back to top
domingo, julho 12, 2026
Início Site Página 340

Carne bovina e milho são destaques na exportação brasileira

0

Carvão, brasa e carne, essa combinação é querida entre os brasileiros, principalmente no almoço de domingo, e até mesmo uns legumes assados como o milho. Como forma de celebrar estes ingredientes que estão presentes na mesa da população, nesta quarta-feira (24) é comemorado o Dia Internacional do Milho; Dia do Boi e do Churrasco.  

A data objetiva solenizar a agropecuária brasileira, já que o país é um dos principais produtores e exportadores do mundo. “O Brasil é esse grande produtor de alimentos graças nossa agropecuária forte, geradora de renda e oportunidade”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro. 

No que se refere a carne bovina, um dos setores produtivos mais importantes da economia nacional, o Brasil é o segundo maior produtor, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, de acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI).  

Já em relação ao ranking de países exportadores, o Brasil está em 1º lugar com relação comercial com 159 países. Somente no ano passado, foram exportados cerca de 2,536 milhões de toneladas de carne bovina in natura e processada. 

Os principais compradores do produto brasileiro são: China, Estados Unidos, Chile, Hong Kong e Emirados Árabes Unidos. 

Para o ano de 2024, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revela que a expectativa é de aumento na produção com 10 milhões de toneladas. Destes, 6,6 milhões de toneladas serão destinados ao mercado interno e 3,5 milhões de toneladas devem ser exportadas.  

Para o secretário de Comércio e Relações Internacionais, Roberto Perosa, o desempenho reflete a qualidade superior dos produtos brasileiros. “As exportações são uma importante fonte de receita, contribuindo para o fortalecimento da economia, a geração de emprego e renda, e a sustentabilidade do setor agrícola”, afirma. 

Outro ponto de destaque é a abertura de novos mercados. desde o início do ano passado, foram abertos mercados de carne bovina para México e República Dominicana, além de carne bovina enlatada para o Japão e carne bovina processada para Singapura. 

Dia Internacional do Milho

Do cozinho a refogado, ele pode virar pamonha ou curau. A diversidade do milho é grande e está sempre presente na mesa dos brasileiros devido também ao seu valor nutricional, rico em fibras e bioativos. Também é usado para a produção de bioetanol, silagem, entre outros. 

Conforme a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), há diversos tipos de milhos cultivados no Brasil. É o segundo grãos mais produzido no país. Desde a década de 1976/77 houve um crescimento de 88,8% de área plantada e de 585% da produção, em relação à safra 2022/23.

O milho é a principal cultura cultivada na segunda safra brasileira, segundo a Conab. A expectativa de produção estimada é de 110,9 milhões de toneladas no total. Sendo 23,3 milhões de toneladas de colheita na primeira e 85,6 na segunda safra. Os principais estados produtores são Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Paraná. Para o consumo interno a projeção é em torno de 84 milhões de toneladas.  

As exportações do grão em 2023 passaram de mais de US$ 13,4 bilhões. E até março deste ano já foram exportados mais de US$1,6 bilhões. De acordo com a SCRI o Brasil é o maior exportador do mundo e o terceiro maior produtor.  

Em 2023, mais de 120 países importaram milho brasileiro, sendo os principais: China, Japão, Coréia do Sul, Irã e Taiwan. 

Segundo o secretário Perosa, o sucesso das exportações de milho e carne bovina demonstra a robustez e a força da economia agrícola. “No último ano, alcançamos a liderança mundial na exportação de milho e mantivemos posições de destaque em carnes bovinas”, ressalta ele. 

Em 2023, Embrapa gerou R$ 85 bilhões de lucro social

0

Em 2023, o lucro social da Embrapa foi de R$ 85,12 bilhões. Esta é a principal informação da última edição do Balanço Social da Empresa – que completa 51 anos –, publicado neste mês. Desse total, R$ 80,55 bilhões referem-se aos benefícios econômicos de uma amostra de 182 tecnologias avaliadas pela instituição. Consideram-se ainda R$ 3,4 bilhões relativos à estimativa dos impactos gerados por cultivares Embrapa e parceiros e cerca de R$ 1,1 bilhão calculado a partir dos indicadores sociais e laborais da Embrapa. Os estudos de avaliação multidimensional de impactos, presentes no documento, revelaram também a geração de mais de 66 mil empregos.

“Estes estudos de avaliação de impactos da Embrapa são elaborados anualmente por 42 das Unidades de pesquisa da empresa e demostram, principalmente, os benefícios econômicos incorporados pelo setor produtivo com a adoção das soluções tecnológicas geradas. Esses valores são calculados por meio da soma do rendimento adicional obtido pelos adotantes dessas soluções”, explica Graciela Vedovoto, analista responsável pela área de avaliação de impactos na Superintendência de Estratégia (Suest). “A Embrapa possui uma longa experiência em avaliações de impactos econômicos, sociais, ambientais e do ponto de vista do desenvolvimento institucional”, afirma Graciela. Sob a perspectiva econômica, a série histórica do lucro social gerado pela Embrapa é apresentada no gráfico abaixo.

Como pode ser observado nesse gráfico, o lucro social da Embrapa em 2023, em termos reais, teve uma diminuição de 30% em relação ao ano anterior. Essa diminuição se deve, em grande medida, ao impacto econômico da tecnologia de Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) na cultura da soja, responsável por mais da metade do lucro social da Embrapa naquele ano. De acordo com o relatório de 2022, o impacto da FBN foi de R$ 72 bilhões, o que representou uma elevação de 89% em relação a 2021. Esse aumento ocorreu, principalmente, por conta do aumento do preço dos fertilizantes nitrogenados, resultado do contexto mundial de guerra envolvendo países produtores de fertilizantes. Em 2023, com a situação amenizada, o preço da ureia, um importante componente dos fertilizantes nitrogenados, voltou aos patamares normais, indicando o reequilíbrio desse mercado; como resultado, o impacto da FBN, que poupa fertilizantes nitrogenados, também retornou aos patamares anteriores.

Patamares normais de crescimento

A relação entre o lucro social e a receita operacional líquida (ROL), presente no Balanço Social, é  outro importante indicador de desempenho da contribuição da Embrapa à sociedade. Quando relacionamos, em 2023, o lucro social de R$ R$ 85,12 bilhões com a receita operacional líquida de R$ 4,01 bilhões, temos então o índice de retorno social de R$ 21,23 para cada real aplicado na Embrapa. Essa relação, que foi atípica em 2022, chegando a 34,7, voltou aos patamares normais de crescimento em 2023. A série histórica completa da relação entre o lucro social e a receita operacional líquida se encontra na figura apresentada a seguir. Observando a linha de tendência (em vermelho) associada a essa relação constata-se um crescimento positivo ao longo dos últimos 27 anos de apuração.

Nesse caso, é importante ressaltar que os impactos estimados anualmente são resultados de investimentos em pesquisa realizados na Embrapa em décadas anteriores. Assim, considerando a média da relação entre lucro social e o resultado operacional líquido (ROL) desde 1997, verificamos que, para cada real investido pelo governo, há um retorno de R$ 13,17 para a sociedade.

Aumento de 5% nos estudos de impacto

Apesar desse contexto da FBN, o Balanço Social de 2023 teve um aumento de 5% em relação aos estudos de impacto. Outros fatores, já observados em 2022, como o crescimento da área de adoção de tecnologias emblemáticas, foram verificados em 2023. Este é o caso dos inoculantes solubilizadores de fosfato. Em 2020, para fins de avaliação, se considerou uma área de 339.610 ha, enquanto em 2021 foram analisados impactos econômicos abrangendo uma área de 2.450.150 ha. Já em 2022, essa tecnologia foi adotada em 2.766.310 ha, e, em 2023, sua adoção alcançou quase 4 milhões de hectares. Ou seja, um aumento de mais de 1.000% em quatro anos. Os estudos em curso vêm ainda demonstrando a adoção dos inoculantes solubilizadores de fosfato em outras culturas, como a da cana-de-açúcar.

Impacto de longo prazo

Em termos gerais, o principal impacto de longo prazo gerado pelos conhecimentos e tecnologias da Embrapa para a agropecuária nacional foi a redução de custos dos alimentos, em decorrência do aumento sustentável da sua oferta. Isso resultou na diminuição do valor da cesta básica em mais de 50% nos últimos 50 anos. Essa queda nos preços reais dos alimentos ao longo das últimas décadas possibilitou a elevação do salário real, especialmente o das classes de mais baixa renda. Esse é o ganho social mais importante advindo da pesquisa agrícola. Em um país com disparidades sociais e de renda, não existe política distributiva mais eficaz do que aquela que reduz o preço da comida para a população pobre.

Impactos sociais

Sob a perspectiva social, foram gerados mais de 66 mil empregos a partir da adoção das tecnologias da Empresa. Tais empregos gerados e descritos no Balanço Social são adicionais, ou seja, gerados em 2023 por meio do aumento da adoção das soluções tecnológicas da Embrapa. Nesses casos, foi possível estimar a geração de empregos ao longo da cadeia produtiva de cada uma das soluções relacionadas. Os estudos de impactos sociais, que mensuram a geração de empregos, são específicos e amostrais. Na figura a seguir, é possível verificar que as soluções tecnológicas relacionadas a manejo animal e vegetal são as que mais geraram postos de trabalho em 2023. É possível ainda analisar a geração de empregos do ponto de vista da localidade, ou seja, dos estados onde estão localizados os centros de pesquisa da Embrapa. Assim, verifica-se um predomínio da geração de empregos nas regiões Nordeste e Norte, conforme pode ser observado na figura seguinte. Há ainda tecnologias que geram empregos em todo o território nacional, sendo estas agrupadas com as tecnologias dos centros das regiões Sudeste e Centro-Oeste.

Estimativas de adoção

A Embrapa também estima, anualmente, a adoção de centenas de suas soluções tecnológicas. Reunindo-se as tabelas de impactos e de adoção, é possível verificar o registro de 462 soluções tecnológicas, resultado da soma da adoção mensurada nos 182 estudos de avaliação multidimensional de impactos e de 240 estimativas de adoção de uma segunda amostra de tecnologias. A adoção pode ser mensurada de diversas formas: hectares, cabeças, downloads, usuários, equipamentos, toneladas, etc. Um aspecto interessante da mensuração de um conjunto tão amplo de tecnologias é a verificação do uso concomitante de tecnologias. Um exemplo desse aspecto é a adoção de tecnologias desenvolvidas para o cultivo da soja.

As informações levantadas nesse caso permitem uma comparação entre a área plantada de soja no Brasil em 2023 e a adoção de algumas tecnologias da Embrapa. Assim, verifica-se que quase toda soja plantada no Brasil utiliza sementes inoculadas que permitem a fixação de nitrogênio. Há também o uso de tecnologias relacionadas ao tratamento do solo e, por fim, uma política pública cuja participação da Embrapa se dá na definição dos principais parâmetros: o vazio sanitário. Informações como essas permitem localizar onde está a Embrapa no cultivo da soja: nota-se uma pequena participação no mercado de sementes em detrimento do vasto uso de tecnologias relacionado ao tratamento da planta e do solo.

Plataforma e-Campo

O Balanço Social incorpora nesse ano mais uma dimensão de avaliação: a capacitação on-line por meio de sua plataforma e-Campo. Lançada em 2018, esta plataforma oferece capacitações on-line criadas pela Embrapa e parceiros. Os cursos são produzidos por equipes multidisciplinares com base em metodologias e estratégias adequadas à capacitação de adultos, respeitando-se a experiência do(a) participante e priorizando a aplicação prática dos conteúdos. Em 2023, o e-Campo ofertou 143 capacitações, das quais 119 gratuitas, e obteve 206.435 inscrições. Desde seu lançamento, já recebeu 1.076.453 inscrições.

Produção técnica e científica

O Balanço Social também apresenta indicadores de uso da produção técnica e científica da Embrapa sob duas óticas: da comunidade científica e do público em geral, em particular da comunidade da assistência técnica rural pública e privada. A citação de um artigo é um indicador tradicional e historicamente reconhecido do impacto desse conhecimento na comunidade científica, o qual vem sendo analisado pela Embrapa desde meados dos anos 2000, tomando-se como referência a base de dados internacional Web of Science (WoS). O número total de artigos científicos da Embrapa na WoS passou de 13.799 em 2013 para 31.070 em 2022. O total de citações desses artigos aumentou de 108.246 em 2013 para 559.751 em 2022. Nesse período houve um importante crescimento qualitativo, visto que, enquanto os artigos cresceram a uma razão de 2,25, as citações cresceram 5,17 vezes. Assim, as citações por artigo se multiplicaram por 2,30. Veja esses números na tabela e na figura apresentadas a seguir.

Além das citações, a Embrapa também acompanha os downloads de suas publicações técnicas e científicas disponíveis na internet. O download é uma proxy do uso dos conhecimentos gerados e divulgados pela Empresa, especialmente, no âmbito da assistência técnica pública e privada. Para isso, são contados os downloads das publicações presentes nas bases de dados Ainfo Digital, Alice e Infoteca-e, considerando-se um download por IP (Internet Protocol – protocolo de rede). Entre 2014 e 2023, foram realizados 205.651.543 downloads das publicações da Embrapa a partir dessas três bases de dados.

Compromisso com a sustentabilidade

O compromisso da Embrapa com a sustentabilidade está presente há mais de 25 anos em seus diversos planos diretores. Entre suas consequências, destaca-se a concessão à Empresa, em 2022, do prêmio Champion Award, pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), por sua contribuição ao alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU). As 182 tecnologias avaliadas neste Balanço Social foram alinhadas aos 17 ODS da ONU. Destacaram-se as contribuições para os ODS 2 (Fome zero e agricultura sustentável), ODS 8 (Trabalho decente e crescimento econômico) e ODS 12 (Consumo e produção responsáveis).

Outros resultados importantes

A apresentação de resultados no Balanço Social não se esgota com os tipos de avaliação realizados anteriormente. Destacam-se, ainda, os casos de sucesso apresentados nesta edição. São soluções emblemáticas, como o manejo sustentável dos açaizais nativos da Amazônia, o boi safrinha do Cerrado, o crescimento do sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) em Goiás, o maracujá-azedo ‘BRS Gigante Amarelo’, a cenoura ‘BRS Carmela’, as soluções para saneamento rural, as uvas e vinhos brasileiros, o curso on-line de compostagem orgânica e o bioinsumo Auras, usado para combater o estresse hídrico nos veranicos. Outros pontos significativos são as 1.100 ações de relevante interesse social e os 367 prêmios e homenagens, sendo boa parte deles (165) recebidos em todo o País, em reconhecimento aos 50 anos da Embrapa, ocorridos em 2023. Toda essa honrosa distinção reflete a gratidão à Embrapa, por sua contribuição à sociedade brasileira, mas também representa uma enorme responsabilidade pelo que a Empresa é ainda capaz de fazer nos próximos 50 anos.

Campeonato municipal de Alto Alegre dos Parecis é iniciado com recurso destinado pelo deputado Ezequiel Neiva

0

O 22º Campeonato Municipal de Alto Alegre dos Parecis teve início no último final de semana, com o apoio do deputado Ezequiel Neiva, que destinou R$ 83 mil para a aquisição de uniformes, bolas, redes e custeio de 100% da arbitragem. As 22 equipes que participam da competição receberam kits de uniforme e bolas. Além dos times que disputam o municipal, seis equipes da escola de futebol do município também receberam uniformes e bolas. O investimento foi solicitado pelo vereador Izaias Jovino.

Na entrega do material esportivo o deputado Ezequiel Neiva foi representado pelo chefe de gabinete, Mario Leite. “O Campeonato Municipal é muito importante. Envolve esportistas de toda a cidade. É um momento de confraternizar com os amigos”, destacou Mario Leite ao afirma que o deputado tem priorizado o atendimento ao esporte.

Wiveslando Neiva, filho do deputado, também participou a solenidade de entrega. “A prática do esporte é muito importante para qualquer idade. Investir nessa área é cuidar da saúde da população”, observou.

O prefeito Denair agradeceu ao deputado Ezequiel Neiva por todos os investimentos que o parlamentar tem realizado no município. Disse que o deputado tem sido um parceiro de primeira hora.

O vereador Izaias frisou que o Campeonato Municipal é uma tradição para os esportistas da cidade e que o recurso destinado valorizará ainda mais a competição.

Medida provisória busca ampliar crédito para baixa renda e pequenos negócios

0

O governo federal publicou a MP 1.213/2024, que cria o Programa Acredita, com o objetivo de ampliar o acesso ao crédito para famílias de baixa renda e pequenos negócios.

O texto foi publicado no Diário Oficial da União na terça-feira (23) e já está em vigor. Para virar lei, a MP será analisada em comissão mista do Congresso e, depois, será votada pela Câmara e pelo Senado. Deputados e senadores já começaram a apresentar emendas à matéria.

A medida provisória cria um programa de microcrédito (operações em torno de R$ 6 mil) para inscritos no Cadastro Único (CadÚnico). Por meio do Fundo Garantidor de Operações (FGO), o programa vai garantir empréstimos contratados pelo público-alvo. Pelo menos metade das concessões devem ser direcionadas a mulheres.

Também cria o programa Desenrola Pequenos Negócios, destinado à renegociação de dívidas dos microempreendedores individuais (MEIs), das microempresas e das pequenas empresas.

Empresas inadimplentes com o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) poderão repactuar dívidas mesmo após a honra das garantias, quando instituições tomam bens dados para cobrir inadimplências.

A MP também estabelece condições especiais de taxas e garantias, através do FGO, para operações de crédito destinadas a MEIs e microempresas.

A medida provisória também institui o Programa de Mobilização de Capital Privado Externo e Proteção Cambial (Eco Invest Brasil), que vai oferecer soluções de proteção cambial aos investimentos estrangeiros em projetos sustentáveis no país.

O público-alvo são investidores estrangeiros, empresas de projetos sustentáveis, o mercado financeiro e as entidades governamentais envolvidas em sustentabilidade. O Eco Invest contará ainda com linhas de crédito para financiar projetos de investimentos alinhados à transformação ecológica que usem recursos estrangeiros.

Lançada cartilha com dicas para mulheres candidatas nas eleições deste ano

0

Foi lançada nesta quarta-feira (24), na Câmara dos Deputados, uma cartilha com dicas para as mulheres que atuam na política partidária, especialmente as que sairão candidatas a prefeitas ou vereadoras no pleito deste ano. O objetivo é ajudar a compreender os desafios enfrentados pelas mulheres para exercer seus direitos políticos.

A cartilha “Mulheres na política: construindo igualdade de gênero nas eleições 2024” foi produzida por pesquisadoras da Universidade Federal de Goiás (UFG) a partir de uma parceria com o Observatório Nacional da Mulher na Política da Câmara. O material aborda temas como os obstáculos enfrentados pelas mulheres na política, violência de gênero e a importância da participação feminina nos espaços de poder.

O livro pode ser baixado gratuitamente na página na internet deolhonasurnas.ufg.br, também lançada nesta quarta.

Conforme explicou a coordenadora técnica do projeto De Olho nas Urnas, Ana Paula de Castro, o objetivo da cartilha é informar as mulheres com linguagem acessível e compreensível. O livro traz exemplos em resposta a dúvidas manifestadas por 78 entrevistadas em todo o Brasil, especialmente acerca da violência de gênero na política. Um exemplo são os comentários que reforçam a ideia de que a política é um espaço exclusivamente masculino.

“A cartilha apresenta proteções legais, arcabouço jurídico pertinente, para facultar às mulheres a efetivação dos seus direitos. Disponibilizamos conhecimento acadêmico à comunidade em geral”, detalhou Ana Paula de Castro. “Trabalhamos com extrema sensibilidade. A cartilha tem uma abordagem inclusiva, sensível às mulheres também em suas particularidades: mulheres cis, trans, negras, indígenas, do campo e da cidade”, afirmou.

A coordenadora-geral do Observatório da Mulher na Política, deputada Yandra Moura (União-SE), disse que ela própria é vítima de violência de gênero. “A cartilha me deu noção de que eu estava sofrendo violência política de gênero no meu estado. Eu não sabia que eu estava. Eu, que sou coordenadora do Observatório da Mulher na Política, estou deputada federal, sou advogada. Vocês conseguem imaginar quantas mulheres não se dão conta disso? A gente normaliza as agressões que sofre no dia a dia”, lamentou a parlamentar.

Dados
Reitora da Universidade Federal de Goiás, Angelita Lima acredita que, ao final do ano, juntando dados das eleições de 2020 e de 2024, será possível acompanhar melhor os pleitos no Brasil, respondendo antecipadamente a questões e podendo estruturar ações para enfrentar a exclusão das mulheres na política.

Dados já disponíveis no site De Olho das Urnas apontam para um percentual de 33,5% de mulheres candidatas nas eleições municipais de 2020, dentro do total de candidatos. As eleitas representaram, naquele ano, 15,8% do total. Destas, 59,6% eram brancas; 38,7% pretas ou pardas; e 0,5%, indígenas.

No evento, a presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara, deputada Ana Pimentel (PT-MG), afirmou que não é possível pensar em democracia dentro do atual grau de exclusão das mulheres.

“Essa exclusão é consequência da desigualdade entre homens e mulheres na sociedade, que ainda aprisiona mulheres na tarefa de cuidado e constrói uma ideia de que esse é um destino natural delas”, criticou Ana Pimentel.

O evento de lançamento da cartilha foi promovido pela Secretaria da Mulher da Câmara em parceria com a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.

Megaoperação contra golpes na internet prende grupo em SP e DF e derruba 540 sites

0

As polícias civis do Distrito Federal (PCDF) e de São Paulo (PCSP) deflagraram uma megaoperação em São Paulo nesta quinta-feira (25) para desarticular uma organização criminosa especializada em golpes cibernéticos.

Autoridades defendem acesso direto a dados de conexão de abusadores de crianças Fonte: Agência Câmara de Notícias

0

Representantes do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF) defenderam nesta quarta-feira (24), em audiência pública da Comissão de Comunicação da Câmara dos Deputados, que as instituições tenham mais autonomia nas investigações de crimes sexuais contra crianças e adolescentes, incluindo o acesso direto a dados cadastrais e de conexão dos suspeitos. Atualmente, os dados de conexão só podem ser acessados após decisão judicial.

O debate foi proposto pela deputada Silvye Alves (União-GO), relatora do projeto de lei que define novas regras para a guarda e a transferência de dados de usuários por provedores de internet em caso de investigação de crimes contra crianças e adolescentes (PL 2514/15). O texto garante às instituições, por meio de requisição, acesso aos dados de conexão e cadastrais do usuário, independentemente de autorização judicial.

De acordo com a deputada, em 2023, a Safernet recebeu 71.867 novas denúncias de abuso e exploração sexual infantil.  “A realidade é que essas condutas continuam a ser praticadas na internet por usuários de sites criminosos nas chamadas deep e dark web. Precisamos de uma resposta aqui do nosso legislativo para esse tipo de crime”, disse a relatora.

Delegada do departamento de Repressão a Crimes Cibernéticos da PF, Erika de Oliveira, que atua diretamente na repressão a esses crimes e no resgate das vítimas, criticou a dificuldade de acesso a dados de conexão dos suspeitos, além da lentidão de resposta dos provedores. “A gente quer ter meios e instrumentos adequados para conseguir os dados cadastrais de maneira célere, para que a gente consiga enfrentar realmente os crimes”, disse.

Para a delegada, os provedores devem ser obrigados a permitir o acesso aos registros conexão. “Hoje em dia esse dados não são considerados dados cadastrais e, por conta disso, são negados com alegação de que invadem a intimidade do indivíduo”, concluiu.

O procurador da República George Neves Lodder, do Ministério Público Federal, defendeu vários pontos do projeto em debate, como a autorização para que o Ministério Público e a polícia possam fazer diretamente a requisição de retirada de conteúdo envolvendo abuso sexual de crianças.  Atualmente, a exclusão de conteúdo depende de autorização judicial.

Lodder também entende ser fundamental garantir aos órgãos de investigação acesso aos dados de conexão dos suspeitos sem necessidade de decisão judicial. “Eu acho interessante que a gente tenha, por exemplo, esse pedido dos dados de conexão e cadastrais formulados diretamente pelos órgãos”, pontuou.

Audiência Pública - Uso da internet para prática de crimes contra crianças e adolescentes. Gerente de Políticas Públicas para Segurança e Bem-estar - Meta (Facebook), Tais Niffinegger.

Redes sociais
Em nome da Autoridade Nacional de Proteção de Dados, Rodrigo Santana falou sobre os riscos à privacidade por conta do compartilhamento de conteúdos com crianças pelos próprios pais nas redes sociais. “Temos que ter cuidado com os dados que nós colocamos nas redes sociais.”

Outro ponto crucial, segundo ele, é aumentar o controle do que os filhos fazem nas redes. Ele informou que 95% das crianças e adolescente de 9 a 17 anos são usuários de internet e 88% dos usuários de internet com essa idade reportaram ter perfil em redes sociais

“Outro dado também é que 16% dos usuários de 11 a 17 anos afirmaram ter recebido na internet mensagem de conteúdo sexual e 9% desses usuários afirmaram ter recebido pedido de foto ou vídeo em que apareceria nua”, disse.

Representantes de plataformas como a Microsoft e o Facebook (Meta) também participaram do debate e comentaram ações de prevenção adotadas para combater crimes dessa natureza, além de relatarem a disposição de colaborar com as autoridades.

“Nós não permitimos conteúdo ou atividades que explorem sexualmente ou coloquem em risco as crianças. Isso inclui também o conteúdo gerado por inteligência artificial”, disse Tais Niffinegger, do Facebook.  “Sempre que tomamos conhecimento de alguma situação, denunciamos esse conteúdo diretamente ao NCMEC”, concluiu.

O NCMEC é uma organização sem fins lucrativos criada pelo Congresso dos Estados Unidos para centralizar denúncias sobre exploração infantil e reportar os casos diretamente às autoridades dos países.

Cacau Show investirá R$ 1 bilhão para a produção de cacau no Brasil, diz CEO

0

O preço do cacau atinge níveis recordes na bolsa de valores de Nova York. Os lotes da amêndoa para maio foram negociados, pela primeira vez na história, a 11.311 dólares a tonelada. A alta tem efeito direto nas margens das varejistas de chocolate e é refletida em movimentos inéditos, como da Cacau Show, que investirá 1 bilhão de reais para o desenvolvimento de 7.000 hectares de cacau no Brasil, em até 10 anos. “O Brasil tem cerca de 600.000 hectares para a produção de cacau. Neste cenário, o anúncio de novos 7.000 hectares é um desafio hercúleo”, diz Alexandre Costa, fundador e presidente da Cacau Show, em entrevista exclusiva à EXAME.

Há onze anos a Cacau Show investe na fazenda própria,  a Dedo de Deus, em Linhares, no Espirítio Santo. É de lá que sai o cacau para a produção do chocolate Bendito Cacao. Mas, atualmente, apenas 3% da matéria-prima utilizada nos produtos  são oriundos dessas fazendas.

“Este plano de expansão da cacauicultura  começou, praticamente, na semana passada. A intenção é plantar para colher nos próximos anos, em microregiões da Bahia, do Pará e do Espírito Santo, de modo a abastecer nossa demanda de 25.000 toneladas de grão ao ano”, afirma. Os outros 97% são comprados de forncedores, de fazendas do mundo todo, ligadas, por exemplo, à Cargill, a maior comercializadora do mundo de produtos agrícolas.

Na semana passada, Alexandre esteve em Riachão das Neves, no Oeste da Bahia, no evento Cacauicultura 4.0, para conhecer as possibilidades de avanço a partir de técnicas de plantio de outras culturas. “Tivemos trocas com uma das maiores produtoras de laranja do país, pois entendemos que outras culturas têm muito a nos ensinar”.

Com a novidade, a Cacau Show amplia sua presença como produtora de cacau e diversifica o negócio, que agora inclui parques de diversões após a compra do Playcenter. “Nosso negócio é tocar a vida das pessoas pelo cacau. Ter um parque temático é extremamente ligado à essa estratégia porque vamos não só gerar entretenimento, mas como contar a história do cacau e dos produtos derivados. Queremos que o consumidor conheça o que ele compra e entenda os desafios da cadeia”, diz.

Um exemplo disto, de acordo com o executivo, é o que acontece nos investimentos em hotelaria. “A Cacau Show vai crescer por meio de todas as manifestações ligadas ao cacau. Seja na fazena, na hotelaria, como o que fazemos com o Bendito Cacao — resort inaugurado em 2021, em Campos do Jordão– ou nos parques”, afirma. A companhia prevê também a inaguração de um hotel em Águas de Lindóia neste ano e de um parque indoor, em junho, no shopping Grand Plaza, em Santo André (SP).

Mudanças climáticas x produtividade

Em um cenário no qual a produção de cacau é duramente afetada por mudanças climáticas e fenômenos como o El Niño, o deasafio da cacauicultura está na eficiência. Mas, Alexandre acredita que a companhia supera os desafios. “O Brasil colhe, em média, 450 quilos por hectare, porém, temos áreas com 2.000 quilos colhidos por hectare. Isto é quatro vezes mais do que a média do Brasil”.

A chave da produtividade é o desenvolvimento em tecnologia. “A maior parte do Brasil trabalha com o sistema de cabruca, que é poético, mas não permite grandes automatizações. É um processo caro e que tem mais desafios para fechar a conta. Nós estamos trabalhando com um sistema de colheita que permite mais tecnologia por ações como o maior espaçamento entre as árvores”, diz.

De acordo com ele, a fazenda da companhia tem técnicas de manejo necessárias para o crescimento do cacau, com árvores nativas de diferentes espécies próximas. o desenvolvimento de sistemas de sombra e irrigação. “Trabalhamos com a muda PS1319, que é de altíssima qualidade e temos o selo Rainforest Alliance”. Para conseguir a certificação, a companhia passa por um processo de avaliação que comprova as boas práticas sustentáveis, ambientais e de bem-estar no trabalho dos funcionários envolvidos.

Alexandre ainda prevê o uso do cacau em outras frentes. “Já estamos usando o mel do cacau em nosso hotel. Vamos produzir geléias, doces, entre outros”. Enquanto isto não acontece, a companhia segue comprando grande parte do cacau e de olho no mercado para reavaliar as políticas de preços do produto final. “O mercado está emocional, mas a demanda não vai segurar o preço atual. Estamos trabalhando para suavizar o repasse e a partir da produtividade, qualidade dos produtos e crescimento da empresa”, finaliza.

Motoristas e aplicativos divergem sobre proposta de regulamentação

0

Representantes dos motoristas de aplicativos e das plataformas de transporte de passageiros divergiram nesta quarta-feira (24), em debate na Câmara dos Deputados, sobre a proposta do governo para regulamentação da categoria.

O Projeto de Lei Complementar (PLP) 12/24, do Poder Executivo, será analisado pelas comissões da Câmara antes de chegar ao Plenário. O texto trata apenas dos motoristas de aplicativos – os entregadores serão alvo de outra proposta.

Segundo o governo, a ideia é assegurar direitos trabalhistas e previdenciários – como remuneração mínima e direito à aposentadoria – sem interferências na autonomia dos motoristas na escolha dos horários e das jornadas de trabalho.

O secretário-executivo do Ministério do Trabalho e Emprego, Francisco Macena, ressaltou que a proposta surgiu após dez meses de discussões com sindicatos e empresas. “O projeto define um trabalhador autônomo com direitos”, afirmou.

Expectativas frustradas
O vereador da Câmara Municipal de São Paulo Marlon Luz (MDB), ex-motorista de aplicativo e conhecido como Marlon do Uber, disse que a categoria defende uma regulamentação, mas a versão do governo não atendeu às expectativas.

Ele afirmou que, para os motoristas, o valor mínimo da hora trabalhada previsto no texto (R$ 32,10) poderá virar o teto pago por aplicativos. A remuneração por quilômetro rodado e um mínimo de R$ 10 por corrida agradam mais, explicou.

O presidente da Associação de Motoristas Particulares Autônomos do Rio de Janeiro (Ampa-RJ), Denis Moura, alertou que o mínimo sugerido pelo governo deixou de lado vários custos – com seguros, manutenção e despesas diversas.

Denis Moura também criticou o fato de o Ministério do Trabalho ter consultado apenas sindicatos e empresas. “Em 2017, quando quiseram acabar com a nossa profissão, não havia sindicatos, quem reagiu foram as associações”, lembrou.

Durante o debate, o diretor-executivo da Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec), André Porto, informou que os aplicativos defendem a regulamentação da categoria. Ele representava também as empresas Uber e 99.

“O PLP 12/24 traz pontos positivos que o tornam, no nosso entendimento, um projeto equilibrado”, disse André Porto. Segundo ele, há avanços em relação à segurança jurídica. “Cabe ao Congresso avaliar eventuais melhorias”, afirmou.

Polêmicas e debates
O debate na Comissão de Viação e Transportes da Câmara foi proposto pelos deputados Mauricio Marcon (Podemos-RS), Daniel Trzeciak (PSDB-RS), Gutemberg Reis (MDB-RJ), Leônidas Cristino (PDT-CE) e Rafael Prudente (MDB-DF).

“A futura legislação impactará diretamente a forma como esses motoristas desempenham as atividades profissionais, com reflexos também na vida dos consumidores”, disse Mauricio Marcon, ao solicitar a realização do debate.

Na semana passada, a proposta do governo causou polêmica durante comissão geral no Plenário da Câmara. O deputado Daniel Agrobom apresentou o Projeto de Lei 536/24 que, segundo ele, contemplará melhor os motoristas.

Nesta quarta-feira, os deputados Abilio Brunini (PL-MT), Bebeto (PP-RJ) e Darci de Matos (PSD-SC) criticaram o texto do governo. Já Leônidas Cristino (PDT-CE) pediu calma aos motoristas. “O Congresso deverá melhorar a proposta”, avaliou.

Participaram ainda da audiência pública o diretor de Políticas Públicas do iFood, João Sabino; o diretor-executivo do Instituto Livre Mercado, Rodrigo Marinho; e o procurador do Trabalho Renan Bernardi Kalil.

Orientação sobre doenças ocupacionais e ergonomia do trabalho será realizada para servidores da Alero

0

Nesta sexta-feira (26), a Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) será palco de um evento para a conscientização e prevenção de doenças ocupacionais. Com o tema “Doenças Ocupacionais e Ergonomia do Trabalho”, a palestra será ministrada pela fisioterapeuta Vitângela Freitas Figueiredo, coordenadora do curso de Fisioterapia do Centro Universitário São Lucas.

Promovido pela Secretaria de Modernização e Gestão da Casa, o evento ocorrerá no Plenarinho 2, com início às 10 horas. As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas aqui.

Conforme Lindomar Almeida, técnico em segurança do trabalho, a iniciativa integra o calendário do “Abril Verde”, mês dedicado à conscientização sobre segurança no trabalho e prevenção de acidentes e doenças laborais. “Em um cenário onde a saúde ocupacional ganha cada vez mais destaque, eventos como este se tornam fundamentais para disseminar conhecimento e boas práticas entre os colaboradores. A ideia é conscientizar”, disse.

Doenças ocupacionais e problemas relacionados à ergonomia representam grandes desafios para empresas e instituições em todo o mundo. Além do impacto direto na saúde e bem-estar dos trabalhadores, tais questões também acarretam prejuízos financeiros e produtivos para as organizações.

Em Rondônia, dados do Ministério da Economia, no Portal da Inspeção do Trabalho, mostram que, em 2021, foram registrados 3.203 acidentes de trabalho. Somente em Porto Velho foram 833. Os dados estão dispostos no Painel de Informações e Estatísticas da Inspeção do Trabalho no Brasil.

A realização da palestra, esclarece Lindomar, evidencia o compromisso da instituição com a saúde e segurança dos servidores e estagiários, além de reforçar a importância da prevenção e da promoção de ambientes de trabalho saudáveis e seguros.

Transição de carreira no Vida Plena com histórias de mudança profissional e recomeço

Transição de carreira no Vida Plena: recomeço

0
Episódio reúne histórias reais de mudança profissional, planejamento, coragem e propósito.
Caderneta de Saúde das Pessoas Trans é tema de oficina sobre atendimento no SUS

Caderneta de Saúde das Pessoas Trans é tema de oficina com apoio do MPRO

0
Documento reúne registros de saúde, vacinação e nome social para fortalecer acompanhamento na rede pública.
Gás do Povo deve ser consultado por famílias de Rondônia antes da retirada do botijão

Famílias de Rondônia devem conferir vale do Gás do Povo de julho

0
Consulta oficial informa situação do benefício e revendas credenciadas para retirada do botijão.
FGTS Calamidade pode ser solicitado por moradores atingidos por cheia em Porto Velho

Moradores atingidos por cheia podem pedir FGTS Calamidade em Porto Velho

0
Pedido é feito pelo aplicativo FGTS até 17 de setembro e depende de saldo, residência em área atingida e análise documental.
Dia D contra a dengue terá força-tarefa no bairro Ulisses Guimarães em Porto Velho

Porto Velho terá força-tarefa contra a dengue no Ulisses Guimarães

0
Moradores receberão orientação das equipes e poderão separar objetos que acumulam água para recolhimento.