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segunda-feira, abril 20, 2026
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SEMED promove Workshop para apresentação do projeto ‘Coleta Seletiva nas Escolas’

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A Secretaria Municipal de Educação (SEMED) de Ariquemes, em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMA) e Secretaria Municipal de Saúde (SEMSAU), promoveu na manhã desta quarta-feira (25) um Workshop para a apresentação do projeto “Coleta Seletiva nas Escolas”, a ser implementado para os alunos de 1° a 5° ano do Ensino Fundamental da Rede Municipal.

O evento foi realizado no auditório do Ministério Público da cidade e contou com a presença de diretores, gestores, e servidores da educação como professores de ciências, professores de geografia, técnicos agrícolas, merendeiras, zeladoras e vigias.

De acordo com a Secretaria da SEMED, Cleuzeni Maria de Jesus, o principal objetivo do Workshop é o de capacitar os profissionais para o desenvolvimento do projeto nas escolas.

“Pretendemos capacitar os profissionais que trabalham diretamente com o meio ambiente nas escolas. Então esse Workshop é de grande importância para mostrar e trazer a necessidade de conscientização para um meio ambiente melhor, além de fortalecer as ações do projeto”, detalhou.

Durante o encontro, o engenheiro ambiental da SEMA, Glauco Rodrigo Kozerski, palestrou sobre o tema “Coleta Seletiva”; A Coordenadora de Meio Ambiente da SEMED, Isabele Rosângela Teixeira, palestrou sobre “Reciclagem e Paisagismo” e o agente de endemias da FUNASA, José Alves de Carvalho, falou sobre a dengue, malária e Chikungunya.

Para Cleuzeni Maria de Jesus o projeto “Coleta Seletiva” é fruto do trabalho das secretarias do município, que possuem o objetivo de melhorar a qualidade de vida da comunidade.

“É na escola, principalmente na faixa etária dos nossos alunos, que é onde a gente realmente consegue fazer com que eles aprendam e coloque em prática nas casas onde moram, levando o conhecimento para os pais”, concluiu.

Futebol de campo: Semifinais do campeonato municipal de Jaru começam na próxima terça-feira, dia 1º

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O campeonato municipal de futebol de campo de Jaru, da série A, entra na reta final. Quatro equipes chegaram às semifinais e vão em busca das vagas para disputar o título da competição.

O primeiro jogo acontecerá na próxima terça-feira, 1º de outubro. Marcada para às 19h40, a partida será entre o time do Jacaré e a equipe de Tarilândia.

No outro confronto das semifinais, realizado no dia 5 de outubro, a partir das 19h45, os times do Botafogo e União Guadalupe buscarão a segunda vaga na final.

A campeonato é realizado pela prefeitura de Jaru, através do departamento de esportes. A organização é da Associação de Rádio Interativa Jaruense. Todos os jogos acontecem no estádio municipal Leal Chapelão.

Pesquisadores encontram neurônios que apagam a memória

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São Paulo – Existem muitas especulações sobre o que leva um ser humano a esquecer completamente informações específicas ou sonhos – e um novo estudo pode ter conseguido uma resposta. Realizada por pesquisadores de diversas entidades médicas do Japão, a publicação indica que o cérebro humano pode forçar a perda de memórias. A pesquisa diz que um conjunto de neurônios existem exclusivamente para eliminar as memórias consideradas irrelevantes, fazendo com que os indivíduos esqueçam os pequenos detalhes do cotidiano.

Durante o dia, é comum que a mente das pessoas acabe ficando lotada de informações que, ao final do dia, não servem para mais nada. Com isso, as células cerebrais, reconhecidas como neurônios que abrigam o hormônio concentrador de melanina – MCH -, destroem de maneira ativa as memórias durante o sono R.E.M., ou seja, enquanto o indivíduo está mais adormecido e os sonhos são mais vívidos. Nessa fase, a atividade cerebral funciona da mesma maneira que funciona quando o ser humano está acordado.

Para realizar a pesquisa, os estudiosos utilizaram ratos como cobaia e analisaram seus cérebros. Com isso, descobriram que mais de 50% das células MCH ficavam ativas em alta velocidade quando os animais estavam passando pela fase R.E.M. do sono. Também foi revelado que as células enviam mensagens para a sede da memória cerebral, chamada de hipocampo, que são capazes de inibirem as memórias presentes.

Com ajustes de combinação genética, os pesquisadores então criaram cópias de ratos que eram capazes de ativar e desativar os neurônios MCH quando desejassem. A ativação voluntária das células diminuiu o tempo que os animais passavam procurando por alimentos ou objetos que haviam perdido.

Thomas Kilduff, diretor do Centro de Neurociência do Instituto de Pesquisa Stanford, nos Estados Unidos, informou em comunicado que um grupo específico de neurônios controla todas as memórias do sono. “Como se pensa que os sonhos ocorrem principalmente durante o sono REM, o estágio do sono em que as células MCH são ativadas, a ativação dessas células pode impedir que o conteúdo de um sonho seja armazenado no hipocampo – consequentemente, o sonho é rapidamente esquecido.”

Portanto, caso a hipótese levantada pelos cientistas e pesquisadores japoneses seja comprovada, pode se tornar possível que os neurônios humanos sejam ativados e desativados para as pessoas se lembrem ou se esqueçam de algo –  como o procedimento que Clementine (Kate Winslet) se submete para esquecer Joel (Jim Carrey) no filme “Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças”, de 2004. A pesquisa, porém, tem a intenção de fazer com que indivíduos se lembrem das coisas, e não o contrário.

 

Saiba como fica a lei do abuso de autoridade após Congresso ter rejeitado 18 vetos de Bolsonaro

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Congresso Nacional derrubou na noite desta terça-feira (24) 18 vetos do presidente Jair Bolsonaro ao projeto de lei sobre abuso de autoridade, sancionada no início de setembro.

Com isso, os trechos vetados por Bolsonaro e recuperados pelos parlamentares serão incorporados à legislação quando foram promulgados e publicados no “Diário Oficial da União”.

As principais mudanças serão nos crimes e penas previstos para quem comete o abuso de autoridade.

Veja, abaixo, como ficará a nova lei de abuso de autoridade:

O projeto

A proposta estabelece uma série de crimes relacionados à atuação de servidores e de integrantes dos Três Poderes, que podem ser considerados como abuso de autoridade, além de determinar a forma como vai ocorrer o processo penal, a responsabilização e os efeitos da condenação pelas infrações.

Autoridades envolvidas

O texto estabelece quais agentes públicos da União, estados, Distrito Federal e municípios, da administração direta ou indireta, são capazes de cometer o crime de abuso de autoridade. Entre eles, então:

  • servidores públicos e militares;
  • integrantes do Poder Legislativo (deputados e senadores, por exemplo, no nível federal);
  • integrantes do Poder Executivo (presidente da República, governadores e prefeitos);
  • integrantes do Poder Judiciário (juízes de primeira instância, desembargadores de tribunais, ministros de tribunais superiores);
  • integrantes do Ministério Público (procuradores e promotores);
  • integrantes de tribunais e conselhos de conta (ministros do TCU e integrantes de TCEs).

Crimes e penas

A proposta agora prevê as seguintes situações que podem ser enquadradas como crime:

  • Decretar medida de privação da liberdade (prisão, por exemplo) de forma expressamente contrária às situações previstas em lei – pena de um a quatro anos de detenção;
  • Decretar a condução coercitiva de testemunha ou investigado manifestamente descabida ou sem prévia intimação de comparecimento ao juízo – pena de um a quatro anos de detenção;
  • Deixar injustificadamente de comunicar prisão em flagrante à autoridade judiciária no prazo legal – pena de seis meses a dois anos de detenção;
  • Constranger o preso ou o detento, mediante violência, grave ameaça ou redução de sua capacidade de resistência, a: exibir-se ou ter seu corpo ou parte dele exibido à curiosidade pública; ou submeter-se a situação vexatória ou a constrangimento não autorizado em lei – pena de um a quatro anos de detenção;
  • Constranger a depor, sob ameaça de prisão, pessoa que, em razão de função, ministério, ofício ou profissão, deva guardar segredo ou resguardar sigilo – pena de um quatro anos de detenção;
  • Deixar de identificar-se ou identificar-se falsamente ao preso por ocasião de sua captura ou quando deva fazê-lo durante sua detenção ou prisão – pena de seis meses a dois anos de detenção;
  • Submeter o preso a interrogatório policial durante o período de repouso noturno, salvo se capturado em flagrante delito ou se ele, devidamente assistido, consentir em prestar declarações – pena de seis meses a dois anos de detenção.
  • Impedir ou retardar, injustificadamente, o envio de pleito de preso à autoridade judiciária competente para a apreciação da legalidade de sua prisão ou das circunstâncias de sua custódia – pena de um a quatro anos de detenção;
  • Impedir, sem justa causa, a entrevista pessoal e reservada do preso com seu advogado – pena de seis meses a dois anos de detenção;
  • Manter presos de ambos os sexos na mesma cela ou espaço de confinamento – pena de um a quatro anos de detenção;
  • Invadir ou adentrar, clandestina ou astuciosamente, ou à revelia da vontade do ocupante, imóvel alheio ou suas dependências, ou nele permanecer nas mesmas condições, sem determinação judicial ou fora das condições estabelecidas em lei – pena de um a quatro anos de detenção;
  • Inovar artificiosamente, no curso de diligência, de investigação ou de processo, o estado de lugar, de coisa ou de pessoa, com o fim de eximir-se de responsabilidade ou de responsabilizar criminalmente alguém ou agravar-lhe a responsabilidade – pena de um a quatro anos de detenção;
  • Constranger, sob violência ou grave ameaça, funcionário ou empregado de instituição hospitalar pública ou privada a admitir para tratamento pessoa cujo óbito já tenha ocorrido, com o fim de alterar local ou momento de crime, prejudicando sua apuração – pena de um a quatro anos de detenção;
  • Proceder à obtenção de prova, em procedimento de investigação ou fiscalização, por meio manifestamente ilícito – pena de um a quatro anos de detenção;
  • Requisitar instauração ou instaurar procedimento investigatório de infração penal ou administrativa, em desfavor de alguém, à falta de qualquer indício da prática de crime, de ilícito funcional ou de infração administrativa – pena de seis meses a dois anos de detenção.
  • Divulgar gravação ou trecho de gravação sem relação com a prova que se pretenda produzir, expondo a intimidade ou a vida privada ou ferindo a honra ou a imagem do investigado ou acusado – pena de um a quatro anos de detenção;
  • Prestar informação falsa sobre procedimento judicial, policial, fiscal ou administrativo com o fim de prejudicar interesse de investigado – pena de seis meses a dois anos de detenção;
  • Dar início ou proceder à persecução penal, civil ou administrativa sem justa causa fundamentada ou contra quem sabe inocente – pena de um a quatro anos de detenção;
  • Estender injustificadamente a investigação, procrastinando-a em prejuízo do investigado ou fiscalizado – pena de seis meses a dois anos de detenção;
  • Negar ao interessado, seu defensor ou advogado acesso aos autos de investigação preliminar, ao termo circunstanciado, ao inquérito ou a qualquer outro procedimento investigatório de infração penal, civil ou administrativa, assim como impedir a obtenção de cópias, ressalvado o acesso a peças relativas a diligências em curso, ou que indiquem a realização de diligências futuras, cujo sigilo seja imprescindível – pena de seis meses a dois anos de detenção.
  • Exigir informação ou cumprimento de obrigação, inclusive o dever de fazer ou de não fazer, sem expresso amparo legal – pena de seis meses a dois anos de detenção;
  • Decretar, em processo judicial, a indisponibilidade de ativos financeiros em quantia que extrapole exacerbadamente o valor estimado para a satisfação da dívida da parte e, ante a demonstração, pela parte, da excessividade da medida, deixar de corrigi-la – pena de um a quatro anos de detenção;
  • Demorar demasiada e injustificadamente no exame de processo de que tenha requerido vista em órgão colegiado, com o intuito de procrastinar seu andamento ou retardar o julgamento – pena de seis meses a dois anos de detenção;
  • Antecipar o responsável pelas investigações, por meio de comunicação, inclusive rede social, atribuição de culpa, antes de concluídas as apurações e formalizada a acusação – pena de seis meses a dois anos de detenção.

Mudanças no Estatuto da Advocacia e da OAB

A norma inclui, no Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), dispositivo que torna crime “violar direito ou prerrogativas do advogado”.

Entre essas prerrogativas, estão:

  • a inviolabilidade do escritório ou local de trabalho;
  • comunicação com os clientes;
  • a presença de representante da OAB em caso de prisão do advogado.

A pena é de três meses a um ano de detenção.

Interceptações telefônicas

A lei determina que é crime “realizar interceptação de comunicações telefônicas, de informática ou telemática, promover escuta ambiental ou quebrar segredo de Justiça, sem autorização judicial ou com objetivos não autorizados em lei. Pena de dois a quatro anos de reclusão.

Ação penal por meio do MP

Os crimes de abuso de autoridade são de ação penal pública incondicionada. Isso significa que o Ministério Público é o responsável por ingressar com a ação na Justiça, sem depender da iniciativa da vítima.

Se não for proposta a ação pelo MP no prazo legal, a vítima pode propor uma queixa em até 6 meses, contado da data em que esgotar o prazo para oferecer a denúncia.

Efeitos da condenação

Uma vez condenada – e reincidente em crimes do mesmo tipo – a autoridade pode:

  • ser obrigada a indenizar o dano pelo crime;
  • ser inabilitada para o exercício de cargo, mandato, função pública por um período de um a cinco anos;
  • perder o cargo, mandato ou função pública.

Penas restritivas de direitos

Condenados pelos crimes de abuso de autoridade podem cumprir penas restritivas de direitos, no lugar das punições com prisão, como:

  • prestação de serviços à comunidade ou entidades públicas;
  • suspensão do exercício do cargo, função ou mandato pelo prazo de um a seis meses, com perdas dos vencimentos e das vantagens.

Ministério Público de Rondônia adere à campanha Setembro Verde e servidores da Sesau fazem conscientização sobre doação de órgãos

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O Ministério Público de Rondônia aderiu à campanha Setembro Verde, cujo objetivo é conscientizar sobre a importância da doação de órgãos e tem como lema “Espalhe Amor, Doe Órgãos”.

Na manhã desta quarta-feira (25/9), servidoras da Divisão da Central de Transplantes da Secretaria de Estado da Saúde (SESAU) fizeram um trabalho de conscientização com Membros e servidores da Instituição sobre a importância de doação de órgãos, no hall de entrada no edifício-sede do MPRO, em Porto Velho.

Os servidores receberam o laço verde, que simboliza a campanha, e também panfletos explicativos sobre como fazer a doação de órgãos; que tipos de órgãos podem ser doados; o que é preciso para ser um doador e outros esclarecimentos importantes sobre a doação de órgãos. Para mais informações, os interessados podem acessar o site www.saúde.gov.br/doeorgaos ou ligar no Disque Saúde 136.

Fonte: Ascom MPRO

Infecções hospitalares diminuem em Rondônia e resultados serão apresentados pela Agevisa

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A Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) trabalha com a prevenção e controle de doenças infecciosas hospitalares, e o resultados das ações realizadas serão apresentados nesta quinta e sexta-feira (26 e 27), durante o evento “Experiências Exitosas dos Hospitais de Porto Velho no controle das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (Iras)”, que acontece das 8h às 18h, no no auditório do Rondon Palace Hotel.

As temáticas abordadas no evento trazem as experiências, desafios e resultados de um trabalho que vem sendo realizado pela Agevisa. Em 2017 a coordenação estadual das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (Iras) lançou um plano de ação e combate às doenças, iniciando o monitoramento nos hospitais.

“Identificamos quais eram os problemas, depois planejamos as soluções, logo após isso capacitamos e mostramos o caminho. Os resultados vieram: os serviços de terapia intensiva apresentaram grandes melhorias, e é isso que queremos mostrar a todos”, destacou a coordenadora da comissão estadual de controle das Infecções Relacionadas à Assistência á Saúde, Eunice Ribeiro.

Segundo ela, é a primeira vez que Rondônia realiza um evento como este. Na oportunidade, os profissionais das Comissões de Controle de Infecções Hospitalares (CCIH) serão capacitados, e os hospitais que apresentarem os melhores resultados vão receber como prêmio um certificado como forma de incentivo.

“Nós estamos fortalecendo a prevenção e o controle de infecção hospitalar em nosso estado. É uma meta do governo Marcos Rocha em melhorar o serviço público de saúde, e temos alcançado essa meta”, ressaltou a coordenadora.

Evento: Experiências Exitosas dos Hospitais de Porto Velho no controle das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (Iras)

Data: 26 e 27/09

Horário: 8h às 18h

Local: auditório do Rondon Palace Hotel, Av. Gov. Jorge Teixeira, 491 – Nossa Sra. das Graças, Porto Velho

Rondônia avança nas etapas para implantação do Novo Referencial Curricular do Ensino Médio

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A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) de Rondônia avança nas fases de implantação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o referencial curricular que esta sendo construído de forma colaborativa em todo o pais e que vai nortear o ensino oferecido aos jovens em idade escolar.  De acordo com Gilceli Correia de Oliveira, coordenadora da BNCC na etapa Ensino Médio, a secretaria está empenhada no processo de definição da nova estrutura de flexibilização do currículo, que representará 1.200 horas destinadas aos itinerários formativos.

Segundo Gilceli Correa da equipe pedagógica, essa ampliação da carga horária, através dos Itinerários Formativos, garantirá aos estudantes oportunidade para cursar além dos conteúdos da BNCC, por meios de unidades curriculares novas, trilhas de aprofundamento nas áreas de conhecimento, ênfase no projeto de vida, além de escolher disciplinas eletivas, que objetivam desenvolver habilidades além daquelas oferecidas pelas disciplinas tradicionais, e que são fundamentais mas não são obrigatórios na BNCC.

A consulta pública a ser feita pela Secretaria de Educação está prevista para acontecer em outubro, com a apoio do Conselho Estadual de Educação (CEE).  Segundo a presidente do Conselho Estadual de Educação de Rondônia, professora Francisca Batista da Silva, é papel do conselho estadual de educação participar da definição das políticas públicas educacionais do Estado, para garantir o direito a educação a todos os cidadãos. “No caso da implementação da BNCC do ensino médio, o conselho tem a responsabilidade de elaborar um documento orientador para a organização curricular das escolas do ensino médio”, explicou a presidente.

Uma das peculiaridades nas discussões para construção do Novo Ensino Médio em Rondônia é a participação integrada de membros Conselho, da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e demais órgãos vinculados à Educação.

Para o secretário de Educação de Rondônia, Suamy Vivecananda, as reuniões periódicas com o Conselho são oportunas, pois quando sair o regramento e deliberações sobre a base, a equipe Seduc já estará integrada as mudanças e as discussões ficam mais aproximadas da realidade da rede pública estadual.

A equipe da Seduc esteve em Brasília participando pela segunda vez, em setembro, do Encontro da Frente de Currículo e Novo Ensino Médio, e entre os assuntos tratados estavam a implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o Novo Ensino Médio, as escolas de tempo integral e o monitoramento dos Planos Estaduais de Educação. Também esteve em pauta a reestruturação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Pegamos Trump, comemora oposição; e este cara com isso?

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Como Forest Gump, o presidente Volodymyr Zelensky apareceu acidentalmente na história.

A conversa que escancarou os portões do impeachment – sem que haja nenhuma certeza, no momento, de que venha a ser aprovado – está gravada e vai aparecer a qualquer momento.

O funcionário ainda anônimo que denunciou um ato de abuso de poder, entre outras irregularidades, no pedido de Trump a Zelensky para que investigasse o comportamento suspeito de Joe Biden e seu filho, poucos anos atrás, também vai ter sua identidade revelada a qualquer momento.

Mas Zelensky sabe muito mais, inclusive o que disse o advogado de Trump, Rudolph Giuliani, em contatos menos explícitos com um representante ucraniano.

De muitas maneiras, Volodymyr Zelensky é a Monica Lewinsky de Donald Trump.

Monica acabou tendo que revelar as interações sexuais com Bill Clinton, o vestido com a ejaculação presidencial, o “sexo que não era sexo” segundo o presidente quis alegar por não envolver penetração e outras histórias constrangedoras.

Como dirigente estrangeiro, Zelensky só vai falar o que quiser ou o que interessar a seu país ou sua carreira.

Mas haverá nada menos que seis comissões da Câmara de Representantes vasculhando tudo, tudo, tudo. E os recursos de deputados americanos, com seus batalhões de assessores jurídicos, são quase infinitos.

O público vai ter que se acostumar a sobrenomes impronunciavelmente eslavos e jogos de interesse labirinticamente ucranianos.

Sem contar os russos, mestres da contrainformação e dos jogos de espelhos, pairando por trás de tudo que envolve a Ucrânia.

Zelensky já era um político acidental. Foi eleito numa daquelas reações de povos que, não suportando mais a corrupção e a politicalha, partem para uma opção fora dos parâmetros conhecidos.

Humorista profissional, interpretava um professor de história que vira celebridade e presidente acidental. Existe um filme brasileiro com enredo parecido.

Outro personagem que será trazido ao centro dos acontecimentos é Viktor Shorkin, o chefe da Procuradoria-Geral da Ucrânia cuja cabeça Joe Biden exigiu quando era vice-presidente – e conseguiu.

Existe uma gravação de Biden contanto como forçou o presidente da época, Petro Poroshenko, a demitir Shorkin ou então “o bilhão não ia sair”.

Ou seja, usou exatamente o mesmo método de que Trump agora é acusado: manipular a ajuda americana.

“Eu vou embora daqui a seis horas, se o procurador não for demitido, vocês não terão o dinheiro”, contou Biden, feliz da vida, sobre o episódio ocorrido em 2016.

“Filhos da ****. Ele foi demitido. E colocaram no lugar alguém que na época era sólido.”

Shorkin não era nenhum santo. Encarregado de combater a corrupção terminal, supostamente usava os instrumentos de estado para extorquir milionários enrolados na rede de propinas.

Mas Biden estava cobrando a demissão de um funcionário sujo ou interferindo em favor do patrão de seu filho, Hunter, que apareceu na Ucrânia como assessor jurídico do dono da Burisma, uma grande empresa de gás natural?

Os republicanos não vão ficar sentadinhos enquanto a oposição democrata, que tem maioria na Câmara, desenterra todos os podres que conseguir sobre Trump.

Ao dizer que pediu a Zelensky que investigasse os Biden, pai e filho, Trump teoricamente já cometeu um crime, o de “solicitar ajuda de um governo estrangeiro” para favorecer sua campanha.

Ironicamente, o mesmo de que foi acusado desde antes de assumir, mas envolvendo a Rússia. Acusado sem comprovações, note-se.

No momento, segundo levantamento do site Politico, 200 deputado democratas são a favor do impeachment e 35 são contra ou preferem aguardar o inquérito.

Todos os republicanos são contra.

Donald Trump só sofrerá o impeachment, um fato que nunca aconteceu nos Estados Unidos, se a Câmara apresentar o processo, depois de sucessivas votações, e o Senado, funcionando como um tribunal de justiça, se decidir pela culpa.

Isso só aconteceria se parlamentares republicanos fossem convencidos por fatos ou por realidade política, como aconteceu no caso de Richard Nixon.

Se quiser e considerar conveniente, Volodymyr Zelensky, um ator que lembra um pouco o inglês Mr. Bean, pode até prestar um depoimento voluntário no Congresso dos Estados Unidos.

Dá para acreditar?

Semáforo na Calama com Farquhar proporciona mais segurança aos condutores e pedestres

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A Prefeitura de Porto Velho inaugurou na manhã desta terça-feira (24/09), um semáforo que foi instalado recentemente no cruzamento das avenidas Calama e Farquhar, na região central da cidade. O trabalho realizado pela Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran) atende determinação do prefeito Hildon Chaves.

Com a instalação do equipamento, de acordo com o secretário Nilton Kisner (Semtran), o trânsito entre Farquhar e rua Rui Barbosa que era mão dupla, passa a ser mão única, sentido centro.

“O semáforo de dois tempos foi implantado com objetivo de melhorar a fluidez no trânsito e proporcionar mais segurança aos condutores e pedestres, especialmente nos horários de pico”, disse o secretário.

Antes da inauguração, equipes da Semtran realizaram ações educativas, orientando o público que transita pelo local. Mesmo com o equipamento funcionando, uma equipe de agentes de trânsito continua orientando as pessoas passam por aquele cruzamento.

Comdecom

Atração de investimentos e incentivo à exportação são objetivos da Invest Rondônia

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Foi apresentada nesta terça-feira (24), ao governador Marcos Rocha, a Invest Rondônia, uma coordenadoria da Superintendência de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi) que está sendo estruturada para servir de referência aos investidores e empresários interessados em exportar seus produtos para todo o mundo.

Para atrair investimentos, a Invest Rondônia promove ações em todo o mundo para divulgar a marca Rondônia e atrair potenciais interessados em investir no Estado. Uma dessas ações é o Rondônia Day, evento que já foi realizado em São Paulo e que já teve como resultado o início do projeto de instalação de uma indústria em Porto Velho.

Outro braço da Invest Rondônia é o de promoção à exportações. Por meio de parcerias com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), empresários locais recebem treinamento para aprender a exportar seus produtos para mercados em potenciais.

“Quando nós falamos de exportação, parece que a é a mesma coisa que estivéssemos falando para o empresário ir para Marte, ele não entende ainda que essa é uma realidade e a Invest Rondônia pretende facilitar isso”, disse o superintendente da Sedi, Sérgio Gonçalves.

O governador Marcos Rocha, que conheceu a Invest Rondônia pela primeira vez na reunião, parabenizou a iniciativa e disse que é exatamente o que espera. “É preciso ver o Estado de Rondônia como algo parecido com uma empresa, que precisa mostrar indicadores e resultados, de forma prática, para retornar à sociedade emprego e renda”.

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