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sexta-feira, maio 8, 2026
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TJ-SP mantém condenação de homem por venda ilegal e maus-tratos de animais silvestres

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A 4ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) manteve a condenação de um homem acusado por venda ilegal e maus-tratos de animais silvestres. O juiz Willi Lucarelli, da Vara Única de Embu-Guaçu, já havia condenado o acusado, e os desembargadores confirmaram unanimemente a decisão.

De acordo com o processo, policiais civis investigaram denúncias de crimes ambientais e encontraram diversos animais silvestres ameaçados de extinção na propriedade do acusado. Entre os animais estavam dois saguis e 70 aves, algumas exóticas. Todos viviam em condições precárias, com pouca higiene e sem acesso suficiente a água e alimentos.

O relator do caso, desembargador Edison Brandão, destacou que os fatos descritos comprovam claramente a ilegalidade da venda e os maus-tratos aos animais. Por isso, segundo ele, “a condenação era a única solução possível, pois não havia qualquer causa excludente da antijuridicidade ou culpabilidade que pudesse favorecer o apelante”.

Além disso, Brandão enfatizou que os crimes não poderiam se confundir. O acusado não só capturou e manteve ilegalmente os animais em cativeiro, mas também os submeteu a condições degradantes. Essas ações agravaram a responsabilidade criminal dele.

A pena estabelecida foi de um ano de detenção em regime aberto, substituída por prestação de serviços comunitários durante o mesmo período.

Participaram ainda da decisão os desembargadores Luis Soares de Mello e Roberto Porto, com votação unânime.

Fonte: Assessoria de imprensa do TJ-SP.

Apenas 8% dos condenados pelo Supremo por causa do 8/1 são idosos

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Dados recentes do Supremo Tribunal Federal (STF), divulgados no último domingo (30/3), revelam o verdadeiro perfil dos condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023. Dos 497 condenados, apenas 43 réus (8,6%) têm mais de 60 anos. Dessa forma, esses números desmontam claramente a versão divulgada por políticos de extrema-direita sobre supostas condenações excessivas de idosos.

Perfil etário dos condenados: Entre os condenados acima de 60 anos, somente 15 são mulheres, representando 3% do total. O grupo predominante inclui pessoas entre 51 e 60 anos, com 168 réus. Em seguida, vêm os condenados de 41 a 50 anos, totalizando 154 pessoas. Por outro lado, jovens abaixo dos 30 anos são minoria, com apenas 32 réus.

Origem da narrativa das “velhinhas com bíblia”: Inicialmente, a expressão “velhinhas com bíblia” ganhou força após declarações do senador Rodrigo Valadares (União-SE). Em entrevista, ele questionou ironicamente se essas mulheres seriam consideradas golpistas. Logo depois, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro difundiram amplamente a ideia.

STF rebate a narrativa das “velhinhas”: Ao receber a denúncia contra Bolsonaro e outros réus por tentativa de golpe de Estado, o ministro Alexandre de Moraes rebateu diretamente a narrativa. Durante a sessão, Moraes exibiu vídeos com cenas explícitas de agressão, destruição e pedidos por intervenção militar. Contudo, nas imagens não aparecem as supostas “velhinhas pacíficas” ou referências religiosas.

Tipos de penas aplicadas aos réus: Atualmente, a maioria dos réus cumpre penas alternativas em vez de prisão. Na prática, 524 pessoas realizam serviços comunitários, pagam multas ou enfrentam restrições estabelecidas pelo Acordo de Não Persecução Penal (ANPP). Até agora, a pena mais severa aplicada foi de 17 anos e seis meses de prisão.

O caso emblemático da cabeleireira Débora Rodrigues: Um dos casos mais notórios envolve a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, acusada de pichar com batom a frase “perdeu, mané” na estátua A Justiça, em frente ao Supremo. Alexandre de Moraes propôs para ela uma pena total de 14 anos, dos quais um ano e meio é específico pelo dano ao patrimônio público.

Além disso, Débora enfrenta acusações de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado, golpe de Estado e associação criminosa armada. Atualmente, o julgamento dela está suspenso por pedido de vista. Recentemente, Alexandre autorizou a prisão domiciliar da ré, pois ela já cumpriu quase 25% da pena prevista.

Justificativa do STF para as penas aplicadas: O ministro aposentado do STF Celso de Mello destaca que a gravidade dos crimes e o envolvimento coletivo dos réus justificam plenamente as altas penas aplicadas.

Portanto, os dados divulgados pelo STF refutam a versão simplista das “velhinhas pacíficas”, revelando uma realidade bem diferente daquela descrita pelos aliados de Bolsonaro.

Café Clonal impulsiona o desenvolvimento rural com uso de tecnologia em São Domingos do Guaporé

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Tecnologia no campo transforma a produção de café

O cultivo do café clonal, quando aliado a tecnologias modernas, pode transformar a realidade de pequenos e médios produtores. Esse sistema melhora a produtividade, padroniza a qualidade dos grãos e agrega valor ao produto final.

Por isso, a Emater-RO promoveu o “Dia Especial sobre a Cultura do Café Clonal”, na quinta-feira (27), em São Domingos do Guaporé. O evento reuniu cerca de 150 agricultores, todos interessados em aprender sobre os benefícios dessa nova abordagem.

Técnicas para reduzir custos e aumentar produtividade

Durante o evento, os extensionistas Alex e Jeferson apresentaram técnicas para o plantio adequado, uso correto da adubação e cuidados com os cafezais. Eles também ensinaram práticas eficientes no controle de pragas e doenças.

Essas estratégias ajudam os produtores a reduzir custos operacionais, aumentar o rendimento por hectare e melhorar a qualidade do café produzido.

“O sistema de produção com tecnologia adequada tem contribuído para o crescimento econômico, social e ambiental de São Domingos do Guaporé”, destacou Wagner Borges de Oliveira, gerente da Emater-RO no município.

Mais inclusão social no campo

Além dos ganhos econômicos, a tecnologia aplicada ao café clonal promove inclusão social e fortalecimento das comunidades rurais. Segundo Luciano Brandão, presidente da Emater-RO, os programas de capacitação contínua e assistência técnica no campo melhoram a qualidade de vida das famílias produtoras.

“A assistência dos nossos extensionistas tem feito a diferença na vida de muitos agricultores”, afirmou Brandão.

Rondônia se destaca no cenário nacional da cafeicultura

O governador Marcos Rocha reforçou o compromisso do estado com a melhoria da cafeicultura. Segundo ele, as políticas públicas para o café clonal incentivam os produtores a investirem em qualidade e inovação.

“Vamos continuar avançando com boas práticas, melhoramento genético e tecnologia no campo”, disse o governador.

Sustentabilidade e preservação do meio ambiente

Outro ponto forte do café clonal é o impacto positivo no meio ambiente. O uso eficiente dos recursos naturais, a preservação do solo e a conservação da biodiversidade são benefícios diretos do sistema.

Assim, além de tornar o café rondoniense mais competitivo no mercado global, o modelo favorece a produção sustentável, contribuindo para o futuro do planeta e das comunidades agrícolas.

Café clonal é sinônimo de progresso no campo

O cultivo de café clonal com tecnologia de ponta já mostra resultados promissores em Rondônia. Com apoio técnico e políticas públicas eficientes, os produtores podem crescer de forma sustentável, aumentar seus lucros e melhorar a qualidade de vida no campo.

Trump muda de tom e ameaça Putin com tarifas de 50% caso não haja cessar-fogo na Ucrânia

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou estar “muito irritado” e “furioso” com o presidente russo Vladimir Putin por conta da escalada da guerra na Ucrânia. Após semanas de negociações frustradas por um cessar-fogo, Trump mudou de postura e ameaçou impor tarifas de até 50% sobre países que continuarem comprando petróleo russo, caso Moscou não coopere para encerrar o conflito.

Em entrevista à NBC News, neste domingo (30), Trump reagiu às críticas de Putin contra o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. Ele alertou que está disposto a adotar medidas econômicas severas, como tarifas secundárias sobre o petróleo russo, caso as conversas não avancem.

“Se a Rússia e eu não conseguirmos fazer um acordo para parar o derramamento de sangue na Ucrânia, e se eu achar que a culpa foi da Rússia – o que pode não ser… vou impor tarifas secundárias sobre todo o petróleo vindo da Rússia”, declarou Trump.

Mudança no tom de Trump em relação à Rússia

A fala marca uma reviravolta no discurso de Trump, que até então vinha mantendo uma postura conciliadora com o Kremlin. Segundo fontes diplomáticas, havia preocupações entre líderes europeus sobre a aproximação entre Trump e Putin, especialmente durante as negociações de paz.

Nas últimas semanas, Trump havia criticado Zelensky e feito exigências ao presidente ucraniano, enquanto elogiava Putin. Agora, ao adotar um tom mais firme e ameaçar sanções econômicas, os Estados Unidos colocam novamente a pressão diplomática sobre Moscou.

Putin propôs intervenção da ONU na Ucrânia

A tensão aumentou após Putin sugerir que o governo ucraniano fosse colocado sob controle temporário das Nações Unidas, retirando Zelensky do poder. Trump reagiu com indignação:

“Você poderia dizer que eu estava muito irritado, furioso, quando Putin começou a questionar a credibilidade de Zelensky. Isso não está indo no caminho certo”, afirmou.

Apesar do tom duro, Trump disse manter um “relacionamento muito bom” com Putin, mas alertou que sua raiva “dissipa rapidamente” caso o presidente russo “faça a coisa certa”.

Ameaça de tarifas pode atingir China e Índia

Caso a Rússia continue ignorando as propostas de cessar-fogo, Trump pretende aplicar tarifas de 25% a 50% não só sobre os produtos russos, mas também sobre importações de países que seguem comprando petróleo russo, como China e Índia.

As medidas, segundo ele, começariam em até um mês se não houver progresso nas negociações de paz. “As tarifas secundárias podem chegar a até 50%”, advertiu.

Zelensky responde e cobra ação global

Após a entrevista, Zelensky usou as redes sociais para acusar a Rússia de “procurar desculpas para prolongar a guerra” e cobrou uma reação firme da comunidade internacional:

“Putin está jogando o mesmo jogo desde 2014. Isso é perigoso para todos – e deve haver uma resposta apropriada dos Estados Unidos, Europa e de todos os nossos parceiros globais que buscam a paz”, escreveu.

Balanço da guerra: mais de 100 mil soldados russos mortos

Desde o início da invasão russa à Ucrânia, em fevereiro de 2022, a guerra já matou mais de 100 mil soldados russos, segundo estimativas da BBC Rússia, Mediazona e voluntários. A Rússia controla atualmente cerca de 20% do território ucraniano.

A Ucrânia, por sua vez, relatou pela última vez em dezembro de 2024 que ao menos 43 mil soldados ucranianos haviam morrido, número que especialistas acreditam estar subestimado.

Trump não descarta terceiro mandato

Durante a mesma entrevista, Trump também comentou que não descartaria um terceiro mandato presidencial, mesmo sendo proibido pela Constituição dos EUA. “Muitas pessoas querem que eu faça isso”, disse. “Mas ainda temos um longo caminho pela frente”.

Nova tarifa sobre carros importados

Além da crise na Ucrânia, Trump também anunciou tarifas de 25% sobre veículos e peças automotivas importadas, com início previsto para 2 de abril. A medida pode impactar os preços de carros nos EUA, mas Trump minimizou as críticas:

“Se você fabricar seu carro nos Estados Unidos, você vai ganhar muito dinheiro”, afirmou.

Índia e China Prestam Socorro a Mianmar, após Terremoto que Devastou o País

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Solidariedade internacional após tragédia em Mianmar

Um terremoto de 7,7 graus na Escala Richter devastou Mianmar, deixando 1.700 mortos e mais de 3.400 feridos. A tragédia mobilizou uma onda de solidariedade internacional, com Índia e China sendo os primeiros países a oferecer socorro emergencial.

Ajuda da Índia

A Índia respondeu rapidamente, enviando mais de 15 toneladas de ajuda humanitária. Os suprimentos incluíram:

  • Kits hospitalares completos;

  • Tendas, sacos de dormir e cobertores;

  • Refeições prontas para consumo;

  • Purificadores de água, itens de higiene pessoal;

  • Lâmpadas solares e geradores;

  • Medicamentos essenciais, como paracetamol, antibióticos, seringas, luvas e bandagens.

As informações foram confirmadas pelo jornal Time of India.

Apoio da China

A China, com ampla experiência em desastres naturais, também enviou equipes especializadas. Um grupo com 37 profissionais desembarcou em Mianmar com:

  • Equipamentos de busca, como detectores de vida;

  • Sistemas de alerta precoce para terremotos;

  • Drones para monitoramento aéreo;

  • Telefones via satélite para comunicação em áreas isoladas.

Segundo a agência Xinhua, os recursos foram mobilizados para maximizar a eficácia do resgate e apoio às vítimas.

Crise humanitária agravada pela instabilidade política

Mianmar tem uma população de aproximadamente 54 milhões de pessoas, sendo que 3 milhões vivem em situação de deslocamento interno por causa da guerra civil. Governado por uma junta militar desde 2021, o país enfrenta sérias restrições no fornecimento de energia, água e comunicação.

Com o terremoto, a situação se deteriorou ainda mais. Apesar do regime autoritário, a junta fez um apelo por ajuda internacional, destacando a gravidade da crise e a necessidade de apoio imediato para salvar vidas e reconstruir áreas destruídas.

Relações entre Brasil e Mianmar

Brasil e Mianmar mantêm relações diplomáticas desde 1982. No entanto, a presença brasileira no país asiático é mínima, com apenas 10 cidadãos registrados, em sua maioria atuando em ONGs e organismos internacionais.

O governo brasileiro desaconselha viagens à região, especialmente devido aos conflitos armados e à ausência de segurança para estrangeiros.

Defesa Civil de Porto Velho reforça uso do hipoclorito para purificação da água durante cheia do rio Madeira

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Enchente mobiliza ação emergencial da Defesa Civil

A cheia do rio Madeira continua avançando e impactando diversas comunidades ribeirinhas. Diante desse cenário, a Prefeitura de Porto Velho decretou Estado de Alerta de Emergência. Para mitigar os efeitos da inundação, a Defesa Civil intensificou as ações de monitoramento e socorro.

As equipes estão distribuindo cestas básicas, kits de higiene pessoal e, principalmente, hipoclorito de sódio a 2,5%, essencial para garantir o acesso à água potável nas áreas onde o abastecimento foi interrompido.

Uso do hipoclorito é seguro e recomendado por autoridades de saúde

Orientação é que, após adicionar o hipoclorito à água, a população aguarde 30 minutos antes do consumo.

O hipoclorito de sódio a 2,5% é uma solução simples, eficaz e segura para tornar a água própria para consumo. Tanto a Anvisa quanto o Ministério da Saúde recomendam seu uso em situações de emergência, como enchentes e desastres naturais.

Segundo a Nota Técnica nº 18/2020 da Anvisa e a Portaria GM/MS nº 888/2021:

  • Adicione 2 gotas de hipoclorito para cada litro de água;

  • Aguarde 30 minutos antes de consumir ou usar a água;

  • Para 10 litros de água, utilize 20 gotas ou 1 ml do produto.

Essas medidas eliminam micro-organismos como bactérias, vírus e protozoários, evitando doenças.

Água purificada ajuda a prevenir surtos de doenças

Durante períodos de cheia, o risco de contaminação por água imprópria aumenta consideravelmente. Por isso, tratar a água com hipoclorito é uma forma eficaz de evitar doenças como:

  • Hepatite A;

  • Diarreia;

  • Cólera.

Além disso, a água purificada pode ser usada com segurança para beber, preparar alimentos, escovar os dentes e lavar frutas e verduras.

Armazenamento correto é essencial para garantir a segurança

A Defesa Civil orienta a população sobre o uso correto do hipoclorito e o armazenamento adequado da água tratada. Confira as recomendações:

  • Guarde a água em recipientes limpos, com tampa e protegidos do sol;

  • Mantenha o hipoclorito em local fresco, longe da luz e fora do alcance das crianças;

  • Verifique sempre a data de validade do produto;

  • Use somente hipoclorito com concentração de 2,5% para consumo humano.

Esses cuidados garantem a eficácia da desinfecção e protegem a saúde da população.

Ação da Prefeitura garante apoio contínuo às famílias atingidas

Enquanto a situação persistir, a Prefeitura seguirá atuando com responsabilidade e rapidez. As equipes da Defesa Civil continuam visitando as comunidades, orientando diretamente os moradores sobre o uso seguro do hipoclorito, conforme as diretrizes oficiais.

Além disso, o município reforça o compromisso com a saúde pública, a dignidade e o bem-estar das famílias afetadas, garantindo acesso gratuito à água potável e assistência emergencial.

Em caso de dúvidas, a população pode procurar os agentes da Defesa Civil ou se dirigir à unidade básica de saúde mais próxima.

Líder Supremo do Irã Rebate Ameaça de Trump Sobre Acordo Nuclear

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Trump Pressiona por Novo Acordo Nuclear com o Irã

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, declarou nesta segunda-feira (31) que os Estados Unidos sofreriam um “golpe recíproco” caso concretizassem a ameaça feita por Donald Trump de bombardear o país. A ameaça, segundo Trump, seria executada se o Irã não aceitasse um novo acordo nuclear com Washington.

Ainda no domingo (30), Trump reforçou que o Irã teria um prazo de dois meses para responder a uma proposta enviada por carta no início de março. Essa carta buscava reabrir negociações, sob a condição de que Teerã aceitasse os termos definidos pelos EUA.

“A inimizade dos EUA e de Israel sempre existiu. Eles nos ameaçam com ataques, o que achamos improvável, mas, se cometerem qualquer maldade, certamente receberão um forte golpe recíproco”, afirmou Khamenei.

Líder Iraniano Rejeita Interferência e Desestabilização Interna

Além disso, o aiatolá foi enfático ao alertar contra possíveis tentativas de desestabilizar o país, mencionando episódios recentes de protestos internos:

“Se estiverem pensando em causar desordem dentro do país como nos últimos anos, o próprio povo iraniano saberá como lidar com isso”, completou.

Essa declaração faz referência às revoltas populares de 2022 e 2023, motivadas pela morte de Mahsa Amini — uma jovem detida por supostamente violar as regras do hijab — e aos protestos de 2019, desencadeados pelo aumento dos preços dos combustíveis.

Irã Responde aos EUA, mas Rejeita Diálogo Direto

Na última semana, o Irã respondeu oficialmente à carta americana. Conforme afirmou o presidente iraniano Masoud Pezeshkian, o país não está disposto a negociar diretamente com Washington, embora aceite manter conversas indiretas, conforme orientação de Khamenei.

Essa posição demonstra cautela do governo iraniano, que parece buscar uma alternativa diplomática sem ceder totalmente à pressão dos EUA.

Histórico de Tensão: Acordo Nuclear de 2015 e Sanções

É importante lembrar que, durante seu primeiro mandato, Donald Trump retirou os EUA do acordo nuclear de 2015, que havia sido assinado entre o Irã e várias potências mundiais. Esse acordo impunha restrições severas ao programa nuclear iraniano em troca do alívio de sanções econômicas.

Contudo, após a retirada americana, Trump reimpôs sanções abrangentes, o que levou Teerã a ultrapassar os limites do pacto, sobretudo no enriquecimento de urânio.

Programa Nuclear: Energia Civil ou Armas?

Desde então, os países ocidentais passaram a acusar o Irã de utilizar seu programa nuclear como fachada para o desenvolvimento de armas atômicas, devido ao alto grau de pureza alcançado no processo de enriquecimento de urânio. Por outro lado, o governo iraniano insiste que o objetivo é unicamente a produção de energia nuclear civil.

Essa divergência segue sendo um dos principais impasses nas negociações e contribui para a constante tensão no cenário geopolítico do Oriente Médio.

Terremoto em Mianmar: Número de mortos ultrapassa mil vítimas

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Equipes internacionais de resgate começaram a chegar a Mianmar neste sábado (29) para auxiliar nas buscas após um forte terremoto de magnitude 7,7 que já deixou mais de mil vítimas fatais na nação do Sudeste Asiático. O país também enfrenta desafios devido à guerra civil em andamento desde 2021.

Atualização no número de vítimas

De acordo com o governo militar de Mianmar, o número oficial de mortos subiu para 1.002, superando significativamente a estimativa inicial de 144 divulgada pela mídia estatal na sexta-feira (28). Na vizinha Tailândia, o mesmo terremoto causou pelo menos nove mortes e deixou 49 desaparecidos após o colapso de um arranha-céu em construção na capital Bangkok.

Impactos e danos estruturais

A destruição causada pelo terremoto atingiu principalmente as regiões centrais, incluindo as cidades de Mandalay e Naypyitaw, capital administrativa de Mianmar. Edifícios, pontes e estradas foram severamente danificados. Um hospital com capacidade para 1.000 pacientes em Naypyitaw sofreu danos parciais.

Em Mandalay, equipes locais e voluntários trabalham intensamente, utilizando poucas máquinas pesadas disponíveis para resgatar sobreviventes sob os escombros.

Ajuda humanitária internacional

Após um raro apelo do líder da junta militar, países como China, Índia, Rússia, Malásia e Singapura enviaram equipes de resgate e suprimentos ao país. Uma equipe chinesa já chegou a Yangon, enquanto a Coreia do Sul anunciou a doação inicial de US$ 2 milhões por meio de organizações internacionais.

Apesar das relações tensas com Mianmar devido a sanções aplicadas contra militares envolvidos no golpe de 2021, os Estados Unidos também confirmaram que irão prestar assistência humanitária.

“Vamos continuar acompanhando os acontecimentos e mais ajuda seguirá”, disse o ministro das Relações Exteriores da Índia, Subrahmanyam Jaishankar.

Situação crítica em Bangkok

Na Tailândia, a situação segue crítica em Bangkok, localizada a aproximadamente 1.000 km do epicentro do terremoto. Equipes intensificaram as buscas por 30 trabalhadores presos sob um edifício em construção de 33 andares que desabou. Desses trabalhadores, pelo menos 15 ainda apresentam sinais de vida.

As autoridades tailandesas empregam escavadeiras, drones e cães farejadores em uma operação massiva de resgate. Centenas de moradores da cidade, que passaram a noite em parques públicos após o tremor, começaram a retornar gradualmente para suas casas neste sábado.

“Faremos tudo possível, não desistiremos de salvar vidas e utilizaremos todos os recursos disponíveis”, garantiu o governador de Bangkok, Chadchart Sittipunt.

Enquanto isso, familiares esperam por notícias de seus entes queridos. Waanpetch Panta, mãe de uma jovem de 18 anos ainda desaparecida, acompanhava atentamente as operações de resgate. “Rezo para que minha filha esteja entre aqueles levados ao hospital. Tudo que posso fazer é esperar”, declarou emocionada.

Bike elétrica: mercado cresce com aumento do interesse dos brasileiros em mobilidade sustentável

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O mercado brasileiro de bicicletas elétricas está em expansão acelerada nos últimos anos, impulsionado pela crescente demanda da população por alternativas sustentáveis e econômicas de mobilidade. Segundo dados da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike), o mercado registrou um crescimento de 12% entre 2022 e 2023. A previsão para 2025 é ainda mais promissora, com expectativa de aumento nas vendas de até 34%. Isso significa que fabricantes podem comercializar cerca de 300 mil bikes elétricas até o fim deste ano.

Mercado de bicicletas elétricas chega a R$ 190 milhões e cresce 28,4% em 2020 - Aliança Bike

Economia e sustentabilidade impulsionam interesse em bikes elétricas

Uma recente pesquisa conduzida pela Descarbonize Soluções, energytech especializada em energia limpa, reforçou esse cenário positivo. O estudo, que entrevistou 500 pessoas maiores de 16 anos em todos os estados brasileiros, revelou que 49% substituiriam veículos tradicionais, como carros, motos ou ônibus, por bicicletas elétricas no cotidiano.

Os principais fatores citados pelos entrevistados foram:

  • Economia financeira: apontada por 15% dos participantes.
  • Redução do impacto ambiental: mencionada por 14% dos respondentes.

Em São Paulo, 46% dos entrevistados afirmaram que trocariam veículos movidos à combustão por e-bikes.

Mercado de e-bikes no Brasil: crescimento de 150% impulsiona setor de mobilidade sustentável – Jornal do Estado do Rio

Infraestrutura cicloviária é crucial para aumentar adesão

Apesar do evidente interesse, a infraestrutura cicloviária permanece um desafio. A pesquisa indicou que 55% dos brasileiros consideram que suas cidades têm alguma estrutura para ciclistas, mas reconhecem que há espaço significativo para melhorias. Em São Paulo, essa percepção sobe para 60%.

Cerca de 25% dos entrevistados avaliaram a infraestrutura cicloviária em suas cidades como ótima, número que sobe para 27% no estado paulista. Em contrapartida, 19% afirmaram não haver infraestrutura adequada nas cidades onde vivem. Para Antônio Lombardi Neto, Diretor de Tecnologia da Descarbonize Soluções, investimentos públicos e privados são essenciais para tornar esse cenário mais acessível e seguro.

Frequência de uso das bicicletas no Brasil

Outro dado relevante apontado pelo levantamento é a frequência com que os brasileiros utilizam bicicletas:

  • 70% afirmam usar bicicletas para locomoção ao menos uma vez por semana;
  • A média nacional é de três vezes por semana;
  • Apenas 8% pedalam diariamente;
  • 75% dos entrevistados percebem diariamente bicicletas circulando em suas cidades.

Dados específicos sobre São Paulo

A pesquisa também trouxe insights específicos sobre o comportamento dos paulistas:

  • 60% usam bicicletas ao menos uma vez por semana;
  • A média semanal dos paulistas é de duas vezes;
  • 46% adotariam bicicletas elétricas diariamente em substituição a carros, motos ou ônibus;
  • 60% consideram que o estado oferece certa infraestrutura, mas ainda com margem para melhorias;
  • 27% avaliam a infraestrutura como ótima, acima da média nacional (25%);
  • Apenas 13% acreditam que não há infraestrutura adequada, número inferior à média nacional (19%).

O crescimento da malha cicloviária é fundamental não apenas para segurança, mas também para estimular a mobilidade ativa, reduzindo o impacto ambiental e gerando economia significativa para os usuários. Dessa forma, o interesse crescente pelas bicicletas elétricas aponta para um futuro mais sustentável e econômico nas cidades brasileiras.

Aneel Mantém Bandeira Tarifária Verde para Abril de 2025

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a manutenção da bandeira tarifária verde para abril de 2025. Isso significa que consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN) continuarão sem cobrança adicional na conta de luz durante o próximo mês.

Condições climáticas favoráveis garantem bandeira verde

Desde dezembro de 2024, as tarifas seguem com a bandeira verde devido às condições favoráveis na geração de energia elétrica. A Aneel destacou que, mesmo com a transição gradual do período chuvoso para o período seco, o volume de chuvas acumuladas manteve os reservatórios das hidrelétricas em níveis satisfatórios.

“Desde dezembro de 2024, a bandeira tarifária permanece verde, refletindo as condições favoráveis de geração de energia no país. Mesmo com a transição do período chuvoso para o seco, a geração das usinas hidrelétricas, mais barata que a geração térmica, continua em níveis estáveis”, informou a agência.

Entenda o sistema de bandeiras tarifárias

As bandeiras tarifárias foram implementadas pela Aneel em 2015 com o objetivo de indicar aos consumidores os custos variáveis da geração de energia elétrica no país. Divididas em diferentes níveis (verde, amarela, vermelha patamar 1 e vermelha patamar 2), elas refletem diretamente nos valores das contas de energia.

  • Bandeira Verde: Sem acréscimo.
  • Bandeira Amarela: Acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh).
  • Bandeira Vermelha Patamar 1: Acréscimo de R$ 4,463 a cada 100 kWh.
  • Bandeira Vermelha Patamar 2: Acréscimo de R$ 7,877 a cada 100 kWh.
  • Bandeira de Escassez Hídrica (vigente entre setembro de 2021 a abril de 2022): Acréscimo de R$ 14,20 a cada 100 kWh.

Sistema Interligado Nacional (SIN)

O SIN cobre quase todo o território brasileiro, dividido em quatro subsistemas:

  • Sudeste/Centro-Oeste
  • Sul
  • Nordeste
  • Norte

As exceções são algumas áreas dos estados da Região Norte e Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, 212 localidades estão isoladas do SIN, respondendo por menos de 1% do consumo total de energia elétrica do país, sendo abastecidas principalmente por usinas térmicas movidas a óleo diesel.

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