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domingo, abril 26, 2026
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Região de mineração entre Montegro e Ariquemes receberá projeto de desenvolvimento sustentável

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Uma empresa austríaca de cristais buscou o Governo de Rondônia, por meio da Superintendência de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), para viabilizar a criação de um modelo sustentável de desenvolvimento na região de Massangana, entre Ariquemes e Montenegro, local onde se encontra o principal fornecedor da matéria-prima utilizada pela empresa, como topázio e cassiterita.

A região, que fica cerca de 45 quilômetros do centro de Ariquemes, contém pequenos núcleos de extração mineral, geralmente familiares, que participam de uma cooperativa. Essa cooperativa paga pelo minério extraído e depois faz a venda para a empresa de cristais usar em seus produtos.

A preocupação da empresa, compartilhada com a Sedi, é com o destino dos trabalhadores e da comunidade local quando a atividade mineradora, que é finita, se esgotar. Por isto, o Centro de Estudos da Cultura e do Meio Ambiente da Amazônia (Rioterra) ficou responsável por elaborar um diagnóstico que será concluído até abril ou maio de 2020, segundo o centro, para propor alternativas econômicas de geração de renda.

Para Alexis Bastos, coordenador de Projetos do Centro de Estudos Rioterra, o estudo permitirá a melhoria das condições das pessoas da região. “A mineração acontece em muitas partes do Estado e cerca de 80% é manual, artesanal, podemos até chamar de garimpagem. Precisamos levar dignidade a estas pessoas por meio de ações sérias do poder público, do investimento privado e do terceiro setor”, conclui.

O superintendente de Sedi, Sérgio Gonçalves, aponta que a parceria com a Rioterra e com a empresa de cristais é importante para alinhar os esforços. “É de interesse da Sedi e do Governo que as atividades econômicas feitas em solo rondoniense tenham essa responsabilidade. Sabemos que a atividade mineradora traz impactos, e é vital que esses impactos sejam minimizados, não apenas na questão ambiental, mas também pensando nos trabalhadores e nas comunidades que se instalam em regiões de mineração”, explica Sérgio.

Bolsonaro institui o Dia do Rodeio, celebrado junto com o Dia dos Animais

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Em ato publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira 5, o presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que institui o Dia Nacional do Rodeio no Brasil todos os anos em 4 de outubro. A data escolhida é a mesma na qual é celebrado o Dia Mundial dos Animais, definido por conta da festa internacional de São Francisco de Assis – santo considerado padroeiro dos animais e do meio ambiente. O calendário oficial brasileiro também possui uma data própria para o “Dia Nacional dos Animais”, instituído em 14 de março.

O projeto para se criar um Dia do Rodeio no Brasil teve como relator no Senado o parlamentar Wellington Fagundes (PL-MT). Em outubro, quando aprovou a iniciativa no Congresso, Fagundes destacou a abrangência nacional da atividade, que, segundo ele, tem público “acima até do futebol”. O político frisou que os animais utilizados na prática “são tratados com todo cuidado e há acompanhamento especializado”.

À Agência Senado na época, o senador destacou que ocorrem mais de dois mil rodeios em todo o país, com público pagante de 24 milhões de pessoas, gerando emprego e movimentando economias locais.

O rodeio tem suas origens na pecuária extensiva praticada na Espanha e no Brasil há registros de competições já na década de 1940, na cidade paulista de Barretos, onde hoje é realizada anualmente a maior Festa do Peão da América Latina.

Em agosto deste ano, presente na festa de Barretos, Bolsonaro assinou decreto que estabeleceu padrões de bem-estar para animais utilizados em competições do tipo. Na ocasião, o presidente se disse “ao lado” de apoiadores de rodeios e vaquejadas e criticou grupos “do politicamente correto” que se opõem à prática.

Além do Dia Nacional do Rodeio, Bolsonaro também instituiu nesta quinta-feira o Dia Nacional da Filantropia – que será celebrado anualmente em 20 de outubro.

IDOSOS | Cras Irmã Dorothy realiza atividade ecológica em grupo

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O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Irmã Dorothy, da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), realizou na tarde de quarta-feira (5), com seu grupo de idosos Fruto das Oliveiras, o projeto ‘Agroecológico para idosos, no formato de mudas’, na chácara Oliveira, Estrada dos Periquitos, 2798, bairro Ulisses Guimarães.

O projeto consiste em ensinar aos idosos como cultivar mudas de plantas ornamentais e hortaliças em vasos feitos de garrafa pet. Nesse processo é ensinado como fazer da garrafa pet vasos; como preparar a terra para receber a muda e o processo de cultivar e mantê-la. É um projeto da acadêmica de Serviço Social Eliete que tem como supervisora de campo a assistente social Ana Maria Santiago do Cras Irmã Dorothy.

Depois de ministradas as orientações, foram doadas aos membros do grupo mudas de hortaliças como alface, cebolinha, coentro, manjericão, couve, pimenta de mesa, e também muda de flores como: lírios da paz e mini-ecsoria nas cores amarela, laranjada e vermelha.

“O contato com a terra e a manutenção de plantas causa efeitos terapêuticos, influencia na saúde física e mental e torna-se um hobby saudável e muito prazeroso”, explica a diretora do Cras, Simone Alessandra Davies.

A secretária adjunta da Semasf, Ana Maria Negreiros, esteve com idosos, levando o abraço e o incentivo do secretário Claudi Rocha e do prefeito Hildon Chaves.

Ela disse que a Semasf vem trabalhando para que os serviços aos idosos sejam prestados da melhor forma possível. “Essa é uma recomendação do nosso prefeito e estamos fazendo o possível para cumprir”, disse a secretária adjunta.

Ministra da Agricultura apoia à suspensão da vacina contra aftosa e Rondônia vê crescer perspectiva de mercados

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A suspensão da vacinação contra a febre aftosa abre a perspectiva de novos mercados para a carne bovina de Rondônia, com as atenções voltadas para as exportações para países europeus e asiáticos. O grande passo para o salto qualitativo na produção agropecuária do Estado foi anunciado no final da tarde de quarta-feira, 4, pelo governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, decretando juntamente como o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Laerte Gomes, o fim da vacinação do rebanho bovino, ou seja, reconhecendo o Estado como área livre da febre aftosa sem vacinação. O anúncio foi feito durante audiência pública realizada no Legislativo Estadual.

Antes de oficializar o fim da vacinação contra a febre aftosa, o governador fez uma ligação para a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), que pelo viva voz do telefone celular enalteceu todo o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Estado na questão de cumprir às determinações e ainda chancelou apoio para a suspensão da vacinação em Rondônia o que, consequentemente, vai abrir perspectivas de mercados, principalmente do Japão. “Rondônia pode ser o Estado piloto para buscar os mercados mais exigentes do mundo. Contem com o nosso apoio”, disse a ministra, que ouviu, direto do plenário da Assembleia Legislativa, aplausos de deputados, pecuaristas e outros convidados presentes à audiência.

Conforme auditoria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Estado, hoje, tem potencial para se tornar área livre de Febre Aftosa sem a vacinação. O anúncio foi feito no dia 21 de novembro, durante reunião do Bloco I, realizada no vizinho estado do Acre.

De acordo com o Mapa, a avaliação feita pelos auditores do Ministério, que estiveram em Rondônia no último mês de outubro, quando se constatou o investimento feito neste ano na Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron), para aquisição de veículos novos, barcos, implantação de videomonitoramento e construção e reforma das unidades locais (Ulsav) e de atendimento ao produtor, bem como o cumprimento das ações previstas no plano estratégico, capacita o Estado a suspender a vacinação.

Ao declarar aberta a audiência, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Laerte Gomes, entregou ao governador Marcos Rocha um documento assinado pelos deputados estaduais, apoiando a retirada da obrigatoriedade da vacina contra a febre aftosa no rebanho. No documento, os parlamentares ressaltam que a Assembleia Legislativa se manifesta oficialmente a favor de que o estado de Rondônia também promova adesão à suspensão. Sendo assim, o conjunto de parlamentares garantiu apoio irrestrito ao pronunciamento do governador declarando o fim da vacinação contra a febre aftosa em Rondônia.

O governador também enfatizou que serão ampliados os mecanismos de vigilância para que Rondônia mantenha o fortalecimento da economia. Todas as medidas vão ao encontro do Plano Estratégico lançado pelo Governo do Estado para o desenvolvimento econômico visando colocar Rondônia entre os estados mais competitivos do Brasil. Para isso, o Plano Estratégico já previa a garantia das certificações sanitárias necessárias à exportação dos principais produtos do Estado para Japão, China, Estados Unidos e países da Europa.

“Estaremos sempre com os produtores e a decisão de suspensão da vacinação contra a febre aftosa no nosso Estado será exemplo para o país e, com isso, dando um passo importante para alavancar a economia. Sabendo que essa decisão também é um modelo que o próprio governo federal deseja fazer em Rondônia. Estamos atentos a todas as ações da Idaron que está trabalhando muito bem, dando um show, e iremos reforçar as condições inclusive de aumentar a fiscalização.  Lembrando que a nossa carne bovina é reconhecida como uma das melhores do mundo”, disse otimista o governador Marcos Rocha prevendo que Rondônia, além de atender a demanda local, vai poder exportar para outros países da Europa que, inclusive, exigem a carne sem a vacinação.

Rondônia tem reforçado a estruturação da defesa agropecuária no intuito de se alcançar a suspensão da vacinação com ações que visam posteriormente garantir mercados existentes; abrir novos mercados; aumentar as exportações e melhorar a remuneração pelos produtos; diferenciar o status sanitários de Rondônia; bem como atração de novos investimentos. Todos esses itens foram apresentados pelo técnico da Idaron, Fabiano Alexandre, durante uma apresentação com detalhes sobre os desafios da retirada da vacinação e os preparativos necessários.

O governador Marcos Rocha chamou a atenção de todos para destacar o conjunto de ações desenvolvidas pela Idaron, que tem como presidente Júlio Cesar Rocha Peres. Em seu pronunciamento, o presidente da Idaron enfatizou sobre os processos já em curso em estados como o Paraná, ressaltando que a Agência está pronta para dar a sua contribuição. “Vamos trabalhar ainda mais, temos experiência e uma equipe com muita responsabilidade de trabalho”, argumentou Júlio Peres destacando, inclusive, que muito se deve à colaboração do produtor rural agropecuário que, entendendo a importância dessa iniciativa para a cadeia produtiva e para a economia, tem colaborado com as ações da Idaron.

Nos últimos anos, a pecuária rondoniense vivenciou um grande avanço, tanto em escala quanto em sustentabilidade, o que possibilitou ao Estado o 5º lugar no ranking nacional em exportações de carne, abrindo portas para a conquista de mercados internacionais e a valorização da produção agropecuária.

A audiência pública para que fosse discutido o fim da vacinação contra a febre aftosa também contou com a presença do presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, desembargador Walter Waltenberg; do presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Edilson de Souza;  do secretário de Estado da Agricultura (Seagri), Evandro Padovani; do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon), Hélio Dias; bem como outras autoridades.

Governo de Rondônia Investiu MAIS de R$ 900 mil, por Meio de Emenda Parlamentar do Deputado LÉO MORAES.

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https://www.facebook.com/TVdoPOVORO/videos/416391495663840/

⛹️‍♂️?‍♂️ Reinauguração do Centro de Desporto e Lazer (CEDEL) do bairro Ulisses Guimarães.?⛹️‍♀️?‍♂️

– Dois Campos, GRAMA SINTÉTICA e GRAMA NATURAL

– Duas Quadras de Areia e Jardinagem

– Obra de Revitalização da Pista de Caminhada, Pintura do Palco,
Posto da Polícia Militar, Vestiários e Reforma da Quadra Poliesportiva.

– Lixeiras de Coleta Seletiva, Bancos de Concreto, Playground e Academia ao Ar Livre.

30/08/2019 – GUERREIRO: ? COMBATE ao FOGO em QUEIMADA Próxima ao Hospital de Amor Amazônia “HC” em Porto Velho.???

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https://www.facebook.com/TVdoPOVORO/videos/945017282512011/

Em CPMI, Joice acusa Carlos e Eduardo Bolsonaro de controlar ‘milícias virtuais’

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Ex-líder do governo no Congresso, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP) presta depoimento na tarde desta quarta-feira, 4, na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News. Na apresentação, Joice expôs capturas de telas de internet que mostram conversas entre supostos grupos de políticos, assessores parlamentares e influenciadores digitais que seriam ligados ao presidente Jair Bolsonaro nas quais articulam ataques a ex-aliados dele.

Segundo Joice, um dos mais ativos grupos de propagadores de notícias falsas e difamações seria o chamado “Gabinete do Ódio”, que seria integrado pelos assessores especiais da Presidência da República Filipe Martins, Tercio Arnaud, José Matheus e Mateus Diniz. Para ela, esses assessores são pautados por filhos de Bolsonaro, em especial o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PSC). Outro influenciador ligado ao grupo seria o escritor Olavo de Carvalho.

“Eu quero crer que o presidente não sabe disso”, disse Joice, ao citar a ação das supostas redes de difamação que, de acordo com dados apresentados por ela, fazem amplo uso de perfis falsos em redes sociais. Joice disse que o próprio presidente tem publicações impulsionadas por robôs. “São quase dois milhões de robôs seguindo dois perfis, sendo 1,4 milhão no perfil de Jair Bolsonaro e 468 mil no perfil de Eduardo Bolsonaro”, disse.

A deputada do PSL de São Paulo afirmou ter começado a investigar as estratégias de difamação de antigos aliados de Bolsonaro desde que foi destituída da liderança do governo e passou ela própria a ser alvo dos ataques. Em sua pesquisa, que teria gerado 174 páginas salvas e já autenticadas por um especialista, Joice contou ter encontrado o valor médio de R$ 20 mil para a contratação de campanhas impulsionadas por robôs.

Além da própria deputada do PSL, teriam sido vítimas das milícias virtuais ex-ministros, como Gustavo Bebianno e Carlos Alberto Santos Cruz, além do vice-presidente Hamilton Mourão. Também citou como alvos o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os deputados Alexandre Frota (PSDB-SP), Dayanne Pimentel (PSL-BA), Delegado Waldir (PSL-GO) e youtubers e artistas.

Joice também afirmou não saber quem financia tal cadeia de difamação, mas sugeriu à comissão que “siga o rastro do dinheiro porque estamos falando de milhões de reais”. Apesar de não apontar eventuais financiadores do esquema, a deputada declarou que boa parte da fonte das notícias falsas e campanhas difamatórias tem origem em gabinetes de políticos aliados, tocadas por assessores e pelos próprios legisladores.

Em Porto Velho a Prefeitura Inaugurou a Iluminação Natalina com Cantata de Mais de 300 Alunos

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NATAL PORTO DE LUZ

CULTURA | Última edição do Tacacá Musical de 2019 acontece nesta quarta-feira

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Devido ao clima chuvoso de Porto Velho nesta época do ano, a Fundação de Cultura do Município (Funcultural) realizará a última edição do projeto Tacacá Musical de 2019 nesta quarta-feira (4), das 17h às 21h, em frente ao Mercado Cultural. O evento terá apresentação do sambista, Beto Cézar e do vocalista da Banda Eurritmia, Rodolfo Filho.

O presidente da Funcultural, Ocampo Fernandes, explica que a decisão foi tomada em comum acordo com os donos das barracas de tacacá, que acabam no prejuízo com as chuvas, sendo que a atividade já tem previsão de retorno assim como nos anteriores para março do próximo ano.

O projeto iniciou em junho 2017, na gestão do prefeito Hildon Chaves, com o objetivo de promover a gastronomia e a cultura regional, daí o nome ‘Tacacá Musical’. Foi uma forma também, segundo Ocampo Fernandes, de ocupar o Mercado Cultural, prédio histórico de Porto Velho, que estava com a sua estrutura ociosa.

No local são comercializados além do tacacá, outros pratos como galinha picante, farofa de camarão (feita com farinha especial produzida por índios do Amazonas), vatapá, caruru, arroz paraense (produzido com camarão e jambu).

GESTÃO EM SAÚDE | Parceria com Hospital Sírio Libanês ajudará a qualificar servidores

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O Projeto Gestão de Políticas de Saúde informadas por Evidências, uma parceria entre o Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde e gestores, ajudará a prefeitura de Porto Velho a qualificar a gestão das políticas de saúde no SUS, por meio do uso do conhecimento científico na tomada de decisão, reduzindo distância entre gestores e pesquisadores na área da saúde.

De acordo com a secretária municipal de Saúde, Eliana Pasini, as medidas são consideradas importantes para melhorar os resultados da saúde, aproveitando a ciência e a tecnologia, traduzindo o conhecimento para aplicação de estratégias e melhorias da saúde no atendimento à população.

Segundo Ana Júlia Calazans Duarte, facilitadora do projeto e uma das representantes do Hospital Sírio Libanês, o projeto vem trazer evidências dos problemas da região com quatro enfoques escolhidos pela coordenação do curso: hipertensão arterial e diabetes; tuberculose; mortalidade materna e hospitalização infantil.

Foram feitos trabalhos científicos através de dados colhidos nas comunidades e após isso serão feitos planos de ação para solucionar os problemas. O curso visa capacitar quase 500 participantes como especialistas em gestão de políticas públicas de saúde informadas por evidências.

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