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sexta-feira, maio 8, 2026
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Tarifaço de Trump gera boicote internacional a produtos dos EUA e afeta vendas da Tesla

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Boicote global após tarifaço de Trump

Apesar do recuo parcial do presidente dos EUA, Donald Trump, em sua política agressiva de tarifas comerciais, a insatisfação internacional segue em alta. Mesmo com a suspensão temporária das chamadas “tarifas do Dia da Libertação”, diversos países mantêm campanhas de boicote a produtos dos Estados Unidos.

As reações partem tanto de governos quanto de consumidores. Na Europa e no Canadá, multiplicam-se os apelos por consumo de marcas locais, em uma resposta direta às tarifas impostas por Washington no início de abril de 2025.

Tarifas provocam retaliações e mudanças de comportamento

No dia 2 de abril, Trump anunciou tarifas gerais sobre todas as importações e sobretaxas específicas para países como China e membros da União Europeia. A medida sofreu um recuo parcial em 9 de abril, quando o governo americano reduziu a maioria das sanções para uma alíquota básica de 10% e concedeu uma pausa de 90 dias. A única exceção foi a China, que passou a enfrentar tarifas de até 125%.

Mesmo com o abrandamento, países europeus ainda sentem os efeitos de sobretaxas de até 20%. Em resposta, surgem novas estratégias para dissuadir consumidores de comprar produtos americanos.

Campanhas digitais e mobilização nos supermercados

Nas redes sociais, grupos e fóruns organizam boicotes e incentivam o patriotismo comercial. No Facebook, comunidades como o francês “Boycott USA: Achetez Français et Européen!” ultrapassam 30 mil membros. Grupos suecos reúnem mais de 180 mil pessoas.

Na Alemanha, uma pesquisa do instituto Cuvey revelou que 64% dos consumidores evitariam produtos dos EUA, e parte da população já modificou seus hábitos de consumo.

Nos supermercados, consumidores têm virado os produtos americanos de cabeça para baixo nas prateleiras – como sinal de protesto e alerta visual. Algumas redes varejistas, como o Salling Group, da Dinamarca, passaram a sinalizar com uma estrela negra os produtos locais, ajudando os clientes a priorizar itens europeus.

Empresas adotam ações concretas contra produtos dos EUA

Além dos consumidores, companhias também estão tomando partido. A fornecedora norueguesa Haltbakk Bunkers decidiu interromper o fornecimento de combustível para embarcações da Marinha dos EUA.

No LinkedIn, o CEO do Salling Group, Anders Hagh, explicou que continuarão vendendo produtos americanos, mas a nova sinalização serve como “um serviço extra” para quem prefere apoiar marcas locais.

Tesla sofre forte queda nas vendas globais

A empresa americana mais prejudicada até o momento é a Tesla, de Elon Musk. Vítima de protestos e boicotes, a montadora viu sua cotação cair 40% na bolsa e suas vendas globais despencarem 13% no primeiro trimestre de 2025. Na Europa, o tombo foi ainda maior: queda de 45% em janeiro, segundo dados da Associação de Construtores de Automóveis Europeus.

Enquanto a Tesla perde espaço, marcas como Volkswagen, BMW, Skoda, Audi e Seat ganham mercado e lideram as vendas de veículos elétricos no continente.

Canadá se une ao boicote com aplicativos e ações oficiais

No Canadá, o boicote também se intensifica. O Conselho de Bebidas Alcoólicas de Ontário anunciou a suspensão da compra de bourbon e vinhos americanos. Províncias como Colúmbia Britânica e New Brunswick seguiram o exemplo.

Para apoiar os consumidores, surgiram aplicativos como Buy Beaver, Maple Scan e o site Made in CA, que ajudam a identificar produtos genuinamente canadenses. Segundo o fundador do Made in CA, Dylan Lobo, “há um forte sentimento patriótico no país, e os canadenses querem apoiar uns aos outros”.

Reações lembram o caso dos “freedom fries”

A crise atual evoca memórias de 2003, quando a oposição da França à guerra do Iraque levou os americanos a rebatizarem as french fries como “freedom fries”. O professor de história Garritt van Dyk, da Universidade de Waikato, vê paralelos no atual cenário.

Segundo ele, “há um sentimento crescente de que os consumidores querem se afastar da cultura americana”. Em um mercado saturado, a reputação internacional das marcas dos EUA pode ser um diferencial negativo nas decisões de compra.

Xi Jinping afirma que China “não tem medo” da guerra comercial com os EUA após novas tarifas

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O presidente da China, Xi Jinping, declarou nesta sexta-feira (11) que o país “não tem medo” da guerra comercial com os Estados Unidos, em sua primeira manifestação pública desde a recente escalada do conflito.

A afirmação foi feita durante uma reunião com o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sanchez, em Pequim. Segundo a emissora estatal CCTV, Xi reforçou que a China não aceita pressões externas e que seguirá focada em seus próprios interesses.

“Não há vencedores em uma guerra comercial, e ir contra o mundo só levará ao autoisolamento”, afirmou o líder chinês.

China destaca independência econômica

Xi Jinping ressaltou que o crescimento da China ao longo das últimas décadas não dependeu de apoio externo, mas sim da própria população.

“Por mais de 70 anos, o desenvolvimento da China se baseou em autossuficiência e trabalho árduo — nunca em esmolas de terceiros, e ela não teme nenhuma repressão injusta”, declarou.

Resposta às tarifas de Trump

O comentário vem após o governo dos EUA, liderado por Donald Trump, anunciar novas tarifas sobre produtos chineses, intensificando a disputa econômica entre as duas maiores economias do mundo.

Apesar do cenário adverso, Xi assegurou que o país permanecerá firme:

“Independentemente de como o ambiente externo mude, a China permanecerá confiante, focada e se concentrará em administrar bem seus próprios assuntos”, concluiu.

Inflação disseminada preocupa especialistas e IPCA de março tem maior alta desde 2003

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IPCA de março é o maior desde 2003 e confirma inflação disseminada

O IPCA subiu 0,56% em março, o maior resultado para o mês desde 2003. Para os especialistas, esse número reforça que a inflação está disseminada. Além disso, o cenário deve permanecer pressionado no curto prazo.

O principal fator por trás dessa alta foi o aumento dos preços dos alimentos, que continuam pesando no bolso do consumidor.

Alimentos lideram a alta e não dão sinais de alívio

Segundo André Braz, da FGV Ibre, os alimentos têm subido mais que a inflação média nos últimos cinco anos. Com isso, ocupam uma parcela cada vez maior no orçamento familiar.

“Não há sinais de que os preços dos alimentos vão cair nos próximos meses. Por isso, a pressão sobre o consumo deve continuar”, afirmou Braz.

Além disso, ele explica que os serviços e preços administrados mostraram leve recuo. Isso indica que a política do Banco Central tem efeito, especialmente nos bens duráveis. No entanto, os alimentos in natura seguem pressionando os preços, principalmente por causa do clima.

“A conta do supermercado ainda não vai ficar barata. As proteínas cederam um pouco, mas os in natura ganharam espaço”, disse.

Copom deve manter juros altos diante da inflação elevada

Para Alexandre Espírito Santo, da Way Investimentos, os dados de março são preocupantes. Normalmente, esse é um mês de inflação mais controlada.

“A inflação está elevada e longe da meta. Por isso, o Banco Central não deve mudar sua política de juros”, afirmou.

Segundo ele, a alta nos preços deve influenciar diretamente a próxima decisão do Copom. Ainda mais em um contexto de instabilidade externa, como a guerra comercial iniciada por Donald Trump.

Medidas do governo também pressionam os preços

O economista Gustavo Sung, da Suno Research, destaca outro ponto de atenção. De acordo com ele, as ações do governo para estimular a economia podem agravar o cenário inflacionário.

“Medidas como a expansão do crédito consignado, a liberação do FGTS e o reajuste do salário mínimo tendem a impulsionar o consumo. Isso pode limitar a desaceleração ou até intensificar a inflação”, explicou.

Além disso, ele menciona a possível antecipação da 13ª parcela do INSS como outro fator que pressiona a política monetária.

Inflação deve seguir acima da meta em 2025

Tanto Espírito Santo quanto Sung projetam um IPCA acima de 5% para 2025. Isso representa mais de 2 pontos percentuais acima da meta, que é de 3%.

Portanto, o cenário de inflação disseminada continua sendo um dos maiores desafios para o governo e o Banco Central. Enquanto isso, o consumidor segue enfrentando dificuldades para manter o poder de compra.

Mulher dá à luz filho de outro casal após confusão em fertilização in vitro

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Clínica australiana troca embriões e mulher dá à luz filho de outro casal

Uma mulher australiana deu à luz o bebê de outro casal após um grave erro durante um processo de fertilização in vitro (FIV). A troca de embriões ocorreu em uma clínica localizada em Brisbane. A Monash IVF, uma das maiores redes de clínicas de fertilização da Austrália, reconheceu a falha e assumiu total responsabilidade pelo ocorrido, classificando o caso como um “erro humano”.

Monash IVF admite erro inédito no país

Segundo a clínica, esse foi o primeiro incidente do tipo registrado na Austrália. Em nota oficial, o CEO da Monash IVF, Michael Knaap, lamentou o ocorrido. “Estamos devastados. Em nome da Monash IVF, quero expressar meu profundo pesar pelo episódio”, afirmou.

A empresa também prometeu manter total transparência e prestar apoio integral às famílias envolvidas. Além disso, garantiu que está revisando seus protocolos de segurança para evitar novos incidentes.

Como o erro foi descoberto

A falha veio à tona em fevereiro de 2025, quando os pais biológicos solicitaram a transferência de seus embriões remanescentes para outra clínica. Durante esse processo, os profissionais identificaram um embrião adicional no compartimento de armazenamento. A partir daí, iniciaram uma investigação interna, que concluiu que a equipe descongelou e transferiu, por engano, o embrião de outra paciente.

Embora a clínica opere mais de 100 unidades em todo o país, ela tratou o episódio como um incidente isolado. Para reforçar a credibilidade, a Monash IVF contratou uma auditoria externa e prometeu implementar todas as recomendações que surgirem da investigação independente.

Implicações legais e possíveis precedentes

A legislação do estado de Queensland considera pais legais a mulher que deu à luz e seu parceiro, mesmo quando o embrião tem outra origem genética. No entanto, esse caso pode abrir novos precedentes no direito australiano.

A advogada Sarah Jefford, especialista em reprodução assistida, explicou que o sistema jurídico local nunca enfrentou uma situação semelhante. Segundo ela, apesar da presunção legal, a ausência de consentimento dos pais genéticos pode gerar disputas futuras. “As decisões sobre guarda ou parentalidade devem sempre priorizar o melhor interesse da criança”, ressaltou.

Reações e histórico da clínica

A Sociedade de Fertilidade da Austrália e Nova Zelândia (FSANZ) também se manifestou, exigindo total transparência e comprometimento ético. “Nossos pensamentos estão com as famílias afetadas. Casos assim são extremamente raros, mas exigem máxima responsabilidade”, declarou a entidade.

Apesar de sua reputação consolidada, a Monash IVF já enfrentou outras polêmicas. Em 2024, a empresa concordou em pagar 56 milhões de dólares australianos (aproximadamente US$ 35 milhões) para encerrar uma ação coletiva movida por 700 ex-pacientes. Eles alegaram que a clínica não comunicou adequadamente os riscos de falsos positivos em testes genéticos, o que teria levado ao descarte de embriões viáveis.

Um episódio que levanta questionamentos

Para o professor Alex Polyakov, especialista em fertilidade da Universidade de Melbourne, o caso é extremamente raro. “Em 40 anos de fertilização in vitro na Austrália, nunca vimos algo parecido. Nosso sistema é reconhecido mundialmente pela rigidez regulatória”, comentou.

A revelação provocou comoção nacional e reacendeu discussões sobre segurança, ética médica e legislação na área da reprodução assistida.

Caderneta de Saúde da Criança agora tem versão digital

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Caderneta de Saúde da Criança agora tem versão digital no Meu SUS Digital

A partir desta quinta-feira (10/4), pais e responsáveis já podem acessar a versão digital da Caderneta de Saúde da Criança por meio do aplicativo Meu SUS Digital. A ferramenta inédita visa facilitar o acompanhamento da saúde infantil, permitindo acesso direto a informações como vacinação e desenvolvimento, com dados atualizados em tempo real.

A iniciativa do Ministério da Saúde busca modernizar o cuidado com a infância, oferecendo notificações automáticas para lembrar os responsáveis sobre as próximas doses de vacinas, além de permitir o acesso a registros clínicos e orientações educativas.

Benefícios da caderneta digital para as famílias

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou os avanços da tecnologia no cotidiano das famílias brasileiras:

“São duas grandes vantagens: a primeira é resolver o problema de esquecer a caderneta física. Agora ela estará sempre no celular. A segunda é a funcionalidade de mensagens ativas, com alertas sobre vacinação e reforços.”

A secretária de Informação e Saúde Digital, Ana Estela Haddad, reforçou que a digitalização torna a caderneta mais moderna e interativa:

“Ela apoia mães, pais, cuidadores e profissionais de saúde de forma acessível e eficiente.”

Versão física continua disponível nas unidades de saúde

A caderneta digital não substitui a versão física, que continuará a ser distribuída normalmente. A versão digital surge como uma ferramenta complementar, reunindo duas áreas principais:

  • Registros de Saúde: histórico de vacinação, crescimento, desenvolvimento e atendimentos médicos;

  • Cuidados da Família: orientações educativas sobre nutrição, prevenção de acidentes, uso de eletrônicos, violência infantil, entre outros temas.

Participação ativa dos pais no aplicativo

Segundo Ana Luiza Caldas, secretária de Atenção Primária à Saúde, o app também permite que os próprios pais e responsáveis registrem informações sobre a saúde da criança:

“É possível anotar, por exemplo, que um dente está prestes a cair. Mesmo sem a caderneta física, essa informação estará acessível aos profissionais no dia da consulta.”

Esses registros podem ser compartilhados com outras unidades de saúde, fortalecendo o atendimento e o histórico clínico da criança.

Conteúdos interativos e educativos para as famílias

A seção de Cuidados da Família dentro do app oferece vídeos, cartilhas e materiais interativos sobre:

  • Amamentação e alimentação saudável

  • Cuidados com prematuridade

  • Prevenção de acidentes domésticos

  • Uso consciente de telas

  • Combate à violência infantil

Todo o conteúdo presente na versão física agora está disponível de forma digital e interativa, tornando o aprendizado mais acessível e prático.

Como acessar a Caderneta Digital da Criança

O acesso à versão digital é simples e rápido:

  1. Baixe o aplicativo Meu SUS Digital;

  2. Faça login com sua conta Gov.br (tanto do responsável quanto da criança);

  3. Acesse a seção da Caderneta de Saúde da Criança.

A partir daí, será possível acompanhar toda a jornada de saúde e desenvolvimento da criança com facilidade, segurança e praticidade.

Nenhuma aposta acerta a Mega-Sena e prêmio vai a R$ 37 milhões

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Números da Mega-Sena do concurso 2.851

O concurso 2.851 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quinta-feira (10), no Espaço da Sorte, em São Paulo. Nenhum apostador acertou as seis dezenas, e o prêmio principal acumulou.

Os números sorteados foram:

05 – 06 – 17 – 37 – 43 – 54

Com o acúmulo, o próximo concurso da Mega-Sena, o de número 2.852, tem prêmio estimado em R$ 37 milhões. O sorteio será realizado no sábado (12).

Premiação da quina e quadra

Apesar de ninguém ter levado o prêmio principal, 60 apostas acertaram a quina, e cada uma vai receber R$ 45.928,67.

Já a quadra teve 4.264 ganhadores, com prêmio individual de R$ 923,25.

Como apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa Econômica Federal ou pela internet, através do portal oficial ou aplicativo da Caixa.

O valor do jogo simples, com seis dezenas, é de R$ 5.

Porto Velho Decreta Situação de Emergência Devido à Cheia do Rio Madeira

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Situação de Emergência Decretada

Na quinta-feira (10), a Prefeitura de Porto Velho anunciou a Situação de Emergência devido à cheia do rio Madeira. A decisão foi formalizada no Decreto nº 20.894, publicado no Diário Oficial dos Municípios de Rondônia. O nível do rio já atingiu a marca de inundação de 17 metros, e a situação tem se intensificado desde o início de abril.

O Que Significa a Situação de Emergência?

A Situação de Emergência ocorre quando um desastre natural ameaça colocar as comunidades em risco. Nesse contexto, o desastre eleva a vulnerabilidade social, o que exige uma resposta imediata do Poder Público. Portanto, o Decreto determina que todos os órgãos da administração pública municipal trabalhem em conjunto com a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil. A missão principal será coordenar as ações de resposta ao desastre, fornecer ajuda humanitária e promover a reabilitação e a reconstrução das áreas afetadas.

O Impacto da Cheia

O prefeito Léo Moraes ressaltou que a cheia do rio Madeira é um evento natural, impossível de controlar. Ele explicou que, devido à força maior, não há como evitar esse tipo de desastre. Além disso, o Decreto terá validade por 180 dias, permitindo um tempo adequado para que as autoridades possam mitigar os efeitos da cheia.

“Até agora, cerca de 14.652 pessoas nas zonas rural e urbana de Porto Velho foram afetadas. Ademais, as chuvas fortes devem continuar nos próximos dias, o que pode piorar ainda mais a situação das famílias em áreas de risco“, afirmou o prefeito.

Ações Emergenciais e Aquisição de Recursos

Com a publicação do Decreto, o município poderá dispensar licitações para a compra de bens e insumos necessários à resposta ao desastre. Além disso, obras e serviços essenciais para a situação emergencial terão até um ano para serem concluídos. Portanto, a administração municipal poderá atuar de maneira mais ágil e eficiente.

Maior Ação Humanitária da História

A cidade está vivenciando uma das maiores ações humanitárias de sua história. Sob a coordenação da Defesa Civil, várias iniciativas continuam em andamento, com o objetivo de garantir o suporte necessário às famílias atingidas pela cheia. Consequentemente, a mobilização de recursos e esforços tem sido fundamental para enfrentar esse desafio.

Campanha de Vacinação nas Escolas 2025: Estudantes de até 15 anos serão imunizados entre 14 e 25 de abril

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Entre os dias 14 e 25 de abril de 2025, mais de 5.500 municípios brasileiros participarão de uma grande mobilização nacional de vacinação escolar. A ação, coordenada pelos Ministérios da Saúde e da Educação, integra o Programa Saúde na Escola e tem como meta imunizar 27,8 milhões de estudantes com até 15 anos de idade.

O objetivo da campanha é claro: atualizar a caderneta de vacinação, ampliar a cobertura vacinal e reduzir doenças evitáveis. Além disso, a iniciativa também combate a desinformação e reforça a importância da imunização.

Quais vacinas serão aplicadas?

As vacinas seguirão o calendário nacional de imunização e variam conforme a idade dos estudantes. Durante a campanha, os seguintes imunizantes serão disponibilizados:

  • Febre amarela

  • Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)

  • DTp (tríplice bacteriana)

  • Meningocócica ACWY

  • HPV (Papilomavírus Humano)

Além da aplicação das vacinas, a equipe de saúde pode realizar orientações sobre saúde bucal, saúde mental e cuidados preventivos.

Como funcionará a vacinação nas escolas?

As equipes do Sistema Único de Saúde (SUS) serão responsáveis pela aplicação das vacinas diretamente nas unidades escolares. No entanto, para que o atendimento ocorra, os pais ou responsáveis precisam autorizar previamente.

As escolas deverão avisar a comunidade escolar com pelo menos cinco dias de antecedência, permitindo que as famílias enviem a caderneta de vacinação e assinem o termo de consentimento.

“É uma ação que aproxima a saúde da escola e facilita a vida das famílias”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Caso a criança não apresente a caderneta ou o termo no dia agendado, ela poderá receber a vacina na unidade de saúde ou ser visitada pela equipe de saúde para orientações.

Investimento e estrutura da campanha

O Ministério da Saúde destinou R$ 150 milhões para viabilizar a campanha. Desse valor, R$ 134 milhões foram repassados aos municípios e R$ 15,9 milhões aos estados, respeitando critérios como número de escolas, logística e necessidades regionais.

Dessa forma, o governo federal garante os recursos necessários para alcançar a meta de vacinar 90% dos estudantes da rede pública.

Registro padronizado na caderneta

A partir deste ano, todas as vacinas aplicadas no ambiente escolar terão o selo “Vacinação Escolar” na caderneta de vacinação. Essa medida possibilita um monitoramento mais eficaz da cobertura vacinal promovida por meio do Programa Saúde na Escola.

O que é o Programa Saúde na Escola?

Lançado em 2007, o Programa Saúde na Escola (PSE) promove ações intersetoriais de saúde e educação, com foco em prevenção e promoção do bem-estar dos estudantes. A campanha de vacinação é uma das várias frentes da iniciativa, que também atua em temas como:

  • Saúde mental

  • Saúde bucal

  • Atividade física

  • Prevenção contra arboviroses, como a dengue

  • Educação ambiental

Atualmente, o programa atende 109,8 mil escolas públicas, o que representa 80% da rede de ensino do país. Dessas, 53,6 mil têm maioria de alunos beneficiários do Bolsa Família, enquanto outras estão localizadas em comunidades quilombolas (2.220) e indígenas (1.782).

Segundo a secretária de Atenção Primária à Saúde, Ana Luiza Caldas, o Ministério da Saúde priorizou escolas com maior vulnerabilidade social, especialmente aquelas em que mais de 50% dos estudantes recebem benefícios sociais.

Avanços do programa entre 2022 e 2024

Nos últimos dois anos, o Programa Saúde na Escola apresentou crescimento expressivo nas ações de promoção da saúde, com os seguintes resultados:

  • Ações de saúde mental: +77,68%

  • Incentivo à atividade física: +73,61%

  • Cuidados com a saúde bucal: +67,01%

  • Verificação da situação vacinal: +35,30%

Esses números reforçam o papel fundamental do programa na formação cidadã e no cuidado integral com os estudantes.

Tarifas podem fazer iPhone ser item de luxo nos EUA

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Preços dos iPhones nos EUA podem disparar com nova política tarifária

A nova política comercial anunciada por Donald Trump promete pesar no bolso dos consumidores dos Estados Unidos. O governo decidiu impor uma tarifa de 125% sobre produtos chineses. Com isso, eletrônicos como iPhones, MacBooks e acessórios devem ficar bem mais caros ainda em 2025.

Enquanto alguns países receberão uma trégua de 90 dias, a China seguirá enfrentando sanções imediatas. Como resultado, empresas como a Apple já analisam os impactos. A maioria dos seus produtos ainda depende de fábricas chinesas. Segundo analistas, o aumento nos preços pode aparecer já nas próximas semanas.

Estoques podem segurar os preços por pouco tempo

A Apple ainda conta com um bom volume de dispositivos armazenados nos EUA. Por isso, os preços atuais devem continuar estáveis por um período curto. Especialistas estimam que esse estoque dure entre três e seis semanas, dependendo da demanda.

Depois disso, os novos lotes já trarão os efeitos das tarifas. A empresa até pode absorver parte dos custos, mas o repasse ao consumidor parece inevitável. De acordo com o banco UBS, o iPhone 16 Pro Max, montado na China, pode ficar até US$ 800 mais caro (cerca de R$ 4,6 mil). Já os modelos produzidos na Índia teriam um aumento menor, próximo de US$ 45 (R$ 260).

Apple pode mudar calendário de lançamentos

Se o cenário não mudar, a Apple poderá adiar lançamentos ou alterar datas de anúncios. Em 2020, por exemplo, a empresa transferiu o evento de setembro para outubro devido à pandemia. Segundo analistas, algo parecido pode acontecer agora.

Além disso, a Apple vem tentando reduzir sua dependência da China. Nos últimos anos, transferiu parte da produção para Índia e Vietnã. Mesmo assim, muitos componentes críticos ainda vêm de fabricantes chineses. Isso mantém a empresa vulnerável às decisões do governo americano.

Fabricar iPhones nos EUA custaria até US$ 3.500

Apesar da pressão da Casa Branca, a produção local de iPhones ainda é inviável. O custo seria muito alto. Um aparelho montado nos EUA poderia custar até US$ 3.500 (mais de R$ 20 mil). A principal razão está na mão de obra cara e na falta de estrutura para produção em grande escala.

Mesmo com os investimentos de US$ 500 bilhões da Apple nos EUA, não há planos para abrir fábricas de iPhones no país. Esses recursos estão sendo aplicados em áreas como centros de dados e capacitação profissional.

iPhone pode virar item de luxo nos EUA

A nova política de tarifas coloca a Apple diante de grandes desafios. Caso a empresa não consiga adaptar sua produção rapidamente, os consumidores americanos verão os preços dos iPhones dispararem. Portanto, o aparelho mais desejado do mundo pode se transformar em um produto de luxo nos Estados Unidos.

Silveira promete isenção da conta de luz para até 60 milhões de brasileiros

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou que o governo vai ampliar a Tarifa Social de Energia Elétrica. A proposta pretende zerar a conta de luz para até 60 milhões de pessoas, principalmente famílias de baixa renda.

A mudança integra a reforma do setor elétrico. O governo deve encaminhar o projeto de lei à Casa Civil até o fim de abril.

Governo quer incluir mais brasileiros na tarifa social

Hoje, a Tarifa Social beneficia cerca de 40 milhões de pessoas. Apenas quem consome até 50 kWh por mês tem isenção total. Para Silveira, esse limite atende apenas necessidades básicas, como quatro lâmpadas e um ferro de passar.

“Vamos incluir quem consome até 80 kWh por mês. A tarifa social precisa ser mais clara e justa”, afirmou o ministro.

Além disso, indígenas e quilombolas continuarão com isenção total na conta de luz.

Reforma não usará recursos do Tesouro Nacional

Silveira garantiu que a proposta não exigirá recursos do Tesouro Nacional. Segundo ele, a medida vai corrigir distorções dentro do próprio setor elétrico.

“O pobre paga mais que o rico para garantir a segurança energética. Isso não é justo”, destacou.

Ele citou como exemplo os custos com usinas térmicas e com o sistema de Angra, que pesam mais na conta de quem consome menos. Já no mercado livre, grandes consumidores pagam menos ou quase nada por isso.

Energia limpa e gratuita para comunidades isoladas

O governo também quer combater a pobreza energética. A proposta vai expandir o programa Luz para Todos, levando energia gratuita a locais isolados. Muitas dessas comunidades ainda dependem de baterias solares off-grid, que são caras e limitadas.

“Vamos levar energia confiável para quem mais precisa”, afirmou Silveira.

Proposta quer dar liberdade de escolha ao consumidor

Após dois anos de discussões, o governo estruturou a reforma com três eixos:

  • Justiça tarifária

  • Equilíbrio financeiro do setor

  • Liberdade de escolha para o consumidor

Hoje, apenas grandes indústrias podem escolher a fonte de energia. A nova regra quer estender esse direito a residências e pequenos comércios. O plano prevê a abertura gradual do mercado a partir do fim de 2026.

“O consumidor comum também terá o direito de escolher de onde vem sua energia”, explicou o ministro.
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