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segunda-feira, abril 20, 2026
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Arquitetos paranaenses fazem projeto para construção da primeira igreja indígena financiada pelo Vaticano no Brasil

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No coração da floresta amazônica será construída a primeira igreja indígena financiada pelo Vaticano no Brasil. O projeto foi feito de graça por dois arquitetos paranaenses, e a previsão do início da obra é para o segundo semestre de 2020.

Levando o nome de Igreja Matriz Nossa Senhora de Lourdes, o local deve servir de refúgio e encontro da comunidade indígena Yanomami, que vive na região de Maturacá, próximo ao Pico da Neblina, norte do estado do Amazonas.

De acordo com o padre Thiago Faccini, que é assessor do setor de espaço litúrgico na Comissão Episcopal Pastoral para Liturgia na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a obra deve atender mais de cinco mil indígenas.

“O projeto tem uma identidade. Ele foi pensado exclusivamente para aquele povo. Não é apenas mais uma igreja. Essa obra pretende servir como uma luz no meio da Amazônia. É esperança, é fé no amanhã”, relatou.

Faccini contou que a ideia de ter uma igreja indígena surgiu dos próprios Yanomami em 2016, durante uma visita do núncio apostólico – representante diplomático permanente da Santa Sé que exerce o posto de embaixador no Brasil – à Diocese de São Gabriel da Cachoeira, em Manaus.

Sensibilizados com a história da comunidade e da fé dos indígenas, o pedido foi encaminhado ao Papa Francisco, em Roma, que pediu para que fosse elaborado um projeto para viabilizar a obra.

Igreja será circular, com 32 metros de diâmetro, 25 metros de altura  — Foto: Divulgação/Creatos Arquitetura

A estrutura

Conforme os arquitetos Tobias Bonk e Teresa Cavaco, de uma empresa paranaense considerada referência nacional em arquitetura religiosa e arte sacra, a igreja será circular, com 32 metros de diâmetro, representando Jesus Cristo como centro de tudo, a igualdade e a unidade dos irmãos.

Além disso, a estrutura terá 25 metros de altura.

“Nos espelhamos nas construções típicas deles, as aldeias-casa feitas com palha e madeira. Terá uma abertura central na estrutura para manter o elemento de ‘ligação’ com o mundo espiritual. Ali será possível a entrada da luz e do sol, por isso que a igreja será alta”, explicou Bonk.

A Igreja Matriz Nossa Senhora de Lourdes terá capacidade para cerca de 500 pessoas, com 875,49 m² e oito lados, com paredes que permitirão ventilação.

“As obras sacras serão produzidas por eles, com tramas artesanais e sementes. Assim, conseguiremos potencializar ainda mais a inculturação, a maneira como eles vivem, se relacionam, veem o mundo”, contou o arquiteto.

Arquitetos paranaenses fazem projeto para construção da primeira igreja indígena Yanomami do Brasil, na Amazônia — Foto: Divulgação/Creatos Arquitetura

A matriz terá uma espécie de três camadas:

  • A externa: para o encontro dos indígenas
  • A de transição: para os Yanomami passarem do lado de fora para o espaço sagrado
  • A interior: para a celebração em si

Segundo o padre Faccini, os índios Yanomami foram catequizados pelos padres salesianos. Portanto, as missas serão celebradas pelos sacerdotes que atendem a região.

Igreja terá capacidade para cerca de 500 pessoas, com 875,49 m² e oito lados — Foto: Divulgação/Creatos Arquitetura

Transporte dos materiais

Tobias Bonk ressaltou que não há como definir uma data para a obra ser totalmente concluída, mas considerando o ritmo normal das construções sacras, a previsão é de que leve, no mínimo, 18 meses.

“O maior desafio dessa obra é levar os insumos para lá porque como estamos no coração da Amazônia, só conseguimos chegar de barco. Vamos conversar com o Governo e órgãos oficiais para ver se podemos conseguir alguma ajuda nisso”, disse Bonk.

O maior desafio dessa obra é levar os insumos até a obra no coração da Amazônia — Foto: Divulgação/Creatos Arquitetura

O pedido

Os índios Yanomami relataram ao núncio, ao arcebispo italiano Dom Giovanni D’Aniello e ao bispo de São Gabriel da Cachoeira, Dom Edson Damian, o desejo de ter uma espécie de catedral na região deles.

“Porém, para ser catedral precisaria ter um bispo, uma sede lá, e essa não é a realidade. Eles iam para a cidade e viam as igrejas enormes e tinham essa vontade de poder rezar mais próximo de seus lares e com as tradições deles”, explicou Faccini.

Dom Edson Damian fez a solicitação à CNBB que, a partir disso, perguntou aos arquitetos paranaenses se eles poderiam idealizar esse projeto.

“Aceitamos na hora. Fomos para lá em julho de 2016, levamos cinco dias para chegar até a tribo. Aprendemos muitas coisas com eles, participamos dos rituais, do dia a dia, visitamos todas as aldeias, conversamos muito com os padres e o bispo regional. Um projeto diferente e que precisava, mais do que nunca, respeitar os costumes, a tradição indígena e também cristã”, relatou o arquiteto Bonk.

Primeiro encontro dos índios com os responsáveis pelo projeto da igreja — Foto: Divulgação/Creatos Arquitetura

Conforme Bonk, o projeto passou pelas mãos do Papa e, no início deste ano, veio a aprovação para iniciar a construção da igreja indígena. Além disso, há cerca de um mês, parte do valor da obra foi repassada pelo Vaticano para as autoridades católicas.

“A estimativa inicial é de R$ 800 mil, mas sabemos que ainda faltam os projetos complementares que tendem a aumentar o valor. Mas, vai valer a pena. Atualmente, no local existe uma casa dos padres, um salão e uma quadra esportiva. Os índios rezam em nesse salão improvisado como uma espécie de capela”, disse Bonk.

Neste mês, o projeto arquitetônico foi apresentado oficialmente durante o 12º Encontro Nacional de Arquitetura e Arte Sacra em Castanhal, no Pará.

“Como a gente trabalha com igreja, todos os projetos são especiais para nós, mas esse é singular por toda a motivação. Em um momento em que se fala tanto da Amazônia, ter um projeto visto pelo Papa deu um salzinho a mais. É uma honra fazer parte dessa grande obra”, concluiu o arquiteto.

Projeto foi feito por dois arquitetos paranaenses e a previsão de início da obra é para o segundo semestre de 2020 — Foto: Divulgação/Creatos Arquitetura

Igreja Matriz Nossa Senhora de Lourdes irá servir de refúgio da comunidade indígena Yanomami — Foto: Divulgação/Creatos Arquitetura

Igreja Matriz Nossa Senhora de Lourdes irá servir de refúgio e encontro da comunidade indígena Yanomami, que vive na região de Maturacá (AM) — Foto: Divulgação/Creatos Arquitetura

Arquitetos paranaenses fazem projeto para construção da primeira igreja indígena financiada pelo Vaticano no Brasil — Foto: Divulgação/Creatos Arquitetura

O maior desafio dessa obra é levar os insumos até a obra no coração da Amazônia — Foto: Divulgação/Creatos Arquitetura

Semasf abre consulta para reestruturar Conselho Municipal de Igualdade Racial

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A Prefeitura Municipal de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Assistência Social e Família (Semasf), abriu na segunda-feira (23) a consulta pública para a reestruturação do Conselho Municipal de Igualdade Racial que busca fortalecer a Política de Igualdade Racial.

A consulta pública ficará disponível durante 15 dias, para que as entidades, associações, movimentos sociais e demais interessados possam sugerir mudanças e alterações no projeto de lei que irá modificar a estrutura e funcionamento do Controle Social da Política de Igualdade Racial de Porto Velho.

Segundo o secretário Claudi Rocha, “a minuta do projeto de lei foi apresentada à Semasf por parte dos movimentos sociais que defendem essa política, mas verificamos que devemos dar ciência a todos que a defendem e lutam por ela para participar desse processo democrático que é marca desta gestão. O prefeito Hildon Chaves sempre reforça nas reuniões que não podemos perder o caráter democrático das nossas ações quando tratamos de políticas públicas” disse o secretário.

As contribuições ou dúvidas podem ser enviadas ao e-mail institucional: consultapublica.semasf@portovelho.ro.gov.br, até o próximo dia 8/10, até às 14h.

Comdecom

‘34 milhões de mortos em horas’: simulação nos EUA mostra estrago de guerra nuclear entre Rússia e EUA

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Por isso, um grupo de especialistas em segurança e armas nucelares da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, criou uma simulação chamada “Plano A”, que mostra a devastação que um conflito entre EUA e Rússia provocaria.

As previsões são assustadoras. Em questão de horas, haveria 34 milhões de mortos e mais de 57 milhões de feridos.

“O risco de uma guerra nuclear aumentou dramaticamente depois que Estados Unidos e Rússia abandonaram o tratado de controle de armas nucleares”, destacam os criadores da simulação ao blog do programa Ciência e Segurança Global da Universidade de Princeton.

“(Esses países) começaram a desenvolver novos tipos de armas nucleares e ampliaram as circunstâncias nas quais seria possível usar essas armas”, advertem.

Nesse contexto, dizem, o objetivo da simulação é chamar a atenção sobre as “consequências potencialmente catastróficas de uma guerra nuclear entre EUA e Rússia”.

Vários especialistas consultados pela BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC, coincidem em dizer que esse tipo de exercício acadêmico pode ser útil para persuadir as potências a não chegar a um enfrentamento nuclear.

“Faz tempo que vemos simulações como esta e sempre são alarmantes”, disse à BBC News Mundo Sarah Kreps, professora da Universidade de Cornell, nos EUA, onde investiga os impactos da proliferação de armas de destruição em massa.

“Essas simulações são úteis para reforçar a dissuasão. Se não há transparência e se há otimismo sobre as consequências de um enfrentamento nuclear, é mais provável que alguma das partes escale a sua posição, seja consciente ou inconscientemente.”

Para Kreps, os potenciais estragos que esse tipo de simulação evidencia podem servir para que países que possuem armas nucleares ajam com maior “moderação”.

Mas em que consiste o vídeo com a simulação da Universidade de Princeton e que panorama ele projeta?

Milhões de vítimas em poucas horas

A guerra imaginária que o vídeo ilustra começa com a tentativa da Rússia de impedir uma ofensiva dos Estados Unidos e de membros da Otan, a Organização do Tratado do Atlântico Norte.

Pela simulação, os russos lançam um míssil nuclear de “advertência” na fronteira entre Alemanha, Polônia e República Tcheca.

Com esse ataque, o conflito escala rapidamente. A Rússia envia aviões com um total de 300 ogivas nucleares e dispara mísseis de curto alcance contra bases e tropas da Otan na Europa.

míssil nuclear russo

Esses ataques duram 45 minutos e deixam 3,4 milhões de vítimas. A Otan, por sua vez, responde com aviões que viajam rumo à Rússia com 180 ogivas nucleares.

A essa altura, o objetivo de cada um é evitar que o inimigo tenha oportunidade de se recuperar, portanto cada país lança ataques contra as 30 cidades mais povoadas do adversário.

Em cada bombardeio, são usadas entre 5 e 10 ogivas nucleares, dependendo do tamanho da cidade. O resultado: em 45 minutos, mais 85,3 milhões de vítimas, entre mortos e feridos.

Assim, em menos de cinco horas, haveria 91,5 milhões de vítimas. Isso inclui 34,1 milhões de mortes instantâneas e 57,4 milhões de feridos.

Os números, advertem os especialistas, aumentariam “significativamente” se forem levadas em conta as mortes a longo prazo causadas pelos resíduos radioativos deixados no ar.

Míssil

Como chegaram a esses cálculos?

Os especialistas de Princeton dizem que os cálculos são “razoáveis” e baseados em condutas realistas da Rússia e dos Estados Unidos, assim como possíveis objetivos militares e o dano potencial das armas nucleares esses países possuem.

Com base em informações sobre as armas que estão sendo empregadas atualmente, os escudos antimísseis e os possíveis alvos de cada arma, os pesquisadores estimaram a ordem de escalada da guerra, passando de um enfrentamento tático para o ataque a cidades e civis.

O número de mortos e feridos em cada uma dessas fases foi calculado com base no NukeMap, uma ferramenta interativa que mostra o dano que diferentes armas nucleares causariam segundo sua potência e local de lançamento.

O NukeMap foi criado por Alex Wellerstein, professor do Instituto Tecnológico Stevens e especialista em história das armas nucleares.

A informação do NukeMap é “altamente precisa”, segundo disse à BBC News Mundo Erika Simpson, professora de política internacional da Universidade Western, no Canadá, e especialista em estratégia nuclear da Otan. Simpson não participou da simulação de Princeton.

Hiroshima

Qual é o panorama hoje?

Os especialistas ouvidos pela BBC News Mundo concordam que a simulação ocorre num momento em que a ameaça nuclear tem significância.

“Este vídeo é uma poderosa lembrança da ameaça que as armas nucleares representam”, diz Jonathan Marcus, correspondente de assuntos diplomáticos da BBC.

“Ela chega num momento em que a maior parte dos tratados de controle de armas que ajudaram a manter o equilíbrio estratégico durante a Guerra Fria foram abandonados”, alerta.

Segundo explica Marcus, atualmente só há entre Rússia e Estados Unidos um único – e importante – tratado em vigor para o controle de armas nucleares.

Aviões dos Estados Unidos

Trata-se do START II, que estabelece limites rígidos e verificáveis à quantidade de sistemas nucleares estratégicos de longo alcance que cada parte pode empregar.

“Mas esse tratado expira em fevereiro de 2021”, ressalta Marcus. “E, atualmente, nem Washington nem Moscou demonstram grande vontade em prorrogá-lo.”

Em agosto, os Estados Unidos se retiraram formalmente do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, que foi assinado em 1987 pelos então presidentes da União Soviética, Mikhail Gorbachov, e dos Estados Unidos, Ronald Reagan.

Marcus explica que a expiração desse tratado ocorre no momento em que estão surgindo armas novas e potentes, como os mísseis hipersônicos e a utilização de inteligência artificial no armamento estratégico.

Para que servem essas simulações?

Ainda que sejam especulativas, simulações como as promovidas pela Universidade de Princeton são úteis, segundo especialistas.

“Esse estudo oferece informação vital para o público”, disse à BBC News Mundo Dinshaw Mistry, especialista em proliferação nuclear da Universidade de Cincinnati e autor do livro “Contendo a Proliferação de Mísseis”.

“A simulação oferece as bases para questionar a justificativa para o tamanho e o uso das forças nucleares.”

Mistry e Kreps afirmam que esses exercícios servem para estimular uma reflexão sobre as consequências de um conflito nuclear de larga escala e a importância do controle de armas.

Gorbachov e Reagan

Útil, porém limitado

Ainda que reconheçam sua utilidade, os especialistas afirmam que o trabalho de Princeton tem limitações. Mistry, por exemplo, afirma que o cenário de guerra nuclear de grandes proporções “é menos provável” que um enfrentamento de “pequena escala”, com a utilização de uma a cinco armas nucleares na etapa inicial do conflito.

“A simulação seria mais útil se mostrasse como seria possível controlar a escalada da guerra e limitar os danos”, argumenta.

Matthew Bunn, professor da Universidade de Harvard, especialista em medidas de controle da proliferação de armas nucleares, concorda.

“Seria útil acrescentar à simulação mais informações e ações que poderiam ser adotadas para reduzir o perigo”, disse Bunn.

base militar na China

O especialista de Harvard se refere a medidas relacionadas à redução da tensão entre EUA e Rússia, à revitalização de acordos antigos e à redução da ênfase que as doutrinas militares colocam sobre o uso de armas nucleares.

Marcus, por sua vez, destaca que o vídeo de Princeton deixa de lado um aspecto importante do cenário geopolítico.

“É interessante que a simulação tenha escolhido focar numa troca nuclear entre Rússia e EUA”, observa.

“Muita gente acredita que seria mais provável um conflito entre China e EUA. A Rússia é uma sombra da antiga União Soviética em termos de poder bruto e (o presidente russo Vladimir) Putin sabe disso.”

Mas, assim como os demais especialistas ouvidos pela BBC News Mundo, Marcus destaca que o panorama atual torna “mais importante do que nunca” a necessidade de “rever os processos de controles de armas nucleares no mundo”.

 

AGRICULTURA Semagric convoca associações e cooperativas para recadastramento

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Informações contidas no cadastro das associações e cooperativas de trabalhadores e produtores rurais, basicamente o diagnóstico aproximado da característica produtiva, área ativa e tipo de produção existente, notadamente no modelo agricultura familiar, precisam ser atualizadas junto à Semagric.

É com base nesse banco de dados que a prefeitura aprimora e cria novos projetos de incentivo à produção e também elabora cronograma de trabalho, desde recuperação de estradas até assistência ao produtor e transporte.

Devido a importância de manter as informações em dia, o prefeito Hildon Chaves e o secretário municipal da Agricultura, Luiz Cláudio Pereira solicitaram do Departamento de Organização Rural a convocação dos dirigentes de entidades para que compareçam à Semagric, rua Mário Andreaza 8072, Bairro JK II, para regularização e atualização dos dados cadastrais.

A providência é importante para viabilizar a participação das associações e cooperativas nos programas desenvolvidos pela gestão municipal através da Semagric, como o de transporte de calcário, transporte de alimentos, programa de aquisição de alimentos, cadeia produtiva do leite, melhoria da piscicultura, culturas orgânicas, desenvolvimento da mandiocultura e vários outros que ainda estão em desenvolvimento, como o Mel do Porto, que vai oferecer mecanismos para aumentar a produção de mel e seus derivados na capital e distritos.

A Semagric não estipulou prazo para o recadastramento, mas pede a urgência possível por parte dos dirigentes.

Comdecom

Produção de leite é avaliada com foco no Programa de Boas Práticas de Ordenha em Rondônia

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Tanto os produtores de leite quanto os proprietários de agroindústria familiar do Distrito de Nova Dimensão, em Nova Mamoré-RO, terão a matéria-prima inspecionada e analisada com foco no Programa de Boas Práticas de Ordenha do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

As avaliações serão realizadas pela Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa) em conjunto com o Serviço de Inspeção Estadual (SIE) da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado (Idaron). Serão feitas análises do leite cru. O objetivo é adequar as agroindústrias às últimas Instruções Normativas publicadas em 2018 pelo Mapa.

No final do mês de outubro serão coletadas amostras de leite das propriedades dos que participaram da oficina no último mês de agosto. Essa avaliação fechará um trabalho realizado com a comunidade que teve início com análise do leite desses mesmos produtores no mês de maio.

“É o ponta pé inicial para adequação dessas agroindústrias às novas exigências das IN 77 e 78/2018”, explica a Fiscal Estadual Agropecuária Margarete Eliane Garbellini Aprígio, da Gerência de Inspeção de Produtos de Origem Animal da Idaron.

OFICINAS

Nos dias 22 e 23 do último mês de agosto foi realizada a ‘Oficina de Boas Práticas de Ordenha’, no distrito de Nova Dimensão, município de Nova Mamoré. O objetivo, segundo os realizadores, é transferir conhecimentos e práticas aos produtores e técnicos, visando a melhoria da qualidade e sanidade do leite na região.

A ação está alinhada às atividades do Projeto PAP/LQL (Programa de Apoio a Pesquisa de Inovação Tecnológica no Laboratório de Qualidade do Leite), executado pela Embrapa, em parceria com a Idaron e a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).

“As oficinas foram importantes, pois possibilitaram a abordagem dos pontos críticos identificados no estudo e uma interação maior com os produtores e técnicos locais. Técnicos da Agência Idaron e da Emater participaram ativamente nos dois dias de oficinas, e contribuíram na operacionalização e discussões”, salientou a organização do evento.

Participaram das oficinas 28 produtores, 7 técnicos e 4 proprietários de agroindústria.

É #FAKE QUE REVISTA ‘THE ECONOMIST’ DEU CAPA COM LULA ELEITO ‘O MAIOR CORRUPTO DO MUNDO’

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É #FAKE que a revista The Economist deu capa com Lula eleito ‘o maior corrupto do mundo’ É #FAKE que a revista The Economist deu capa com Lula eleito ‘o maior corrupto do mundo’
Reprodução

Circula pelas redes sociais uma imagem de uma capa atribuída à revista The Economist com uma foto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sob a manchete (em inglês): “O maior corrupto do mundo. O presidente que quebrou uma nação”. É #FAKE.

A própria revista The Economist afirma que a capa não é real. Diz que ela é uma invenção completa e não deve ser atribuída à The Economist .

A imagem circula junto com uma mensagem que diz que Lula foi eleito pela revista como “o maior corrupto do mundo”, o que também não é verdade.

Não há, de fato, nos arquivos da revista nenhuma capa similar à que circula na web. A data que figura na capa falsa é 20 de agosto de 2017.

Não houve, porém, nenhuma capa nessa data. O dia mais próximo em que houve uma publicação da The Economist foi 19 de agosto daquele ano. A capa real da revista , no entanto, tinha uma charge do presidente americano, Donald Trump.

Maia pede cautela na análise do excludente de ilicitude

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Rodrigo Maia participou do lançamento de um programa de parcerias público-privadas do governo do Paraná, em Curitiba

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a pedir cautela na análise e votação do chamado excludente de ilicitude, como é conhecido ato praticado por policial que alega legítima defesa.

Maia pediu uma avaliação cuidadosa do trecho, previsto em projeto de lei analisado por um grupo de trabalho na Câmara, depois da morte da menina Ágatha Félix, de apenas 8 anos, na favela do Alemão, no Rio de Janeiro, no último final de semana. Segundo moradores da favela carioca, policiais militares atiraram contra uma moto que passava pelo local e o tiro atingiu a criança.

Para o presidente da Câmara, o excludente de ilicitude já é previsto no artigo 23 do Código Penal e uma alteração no texto pode ser interpretada como autorização para atos que podem tirar a vida de pessoas inocentes.

“Este é um tema polêmico. Da forma como esteja escrito você pode estar de fato protegendo um policial em combate, da forma que está escrito você pode estar liberando demais, para que alguma vítima possa perder a vida”, afirmou.

Entenda o significado do excludente de ilicitude

Maia pediu mais debate sobre o assunto no grupo de trabalho que analisa propostas de alteração na legislação penal e processual penal apresentadas pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro (PL 882/19), o chamado pacote anticrime; e pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

Ele evitou polemizar com o ministro da Justiça, que disse que o excludente de ilicitude não tem relação com a morte da menina Ágatha. “O trabalho da polícia nunca é: porque nós estamos avançando contra o crime organizado, nós podemos perder a vida de uma criança. Acho que esse é o debate”, disse.

Para Rodrigo Maia, o combate à criminalidade e à violência tem que passar também pela análise de outros fatores, como a proteção das fronteiras e mais investimentos em tecnologia e informação por parte do aparato de segurança pública.

Ele criticou, por exemplo, o baixo investimento no programa de proteção de fronteiras, orçado em R$ 11 bilhões, e que só obteve até agora a liberação de R$ 2 bilhões nos últimos anos.

“Como é que um investimento de R$ 11 bilhões, nos últimos anos, nós só aplicamos R$ 2 bilhões? E certamente muitas armas que matam a vida das nossas crianças, e drogas também, que tiram a vida de muitas crianças, elas passam por essas fronteiras”, lamentou.

O Grupo de trabalho que analisa mudanças na legislação penal, entre os quais o excludente de ilicitude, tem reunião marcada para esta terça-feira (24) para concluir a votação do relatório apresentado pelo deputado Capitão Augusto (PL-SP).

Meio Ambiente
As declarações de Maia ocorreram durante o lançamento de um programa de parcerias público-privadas do governo do Paraná, em Curitiba.

Ele falou também sobre o provável conteúdo do discurso que o presidente Jair Bolsonaro fará nesta terça-feira na abertura da Assembleia Geral da ONU, em Nova York.

Maia esteve com o presidente no sábado e disse que, pelo teor da conversa, Bolsonaro deverá falar que o Brasil não está se negando a resolver os problemas das queimadas em área ilegal e que o país sempre esteve na vanguarda da proteção ao meio ambiente.

Reportagem – Antonio Vital
Edição – Geórgia Moraes

TRANSPORTE ESCOLAR | Repasses da prefeitura para empresa Freitas serão feitos via conta judicial

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A Prefeitura de Porto Velho firmou termo de acordo e compromisso com definição de responsabilidades junto a 18ª Promotoria de Justiça da Educação de Rondônia, na manhã desta segunda-feira (23/9), em relação a determinação judicial para intervenção do Estado na empresa Freitas, a qual não cumpriu o contrato com o Município para fazer o transporte escolar terrestre.

Pelo acordo, o prefeito Hildon Chaves, que fez questão de participar da reunião junto com o procurador-geral do Município, José Luiz Storer Júnior, não somente informaram que concordam com todos os termos da intervenção, como também renunciaram ao prazo legal para recorrer da decisão da justiça.

Hildon Chaves ainda requereu a promotora de justiça Priscila Matzenbacher Machado, autorização para que todos os pagamentos a empresa Freitas sejam transferidos pelo Município diretamente para a conta judicial vinculada ao processo de intervenção de nº 7007783-05.2018.8.22.0001, como forma de dar mais transparência às suas ações e garantia da retomada do transporte escolar.

Comdecom

Quem causa mais? Bolsonaro e Trump falam na ONU

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São Paulo — Oito dias após receber alta de sua quarta cirurgia pós-facada, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro discursa hoje na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York. O presidente deve subir ao púlpito por volta das 10h para um discurso que deve durar 20 minutos.

O texto foi elaborado por ele e por um grupo de assessores: Augusto Heleno, chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores e Filipe Martins, assessor especial da Previdência.

Espera-se um discurso de forte tom nacionalista, com defesa da soberania do Brasil em relação à Amazônia e de tentar desfazer a imagem ruim do governo. O presidente também deve aproveitar a oportunidade para apresentar dados que coloquem as queimadas na floresta em perspectiva — a ver que dados usará.

A fala deve mostrar também a agenda de desenvolvimento “sustentável” do Brasil, com forte cunho liberal. Antes de embarcar, Bolsonaro reconheceu que “pode ter algum problema lá”, mas antecipou que seu objetivo “não é brigar com ninguém”.

O presidente brasileiro encontrará um ambiente especialmente carregado — há quem fale até na possibilidade de pontuais abandonos durante a fala. A assembleia da ONU tem uma pauta especialmente difícil para Bolsonaro.

Clima e meio-ambiente nunca foram temas prioritários na agenda política do governo, que precisou reagir de forma açodada à pressão internacional com as queimadas na Amazônia.

Em encontros paralelos e entrevistas, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, tenta defender o ponto de vista do governo. Ontem ele anunciou um novo fundo internacional para a Amazônia para a pesquisa em bioeconomia — faltou só detalhar quem são os investidores internacionais da iniciativa.

Cobrou ainda os signatários do Acordo de Paris, do qual o governo já cogitou desembarcar, 100 bilhões de dólares prometidos a nações em desenvolvimento.

O problema é que o Brasil não teve voz no principal evento com foco em meio ambiente, a Assembleia do Clima, realizada ontem. Em discursos fortes, ambientalistas e líderes globais se comprometeram a ir além dos objetivos definidos pelo Acordo de Paris, que limita em até dois graus o aumento de temperatura até 2050.

Antagonista de Bolsonaro, o presidente francês, Emmanuel Macron, apresentou ontem uma aliança para proteger a Amazônia e outras florestas tropicais ao lado de presidentes de países como Alemanha, Bolívia e Colômbia.

Logo após o presidente brasileiro sobe ao palco da ONU o americano Donald Trump para o discurso mais aguardado do dia. Trump deve falar sobre os conflitos com Irã e Coreia do Norte e a guerra comercial com a China. O discurso acontece logo após um novo quiproquó internacional.

Depois de supostamente discutir a disputa eleitoral com o democrata Joe Biden com o presidente da Ucrânia, Trump ordenou o congelamento de 391 milhões de dólares em ajuda ao país. A denúncia é que ele usou do cargo para pedir que a Ucrânia investigue Biden, o que dá margem para novos pedidos de impeachment da oposição.

Para Bolsonaro, ser ofuscado por Trump, nesta terça-feira, será um ótimo negócio.

Lacen capacita técnicos para identificação e manuseio de vetores da dengue, malária e doença de Chagas

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Técnicos do município de Pimenta Bueno participaram durante uma semana (16 a 20) de um treinamento em noções básicas de biossegurança e condutas laboratoriais e de campo, além de  capacitação em identificação taxonômica de vetores de doenças como dengue, malária, doença de Chagas, febre maculosa e leishmaniose, realizados pelo núcleo de Entomologia e Biologia Animal do Lacen/RO.

“Em outra demanda do município, os técnicos  também puderam aprender a identificação de escorpiões causadores de acidentes no estado de Rondônia e noções básicas de epizootias causadas por febre amarela e raiva animal”, explicou o diretor do Lacen, Luiz Tagliani.

Essa capacitação visa dotar os técnicos, de conhecimento para que a unidade de vigilância local adote as medidas de prevenção e de controle adequadas, atendendo às normas técnicas do Programa de Vigilância, Prevenção e Controle da Febre Amarela e de outras doenças causadas por mosquitos ou outro inseto que possa transmitir doenças.

A investigação dos mosquitos relacionados à febre amarela e outras arboviroses (dengue, zika vírus, chikungunia, leishmaniose, malária, entre outros), deverá ser planejada de forma integrada entre o Laboratório de Entomologia, as Vigilâncias Epidemiológica/Ambiental e o Lacen a fim de viabilizar fluxos de informações e de encaminhamento de amostras para diagnóstico adequado e oportuno.

A investigação dos mosquitos relacionados à febre amarela e outras arboviroses (dengue, zika vírus, chikungunia, leishmaniose, malária, entre outros), deverá ser planejada de forma integrada entre o Laboratório de Entomologia, as Vigilâncias Epidemiológica/Ambiental e o Lacen a fim de viabilizar fluxos de informações e de encaminhamento de amostras para diagnóstico adequado e oportuno.

De acordo com Tagliani caberá aos serviços de vigilâncias municipais informar à Agência de Vigilância em Saúde (Agevisa), sobre as ações de investigação entomológica, preferencialmente no seu planejamento, para acompanhamento da investigação, rastreamento das amostras e monitoramento dos testes e resultados laboratoriais.

Os técnicos além de aulas teóricas participaram de aulas práticas para aprender as metodologias utilizadas para coleta de vetores (mosquitos e outros), a sua identificação, instalação de armadilhas para captura e também sobre o uso adequado da literatura para facilitar o processo de identificação taxonômica. E na prática em campo, orientações sobre as coletas, armazenamento e envio (transporte) das espécimes para o Lacen em Porto Velho.

“Importante salientar, que a investigação de outros agravos também foram abordados como a febre maculosa, transmitida por carrapatos, e a doença de Chagas, transmitida pelo barbeiro”, disse Luiz Tagliani.

Visando a melhoria da qualidade no monitoramento dessas doenças, o Lacen/RO, em parceria com a Agevisa, pretende estabelecer uma rede de informações apta para atuar em casos de surtos ou ocorrências que afetem a saúde da população, estendendo e ampliando a vigilância epidemiológica no estado de Rondônia.

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