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domingo, julho 12, 2026
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Mulher suspeita de ajudar na fuga do presídio federal de Mossoró é presa no Ceará

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Uma mulher de 21 anos foi presa, na manhã desta sexta-feira (26), no município de Aquiraz, na região da Grande Fortaleza. A acusada é suspeita de ter ajudado ex-fugitivos do presídio federal de Mossoró.

A prisão preventiva é desdobramento da operação policial realizada em fevereiro deste ano, momento em que a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Ceará (Ficco/CE) apreendeu 24kg de maconha, uma pistola e munições em uma residência em Aquiraz.

De acordo com a Polícia Federal do Ceará, foi possível associar a mulher à fuga de Mossoró durante as investigações, e havia suspeitas de que os dois crimonosos pudessem estar no local.

“A partir dos objetos apreendidos, foi confirmada a participação efetiva da mulher dentro do grupo criminoso”, afirmou a PF à CNN.

A mulher já havia sido presa em flagrante pelo crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo, na região de Riviera, em Aquiraz, no dia 22 de fevereiro. Ela foi colocada à disposição da Justiça do Ceará, que expediu o mandado de prisão preventiva.

Potencialidades turísticas de Rondônia são apresentadas em evento do setor em Roraima

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Com o objetivo promover as potencialidades turísticas de Rondônia, fortalecer parcerias e atrair investimentos para o desenvolvimento do turismo no Estado. O Governo de Rondônia marca  por meio da Superintendência de Turismo (Setur), marca presença no Salão Internacional de Turismo de Roraima, evento relevante para o setor turístico. Iniciou na sexta-feira (26) e que segue até domingo (28), é uma vitrine de apresentação do setor turístico da Amazônia, através das Rotas Amazônicas Integradas (RAIs), que inclui também, os países da região de fronteira, como Guiana e Venezuela. O evento é realizado pelo Governo de Roraima em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e integra diversos parceiros, incluindo as Secretarias de Turismo dos Estados da Amazônia Legal.

Bruno Montoyama Fotógrafo

De acordo com o superintendente da Setur, Gilvan Pereira, a participação do Governo de Rondônia no Salão Internacional de Turismo em Roraima é uma oportunidade para estabelecer contatos, trocar experiências e compartilhar boas práticas com outros estados e países presentes no evento. “Entre os atrativos turísticos apresentados pela Setur de Rondônia no Salão Internacional de Turismo em Roraima estão as belezas naturais, culturais e históricas do estado, destacando as oportunidades de ecoturismo, turismo de aventura, turismo rural e turismo cultural”, ressaltou.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o Estado de Rondônia é conhecido pela rica biodiversidade, cultura diversificada e suas paisagens exuberantes. “Isso vem conquistando e atraindo cada vez mais turistas para Ronddônia”, destacou.

PROGRAMAÇÃO

Estão previstas diversas palestras, rodadas de negócios e exposições que destacam as potencialidades turísticas da região, a infraestrutura turística disponível, os projetos de desenvolvimento do setor. Foram debatidos temas importantes, como o Marketing e Inteligência Artificial; Turismo Gastronômico e a Experiência Imeru (café roraimense); Turismo de base comunitária; A Promoção do Destino Brasil no Exterior e a Importância do Turismo Seguro; e ainda, os avanços do turismo em territórios indígenas e o viajante 4.0 – Tendências de novos comportamentos.

ROTAS AMAZÔNICAS INTEGRADAS

As Rotas Amazônicas Integradas (RAI), lançada em 2021, reúne um portfólio de produtos turísticos unificado com os principais atrativos de cada estado, com divulgação em revistas, mapas, redes sociais, sites, feiras, congressos e demais eventos direcionados ao turismo. O objetivo é unir roteiros com perfis turísticos similares e, assim, elevar a atração de turistas nacionais e internacionais. A divulgação das rotas é feita por meio de material trilíngue, que será produzido em parceria com órgãos de turismo.

Só quatro estados vão fechar as contas no azul em 2024; veja lista

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Das 27 unidades da federação, 23 estimam que fecharão as contas no vermelho em 2024. É isso o que mostra um estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), com base em dados da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e divulgado na sexta-feira (27/4). O valor total do saldo negativo foi estimado em R$ 29,3 bilhões.

Na minguada lista dos quatro estados que terão receita suficiente para cobrir as despesas, estão presentes São Paulo, Amapá, Espírito Santo e Mato Grosso. O Rio de Janeiro é a unidade federativa com maior déficit estimado para 2024. Ele deve alcançar R$ 10,4 bilhões – um terço do rombo total.

Na sequência dos que estão na pindaíba, aparece Minas Gerais, com resultado negativo de R$ 4,2 bilhões, e Ceará, com buraco de R$ 3,9 bilhões. A lista dos cinco piores é fechada pelo Paraná e pelo Rio Grande do Sul, com déficits estimados de R$ 3,5 bilhões e R$ 3,1 bilhões, respectivamente.

A análise da Firjan indica que, além de gastos desequilibrados, o quadro atual das contas estaduais ainda reflete um histórico da pandemia, com a alteração no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustível e energia, em 2022. Além disso, têm grande peso nesse cenário as despesas com pessoal, sobretudo as previdenciárias.

Previdência

O estudo afirma que a reforma da Previdência, de 2019, não foi suficiente para garantir o equilíbrio orçamentário nesse campo. De acordo com a entidade, em 2022, o déficit previdenciário das unidades da federação somou R$ 86,1 bilhões.

O levantamento mostra ainda que, em 2023, cerca de metade do orçamento dos estados foi destinada ao pagamento de despesas com pessoal ou com juros e amortizações da dívida, ambos de caráter obrigatório. No Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, essas despesas ultrapassaram os 70%.

Qual a saída?

Firjan aponta que a saída para essa situação passa por novas regras para a criação de regimes próprios de Previdência, de acordo com a realidade de cada unidade da federação. A entidade das indústrias defende ainda a realização de uma reforma administrativa, com a inclusão dos estados. Ela considera também que é preciso avançar numa “solução eficiente” para o alto endividamento de algumas unidades, como é o caso do Rio de Janeiro, além da criação de normas de responsabilidade fiscal.

Quais os principais efeitos colaterais do Ozempic?

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Muito popular entre celebridades, o Ozempic foi o remédio responsável por tirar a apresentadora norte-americana, Oprah Winfrey, do Conselho da empresa Vigilantes do Peso. Afinal, como tal ela não poderia tomar remédios para emagrecimento. Sobretudo, muitas são as polêmicas que este medicamento vem protagonizando. Dentre essas, os efeitos colaterais do Ozempic têm alertado tem causado estranhamento em muitas pessoas.

Conhecido por levar à perda rápida de peso, o remédio logo se tornou uma nova opção para quem deseja perder peso sem muito esforço. Porém, o mau uso do Ozempic e sem acompanhamento e indicação médica pode trazer efeitos colaterais prejudiciais à saúde. Confira a seguir.

Efeitos colaterais do Ozempic

Para começar, o Ozempic foi desenvolvido com um objetivo e se popularizou quando foi usado como auxiliar de emagrecimento. Ou seja, o medicamento da farmacêutica Novo Nordisk foi produzido para o tratamento do diabetes tipo 2, mas é usado off label (fora das indicações da bula) para a perda de peso.

Como o seu principal componente é a semaglutida o efeito é real, mas a que custo? Quais seriam seus efeitos colaterais?

Um dos efeitos colaterais do uso de Ozempic é a flacidez e chamada “cabeça de Ozempic”, termo que está sendo muito usado nas redes sociais sobre o assunto. Uma polêmica até mesmo envolveu a cantora Maiara, que apresentou um emagrecimento muito grande nos últimos meses.

Muitas páginas começaram a associar o emagrecimento da cantora com o uso de Ozempic, pois aparentemente em algumas fotos, ela parecia estar com a cabeça maior que o seu corpo. No entanto, a mesma nunca afirmou que usou o medicamento.

Polêmicas à parte, especialistas confirmam que esse efeito colateral do medicamento é mesmo real, pois essa desproporcionalidade da cabeça em relação ao resto do corpo acontece devido à perda de massa muscular causada pelo rápido emagrecimento.

Contudo, nem todas as pessoas que usarem Ozempic ficarão com a “cabeça de Ozempic”, pois isso geralmente acontece com as pessoas que estão emagrecendo de uma forma mais acelerada e, provavelmente, sem um acompanhamento médico.

Contudo, no que diz respeito a flacidez, mais regiões do corpo podem ser afetadas, como um dos efeitos colaterais do Ozempic. Tais como como abdômen, flancos, coxas e glúteos. Além disso, mesmo que a pessoa em processo de emagrecimento uso o Ozempic e tente complementar com uma rotina de exercícios, pode sofrer com a falta de disposição que o medicamento traz.

Especialistas também explicam que o Ozempic, assim como outros medicamentos à base de semaglutida podem trazer ainda mais efeitos colaterais e prejudicar à saúde. Afinal, muitas pessoas estão fazendo uso do remédio sem prescrição e acompanhamento médico. Tais efeitos podem ser: náuseas, diarreia, vômitos, mal-estar, dor de cabeça frequente, desidratação, pedra na vesícula e até dificuldade para se alimentar.

China deixa de ser a segunda maior parceira comercial da Argentina

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“Não só não vou fazer negócios com a China, como não vou fazer negócios com nenhum comunista” — esta foi uma das frases do então candidato à presidência da Argentina, Javier Milei, durante a campanha eleitoral do ano passado.

“Sou um defensor da liberdade, da paz e da democracia. Os chineses não entram lá”, acrescentou, em entrevista ao jornalista Tucker Carlson, em setembro de 2023.

Quando se tornou presidente, no entanto, Milei tentou contornar a situação e explicar sua posição frente ao gigante asiático.

“Somos liberais. E se as pessoas quiserem continuar a fazer negócios com a China, podem continuar fazendo os mesmos negócios de sempre. O que eu disse é que não vou estar alinhado com os comunistas, e por acaso estou alinhado com os comunistas?”, disse, em outra ocasião, à agência de notícias Bloomberg.

Essa distância entre os países parece ter se materializado na prática: Milei ainda não teve reuniões oficiais com o presidente chinês, Xi Jinping.

Desde 10 de dezembro, início da gestão de Milei, o vínculo entre os países está assim, frio.

Agora, a ministra das Relações Exteriores da Argentina, Diana Mondino, está tentando outras abordagens ao liderar uma viagem internacional, que inclui uma passagem pela China entre os dias 28 e 30 de abril.

No período que antecedeu a viagem, o governo chinês também demonstrou a sua vontade de “descongelar” a relação. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Wang Wenbin, afirmou que Argentina e China são “parceiros estratégicos abrangentes”.

Mas, enquanto tudo isso acontece, uma informação espalha-se como um incêndio no mundo dos negócios e da geopolítica: a China deixou de ser o segundo parceiro comercial da Argentina em março.

Segundo o último relatório sobre o intercâmbio comercial argentino, divulgado na semana passada pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec), esse lugar hoje pertence à União Europeia, enquanto a China é o terceiro.

Números e motivos

Março foi o primeiro mês de 2024 em que a China perdeu o segundo lugar entre os parceiros comerciais da Argentina. Isso aconteceu devido a uma queda nas importações e nas exportações. As vendas para a China caíram 24,2% na comparação anual, enquanto as compras contraíram 34,9% no mesmo período.

Mas esse não parece ser um resultado isolado: desde que Javier Milei assumiu a presidência, o comércio entre os países não parou de diminuir. Em janeiro de 2024, as exportações subiram 10,7%, mas o restante das operações apresentou resultados negativos.

“A China tem direcionado suas novas compras para o Brasil, por exemplo, de carnes”, afirma Miguel Ponce, economista e especialista em comércio exterior.

“Tudo isso acontece porque o governo não compreendeu a necessidade de ‘desideologizar’ os nossos laços diplomáticos, para não prejudicar as nossas relações comerciais e econômicas”, acrescenta.

Para Ponce, os novos alinhamentos que Milei estabeleceu com Israel e os Estados Unidos têm relação com a mudança no comércio com a China.

Tendência ou evento específico

Embora seja verdade que março foi o primeiro mês do ano em que a China foi relegada ao terceiro lugar entre os que mais negociam com a Argentina, e que no balanço final de todo o ano de 2023 o país asiático manteve o segundo lugar, vale a pena nos questionar se estamos perante uma mudança de tendência ou se isso se trata apenas de um acontecimento específico.

“É uma tendência que vai se aprofundar, sem dúvida”, afirma Miguel Ponce, que insiste na necessidade de uma relação onde as diferenças ideológicas não sejam um obstáculo.

Neste sentido, vale lembrar que esse fator é importante não apenas do ponto de vista comercial, mas também para resolver algumas pendências que a Argentina tem com a China. Exemplo disso são os próximos vencimentos do swap, empréstimo que surgiu de um acordo entre os bancos centrais dos dois países em 2009.

Para renovar o vínculo comercial, uma reportagem do Itamaraty garante que Mondino viajará com uma “grande delegação de empresários de diversos setores, representantes da oferta exportável”. Além disso, participará de eventos de promoção comercial em Pequim e Xangai, e terá reuniões com investidores.

Com tudo isto, será necessário ver se os últimos gestos de distensão – ou realidade, como a necessidade financeira da troca chinesa – prevalecem sobre os desejos do presidente Milei de não ter relações com países que considera “comunistas”.

Operação Corta Giro segue com ações em municípios de Rondônia

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Com a finalidade de retirar das ruas motos irregulares, clonadas, adulteradas e com registro de furto e roubos, a Operação “Corta Giro” estará atuando a partir da próxima semana com ações em municípios do estado de Rondônia com o mesmo objetivo. A Operação Corta Giro é realizada pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO) em parceria com o Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), com o intuito de coibir irregularidades e situações que possam ocasionar acidentes.

Segundo o comandante do Batalhão de Policiamento no Trânsito (BPTran), tenente-coronel Deivsson Souza Bispo, as ações da operação já apresentam resultados em Porto Velho, “o que motivou também a seguir para o interior, pois pelas redes sociais a população tem solicitado a ação da Corta Giro devido ao incômodo provocado pelos excessos com motocicletas irregulares”, pontuou.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a sequência das ações de educação no trânsito e de fiscalização são imprescindíveis para fortalecer a segurança no trânsito.

De acordo com o diretor-geral do Detran-RO, Leo Moraes, as ações educativas estão sendo intensificadas em todo o Estado e a Operação Corta Giro vem para fortalecer a ordem no trânsito.

As ações da Operação Corta Giro foram destacadas pela Promotora de Segurança Pública do Ministério Público do Estado, Alba da Silva Lima, que pontuou que a operação está se tornando uma ação de política pública, independente de quem esteja à frente da gestão precisa ter continuidade.

“A melhor forma da operação se tornar política pública, ainda que não esteja no papel, é a população ter ciência dos dados. O trânsito não é algo solto, é essencial para a qualidade de vida. O trânsito interfere em todos os segmentos”, ressaltou a promotora.

Informalidade de empregadas domésticas aumentou após pandemia

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Depois que engravidou, em 2018, a empregada doméstica piauiense Clemilda Alves chegou a temer o futuro. Ela trabalhava em uma residência na região administrativa do Guará, no Distrito Federal, e ficou trabalhando nos nove meses de gestação.

Ao voltar da licença maternidade, resolveu se dedicar à filha. Mas como mãe solo, precisava voltar a trabalhar o quanto antes. Durante a pandemia, trabalhou como diarista. Hoje, aos 47 anos, ela trabalha em outra residência com carteira assinada e os direitos garantidos. Mas a história dela é uma raridade. “Converso com muitas colegas que não tiveram a mesma sorte. Eu gosto muito do meu trabalho”, disse.

De acordo com o presidente do Instituto Doméstica Legal, Mário Avelino, esse tipo de emprego foi, de fato, o “mais afetado” pela pandemia da covid-19. “Hoje, o número de trabalhadores informais, de empregados domésticos informais, aumentou. Até 2019, a formalidade do emprego doméstico estava em 27,5%. Hoje, está em 23,5%”, lamentou. Neste sábado (27), é Dia Nacional das Trabalhadoras Domésticas, uma data que deveria motivar mais reflexões e luta, conforme avalia a entidade.

Avelino destaca que, de acordo com a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do (Pnad), do IBGE, no último trimestre de 2023, foram contabilizados 6,3 milhões de trabalhadores domésticos. “Destes, 1,4 milhão têm carteira assinada. É importante destacar que desses mais de seis milhões, metade são diaristas”. Diaristas não têm carteira assinada. “Se ela trabalhar até dois dias na semana, quem a contrata não está na ilegal. Metade dos seis milhões deveriam ter carteira assinada e somente 25% têm e a outra metade é diarista”, afirma.

Estímulos

Para aumentar a formalidade do emprego doméstico, o presidente do instituto defende que é necessário criar estímulos tanto para o empregado como para o empregador. “A PEC das domésticas igualou os direitos. Só que, nesse momento, a doméstica ainda não tem um direito básico, que é o abono do PIS”. Ele alerta que todo trabalhador que, no ano anterior, recebeu até dois salários mínimos de rendimento passa a ter direito, no aniversário dele, a um salário mínimo de abono.

Para haver receita, o projeto de lei do abono do PIS, sugerido pelo Instituto Doméstica Legal, cria a contribuição do empregador doméstico. A proposta é que aumente em 0,65% sobre o salário pago.

“A gente busca na Câmara dos Deputados, para que, ainda neste ano, essa pauta seja aprovada e sancionada. Temos a certeza de que, com isso, irá aumentar o interesse pela formalidade”. Avelino aponta que mais de 90% das pessoas em emprego doméstico são mulheres e há trabalhadoras que optam por não ter a carteira assinada para não perder o benefício do Bolsa Família. Mas isso gera insegurança na empregada e no patrão, que pode ter problemas judiciais no futuro. Na avaliação do instituto, desde a pandemia, a categoria ainda falta recuperar 350 mil postos para igualar os números antes da crise.

Pesquisa

Para entender mais sobre o perfil das empregadas domésticas no Brasil, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) vai iniciar um levantamento sobre o tema. Um ponto de partida é que dois terços são negras e cerca de 10% têm mais de 60 anos. Mesmo com a lei da empregada doméstica, aprovada em 2015, ainda não foi o suficiente para garantir os direitos desses trabalhadores.‌

De acordo com o IBGE, as trabalhadoras domésticas enfrentam altas taxas de precarização: 64,8% não contribuem para a Seguridade Social e 54,2% ganham menos de um salário mínimo. O questionário do Ipea pode ser preenchido pelos profissionais até 13 de junho e acessado por um link específico.

Fiscalização

A respeito dos direitos das empregadas domésticas, o Ministério do Trabalho e Emprego  (MTE) reconhece que a atividade foi uma das mais prejudicadas pela pandemia e aponta que a Coordenação Nacional de Fiscalização do Trabalho Doméstico e de Cuidados (Conadom), subordinada ao MTE, foi criada para realizar ações de fiscalização a fim de apurar eventuais violações em residências, condomínios e clubes, “com vistas a verificar o fiel cumprimento dos direitos trabalhistas da categoria”.

Investir na educação é garantir um futuro melhor para os rondonienses, afirma governador Marcos Rocha

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Na semana em que se comemora o Dia Nacional da Educação (28 de abril), o governador de Rondônia, Marcos Rocha, anunciou mais investimentos que estão sendo executados pelo governo de Rondônia, com a distribuição de kits de materiais escolares que vão atender 408 escolas, em todo Estado.

No total são R$ 11.911.834,28 (onze milhões, novecentos e onze mil, oitocentos e trinta e quatro reais e vinte e oito centavos), que irão beneficiar alunos do ensino fundamental, médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA) modular e semestral.
Marcos Rocha salienta que, o investimento faz parte do planejamento estratégico educacional para o ano de 2024, e além de suprir a necessidade dos estudantes da Rede Pública Estadual de Ensino, vai auxiliar no processo de ensino e aprendizagem. “Acreditamos que investir na educação é garantir um futuro melhor para os rondonienses, por isso trabalhamos para que os kits fossem especialmente planejados para atender diferentes faixas etárias e modalidades, de acordo com as necessidades especificas de cada nível de ensino”, afirmou o governador.

O kit do ensino fundamental contém quatro cadernos universitários, três canetas esferográficas pretas, quatro canetas esferográficas azuis, uma caneta esferográfica vermelha, dois apontadores com depósito, três lápis grafite, uma régua de 30 cm, um transferidor 360º, um esquadro 60º, um esquadro 45º, quatro borrachas, um caderno tipo desenho, uma caixa de caneta hidrográfica com 12 cores, duas colas líquidas brancas, lápis de cor com 12 unidades, tesoura, e uma caixa com 12 cores de lápis de cera.

Já o kit do ensino médio contém quatro cadernos, dois apontadores de lápis, uma régua de 30 cm, três canetas esferográficas, três lápis grafite e quatro borrachas, além de lápis de cor com 12 unidades. Para os alunos do EJA modular e semestral, estão sendo distribuídos kits com quatro cadernos, dois apontadores de lápis, uma régua, três canetas esferográficas, três lápis grafite, quatro borrachas e uma caixa de lápis de cor.

Ao todo, serão beneficiados com o material, 84.272 estudantes do ensino fundamental, 62.034 do ensino médio, 5.916 do EJA modular e 10.453 estudantes do Educação de Jovens e Adultos semestral, em todo estado de Rondônia.

Senado vai recorrer contra decisão de Zanin que revogou desoneração

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O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), anunciou que enviará ao Supremo Tribunal Federal (STF) ainda nesta sexta-feira (26) um recurso contra a decisão do ministro Cristiano Zanin que revogou a desoneração da folha de pagamento – prorrogada pelo Legislativo até 2027.

Segundo Pacheco, Câmara e Senado trabalharam desde a transição de governo para estimular a arrecadação de impostos e o crescimento da economia. O país vem registrando recordes sucessivos na arrecadação federal.

“É incrível agora nós nos depararmos com uma situação, inclusive espelhada em uma petição da Advocacia-Geral da União (AGU). Como se os problemas do Brasil se resumissem à desoneração da folha de pagamentos de 17 setores e de municípios já muito sacrificados por um pacto federativo muito injusto”, declarou Pacheco. 

“Portanto, isso definitivamente não é verdade no contexto em que a arrecadação proporcionada pelas medidas do Congresso Nacional foi muito além do impacto orçamentário e financeiro dessas duas medidas [de desoneração]”, continuou o presidente do Senado e do Congresso.

Pacheco também afirmou, em entrevista após reunião com técnicos sobre o tema, que as premissas que embasaram o pedido da AGU e foram aceitas por Cristiano Zanin não são verdadeiras.

Segundo o senador, o projeto aprovado pelo Congresso para prorrogar a desoneração da folha de pagamento dos 17 setores incluía a estimativa de impacto financeiro-orçamentário da medida – como prevê a Constituição.

“Eu afirmo, como presidente do Senado, que essa premissa [da AGU] não é verdadeira. O projeto de lei, a lei que foi aprovada prevê de maneira muito clara, categórica e material […] a estimativa orçamentária e financeira exigida. Tanto para a desoneração dos 17 setores quanto para a desoneração dos municípios”, declarou Pacheco.

Jurídico e político

Em sua fala, Pacheco disse que o foco no momento seria a questão jurídica que envolve o tema já que a decisão tem efeitos imediatos.

“Eu acho que nesse momento nós temos um problema para hoje, é uma questão jurídica de uma decisão judicial que já surte efeitos. Nós temos que preparar o recurso para poder pontuarmos nossas razões ao Supremo Tribunal Federal”, afirmou.

O presidente do Senado disse ainda que, em relação a política, o foco da desoneração é o compromisso com o desenvolvimento da economia.

“O desenrolar político desse, na verdade, ele tem uma essência que é o compromisso com o desenvolvimento da economia do brasil e com a geração de empregos que passa inclusive como pilar na manutenção da estabilidade da segurança jurídica e da previsibilidade”, disse. 

Pacheco afirmou também que na semana que vem vai acontecer uma reunião de líderes para discutir esse e outros temas da pauta.

Questionado se iria se reunir com ministros do Supremo, Pacheco disse que não conversou com ministros do supremo e que iria recorrer.

“É muito importante dizer que a nossa posição é uma posição de antagonismo, nesse caso, ao governo federal. A parte é o governo federal, a Advocacia-Geral da União, e nós estamos do outro lado tentando demonstrar as nossas razões e cabe ao Supremo Tribunal decidir, isso precisa ser respeitado. O que eu espero é que o Supremo Tribunal Federal decida com base na realidade”.

A decisão de Zanin

Na decisão individual assinada nesta quinta, o ministro Zanin concordou com o argumento do governo de que a renúncia não pode ser dada sem que ocorra a indicação do impacto orçamentário.

Segundo o Zanin, sem essa previsão, há risco de um desajuste significativo nas contas públicas e até mesmo do esvaziamento do regime fiscal.

Zanin estabeleceu que a suspensão valerá até que seja indicado o impacto fiscal da medida.

A decisão do ministro começou a ser julgada no plenário virtual do STF nesta sexta, e a análise vai até o próximo dia 6.

Até as 13h desta sexta, o placar era de 3 a 0 para manter a decisão: além de Zanin, votaram assim os ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes.

Entenda a lei

A lei da desoneração foi promulgada pelo Congresso no ano passado e permite que 17 setores intensivos em mão de obra substituam a alíquota previdenciária de 20% sobre os salários por uma alíquota de 1% a 4,5% por cento sobre a receita bruta.

Entre os setores beneficiados pela mudança estão:

  • industrial: couro, calçados, confecções, têxtil, proteína animal, máquinas e equipamentos
  • ☎️ serviços: tecnologia da informação, tecnologia da informação e comunicação, call center e comunicação
  • transportes: rodoviário de cargas, rodoviário de passageiros urbano e metroferroviário
  • ?️ construção: construção civil e pesada

A desoneração também vale para municípios com até 156 mil habitantes. A lei chegou a ser vetada pelo presidente Lula no fim de 2023, mas os parlamentares derrubaram o veto e ela estava em vigor até a decisão de Zanin.

A desoneração dos municípios faria com que o governo deixasse de arrecadar R$ 10 bilhões. Em relação a isso, Pacheco argumentou que propostas aprovadas pelo Congresso geraram um aumento da arrecadação bem maior que, segundo ele, chegou aos R$ 80 bilhões apenas nos três primeiros meses.

“Agora, se se exige a demonstração de onde se vai ter o recurso para esses R$ 10 bilhões para os municípios, está aqui demonstrado R$ 80 bilhões só nos três primeiros meses de aumento e arrecadação em função do trabalho do Congresso Nacional”, disse.

Morre Anderson Leonardo, vocalista do Molejo, vítima de câncer

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Morreu, nesta sexta-feira (26/4), o cantor Anderson Leonardo, aos 51 anos. O vocalista do grupo Molejo estava internado desde o dia 24 de março e lutava contra um câncer inguinal, na região da virilha, desde outubro de 2022.

A notícia foi confirmada por esta colunista com a assessoria do artista. Nos últimos meses, o artista deu entrada no hospital em diversas ocasiões, devido a complicações da doença. Em uma das passagens pela unidade de saúde, ele foi diagnosticado com embolia pulmonar.

O quadro clínico de Anderson Leonardo se agravou nessa quinta-feira (25/4), por isso ele voltou para a UTI. O músico chegou a apresentar melhora, mas foi sedado logo em seguida. Ultimamente, ele também tratava um episódio de insuficiência renal.

Anderson Leonardo era casado com Paula Cardoso e deixou quatro filhos. A assessoria do grupo Molejo divulgou nota oficial nas redes sociais, no fim de março, após a última internação dele.

“A assessoria do grupo Molejo vem informar que, infelizmente, devido ao agravo da doença que acomete o cantor Anderson Leonardo, o mesmo necessitou ser hospitalizado neste domingo (24/3) em estado grave. Pedimos a todos fãs e amigos que continuem em orações pelo nosso cantor”, diz a nota.

Quem era Anderson Leonardo

Anderson foi diagnosticado com um tumor próximo à região da virilha em 2022. Após o tratamento, a doença entrou em remissão, mas retornou em 2023. Na mesma ocasião, o famoso ficou internado por conta de uma embolia pulmonar.

Recentemente, o artista voltou a ser internado em uma unidade de tratamento intensivo (UTI). Nesta manhã, ele entrou em coma e apresentou estado gravíssimo.

O Molejo ganhou destaque em 1994, ao lançar o primeiro disco. Ao todo, o grupo publicou 13 álbuns, que contam com hits populares como “Caçamba”, “Brincadeira de Criança”, “Paparico” e “Dança da Vassoura”.

Anderson Leonardo deixa quatro filhos (Leozinho Bradock, Alissa, Rafael Phelipe e Alice) e uma neta (Andressa, filha de Leozinho).

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