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Porto Velho completa 111 anos resgatando a história da bandeira e do brasão do município

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Bandeira de Porto Velho tremulando com céu nublado ao fundo, destacando as cores azul e amarela
Bandeira de Porto Velho tremula sobre a cidade durante as comemorações dos 111 anos da capital rondoniense

Uma bandeira que nasceu do amor à cidade

A bandeira e o brasão de Porto Velho representam muito mais do que formas e cores. Eles expressam identidade, orgulho e uma conexão profunda com a origem da cidade. Em 1983, a Prefeitura lançou um concurso para definir os símbolos oficiais. Como resposta, o escritor e historiador Antônio Cândido venceu nas duas categorias: bandeira e brasão, preservando assim a história da bandeira de Porto Velho.

Crianças desfilam segurando a bandeira de Porto Velho durante evento escolar na zona sul da cidade
Estudantes da rede pública carregam a bandeira de Porto Velho durante desfile comemorativo na zona sul da capital rondoniense

Durante uma caminhada pela Praça das Três Caixas D’Água, ele se inspirou no conjunto icônico e visualizou sua importância. “Naquele instante, percebi que elas representavam tudo o que Porto Velho significa: origem, resistência e beleza”, contou.

As cores que falam da alma da cidade

A bandeira possui um terço em amarelo, simbolizando as riquezas minerais da região. Além disso, os dois terços em azul remetem ao céu da cidade, especialmente encantador na época da criação do símbolo. No espaço amarelo, as Três Caixas D’Água ocupam o centro da composição. Esses reservatórios históricos marcam o nascimento da cidade com a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, refletindo assim a história completa da bandeira de Porto Velho.

O brasão preserva história, natureza e orgulho

Antônio Cândido também criou o brasão. No centro da imagem, as Três Caixas D’Água se destacam. Ao redor, surgem um ramo de arroz à direita e uma seringueira à esquerda, representando a economia local. Na parte superior, uma estrela de prata coroa o símbolo. Já na base, trilhos da ferrovia aparecem sobre o listel azul com a data “2 de outubro de 1914”, marcando a fundação oficial do município. Por fim, o fundo dourado em forma de estrela de 30 pontas remete às riquezas da região, eternizando a história da bandeira.

Uma criação feita à mão e com o coração

Antônio Cândido conquistou o concurso como criador da bandeira e também do brasão do município

Na época, Cândido não contava com recursos digitais. Por isso, utilizou papel cartolina, tesoura e cola. Embora tenha sido um processo artesanal, o resultado emocionou o autor. Após aprovação na Câmara Municipal, o projeto virou lei: a Lei nº 249, de 11 de outubro de 1983. No dia seguinte, o símbolo foi oficialmente hasteado na Praça das Três Caixas D’Água, durante cerimônia pública, comemorando a longa história da bandeira de Porto Velho.

“Fiquei feliz porque ganhei duas vezes: pela bandeira e pelo brasão. Guardo esse exemplar com muito carinho. Apesar de já terem tentado pegá-lo, continuo resistindo. Essa peça faz parte da minha vida e da história de todos nós”, afirmou.

Comemoração, memória e poesia

Léo Moraes disse que é importante homenagear pessoas que contribuíram com o desenvolvimento da capital rondoniense

Porto Velho completa 111 anos no dia 2 de outubro. Para comemorar a data, a gestão do prefeito Léo Moraes prepara uma programação especial. De acordo com ele, é essencial valorizar quem construiu a história da cidade com talento e dedicação. Dessa forma, homenagens como a de Antônio Cândido ganham ainda mais significado, refletindo a bela história da bandeira de Porto Velho.

Durante a celebração, o autor declamou um poema em homenagem à capital. Os versos expressam seu amor profundo por Porto Velho, onde formou família e escreveu grande parte de sua trajetória.

“Quero dormir meu sono derradeiro
no seu solo fecundo e hospitaleiro
que um dia me acolheu com seu calor.”

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

80% dos alunos ficam mais atentos nas aulas após proibição do celular

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Aluna concentrada em sala de aula após proibição do uso de celular, com tarja informativa sobre foco dos alunos.
Imagem mostra estudantes atentos durante a aula após restrição do uso de celulares nas escolas brasileiras, conforme aponta nova pesquisa.

Proibição do celular melhora atenção e reduz bullying

Uma pesquisa nacional mostrou que 80% dos estudantes brasileiros passaram a prestar mais atenção nas aulas após a proibição do uso de celulares dentro das escolas. Além disso, a medida contribuiu para a redução do bullying virtual, segundo relato de professores e gestores.

Impacto maior no ensino fundamental

O efeito foi ainda mais expressivo no Ensino Fundamental I, com 88% dos alunos relatando mais foco após a proibição. No Ensino Médio, o índice foi de 70%, ainda positivo.

A pesquisa foi conduzida pela Frente Parlamentar Mista da Educação, em parceria com o Equidade.info, iniciativa ligada ao Lemann Center da Universidade Stanford. O levantamento ouviu 2.840 alunos, 348 professores e 201 gestores de escolas públicas e privadas entre maio e julho de 2025.

Bullying caiu, mas tédio e ansiedade cresceram

Segundo os dados:

  • 77% dos gestores e 65% dos professores relataram diminuição do bullying virtual.

  • Apenas 41% dos estudantes perceberam essa queda.

  • 44% dos alunos se disseram mais entediados nos intervalos sem o celular.

  • 49% dos professores notaram aumento da ansiedade entre os estudantes.

Medida positiva, mas insuficiente

Para Claudia Costin, presidente do Equidade.info, os dados mostram um avanço importante no foco dos alunos. No entanto, ela destaca que “a proibição por si só não resolve tudo”, e que as escolas precisam investir em alternativas de socialização e estratégias por faixa etária.

Educação precisa ser prioridade, diz deputado

O deputado Rafael Brito, presidente da Frente Parlamentar da Educação, celebrou os resultados:

“Proteger nossos estudantes do uso do celular em sala de aula é garantir um ambiente mais saudável e focado no aprendizado”, afirmou.

Já o professor e pesquisador Guilherme Lichand, da Stanford, concluiu:

“A lei abre espaço para repensarmos a conexão entre escola e aluno. O próximo passo é garantir que essa política seja duradoura e adaptada a cada realidade escolar”.

Resultados confirmam avanço, mas reforçam desafios

A pesquisa confirma o que muitos educadores já percebiam: a restrição ao uso de celulares melhora o ambiente escolar. Mas os desafios persistem — como o tédio e a ansiedade —, exigindo ações complementares das escolas para promover bem-estar e engajamento.

Fonte: Só Notícia Boa

Pesca manejada no Rio Cautário retira 2,5 toneladas de peixes

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Duas mulheres ribeirinhas em barco conduzem pesca manejada no Rio Cautário em Rondônia
Arte mostra ação conduzida por comunitários no Rio Cautário, onde já foram retiradas 2,5 toneladas de peixes em 2025

Equilíbrio ambiental aliado ao desenvolvimento social

A segunda etapa da pesca manejada no Rio Cautário já retirou mais de 2,5 toneladas de peixes, desde o início das atividades em 16 de setembro. Ao todo, 31 comunitários ribeirinhos participam da operação, que segue até 7 de outubro. O foco é o controle do pirarucu, uma espécie invasora que representa risco ao equilíbrio do ecossistema local.

Com isso, a ação promove não apenas a preservação ambiental, mas também o fortalecimento econômico de quem vive da floresta.

Manejo sustentável valoriza o saber tradicional

Até a próxima semana, a expectativa é alcançar cerca de 5 toneladas de peixes

A atividade é coordenada pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), por meio das coordenadorias CUC e Colmam. Diferente de ações convencionais, esse manejo ocorre de forma sustentável, respeitando o conhecimento ancestral das comunidades, além de seguir rigorosos critérios ambientais.

Até o momento, os peixes capturados variam de 17 a 126 quilos, e não há restrição de peso. Por isso, a expectativa é alcançar 5 toneladas até a próxima semana, totalizando mais de 12 toneladas ao final da operação.

Comunidades ribeirinhas conduzem o processo

A analista ambiental Chirlaine Varão, responsável técnica pela ação, destacou a importância da participação ativa dos moradores locais:

“Eles estão presentes em todas as etapas — desde o planejamento até a venda do pescado. Dessa forma, garantimos um processo mais justo, eficiente e com resultados duradouros.”

Além disso, o acompanhamento técnico fortalece a autonomia comunitária e gera impacto positivo direto na renda familiar.

Governo aposta em preservação com inclusão social

Para o governador Marcos Rocha, a pesca manejada representa uma união entre tradição, ciência e compromisso com o futuro:

“Enquanto protegemos os ecossistemas, também abrimos caminhos para o desenvolvimento sustentável das famílias ribeirinhas. É possível crescer com responsabilidade.”

Na mesma linha, o secretário da Sedam, Marco Antonio Lagos, reforçou que a gestão ambiental caminha lado a lado com a valorização das comunidades tradicionais:

“Ao mesmo tempo em que conservamos as espécies, estamos também promovendo dignidade para quem protege a floresta.”

Caminho sólido para um futuro sustentável

Em resumo, o manejo do pirarucu no Rio Cautário não apenas combate uma ameaça ambiental, como também estimula a economia local. Com apoio técnico, tradição e organização, Rondônia avança na construção de políticas públicas eficazes para a Amazônia.

Por fim, a expectativa é que esse modelo sirva de referência para outras regiões que buscam unir preservação e desenvolvimento social.

Fonte:

China cancela compra de soja dos EUA em retaliação às tarifas

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Imagem mostra bandeiras da China e dos EUA com grãos de soja caindo e gráfico de queda, simbolizando cancelamento de importações
China interrompe importações de soja americana como resposta às tarifas de Trump; produtores dos EUA relatam prejuízos

China impõe bloqueio comercial para forçar recuo das tarifas

A suspensão total das compras de soja dos Estados Unidos pela China em setembro de 2025 marca um novo capítulo na tensão econômica entre as duas potências. O governo de Xi Jinping exige o fim imediato das tarifas de 30% impostas por Donald Trump sobre produtos chineses. Em contrapartida, Pequim zera as importações do grão americano e sinaliza que só retomará as compras se houver cooperação bilateral.

Até 2024, os chineses compraram mais de US$ 12 bilhões em soja dos EUA, mas a retaliação interrompe esse fluxo. Dessa forma, o impacto recai diretamente sobre o agronegócio americano, que já enfrenta outros desafios internos.

Com saída dos EUA, Brasil e Argentina avançam sobre o mercado

Enquanto os Estados Unidos perdem espaço, a América do Sul assume o protagonismo nas exportações para a China. O Brasil ampliou suas vendas de soja e a Argentina suspendeu temporariamente impostos, o que fortalece a competitividade regional. Com isso, os embarques sul-americanos crescem justamente no momento em que os americanos ficam fora do jogo.

Além disso, a demanda chinesa por grãos permanece aquecida, o que mantém abertas as portas para fornecedores alternativos. A medida, portanto, representa uma oportunidade estratégica para o Brasil.

Agricultores americanos relatam perdas e armazenamento saturado

Nos Estados Unidos, a situação é grave. Produtores de soja enfrentam estoques acumulados e risco de falência, já que não conseguem escoar a produção. Em alguns estados, mais de 60% das exportações eram destinadas à China, o que agrava a crise local. Faltam armazéns, há escassez de mão de obra e os custos sobem por causa da inflação.

Para minimizar os danos, o governo americano anunciou um auxílio emergencial financiado com recursos das próprias tarifas. No entanto, muitos agricultores se mostram céticos quanto à eficácia dessa proposta.

Setor rural critica promessas e cobra respostas do governo

Embora Trump afirme que o dinheiro das tarifas será usado para apoiar os fazendeiros, líderes do setor questionam a falta de resultados concretos. John Boyd Jr., presidente da Associação Nacional de Agricultores Negros, declarou à CNN que a ajuda nunca chegou de fato.

“Essas tarifas não funcionaram antes e não vão funcionar agora. Precisamos de respostas reais”, afirmou. Para ele, a política de confronto prejudica ainda mais o campo americano. Além disso, uma pesquisa da Universidade de Purdue confirma que o otimismo no setor está em queda, com muitos temendo sair do mercado.

Fonte: CNN Brasil

Presa na Itália, Zambelli depõe na CCJ e contesta STF

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Deputada Carla Zambelli aparece em telão durante depoimento remoto à CCJ da Câmara dos Deputados, com parlamentares acompanhando a sessão.
Carla Zambelli depõe por videoconferência à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, enquanto está presa na Itália.

Deputada diz que julgamento foi parcial e espera liberdade

Durante depoimento remoto à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (24), a deputada licenciada Carla Zambelli (PL-SP) declarou que espera ser libertada em breve.
Atualmente presa na Itália, Zambelli afirmou que o processo que a condenou foi injusto do início ao fim.

“Em pouco tempo, não vou estar mais dentro de um presídio, vou estar solta”, disse.

Ela participou da audiência por videoconferência. Segundo sua defesa, há indícios de perseguição política. Além disso, Zambelli afirmou que pretende provar sua inocência também no Plenário da Câmara.

Condenação envolve invasão de sistema do CNJ

Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em agosto. Ela teria participado da invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com ajuda do hacker Walter Delgatti Neto.
De acordo com a acusação, a deputada inseriu documentos falsos no sistema, incluindo um mandado de prisão contra Alexandre de Moraes.

Como resultado, ela recebeu uma pena de dez anos de prisão. O STF também determinou a perda do mandato parlamentar.
Vale lembrar que, após a análise na CCJ, o caso seguirá para votação no Plenário da Câmara.

Zambelli acusa Moraes de parcialidade

Durante o depoimento, Zambelli relatou que autoridades italianas se espantaram ao saber que o ministro Alexandre de Moraes foi, ao mesmo tempo, vítima, relator e julgador.
Ela afirmou que, ao relatar essa informação, ouviu risos dos presentes. Segundo ela, os italianos disseram: “Isso não existe, fala a verdade para a gente”.

A deputada também comparou seu caso com o do ex-deputado Daniel Silveira, condenado por ataques à democracia.
Na visão de Zambelli, o STF tem promovido uma “sanha persecutória” contra parlamentares de oposição.

Defesa contesta e acusações geram polêmica

Durante a audiência, a defesa apresentou testemunhas favoráveis à deputada. Falaram em seu apoio o especialista em provas digitais Michel Spiero e o ex-assessor do TSE Eduardo Tagliaferro.
Ambos argumentaram que as provas são frágeis e minimizaram o envolvimento entre Zambelli e o hacker.

A deputada negou qualquer ligação direta com Delgatti. Ela destacou que o suposto crime ocorreu em janeiro de 2023, após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva.
Portanto, mesmo que houvesse alguma ordem anterior, ela já não teria mais validade.

Situação parlamentar segue indefinida

O deputado Pedro Campos (PSB-PE) avaliou que a situação de Zambelli é irreversível.
Segundo ele, a condenação e o regime fechado impedem qualquer atividade parlamentar.

“Ela precisará cumprir pelo menos 608 dias presa, o que impossibilita seu mandato”, declarou.

A CCJ já ouviu Walter Delgatti Neto em audiência anterior. Ele reafirmou as acusações contra a deputada.
Além disso, o presidente da comissão, deputado Paulo Azi (União-BA), solicitou ao STF a derrubada do sigilo do processo.
Com isso, a comissão pretende ampliar a transparência da tramitação.

Fonte: Câmara dos Deputados

Senado relança portal Verifica para combater fake news

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Senador Davi Alcolumbre relança o portal Senado Verifica com nova identidade visual e combate às fake news.
Imagem mostra o senador Davi Alcolumbre durante pronunciamento no Plenário e, ao lado, o novo selo do portal Senado Verifica exibido em um celular.

Novo Senado Verifica aposta em educação contra fake news

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou o relançamento do Senado Verifica, agora com interface moderna e foco ampliado. Dessa maneira, a plataforma avança para além da checagem de fatos e propõe ações educativas voltadas ao combate da desinformação.

A iniciativa chega em um momento crucial, já que as eleições de 2026 se aproximam. “Não vamos apenas reagir à desinformação. Vamos ajudar a sociedade a se proteger dela com conhecimento e informação de qualidade”, destacou Davi no Plenário.

Portal modernizado amplia escopo de atuação

Desde 2020, o Senado Verifica se consolidou como canal confiável. Contudo, a nova versão pretende ir mais longe. Com isso, a Secom implementou melhorias visuais, filtros de conteúdo e selos coloridos que indicam o grau de veracidade das informações.

Além disso, foram criados espaços para podcasts, leis em tramitação, pesquisas e materiais da Biblioteca do Senado. A ideia é tornar a plataforma um hub de referência contra fake news, tanto para consultas quanto para denúncias.

Ferramentas para o cidadão e ações preventivas

O novo site permite que qualquer cidadão envie links, vídeos ou mensagens suspeitas. Para facilitar esse processo, foram mantidos canais via WhatsApp, e-mail e formulário. Por consequência, o serviço se torna mais acessível.

Entre os diferenciais atuais, destacam-se:

  • Podcasts semanais no Conexão Senado

  • Projetos de lei sobre inteligência artificial e desinformação

  • Acesso a pesquisas e fontes verificadas

  • Transparência sobre ações do Senado

Portanto, a missão vai além da correção: o Senado agora busca prevenir.

Fortalecimento institucional contra fake news

Por fim, a coordenadora de imprensa Ester Monteiro reforçou a importância do novo portal em ano pré-eleitoral. “Cada cidadão informado e consciente é um pilar a mais na proteção da nossa democracia”, afirmou.

Dessa forma, o Senado reafirma seu papel de guardião da informação pública, com apoio técnico da Ouvidoria, do DataSenado e da Consultoria Legislativa.

Fonte: Agência Senado

Kongjian Yu morre em acidente no Brasil durante gravações sobre cidades-esponja

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Imagem de Kongjian Yu sorridente com fundo de floresta e rio; ao fundo, ícones de avião e o título “O que o chinês Kongjian Yu, morto em acidente aéreo, fazia no Brasil?”.
Capa da reportagem sobre a morte de Kongjian Yu, arquiteto chinês conhecido pelo conceito de cidades-esponja, falecido em acidente no Pantanal.

Quem era Kongjian Yu e por que estava no Brasil

Kongjian Yu, renomado arquiteto e paisagista da Universidade de Pequim, morreu na quarta-feira (24) em um acidente de avião na região de Aquidauana (MS). Reconhecido mundialmente por desenvolver o conceito de “cidade-esponja”, Yu estava no Brasil para participar de eventos e gravar um documentário sobre sua trajetória profissional.

Durante a viagem, ele passou por São Paulo, onde participou da Bienal Internacional de Arquitetura e visitou o Parque Linear Tiquatira, na zona leste da capital. Em seguida, seguiu para Brasília, onde abriu a Conferência Internacional do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU). Por fim, o Pantanal seria a última parada, tanto para as filmagens quanto para conhecer pessoalmente o bioma.

O que são as cidades-esponja

O conceito de cidades-esponja, criado por Yu, propõe que áreas urbanas adotem infraestruturas verdes, como parques alagáveis e vegetação natural, capazes de absorver a água das chuvas. Assim, essas áreas se tornam mais resilientes e menos propensas a enchentes devastadoras.

No Parque Tiquatira, por exemplo, o arquiteto elogiou a estrutura, mas também apontou possibilidades de melhoria.

“Para este parque, eu consigo ver um grande potencial de transformar este canal de concreto em um rio-esponja”, afirmou.

Além disso, Yu defendia a integração do verde com o azul — ou seja, da vegetação com os cursos d’água.

“Você não apenas recicla a água para nutrir a vegetação, mas também transforma os nutrientes da água em fertilizantes para o próprio parque.”

Documentário e legado interrompido

Durante a visita ao Brasil, Yu estava acompanhado pelo documentarista Luiz Ferraz, de 42 anos, e pelo diretor de fotografia Rubens Crispim Júnior, de 51, que também morreram no acidente. O grupo produzia um documentário internacional que mesclava imagens feitas no Brasil e na China, com foco no impacto global das ideias do arquiteto.

Segundo o vereador paulistano Nabil Bonduki (PT), que o acompanhou na capital paulista, Yu via o Brasil como um território promissor para aplicar o conceito de cidades-esponja.

“É muito simbólico ele ter morrido no Pantanal, um bioma que traduzia seu trabalho”, disse.
“Ele estava no auge da carreira, com uma produção consistente e pronto para expandir seu trabalho na América do Sul.”

Impacto para o urbanismo sustentável

A morte de Kongjian Yu representa uma perda significativa para a arquitetura e o urbanismo global. Embora sua vida tenha sido interrompida tragicamente, suas ideias continuam vivas em projetos aplicados na China e em diversos outros países.

Enquanto o mundo enfrenta eventos climáticos extremos, o legado de Yu serve como um alerta. Afinal, é possível transformar cidades em ambientes mais seguros e sustentáveis, desde que haja vontade política, planejamento urbano e respeito à natureza.

Fonte: O Tempo

Aprovado texto-base que exclui tarifaço do teto de gastos

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Senado aprova texto-base que exclui tarifaço do teto de gastos para mitigar impactos das tarifas dos EUA
Parlamentares aprovam exclusão de R$ 30 bilhões do teto de gastos para combater os efeitos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos

Senado aprova retirada de R$ 30 bilhões do teto fiscal

O Senado Federal aprovou por unanimidade, nesta quarta-feira (24), o texto-base do Projeto de Lei Complementar (PLP) 168/2025. A proposta retira R$ 30 bilhões em despesas e renúncias fiscais do limite de gastos estabelecido pelo novo arcabouço fiscal. Esses valores foram destinados pelo governo para enfrentar os efeitos do tarifaço dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

Com a aprovação, o Congresso também viabiliza a Medida Provisória 1.309/2025, que autorizou a liberação imediata dos recursos. Além disso, a medida fortalece a capacidade de reação do país diante das sanções externas.

Segundo o relator, senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), a medida busca proteger empregos e setores estratégicos da economia nacional.

“O tarifaço impactou duramente nossa economia. Muitos brasileiros perderam seus postos. Esta proposta representa uma resposta proporcional e responsável”, afirmou o senador.

Projeto exclui gastos das metas fiscais e da LRF

Com essa decisão, os gastos relacionados ao tarifaço fora do teto de gastos não serão considerados nas metas fiscais definidas pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Além disso, ficam fora dos limites do novo arcabouço fiscal. O projeto também dispensa a exigência de estimativas de impacto orçamentário ou medidas compensatórias, desde que o valor total não ultrapasse R$ 5 bilhões entre 2025 e 2026.

Dessa forma, o governo ganha margem fiscal para agir com rapidez diante das medidas protecionistas adotadas pelos Estados Unidos.

Fundos garantidores receberão reforços bilionários

Outro ponto importante do projeto é a autorização para o governo federal reforçar três fundos garantidores:

  • FGO: até R$ 1 bilhão

  • FGCE: até R$ 1,5 bilhão

  • FGI: até R$ 2 bilhões

Esses recursos devem ampliar o crédito às empresas exportadoras atingidas pelas tarifas. Por consequência, o país poderá manter sua competitividade internacional. Além disso, os fundos facilitarão operações emergenciais por meio do PeacFGI Solidário.

Programa Reintegra ganha ampliação

O texto também promove ajustes no programa Reintegra, que devolve parte dos tributos pagos por exportadores. Atualmente, o benefício pode chegar até 3%. Contudo, a proposta permite acréscimo de até 3% extras para exportações afetadas pelas tarifas norte-americanas.

Portanto, o governo cria um estímulo direto à produção e à exportação de bens industrializados brasileiros.

Saúde e educação terão mais recursos

Durante a sessão, os senadores aprovaram uma emenda que destina 5% dos recursos do Fundo Social à educação pública e à saúde, conforme determina a Lei 15.164/2025. Essa vinculação será válida por cinco anos e pode gerar R$ 1,5 bilhão adicionais por ano para os dois setores.

Com isso, o Congresso evita que o bloqueio de verbas discricionárias afete essas áreas. Além disso, garante a aplicação efetiva da lei já em vigor.

Destaques ainda serão votados

Apesar da aprovação do texto-base, dois destaques ainda aguardam votação. Eles tratam de ajustes específicos que podem alterar pontos sensíveis da proposta. Assim que finalizados, o texto deve seguir para sanção presidencial.

Consequentemente, ao excluir o tarifaço fora do teto de gastos, o Senado reforça o compromisso com a economia. Ao mesmo tempo, preserva empregos e responde com firmeza às medidas protecionistas dos Estados Unidos.

Fonte: Agência Senado

Artemis II: missão da Nasa quer levar humanos à Lua após 50 anos

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Astronautas da missão Artemis II e foguete da Nasa lançando em direção à Lua
Imagem ilustrativa da missão Artemis II da Nasa, com foguete SLS e a tripulação

Nasa acelera corrida espacial para a Lua

A Nasa se prepara para escrever um novo capítulo na exploração do espaço. Com a missão Artemis II, marcada para fevereiro de 2026, os Estados Unidos enviarão quatro astronautas em uma jornada de dez dias ao redor da Lua. Ainda que o pouso não esteja previsto, a missão representa um avanço crucial para os planos futuros.

Viagem histórica romperá limite da órbita baixa

Tripulação da Artemis II: à esquerda, Christina Koch; atrás, Victor Glover (piloto); à frente, Reid Wiseman (comandante); à direita, Jeremy Hansen.

Pela primeira vez desde 1972, uma tripulação humana deixará a órbita baixa da Terra. Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense, vão compor a equipe.

Esses astronautas alcançarão até 9.200 km além da Lua, superando qualquer missão anterior.

“Eles vão mais longe do que qualquer outra tripulação antes”, destacou Jeff Radigan, diretor de voo da missão.

Testes operacionais garantirão segurança das próximas missões

Durante a viagem, os astronautas permanecerão a bordo da cápsula Orion, que será lançada pelo foguete SLS (Space Launch System). Esse conjunto formará a base do novo programa lunar.

Logo após a decolagem, o sistema realizará uma sequência de manobras técnicas, incluindo a injeção translunar (TLI), que colocará a cápsula em rota para a Lua. Além disso, a tripulação fará simulações de acoplamento e outras operações críticas. Essas tarefas permitirão validar a segurança da missão.

Astronautas também serão objeto de estudo

Os cientistas da Nasa querem entender como o corpo humano responde à microgravidade e à radiação. Por isso, os astronautas fornecerão amostras de sangue antes e depois do voo. A partir disso, os laboratórios vão criar organoides – estruturas que simulam tecidos humanos em laboratório.

“Não vamos dissecar astronautas, mas podemos estudar profundamente essas amostras”, explicou Nicky Fox, cientista-chefe da Nasa.

Esse estudo fornecerá dados inéditos sobre a saúde dos tripulantes em viagens prolongadas.

Artemis III ainda depende da SpaceX

Apesar do otimismo com a Artemis II, a missão que prevê o pouso na Lua — Artemis III — depende de uma nave da SpaceX. Contudo, o veículo ainda enfrenta desafios para realizar voos orbitais tripulados.

De acordo com Simeon Barber, da Open University, é pouco provável que o pouso ocorra antes de 2027. Ele destaca que, quando a Nasa usa o termo “não antes de”, está apenas apontando o cenário mais otimista — e não uma data fixa.

Fonte: BBC Brasil

BNDES promove encontro gratuito com empresas em Porto Velho

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Arte do evento BNDES Mais Perto de Você em Porto Velho com foco em crédito para pequenas empresas
Evento gratuito do BNDES em Porto Velho oferece crédito e atendimento presencial para pequenas empresas rondonienses

BNDES em Porto Velho aproxima crédito de quem mais precisa

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) promove, hoje 25 de setembro, o evento Mais Perto de Você em Porto Velho (RO). Com entrada gratuita, a ação visa conectar micro, pequenas e médias empresas a oportunidades reais de crédito e orientação especializada.

A programação começará às 14h, no Salão de Convenções da FIERO, localizado na Rua Rui Barbosa, 1112. Para participar, basta se inscrever no site oficial do BNDES.

Com apoio técnico, empresas encontram crédito sob medida

Durante o evento, técnicos do banco vão apresentar soluções de financiamento voltadas para diferentes perfis empresariais. Além das tradicionais linhas de capital de giro, será possível conhecer opções para aquisição de máquinas, investimentos e expansão de atividades.

Ao mesmo tempo, os participantes terão acesso a atendimento individualizado, o que facilita a escolha da linha de crédito ideal. Como resultado, além de informações, os empresários sairão com encaminhamentos concretos.

Rodadas de negócios facilitam o acesso direto aos bancos

Além disso, o evento trará rodadas de negócios com agentes financeiros credenciados, como Banco do Brasil, Caixa, Basa, Sicoob, Itaú e Santander. Ou seja, os empreendedores poderão negociar diretamente com as instituições que oferecem os recursos.

Portanto, o BNDES aproxima o crédito de quem realmente precisa e elimina etapas burocráticas que, muitas vezes, travam o crescimento dos pequenos negócios.

Parcerias ampliam impacto do evento em Rondônia

A ação conta com a participação de parceiros locais, como FIERO, Sebrae, OCB e Fecomércio RO. Dessa forma, os empreendedores também poderão buscar apoio técnico, capacitação e acesso a outros serviços complementares.

Além disso, essas parcerias fortalecem o ecossistema de negócios de Rondônia, tornando o evento ainda mais relevante para a economia local.

Rondônia já recebeu mais de R$ 535 milhões em crédito neste ano

Somente no primeiro semestre de 2025, o BNDES aprovou R$ 535 milhões em financiamentos para empresas rondonienses. Em todo o ano anterior, o total chegou a R$ 1,17 bilhão, segundo dados oficiais do banco.

Em outras palavras, o crédito está disponível, e os empresários da região conseguem avançar com mais segurança quando encontram as ferramentas certas.

Serviço

  • Evento: BNDES Mais Perto de Você – RO

  • Data: Quinta-feira, 25 de setembro de 2025

  • Horário: 14h

  • Local: Salão de Convenções da FIERO

  • Endereço: Rua Rui Barbosa, 1112 – Arigolândia, Porto Velho (RO)

  • Entrada: Gratuita

  • Inscrição: No site do BNDES

Fonte: BNDES

Composição ilustrativa da ONEE 2026 com estudante de óculos segurando bandeira de Rondônia diante de participantes em auditório

ONEE 2026: 2 alunas de Jaru e São Miguel na final nacional

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Duas estudantes de Jaru e São Miguel do Guaporé conquistaram o primeiro lugar estadual e representaram Rondônia na final nacional da ONEE 2026.
Ilustração de capacitação em inseminação bovina com jovem produtora, instrutor, alunos e vaca em curral

Inseminação bovina: jovens de Cacaulândia recebem formação

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Jovens e produtores de Cacaulândia participaram de capacitação em inseminação bovina, com foco na pecuária leiteira e na sucessão familiar.
Ilustração com soja sendo descarregada, contêiner de cargas e Congresso Nacional ao fundo.

Comissão aprova projeto de renegociação de dívidas para agroexportadores

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