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sábado, abril 25, 2026
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Com time cheio de reservas, Flamengo faz festa no Maracanã contra o Ceará

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O Flamengo dará prosseguimento nesta quarta-feira às comemorações da conquista da Copa Libertadores e do Campeonato Brasileiro, desta vez em um local que lhe é muito familiar: o Maracanã. O jogo contra o Ceará, às 21h30, será o primeiro do time rubro-negro depois de ganhar os dois títulos e servirá para a realização do ritual de entrega da taça do Nacional.

Embora a partida não tenha qualquer importância prática para o Flamengo, que agora está concentrado apenas na preparação para o Mundial de Clubes, o Maracanã deverá receber mais de 60 mil pessoas nesta quarta. Afinal de contas, o jogo contra o Ceará será o penúltimo da equipe em casa nesta temporada – o derradeiro será diante do Avaí, no próximo dia 5.

O zagueiro espanhol Pablo Marí garantiu que o Flamengo levará o duelo com os cearenses muito a sério, apesar de nada haver em jogo para os rubro-negros. “Temos muita vontade de continuar dando vitórias para os nossos torcedores. Temos um grupo muito profissional, vamos continuar trabalhando para chegar ao maior número de vitórias no Brasileiro. Evidentemente, quem entrar em campo no Maracanã vai ser para buscar os três pontos”, comentou.

O espanhol, porém, só deverá pisar no campo do Maracanã depois da partida, quando será realizada a cerimônia de entrega do troféu. Por causa do enorme desgaste físico e mental sofrido pela equipe na decisão da Libertadores, sábado, contra o River Plate, o técnico Jorge Jesus vai escalar uma formação bastante diferente daquela à qual a torcida está acostumada.

Nesta terça, o português comandou o único treino antes do jogo contra o Ceará e apenas dois titulares participaram da atividade: o zagueiro Rodrigo Caio e o meia Everton Ribeiro. O resto do time, salvo alguma surpresa de última hora, será formado por reservas. Não está claro ainda se essa estratégia será mantida até o fim do Brasileirão ou se valerá apenas para esta partida, coisa que Jorge Jesus poderá esclarecer após o jogo.

Trump posta montagem de seu rosto com corpo de Rocky Balboa

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tuitou nesta quarta-feira, 27, uma montagem de seu rosto no corpo do personagem lutador de boxe Rocky Balboa, interpretado no cinema pelo ator Sylvester Stallone.

A imagem foi postada por Trump sem nenhuma legenda. Segundo a Casa Branca, o presidente está atualmente jogando golfe em seu resort em Palm Beach, na Flórida, no feriado de Ação de Graças.

A imagem usada para a montagem foi tirada de um pôster do filme Rocky III – O desafio supremo, de 1982.

Após a postagem, a internet e a imprensa americana associaram a montagem a uma tentativa de Trump de demonstrar força no momento em que é desafiado por um processo de impeachment na Câmara dos Deputados.

Sylvester Stallone esteve na Casa Branca em 2018 para se encontrar com Trump. O ator testemunhou a assinatura do perdão póstumo do falecido boxeador Jack Johnson, condenado no início de 1900 por transportar mulheres através das fronteiras estaduais “para fins imorais”. Posteriormente, a condenação foi considerada uma injustiça racial.

No início do mês, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ) postou nas redes sociais uma montagem do rosto de seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, com o corpo do personagem Thanos, da Marvel. O vilão aparece nos dois últimos filmes dos Vingadores.

Cafeicultores de Rondônia ficam entre os três melhores no concurso nacional de café

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O concurso Coffee of The Yer realizado no último dia 22 deste mês, em Belo Horizonte (MG), levou cafeicultores de Rondônia ao cenário de melhor café robusta: três amostras ficaram entre as melhores do país.

Os representantes de Rondônia ocuparam as seguintes classificações: Dione Bento, do município de Cacoal foi o 2° colocado e Wilson Surui , também de Cacoal, conquistou a 5° colocação, resultado inédito na história do café.

Está foi a primeira vez que cafeicultor indígena foi premiado na Semana Nacional do Café. “Um orgulho para o nosso estado, o  governador Marcos Rocha prioriza muito este setor”, pontuou o secretário Estadual de Agricultura, Evandro César Padovani.

Com a classificação do café de Rondônia na Semana Nacional do Café, o Estado teve a oportunidade de mostrar, mais uma vez, o produto rondoniense, junto com amostras selecionadas pelos melhores especialistas em café robusta do Brasil.

“Procuramos intensificar nossos trabalhos na Seagri junto aos cafeicultores, com o concurso Concafé, que chegou em sua quarta edição em duas categorias, Qualidade e Sustentabilidade com cerca de 300 inscrições. É um incentivo para os produtores”, ressaltou Regiane Lucas, coordenadora geral Concafé.

Uns dos pontos de destaque na Semana Nacional do Café, foi o concurso de Barista. Leo Moço, conhecido por vencer vários concursos, conquistou o Campeonato Brasileiro de Barista, concorreu e venceu com o café robusta de Rondônia. “Isso é mais uma mostra que o estado tem produtos de qualidade, que o transformou em vencedor do concurso de Barista, o maior vencedor da história”, acrescenta Evandro Padovani, secretário Seagri.

PROCESSAMENTO

O café produzido em Rondônia teve uma grande evolução nos últimos anos, resultado da inovação e tecnologia avançada utilizadas no processamento, como exemplo a fermentação do café chamado Spouting Process, no qual o fruto é colhido maduro e colocado em um recipiente fechado sem oxigênio e chega à fermentação.

Com esse processo, o café robusta amazônica passa a ter um sabor achocolatado. “Um gosto marcante com sua doçura que se incorpora nos florais e frutadas, o que é difícil no café robusta especial e se destaca onde quer que vá”, diz o especialista em Q Robusta Grader , provador de café, Janderson Dalazen. No concurso Coffee of the Yer amostras inscritas passaram pelo o Spouting Process.

CONCURSO 

O concurso é uma oportunidade especial para os produtores, quando eles têm a oportunidade de apresentar seus produtos, o que gera interesse dos compradores pelo o produto. Durante o evento, produtores de café de todo o Brasil expõem a qualidade do café de cada região. É demostrando, também, a qualidade dos cafés brasileiros, que melhoram a cada dia.

Em audiência, operadoras propõem planos de saúde mais enxutos Fonte: Agência Senado

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Em audiência pública nesta terça-feira (26) no Senado, o presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), João Alceu Amoroso Lima, sugeriu que, para baixar as mensalidades dos planos de saúde, o poder público autorize as operadoras a também oferecer convênios que foquem apenas na atenção primária, isto é, que cubram somente consultas médicas e exames mais simples, excluindo procedimentos complexos, como cirurgias e internações.

Outra forma sugerida por Lima para baratear as mensalidades foi o escalonamento gradual dos preços para os clientes com mais de 59 anos. Atualmente, o último reajuste permitido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ocorre nessa idade.

— Por que não escalonar mais essa faixa também, ao longo dos 20 anos seguintes, em períodos? Isso vai evitar que muitos saiam dos planos por não terem renda para pagar — propôs ele, que falou na Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (CTFC).

O presidente da FenaSaúde também afirmou que os limites de reajuste de mensalidade impostos aos planos de saúde individuais pelo poder público precisam ser revistos. De acordo com ele, esses limites, que são estabelecidos anualmente pela ANS, praticamente tiraram os planos individuais do mercado e só deixaram os planos coletivos, que praticamente não sofrem interferências da agência reguladora.

Na audiência, Lima mostrou estatísticas que apontam a queda no número de clientes dos planos de saúde, mas a elevação do custo total das operadoras. Para ele, o fenômeno é mundial e se explica pelo envelhecimento da população e pela adoção de tecnologias mais caras no tratamento médico.

A diretora do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Marilena Lazzarini, lembrou situações “esdrúxulas e abusivas” envolvendo planos de saúde antes do Código de Defesa do Consumidor. Ela disse que, graças ao avanço das leis, os planos passaram a ser obrigados a aceitar clientes idosos e a cobrir todas as doenças listadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Marilena apontou uma “lacuna” na desregulamentação dos reajustes dos planos de saúde coletivos, nos quais, em sua opinião, não há igualdade de forças entre as partes no contrato, isto é, operadoras e clientes.

— Os “planos falsos coletivos” têm reajustes absurdos. É uma coisa que fica completamente sem controle — afirmou, acrescentando que não se deve mudar a lei de modo a beneficiar as operadoras dos planos.

A diretora-executiva de Clientes da Qualicorp (empresa de comercialização e administração de planos de saúde coletivos), Juliana Pereira, criticou o atual modelo “esgotado” de cobertura de saúde. Segundo uma pesquisa que ela apresentou, a maior demanda do consumidor dos planos é pela transparência.

Cadastro positivo

A audiência pública, realizada a pedido do presidente do CTFC, senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), também tratou do cadastro positivo de consumidores e da adequação da legislação diante de novos desafios tecnológicos.

O diretor jurídico e regulatório da gestora de crédito Quod, Gustavo Marrone, citou o atraso da implementação do cadastro positivo no Brasil em comparação com os países do G-20.

— Estão começando a receber os primeiros cadastros agora. Para vermos algum benefício, só em 2020 e 2021 — afirmou.

O superendividamento de 30 milhões de brasileiros e a reinserção dessas pessoas no mercado consumidor foram as maiores preocupações manifestadas pela representante do Instituto Brasileiro de Política e Direito do Consumidor (Brasilcon) na audiência, Claudia Lima Marques. Ela pediu ações de apoio à educação financeira e ao crédito responsável:

— É necessário reativar a confiança dos consumidores.

Citando mais de 5 milhões de microempresas na “antessala da falência”, o professor e político Ciro Gomes associou o excesso de dívidas da população a um problema de ordem macroeconômica que mantém elevadas as taxas de juros. Ele salientou que toda recuperação econômica é ativada principalmente pelo consumo das famílias.

— O desemprego explodiu na sequência da crise de 2008, e a taxa de juros também. Trata-se de uma verdadeira quebra de contrato do Estado brasileiro com sua comunidade.

Para Ciro, o cadastro positivo já existe “pela negação”, por meio dos bancos de dados de inadimplentes, e os credores não estão realmente interessados em encerrar o estoque de dívidas em face do fluxo de juros que aumenta seus lucros.

Novas tecnologias

A assessora legislativa Sophia Martini Vial lembrou a dificuldade da CTFC para tratar de inovações como criptoativos, inteligência artificial e publicidade na internet voltada para crianças. Para ela, é possível reformar a lei, desde que com base nos princípios fundantes do direito civil.

Mencionando plataformas de negócios como Uber e AirBNB, Sophia criticou a análise meramente econômica dos projetos de lei na abordagem de novos modelos negociais.

— Qual é a posição do consumidor nesses projetos? Como indicamos o principal fornecedor nessa economia do compartilhamento? — indagou.

Representante da Youse Seguradora no debate, Claus Aragão disse que o perfil do consumidor mudou, impondo o desafio de oferecer opções tecnológicas ao público mesmo num ambiente muito regulado.

— Precisamos atualizar as leis para esse novo mundo que se apresenta e prestigiar a solução de pendências com o consumidor na esfera administrativa.

O professor Ricardo Morishita, do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), sublinhou que as novas tecnologias reproduzem problemas antigos e rejeitou a aplicação de “soluções analógicas” para problemas digitais. Ele disse que os códigos de programação usados pelas plataformas, que cuidam sozinhos da execução de suas regras, nem sempre agem em favor do consumidor.

Fonte: Agência Senado

É #FAKE que o termo ‘Black Friday’ surgiu em alusão a liquidação de escravos

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Com a proximidade da Black Friday, um boato antigo voltou a ganhar força nas redes sociais: a de que a tradição seguinte ao feriado de Ação de Graças foi criada em 1904, em referência ao dia em que senhores vendiam seus escravos em liquidação. Por isso, a mensagem sugere um boicote às promoções. A história, porém, é #FAKE.

 — Foto:  G1

O primeiro registro do uso do termo nos EUA data de 24 de setembro de 1869, seis anos depois da abolição da escravidão no país. Não há, portanto, nenhuma evidência que sustente a ideia de que a tradição deriva do tráfico de escravos.

Foto do quadro que mostrava a queda do preço do ouro na Bolsa de Nova York Foto: Reprodução/Wikipedia — Foto:  Reprodução

Nesta data, dois especuladores, Jay Gould e James Fisk, usaram informações privilegiadas para tomar o mercado de ouro na Bolsa de Nova York. Para reverter a situação, o governo aumentou a oferta de ouro no mercado, fazendo os preços caírem vertiginosamente. Investidores perderam muito dinheiro e o dia do colapso ficou conhecido como Black Friday.

Apesar de estar caindo em desuso, o termo “negro” já foi muito popular para designar crises econômicas, tragédias e desastres em geral. Um massacre de civis no Irã, em 8 de setembro de 1978, também ficou conhecido como uma “Black Friday”. Mas outra origem para o nome do movimento comercial data de 1951 e é uma ironia de patrões para as várias ausências de empregados na sexta-feira seguinte ao feriado.

De acordo com o neurocientista Bonnie Taylor-Blake, da Universidade da Carolina do Norte, a Factory Management and Maintenance, uma newsletter do mercado de trabalho, reivindica a autoria do termo.

“A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças é uma doença cujos efeitos adversos só são superados pelos da peste bubônica. Pelo menos é assim que se sentem aqueles que têm de trabalhar quando chega a Black Friday. A loja ou estabelecimento pode ficar meio vazio e todo ausente estava doente”, zombava o texto.

Dez anos depois, na Filadélfia, o termo se popularizou entre policiais, que reclamavam do trânsito e do alto fluxo de motoristas e pedestres nas ruas para fazer compras, o que tradicionalmente ocorria na sexta e no sábado seguintes ao feriado de Ação de Graças.

Segundo um jornal local da época, por não gostarem da associação com tráfego e poluição, os lojistas tentaram mudar o termo para”Big Friday”. Em seguida, conseguiram dar conotação positiva ao termo ao dizer que ele se referia ao momento em que as contas do comércio saíam do vermelho e voltavam “ao preto”. Um dos maiores sites de checagem dos EUA, o Snopes , também aponta essas origens.

Foi somente em 1990, porém, que o termo ganhou repercussão nacional e a data foi adotada pelo comércio como se conhece hoje. É o que relata o linguista Benjamin Zimmer, editor-executivo do site Vocabulary.com, à BBC.

No Brasil, a Black Friday ocorre desde 2010. A primeira versão, exclusivamente online, deu lugar a descontos em setores generalizados, até mesmo em instituições financeiras , que oferecem neste ano descontos em investimentos e renegociação de dívidas.

É #FAKE que o termo 'Black Friday' surgiu em alusão a liquidação de escravos — Foto:  Reprodução

Comissões debatem inclusão de mais exames preventivos na rede pública de saúde

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As comissões de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; e de Seguridade Social e Família realizam audiência pública hoje para discutir a inclusão de exames fisiológicos de triagem cardioneurometabólica na rede pública de saúde.

Esses exames são indolores, não invasivos e feitos por meio de tecnologia que afere padrões fisiológicos do paciente, detectando, por exemplo,  aspectos específicos como diabetes, resistência à insulina, síndrome metabólica, intolerância à glicose, hipertensão, fisiopatologia da hipertensão, rigidez arterial, débito cardíaco,  resistência vascular sistêmica e neuropatia autonômica cardiovascular.

O autor do requerimento para a realização da audiência, deputado Felício Laterça (PSL-RJ), destaca que investir em diagnóstico e tratamento precoce de doenças é muito mais barato e eficaz que arcar com políticas curativas caras em estágios tardios.

“Doenças cardiovasculares causam o dobro de mortes que aquelas devidas a todos os tipos de câncer juntos, 2,3 vezes mais que as todas as causas externas (acidentes e violência), 3 vezes mais que as doenças respiratórias e 6,5 vezes mais que todas as infecções incluindo a AIDS. A identificação das pessoas com este risco, o mapeamento e georreferenciamento e a partir daí, o planejamento de medidas preventivas e o tratamento adequado dos fatores de risco e das doenças cardiovasculares podem reverter essa grave situação”, destaca Laterça.

Foram convidados para o debate:
– o doutor pela Unicamp e pesquisador em tecnologias de exames não invasivos Daniel Ianni Filho; e
– representantes do Ministério da Saúde e do Sistema Único de Saúde.

O debate ocorrerá às 14 horas, no plenário 12. Os internautas podem assistir e participar enviando perguntas clicando na imagem abaixo.

Em fala para evangélicos, Bolsonaro diz que eleição dele ‘teve propósito divino’

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Ovacionado por um público de cerca de 15 mil evangélicos, o presidente da República, Jair Bolsonaro, disse na noite desta terça-feira, 26, que a eleição dele em 2018 teve um propósito de Deus. Cumprindo agenda em Manaus, onde nesta quarta-feira (27) participa de um evento da Zona Franca, Bolsonaro foi a um culto na igreja Assembleia de Deus promovido em sua homenagem.

Por 15 minutos, o presidente falou aos fiéis e reforçou que pretende indicar, para o Supremo Tribunal Federal (STF), um ministro “terrivelmente evangélico”. “Eu tenho duas vagas. Uma será de um evangélico, como eu disse”. Bolsonaro, por mais de uma vez, afirmou que sua chegada a Presidência teve um propósito divino. “Deus tem propósito para cada um de nós. Eu jamais pensei chegar onde cheguei. Tudo sendo feito contra minha pessoa. Sem dinheiro, sem fundo partidário. Aliás tinham duas coisas a favor de mim: Deus e o povo a nosso lado”, afirmou o presidente, sob os gritos de “Mito”.

Em determinado momento do discurso, o presidente se mostrou insatisfeito com as dificuldades que encontrou ao chegar à Presidência. E citou que “a lei tem que ser feita para atender as maiorias, e não as minorias”. “O povo, a maioria, é que deve conduzir o futuro da nação. Confesso que fiquei com muito medo quando me elegi presidente da República. Não foi aquele ato (do atentado a facada) que me elegeu. Deus tem um propósito para cada um de nos. Cheguei calcado numa passagem bíblica: ‘Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará’. Vencemos usando essa passagem”.

O presidente chegou a dizer que o lema “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, foi uma inspiração divina que ele teve durante uma oração há quatro anos. “Tinha que acontecer naquele momento. São os sinais que começaram acontecer lá atrás.

Governo autoriza mais 57 agrotóxicos, sendo 2 inéditos; total de registros em 2019 chega a 439

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Ministério da Agricultura publicou nesta quarta-feira (27) a autorização do registro de mais 57 agrotóxicos. Já são 439 novos produtos liberados em 2019, permanecendo como o maior ritmo de liberação da história.

Do total liberado nesta quarta, são 55 genéricos de princípios ativos já autorizados no Brasil e 2 produtos inéditos (um biológico e outro com baixa toxicidade).

Com o anúncio desta quarta-feira, o número de registros chega próximo aos 450 novos agrotóxicos autorizados em 2018, até então o maior número da série histórica, iniciada em 2005. No mesmo período do ano passado, o governo havia registrado 374 agrotóxicos.

O atual ritmo de liberação provocou reação de entidades ligadas a defesa do meio ambiente, que entraram na Justiça contra dessas algumas medidas. Na semana passada, um juiz federal do Ceará suspendeu provisoriamente o registro de 63 agrotóxicos autorizados no dia 17 de setembro.

Produtos novos

Entre as novidades anunciadas pelo Ministério da Agricultura, está um defensivo agrícola biológico à base da vespa Telenomus podisi, que poderá ser usado na agricultura brasileira para combater o percevejo marrom, uma importante praga da cultura de soja.

“O percevejo marrom é uma praga de grande importância na cultura da soja, que só contava com opções químicas para o seu controle. Esta vespa parasita ovos do percevejo marrom favorecendo uma diminuição populacional da praga e aumentando o número de inimigos naturais no campo”, explicou, em nota, o coordenador de Agrotóxicos do Ministério da Agricultura, Carlos Venâncio.

Outro novo agrotóxico aprovado é um produto de baixa toxicidade formulado à base de óleo de casca de laranja, ele é um inseticida e fungicida que poderá ser usado para combater o pulgão em pequenas culturas como alface. O produto é autorizado nos Estados Unidos e não tem registro na União Europeia.

Genéricos

Segundo o ministério, entre os pesticidas genéricos que tiveram o registro publicado hoje, 12 são produtos biológicos ou orgânicos, que podem ser usados tanto na agricultura orgânica quanto na tradicional.

Um dos genéricos autorizados tem como ingrediente ativo o glifosato, o agrotóxico mais vendido no mundo e que está sendo questionado ao redor em outros países por uma possível relação com o câncer. Na União Europeia, a Áustria e Alemanha, decidiram bani-lo. Nos Estados Unidos, ele é autorizado.

Outro princípio ativo que teve um genérico registrado nesta leva foi o acefato, muito usado no Brasil para controlar o percevejo, um inseto sugador que diminui muito a produtividade nas culturas de grãos. O uso dele é restrito no país e só pode ser aplicado por máquinas. O ingrediente é autorizado nos EUA e banido na UE.

Também houve o registro de genéricos de 2 princípios ativos que estão em reavaliação no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) por possível relação com a morte de abelas: os inseticidas iImidacloprido e tiametoxam.

De acordo com o governo, o objetivo da aprovação de produtos genéricos é aumentar a concorrência no mercado e diminuir o preço dos defensivos, o que faz cair o custo de produção.

Ritmo de liberação

Segundo o governo, a maior velocidade na liberação de agrotóxicos vista nos últimos anos se deve a medidas de desburocratização que foram adotadas desde 2015 na fila de registros.

O objetivo, de acordo com o ministério, é aprovar novas moléculas, menos tóxicas e ambientalmente mais corretas para substituir produtos antigos. Isso porque as empresas que desenvolvem agrotóxicos só podem registrar itens de ação parecida se eles tiverem um risco à saúde menor ou igual do que os que já estão no mercado.

A associação que representa as fabricantes de agrotóxicos (Andef) afirma que a fila do Brasil é mais lenta em comparação com a da União Europeia e dos Estados Unidos. Segundo as empresas, o desenvolvimento de 1 princípio ativo inédito para agrotóxico leva de 10 a 11 anos e custa em torno de US$ 286 milhões.

Agrônomos dizem que é melhor ter mais produtos registrados do que correr o risco de que os produtores recorram a agrotóxicos “piratas”, mas alertam que, quanto maior o uso, mais resistência as pragas têm ao veneno.

Para ambientalistas, no entanto, a aceleração do ritmo de aprovações é uma forma de o governo colocar em prática tópicos do polêmico projeto de lei 6.299/02, que ficou conhecido como “pacote do veneno”, que ainda está em discussão na Câmara dos Deputados.

Para produtores rurais, o registro de novos produtos, especialmente os genéricos, é uma forma de baixar os custos de produção. Em Mato Grosso, maior estado produtor, os agrotóxicos equivalem a 21% dos gastos nas lavouras de soja.

Como funciona o registro

O aval para um novo agrotóxico no país passa por 3 órgãos reguladores:

  • Anvisa, que avalia os riscos à saúde;
  • Ibama, que analisa os perigos ambientais;
  • Ministério da Agricultura, que analisa se ele é eficaz para matar pragas e doenças no campo. É a pasta que formaliza o registro, desde que o produto tenha sido aprovado por todos os órgãos.

Tipos de registros de agrotóxicos:

  • Produto técnico: princípio ativo novo; não comercializado, vai na composição de produtos que serão vendidos.
  • Produto técnico equivalente: “cópias” de princípios ativos inéditos, que podem ser feitas quando caem as patentes e vão ser usadas na formulação de produtos comerciais. É comum as empresas registrarem um mesmo princípio ativo várias vezes, para poder fabricar venenos específicos para plantações diferentes, por exemplo;
  • Produto formulado: é o produto final, aquilo que chega para o agricultor;
  • Produto formulado equivalente: produto final “genérico”.

Bombeiros alertam sobre cuidados com vazamentos de gás de cozinha: um descuido pode ser fatal

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O gás de cozinha é item essencial no dia a dia da dona de casa, do pai de família, do empresário, do comerciante, entre tantas outras pessoas que utilizam esse produto, fonte de energia para os lares brasileiros. Também conhecido como Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), a botija é composta por uma mistura de gases derivados do petróleo, e por ser altamente inflamável deve ser manuseada corretamente.

O manuseio incorreto ou a falta de atenção propiciam em graves acidentes domésticos, explica Marcos Paiva, tenente do 1º Grupamento do Corpo de Bombeiros de Rondônia. Segundo ele, existe o mito de que a botija de gás explode em casos de vazamentos, quando na verdade a explosão ou incêndio foi causado por outros fatores.

“Este ano tivemos 36 ocorrências com vazamento de gás de cozinha. Em sua maioria por manuseio incorreto da botija. Prontamente nossas equipes, através do 193 (Serviço de Urgência e Emergência),  conseguem lidar com a situação. Mas é preciso adotar medidas de segurança”, alertou.

Segundo Marcos, quando há vazamento de gás, não é a botija que explode, mas sim o ambiente, que por está tomado pelo gás, ao entrar em contato com qualquer faísca, ou energia elétrica, acaba gerando uma grande explosão.

Um caso recente que está sendo investigado aconteceu em Porto Velho em agosto deste ano. Ao entrar em casa, um idoso sem saber do possível vazamento de gás teria acendido a luz, e a casa sofreu uma grande explosão sentida por moradores próximos à casa atingida. O idoso de 74 anos morreu com o desabamento da estrutura e uma criança de oito anos ficou ferida.

Segundo o tenente, ao notar um possível vazamento de gás, a recomendação é abrir portas e janelas para que o ar possa sair, não acender luzes nem qualquer aparelho ligado à energia e ainda chamar os órgãos de segurança.

“Em muitos casos o vazamento de gás também ocorre devido à qualidade da mangueira que pode estar vencida, danificada ou com irregularidades. Um teste fácil de saber para verificar se há vazamento de gás é misturar uma pequena quantidade de sabão em pó com água e jogar entre a botija e o registro, se sair bolhas de ar é porque há vazamento”, explicou.

 

DICAS DE SEGURANÇA

Antes de tudo, a recomendação é sempre fazer a instalação correta da botija de gás, buscando botijas e mangueiras de qualidade, verificando sempre a validade dos produtos. Armazenar o gás em locais ventilados, e nunca passar a mangueira por trás da botija. Em caso de vazamento fechar o registro do gás e deixar a ventilação natural entrar. Não colocar a botija próxima a locais que possam propiciar chamas ou faíscas (tomadas, interruptores) e sempre procurar ajuda profissional, acionando o 193 .

“Essa prevenção é importante para evitar acidentes. Também realizamos um trabalho educativo por meio de palestras e orientações para que mais pessoas saibam como manusear corretamente a botija de gás, afim de evitar graves acidentes”, finalizou.

Lula é julgado no TRF4 com chances de ter processo do sítio anulado

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Um ano e dez meses depois de receber a condenação que lhe rendeu 580 dias de prisão na Operação Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva volta a ser julgado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, em Porto Alegre. Desta vez, os desembargadores João Pedro Gebran Neto, Thompson Flores e Leandro Paulsen, da 8ª Turma da corte, analisam uma apelação do petista no processo do sítio de Atibaia.

Nesta ação, Lula foi condenado em primeira instância a 12 anos e 11 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro, no último mês de fevereiro, pela juíza Gabriela Hardt. Com o veto do Supremo Tribunal Federal à execução de pena em segunda instância, o ex-presidente não corre o risco de ser preso caso a condenação seja mantida. Entretanto, este resultado pode render um novo obstáculo ao exercício de seus direitos políticos, já que o petista estaria novamente enquadrado na Lei da Ficha da Limpa.

A recuperação plena do direito de disputar eleições depende de uma combinação de fatores: se o STF reconhecer a suspeição do ex-juiz Sergio Moro na condução do processo do tríplex do Guarujá e estender os efeitos deste entendimento a todas as ações que tiveram a participação atual ministro da Justiça — como é o caso do processo do sítio de Atibaia.

Antes de entrar no mérito da sentença, o TRF4 vai analisar a validade da decisão com base nos questionamentos feitos pela defesa sobre a ordem de apresentação das alegações finais pelos réus. Recentemente, o Supremo Tribunal Federal anulou uma sentença de um processo da Lava Jato por entender que os réus que não são colaboradores devem apresentar defesa após seus delatores. Será a primeira vez que o TRF4 vai julgar um caso da operação com o recente entendimento do STF.

No processo do sítio, antes de apresentar as alegações finais a defesa de Lula chegou a pedir que pudesse enviar seus memoriais somente depois dos delatores. O pedido foi negado pela juíza da Lava Jato na primeira instância. “Não cabe fazer distinção entre acusados colaboradores e acusados não-colaboradores, outorgando vantagem processual a uns em detrimento de outros”, afirmou na ocasião a juíza Gabriela Hardt, que substituiu o ex-juiz Sergio Moro, que deixou a magistratura para se tornar ministro da Justiça do governo Bolsonaro.

O procurador regional da República Maurício Gotardo Gerum chegou a pedir que o TRF4 declare a nulidade do processo, e que ele volte à fase de alegações finais. “Não há diferença substancial entre o rito observado neste processo quanto à ordem de apresentação das alegações finais e aquele considerado pelo STF como ofensivo à Constituição em dois recentes precedentes”, justificou. Gerum, entretanto, ponderou mais tarde que a decisão do STF não abandonou a necessidade de o réu provar ter sido prejudicado pela ordem da apresentação das alegações finais e sustenta que o petista não demonstrou prejuízo.

Além da nulidade em relação à ordem de manifestação no processo, os advogados do ex-presidente argumentam que Hardt copiou trechos da sentença proferida por Sergio Moro no caso do triplex do Guarujá, o que também levaria à anulação da decisão. A magistrada admitiu ter utilizado o texto de Moro como base para escrever seu parecer, o que considera uma prática comum entre juízes, mas afirma ter julgado o caso com total isenção.

O julgamento da apelação de Lula chegou a ser suspenso, foi remarcado, e depois mantido por ordem do desembargador convocado do Superior Tribunal de Justiça Leopoldo Arruda. Nesta terça-feira, 26, ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, negou o pedido de liminar da defesa de Lula para suspender o julgamento.

Segundo a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) que rendeu a condenação em primeira instância, as construtoras Odebrecht, OAS e Schahin, esta última por intermédio do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo de Lula, pagaram 1.020.500 reais em propina ao petista por meio das obras no sítio, propriedade do empresário Fernando Bittar e frequentado pelo ex-presidente e sua família. As reformas ocorreram entre dezembro de 2010, quando Lula estava prestes a deixar a presidência, e 2014.

A existência do sítio de Atibaia e das obras feitas na propriedade por empreiteiras envolvidas no petrolão foi revelada por VEJA em abril de 2015.

Decisão

Os três desembargadores podem determinar a nulidade da sentença da 13ª Vara e a volta do processo para a fase de alegações finais, ou entender que o caso do sítio não se enquadra na regra do STF e julgar o mérito do processo. Nesse caso, a condenação pode ser mantida com aumento ou redução da pena, ou revogada.

Lula foi condenado em segunda instância no mesmo tribunal em janeiro de 2018, no caso do tríplex do Guarujá. Na ocasião, a condenação do petista foi mantida e a pena aumentada pelos três desembargadores, que determinaram ainda o cumprimento imediato, após julgamento dos recursos que ele poderia apresentar ao TRF-4.

Com base nessa decisão, Lula foi preso em 7 de abril de 2018. Na ocasião, os membros da 8ª Turma usaram a Súmula 122 do tribunal, que foi pioneira no cumprimento provisório da pena em segundo grau e decisões dadas em 2017 do STF.

Desta vez, Lula mesmo que condenado, não pode ser preso. O STF mudou o entendimento em 7 de novembro e decretou inconstitucional a execução provisória da pena a partir do término do processo na segunda instância. Nesta terça-feira, o vice-presidente do TRF-4, desembargador Luís Alberto d’Azevedo Aurvalle, suspendeu, em decisão monocrática, os efeitos da Súmula 122, que permitia no tribunal as prisões após condenação.

Gliricídia no agro é tema do RuralCast sobre redução de custos e aumento da produção rural

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