da primeira pré-seleção do Fies será divulgado em 26 de fevereiro. Quem não for pré-selecionado ainda pode ter uma segunda chance, ficando em uma lista de espera para o caso de algum pré-selecionado não confirmar sua inscrição.

A classificação é feita com base na nota do Enem, sendo dada preferência a quem nunca cursou nenhum curso superior. O candidato pode selecionar até três cursos de seu interesse que tenham vagas no Fies.

P-Fies

Numa outra modalidade, chamada de P-Fies, pode se inscrever o estudante que tenha renda familiar bruta mensal um pouco maior, de até cinco salários mínimos.

Nesse caso, as condições do financiamento, a juros mais baixos, são negociadas com algum agente financeiro que fica responsável pelo contrato.

Para se inscrever no P-Fies no primeiro semestre de 2020, o estudante ainda precisa atender aos mesmos critérios do Fies juro zero: nota mínima de 450 pontos nas provas do Enem e não ter zerado a redação.

A partir do segundo semestre de 2020, porém, poderão se inscrever no P-Fies qualquer estudante, sem a exigência de realização do Enem ou limite de renda familiar. As mudanças no programa foram anunciadas em dezembro pelo MEC.

Inscrição,  Fies, educação

Vagas

São contemplados no Fies somente cursos no formato presencial. O programa não financia cursos no formado ensino à distância (EaD).

Mesmo no formato presencial, a oferta de vagas obedece a critérios estabelecidos pelo MEC, sendo priorizados, com 60% das oportunidades, cursos nas áreas de saúde, engenharia, computação e pedagogia.

Há também uma priorização de mesorregiões com Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) mais baixo, como Nordeste e Norte.

É previsto também um número maior de vagas no Fies para cursos com melhor avaliação segundo o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes): 35% para cursos com conceito 5; 30% para os com conceito 4; 25% com conceito 3; e 10% para cursos recém-autorizados.

Pagamento

Tanto no Fies Juro Zero como no P-Fies, o estudante só começa a pagar a dívida contraída depois que se formar, na forma do contrato. A parcela devida é descontada na fonte.

Caso ainda não tenha emprego e renda formal, o financiamento será quitado em prestações mensais equivalentes ao pagamento mínimo, na forma do regulamento do CG-Fies.

Durante o curso, o estudante deve pagar apenas a parcela da mensalidade não incluída no financiamento e encargos operacionais ligados ao contrato, bem como um seguro de vida.

Cronograma de inscrição do Fies 2020

Após a complementação da inscrição, o pré-selecionado no Fies e P-Fies tem prazo de cinco dias para comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino para análise de documentação.

A partir do terceiro dia útil imediatamente subsequente à data da validação da inscrição pela CPSA, o candidato selecionado tem 10 dias úteis para comparecer ao agente financeiro parceiro para apresentar a documentação exigida e formalizar a contratação do financiamento.

HEMOFILIA: conheça doença que afeta quase exclusivamente homens

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No dia 4 de janeiro é comemorado o Dia do Hemofílico no Brasil. A data tem como objetivo conscientizar a população brasileira sobre essa doença rara. Atualmente, existem 12.983 pacientes com hemofilia A e B cadastrados no Brasil. De acordo com dados da World Federation of Hemophilia, esta é a quarta maior população mundial de pacientes com a doença. No Brasil, o tratamento das hemofilias é realizado praticamente de forma exclusiva pelo SUS, que oferece uma linha de cuidado para tratamento e prevenção de complicações em diversas modalidades a todos os pacientes brasileiros acometidos pela doença.

O Ministério da Saúde garante aos portadores da hemofilia o medicamento Fator VIII Recombinante, direcionado ao tratamento da hemofilia A tipo mais predominante no país. Em 2019, a pasta adquiriu 720 milhões de unidades de medicamentos previstos no tratamento de doenças hemorrágicas hereditárias a um custo de R$ 1,3 bilhão. Os medicamentos compõem a linha de cuidado para tratar a doença e prevenir suas complicações.

Uma rede de 32 hemocentros em todas as regiões do país conta com o sistema Hemovida, que dispõe de uma base nacional para o cadastro de pacientes, inserção de dados clínicos, informações sobre o tratamento, registro de aplicações, além do controle de estoque de medicamentos.

NOVO TRATAMENTO PARA HEMOFILIA

Uma das grandes conquistas de 2019 para pacientes hemofílicos foi a incorporação do medicamento Hemcibra® (emicizumabe) para o tratamento de indivíduos com hemofilia A e inibidores ao Fator VIII refratários ao tratamento de imunotolerância. A incorporação ocorreu após recomendação publicada em relatório da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único em Saúde (CONITEC) sobre essa tecnologia.

Após publicação da portaria de incorporação, que ocorreu em novembro, o SUS tem até 180 dias para ofertar o tratamento. A incorporação de emicizumabe amplia as opções de tratamento para pessoas que convivem com a hemofilia, proporcionando qualidade e de vida e a possibilidade de viverem novas experiências.

Além do novo tratamento, diversas iniciativas foram realizadas nos últimos anos para melhorar a qualidade de vida dos pacientes, como: ações de incremento ao diagnóstico, monitoramento e avaliação, vigilância epidemiológica, tratamento domiciliar, profilaxia para hemofilia grave, tratamento de imunotolerância para pacientes que desenvolveram aloanticorpos contra o fator infundido, dentre outras. Com a estratégia das profilaxias adotadas pelo Brasil verificou-se uma queda dos episódios de sangramento espontâneos, por volta de 10% ao ano.

https://youtu.be/smhIwRqHY6s

O QUE É HEMOFILIA?

As hemofilias são distúrbios genéticos e hereditários que acometem quase que exclusivamente os homens. Elas comprometem a capacidade do corpo de coagular o sangue, tão necessária para interromper as hemorragias. Isso acontece quando há ausência de proteínas, substâncias que, dentre inúmeras funções, ajudam na coagulação. Quando uma pessoa corta alguma parte do corpo e começa a sangrar, são as proteínas que entram em ação para estancar o sangramento. Esse processo é chamado de coagulação. As pessoas portadoras de hemofilia, não possuem essas proteínas e sangram mais.

A hemofilia do tipo A, por exemplo, decorre da falta do Fator VIII da coagulação e acomete 1 a cada 10 mil homens nascidos vivos. A hemofilia do tipo B decorre da falta do Fator IX da coagulação e acomete 1 a cada 50 mil homens nascidos vivos.

A hemofilia ainda não tem cura e seu tratamento é feito através da reposição do fator de coagulação deficiente, através da infusão endovenosa dos concentrados de fator deficiente (VIII, na hemofilia A ou IX, na hemofilia B), que tem como objetivo prevenir e tratar as hemorragias.

Por Roberto Chamorro e Amanda Mendes, da Agência Saúde
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(61) 3315-2351 / 3580

Ano bissexto: nascimento no dia 29 exige registro na data certa

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Independente de ser um ano bom ou ruim, 2020 vai demorar mais a passar. O ano é bissexto, tem 366 dias, o dia 29 de fevereiro a mais, excepcionalmente. Um fenômeno que ocorre, de quatro em quatro anos, pela quingentésima quarta (504ª) vez na Era Cristã, mas ainda provoca curiosidade, causa brincadeiras e vira pauta de matéria.

O ano bissexto foi criado pelos romanos na época do imperador Júlio César para adequar o calendário ao tempo que a Terra leva para dar uma volta completa em torno do Sol. A translação (volta ao redor do Sol) não é feita em exatos 365 dias, mas sim em 365 dias, cinco horas, 48 minutos e 46 segundos. Essa fração de tempo é arredondada para seis horas e é compensada no ano bissexto, já que seis horas, em quatro anos, são 24 horas, ou seja, mais um dia.

“Um dia a mais é uma compensação humana para as exigências da natureza, relativa ao movimento de translação da Terra que produz as estações do ano. Convencionou-se o acréscimo de um dia ao mês de fevereiro, sendo o 29º dia, auge do inverno no Hemisfério Norte e do verão no Hemisfério Sul”, explica a jornalista e astróloga Aline Macari que mantém site na internet [http://www.aastrologa.com.br/] para falar de signos, mitologias e até analise junguiana.

Segundo ela, a década que se inicia com a repetição de dois números (2020) num ano bissexto aumenta a mística e torna o ano “ainda mais exótico”, mas não merece predições negativas. “O ano contendo 366 dias pode ser, para alguns, sinal de mau agouro, por terminar em 66, faltando apenas mais um 6 para que se tenha o número da chamada besta: 666. Uma tolice sem tamanho que não corresponde nem à realidade ao nosso redor, nem à realidade psíquica profunda, a não ser que queiramos reviver as nossas mais obscuras e inúteis superstições”, critica.

Aniversário em 29/2

A astróloga assinala que é “curioso imaginar que diante de tais ajustes [de calendário] podemos ter mais aniversários e acontecimentos piscianos neste ano e a sua supressão nos demais”. A data de 29 de fevereiro sempre mereceu brincadeiras de amigos e familiares do veterinário brasiliense Otaviano Pietricovsky de Oliveira, 55 anos. “Tive meu primeiro filho com 28 anos. Ele dizia que foi com sete anos. E a partir de um determinado momento, falava que ia ficar mais velho que eu”, conta. A brincadeira do filho era dividir a idade do pai por quatro, visto que a data só entra na “folhinha” a cada quatro anos.

Também de zombaria, os colegas de infância da auxiliar de enfermagem Vilma Mattos Sousa, gostavam de dizer: “a gente tem a data na folhinha, mas você não tem”, recorda-se hoje com 59 anos e moradora em São Vicente (SP). Com passar dos anos, as brincadeiras vinham nos cartões de aniversário. “Eu recebia cartão escrito ‘28 ou 29 de fevereiro’ na data. Sempre levei isso na esportiva”.

“Eu lembro ter chorado e falado para a minha mãe que meus amigos iam me ultrapassar”, conta o argentino Miguel Ángel Gómez, 43 anos, casado com uma brasileira na província de Santa Fé (Argentina). Sem nenhum trauma infantil, Miguel tirou proveito, na vida adulta, de nascer em um dia que na maioria das vezes não está no calendário. “Quando não tem [o dia 29] e dava para fazer mais festa, comemorava dois dias: a noite do 28 e no dia 1º, e recebia presentes a semana toda.”

Signo e lei

Miguel, Vilma e Otaviano e todos os nascidos em 29 de fevereiro são do signo de Peixes. De acordo com a astróloga Aline Macari, o signo “guarda em si a narrativa do final, sendo o signo relacionado ao auge da evolução espiritual, ao fim da vida física, à velhice, sabedoria, a morte, o desencarne ou a conclusão de outros ciclos, como o término de um relacionamento ou mesmo de um projeto profissional. Se a vida dos piscianos já tem qualquer coisa de fantástica, uma vez que são regidos por Netuno, o deus das profundezas inconscientes, nascer no dia 29 de fevereiro contribui para mais uma informação sui generis a respeito do sujeito”.

Apesar de 29 de fevereiro ser mais episódico que os demais dias do calendário, as pessoas nascidas nesta data devem ter o dia exato na certidão de nascimento, feita a partir da Declaração de Nascido Vivo (DNV), emitida por profissional de saúde responsável pelo acompanhamento da gestação, do parto ou do recém-nascido, inscrito no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES ou no respectivo Conselho profissional.

Conforme a Lei nº 12.662/2012, a DNV deverá conter nome e prenome do indivíduo; sexo, dia, mês, ano, hora e município de nascimento. “Se a data for alterada é falsidade ideológica”, informa Paulo Henrique de Araújo, diretor de registro civil da Associação dos Notários e Registradores do Distrito Federal.

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