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domingo, julho 12, 2026
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Morre Anderson Leonardo, vocalista do Molejo, vítima de câncer

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Morreu, nesta sexta-feira (26/4), o cantor Anderson Leonardo, aos 51 anos. O vocalista do grupo Molejo estava internado desde o dia 24 de março e lutava contra um câncer inguinal, na região da virilha, desde outubro de 2022.

A notícia foi confirmada por esta colunista com a assessoria do artista. Nos últimos meses, o artista deu entrada no hospital em diversas ocasiões, devido a complicações da doença. Em uma das passagens pela unidade de saúde, ele foi diagnosticado com embolia pulmonar.

O quadro clínico de Anderson Leonardo se agravou nessa quinta-feira (25/4), por isso ele voltou para a UTI. O músico chegou a apresentar melhora, mas foi sedado logo em seguida. Ultimamente, ele também tratava um episódio de insuficiência renal.

Anderson Leonardo era casado com Paula Cardoso e deixou quatro filhos. A assessoria do grupo Molejo divulgou nota oficial nas redes sociais, no fim de março, após a última internação dele.

“A assessoria do grupo Molejo vem informar que, infelizmente, devido ao agravo da doença que acomete o cantor Anderson Leonardo, o mesmo necessitou ser hospitalizado neste domingo (24/3) em estado grave. Pedimos a todos fãs e amigos que continuem em orações pelo nosso cantor”, diz a nota.

Quem era Anderson Leonardo

Anderson foi diagnosticado com um tumor próximo à região da virilha em 2022. Após o tratamento, a doença entrou em remissão, mas retornou em 2023. Na mesma ocasião, o famoso ficou internado por conta de uma embolia pulmonar.

Recentemente, o artista voltou a ser internado em uma unidade de tratamento intensivo (UTI). Nesta manhã, ele entrou em coma e apresentou estado gravíssimo.

O Molejo ganhou destaque em 1994, ao lançar o primeiro disco. Ao todo, o grupo publicou 13 álbuns, que contam com hits populares como “Caçamba”, “Brincadeira de Criança”, “Paparico” e “Dança da Vassoura”.

Anderson Leonardo deixa quatro filhos (Leozinho Bradock, Alissa, Rafael Phelipe e Alice) e uma neta (Andressa, filha de Leozinho).

Quem é a modelo de 60 anos que venceu Miss Buenos Aires e pode ser Miss Universo

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Aos 60 anos, Alejandra Rodríguez desbancou várias novinhas para vencer o Miss Universo Buenos Aires. Advogada e jornalista, agora ela mira a competição nacional!

Alejandra saiu de La Plata para fazer história e alcançar a premiação, se tornando a primeira mulher de 60 anos a ganhar a coroa. Um dos aspectos que mais chamam a atenção é o aspecto jovial dela. Não aparenta jamais ter a idade que tem.

Após a vitória, a mulher disse estar muito feliz por representar um novo paradigma em concursos de beleza. “Estou emocionada por representar este novo paradigma nos concursos de beleza porque estamos inaugurando uma nova etapa em que as mulheres não são apenas beleza física, mas outro conjunto de valores”, disse ao programa Arriba Argentinos, da TV El Trece.

Cuidados nada extraordinários

Perguntando sobre como faz para manter a beleza que tem, Alejandra disse que faz o básico: “uma vida saudável, se alimentar bem, fazer atividade física.”, contou.

Destaque para frutas, verduras e cremes:

“Acho que isso ajuda muito. Depois como alimentos orgânicos, muita fruta e muita verdura. Eu uso bons cremes. Faço atividade física três vezes por semana”.

A jornalista também revelou gostar de caminhar, correr e dançar tango.

Quebrando estereótipos

Alejandra representa uma mudança monumental nos concursos de beleza do país.

O triunfo da advogada de 60 anos é uma celebração e a redefinição do que é belo.

Antes, dominado por mulheres com menos de 30 anos, o Miss Buenos Aires abriu as portas para Alejandra.

Aparentando ser bem mais jovem do que é, a mulher agora volta aos palcos para disputar a etapa nacional.

Caso vença, ele representará a Argentina no Miss Universo 2024.

Inspiração para outras

Alejandra também falou sobre se tornar exemplo para outras mulheres.

Segundo ela, ser a primeira da geração no concurso é uma honra.

“Sou a primeira desta geração a começar com isso”, compartilhou a senhora.

Em 2022, o concurso argentino retirou a restrição de participação de idade.

Além disso, mulheres com filhos, grávidas e casadas também podem participar.

Ciência explica

Além dos cuidados pessoais, a beleza de Alejandra pode ter uma explicação baseada em genética.

Segundo um estudo da Universidades Erasmus nos Países Baixos e Unilever, em 2016, pessoas que se parecem mais jovens do que são, tem um variante.

Trata-se do variante no gene MC1R, que os faz parecer ter menos idade do que realmente tem.

A pesquisa não chegou a resultados conclusivos sobre o motivo do gene MC1R ter esse feito e novas buscas estão sendo feitas para aprofundar o resultado.

Brasil retoma produção de insulina capaz de suprir demanda nacional

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, nesta sexta-feira (26), da inauguração da fábrica de insulina da empresa Biomm, em Nova Lima, Minas Gerais. Com a nova unidade, o Brasil retoma a produção do hormônio no país, com capacidade de suprir a demanda nacional de insulina.

Durante discurso, Lula destacou a importância da fábriica para o acesso da população ao insumo e homenageou o trabalho de Walfrido dos Mares Guia, que é um dos sócios-fundadores e membro do conselho de administração da Biomm. Com história na política, Walfrido é amigo de Lula e foi ministro durante os dois primeiros mandatos do presidente, entre 2003 e 2007.

Emocionado, o presidente contou a experiência de sua bisneta Analua, de 7 anos, que vive com diabetes mellitus tipo 1. “Ela vive com aparelho no ombro, [conectado] com celular, cada coisa que ela come, ela tem que controlar. E o que é fantástico é que ela pede para mãe e para o pai aplicar a insulina nela, ela já não tem mais medo, já faz parte da vida dela. […] Então, eu quero que a minha bisneta Analua saiba que esta figura simpática aqui [Walfrido] vai te dar tranquilidade para você viver mais do que eu e mais do ele está vivendo, porque a vida precisa que os bons vivam muito e que os maus descansem logo”, disse.

26.04.2024 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante visita à planta de produção de insulina da Biomm, em Nova Lima/MG.  Foto: Ricardo Stuckert /PR

O diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo. A insulina tem a função de quebrar as moléculas de glicose (açúcar) transformando-a em energia para manutenção das células do organismo. O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte.

De acordo com a ministra da Saúde, Nísia Trindade, há mais de 20 anos o Brasil não tinha produção nacional de insulina e dependia apenas de produtos importados. “Para ter uma política de ciência e tecnologia em saúde que leve os produtos à população, temos que ter política industrial”, disse.

O investimento da empresa biofarmacêutica na construção da nova estrutura foi de R$ 800 milhões. A fábrica terá capacidade para 20 milhões de unidades de refis de insulina glargina (de ação prolongada) por ano – e, na sequência, de canetas de insulina. Além disso, poderá fabricar 20 milhões de frascos de outros biomedicamentos, como a insulina humana recombinante. A estimativa é de que a unidade gere 300 empregos diretos e 1,2 mil indiretos.

O Brasil é um dos países com maior incidência de diabetes no mundo, com 15,7 milhões de pacientes adultos, segundo dados do Atlas da Federação Internacional de Diabetes, divulgados pelo governo. “O que se faz aqui é garantia de vida para uma doença que nós temos que trabalhar com prevenção, mas sabemos que, em muitos casos, não fugiremos da medicação, da insulina e de outros medicamentos que o SUS já fornece na assistência farmacêutica e Farmácia Popular”, disse a ministra Nísia.

A insulina glargina é indicada para o tratamento de diabetes mellitus tipos 1 e 2. No ano passado, em meio à risco de desabastecimento, o Ministério da Saúde fez uma compra emergencial de 1,3 milhão de unidades de insulina asparte (de ação rápida) indicada para tratar diabetes mellitus tipo 1, que concentra de 5% a 10% das pessoas diagnosticadas com a doença. Na ocasião, a pasta informou que as demais insulinas regulares mais consumidas estavam com estoque adequado para atender a rede do SUS.

Parceria

A Biomm é considerada uma pioneira no setor de biomedicamentos no Brasil e está inserida na Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS), lançada pelo governo em setembro de 2023. Até 2026, a previsão é de R$ 42 bilhões em investimentos públicos e privados neste setor industrial para reduzir a dependência do Brasil de insumos, medicamentos, vacinas e outros produtos de saúde estrangeiros.

No contexto da estratégia, a empresa participa do Programa de Parceria para o Desenvolvimento Produtivo do Ministério da Saúde, que envolve a articulação do governo com o setor privado. Fundada em 2001, a Biomm é uma empresa brasileira e atua na oferta de fármacos acessíveis para o tratamento de doenças crônicas no país.

Para implantar a nova unidade industrial em Nova Lima, a Biomm obteve R$ 203 milhões de crédito via Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), além de R$ 133 milhões aportados via equity (participação acionária) pelo BNDES e BDMG.

Ainda durante o evento, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Biomm assinaram um protocolo de intenções sobre plataformas de produção de medicamentos para o tratamento de doenças metabólicas, que tem como pano de fundo o fortalecimento do CEIS e a maior autonomia do Brasil na produção de medicamentos para o SUS.

Corredor de 19 é o mais jovem com Down a terminar maratona de Londres

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Um corredor de 19 anos se tornou a pessoa mais jovem com síndrome de Down a terminar uma maratona. Ele completou a de Londres, uma das mais populares do mundo.

Lloyd Martin recebeu emocionado uma placa do Guinness World Records bem na linha de chegada. O rapaz fez todo o percurso de 42 km guiado pela mãe Ceri Hooper.

Ao final da corrida, os dois choraram muito. “Nas palavras de Lloyd, é realizar o seu sonho”, disse a mãe. “Realmente, tudo é possível se você se dedicar a isso. Com um pouco de trabalho você consegue”.

Bateu o próprio recorde 

Na maratona, Lloyd correu os primeiros 22 quilômetros sem parar, a maior distância que já havia feito.

Ele caminhou o restante do percurso enquanto a multidão torcia por ele. “Foi difícil, mas nos divertimos muito”, disse Hooper.

Quando finalmente chegou, comemorou bastante e fez até dancinhas para celebrar o próprio recorde.

Motivação veio da mãe 

Antes da maratona, o jovem tinha feito 5 quilômetros em uma corrida no ano anterior, mas era apenas a preparação para um desafio ainda maior!

A mãe garantiu que o filho tivesse toda a motivação e treinamento de que ele precisava para participar da maratona.

Ela mesma já correu seis vezes na vida: 4x em Londres, a Maratona de Boston e outra edição em Chicago.

Parece que toda essa garra e motivação vem de família.

Inspiração 

Essa conquista vai muito além de uma performance esportiva.

Hooper enfatizou como o marco alcançado pelo filho é significativo para todas as pessoas com síndrome de Down.

O jovem é um lindo exemplo e inspiração de que todos podem superar desafios e alcançar grandes feitos.

Parabéns pela vitória, Lloyd!

Quando cruzou a linha de chegada, a emoção de Lloyd foi tanta que ele e a mãe não conseguiram segurar as lágrimas. Veja o momento: 

AliExpres, Shein e mais: compras internacionais de até US$ 50 devem ser taxadas em novo imposto

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O governo federal propôs, na regulamentação da reforma tributária, que todas as compras internacionais sejam taxadas dentro do novo Imposto de Valor Agregado (IVA). Com isso, a atual “isenção” para mercadorias abaixo dos US$ 50 pode deixar de existir quando o processo de transição for encerrado.

Comentando o assunto, o secretário da reforma tributária do Ministério da Fazenda, Bernard Appy, disse que mesmo itens de baixo valor sofrerão as cobranças estadual e federal após a implementação da reforma sobre o consumo.

Com isso, quando a reforma entrar em funcionamento, as compras internacionais terão que recolher os dois novos tributos que compõe o IVA: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de estados e municípios, e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), que é federal.

Appy disse que as novas regras não mexem no imposto de importação, uma vez que esse tributo não for abarcado pela reforma, sendo que ele permanece zerado para as compras de até US$ 50 no regime atual. No entanto, o secretário prevê que a pressão do varejo e da indústria deve mudar o cenário antes mesmo da reforma entrar em vigor.

Além disso, ele reconheceu que a medida pode resultar em aumento das cobranças sobre essas compras.

Atualmente, todas as compras internacionais pagam ICMS e aquelas que ultrapassam os US$ 50 tem a cobrança extra de 60% de imposto federal. No novo sistema de tributação, tudo deve ser simplificado dentro do IVA, sendo que o consumidor continuará pagando os impostos no ato da compra.

Appy lembrou que os estados estudam subir o ICMS para 25% e isso é mais do que o governo pretende tributar no novo regime.

A transição para o Imposto de Valor Agregado (IVA) começa a partir de 2026 e deve ser concluída em 2033. Nesse período, o Brasil deve conviver com dois sistemas tributários até que o atual seja totalmente substituído.

Nova vacina contra câncer de pele entra em última fase de testes

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vacina contra câncer de pele, mRNA-4157 (V940), começou a ser testada em pacientes com melanoma avançado em sua última fase de testes clínicos antes de ser submetida para aprovação pelos órgãos reguladores. O imunizante, desenvolvido pela farmacêutica Moderna em conjunto com a MSD, utiliza a mesma tecnologia das vacinas atuais contra a Covid-19 — o uso de RNA mensageiro (mRNA) –, mas seu diferencial é ser uma tecnologia personalizada, ou seja, adaptada às necessidades de cada paciente.

O estudo de fase 3 avalia a eficácia do imunizante combinado com Keytruda (pembrolizumabe) — um medicamento imunoterápico contra o câncer de pele — em comparação com o tratamento atual, que utiliza apenas a imunoterapia. Nos testes clínicos de fase 2, a combinação demonstrou uma redução de 44% no risco de recidiva do câncer de pele ou morte em pacientes com melanoma de estágios III ou IV após três anos, em comparação com quem só recebeu Keytruda.

Após os resultados da fase 3, o imunizante será submetido para avaliação das entidades reguladoras e, se aprovado, passará por ensaios de fase 4, que permite acompanhar os eventos adversos por um período maior nos pacientes que receberam a vacina.

Esperança para impedir o retorno do câncer

O melanoma é o tipo mais grave de câncer de pele, devido a sua alta possibilidade de provocar metástase (se espalhar para outros órgãos). No Brasil, esse tipo de tumor representa 4% das neoplasias malignas na pele, segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer).

O britânico Steve Young, de 52 anos, é um dos primeiros a receber a vacina contra câncer de pele nesta fase final de testes. Ele foi diagnosticado com melanoma em estágio 2 no couro cabeludo no ano passado e é um dos participantes do ensaio clínico de fase 3.

Em comunicado à imprensa, Young explica que decidiu participar do estudo por considerar que esta é a sua melhor chance de impedir o retorno do câncer.

“Sinto-me sortudo por fazer parte deste ensaio clínico. É claro que não me senti tão sortudo quando fui diagnosticado com câncer de pele; na verdade, foi um grande choque, mas agora que fiz tratamento, estou ansioso para garantir que não volte a ocorrer. Esta é a minha melhor chance de parar o câncer”, diz.

Como funciona a vacina contra câncer de pele?

A vacina contra câncer de pele desenvolvida pela Moderna e MSD é um tipo de tratamento personalizado, ou seja, a composição do imunizante é alterada para se adequar às necessidades de cada paciente.

Com isso, a vacina instrui o organismo a produzir até 34 proteínas, cada uma visando “neoantígenos”, identificados a partir de sequenciamento genético, que podem estar causando o câncer no paciente tratado. Neoantígenos são proteínas encontradas nas células cancerígenas e a vacina personalizada prepara o sistema imunológico para atacar essas células em cada paciente.

“Esta é uma terapia individualizada e muito mais inteligente, em alguns sentidos, do que uma vacina”, disse Heather Shaw, oncologista e coordenadora nacional do ensaio clínico de fase 3 da mRNA-4157 (V940), ao jornal britânico The Guardian. “É absolutamente personalizado para o paciente – você não poderia dar isso ao próximo paciente na fila porque não esperaria que funcionasse.”

Ao utilizar o Keytruda combinado com o imunizante, é possível bloquear uma ação do sistema imunológico que poderia proteger as células cancerígenas.

“A ideia por trás desta imunoterapia é que, ao estimular o corpo a produzir essas proteínas, ele pode preparar o sistema imunológico para identificar e atacar rapidamente quaisquer células cancerígenas que as contenham, com o objetivo de prevenir a recorrência do melanoma”, explica Shaw, em comunicado.

Os testes estão sendo realizados em vários locais do Reino Unido. Além disso, há cerca de 1.089 pacientes inscritos para o ensaio clínico de fase 3, denominado INTerpath-001, em todo o mundo.

O estudo é randomizado, duplo-cego, controlado por placebo e comparador ativo. Isso significa que todos os pacientes receberão Keytruda, mas alguns receberão a vacina e, outros, placebo — de forma aleatória, sem saberem o que cada um está recebendo.

Mãe de garoto que agrediu adolescente de 13 anos diz que filho sofre ameaça

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A mãe de um dos jovens envolvidos na agressão do adolescente Carlos Teixeira, que morreu aos 13 anos, uma semana após colegas pularem sobre as costas dele em uma escola em Praia Grande (SP), alega que o filho está abalado emocionalmente e recebeu ameaças de morte.

Em entrevista ao G1, a mulher revelou que o menino “está arrasado pelo falecimento do Carlinhos e também pelo que estão fazendo com ele”. “São duas tragédias”.

“O povo está ameaçando, dizendo que se o encontrarem na rua vão matá-lo, pois querem ‘sangue com sangue’”, declarou a mãe.

Carlos Teixeira morreu após sofrer três paradas cardiorrespiratórias, no último dia 16, quando estava internado na Santa Casa de Santos (SP) . O garoto foi encaminhado para unidade de saúde após dois meninos pularem nas costas dele, em 9 de abril, na Escola Estadual Júlio Pardo Couto.

Segundo a mãe, seu filho envolvido na agressão, mesmo sem ser intimado, se apresentou no 1º Distrito Policial de Praia Grande,prestou depoimento à Polícia Civil, mas não participou do momento em que os colegas pularam sobre as costas de Carlinhos.

“Ele está muito arrependido (…) Sempre o ensinamos a não se envolver em brigas. Está escondido, sem sair na rua ou sequer estudar”, declarou.

Segundo ela, o menino vai responder por bullying e agressão corporal em dois processos diferentes.

Relembre o caso

Carlos Teixeira, um adolescente de 13 anos, morreu na terça-feira (16/4),  o pai dele, Julisses Fleming, afirmou que o filho era saudável e acredita que a morte aconteceu em decorrência da agressão sofrida dentro da Escola, no dia 9 de abril.

Imagens compartilhadas pelas redes sociais  mostram o momento em que Carlinhos é agredido por outro jovem e é hostilizado por outros alunos, dentro da instituição de ensino. Os registros em vídeo da agressão são de março.

Outro vídeo, gravado pelo pai de Carlos, Julysses Fleming, mostra o adolescente chorando de dor e relatando que foi agredido por um estudante na escola.

O caso é investigado pela Polícia Civil do Estado de São Paulo e é acompanhado pela Secretaria Estadual de Educação (Seduc) . A Prefeitura de Praia Grande está investigando as circunstâncias do atendimento do adolescente no pronto-socorro da cidade.

Mãe e filha resgatam cãozinho doente preso em bueiro na chuva no DF

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Essa é daquelas histórias que nos provam que nem todo anjo tem asas! Mãe e filha enfrentam a chuva, criam uma verdadeira força-tarefa e resgatam um cãozinho assustado que estava preso em um bueiro, em Brasília, no Distrito Federal.

Edna Souza e Leticia Alves ouviram um choro de cachorrinho pela vizinhança e foram atrás para ver do que se tratava. O doguinho foi encontrado dentro de um bueiro com grades, bastante desnutrido e ferido.

As duas mulheres tiveram que serrar as grades do bueiro para retirar o bichinho. E apesar de todo o sufoco, elas conseguiram retirar o cão do buraco e buscaram atendimento veterinário de imediato.

O resgate

Edna e Letícia não sabem como o animal foi parar alí e nem quanto tempo ficou. Segundo a médica veterinária que atendeu o caso, Lorena Fassina, o cão aparentemente estava preso há dias, considerando o estado de saúde do animal.

“Deve ter ficado no bueiro por aproximadamente 1 semana ou mais”, explicou a médica.

Para retirar as grades, Edna e Letícia utilizaram um martelo, sempre com atenção e cuidado para não ferir o animal.

Ajuda urgente

Mãe e filha correram para o ACR Cunha Hospital Veterinário, que fica na Asa Sul de Brasília e atende 24 horas.

“[o cão] Foi encontrado ontem 23-04-2024 a noite com vida dentro de um bueiro em meio a tanta chuva, com um ferimento enorme cheio de miíase (bicheira)”, escreveu Edna nas redes sociais.

Dra. Lorena também contou que foi preciso a ação de três profissionais para limpar os ferimentos do cão.

“O procedimento levou aproximadamente 1 hora e meia, ele teve que ser sedado, e foram três pessoas da equipe retirando as larvas, e foram aproximadamente mais de 200 delas”.

O buraco no pescoço

A médica veterinária explicou que apesar de ser grande o buraco no pescoço do animal, não era indicado fechar o ferimento.

“Tem o tamanho mais ou menos de duas mãos. Mais ou menos 10 a 15cm. Agora mais do que tudo, ele está combatendo uma infecção grave, por causa do ferimento e pelas larvas”, contou a Dra. Lorena.

O cãozinho seguirá em observação pela equipe do Hospital Veterinário e, segundo a médica, todos estão fazendo de tudo para curá-lo.

“Ele está se recuperando a cada dia mais, e dando o melhor que ele tem pra continuar vivo”.

O sortudo

O cãozinho ganhou um nome mais do que justo: Lucky, que significa “sortudo” em inglês.

Dra. Lorena contou que a torcida para que Lucky se recupere é grande dentro da clínica.

“E nós temos a certeza que ele vai conseguir se recuperar e sair dessa! Mesmo com uma ferida tão dificil de cicatrizar, ele desafia a lógica! Dá pra ver no olho dele que ele só precisava de uma chance pra ser salvo”.

Edna e Letícia estão pagando todo o tratamento do cãozinho e têm intenção de adotá-lo após alta médica.

Lucky com certeza será muito amado!

Ministério da Saúde amplia vacinação da dengue para mais 6 estados

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O Ministério da Saúde, anunciou, nesta quinta-feira (25/4), a expansão da vacinação contra a dengue para mais 625 municípios em 6 estados brasileiros: Alagoas, Ceará, Piauí, Rio Grande do Sul, Sergipe e Mato Grosso. As novas regiões serão contempladas com a quarta remessa de 986,5 mil doses que também será destinada para os municípios beneficiados nas etapas anteriores.

“Agora, temos 25 estados da federação contemplados com a vacina. Com essas novas remessas que estão sendo distribuídas, vamos chegar a 1,3 mil municípios atendidos em todo o Brasil. Importante destacar que estamos seguindo a lista de regiões previamente pactuada com os gestores de saúde dos estados e dos municípios”, explicou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, em entrevista a jornalistas.

A distribuição das doses nos municípios foi determinada com base em três critérios principais:

Ranqueamento das regiões de saúde e municípios;

Quantitativo necessário de doses conforme a disponibilidade (prevista pelo fabricante);

Cálculo do total de doses a serem entregues em uma única remessa ao município.

As doses destinadas para aplicação da segunda dose (D2) serão enviadas posteriormente considerando o intervalo recomendado de 3 meses para completar o esquema da vacinação. O Ministério da Saúde reforça que é fundamental que estados e municípios acompanhem as notas técnicas que serão elaboradas a cada envio.

Combate ao mosquito

Até o momento, o Brasil registra 3,8 milhões de casos prováveis de dengue, sendo 40,4 mil graves e de sinal de alarme. Os óbitos totalizam 1,7 mil.

Para evitar a dengue, a eliminação dos focos do mosquito segue como medida mais eficaz. As larvas do transmissor se desenvolvem em água parada. Dessa forma, é preciso empenho da sociedade para eliminar os criadouros com medidas simples e que podem ser implementadas na rotina, como tampar caixas d’água e outros reservatórios, higienizar potes de água de animais de estimação, tampar ralos e pias, entre outras.

Apoio aos estados e municípios

Além da assistência financeira ao Distrito Federal, o Ministério da Saúde já liberou R$ 140 milhões, por meio de portarias, para apoio aos seguintes estados: Acre, Amapá, Goiás, Espírito Santo, Minas Gerais, Santa Catarina, São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro; e mais 491 municípios. Os recursos são parte do R$ 1,5 bilhão reservado para este fim.

A brutal história japonesa que inspirou a série ‘Xógun: A Gloriosa Saga do Japão’

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Existe um momento de revirar o estômago no episódio de estreia da nova série de TV Xógun: A Gloriosa Saga do Japão que certamente define o padrão de brutalidade que virá em seguida.

Depois de suportarem a fome, o escorbuto e o suicídio do capitão a bordo de um navio mercante holandês destruído, o piloto – o major John Blackthorne (interpretado pelo ator Cosmo Jarvis) – naufraga com os sobreviventes da sua tripulação, perto do litoral de Anjiro.

Lá, captores armados de espadas lançam os náufragos em um fosso, onde eles aguardarão o seu destino.

Blackthorne consegue evitar sua execução, mas um membro da sua equipe não tem a mesma sorte. Ele é amarrado e colocado em um caldeirão, onde é cozido lentamente até a morte.

Não, eles não estão em Westeros, por mais que as críticas favoráveis recebidas pela série comparem Xógun: A Gloriosa Saga do Japão com Game of Thrones. Trata-se do Japão do ano 1600, uma época de grandes distúrbios, depois de dois séculos de guerras civis.

Aqui, Blackthorne – inspirado no navegador real William Adams (1564-1620), o primeiro inglês a chegar ao Japão – precisa se integrar a uma realidade estrangeira brutal, enquanto o instável governo dos cinco regentes ameaça se dividir em facções beligerantes após a morte do Taikō, o regente imperial aposentado.

Missionários católicos aumentam o antagonismo contra Blackthorne, que é protestante. E sua sobrevivência pode depender de uma aliança com Lorde Yoshii Toranaga (Hiroyuki Sanada), que, aparentemente, também foi marcado para morrer pelos políticos rivais.

Originalmente um best-seller de fama mundial (a ficção histórica de James Clavell, publicada em 1975, atingiu 15 milhões de cópias em 1990), Xógun: A Gloriosa Saga do Japão já demonstrou seu potencial para a televisão anos atrás.

Em 1980, a minissérie original da TV americana NBC, estrelando Richard Chamberlain, John Rhys-Davies, o ícone japonês Toshirō Mifune e Orson Welles como narrador, atingiu a segunda maior audiência da história da TV americana. Ela ganhou três prêmios Emmy, três Globos de Ouro e sua popularidade contribuiu para o crescimento dos restaurantes de sushi verificado naquela década, nos Estados Unidos.

Em 2024, a nova série criada por Rachel Kondo e Justin Marks praticamente ignora os grandes atores, mas traz um contexto histórico ainda mais intenso, oferecendo uma rica ilustração do Japão feudal em toda a sua glória e terror.

Em 1600, a dinâmica de poder mundial era muito diferente de hoje em dia.

Em 1588, a Inglaterra protestante foi forçada a defender o trono da rainha Elizabeth 1ª (1533-1603) contra uma tentativa de invasão do país. Naquele ano, a marinha espanhola tentou restabelecer o catolicismo e pôr fim ao apoio inglês à independência holandesa da Espanha.

Na época, a Espanha vivia em união dinástica com Portugal. O Tratado de Tordesilhas já havia dividido os domínios oceânicos fora da Europa entre os dois poderosos Estados ibéricos, em 1494.

Portugal, na vanguarda da exploração global, descobriu o Japão em 1543 e começou a comercializar produtos ocidentais com os japoneses, como armas de fogo (mosquetes). Ao mesmo tempo, o país europeu também difundia a fé católica no Japão, enviando missionários jesuítas.

Todo este contexto compõe o cenário da traiçoeira viagem de Blackthorne, logo na abertura de Xógun: A Gloriosa Saga do Japão.

“Os portugueses (e os espanhóis) tinham dois objetivos”, explica o professor de história e estudos do leste asiático Thomas D. Conlan, da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos. “O primeiro era converter o Japão ao cristianismo. O segundo era, finalmente, conquistar o Japão, convertendo lordes de alto escalão ao cristianismo.”

Conlan é autor do livro Samurai and the Warrior Culture of Japan, 471-1877: A Sourcebook (“Os samurais e a cultura guerreira do Japão, 471-1877: livro de referência”, em tradução livre).

“Mas os portugueses precisavam agir com cuidado”, prossegue o professor. “Militarmente, eles simplesmente não podiam competir com o poderio japonês.”

De fato, esses cuidados foram registrados já em 1552, por um dos primeiros visitantes ocidentais ao Japão.

“Eles são muito educados uns com os outros, mas não com os estrangeiros, que desprezam totalmente”, escreveu o missionário católico São Francisco Xavier (1506-1552), sobre a população japonesa em carta para a Companhia de Jesus na Europa. “Em suma, eles são um povo muito guerreiro e engajados em guerras contínuas entre si.”

‘Tempos brutais’

Naquela época, o Japão estava em meio a uma longa e caótica convulsão. Daí surgiram as tensões que parecem prontas para explodir em Xógun.

A era conhecida como o “Período dos Estados Beligerantes” (Sengoku Jidai, em japonês – c. 1461-1615) foi marcada por guerras civis quase constantes. Os senhores feudais lutavam pelo controle total do país.

Os objetivos de três senhores da guerra consecutivos – incluindo Toyotomi Hideyoshi, o recentemente falecido Taikō da narrativa de Xógun, e seu eventual sucessor, Tokugawa Ieyasu – seria atingido com a unificação do país no início dos anos 1600, mas não sem considerável força e violência nas mãos da classe dos bushi (os guerreiros samurais).

Cena de Cosmo Jarvis (esq.) interpretando o major John Blackthorne

O samurai com sua espada, de fato, respeitava um rigoroso código moral sobre os ideais do guerreiro cultivado.

Danny Chaplin, autor de Sengoku Jidai – Nobunaga, Hideyoshi and Ieyasu: Three Unifiers of Japan (“O período dos Estados beligerantes – Nobunaga, Hideyoshi e Ieyasu: os três unificadores do Japão”, em tradução livre), explica que as crenças dos samurais vinham de diversas tradições religiosas:

“Do budismo, o samurai aprendia a não temer a morte, já que a personalidade, de qualquer forma, era uma ilusão. Do xintoísmo, o samurai aprendia a reverenciar seus ancestrais, o que lhe conferia um profundo senso de lealdade e continuidade. Do confucionismo, ele aprendia os rudimentos do comportamento ante os demais, dentro de uma sociedade rigorosamente hierárquica.”

Mas, apesar dessas virtudes, os samurais também eram implacáveis na manutenção da ordem.

Para preservar a honra, por exemplo, era permitido ao samurai reagir imediatamente à percepção de um golpe por um membro das classes inferiores: kiri-sute gomen, a “autorização para cortar e deixar” [o corpo do rival]. Este costume é demonstrado logo no início da nova série, quando um camponês perde a cabeça na rua, figurativa e literalmente.

A lealdade ao seu líder também era um valor fundamental dos samurais. Morrer em serviço era considerado uma honra – e cair nas mãos do inimigo, ou sucumbir a um destino vergonhoso, era considerado uma desgraça.

Esses ideais chegaram até a era moderna, com os pilotos kamikaze da Segunda Guerra Mundial. E foram incorporados no ato de seppuku, ou suicídio por remoção dos próprios órgãos internos.

Este ritual é sugerido em Xógun: A Gloriosa Saga do Japão por Kashigi Yabushige (Tadanobu Asano), quando ele saca sua espada depois de cair no oceano, enfrentando uma morte vergonhosa por afogamento.

“Eram tempos violentos”, segundo Danny Chaplin. As espadas katana eram frequentemente “testadas” em prisioneiros condenados e a conquista de milhares de cabeças como troféus durante as batalhas “era uma prática comum dos samurais”.

Outro incidente famoso de 1597 é retratado na chegada da tripulação de Blackthorne ao Japão em Xógun: A Gloriosa Saga do Japão.

Quando o piloto de um galeão naufragado indicou que os espanhóis pretendiam conquistar o Japão enviando missionários para se infiltrarem no país, o Taikō quis deixar um exemplo como aviso. Hideyoshi então crucificou 26 cristãos e os empalou com lanças.

Da mesma forma que os Tudor ingleses decapitavam as viúvas e queimavam católicos na fogueira, os japoneses usavam métodos cruéis como aquele praticado com o infeliz companheiro de Blackthorne na série. O lendário bandido Ishikawa Goemon – uma espécie de Robin Hood japonês – foi cozido vivo nas margens do rio Kamo, em Kyoto, em 1594.

Cena da série Shōgun

“A violência como punição pretendia ser um espetáculo aterrorizante, para garantir o respeito às leis”, explica Thomas D. Conlan.

O próprio seppuku, muitas vezes considerado um “privilégio” para os samurais vencidos em batalha, também era escolhido como método de punição capital. Afinal, era menos provável que a família da vítima buscasse vingança por uma morte autoinfligida. Este método talvez tipificasse esse espetáculo mais do que qualquer outra coisa.

Em um incidente famoso, o Taikō chegou a ordenar que seu sobrinho já exilado morresse por suicídio em 1595, para evitar um possível questionamento sobre a sucessão do seu herdeiro.

Hideyoshi também executou toda a sua família, totalizando 39 homens, mulheres e crianças. Este tipo de crueldade colaborou para a percepção dos japoneses pelo Ocidente.

“Os europeus ficaram chocados ao saber que Hideyoshi faria isso com parentes próximos”, segundo Conlan.

O período Sengoku atingiria o ápice com a batalha de Sekigahara, em 1600 – a maior e, sem dúvida, mais importante do Japão feudal. Ela deixou até 36 mil pessoas mortas ou seriamente feridas em um único dia. Na série Xógun: A Gloriosa Saga do Japão, este evento parece pairar no horizonte.

Depois da batalha, o Japão entraria em uma nova era, chamada Edo, definida por mais de 250 anos de relativa paz, uma política externa isolacionista (para remover as influências coloniais e religiosas da Espanha e de Portugal) e pela proibição e perseguição aos cristãos.

Com um pouco de sorte, Blackthorne poderá chegar a viver nesse período. O certo é que ele terá que enfrentar muitos horrores para chegar lá.

A série Xógun: A Gloriosa Saga do Japão está disponível no Brasil no Star+ e na Disney+.

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