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domingo, julho 12, 2026
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Cacoal se prepara para o Campeonato Estadual de Motocross

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Cacoal se prepara para receber mais uma edição do Campeonato Estadual de Motocross, em uma parceria que promete agitar a Capital do Café. O evento, que acontecerá nos dias 27 e 28 de abril, na pista do Bosque, contará com o apoio do deputado estadual Cássio Gois (PSD), que mais uma vez demonstra seu apoio à cultura, turismo e esportes da região.

Com entrada gratuita ou mediante a doação de um quilo de alimento não perecível, o evento será uma excelente opção de lazer para os amantes do motocross e para toda a família, segundo a organização do evento. A realização é fruto da parceria entre Liga Independente de Motocross do Estado de Rondônia (Limero) e Cacoal Motoclube, que juntos buscam promover uma competição de alto nível, valorizando o esporte e a cidade de Cacoal e região.

O deputado Cássio Gois acredita no potencial do Campeonato Estadual de Motocross como uma ferramenta de desenvolvimento local, incentivando o turismo e movimentando a economia da região. Segundo ele, a parceria com o evento reforça o compromisso do seu mandato em apoiar iniciativas que contribuam para o crescimento e a valorização de Cacoal e de Rondônia como um todo.

“A abertura do Campeonato Estadual de Motocross promete ser um grande sucesso, com muita adrenalina, emoção e a presença de pilotos talentosos. Não perca essa oportunidade de vivenciar um dos maiores eventos esportivos da região. Venha para o Bosque nos dias 27 e 28 de abril e faça parte dessa festa”, convidou o deputado Cássio Gois.

Entrega de tablets fortalece educação em Rondônia: “Recursos digitais acessível a todos”

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O governador de Rondônia, Marcos Rocha anunciou esta semana a entrega de mais de 23 mil tablets para alunos do Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino, com o objetivo de impulsionar a integração da tecnologia na Educação, e facilitar o acesso desses estudantes as plataformas de estudo disponibilizadas pelo Governo. Seis alunos do Ensino Médio das Escolas Estaduais Mariana, Flora Calheiros e Daniel Nery estiveram nesta terça-feira, 23, no Palácio Rio Madeira para receberem os equipamentos.

Para o governador Marcos Rocha os tablets garantem oportunidades iguais para todos os alunos e capacitam os educadores a adaptar os materiais de ensino às necessidades individuais dos estudantes. “O objetivo é criar uma estrutura moderna, acessível a todos e aproveitar os benefícios que os recursos digitais têm a oferecer”, ressaltou.

Das aquisições realizadas, 4.144 tablets foram destinados às escolas de Tempo Integral, enquanto 5.745 foram para o programa de Mediação Tecnológica, ambos financiados pelo Governo do Estado. Além disso, por meio da Lei da Conectividade nº 14.172/2021, foram adquiridos 13.328 tablets e chips, com recursos do Governo Federal, garantindo um acesso abrangente à tecnologia educacional.


O investimento total foi de R$ 23.517.195,81, sendo R$ 10.016.864,77 provenientes do Estado e R$ 13.500.331,04 do Governo Federal. A entrega de tablets contribui para a transformação do cenário educacional, preparando os alunos para um futuro cada vez mais digital e conectado.

A diretora da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Mariana, Márcia Reis, fez questão de ressaltar os benefícios que as novas tecnologias adquiridas pelo Governo do Estado estão trazendo para a Educação, especialmente no Ensino Médio. “Esse Governo realmente olhou para a questão das tecnologias e investiu. Cada professor recebeu um notebook para trabalhar as plataformas “Revisa Mais” e “Revisa Enem”. Agora, com esses tablets para os alunos, será um ganho excelente. As plataformas são maravilhosas e servem para que os alunos estudem para o Enem durante todo o ensino médio. Com certeza, isso vai aprimorar o aprendizado”, afirmou.

Combate à dengue: Conheça orientações do Ministério da Saúde

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O Ministério da Saúde monitora o cenário epidemiológico da dengue em todo o Brasil. E o atual momento reflete uma tendência de queda nos casos da doença: 11 estados apresentam redução de casos; 10 estão em situação de estabilidade; e 6 registram o aumento de ocorrências da dengue (PA, TO, MT, MA, CE e SE). Até o dia 24 de abril, o Brasil registrou 1.792 óbitos em decorrência da dengue no ano de 2024.

Na avaliação da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), apesar de uma significativa diminuição nos casos, o cenário ainda é preocupante e não é momento para descuido.

Desta forma, o ministério reforça à população as orientações sobre a doença. Desde como é feito o diagnóstico, a diferença para a covid-19 (que apresenta alguns sintomas similares), até as medidas indispensáveis para eliminar o mosquito transmissor – o Aedes aegypti. 

Confira abaixo as principais medidas de precaução:

Como se proteger da doença?

Para evitar a dengue, a eliminação dos focos do mosquito segue como medida mais eficaz. As larvas do transmissor se desenvolvem em água parada. Dessa forma, é preciso empenho da sociedade para eliminar os criadouros com medidas simples e que podem ser implementadas na rotina, como tampar caixas d’água e outros reservatórios, higienizar potes de água de animais de estimação, tampar ralos e pias, entre outras.

O Ministério da Saúde sugere que a população faça uma inspeção em casa, pelo menos, uma vez por semana, para encontrar possíveis focos de larvas. Além disso, é necessário receber bem os agentes de saúde e agentes de combate às endemias. Por fim, recomenda-se como medida adicional de controle o uso de repelentes e a instalação de telas em portas e janelas, especialmente nas regiões com maior registro de casos.

Não se automedique

A automedicação pode levar a reações graves, como hemorragias e até óbito. O ideal é procurar por uma unidade de saúde assim que aparecem os primeiros sintomas, entre eles a febre.

Muitos doentes acabam se automedicando em casa para aliviar o mal-estar, sem saber que alguns medicamentos comumente usados sem prescrição médica para tratar um simples resfriado podem oferecer um grande risco se o indivíduo estiver infectado.

Anti-inflamatórios como o ácido acetilsalicílico, o ibuprofeno, a nimesulida, o diclofenaco, e os corticoides devem ser evitados. Os anti-inflamatórios, principalmente o ácido acetilsalicílico, aumentam o risco de sangramento e diminuem a capacidade de coagular o sangue. Uma vez consumidos, esses medicamentos podem agravar muito a situação da doença.

Dengue x covid-19

Febre, dor de cabeça, dores no corpo e cansaço muscular. Esses são sintomas comumente relatados por quem contrai dengue ou covid-19 , de forma que parece difícil diferenciar as duas doenças. Mas a evolução dos sinais e sintomas pode dar uma pista do diagnóstico. O ministério reforça que, com o aparecimento de qualquer sintoma, é essencial procurar atendimento médico.

As duas doenças são causadas por vírus, mas a transmissão ocorre de maneira diferente: a dengue é transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. Já a covid-19 é transmitida por gotículas de secreções respiratórias de uma pessoa infectada.

Dengue grave

A dengue grave ocorre quando, após três a sete dias do início dos sintomas, o paciente apresenta sinais de alarme e de gravidade (hemorragias até choque), piorando o estado clínico geral. O paciente quando progride para sintomas graves tem o risco de óbito elevado.

Na dengue clássica, em geral, a recomendação é de repouso, enquanto durar a febre; ingestão de líquidos; administração de paracetamol ou dipirona em caso de dor ou febre. Na maioria dos casos, há uma cura espontânea depois de dez dias. No caso da forma grave, o protocolo do ministério é a internação do paciente para o manejo clínico adequado conforme descrito no material ‘Dengue – Diagnóstico e Manejo Clínico – Adulto e Criança’.

Vacinação

A vacinação contra a doença foi iniciada no Sistema Único de Saúde (SUS) em fevereiro. O Brasil foi o primeiro país do mundo a oferecer a vacina contra a dengue no sistema público de saúde. O Ministério da Saúde adquiriu todas as vacinas disponibilizadas pelo fabricante. Porém, a quantidade de doses está limitada à capacidade operacional e logística da empresa. Por isso, a pasta acordou, em conjunto com Conass e Conasems (órgãos representantes de secretarias de Saúde de estados e municípios), critérios para a definição dos municípios que estão recebendo as doses, seguindo as recomendações da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (CTAI) e da OMS.

Os imunizantes estão sendo destinados, inicialmente, a regiões de saúde com municípios de grande porte com alta transmissão nos últimos 10 anos e população residente igual ou maior a 100 mil habitantes, levando também em conta altas taxas nos últimos meses.

O esquema vacinal da dengue é composto por duas doses com intervalo de três meses entre elas.

Segurança alimentar aumenta nos lares brasileiros

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O IBGE e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome divulgaram novos dados sobre a segurança alimentar no Brasil. No ano passado, houve um aumento de 9,1% dos domicílios em que as pessoas estão em condição de segurança alimentar, na comparação com os dados anteriores, relativos a 2017/2018.

Pela nova pesquisa, 72,4% dos domicílios estavam livres da fome, ou em segurança alimentar. A cifra representa 56,7 milhões de lares. No período anterior, eram 63,3% dos domicílios na mesma situação.

Outra leitura dos números mostra que deixaram a situação de fome no país 24,4 milhões de pessoas, em relação a 2022. Eram 33, 1 milhões em 2022. No ano passado, foram 8,7 milhões. Um número ainda alto, mas a queda foi de 15,5% da população em situação de fome para 4,1%. Em um ano, a queda foi rápida.

A proporção de domicílios em segurança alimentar havia atingido nível máximo em 2013, (77,4%), mas experimentou queda a partir de 2017.

Os dados são do módulo Segurança Alimentar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (25).

Confira os destaques da pesquisa:

  • No quarto trimestre de 2023, tendo como referência o período de três meses anteriores à data de realização da pesquisa, o Brasil tinha 72,4% (ou 56,7 milhões) dos seus domicílios em situação de segurança alimentar, segundo o módulo Segurança Alimentar da PNAD Contínua. Essa proporção cresceu 9,1 pontos percentuais (p.p.) frente à última pesquisa do IBGE a investigar esse tema, a POF 2017-2018, que havia encontrado 63,3% dos domicílios do país em situação de segurança alimentar.

    O país tinha 27,6% (ou 21,6 milhões) dos seus domicílios em situação de insegurança alimentar em 2023, sendo 18,2% (ou 14,3 milhões) com insegurança alimentar leve, 5,3% (ou 4,2 milhões) com insegurança alimentar moderada e 4,1% (ou 3,2 milhões) com insegurança alimentar grave. A POF 2017-2018 havia encontrado 36,7% dos domicílios do país em insegurança alimentar, sendo 24,0% com insegurança alimentar leve, 8,1% com insegurança alimentar moderada e 4,6% com insegurança alimentar grave.

    A proporção de domicílios com insegurança alimentar moderada ou grave foi de 9,4% em 2023, recuando 3,3 pontos percentuais (p.p.) frente à POF 2017-2018 (12,7%), mas ainda 1,6 p.p. acima da PNAD 2013 (7,8%).

    A proporção de domicílios com insegurança alimentar moderada ou grave nas áreas urbanas em 2023 (8,9%) era inferior à das áreas rurais (12,7%). No entanto, esse percentual das áreas rurais foi o menor da série das pesquisas do IBGE que investigaram esse tema, série iniciada pela PNAD 2004 (23,6%).

    As regiões Norte (60,3%) e Nordeste (61,2%) tinham as menores proporções de domicílios em segurança alimentar, enquanto Centro-Oeste (75,7%), Sudeste (77,0%) e Sul (83,4%) tinham os maiores percentuais.

    Em 48,3% dos domicílios do país, a pessoa responsável era do sexo masculino, e em 51,7%, a pessoa responsável era mulher. No entanto, entre os domicílios com insegurança alimentar, 59,4% eram chefiados por mulheres e 40,6%, por homens, uma diferença de 18.8 p.p.

    Em 42,0% dos domicílios do país, a pessoa responsável era branca, em 12,0% era preta e em 44,7% era parda. Entre os domicílios com insegurança alimentar, 29,0% dos responsáveis eram brancos, 15,2% eram pretos e 54,5% eram pardos.

    Em metade (50,9%) dos domicílios com insegurança alimentar moderada ou grave, o rendimento domiciliar per capita era inferior a meio salário mínimo.

 

No quarto trimestre de 2023, tendo como referência os três meses anteriores à data de realização da pesquisa, dos 78,3 milhões de domicílios particulares permanentes no Brasil, 72,4% (56,7 milhões) estavam em situação de segurança alimentar, ou seja, tinham acesso permanente à alimentação adequada. Essa proporção cresceu 9,1 pontos percentuais (p.p.) frente à última pesquisa do IBGE a investigar o tema, a POF 2017-2018, que havia encontrado 63,3% dos domicílios do país em situação de segurança alimentar.

No entanto, 21,6 milhões de domicílios (27,6%) eram afetados por algum grau de insegurança alimentar. A forma mais grave englobava cerca de 3,2 milhões de domicílios (4,1%). Os dados são do módulo Segurança Alimentar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgado hoje, 25, pelo IBGE.

Realizada por meio de uma parceria entre o IBGE e o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, a pesquisa teve como referencial metodológico a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA), que permite a identificação e classificação dos domicílios de acordo com o nível de segurança alimentar de seus moradores. Esta é a primeira vez que a PNAD Contínua disponibiliza resultados segundo os critérios da EBIA, mas quatro divulgações anteriores do IBGE já abordaram o tema segurança alimentar segundo essa escala: os Suplementos sobre Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), que fizeram parte da PNAD em 2004, 2009 e 2013, além da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018.

A proporção de domicílios em segurança alimentar havia atingido nível máximo em 2013, (77,4%), mas caiu em 2017-2018 (63,3%). “Após a tendência de aumento da segurança alimentar nos anos de 2004, 2009 e 2013, os dados obtidos pela POF 2017-2018 foram marcados pela redução no predomínio de domicílios particulares que tinham acesso à alimentação adequada por parte de seus moradores. Em 2023 aconteceu o contrário, ou seja, houve aumento da proporção de domicílios em segurança alimentar, assim como diminuição na proporção de todos os graus de insegurança alimentar”, explica André Martins, analista da pesquisa.

No último trimestre de 2023, 27,6% (21,6 milhões) dos domicílios particulares no Brasil estavam com algum grau de insegurança alimentar sendo que 18,2% (14,3 milhões) enquadraram-se no nível leve, 5,3% (4,2 milhões) no moderado e 4,1% (3,2 milhões) no grave. A proporção de domicílios com insegurança alimentar moderada ou grave (9,4%) recuou 3,3 pontos percentuais (p.p.) frente à POF 2017-2018 (12,7%), mas ainda se encontra 1,6 p.p. acima da PNAD 2013 (7,8%).

O cenário de insegurança alimentar grave foi mais expressivo nas áreas rurais do país. A proporção de domicílios particulares em insegurança alimentar moderada ou grave nessas regiões foi de 12,7%, contra 8,9% nas áreas urbanas. Ainda assim, o percentual nas áreas rurais foi o menor desde a PNAD 2004 (23,6%).

Na comparação entre os dados obtidos pelo módulo Segurança Alimentar da PNAD Contínua no quarto trimestre de 2023 e os da POF 2017-2018, houve redução de cerca de 25,0% no número de domicílios em insegurança alimentar leve. Em relação a 2004 e 2009, o percentual da forma mais branda de insegurança alimentar foi semelhante. Nos últimos cinco anos, entre 2018 e 2023, ocorreu pequena redução da prevalência de insegurança alimentar moderada e manutenção do patamar de insegurança alimentar grave.

Regiões Norte e Nordeste

Apesar de apresentarem mais da metade dos moradores com acesso pleno e regular aos alimentos, considerando aspectos qualitativos e quantitativos, as regiões Norte (60,3%) e Nordeste (61,2%) tiveram as menores proporções de domicílios particulares em segurança alimentar. Esses valores correspondem, em número de domicílios, a 3,6 milhões no Norte e 12,7 milhões no Nordeste.

O Sul foi a região com maior participação de domicílios em segurança alimentar (83,4%), com cerca de 9,7 milhões de residências nessa situação. As regiões Centro-Oeste (75,7%) e Sudeste (77,0%) também tiveram bem mais que a metade dos seus domicílios em segurança alimentar.

O quadro de insegurança alimentar leve foi observado em aproximadamente ¼ dos domicílios particulares nas regiões Norte (23,7%) e Nordeste (23,9%), indicando uma grande quantidade de moradores vivendo com preocupação ou incerteza da manutenção do acesso aos alimentos, o que pode comprometer a qualidade da dieta e a sustentabilidade alimentar da família.

As proporções de insegurança alimentar moderada e grave também foram maiores no Norte e no Nordeste. O Norte (7,7%) teve cerca de quatro vezes mais domicílios convivendo com restrição severa de acesso aos alimentos, ou seja, com insegurança alimentar grave, quando comparado ao Sul (2,0%). As regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste foram as áreas com percentuais mais elevados de domicílios particulares, com prevalências de insegurança alimentar grave de 7,7%, 6,2% e 3,6%, respectivamente.

“Por outro lado, a insegurança alimentar grave esteve em menos de 5% dos domicílios das regiões Sudeste (2,9%) e Sul (2,0%). Essas informações revelam que as desigualdades regionais de acesso aos alimentos verificadas nas PNADs de 2004, 2009 e 2013, e na POF 2017-2018, continuaram presentes na PNAD Contínua 2023 e que o cenário de concentração da insegurança alimentar permanece no Norte e no Nordeste”, observa André.

Em 2023, o Pará foi o estado que apresentou a maior proporção de domicílios com insegurança alimentar moderada ou grave (20,3%), um em cada cinco domicílios, com Sergipe (18,7%) e Amapá (18,6%) em seguida. No sentido oposto, Santa Catarina (3,1%), Paraná (4,8%), Espírito Santo (5,1%) e Rondônia (5,1%) tiveram os menores percentuais. No âmbito nacional, 9,4% dos domicílios estavam em insegurança alimentar moderada ou grave.

Perfil dos domicílios

Quanto ao perfil da pessoa responsável por cada domicílio, apesar de a participação de mulheres como responsáveis pelo domicílio (51,7%) na população total ter sido um pouco superior a de homens (48,3%), quando se observa os domicílios em segurança alimentar essa relação se inverte (48,7% contra 51,3%, respectivamente). Nos domicílios em insegurança alimentar, 59,4% tinham responsável mulher. Dentre os graus de insegurança alimentar, a situação de insegurança alimentar moderada foi a que apresentou a maior diferença, 21,2 p.p. (60,6% e 39,4%, respectivamente).

No recorte por cor ou raça, 42,0% dos responsáveis pelos domicílios eram da cor ou raça branca, 12,0% da cor ou raça preta e 44,7% da cor ou raça parda. No contexto de insegurança alimentar, domicílios com responsáveis de cor ou raça branca eram 29,0%, os de cor ou raça preta, 15,2%, e os de cor ou raça parda, 54,5%. Nos casos de insegurança alimentar grave, a participação de domicílios com pessoa responsável de cor ou raça parda passa para 58,1%, mais do que o dobro da parcela que representa os domicílios cujos responsáveis eram de cor ou raça branca (23,4%).

O módulo Segurança Alimentar da PNAD Contínua referente ao quarto trimestre de 2023 também mostrou uma associação oposta entre o nível de instrução do responsável pelo domicílio e o grau de insegurança alimentar. Domicílios cujos responsáveis tinham baixa escolaridade tendiam a apresentar maior participação na insegurança alimentar.

Mais da metade (52,7%) dos domicílios que estavam em situação de insegurança alimentar tinham responsáveis com menor nível de instrução (no máximo o ensino fundamental completo), ao passo que em 7,9% desses domicílios os responsáveis tinham nível superior. Nos domicílios em insegurança alimentar grave, 67,4% tinham responsáveis sem instrução ou com ensino fundamental incompleto ou completo, enquanto em 2,9% os responsáveis cursaram o nível superior.

 

Distribuição dos domicílios particulares permanentes, por situação de segurança alimentar existente no domicílio, segundo algumas características – Brasil – 2017-2018
Algumas característicasDistribuição dos domicílios particulares permanentes (%)
TotalSituação de segurança alimentar existente no domicílio
Com segurança alimentarCom insegurança alimentar
TotalLeveModeradaGrave
Total100,0100,0100,0100,0100,0100,0
Números de moradores
Até 3 moradores73,275,367,565,470,273,0
4 a 6 moradores25,723,830,532,827,624,3
7 moradores ou mais1,20,92,01,72,22,6
Responsável pelo domicílio
Sexo
Homem48,351,340,640,839,441,4
Mulher51,748,759,459,260,658,6
Cor ou raça
Branca42,046,929,031,425,023,4
Preta12,010,715,214,716,316,5
Parda44,741,054,552,757,658,1
Nível de instrução
Sem instrução5,64,77,76,29,112,6
Ensino fundamental incompleto ou equivalente27,624,336,332,741,346,0
Ensino fundamental completo ou equivalente7,77,38,78,78,88,8
Ensino médio incompleto ou equivalente5,65,07,17,27,26,4
Ensino médio completo ou equivalente30,230,629,231,926,321,2
Ensino superior incompleto ou equivalente4,34,73,13,52,52,1
Superior completo19,123,47,99,84,92,9
Posição na ocupação e categoria do emprego
Trabalhador doméstico4,43,56,76,57,66,6
Empregado no setor privado com carteira de trabalho assinada20,522,814,416,711,38,2
Empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada6,76,18,28,47,88,1
Empregado no setor público, inclusive servidor estatutário e militar7,99,14,65,53,32,1
Conta própria17,517,717,117,716,115,6
Empregador3,13,90,91,10,50,3
Outros40,036,948,244,253,559,1
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Pesquisas por Amostra de Domicílios, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2023

 

A ocupação da pessoa responsável pelo domicílio foi outro fator relacionado à variação da proporção de domicílios em segurança alimentar. Os domicílios cujos responsáveis estavam ocupados como trabalhadores domésticos representavam 3,5% daqueles em segurança alimentar, enquanto no total dos domicílios eram 4,4%.

A formalização da ocupação teve impacto significativo na capacidade de garantir a aquisição de alimentos nos domicílios, pois 22,8% dos domicílios encontravam-se em situação de segurança alimentar quando os responsáveis eram empregados com carteira assinada no setor privado, percentual maior do que o observado no total de domicílios (20,5%). Já os trabalhadores no setor privado sem carteira assinada eram responsáveis em 6,1% dos domicílios em segurança alimentar, enquanto no total de domicílios representavam 6,7%. Nas situações de domicílios em insegurança alimentar grave, 6,6% tinham trabalhadores domésticos como responsáveis e 8,1%, trabalhadores sem carteira assinada.

A pesquisa revelou ainda que 4,5% da população de zero a quatro anos de idade, e 4,9% da população de cinco a 17 anos de idade conviviam com insegurança alimentar grave. Porém, na população de 65 anos ou mais de idade essa proporção foi 2,8%. Assim, considerando a distribuição dos moradores por grupos de idade, segundo a situação de segurança alimentar existente no domicílio, observou-se maior vulnerabilidade à restrição alimentar nos domicílios onde residiam crianças e/ou adolescentes. À medida que aumentava a idade, cresciam, também, as proporções daqueles que viviam em domicílios em segurança alimentar e diminuíam, consequentemente, as proporções dos moradores em insegurança alimentar nos seus diversos níveis.

Onde há insegurança alimentar, renda per capita é menor que o SM 

Em relação aos rendimentos, 50,9% dos domicílios com insegurança alimentar moderada ou grave possuíam rendimento domiciliar per capita menor do que meio salário mínimo.

De acordo com a pesquisa, os casos de insegurança alimentar moderada ou grave ficaram concentrados nas seguintes faixas de rendimento, alcançando 79,0%: domicílios com rendimento domiciliar per capita de zero a ¼ do salário mínimo (24,1%); domicílios com rendimento domiciliar per capita maior do que ¼ e no máximo ½ do salário mínimo (26,8%); e domicílios com rendimento domiciliar per capita maior do que ½ e no máximo um salário mínimo (28,1%). Essas três classes representavam quase metade dos domicílios brasileiros (47,7%).

Mais sobre a pesquisa

O módulo Segurança Alimentar da PNAD Contínua (4º trimestre de 2023) traz dados sobre a condição de segurança alimentar nas unidades domiciliares do país, tendo como referencial metodológico a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA). Por meio dessa escala, é possível identificar e classificar os domicílios de acordo com os graus de severidade com que o fenômeno é vivenciado pelas famílias neles residentes, possibilitando, assim, estimar a magnitude do problema da insegurança alimentar nessas unidades. Há informações sobre composição etária da unidade domiciliar segundo a existência ou não de moradores menores de 18 anos de idade, sexo, cor ou raça, escolaridade e rendimento domiciliar. Estão disponíveis dados para Brasil, Grandes Regiões e unidades da federação.

Prefeitura celebra 22 anos de reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais

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Reconhecida oficialmente pela Lei n° 10.436 de 24 de abril de 2002, a Língua Brasileira de Sinais (Libras), comemora 22 anos da legitimidade da comunicação e expressão no Brasil. A data marca a inclusão de pessoas surdas e a promoção dos direitos desses brasileiros. A Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), aderiu à capacitação de profissionais desde 2009.

De acordo com o secretário da Semed, Elecimar Batista, a pasta oferta cursos em três níveis (básico, intermediário e avançado) de instrução da Língua Brasileira de Sinais, principalmente para a rede municipal de ensino. Ele informou que as aulas são ministradas na Semed anualmente, e já capacitou mais de 3.000 pessoas, entre professores, servidores, surdos e pessoas interessadas em aprender Libras.

O curso é aberto aos profissionais de educação de Ji-Paraná, e quando as vagas não são preenchidas, a Semed abre oportunidade para pessoas de outras áreas e interessadas em aprender os sinais para se comunicar com familiares e amigos com deficiência auditiva.

Para a coordenadora do Curso de Libras, Bruna Monteiro, os surdos no Brasil lutaram muito para assegurar o direito de ter uma língua própria e garantir o direito das pessoas com deficiência auditiva se comunicarem entre elas. Ela reforçou que a partir dessa lei, a Língua de Sinais pode ser introduzida como requisito curricular para que crianças com deficiência aprendam desde pequenos e possam ter uma vida independente e livre, sem exclusão.

O método de ensino, apresentado pela Universidade Federal do Ceará em parceria com o Mec em 2007, apresentou uma proposta voltada em três diretrizes pedagógicas. São os Atendimentos Educacional Especializado (AEE) em Libras, de Libras e de Língua Portuguesa. No AEE em Libras,  o instrutor ou professor, preferencialmente surdo, ensina os conteúdos curriculares em Língua de Sinais  aos alunos, com o objetivo de sanar as dúvidas que ficaram durante a aula.

A Libras é uma língua visual-motora, expressa por meio de sinais, expressões faciais e corporais, diferente da linguagem oral e auditiva, como a Língua Portuguesa convencional.  Com a Lei nº 10.436, várias barreiras foram derrubadas e possibilitou a expansão da língua de sinais para uma comunicação mais eficaz e inclusiva em diversos contextos, como educação, saúde, trabalho e serviços públicos.

GIRO EMPREENDEDOR: Com agenda a partir desta quinta (25), feira passa por vários pontos da capital

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Com o objetivo de fomentar a economia solidária, a Secretaria Municipal de Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Semdestur), por meio de seu Departamento de Desenvolvimento Socioeconômico (DDS), promove o Giro Empreendedor, a feira de artesanato e gastronomia itinerante. O Giro conta com mais de 180 expositores cadastrados que participam da feira semanalmente em sistema de rodízio .

Nesta quinta-feira (25), a feira está no Ministério Público, das 7h às 14h, na rua Jamari, 1555, bairro Olaria. Sexta-feira (26), a feira fica na Praça das Três Caixas d’Água, das 17h às 21h, na rua Dom Pedro II, 485, esquina com a avenida Carlos Gomes, no bairro Caiari. No sábado e no domingo (27 e 28), o Giro estará no Parque da Cidade, das 17h às 21h, na av. Calama, bairro Flodoaldo Pontes Pinto.

A adesão ao Giro é gratuita e a Prefeitura fornece as tendas, além de organizar as agendas, para que o empreendedor chegue ao local com sua mercadoria e mesa e já possa expor seus produtos. Interessados em participar devem entrar em contato pelo telefone: (69) 98473-8216, nos dias úteis da semana, das 8h às 14h.

Insegurança alimentar: fome atingiu 3,2 milhões de lares brasileiros em 2023, diz IBGE

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Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) e divulgada nesta quinta-feira (25) aponta que a fome esteve presente em 3,2 milhões de residências brasileiras no ano passado. O dado integra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua: Segurança Alimentar 2023.

Encontro de Educadores de Trânsito debate segurança viária e lança Campanha Maio Amarelo 2024

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Com o objetivo de mobilizar a sociedade acerca do debate sobre a segurança viária, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO) realiza nos dias 29 e 30 de abril o Encontro Rondoniense de Educadores de Trânsito em Porto Velho. Na ocasião, será realizado também o lançamento da Campanha “Maio Amarelo” 2024. A iniciativa resulta do planejamento participativo entre as equipes pedagógicas da Coordenadoria de Formação e Aperfeiçoamento e da Coordenadoria de Educação para a Segurança e Cidadania no Trânsito, subordinadas à Escola Pública de Trânsito (EPT).

Segundo a diretora da EPT, Junaia Freitas, o evento vai contar com a participação de 300 pessoas em média, servidores dos 52 municípios e distritos rondonienses. “Também estarão participando as diretorias de Escolas Públicas de Trânsito e Detran dos estados do Amazonas, Acre, Rio Grande do Norte, Paraíba, e Distrito Federal, além de representantes nacionais importantes do cenário de trânsito, a exemplo da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), com a representante Camila Pilz e o embaixador do Movimento Maio Amarelo 2024, apresentador César Urnhani”.

De acordo com o  diretor-geral do Detran-RO, Léo Moraes o evento é um marco para a Autarquia, que tem priorizado a educação, utilizando-a como principal ferramenta para promoção da segurança viária, reduzindo mortes e lesões no trânsito, em alinhamento com a Nova Década de Segurança no Trânsito da Organização Mundial da Saúde (OMS), conforme preconiza o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans).

PROGRAMAÇÃO

Estão programados para os dois dias de encontro a apresentação de projetos, ações e campanhas da Escola Pública de Trânsito do Detran-RO; Anuário de Dados Estatísticos de Rondônia; Pnatrans;  e ações relativas ao Maio Amarelo, em nível nacional e estadual. A diretora da EPT ressaltou ainda que, serão propiciados diálogos sobre os temas apresentados.

MAIO AMARELO

Com a mensagem “Paz no trânsito começa por você”, estabelecido pela Resolução nº 1.000 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a EPT planeja ações para mobilizar a sociedade e  propagar conhecimento sobre segurança viária, objetivando a redução do números de mortos e feridos no trânsito, com apoio de órgãos governamentais, empresas privadas, entidades de classe, associações, federações, seguradoras, concessionárias de veículos, Forças Armadas e auxiliares, Ministério Público, e demais parceiros.

Local de prova do concurso unificado será divulgado hoje, às 10h

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O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) disponibiliza, nesta quinta-feira (25), às 10h, o Cartão de Confirmação de Inscrição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). O documento traz, entre outras informações, local de prova, número de inscrição, data, hora das provas em 5 de maio e se a pessoa inscrita terá direito a atendimento especializado ou tratamento pelo nome social, caso solicitado previamente.

O Cartão de Confirmação de Inscrição estará disponível na Área do Candidato, no mesmo site em que a pessoa fez a inscrição. Para acessar, é preciso fazer login com os dados da conta do portal do governo federal, o Gov.br .

Apesar de não ser obrigatório, o Ministério da Gestão recomenda levar o cartão impresso no dia das prova do chamado Enem dos Concursos, junto com o documento de identidade original com foto, conforme mencionado no edital. Não serão aceitas cópias – mesmo que autenticadas.

>> Clique aqui e saiba o que o candidato pode e não pode levar no dia do exame.

Os portões serão abertos aos candidatos às 7h30 (horário de Brasília), para as provas do período matutino. Já no período vespertino, os portões abrirão às 13h (horário de Brasília).

>> Clique aqui e confira mais informações sobre os horários e tempo de duração das provas.

Verificação

O candidato deve verificar se todas as informações sobre a inscrição estão corretas, como município indicado pelo candidato no ato de inscrição do certame.

O Ministério da Gestão avisa que, se houver qualquer tipo de erro ou se o local de aplicação da prova for muito distante da residência do candidato, é preciso entrar em contato com a Fundação Cesgranrio (telefone: 0800 701 2028), organizadora do concurso, com brevidade, e pedir a correção do que for necessário.

“É possível o candidato solicitar a correção do cartão de confirmação, de acordo com o que ele fez no ato da inscrição, mas não é possível pedir para mudar de cidade agora. O que vale é o que foi declarado no ato da inscrição”, esclarece o coordenador-geral de logística do CPNU, Alexandre Retamal.

Entre os dias 25 de abril e 4 de maio, véspera do concurso, a Cesgranrio prestará atendimento aos candidatos com dúvidas sobre os locais de provas, vagas reservadas ou tratamento diferenciado durante a aplicação das avaliações, entre outras situações.

“Mobilização pela Promoção da Saúde” acontece no Bairro Socialista, neste sábado

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Governo de Rondônia realiza “Mobilização pela Promoção da Saúde”, ação que promoverá diversos serviços, como a realização de testes rápidos, aplicação de vacinas e avaliação nutricional, neste sábado (27), das 8h às 13h, em uma Associação Filantrópica localizada na Rua Mané Garrincha, nº 3154, Bairro Socialista, em Porto Velho.

A iniciativa, é promovida pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO), através do Projeto Agevisa em Ação, desenvolvido para levar ações de incentivo à saúde, em parceria com órgãos públicos e entidades privadas.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, “as ações desenvolvidas pela Agência, são uma forma de aproximar o governo da comunidade, levando serviços e benefícios diretamente para o cidadão,  proporcionando melhoria na qualidade de vida da população”, enfatiza.

O diretor-geral da Agevisa/RO, Gilvander Gregório de Lima destacou que, além da prestação de serviços, o evento busca estimular o bem-estar da população rondoniense. “Todo cidadão que participar da ação, seja em busca de orientação ou atendimento, será recebido e tratado com atenção e respeito”, reforçou.

SERVIÇOS E ORIENTAÇÕES

  • Atualização do Cadastro Único (Cad-Único), emissão de carteira do idoso e da pessoa com autismo;
  • Orientações previdenciárias e acerca de benefícios;
  • Orientação jurídica em direito da família (divórcio, investigação de paternidade, pensão, etc.);
  • Orientações de administração financeira, entrevista de emprego, confecção de currículo, atendimento ao micro e pequeno empreendedor para consultorias;
  • Orientações sobre consumo consciente de energia;
  • Orientações sobre os programas Família Acolhedora, Apadrinhando Uma História, Programa de Erradicação do Trabalho Infantil;
  • Aferição de pressão e teste de glicemia;
  • Aplicação de vacinas para adultos e crianças a partir de 2 meses de idade;
  • Avaliação física, Índice de Massa Corpórea (IMC);
  • Testes rápidos para Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), como HIV, Sífilis, Hepatites B e C;
  • Educação sobre manejo de medicamentos;
  • Avaliação de postura, com realização de alongamentos, massoterapia, e exercícios para prevenção de doenças;
  • Avaliações nutricional, antropométrica, e de gestantes;
  • Orientações sobre alimentação, aleitamento materno e controle da obesidade;
  • Escovação de dentes e aplicação de flúor;
  • Orientações de higiene bucal, profilaxia simples (limpeza, restauração simples, avaliação);
  • Palestra e cadastro para doação de medula óssea.

A ação, contará ainda com a realização de ginástica, design de sobrancelhas e corte de cabelo. O evento conta com a cooperação da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron), Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), Secretaria de Estado da Justiça (Sejus), Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO), Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semes), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac-RO), Justiça Federal – Seção Judiciária de Rondônia, organizações não-governamentais, faculdades e parceiros da iniciativa privada.

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