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terça-feira, abril 28, 2026
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Veja como atualizar o eSocial com novo valor do salário mínimo

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O salário mínimo sofreu reajuste no último dia 1º de janeiro e passou a valer R$1.039,00. Com isso, os empregados domésticos que recebem salário mínimo deverão ter seus contratos de trabalho alterados no eSocial para fazer constar o novo valor segundo informações do Portal eSocial. A alteração de salário não é feita automaticamente pelo sistema, devendo ser realizada pelo empregador, antes de encerrar a folha do mês.

O novo valor deverá ser pago até o quinto dia útil de fevereiro de 2020, quando se paga o salário referente ao mês de janeiro. Nenhum empregado doméstico pode receber menos que o salário mínimo determinado pelo governo federal, mas é permitido que os estados determinem valores maiores para o mínimo de cada unidade da federação.

Para os empregados que recebem salário superior ao mínimo, o reajuste deverá seguir o estipulado entre empregador e empregado no contrato de trabalho. Assim, poderá se dar em outra data e com outro percentual.

Nos casos de férias, o empregador deverá primeiramente fazer a alteração salarial e, só então, registrar as férias, para que os novos valores sejam considerados no recibo e na folha de pagamento.

Salário-família

A Emenda Constitucional 103, promulgada em 12 de novembro de 2019, promoveu alteração no valor da cota do salário-família que passou a ser R$ 46,54 (quarenta e seis reais e cinquenta e quatro centavos) para os trabalhadores que têm renda bruta mensal igual ou inferior a R$ 1.364,43 (mil, trezentos e sessenta e quatro reais e quarenta e três centavos).

Veja o passo a passo da alteração no eSocial

  1. Selecione “Gestão dos Empregados”, no menu Trabalhador, do eSocial;
  2. Clique em “Nome do trabalhador”
  3. Clique em “Dados Contratuais”
  4. Clicar em “Reajustar Salário”
  5. Informe o novo valor do salário mínimo e a data do início da alteração (01/01/2020)
  6. Salve as alterações

Ken humano assume transexualidade: “Queria ser a Barbie”

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O brasileiro Rodrigo Alves, conhecido no País e internacionalmente como Ken humano, assumiu neste domingo, 5, que é uma mulher transexual. Dessa forma, embora tenha nascido com o sexo biológico masculino, a partir de agora se apresenta no feminino, com aparência feminina e pode ser tratado neste gênero.

No perfil dela no Instagram, as fotos antigas foram excluídas, permanecendo apenas as que foram publicadas desde sábado 4. Nas imagens, ela mostra e fala sobre o processo de transição.

“Em 2018, eu fiz meu primeiro ensaio fotográfico vestido de mulher. Aquela experiência me fez perceber que isso era o que eu sempre signifiquei para mim: uma mulher”, disse em uma das publicações.

Este 5 de janeiro de 2020, para ela, é o dia do próprio “renascimento”. “Fico muito feliz em poder dividir um pouco da minha vida com vocês! Agradeço a Deus pela família e amigos maravilhosos na minha vida. Isso só é um começo de uma nova vida”, escreveu e, em outra foto, agradeceu a todos que a apoiaram ao longo da transição.

Rodrigo Alves disse ainda que precisou de “muita coragem” para se revelar como mulher transexual. “Pelos últimos oito anos da minha vida, eu tenho sido conhecida como o boneco Ken da vida real, mas na verdade eu queria ser a Barbie”, afirmou.

No sábado, a brasileira falou sobre um dos processos estéticos pelos quais passou recentemente. Em uma foto ao lado do cirurgião Serkan Balta, ela disse que estava “muito satisfeita com a remoção do meu ‘tanquinho’ falso” (gomos musculosos do abdome). “Viver com aquele abdome falso estava me causando muita disforia, não combinava com o que eu realmente sou por dentro.”

Em uma das publicações, Rodrigo Alves falou que sofria “muito bullying” na escola, não apenas pela aparência que era diferente da de outros meninos, mas porque era feminina. “Eu tenho pensamentos femininos, eu penso como uma mulher, eu ajo como uma mulher”, afirmou.

Ainda em uma foto publicada no sábado, ela falou sobre os julgamentos que recebe. “As pessoas julgam o próximo por ignorância e falta de instrução e conhecimento. Eu, graças a Deus, como uma pessoa evoluída e abençoada, não dou importância a comentários maldosos, tais comentários serão deletados e bloqueados.”

Bolsonaro: decisão sobre taxação de energia solar cabe à Aneel

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O presidente Jair Bolsonaro usou as redes sociais para informar que a decisão sobre a taxação da energia solar é de responsabilidade da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), ainda que a posição do governo seja contrária. Bolsonaro diz ainda que posição similar têm os presidentes da Câmara e do Senado.

“No que depender de nós, não haverá taxação da energia solar. E ponto final. Ninguém fala no governo, a não ser eu, sobre essa questão. Não me interessam pareceres de secretários ou de quem for. A intenção do governo é não taxar”, disse Bolsonaro pouco antes de responsabilizar a Aneel caso a taxa venha a ser cobrada.

“Que fique bem claro que quem decide esta questão é a Aneel, uma agência autônoma na qual seus integrantes têm mandato. Não tenho qualquer ingerência sobre eles. A decisão é deles. Nós do governo não discutiremos mais esse assunto, e ponto final”, acrescentou.

Em um outro post, Bolsonaro diz que tanto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, quanto o do Senado, Davi Alcolumbre, manifestaram interesse em definir regime de urgência para o projeto de lei que proíbe a taxação.

“Acabei de conversar com Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre sobre a taxação da energia solar proposta pela Aneel. O presidente da Câmara porá em votação projeto de lei, em regime de urgência, proibindo a taxação da energia gerada por radiação solar. O mesmo fará o presidente do Senado. Caso encerrado”, afirma.

Moro tem 33% de alta confiança, e Lula, 30%, aponta Datafolha

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Pesquisa Datafolha publicada neste domingo (5) pelo Jornal “Folha de S. Paulo” mostra que o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, tem o maior índice de confiança entre 12 figuras do cenário político pesquisadas.

A pesquisa mostra que 33% dos entrevistados têm alta confiança em Moro, 23% dizem ter média confiança, e 42%, baixa confiança.

O ex-presidente Lula tem 30% de alta confiança, 16% de média e 53% de baixa.

Apesar de empatar dentro da margem de erro com o ex-juiz no quesito alta confiança, o Datafolha considera que o ex-presidente fica em segundo lugar entre as 12 figuras por ter índices piores de média e baixa confiabilidade.

O instituto pediu que os entrevistados dissessem, em uma escala de 0 a 10, qual o nível de confiança que tinham em cada um dos integrantes da lista. As notas até 5 são consideradas baixo índice de confiança, de 6 a 8, médio, e 9 e 10, alto. O índice leva em conta as notas atribuídas por aqueles que dizem conhecer a personalidade em questão.

O levantamento do Datafolha ouviu 2.948 pessoas em 5 e 6 de dezembro em 176 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%.

Na sequência, estão empatados na margem de erro o presidente Jair Bolsonaro, com 22% de alta confiança, 22% de média e de 55% baixa; e Luciano Huck, com 21% de alta, 22% média e 55% baixa.

Como a falta de tempo pode levar a decisões erradas

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Veja se isto lhe soa familiar: você passa o dia de trabalho sob pressão para cumprir prazos, corre de uma reunião para a outra e distribui e-mails, sempre ocupado, resoluto e um pouco sem fôlego. E, no fim do dia, percebe, com decepção, que sequer começou aquele grande projeto que deveria estar tocando.

O resultado é que você acaba levando trabalho para casa, ou decide não levar, mas se sente culpado por isso.

De qualquer modo, é o trabalho invadindo o restante da sua vida, roubando-lhe tempo e espaço mental que deveria estar alocado para família, descanso ou lazer — e deixando-o exausto e um pouco ressentido. Você decide que amanhã será diferente. Mas, quando a manhã chega, você se depara com a mesma realidade do dia anterior.

Esse é um padrão que Antonia Violante tem visto em diversos ambientes corporativos que ela estuda nos Estados Unidos, para seu projeto voltado a busca do equilíbrio entre vidas profissional e pessoal.

Cientistas comportamentais e pesquisadores como ela chamam isso de “tunnelling”, ou, em tradução livre, “viver em um túnel”. Quando estamos estressados ou sob pressão, diz Violante, nossa atenção e cognição se estreitam, como se estivéssemos em um túnel.

Pode ser algo útil, que nos ajuda a hiper-focar na tarefa diante de nós.

Mas o “tunnelling” tem um lado negativo: quando o tempo é escasso e ficamos com o modo pânico ligado, pode ser que nossa capacidade de foco fique limitada apenas às tarefas imediatas diante de nós, geralmente de baixo valor, em vez da atenção em projetos maiores, estratégicos e de longo alcance que, por sinal, nos ajudariam a ficar fora do túnel. “Vemos que as pessoas acabam no ‘tunnelling’ pelas coisas erradas”, afirma Violante.

Nosso cérebro naturalmente busca novidades e adora ser alertado para novas mensagens que chegam na caixa de entrada, embora isso sugue nossa produtividade — Foto: Getty Images

Por que os e-mails oferecem uma falsa recompensa

Os e-mails certamente estão nessa categoria. Para Violante (que trabalha na ideas42, uma ONG com escritórios nos EUA e na Índia que usa ciência comportamental para resolver problemas do mundo corporativo), checar os e-mails acaba se tornando um hábito viciante, uma vez que nosso cérebro naturalmente busca novidades — sendo assim, ele adora ser alertado para novas mensagens que chegam na caixa de entrada.

Além disso, humanos gostam de se sentir ocupados e produtivos. Combine escassez de tempo com a sensação de novidade e nosso vício em estar ocupado, e fica claro como acabamos focando o tempo e a atenção em o que quer que esteja diante de nós — o que, nos dias atuais, costuma ser e-mails.

Pessoas que gostam de estar ocupadas têm tanta aversão à inatividade que, segundo identificou um estudo, preferem dar a si mesmas choques elétricos do que ficar sem nada para fazer.

“É fácil ser sugado para a tentativa de estar sempre em dia com sua caixa de e-mails”, prossegue Violante. “Isso nos permite estar ocupados, o que causa uma sensação boa. Mas leva a uma falsa recompensa.” Por exemplo, confundir estar ocupado com ser produtivo.

Para sair desse tipo específico de túnel, Violante sugere tentar definir horários específicos para checar mensagens. Essa ideia, que Violante usa para si mesma, é baseada em uma pesquisa que identificou que fumantes autorizados a fumar em determinados intervalos tinham mais sucesso em parar de fumar do que com outros métodos. O motivo, resumiram os pesquisadores, é que determinar horários dava aos fumantes prática e autoconfiança em passar períodos sem fumar, além de quebrar associações habituais que os fumantes fazem com o cigarro.

Reação semelhante ocorre com o e-mail: um estudo de 2015 identificou que pessoas que checam seu e-mail em horários determinados se sentem mais felizes e menos estressados do que aqueles que checam constantemente — que é o caso de muitos de nós, que chegamos a passar cinco horas por dia lendo e respondendo mensagens.

Estudo com cortadores de cana na Índia ajudou a entender por que pessoas pobres tomam decisões ruins com seu dinheiro. — Foto: Getty Images

Violante sugere também que equipes profissionais estabeleçam protocolos para quando se espera que uma mensagem seja respondida e limite-se a mandá-las apenas durante o expediente.

Para preservar espaço mental, ela recomenda uma mudança de mentalidade perante as mensagens. “Não se trata de ter literalmente zero e-mails na sua caixa de entrada, mas não ter ambiguidade quanto a o que está lá e ter um plano para o que for mais importante de se responder”, explica. Mas Violante reconhece que não é fácil. “Até mesmo cientistas comportamentais têm vício em e-mail.”

Como a escassez faz o espaço mental encolher

O conceito de escassez e “tunnelling” foram inicialmente descritos em pesquisas comportamentais relacionadas à pobreza.

Anandi Mani, professora de economia comportamental na Escola Blavatnik de Governo de Oxford, e seus colegas queriam entender o que levava pessoas pobres a fazer escolhas ruins com seu dinheiro, como tomar empréstimos a altas taxas de juros ou jogar na loteria.

Eles estudaram coletores de cana-de-açúcar na Índia e aplicaram-lhes exames cognitivos, tanto quando recebiam seu pagamento, logo depois da colheita, como meses mais tarde, quando o dinheiro estava escasso. Os pesquisadores descobriram que a escassez em si criava um fardo tão grande no espaço mental que o QI dos agricultores caía 13 pontos entre o período de bonança e o de pouco dinheiro.

“Existe um paralelo direto entre escassez de dinheiro e escassez de tempo”, diz Mani. “Com dinheiro (em mãos), fazemos o que é urgente — pagamos esta conta, tentamos fazer o orçamento dar certo, mesmo sabendo que é mais importante usar o tempo para ser um bom pai ou conversar com sua mãe. No trabalho, é a mesma coisa. Somos capturados por o que é que esteja na nossa frente, e não nos damos o espaço ou a introspecção para pensar no que pode ser mais pleno de significado.”

Para escapar desse túnel de escassez de tempo, Mani sugere primeiro ter consciência da situação. Se possível, você pode tentar aliviar sua carga de trabalho ou dividi-la ao longo do tempo, assim como, segundo pesquisas, transferências de renda em momentos críticos ajudaria famílias em situação de volatilidade a evitar a pobreza durante os períodos de escassez financeira.

Depois, combine com os demais criar e por em prática normas a respeito de intervalos a serem respeitados — no trabalho, durante a semana e no fim de semana.

“As velhas regras — não trabalhar no Sabbath (dia sagrado para os judeus) — de criar descanso forçado em nossas agendas têm valor real”, diz Mani. Ela mesma tem tentado dedicar 15 minutos diários de sua manhã à meditação. “Isso tem me tornado mais alerta durante o dia”, ela conta.

“Sinceramente, estudar isso tem me forçado a fazer muita introspecção.”

Pense em sua agenda menos como uma despensa onde cabe tudo, e mais como uma galeria de arte, onde existe uma curadoria. — Foto: Getty Images

Planeje seu tempo com mais cuidado

Anuj Shah, professor de ciência comportamental na Universidade de Chicago, afirma que a escassez leva à criação de uma mentalidade própria.

Sua pesquisa, em que participantes jogavam jogos online e ficavam “ricos” ou “pobres”, teve resultados surpreendentes. Os que eram “pobres” ficavam, na verdade, mais cuidadosos com seus recursos.

Mas, como a escassez reduzia seu espaço mental, eles ficavam tão focados no jogo que não conseguiam elaborar estratégias para o futuro e faziam escolhas desastrosas, como tomar empréstimos a juros exorbitantes com altos custos posteriores.

Assim, para evitar o “tunnelling” por motivos errados ou negligenciar tarefas importantes que parecem menos urgentes no momento, mas trarão mais dividendos no longo prazo, Shah diz que as pessoas precisam reconhecer que tempo e espaço mental são recursos limitados.

Por exemplo, ele diz, quando olhamos nossa agenda para daqui a seis meses, ela provavelmente estará livre. Por isso, talvez fiquemos tentados a agendar muitos compromissos, que levará a escassez de tempo e “tunnelling” no futuro. “Mas sabemos que, em seis meses, aquela semana será muito parecida à semana atual, que é bastante ocupada”, pondera Shah. “Então precisamos pensar: ‘como vou encaixar isso nesta semana? Do que terei de abrir mão?’ Precisamos nos dar conta de que o tempo livre no futuro é uma ilusão.”

Ele próprio diz praticar isso.

Sendhil Mullainathan, colega de Shah, sugere pensar em nossas agendas menos como uma despensa onde podemos enfiar tudo, e mais como uma galeria de arte, onde decidimos o que é mais importante e como organizar isso, de forma a que tudo tenha seu lugar. Ele recomenda estabelecer sistemas de alerta que nos avisem quando começarmos a cair na armadilha da escassez.

“Quando já estamos com pouco tempo, já estamos em uma situação ruim”, diz Shah. “Mas se aprendermos a gerenciar o tempo com antecedência, podemos prevevir que isso ocorra no futuro.”

*Brigid Schulte é jornalista e autora de “Overwhelmed: Work, Love and Play when No One has the Time” (em tradução livre, “Sobrecarregado: trabalho, amor e lazer quando ninguém tem tempo”) e diretora do Laboratório de Vida Melhor no centro de estudos New America

‘Rei do atum’ paga US$ 1,8 milhão por exemplar de 276 kg no Japão

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Um empresário japonês especializado em sushi e apelidado de “o rei do atum” pagou US$ 1,8 milhão por um exemplar gigante no leilão de Ano Novo do principal mercado de peixe de Tóquio.

Kiyoshi Kimura, proprietário da rede de restaurantes Sushi Zanmai, pagou 193 milhões de ienes por um atum vermelho de 276 kg capturado na costa de Aomori (norte do Japão).

“Ele é o melhor”, disse Kimura a repórteres após o leilão que ocorreu antes do amanhecer. “Sim, é caro, não é? Quero que nossos clientes comam muito bem este ano também”, acrescentou.

Kimura tem o hábito de quebrar recordes no mercado de peixe de Tóquio, o que lhe permite aparecer regularmente na mídia nesta época do ano.

O tradicional leilão de Ano Novo é realizado desde 2019 no novo mercado de Toyosu. Instalado em um bairro remoto, substituiu o pitoresco mercado de Tsukiji, que era uma atração turística perto do centro da capital e que fechou em 2018.

Ponte de Abunã trará desenvolvimento para a região

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Contribuindo para sustentabilidade econômica e social da região Norte, beneficiando toda área territorial da Ponta do Abunã, a ponte em fase final de construção sobre o rio Madeira que deverá ser inaugurada pelo presidente Jair Bolsonaro, os governadores de Rondônia, Marcos Rocha e do Acre, Gladson Camelli em 2020, vai impulsionar o desenvolvimento transformando a paisagem de uma área com mais de 300 mil hectares de terras aptas para o cultivo de lavouras em larga escala.

No trecho de 160 quilômetros entre o rio Madeira às margens da BR 364, em direção a divisa com o Acre, ali 125 mil hectares de terras férteis, composta pelos distritos de Nova Califórnia, Vista Alegre do Abunã, Fortaleza do Abunã e Extrema com um rebanho bovino de aproximadamente 225 mil cabeças, onde no passado as áreas originais foram antropizadas e degradadas, com tecnologia moderna estão sendo recuperadas para o plantio de soja e milho.

Um estudo elaborado por técnicos da Embrapa revelam que as lavouras de soja e milho ajudam a recuperar áreas de pastagens mantendo o rebanho bovino integrado com o sistema de produção. Isso significa que o agronegócio moderno pode ser preservado com a floresta, as lavouras, a bovinocultura produzindo e gerando riquezas sem que um ocupe o espaço do outro.

Definido novo piso salarial do Comércio de Porto Velho

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Definido em R$1.170,00 o valor do novo piso salarial do Comércio de Porto Velho, acertado durante a primeira rodada de negociações da Convenção Coletiva de Trabalho 2020/2021, realizada no dia 30 de dezembro de 2019, entre o Sindicato dos Empregados no Comércio de Porto Velho – Sindecom, Fecomércio e seus sindicatos filiados. Já o valor acordado para empresas que possuem até 11 empregados e que aderiram ao Regime Especial de Piso Salarial – Repis será de R$1.075,00.

Para o presidente da Comissão de Negociação Coletiva de Trabalho e vice-presidente da Fecomércio, Gladstone Frota o resultado foi satisfatório e democrático. “Todos os anos temos esse compromisso com os nossos sindicatos patronais, empresários, sindicatos laborais e empregados do nosso comércio. Iniciamos 2020 com vontade de trabalhar ainda mais em defesa da classe empresarial e dos seus trabalhadores em nosso Estado”, afirmou Gladstone.

Buracos e lamaceiro impedem tráfego de veículos pequenos em parte da Estrada do Belmont em Porto Velho

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Uma das vias mais importantes para o escoamento de produtos em Porto Velho, a Estrada do Belmont tem se apresentado como um desafio para motoristas de caminhões e carretas que precisam passar pelo local para chegar a diversos portos. Para veículos de passeio, o tráfego é impossível em alguns trechos.

Com o período chuvoso, a poeira que é comum na via se transformou em lama. Os diversos buracos atrasam os trabalhos de quem transporta cargas na região e apresentam riscos para os moradores e motoristas.

Na estrada, estão instaladas 26 empresas com capacidade de geração de cerca de R$ 80 milhões em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

A Secretara de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric) confirmou que a passagem para carros e motocicletas está comprometida e que, por meio da Defesa Civil, solicitou que a Infraero liberasse um trecho de uma estrada que fica próxima ao local para que os veículos possam circular com menos dificuldade.

Esse acesso alternativo é o mesmo utilizado em 2019, quando foi quebrada a parte de um muro de uma das vias que passam por dentro do bairro Nacional e tem ligação com a Estrada do Belmont.

Segundo a secretaria, a abertura do trecho está previsto para a próxima terça-feira (7). A Semagric ainda afirmou que a responsabilidade de gestão da estrada não é da prefeitura e sim do Departamento de Estradas de Rodagem (DER).

Por sua vez, o Governo do Estado de Rondônia rebateu e disse que, em 2019, o DER realizou cuidados paliativos na estrada, mas que a responsabilidade continua sendo da prefeitura de Porto Velho.

Ainda não há uma solução definitiva apresentada pela prefeitura ou Estado para a situação da Estrada do Belmont, além dos trabalhos paliativos que são realizados na via.

Prazo para inscrições da chamada escolar em Ariquemes, RO, encerra dia 10 de janeiro

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O fornecimento de energia elétrica pode ser interrompido temporariamente em algumas localidades de Porto Velho e em outros nove municípios de Rondônia a partir da próxima segunda-feira (6).

De acordo com a Energisa, o desligamento programado é necessário para cumprir o cronograma de obras de manutenção da rede elétrica no estado.

Confira abaixo os locais onde o fornecimento de energia será suspenso entre os dias 6 e 11 de janeiro:

06/01

Nova União

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Rua Flora de Rondônia – Bairro Centro

Porto Velho

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: Rua Jacy Paraná, entre Getúlio Vargas e João Goulart

Porto Velho

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Rua Estela com Rua Alba / Rua Ana Nery / Rua Rio de Janeiro, próximo ao Trevo do Roque

Nova Mamoré – Nova Dimensão

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: Linha 28 B km 05

Nova Mamoré – Nova Dimensão

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: BR-421 Linha 27 B, Km 03, Porte 17

Porto Velho – Nova Mutum Paraná

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: BR-364 – Após a UHE Jirau, englobando todo o setor rural

Mirante da Serra

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: Av. Jorge Teixeira – Centro

Mirante da Serra

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Rua Monteiro Lobato / Rua Barbara Fuzari / Rua C. Nogueira

Ji-Paraná

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Rua Menezes Filho / Bairro São Bernardo

07/01

Porto Velho

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: RD BR-421 linha 25 B km 15,5

Porto Velho

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Rua Piramutaba, entre a Rua Piaui e BR-364

Teixeiropólis

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Linha 37 à Linha 36

Mirante da Serra

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Av. Dos Imigrantes, bairro Centro

08/01

Porto Velho

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: Rua Rio Madeira, próximo ao Jardim das Oliveiras

Porto Velho

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Linha C01 – Joana D’Ark

Guajará-Mirim

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: Av. Candido Rondon, Rua Madeira Mamoré, Rua 12 de Julho e proximidades

Guajará-Mirim

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Rua 12 de Outubro, entre Avenida Candido Rondon e Av. Firmo Matos

Jaru

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Linha 630 km 27

Rio Crespo

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: Av. Afonso Gago

09/01

Cacoal

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Rodovia do Café e Av. Araçatuba

Porto Velho

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: Rua Princesa Isabel, entre rua Francisco Menezes e Rua Mané Garrincha

Porto Velho

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: BR-364, sentido Acre, próximo ao posto da PRF

Guajará-Mirim

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: Av. 10 de Abril com Mamoré

Guajará-Mirim

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Av. Nossa Senhora de Fátima, entre Av. Youssif Abchabky e Av. Miquel Hatzinaks

Ji-Paraná – Nova Londrina

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: Rua Eloy De Carvalho, Centro

Ji-Paraná – Nova Londrina

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Rua Getúlio Vargas com Rua Bahia

10/01

Porto Velho

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: Rua Turquia e Rua Portinari, entre Rua Lucia Carvalho e Rua Iranir Gadelha

Porto Velho

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Rua Reverência entre Teodoro Lopes e Eço Lopes

Guajará-Mirim

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Av. 07, entre Rua dos Pioneiros e Avenida dos Seringueiros

Jaru – Tarilândia

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: Rua Saulo Da Cunha, Centro

Ji-Paraná – Nova Londrina

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: Av. Tancredo Neves, Centro

11/01

Porto Velho

  • Horário: das 07h às 13h
  • Local: Rua Samaumeiras com Rua Madagascar

Porto Velho

  • Horário: das 13h às 19h
  • Local: Rua Benedito Inocêncio, entre Av. Mamoré e Rua Euzira Guedes / Av. Calama, entre as ruas José Bonifácio e Lauro Sodré
Direitos na abordagem policial são explicados por Dandila Taveres no RolimCast

Assista: Você sabe quais são os seus direitos na abordagem policial

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Advogada criminalista explica silêncio, flagrante, prisão preventiva e cuidados em momentos de abordagem
ciclofaixa em Nova União

Governo de Rondônia implanta ciclofaixa na RO-470 em Nova União

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Apostas seguem abertas até 20h e sorteio à noite pode pagar valor milionário a quem acertar as seis dezenas.
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PF faz operação de combate a crimes de exploração sexual infantil

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Ação cumpre mandados no país e integra ofensiva internacional contra crimes sexuais envolvendo menores.
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Comunidades ribeirinhas já sofrem impactos da cheia, e equipes municipais foram mobilizadas para resposta.