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Lei cria Selo Cidade Mulher para premiar políticas públicas eficazes

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Mulher com crachá da Secretaria da Mulher ao lado de banner do Selo Cidade Mulher 2025 e roda de conversa entre mulheres diversas.
Selo Cidade Mulher reconhece cidades com políticas públicas eficazes para mulheres.

Governo lança selo para cidades com boas práticas para as mulheres

O governo sancionou a Lei nº 15.214, de 18 de setembro de 2025, que cria o Selo Cidade Mulher. A iniciativa premia os municípios que demonstram compromisso real com políticas públicas voltadas ao bem-estar feminino. O selo será concedido todos os anos, como forma de valorizar gestões que implementam ações eficazes e inclusivas.

Essa medida reforça o papel das cidades na construção de um Brasil mais justo. Por esse motivo, o governo reconhece quem atua com responsabilidade social e respeito aos direitos das mulheres.

Critérios incluem igualdade, participação e combate à violência

Para conquistar o selo, o município precisa atender a vários critérios. Entre os principais, estão:

  • Garantir igualdade entre homens e mulheres;

  • Ampliar o acesso aos serviços públicos;

  • Incentivar a participação feminina em decisões políticas;

  • Combater qualquer tipo de discriminação;

  • Adotar políticas transversais em todas as áreas da administração.

Além desses pontos, o governo vai avaliar o engajamento com o Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Cidades que atuarem contra a exploração sexual de meninas e o tráfico de mulheres terão destaque, sobretudo quando demonstrarem resultados concretos.

Secretarias da Mulher fortalecem a estrutura municipal

A lei também estimula a criação de Secretarias Municipais da Mulher. Esses órgãos são fundamentais para formular, executar e fiscalizar políticas públicas de gênero. Por isso, sua existência contará pontos positivos na avaliação para o selo.

Com isso, os municípios mostram maior organização e capacidade de resposta às demandas femininas.

Avaliação será transparente e baseada em resultados reais

O regulamento definirá o número de selos entregues anualmente. Além disso, estabelecerá os critérios de pontuação usados pela banca julgadora. O mais importante é que a análise levará em conta os impactos reais das políticas locais.

Portanto, o foco não estará apenas no planejamento, mas principalmente nos resultados na vida das mulheres.

Reconhecimento incentiva cidades a fazerem mais e melhor

Com essa iniciativa, o governo pretende estimular a adoção de boas práticas em todo o país. O Selo Cidade Mulher funciona como um incentivo para que gestores priorizem ações transformadoras. Dessa forma, mais do que premiar, o selo inspira novas políticas e fortalece a cidadania.

Sem dúvida, é uma conquista importante para as mulheres brasileiras e para as cidades que as respeitam.

Fonte: Governo Federal

Rondônia entrega EPIs a catadores em Itapuã do Oeste

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Entrega de EPIs a catadores em Itapuã do Oeste mostra trabalhadores com coletes, máscaras e botas, durante ação do governo de Rondônia
Imagem destaca a entrega de kits de proteção individual a catadores de materiais recicláveis em Itapuã do Oeste, pelo governo de Rondônia

Governo de Rondônia fortalece projeto Rondônia Recicla com entrega de EPIs

Na manhã da última sexta-feira (19), o Governo de Rondônia, por meio da Seas, realizou a entrega de 11 kits de equipamentos de proteção individual (EPIs) a catadores de recicláveis em Itapuã do Oeste, distante cerca de 113 km de Porto Velho. A ação de entrega de EPIs a catadores aconteceu na sede da cooperativa Cata+ e integra o projeto Rondônia Recicla.

Além de reforçar a inclusão social, a entrega de EPIs a catadores também amplia a segurança e promove melhores condições de trabalho para a categoria.

Projeto já distribuiu mais de 100 kits em cinco municípios

Mais 11 catadores de materiais recicláveis receberam o kit de proteção em Itapuã do Oeste, na manhã desta sexta-feira (19)

Desde o início do projeto, 110 catadores já foram contemplados com os kits. A primeira entrega ocorreu em Ji-Paraná, durante a Rondônia Rural Show. Depois disso, outras cidades também foram beneficiadas, como Porto Velho, Rolim de Moura e Pimenta Bueno. A iniciativa de entrega de EPIs a catadores nos municípios é uma forma de fortalecer esse trabalho.

Como parte do investimento social, o governo destinou R$ 775.180 para a compra de aproximadamente 2 mil kits. Assim, o estado mostra seu compromisso com políticas públicas de valorização ambiental e humana.

Equipamentos garantem proteção e dignidade no dia a dia

Cada kit entregue contém os seguintes itens:

  • 6 máscaras respiratórias

  • 1 avental de PVC forrado

  • 1 abafador de ruído

  • 1 protetor auricular tipo concha

  • 2 óculos de segurança

  • 2 calças de brim com faixa refletiva

  • 1 colete sinalizador fluorescente

  • 1 camiseta de manga longa

  • 1 par de botinas de segurança

  • 2 pares de luvas anticorte

  • 1 chapéu árabe com protetor de pescoço

Como resultado, os trabalhadores agora atuam com mais segurança e confiança, especialmente em ambientes de risco.

Cadastro segue aberto até o dia 30

Conforme explicou a secretária da Seas, Luana Rocha, o edital de cadastramento continua disponível até o dia 30 deste mês. Dessa forma, os profissionais interessados ainda podem garantir a inclusão no programa de entrega de EPIs a catadores.

“A maioria dos catadores atuava sem qualquer proteção. Por isso, tomamos a decisão com base em um diagnóstico técnico, realizado pela nossa equipe”, afirmou Luana.

Com esse levantamento, foi possível identificar as principais carências e traçar estratégias mais eficazes.

Governador destaca impacto da ação nos municípios

De acordo com o governador Marcos Rocha, o projeto também representa um estímulo para que os municípios ampliem a coleta seletiva. Além disso, a ação de entrega de EPIs a catadores contribui diretamente para a preservação ambiental e o desenvolvimento sustentável.

“Estamos transformando o que antes era lixo em oportunidade. Com apoio das prefeituras, vamos garantir um destino mais adequado aos resíduos sólidos”, destacou.

A expectativa do governo é que, com a adesão dos municípios, o alcance do programa aumente ainda mais nos próximos meses.

Fonte: Governo de Rondônia

Risco de rompimento em barragem mobiliza MPF em Rondônia

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Alerta sobre risco de rompimento em barragem de Rondônia, com destaque para falha estrutural e pedido de ação do MPF
Imagem mostra arte de alerta sobre falhas estruturais identificadas na barragem Jacaré Superior, em Ariquemes (RO), com chamada do MPF por medidas urgentes.

Fiscalização detecta falhas críticas em barragem de cassiterita

O Ministério Público Federal (MPF) e a Agência Nacional de Mineração (ANM) realizaram uma inspeção entre os dias 10 e 11 de setembro nas barragens Jacaré Superior e Jacaré Inferior, no distrito de Bom Futuro, em Ariquemes (RO). Durante a vistoria, os técnicos observaram fragilidade no talude da barragem Jacaré Superior, especialmente por causa da proximidade com um canal escavado por garimpeiros no início da atividade mineradora, aumentando assim o risco de rompimento em barragem.

Essa condição eleva significativamente o risco de desmoronamento, sobretudo no período das chuvas intensas. Diante da situação, a ANM recomendou o desvio do curso do rio, desde que sejam apresentados estudos técnicos consistentes e ocorra aprovação ambiental adequada.

Falta de videomonitoramento agrava o cenário

Outro ponto crítico verificado foi a ausência de videomonitoramento nas estruturas. Apesar de as cooperativas responsáveis alegarem risco de furto dos equipamentos, os órgãos fiscalizadores reforçaram que o monitoramento é fundamental para prevenir acidentes. Além disso, a medida contribui para a proteção de recursos ambientais, como a fauna, a flora e os corpos d’água da região amazônica.

A exigência já havia sido feita em fiscalizações anteriores, o que torna a omissão ainda mais preocupante.

População local vive em situação de vulnerabilidade

A inspeção também chamou atenção para a condição social dos moradores do distrito de Bom Futuro. A população depende quase exclusivamente da mineração de cassiterita, o que gera grande vulnerabilidade econômica e social. Diante disso, o MPF ressaltou que os dados coletados vão embasar medidas institucionais para mitigar riscos e proteger os habitantes.

Redução do DPA não justifica omissão

As cooperativas Coopersanta e Coopermetal solicitaram a redução do Dano Potencial Associado (DPA) das barragens. No entanto, a ANM deixou claro que o pedido ainda não foi aprovado. Por isso, o cumprimento integral das normas de segurança permanece obrigatório, sem exceções.

MPF cobra documentação e medidas urgentes

Para garantir o acompanhamento das ações corretivas, o MPF requisitou da Superintendência de Fiscalização de Barragens da ANM o envio, no prazo de 30 dias, de todo o material produzido nas inspeções. Isso inclui relatórios técnicos, vídeos, pareceres, autos de infração e registros fotográficos.

A expectativa é que a documentação sirva de base para ações efetivas que evitem tragédias ambientais e sociais na região.

Fonte: MPF

Rondônia se firma como potência do café sustentável da Amazônia

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mulher segurando xícara de café canéfora rondoniense com fundo de lavoura amazônica
Imagem mostra mulher com café em destaque ao lado do mapa de Rondônia, sobre lavoura de grãos maduros

Crescimento sustentável e produtividade recorde

Nos últimos 22 anos, Rondônia reduziu drasticamente sua área cultivada com café. Apesar disso, a produtividade aumentou em 544%. Hoje, o café canéfora rondoniense alcança uma média de 55,2 sacas por hectare, superando estados tradicionais como Espírito Santo e Bahia.

Como consequência, o estado se consolida como o maior produtor de café da Amazônia. Esse salto produtivo ocorreu sem comprometer a preservação ambiental. Pelo contrário, a sustentabilidade do café canéfora rondoniense se tornou a base para esse crescimento.

Selo de origem impulsiona cafeicultores locais

Em 2021, o INPI concedeu o selo de Denominação de Origem “Matas de Rondônia”. Essa certificação agregou valor ao café cultivado em 15 municípios do estado.

Desde então, os produtores deixaram de vender o produto como commodity. Agora, as sacas são destinadas a compradores de cafés especiais. Durante a Semana Internacional do Café, um lote foi negociado por R$ 4 mil. Isso representa uma valorização de aproximadamente 470% em relação ao mercado tradicional.

Agrofloresta e protagonismo indígena

Em terras indígenas, o cultivo segue sistemas agroflorestais. As plantas de café compartilham espaço com espécies nativas, incluindo variações de canéfora rondoniense. Além disso, os agricultores utilizam controle biológico em vez de agrotóxicos.

A partir de 2019, a empresa 3 Corações iniciou a compra de cafés indígenas por meio do projeto Tribos. O programa realiza concursos de qualidade e oferece prêmios aos melhores grãos. Com essa iniciativa, mais de 150 famílias foram diretamente beneficiadas.

Enquanto isso, o reconhecimento nacional e internacional dos grãos amazônicos não para de crescer.

Café impulsiona turismo e renda

O fortalecimento da cafeicultura trouxe reflexos positivos para o turismo rural. Em Cacoal, por exemplo, a fazenda da família Bento recebe mais de 30 mil visitantes por ano. A visita inclui passeios pelas lavouras, degustações e experiências culturais.

Dessa forma, o ciclo do café canéfora rondoniense impulsiona também os setores de hospedagem, alimentação e transporte. Consequentemente, a economia regional se fortalece com a valorização da produção local.

Canéfora: a força amazônica do café

Rondônia cultiva a variedade robusta do canéfora, desenvolvida a partir do conilon. Esse grão tem sabor encorpado e quase o dobro de cafeína do arábica. Por essa razão, conquista cada vez mais apreciadores no Brasil e no exterior.

A pesquisadora Renata Silva, da Embrapa, destaca a mudança de percepção sobre a espécie. “Se o arábica é bossa nova, o canéfora é rock and roll,” resume.

Por fim, Rondônia demonstra que é possível gerar renda, valorizar culturas indígenas e manter o equilíbrio ambiental. Com excelência e inovação, o café canéfora rondoniense se firma como emblema da nova Amazônia produtiva e sustentável.

Fonte: Dinheiro Rural

Déficit habitacional do Brasil atinge menor nível da história

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Família brasileira sorri em frente a casa popular; ao lado, gráfico mostra queda do déficit habitacional de 10,2% para 7,6% no Brasil.
Família celebra conquista da casa própria. Nova pesquisa aponta queda histórica do déficit habitacional com impacto direto do Minha Casa, Minha Vida.

Brasil atinge marca histórica na redução do déficit habitacional

Segundo dados divulgados pela Fundação João Pinheiro (FJP), o déficit habitacional relativo caiu de 10,2% em 2009 para 7,6% em 2023, o menor índice já registrado desde a criação do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Esse resultado reflete o impacto positivo das políticas públicas de habitação retomadas pelo Ministério das Cidades.

Desde 2009, esta é a primeira vez que o percentual chega a um nível tão baixo. Dessa forma, o acesso à moradia se torna cada vez mais viável para milhões de brasileiros.

Entregas do MCMV superam 1,7 milhão de moradias

Com a retomada do MCMV em 2023, mais de 1,7 milhão de moradias foram contratadas. Essa marca demonstra o sucesso da nova fase do programa, que agora conta com:

  • Juros mais baixos

  • Prazos ampliados de pagamento

  • Descontos maiores para famílias de baixa renda

Como resultado, muitas pessoas conseguiram conquistar a casa própria com mais facilidade.

Déficit absoluto também apresenta queda relevante

Além do índice percentual, o número total de famílias sem moradia adequada também diminuiu. Entre 2022 e 2023, o total caiu de 6,21 milhões para 5,97 milhões, ou seja, houve uma redução de 3,8%.

Esse recuo indica que os impactos do programa já começam a ser sentidos na prática. Por isso, o governo federal tem ampliado o acesso às políticas habitacionais, inclusive com a criação da faixa “Minha Casa, Minha Vida – Classe Média”, destinada a famílias com renda de até R$ 12 mil. Esse grupo agora pode financiar imóveis de até R$ 500 mil, com juros fixos de 10% ao ano.

Regiões Norte e Nordeste lideram a redução

A pesquisa também revelou que o Nordeste e o Norte foram as regiões com as maiores quedas no déficit habitacional:

  • Nordeste: redução de 7,2%

  • Norte: queda de 5,7%

  • Sudeste: redução de 5,3%

  • Sul: recuo de 3,4%

Por outro lado, a região Centro-Oeste registrou aumento de 17,5%, sendo a única com resultado negativo.

Governo prepara nova linha de crédito para reformas

Além das novas contratações, o governo planeja lançar um programa de crédito acessível para reforma de moradias populares. As intervenções previstas incluem:

  • Construção de banheiros

  • Ampliação de cômodos

  • Troca de fiação e telhado

  • Reparos hidráulicos

Para garantir mais segurança, haverá também assistência técnica gratuita, o que permitirá que as famílias façam melhorias sem comprometer o orçamento.

Aluguel excessivo é o maior desafio atual

Apesar dos avanços, o custo com aluguel continua sendo o maior obstáculo. De acordo com a FJP, 3,66 milhões de domicílios comprometem mais de 30% da renda com aluguel. Isso representa 61,3% do déficit total.

Além disso, mais de 1,3 milhão dessas famílias vivem em condições precárias. Ou seja, enfrentam dois problemas simultâneos: o custo elevado com aluguel e a falta de infraestrutura adequada.

Perspectivas para o futuro da habitação no Brasil

O Brasil caminha para superar o déficit habitacional com políticas públicas eficazes. Contudo, é essencial que os investimentos continuem e que os programas atendam cada vez mais famílias em situação de vulnerabilidade.

Fonte: Governo Federal

Nova diretriz classifica pressão 12 por 8 como pré-hipertensão

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Profissional de saúde aferindo pressão com destaque para a frase “Pressão 12/8 agora é pré-hipertensão” e imagem de coração com ECG
Nova diretriz da cardiologia brasileira reclassifica valores como 12/8 para a faixa de pré-hipertensão, visando ampliar a prevenção de doenças cardíacas

A pressão arterial 12 por 8, considerada normal até então, passa a ser enquadrada como pré-hipertensão segundo nova diretriz cardiológica. A medida visa prevenir doenças como AVC, infarto e insuficiência renal.

Diretriz inédita redefine o que é uma pressão saudável

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), em conjunto com a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) e a Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), divulgou uma atualização que altera os parâmetros de pressão arterial tida como normal.

Com isso, valores entre 120 a 139 mmHg (sistólica) e/ou 80 a 89 mmHg (diastólica) entram na faixa de pré-hipertensão — incluindo o tradicional 12 por 8.

Medida segue padrões internacionais e alerta para riscos

A decisão acompanha recomendações do Congresso Europeu de Cardiologia e, além disso, tem como objetivo prevenir doenças graves, como infarto, AVC e insuficiência renal.

A pressão ideal, segundo o novo parâmetro, passa a ser 12 por 7 (120/70 mmHg). Dessa forma, mesmo valores considerados estáveis no passado exigem acompanhamento.

“É uma forma de alertar que o limite anterior já pode ser um sinal de risco futuro”, destacam os especialistas da SBC.

Tratamento agora mira pressão abaixo de 13 por 8

A partir da nova diretriz, a meta de tratamento para hipertensos também foi ajustada. Agora, a recomendação é manter a pressão abaixo de 130/80 mmHg, independentemente da idade, do sexo ou de comorbidades.

Consequentemente, essa reclassificação impacta diretamente nas condutas médicas, no acesso a programas de saúde e nos cuidados oferecidos pelo SUS, ampliando a vigilância precoce.

O que muda para a população?

Para milhões de brasileiros, isso significa que a pressão 12 por 8 não é mais sinal de estabilidade, mas sim de atenção. Com a nova classificação, espera-se um aumento no número de diagnósticos preventivos, o que pode resultar em mais exames, consultas regulares e mudanças no estilo de vida.

Além disso, a atualização reforça a importância de check-ups cardiológicos e do controle de fatores como alimentação, atividade física e controle do estresse.

Fonte: CNN Brasil

Governo de RO abre edital com bolsas de até R$ 4,2 mil

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Pesquisadora em laboratório representa bolsas em saúde pública oferecidas pelo Governo de Rondônia
Governo de Rondônia oferece bolsas de até R$ 4,2 mil para projetos de pesquisa em saúde pública com foco em vigilância e prevenção

Edital da Fapero impulsiona ciência aplicada à saúde

O Governo de Rondônia está com inscrições abertas para o edital nº 07/2025 da Fapero, que concede bolsas mensais entre R$ 3 mil e R$ 4,2 mil a pesquisadores da área de saúde, incluindo bolsas em saúde pública. A iniciativa, feita em parceria com a Agevisa, busca fortalecer a vigilância epidemiológica e apoiar ações preventivas no estado.

Além disso, o programa oferece uma oportunidade concreta para que profissionais da ciência contribuam diretamente com o sistema de saúde pública. De modo geral, essa integração fortalece o uso de evidências científicas na gestão pública.

Pesquisadores terão papel ativo no combate a doenças

As bolsas são destinadas a quem atua em ensino, pesquisa e extensão. Portanto, os pesquisadores contemplados com bolsas em saúde pública desenvolverão projetos voltados à detecção precoce de doenças, monitoramento de riscos sanitários e prevenção de agravos à saúde.

Por essa razão, a iniciativa é considerada estratégica. Ademais, ela promove o avanço da ciência em Rondônia e oferece suporte técnico às políticas públicas. Nesse contexto, os resultados esperados incluem diagnósticos mais rápidos e decisões baseadas em dados.

Programa também visa qualificação continuada

Além do desenvolvimento de pesquisas, o edital prevê a capacitação continuada dos trabalhadores da saúde. Dessa forma, pretende-se garantir mais eficiência nas ações de vigilância. As áreas contempladas incluem:

  • vacinação

  • controle de doenças crônicas

  • doenças zoonóticas

  • transmissão vetorial

  • acidentes com animais peçonhentos

Por conseguinte, a chamada pública contribui para aprimorar a formação técnica dos profissionais da rede, especialmente aqueles que recebem bolsas focadas na saúde pública.

Governo destaca importância da ciência em emergências

Segundo o governador Marcos Rocha, a medida representa um investimento direto na formação de especialistas capazes de responder a emergências de saúde pública. Em síntese, o governador reforçou que o programa promove a integração entre ciência, tecnologia, inovação e saúde, através de programas como bolsas em saúde pública.

Consequentemente, Rondônia dá mais um passo no sentido de estruturar políticas públicas sustentáveis, inovadoras e voltadas à vida da população.

Regras, áreas e valores das bolsas

O edital detalha os critérios de elegibilidade, o cronograma da seleção e as áreas de atuação. Ao todo, são quatro bolsas divididas em dois eixos técnicos. Além das atividades práticas, os bolsistas participarão de reuniões técnicas periódicas, beneficiando-se das bolsas em saúde pública.

Por fim, a chamada pública também marca o esforço do governo estadual em valorizar pesquisadores locais, estimular a fixação de talentos e aplicar a ciência em benefício da população.

Fonte: Governo de Rondônia

MPRO denuncia 34 do Comando Vermelho em Rondônia

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Ônibus escolar incendiado em operação onde o MPRO denuncia 34 do Comando Vermelho em Rondônia
Policial observa ônibus escolar incendiado durante ataques ligados ao Comando Vermelho em Porto Velho, alvo de denúncia do MPRO

O Ministério Público de Rondônia (MPRO) denunciou 34 pessoas investigadas na Operação Escudo, que desarticulou um núcleo do Comando Vermelho (CV) no estado. A ação foi coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pelo Núcleo de Enfrentamento aos Crimes Cometidos por Facções Criminosas (Nufac).

Facção retaliou após confronto com a polícia

De acordo com a investigação conduzida pela Delegacia Especializada na Repressão a Extorsões, Roubos e Furtos (DERF), com apoio da FTICCO-RO, a facção ordenou uma série de ataques entre 11 e 17 de janeiro de 2025. A motivação foi a morte de um de seus integrantes em confronto com a Polícia Militar.

Como represália, o grupo realizou atentados em vários municípios, especialmente em Porto Velho, tentando impedir a ocupação do Condomínio Orgulho do Madeira pelas forças de segurança.

Além disso, as ações buscavam demonstrar força e intimidar o poder público. Por esse motivo, os ataques ocorreram em sequência e afetaram diferentes setores da sociedade.

Série de crimes organizados e coordenados

As ações criminosas envolveram homicídios de agentes públicos, incêndios e explosões, além de depredações e ameaças à população civil. Houve ainda a imposição de toques de recolher e a interrupção de serviços essenciais, como o transporte coletivo e as atividades escolares.

Apesar das prisões, membros da cúpula da facção continuaram emitindo ordens de dentro dos presídios. Um dos principais articuladores, inclusive, foi transferido para o Sistema Penitenciário Federal (SPF) no decorrer da apuração.

Consequentemente, o MPRO reuniu provas robustas que demonstram a atuação contínua e articulada da organização mesmo sob vigilância.

Estrutura da facção e penas severas

A denúncia do MPRO, com mais de 170 páginas, descreve uma organização dividida em núcleos de comando, planejamento e execução, com ramificações em diversos municípios. Dessa forma, o Ministério Público conseguiu mapear com clareza as responsabilidades de cada denunciado.

Entre os crimes atribuídos aos acusados estão:

  • Organização criminosa armada

  • Participação de adolescentes

  • Incêndio, explosão e dano qualificado

Se condenados, os líderes do grupo podem cumprir penas superiores a 380 anos de prisão. Esse número, por si só, reflete a gravidade e a extensão dos delitos cometidos.

Além das penas, o MP espera que a responsabilização judicial cause um impacto dissuasório para novos ataques no estado.

MPRO reforça prisões no caso dos 34 do Comando Vermelho

Atualmente, parte dos acusados permanece presa preventivamente. O MPRO solicitou a manutenção das custódias, argumentando que a liberdade dos investigados representa risco à ordem pública.

A partir de agora, a Justiça decidirá se recebe a denúncia e se dará prosseguimento à ação penal. A instrução processual será acompanhada pelo Gaeco, com atuação direta do Ministério Público.

Por fim, o órgão ministerial reforça seu compromisso com o combate às facções e a defesa da segurança pública em Rondônia.

Fonte: MPRO

Horário de verão pode voltar ao Brasil após 6 anos de suspensão

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Mão ajusta relógio analógico ao entardecer, com usina e torre de energia ao fundo. Texto central questiona: "Horário de verão vai voltar?"
Imagem mostra relógio sendo ajustado com fundo de torre de energia e usina ao pôr do sol, representando o debate sobre o retorno do horário de verão no Brasil.

Retorno está sendo estudado pelo governo, mas ainda não há definição

O horário de verão, suspenso no Brasil desde 2019, voltou a ser discutido nos bastidores do governo federal. Recentemente, informações circularam nas redes sociais sugerindo que os relógios seriam novamente adiantados ainda neste ano.

Diante disso, o Ministério de Minas e Energia (MME) esclareceu que o tema passa por avaliação contínua. Apesar disso, ainda não houve nenhuma decisão oficial sobre o retorno da medida.

Reservatórios apresentam melhora em relação a 2024

O MME informou que os reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN) mantêm desempenho considerado normal, mesmo em período seco. Além disso, os dados indicam uma situação mais estável do que no ano passado.

De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a energia disponível garante o atendimento da demanda até, pelo menos, fevereiro de 2026. Com base nesses dados, o governo continua acompanhando o cenário energético com atenção.

Consumo de energia mudou e afeta decisão

O governo suspendeu o horário de verão em 2019 com base em estudos técnicos. Segundo os levantamentos, o padrão de consumo da população mudou. Atualmente, a maior parte da demanda elétrica ocorre à tarde, o que reduziu os efeitos esperados da medida.

Além disso, o uso crescente de aparelhos de ar-condicionado e iluminação eficiente alterou o equilíbrio energético. Por isso, especialistas destacam que a volta do horário de verão precisa levar em conta diversos fatores técnicos e sociais.

Comitê monitora situação e prepara base para decisão

O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) continua analisando o sistema nacional em tempo real. O grupo fornece relatórios atualizados que ajudam o governo a tomar decisões com base em evidências concretas.

Ainda que não exista uma posição definida, a retomada do horário de verão depende de uma combinação de dados energéticos, projeções climáticas e impactos sociais. Assim, o debate permanece aberto dentro do Executivo.

Fonte: CNN Brasil

PVH Pesca Show 2025 celebra 111 anos de Porto Velho

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Pescador segura tucunaré enquanto público assiste ao PVH Pesca Show 2025 no rio Madeira
Arte mostra pescador, público e palco às margens do rio Madeira durante o PVH Pesca Show 2025, evento oficial do aniversário de 111 anos de Porto Velho

Porto Velho vai comemorar seus 111 anos com um dos maiores eventos da região Norte. O PVH Pesca Show 2025 será realizado nos dias 27 e 28 de setembro, em Vila Nova de Teotônio. Por esse motivo, o festival terá entrada gratuita e reunirá competições de pesca, atrações culturais e programação gastronômica.

Durante ação de incentivo ao turismo sustentável, um grupo de visitantes percorre o rio em voadeira enquanto explora a Reserva Extrativista Cuniã, localizada na zona rural de Porto Velho.

Além disso, a Prefeitura organiza o evento por meio da Secretaria Municipal de Esporte, Turismo e Lazer (Semtel). O festival conta ainda com apoio da Sopescar/Caiaqueiros de Rondônia, do Ifro, do Sicoob e da Fecomércio. Dessa forma, a proposta é fortalecer a identidade local e valorizar o turismo esportivo.

Evento resgata a pesca histórica na Cachoeira de Teotônio

Durante décadas, a antiga Cachoeira de Teotônio foi símbolo da pesca e da vida comunitária. Por isso, sediar o torneio nesse local representa mais do que uma simples competição. O festival simboliza o resgate de uma tradição rondoniense.

Segundo Paulo Moraes Júnior, o festival integra as ações de valorização do turismo esportivo na Amazônia

Segundo o secretário da Semtel, Paulo Moraes Júnior, o festival marcará uma nova fase para Porto Velho:

“Vamos abrir a programação no Dia Mundial do Turismo, 27 de setembro. Isso mostra que Porto Velho entrou de vez na rota da pesca esportiva nacional e internacional”.

Com essa iniciativa, a cidade se consolida como um polo turístico diferenciado na Amazônia.

Torneio gratuito premiará os dez primeiros colocados

O XIII Torneio de Pesca da Sopescar será dividido em duas etapas:

  • 27/09 (sábado): competição individual com caiaque

  • 28/09 (domingo): largada de barcos a motor nas primeiras horas da manhã

Pescadores terão direito a kits com camiseta de proteção UV personalizada e concorrerão a prêmios do 1º ao 10º lugar

Todos os competidores receberão kits com camiseta UV personalizada. Além disso, os dez melhores colocados concorrerão a prêmios diversos. Entre eles estão:

  • uma embarcação

  • carreta de transporte

  • caiaques

  • geradores de energia

  • equipamentos de lazer e pesca

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas antecipadamente pelo site oficial, criado em parceria com o Ifro. Portanto, quem quiser participar precisa garantir a vaga com antecedência.

Programação inclui cultura, música e pescaria ao vivo

Durante o evento, o público poderá assistir a:

  • shows musicais e apresentações regionais

  • depoimentos de moradores tradicionais

  • exposições de marcas e projetos parceiros

  • culinária típica da Amazônia

  • transmissão ao vivo das pescarias em um telão no espaço gourmet

Com essa diversidade, o festival deve atrair famílias inteiras e visitantes de várias regiões. Assim, o PVH Pesca Show se consolida como uma experiência única para diferentes públicos.

Rio Madeira é destaque internacional no turismo de pesca

O rio Madeira, cenário do festival, é considerado o mais biodiverso do mundo em espécies de peixes. Com mais de 1.050 variedades catalogadas, o rio atrai pescadores esportivos do Brasil, da Europa e de diversos estados brasileiros. Consequentemente, o PVH Pesca Show se torna um evento estratégico para o turismo regional.

Além disso, a realização em um local tão emblemático reforça a conexão entre natureza, tradição e desenvolvimento econômico.

Estrutura terá apoio de órgãos municipais e estaduais

Para garantir a segurança e o conforto do público, o evento contará com o suporte da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros, da Semtran, da Funcultural, da Emdur e da Seinfra. Essas instituições atuarão na organização de trânsito, segurança, iluminação, atendimento médico e estrutura física. Desse modo, o festival oferecerá infraestrutura de qualidade e tranquilidade para os visitantes.

Pesca, cultura e pertencimento no coração da Amazônia

O PVH Pesca Show 2025 não será apenas uma festa esportiva. Ele celebrará os 111 anos de Porto Velho com tradição, inovação e integração social. Dessa maneira, o festival valoriza o potencial turístico da cidade e, ao mesmo tempo, fortalece o sentimento de pertencimento da população. Certamente, Porto Velho vive um momento de virada com um evento que coloca a Amazônia no centro das atenções.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Composição ilustrativa da ONEE 2026 com estudante de óculos segurando bandeira de Rondônia diante de participantes em auditório

ONEE 2026: 2 alunas de Jaru e São Miguel na final nacional

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Duas estudantes de Jaru e São Miguel do Guaporé conquistaram o primeiro lugar estadual e representaram Rondônia na final nacional da ONEE 2026.
Ilustração de capacitação em inseminação bovina com jovem produtora, instrutor, alunos e vaca em curral

Inseminação bovina: jovens de Cacaulândia recebem formação

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Jovens e produtores de Cacaulândia participaram de capacitação em inseminação bovina, com foco na pecuária leiteira e na sucessão familiar.
Ilustração com soja sendo descarregada, contêiner de cargas e Congresso Nacional ao fundo.

Comissão aprova projeto de renegociação de dívidas para agroexportadores

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Comissão da Câmara aprova proposta com crédito, incentivos e renegociação tributária para agroexportadores. O texto ainda não é lei.
Enem 2026 em Rondônia: ilustração de estudante conferindo documento e caneta preta antes de sair para a prova.

Enem 2026: portões fecham ao meio-dia em Rondônia neste domingo

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No domingo (8), os portões do Enem fecham ao meio-dia em Rondônia. Confira os horários locais e o que levar para evitar imprevistos.
Cursos técnicos do agro em Pimenta Bueno: ilustração de estudantes acompanhando demonstração de plantio com instrutor.

Idep abre 200 vagas em cursos técnicos do agro em Pimenta Bueno

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O Idep abriu 200 vagas presenciais no Centec Abaitará, em Pimenta Bueno. Inscrições on-line até 22/11; confira o edital e as condições da seleção.