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domingo, abril 19, 2026
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Emprego cresceu 50% em agosto em Ji-Paraná; Falta de qualificação é o maior impedimento para novas colocações

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Apesar do crescimento, em agosto, de 50% dos postos de trabalhos abertos pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine) em Ji-Paraná, a falta de qualificação profissional ainda é considerada o maior responsável pelo desemprego na cidade.

Na semana passada, o Sine divulgou a proporção de crescimento entre os meses de agosto deste ano em relação ao mesmo período de 2018. No mês passado foram abertos 116 vagas de trabalho na unidade empregando 56 pessoas.

Em agosto de 2018, apenas nove pessoas conseguiram emprego nas 77 vagas ofertadas pela instituição. Em média, o Sine em Ji-Paraná atende 85 pessoas por dia em busca de serviço com carteira assinada.

“É um crescimento considerável em tempos que o desemprego machuca o país. Nossa maior dificuldade está sendo encontrar profissionais qualificados para encaminhar ao mercado de trabalho”, avalia a responsável pelo Sine, Andreia Bastos.

No Sine sobram vagas para as áreas de informática, soldador e megarefe, segundo informações na instituição. O megarefe é o profissional que lida com o corte e beneficiamento do animal, como retirada de couro, carcaça e desossa, por exemplo. “A região dispõe de vários frigoríficos e as vagas de trabalhos são constantes”, ressalta Andreia Bastos.

Com o objetivo de proporcionar a qualificação, Bastos busca parcerias com instituições e órgãos oficiais na promoção de cursos a baixo custo. “A pessoa quando está desempregada não costuma ter dinheiro para investir em treinamentos e capacitações”.

Com olhar humanizado, Andreia Bastos planeja viabilizar cursos específicos para atender a demanda de Ji-Paraná. “Vamos reunir com os nossos representantes estaduais com intuito de resolver e/ou minimizar essa nossa realidade”, adianta Bastos, referindo a entendimentos com que vem tendo com a presidência da Assembleia Legislativa.

Desempregada há oito meses, a vendedora Stefany Fernanda da Silva Beloni, 21, conseguiu a carta de apresentação a uma agência de viagens. “Não sabia que o atendimento era desburocratizado e rápido. Estou muito contente pelo encaminhamento e vou dar o meu melhor para ser contratada definitivamente”, disse Beloni, após ser encaminhada ao novo emprego.

SERVIÇOS

A pessoa desempregada que precisa dar entrada no pedido de Seguro Desemprego poderá recorrer à unidade do Sine em Ji-Paraná. “É mais uma porta de atendimentos que oferecemos com o objetivo de facilitar o acesso do desempregado ao recurso financeiro que ele tem direito”, disse Andreia Bastos.

Munidos de documentos pessoais e da demissão, o interessado em proceder à entrada do benefício federal poderá fazer diretamente no Sine, que fica dentro do Shopping Cidadão, em Ji-Paraná.

“Eu jamais apoiei ou fiz empenho pelo golpe”, diz Temer sobre impeachment de Dilma

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Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o ex-presidente Michel Temer disse que sua prisão, em março, não seguiu o devido processo legal e que a força-tarefa da Operação Lava Jato tenta “quebrá-lo psicologicamente” ao envolver sua filha, Maristela, na acusação em que responde por lavagem de dinheiro. Ele negou as acusações e disse que a filha vai demonstrar “cabalmente” no processo que não recebeu dinheiro.

“Depois que tentaram me derrubar do governo, e não conseguiram, tentam me quebrar psicologicamente envolvendo a minha filha”, disse o ex-presidente durante a entrevista, na noite desta segunda-feira, 16. No caso, conhecido como “Quadrilhão do MDB”, o Ministério Público Federal acusou Temer, Maristela, o amigo de Temer João Baptista Lima Filho, o coronel Lima, e a esposa dele, Maria Rita Fratezi, de lavar R$ 1,6 milhão de origem supostamente ilícita. A acusação diz que coronel Lima teria pago por reformas na casa de Maristela.

“O coronel João Baptista Lima Filho não pagou por essa reforma”, rebateu Temer, no programa. Segundo o MPF, o MDB teria arrecadado propina da construtora Engevix para que a empresa assumisse obras da usina nuclear de Angra 3. A propina, segundo a acusação, teria sido paga através de uma empresa do coronel Lima e gasta nas reformas da casa.

O presidente ainda disse que a prisão foi decretada sem que ele fosse ouvido no processo. “O juiz pegou aquilo e, sem indiciamento, sem denúncia, acolhimento de denúncia, sem ouvir o acusado, mandou decretar a prisão”, disse. A prisão foi decretada em março pelo juiz Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio. “Se acontece comigo, você pode imaginar o que pode acontecer com o cidadão comum.”

Na entrevista ao Roda Viva, Temer comentou ainda o impeachment de Dilma Rousseff e a divulgação dos grampos dela com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no mesmo dia em que era esperada a nomeação dele para a chefia da Casa Civil do governo Dilma. Temer disse acreditar que, caso Lula assumisse o cargo, é “muito provável” que o impeachment não tivesse ocorrido. Lula foi posteriormente condenado e preso na Lava Jato.

“Se ele (Lula) fosse chefe da Casa Civil, é muito provável – ele tinha bom contato com o Congresso Nacional – que não se conseguiria fazer o impedimento, não se conseguiria fazer o impeachment”, disse Temer. “Disso, eu não tenho dúvida.”

A posse acabou suspensa pelo ministro do STF Gilmar Mendes após o juiz Sergio Moro divulgar uma conversa em que Dilma dizia a Lula que enviaria o termo de posse para o ex-presidente – o que foi interpretado, à época, como uma tentativa de impedir uma eventual prisão do petista.

Temer ainda reiterou que não participou da articulação do impeachment de Dilma, em 2016. Ele disse que era simpático a uma aproximação com a então presidente e com Lula, mas que não havia apoio no MDB para seguir com uma sustentação do governo PT.

“Eu jamais apoiei ou fiz empenho pelo ‘golpe’”, disse Temer. “Eu não poderia ser o articulador de um golpe porque chegaria muito mal no governo.”

O ex-presidente comentou uma reportagem da Folha de S.Paulo que mostrou uma a transcrição de uma conversa telefonia entre ele e Lula, gravada no mesmo dia em que o ex-presidente falou com Dilma, em 2016. No telefonema, segundo o jornal, Lula pedia reaproximação entre o governo e o MDB, e Temer responde que eles sempre tiverem “bom relacionamento”. Segundo Temer, a gravação seria prova de que ele teria trabalhado para a permanência da presidente no cargo.

Temer admite que sua relação com Dilma piorou a partir da publicação do documento “Ponte para o Futuro”, com uma agenda de desenvolvimento para o País. Segundo ele, o gesto da publicação do material foi mal interpretado.

“Nós apresentamos como colaboração ao governo”, justificou. “Nossa ex-presidente, por razões que eu não consigo entender, achou que aquilo era um gesto de oposição, e aí de fato ela se afastou definitivamente de mim.”

Polícia Civil apreende celulares e computadores de Flordelis em operação no RJ e DF

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Policiais da Divisão de Homicídios do RJ que investigam a morte do pastor Anderson do Carmo cumpriram nesta terça-feira (17) quatro mandados de busca e apreensão em endereços ligados à deputada federal Flordelis (PSD).

As equipes apreenderam celulares de Flordelis e de duas netas dela: Lorrayne e Rayane. Ainda foram retidos computadores e tablets, além de documentos.

Dois dos filhos do casal estão presos pelo assassinato. A polícia ainda apura a motivação para o homicídio.

A suspeita é que Anderson foi morto por motivos financeiros e desavenças sobre a gestão patrimonial da família.

Polícia faz buscas no apartamento funcional da deputada federal Flordelis (PSD-RJ) na Asa Norte, em Brasília — Foto: TV Globo/Reprodução

Onde as equipes estiveram

  • Local do crime, em Niterói;
  • Casa em Jacarepaguá, na Freguesia;
  • Gabinete no Centro do Rio, na Rua 1º de Março;
  • Apartamento funcional em Brasília, na Asa Norte.
  • O crime completou três meses nesta segunda-feira (16). Anderson foi morto com vários tiros, na garagem da casa da família, em Pendotiba, Niterói, em 16 de junho.

    O advogado Fabiano Migueis, que defende Flordelis, disse ao G1 que a operação já era prevista, tendo em vista a abertura do segundo inquérito para investigar a deputada.

    A assessoria de Flordelis afirmou que “a operação é um ato da investigação policial e, como tal, não precisa ser comentado pela deputada”.

    Polícia cumpre mandado de busca na casa onde o pastor Anderson foi morto — Foto: Reprodução/TV Globo

    Veja, a seguir, como estão as investigações.

    Filhos são réus

    Há um mês, dois filhos do casal se tornaram réus. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro aceitou denúncia do Ministério Público do Rio contra Lucas de Souza e Flávio Rodrigues pelo assassinato do pastor.

    Flávio é filho biológico de Flordelis. Lucas foi adotado. Eles terão que aguardar o julgamento em regime fechado.

    De acordo com a denúncia do MP, Flávio vai responder por porte ilegal de arma de fogo. A acusação diz que foi ele quem atirou no pastor. Já o irmão teria sido seu cúmplice ao comprar a arma do crime.

    Os dois são acusados de homicídio triplamente qualificado (por motivo torpe, meio cruel e impossibilidade de defesa da vítima), com pena prevista de 12 a 30 anos.

    Reconstituição

    A DH espera fazer no próximo sábado (21) a reprodução simulada do crime. Na semana passada, investigadores da Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo estiveram no local do crime e intimaram dez pessoas.

    Flordelis foi notificada posteriormente.

    O objetivo da reconstituição, além de eliminar contradições, é descobrir se uma terceira pessoa participou do assassinato.

    Caso chova, a simulação será adiada.

    Investigação é do RJ, diz STF

    Na volta do recesso do Supremo Tribunal Federal, dia 1º de agosto, o ministro Luís Roberto Barroso decidiu que o caso não tem relação com o mandato da parlamentar. Por isso, determinou a retomada da investigação no Rio de Janeiro.

    Troca de acusações

    No fim de agosto, Wagner Andrade Pimenta, conhecido como Misael, disse à polícia que a mãe adotiva foi a mentora intelectual do assassinato.

    Misael afirmou que Flordelis manipulou os filhos até encontrar um que tivesse coragem para matar o pai adotivo.

    Outros três filhos adotivos também prestaram depoimento e implicaram a mãe.

    A defesa de Flordelis negou.

    É muito sórdido tudo isso que o Misael tem feito com ela. Difícil de entender. O que ela percebe no Misael é uma ambição imensurável. Situação que ela começou a notar quando ele quis atropelar o projeto político do grupo e ser candidato a deputado estadual na eleição passada”, dizia a nota divulgada pela assessoria da deputada.

    Para Flordelis, o atual vereador não gostou de ser preterido pela família. Segundo a nota, houve uma briga entre Misael e o pastor Anderson para decidir quem seria o candidato à Prefeitura de São Gonçalo nas eleições de 2020.

    Trama começou em outubro de 2018

    A TV Globo obteve o relatório final da Polícia Civil sobre o assassinato do pastor Anderson do Carmo. O documento mostra que há indícios de que a complexa trama familiar tenha sido iniciada em outubro de 2018.

    A DH acredita que Anderson descobriu os planos para matá-lo. Carlos, seu irmão, é quem teria contado tudo.

    Carlos também teria alertado o pastor sobre uma mensagem que viu no celular de Flordelis na qual a deputada dizia a Lucas dos Santos que bastava entrar no quarto e executar o serviço.

    A suspeita de que o pastor vinha sendo envenenado também é investigada pela Delegacia de Homicídios de Niterói. Ele tomava remédio frequentemente e sem conhecimento, segundo depoimento de outra filha adotiva de Flordelis, Roberta dos Santos.

    Policiais tentam desvendar a história de um crime que envolve uma família numerosa, onde muitos se acusam — Foto: Reprodução/TV Globo

    Dúvidas que ainda pairam no caso

    Onde está o celular do pastor?

    O telefone celular do pastor, que poderia dar alguma pista sobre a motivação e autoria do crime, ainda não apareceu. De acordo com a investigação, o aparelho foi usado horas depois da morte.

    A deputada sempre sustentou que o aparelho do marido desapareceu depois do crime, e que ela não teve contato com o celular.

    Michele, uma das irmãs de Anderson; Daniel, o único filho biológico do casal, e a a pastora Gleice, uma amiga da família, afirmam que Flordelis teve acesso ao aparelho depois que Anderson foi morto.

    Pelo menos duas mensagens foram repassadas do aparelho. Os textos foram repassados às 9h e às 10h07 de domingo (16), quando o pastor já estava morto.

    No mesmo dia, um mototaxista prestou depoimento e contou que viu uma das netas da deputada Flordelis jogar um aparelho no mar.

    Por que foi acesa uma fogueira no quintal da casa da família?

    No dia 18 de junho, a Polícia Civil fez buscas na casa do casal e encontrou a pistola do crime. Os policiais também tentaram salvar objetos que estavam em uma fogueira feita no quintal da casa.

    Apesar de ainda haver fogo, a maior parte do que havia sido queimado já tinha virado cinzas. O material foi encaminhado para a perícia.

    Os investigadores tentam saber por qual motivo foi feita uma fogueira no quintal e o que teria sido queimado.

    Lucas estava na casa durante o crime?

    Imagens de câmeras de segurança obtidas com exclusividade pela TV Globo mostraram a movimentação na casa da deputada federal Flordelis antes e depois do crime.

    Segundo as imagens, os investigadores acreditam que ele não presenciou o crime. Às 2h52 de domingo, dia do crime, um dos filhos entra sozinho na casa de Flordelis. Às 3h08, quem aparece nas imagens é outro filho, Lucas dos Santos, de 18 anos, que desce de um carro. Às 3h15, Lucas sai andando da casa dos pais.

    Segundo investigadores, ele pegou um carro de aplicativo e foi para um bar. O motorista confirmou a versão.

Agevisa faz encontro em Ouro Preto para detalhar programa de inclusão a produtores de alimentos

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A Agência Estadual de Vigilância de Saúde (Agevisa) vai reunir nos próximos dias 18 e 19, na sede do Centro de Treinamento da Emater (Centrer) em Ouro Preto do Oeste, todos os segmentos públicos e privados, com vínculo na produção de alimentos, para divulgar e discutir seu Programa de Inclusão Produtiva com Segurança Sanitária (Praissan).

O programa do qual Rondônia é o primeiro signatário do país objetiva orientar e simplificar o processo produtivo de todos os micros empreendimentos individuais (MEI), empreendimentos familiares rurais (EFR) e empreendimentos econômicos solidários (EES), de modo a envolver toda a cadeia nesse programa que busca, por fim, melhorar as condições sanitárias dos produtos e serviços por eles prestados e oferecidos à sociedade, e que estejam sujeitos ao crivo da Vigilância Sanitária.

Para a técnica Lúcia Freitas, chefe do Núcleo de Alimentos da Agência Estadual, o esforço do Governo em alinhar suas ações com todos esses órgãos e entidades visa simplificar e orientar todo segmento produtivo, mas também eliminar ou quebrar o paradigma da informalidade, sugerindo e exigindo a adoção de boas prática para o setor produtivo e o fim da exposição de alimentos sem rotulagem, sem segurança.

Ela explicou ainda que o Encontro de Ouro Preto será também uma oportunidade para a Agevisa demonstrar ao universo produtivo de alimentos que seu fim, neste ponto, é atuar também como um parceiro, e contribuir com orientação adequada para o aprimoramento do trabalho que realiza com os empreendedores, com vistas à geração de trabalho e renda e inclusão social, garantindo a segurança sanitária de tudo que se produz na área alimentícia no estado de Rondônia.

O que parece muito simples tem uma estrutura relativamente grande, eis que para consolidar seu objetivo de simplificar e informatizar sua estrutura de gerência e fiscalização, o Praissan rondoniense é constituído por um comitê gestor integrado por órgãos com interesse direto em produção e fiscalização, a exemplo da Agência de Defesa Sanitária Agrossilvopastoril de Rondônia (Idaron), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Secretaria da Agricultura (Seagri, Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Seas), Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedir), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e outros órgãos e entidades representativos da sociedade civil.

Denominado de Comitê do Programa Estadual de Inclusão Produtiva para Segurança Sanitária de Rondônia (Cissan), o colegiado tem caráter consultivo com a finalidade de promover ações para consecução dos objetivos do programa.

“As pessoas devem sair da pílula no copo d’água para se entenderem mais”, ensina psicólogo a servidores públicos

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No passado as pessoas conversavam até à luz de lamparina, saíam às calçadas, se visitavam mais. Atualmente isso já não acontece, por causa do avanço tecnológico nas comunicações eletrônicas, que praticamente obrigam crianças e adultos a serem mais imediatistas em tudo.

“A saúde emocional está escanteada na saúde pública”, disse em palestra na manhã desta sexta-feira (13) o psicólogo Edlei Timbó Passos, 32 anos. Ele participa da campanha Setembro Amarelo, promovida pelo governo estadual.

Como são feitas as perícias no Instituto de Previdência do Estado de Rondônia (Iperon)?  – indagou. Em seguida, disse que o diagnóstico do trabalhador não cabe ao psicólogo. Mais delicado ainda: atestados (e licenciamentos) psicológicos não são aceitos no serviço público, ao contrário de outros motivados por doenças físicas, entre as quais, LER, DORT, hérnias, deficiências na coluna vertebral e doenças respiratórias.

“Nem todo clínico geral constata e medica depressão; muitas vezes ele encaminha situações aos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e para a Policlínica Oswaldo Cruz, cujo atendimento vem desde 2017”, queixa-se.

Ao enfatizar que o adoecimento físico e emocional é motivado por muitos comportamentos – separação, desemprego, gravidez, pós-parto –, ele ouviu depoimentos de diversos servidores públicos, a respeito de situações pessoais, de filhos, parentes e amigos.

“Aqui mesmo, no dia a dia corrido no governo, passamos um pelo outro e muitas vezes não nos damos conta nem de olhar para o colega que está ao lado”, disse Edlei Passos.

Ensinou que refletir e pensar são essenciais: “Julgamos o outro, disso ninguém escapa”. Nas leituras políticas, exemplificou, as pessoas adquirem “defesa maior do que a do time de futebol”, dando margem a intermináveis polêmicas.

SAÚDE EMOCIONAL

A agressividade deve acontecer em algumas ocasiões, ele defende, entretanto, sugere evitar o descontrole que ocasiona uma energia ruim em qualquer ambiente.

“Sair de cama na sexta-feira para trabalhar é um exemplo de ousadia, de agressividade (positiva), porque a pessoa vence barreira. De outro lado, picos de raiva levam ao adoecimento, fazem o subordinado brigar com o chefe e até tirar a vida de outra”, explicou.

Revelou que no CAPS Estadual Madeira Mamoré, onde trabalha, crescem os casos de agressões físicas e verbais por parte de pacientes que se consideram imunes a advertências e mesmo a soluções de seus problemas.

Essa desestabilização no serviço público pode mudar, conforme Edlei Passos, quando existe a prática do reconhecimento a boas ações.

O audiovisual mostra o exemplo da saúde emocional. Expressar sentimentos positivos para filhos, familiares e colegas de trabalho parece incomum , há pessoas que estranham, lembrou o psicólogo.

“No trabalho, isso não é usual, mas quando acontece funciona, é lindo, espetacular, e contribui para que a pessoa alcance a terceira idade em melhores condições de manter vínculos de amizade, o que hoje anda escasso”, assinalou.

O audiovisual mostra dois bebês se encontrando, descrevendo claramente a empatia. “Atualmente temos colocado o nosso ponto de vista sobre o problema do outro; olhem os bebês se entendendo”, alertou.

“Por mais difíceis que sejam os comportamentos podem ser modificados, desde um simples cumprimento, elogio, a um pedido de favor”, observou o psicólogo.

Lamentou situações viciantes: “Receitas e receitas médicas são ministradas, porém, se necessárias de um lado, de outro não curam a causa do problema”.

Mencionando o aumento dos números de casos de ansiedade, depressão, esquizofrenia e transtorno de personalidade no Brasil e no mundo, questionou: “Há pessoas entre 18 e 80 anos que insistem em tratamentos com remédios, ou seja, para elas é mais fácil a pílula no copo d’água, e não saem disso”.

Na visão de Edlei Passos, não existe prevenção de suicídio, quando já ocorreram tentativas.

A cada ano, cerca de 800 mil pessoas tiram a própria vida e um número ainda maior de indivíduos tenta suicídio, revela a Organização Panamericana de Saúde (Opas).

Cada suicídio é uma tragédia que afeta famílias, comunidades e países inteiros e tem efeitos duradouros sobre as pessoas deixadas para trás. Segundo a Opas, o suicídio ocorre durante todo o curso de vida e foi a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos em todo o mundo no ano de 2016.

A palestra abordou também agressões sexuais, bullying, modo de vida de autistas, e limitações quando a denúncia se faz necessária e inadiável. “É prejudicial para a formação da personalidade da criança guardar o bullying”, alertou.

“Contar ou não contar, eis o desafio que pode resultar até mesmo em destruição de reputação”, acrescentou.

QUEM É

Edlei Passos é especialista em Psicologia Organizacional pela Faculdade Católica de Rondônia (2010) e Gestão de Pessoas pela Fundação Getúlio Vargas (2012). Tem habilitação como Especialista pelo Conselho Federal de Psicologia na área de Psicologia Organizacional e do Trabalho (2014). É Mestre em Ensino em Ciências da Saúde pela Unir (2015). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicologia das Relações Interpessoais e Psicologia Organizacional. É Consultor na Área de Gestão de Pessoas e Psicologia Organizacional, e também docente na Faculdades Uniron, ministrando disciplinas nos cursos de Administração e Gestão de Recursos Humanos. Atua como preceptor do Internato Médico de Saúde Mental do Centro de Ensino São Lucas e psicólogo no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Estadual Madeira Mamoré, e é diretor da empresa Fábrica de Competência.

Confúcio apresenta na terça relatório sobre a MP que criou o programa Médicos pelo Brasil

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O senador Confúcio Moura (MDB-RO) apresenta na terça-feira (17) seu relatório para a medida provisória que criou o programa Médicos pelo Brasil (MP 890/2019) em substituição ao Mais Médicos. Ao término da leitura, o texto poderá ser aprovado, rejeitado ou receber um pedido de vistas dos parlamentares. Neste último caso, a votação será remarcada para outra data.

O Médicos pelo Brasil tem o objetivo, segundo o governo, de suprir a demanda por esses profissionais especialmente nas regiões mais pobres. Também estabelece estratégias para formar mais especialistas em Medicina da Família e Comunidade. Ao todo, são oferecidas 18 mil vagas, sendo 13 mil em municípios de difícil acesso. 55% das oportunidades serão abertas em cidades do Nordeste e do Norte, em áreas mais pobres. O edital com as primeiras vagas deve ser publicado em outubro.

O novo programa também modifica a forma de seleção dos profissionais. Antes bastava fazer a inscrição pela internet. Agora o candidato vai ter que fazer uma prova escrita e, quem for aprovado, já vai poder trabalhar. Porém, o candidato selecionado deverá passar por um curso de especialização em Medicina da Família nos primeiros 2 anos.

A reunião da comissão mista que analisa o texto está marcada para as 14h30. Depois de aprovado, o texto segue para a análise dos plenários da Câmara e do Senado.

Fonte: Agência Senado

Semana de Trânsito vai contar com ações educativas no Cone Sul

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O governo de Rondônia vem intensificando as ações educativas de trânsito em no Cone Sul. Em Colorado do Oeste, um grande evento está previsto para o encerramento da Semana Nacional de Trânsito, que acontece no dia 25, a partir das 19h, no espaço do ginásio de esportes Chagas Neto.

Segundo informa o chefe da Ciretran de Colorado, Jedeon de Souza Lima, na oportunidade, haverá palestras, panfletagens, sorteios de brindes, como capacetes, bicicletas e jogos educativos.

O evento, ainda segundo ele, será aberto ao público, porém com foco à classe estudantil, com a presença de alunos das escolas municipais, estaduais e particulares do município.

As atividades em alusão à Semana Nacional de Trânsito, evento previsto no Código Brasileiro de Trânsito (CTB), terá ainda a parceria de autoridades do Ministério Público, Prefeitura Municiapl, Câmara Municipal, Polícia Militar, Tiro de Guerra, Polícia Rodoviária Federal (PRF), Secretaria Municipal de Educação e ACIC de Colorado.

EDUCAÇÃO

Durante a realização da maior festa popular de Colorado, o Colorfest, a equipe da Ciretran do município esteve realizando diversas atividades educativas.

Eduardo Bolsonaro republica vídeo com críticas à CPI da ‘Lava Toga’

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O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) compartilhou em uma rede social um vídeo que compila críticas à chamada “CPI da Lava Toga“, que parte do Senado defende para investigar integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), como o presidente Dias Toffoli.

“Muito tem se falado sobre a CPI da Lava Toga. Muitas dúvidas são respondidas neste vídeo”, publicou Eduardo no Twitter, recomendando aos seus seguidores que assistissem.

https://twitter.com/BolsonaroSP/status/1173274295289679874?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1173274295289679874&ref_url=https%3A%2F%2Fveja.abril.com.br%2Fpolitica%2Feduardo-bolsonaro-republica-video-com-criticas-a-cpi-da-lava-toga%2F

No vídeo, a youtuber conservadora Paula Marisa, que se define como “integrante da milícia virtual jacobina”, afirmou que a CPI da Lava Toga não fará uma “limpa no Judiciário”, pode “trancar a pauta da reforma da Previdência no Senado” e até “acabar com a Lava Jato”.

A autora criticou senadores favoráveis à CPI da Lava Toga, incluindo os integrantes do PSL Major Olimpio (SP) e a juíza Selma (MT), além de Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Reguffe (DF-Podemos).

A youtuber defendeu, como pauta mais eficiente do que a CPI da Lava Toga, o impeachment de ministros do Supremo e o fim da PEC da Bengala, que elevou de 70 para 75 anos a idade em que integrantes de tribunais superiores são compulsoriamente aposentados.

A postagem de Eduardo é a primeira manifestação pública dele após o irmão e senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) se tornar alvo críticas por se posicionar contra a abertura da CPI. Senadores do PSL disseram ter recebido de Flávio pedido para retirada das assinaturas para criação da comissão e demonstraram insatisfação.

Uma parte dos apoiadores bolsonaristas nas redes sociais cobrava que Flávio assinasse também o requerimento para abertura de CPI. Pressionado, Flávio explicou em entrevista ao Canal Terça Livre por que é contra. “Tenho a clara percepção que uma CPI com essa pauta toca fogo no País”, disse.

No vídeo compartilhado por Eduardo, a youtuber diz que “não vai passar o pano para o senador Flávio Bolsonaro”, e contestou o argumento usado pelo senador em uma entrevista, de que não poderia tomar certas medidas por ser filho do presidente.

“Me desculpa senador Flávio Bolsonaro, mas se você está impedido está de mãos amarradas para tomar medidas que são importantes para o País, pelo fato de ser filho do Bolsonaro, renuncie, porque a gente precisa de senadores lutando pelas nossas reivindicações”, disse.

Citado no vídeo da youtuber compartilhado por Eduardo, o senador Alessandro Vieira respondeu ao deputado no Twitter indicando que ele estaria “repassando fake news para tentar encobrir a covardia e o acordão”. “Falta de vergonha na cara. A real é que o sistema está usando o rabo preso da sua família para barrar o combate à corrupção. Quem quer mudar o Brasil apoia a CPI. Quem quer mamata em embaixada fica com mimimi”, disse o senador.

As charges censuradas de Bolsonaro

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Uma exposição de críticas ácidas ao governo brasileiro na Câmara Municipal de Porto Alegre durou apenas algumas horas. “Independência em Risco”, organizada pela Grafistas Associados de Porto Alegre (Grafar), retratava o presidente Jair Bolsonaro em situações vexatórias, como a que ele aparecia olhando o seu reflexo em uma privada suja ou lambendo os sapatos do presidente dos EUA, Donald Trump. Eram 36 desenhos expostos em painéis que foram removidos por determinação da presidente da Câmara, a vereadora Monica Leal (PP). “Independentemente de quem fosse retratado, não é concebível uma exposição que ofenda o presidente da nação”, justificou a vereadora. O evento foi organizado com apoio do vereador Marcelo Sgarbossa (PT), que solicitou o espaço.

PELA LIBERDADE No dia 7 de setembro, os chargistas organizaram um ato em frente à Câmara contra a censura (Crédito:Stela Pastore )

O chargista Leandro Dório, que estava à frente da organização da mostra, disse que foi “a primeira vez, durante a democracia, que um evento como esse foi cancelado no Rio Grande do Sul”. Ele explicou que a Grafar decidiu recorrer ao espaço público porque a entidade vinha encontrando dificuldades para encontrar outro local para realizar a mostra – muitos rejeitam exposições de cunho político – e que a decisão da direção da Câmara de Vereadores foi surpreendente. “Temos o direito de concordar ou discordar. No passado já fizemos exposições sobre medidas da Dilma, criticamos os planos de Sarney e Collor, e as privatizações de FHC”, afirma.

CENSORA A vereadora Monica Leal cancelou a mostra por “ofender o presidente da nação” (Crédito:Elson Sempé Pedroso/CMPA)

Povo sem casa

A situação é mais revoltante, segundo os chargistas, porque agora nem na chamada “casa do povo” há espaço para críticas e divergências. De acordo com Leandro Bierhals, presidente da Grafar, era esperada alguma resistência, principalmente por causa da temática, mas ele jamais imaginou que haveria uma censura pura e simples às charges. “Podiam dizer que não concordavam e até esperávamos um debate sobre o tema. Mas não imaginávamos que a exposição fosse simplesmente cancelada, de forma unilateral”, explica.

A intenção de impedir a exposição das charges, e consequentemente debater a opinião dos cartunistas, apenas conseguiu amplificar o alcance da mostra. Os chargistas receberam diversos convites de locais que gostariam de tornar públicas as “charges proibidas”, incluindo galerias de fora do País – há grupos na França que estão interessados em expor os desenhos. Os chargistas explicam que a censura acabou favorecendo a repercussão positiva dos seus trabalhos e que, obviamente, eles não vão se intimidar. “Passei a ter vontade de expor e trabalhar ainda mais para tentar entender o que realmente acontece com o País nesse momento”, diz Dório. Mais uma vez, a união dos artistas venceu a censura.

Plenário debate hoje utilização de agrotóxicos

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O Plenário da Câmara dos Deputados promove hoje comissão geral sobre a utilização de agrotóxicos. A iniciativa do debate é do presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

Ele defende uma discussão transparente e menos ideológica sobre o tema. “Queremos tirar um pouco de alguns mitos e também mostrar as verdades que existem”, disse Rodrigo Maia, no fim de agosto, ao propor o debate.

O Plenário da Câmara já realizou comissão geral sobre licenciamento ambiental, outro tema considerado prioritário por Maia. As duas comissões gerais foram sugeridas pelo presidente para demonstrar o compromisso do Brasil com a proteção do meio ambiente.

O uso de agrotóxicos tem sido debatido em seminários e audiências públicas das comissões permanentes da Câmara. A Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento Rural também criou uma subcomissão para tratar desse tema. O grupo deve analisar o crescimento do número de registros de agrotóxicos no último ano e avaliar o potencial impacto dessas substâncias na saúde pública, no meio ambiente, e nos interesses comerciais do Brasil no mercado externo.

A comissão geral ocorre às 15 horas, no Plenário Ulysses Guimarães.

Da Redação – GM
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Irã volta a fechar o Estreito de Ormuz após EUA manterem bloqueio naval

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Nova restrição amplia risco ao petróleo, pressiona o transporte marítimo e agrava a crise entre Irã e EUA..
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Concurso acumulado recebe apostas até as 20h e amplia a expectativa de milhões de jogadores neste sábado.
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Prevcast detalha sinais de alerta, tipos de câncer de pele, proteção solar e a importância do diagnóstico precoce