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sábado, maio 16, 2026
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Governo de RO encerra mais uma etapa da declaração de rebanhos, com adesão de 98% dos pecuaristas

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Mais uma etapa da declaração de rebanhos encerrou no fim de semana, iniciativa coordenada pela Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron) para manutenção de status sanitários já garantidos por Rondônia, como, por exemplo, o de livre de febre aftosa sem vacinação e livre de peste suína clássica. A iniciativa permite, ainda, o avanço no controle e erradicação de outras enfermidades que podem afetar animais de produção.

Os criadores de bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos que não declararam no período de 1º a 30 de novembro, serão advertidos e, administrativamente, ficam impedidos de emitir documentos importantes como a Guia de Trânsito Animal (GTA), até que faça a regularização do cadastro agropecuário.

A atualização do cadastro agropecuário junto à Idaron é pauta importante no escopo da política de responsabilidades compartilhadas, mantida pelo serviço veterinário oficial; Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Idaron e demais entes ligados ao setor.

QUALIDADE DA PRODUÇÃO

O presidente da Agência, Julio Cesar Rocha Peres ressaltou que, “ao declarar o rebanho, indiretamente, o produtor fortalece o agronegócio e a economia, uma vez que, por meio da declaração, certifica ao consumidor a qualidade da produção. Outro ponto importante é que, conhecendo a dinâmica dos rebanhos, o estado pode desenvolver políticas mais adequadas à realidade sanitária da produção.”

Além das informações relacionadas à atualização dos rebanhos, a cada etapa da campanha, são levantadas informações de produção de leite, suplementação animal e de produção de abelhas, peixes e alguns tipos de frutas, como cacau e banana, com perguntas diretas e simples para que as informações referentes a essas culturas possam ser atualizadas.

REGULARIZAÇÃO CADASTRAL

“O produtor que não declarou o rebanho é considerado inadimplente, e só poderá emitir a GTA e outros documentos sanitários importantes após regularização do cadastro na Idaron, o que, só pode ser feito presencialmente nas unidades locais da Agência”, explicou o coordenador técnico, Walter Cartaxo.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressalta a parceria do produtor rural que, desde a criação da Idaron, tem respondido a todas as campanhas promovidos pelo Executivo estadual e Mapa. “O percentual de produtores que aderiu à campanha de declaração de rebanhos é alto (quase 98%), o que denota a preocupação do setor produtivo com a manutenção do status de livre de aftosa sem vacinação.”

Disney decide encerrar canais pagos no Brasil, inclusive National Geographic e Disney Channel

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A Disney decidiu descontinuar a operação de canais pagos no Brasil. A decisão foi confirmada pela empresa em nota enviada ao Estadão nesta terça-feira (03) e inclui o encerramento de canais de peso da companhia, como National Geographic e Disney Channel, a partir de fevereiro do próximo ano.

Os outros canais afetados são Star Channel, Cinecanal, FX e Baby TV.

Apenas os canais da ESPN, dedicados à transmissão de eventos esportivos importantes, como a NBA, a NFL e a Libertadores, não serão afetados.

A empresa agora se dedica ao conteúdo disponibilizado no serviço de streaming Disney+. Neste ano, a plataforma também enfrentou mudanças e se fundiu à Star+.

O canal National Geographic é conhecida pelo conteúdo sobre meio ambiente e vida animal, enquanto o Disney Channel se dedica aos programas infanto-juvenis. Neste último, grandes séries de sucesso da Disney, como Hannah Montana, Zack & Cody: Gêmeos a Bordo e Os Feiticeiros de Waverly Place, fizeram parte da programação.

Coreia do Sul: Parlamento vota para derrubar decreto de lei marcial

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O parlamento da Coreia do Sul, com 190 de seus 300 membros presentes, acaba de aprovar uma moção exigindo que a lei marcial declarada nesta terça-feira (3/12) pelo presidente Yoon Suk Yeol seja suspensa.

Todos os 190 legisladores presentes votaram para suspender a medida.

Conforme preceitua a constituição, a lei marcial deve ser suspensa se a maioria parlamentar assim decidir. Dos 300 membros do parlamento, 190 estavam presentes, e todos votaram a favor da moção para revogar a lei marcial. Com a aprovação da moção, a declaração da lei marcial é anulada, de acordo com a mídia local, a agência Yonhap.

A lei marcial impunha leis militares, ampliava o poder do Executivo, fechava o Parlamento e limitava o acesso aos direitos civis. Como consequências diretas da medida tomada por Yoon, atividades políticas e protestos foram proibidos e a imprensa estava sob censura.

“Todas as atividades políticas estão proibidas na Coreia do Sul após a imposição da lei marcial e toda a mídia estará sujeita ao monitoramento do governo. Todas as atividades políticas, incluindo aquelas da Assembleia Nacional, conselhos locais, partidos políticos e associações políticas, bem como assembleias e manifestações, são estritamente proibidas”, disse o comandante da lei marcial, Park An-su, logo após o anúncio.

No entanto, pelas leis sul-coreanas, os legisladores não podem ser presos pelo comando da lei marcial e o governo tem que suspendê-la se a maioria da Assembleia Nacional exigir isso em votação.

“Com o povo”

O líder do próprio partido conservador de Yoon Suk Yeol, Han Dong-hoon, prometeu impedir a imposição da lei “com o povo” e Lee Jae-myung, o líder do partido democrata da oposição, que tem maioria no Parlamento, também expressou oposição a ela.

O presidente da Assembleia Nacional, Woo Won-shik, afirmou que tomaria as medidas apropriadas de acordo com os procedimentos constitucionais.

“Pedimos aos cidadãos que confiem na Assembleia Nacional e observem calmamente a situação. Em particular, pedimos às forças militares e policiais que permaneçam calmas e mantenham suas posições.”

Economia cresce 0,9% no terceiro trimestre de 2024, diz IBGE

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A economia cresceu 0,9% na passagem do segundo para o terceiro trimestre do ano, empurrada pela indústria e pelo setor de serviços, na 13ª expansão consecutiva. Em relação ao terceiro trimestre de 2023, o Produto Interno Bruto (PIB, conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país) apresentou alta de 4%.

No acumulado de quatro trimestres, o crescimento da economia do país soma 3,1%. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (3), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em valores correntes, o PIB chega a R$ 3 trilhões de reais.

Em um recorte setorial, os serviços e a indústria cresceram 0,9% e 0,6% respectivamente, na passagem do segundo para o terceiro trimestre. Já a agropecuária foi o único setor que registrou queda, de 0,9%.

Com os resultados divulgados, o PIB e o setor de serviços renovam patamares recordes. Por outro lado, a indústria se encontra 4,7% abaixo do pico, alcançado no 3º trimestre de 2013.

A alta de 0,9% no trimestre ficou abaixo do crescimento de 1,4% apurado na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2024.

Emprego e renda

A coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, atribui o resultado positivo do trimestre a fatores relacionados a emprego e renda.

“A gente continua com vários efeitos positivos, como o mercado de trabalho, a inflação está acima da meta, mas não está em níveis altíssimos, e o governo continua com a política de transferência de renda”, enumera, lembrando que a taxa de desocupação atingiu patamares mínimos historicamente.

Palis pondera que a desaceleração frente o crescimento apurado no segundo trimestre (1,4% para 0,9%) não é ainda impacto do aumento, em setembro, da taxa básica de juros, por parte do Comitê de Política Monetária (Copom), passando de 10,5% para 10,75% ao ano.

“Demora um tempo para ter um efeito maior sobre a atividade economia. O terceiro trimestre não tem tanto esse impacto, apesar de o juro estar em um patamar elevado”, diz.

Ela acrescenta que a base de comparação é alta, o que faz com que aumentos sejam menos expressivos.

Nas atividades de serviços – setor com maior participação no PIB – as altas ficaram por conta de Informação e comunicação (2,1%); outras atividades de serviços (1,7%); atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,5%); atividades imobiliárias (1%); comércio (0,8%); transporte, armazenagem e correio (0,6%) e administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (0,5%).

Na indústria, houve alta de 1,3% nas indústrias de transformação – seguimento que transforma matéria-prima em um produto final ou intermediário, que vai ser novamente modificado por outra indústria. Em contrapartida, caíram construção (-1,7%); eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-1,4%) e indústrias extrativas (-0,3%).

Os técnicos do IBGE calcularam que o investimento no terceiro trimestre, chamado de formação bruta de capital fixo, cresceu 2,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Os consumos das famílias (1,5%) e do governo (0,8%) também tiveram expansão.

As exportações apresentaram queda de 0,6%, enquanto as importações cresceram 1%.

Altas seguidas

Na comparação com o terceiro trimestre de 2023, a alta de 4% é a 15ª seguida. Na base comparativa, os serviços tiveram novamente maior expansão, de 4,1%, com destaque para a alta de informação e comunicação (7,8%) e outras atividades de serviços (6,4%).

A indústria cresceu 3,6%, com destaque para construção (5,7%) e indústrias de transformação (4,2%), que foi influenciada, principalmente, pela fabricação de veículos automotores; outros equipamentos de transporte; móveis e produtos químicos.

A agropecuária recuou 0,8%. De acordo com o comunicado do IBGE, “alguns produtos, cujas safras são significativas no terceiro trimestre, apresentaram queda na estimativa de produção anual e perda de produtividade, como cana (-1,2%), milho (-11,9%) e laranja (-14,9%)”.

O instituto contextualiza que esses recuos apagaram o bom desemprenho de culturas como algodão (14,5%), trigo (5,3%) e café (0,3%), que também possuem safras relevantes no período.

“Já era de se esperar, desde o começo do ano, e esse comportamento, ao longo do tempo, foi piorando, muito por conta das questões climáticas da seca, que têm acontecido no Brasil”, diz Rebeca Palis.

O IBGE destaca que a melhora no mercado de trabalho, que se reflete no aumento da massa salarial, e programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, colaboraram para o consumo das famílias crescer 5,5% na comparação com o terceiro trimestre de 2023 – 14º trimestre seguido de alta.

Na mesma comparação, a despesa do governo cresceu 1,3%.

A taxa de investimento no terceiro trimestre de 2024 foi de 17,6%, o que representa um crescimento em relação à observada no mesmo período do ano anterior (16,4%).

Acumulado do ano

No acumulado do ano até o terceiro trimestre de 2024, o PIB cresceu 3,3% em relação a igual período de 2023. Nessa comparação, a agropecuária (-3,5%) caiu, enquanto a indústria (3,5%) e os serviços (3,8%) apresentaram expansão.

Revisão para cima

O IBGE informou também que o PIB de 2023, anteriormente um crescimento de 2,9%, foi revisto para 3,2%.

Matéria alterada às 10h40 para acréscimo de informações.

Inmet emite alerta de tempestade para sete estados hoje e amanhã

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu aviso de tempestade para sete estados: Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná. O alerta tem grau de severidade classificado como perigo e segue em vigência até as 10h desta quarta-feira (4).

A previsão é de chuva entre 30 milímetros e 60 milímetros por hora (mm/h) ou entre 50 milímetros e 100 milímetros por dia (mm/dia), além de ventos intensos que podem variar de 60 quilômetros a 100 quilômetros por hora (km/h) e queda de granizo. Há também risco de corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.

As áreas afetadas incluem: Centro Goiano, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Central Mineira, Norte Pioneiro Paranaense, Zona da Mata, Centro-Sul Mato-grossense, Sul Goiano, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Metropolitana de Curitiba, Leste de Mato Grosso do Sul, Campinas, Oeste de Minas, Bauru, Piracicaba, Sul/Sudoeste de Minas, Itapetininga, Centro Norte de Mato Grosso do Sul, Campo das Vertentes, Ribeirão Preto, Araçatuba, Sudeste Mato-grossense, Noroeste Paranaense, Macro Metropolitana Paulista e Marília.

Outras regiões afetadas são: Metropolitana de Belo Horizonte, Norte Central Paranaense, Sudoeste de Mato Grosso do Sul, Araraquara, Pantanais Sul Mato-grossense, Sul Fluminense, Vale do Paraíba Paulista, Noroeste Fluminense, Noroeste Goiano, Nordeste Mato-grossense, Centro Oriental Paranaense, Sudoeste Mato-grossense, Baixadas, Centro Ocidental Paranaense, Centro Fluminense, Metropolitana de São Paulo, Assis, Oeste Paranaense, Litoral Sul Paulista, Metropolitana do Rio de Janeiro, Centro-Sul Paranaense, Norte Fluminense, Norte Mato-grossense, Noroeste de Minas e Sudeste Paranaense.

Em caso de rajadas de vento, o Inmet orienta que a população não se abrigue debaixo de árvores, diante do risco de queda e de descargas elétricas, e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.

“Se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia. Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193)”, recomenda o Inmet.

Chuvas intensas

Outro alerta publicado pelo instituto é de chuvas intensas, válido para parte do país até as 10h desta quarta-feira. O alerta tem grau de severidade classificado como perigo potencial. A previsão é de chuva entre 20 mm/h e 30 mm/h ou de até 50 mm/dia, além de ventos intensos variando entre 40 km/h e 60 km/h. De acordo com o aviso, há baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

Para esse segundo alerta, as áreas afetadas incluem: Centro Goiano, Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Leste Goiano, Central Mineira, Sul Cearense, Norte Pioneiro Paranaense, Zona da Mata, Ocidental do Tocantins, Sudeste Piauiense, Sertões Cearenses, Centro-Sul Mato-grossense, Vale do Acre, Sul Goiano, Vale do Rio Doce, Presidente Prudente, São José do Rio Preto, Metropolitana de Curitiba, Sertão Pernambucano, Central Espírito-santense, Centro-Norte Piauiense, Sudeste Paraense, Nordeste Mato-grossense, Sertão Paraibano, Leste de Mato Grosso do Sul, Noroeste Espírito-santense, Campinas, Oeste de Minas, Oeste Potiguar, Bauru, Piracicaba, Vale do Mucuri, Norte de Minas, Sul/Sudoeste de Minas, Itapetininga, Centro Norte de Mato Grosso do Sul, Sul Espírito-santense, Campo das Vertentes, Oriental do Tocantins, Jequitinhonha, Norte Mato-grossense, Leste Rondoniense e Sudoeste Paraense.

Outras regiões afetadas são: Ribeirão Preto, Araçatuba, Sudeste Mato-grossense, Norte Goiano, Noroeste Paranaense, Sul Maranhense, Jaguaribe, Macro Metropolitana Paulista, Centro Amazonense, Marília, Metropolitana de Belo Horizonte, Sudoeste Piauiense, Norte Central Paranaense, Sudoeste de Mato Grosso do Sul, Sudoeste Amazonense, Araraquara, Pantanais Sul Mato-grossense, Extremo Oeste Baiano, Sul Fluminense, Centro-Sul Cearense, Vale do Paraíba Paulista, Noroeste Fluminense, Sul Amazonense, Litoral Norte Espírito-santense, Noroeste Goiano, Centro Oriental Paranaense, Sudoeste Mato-grossense, Baixadas, Centro Ocidental Paranaense, Centro Fluminense, Noroeste de Minas, Metropolitana de São Paulo, Assis, Leste Maranhense, Norte Amazonense, Litoral Sul Paulista, Metropolitana do Rio de Janeiro, Distrito Federal, Vale São-Franciscano da Bahia, Madeira-Guaporé, Norte Fluminense, Vale do Juruá, Centro Maranhense, Oeste Maranhense, Centro Sul Baiano e Sul Baiano.

Projetos de reintegração social alcançam números elevados de empregabilidade dentro do sistema penal do estado

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Em reflexo às ações focadas na qualificação educacional e profissional dos internos do sistema penal do estado, Rondônia alcançou durante os últimos anos, números expressivos no âmbito da educação prisional, contribuindo diretamente para empregabilidade dentro das unidades prisionais durante o cumprimento de pena. O estado se destaca, atualmente, como líder no país em relação à quantidade de reintegrandos em regimes intramuros envolvidos em atividades laborais, com 4.942 internos, o que representa 69,40% da população prisional em situação de trabalho. Os dados são avaliados e divulgados semestralmente pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (Sennapen). A marca foi alcançada por meio da criação e execução do projeto de avanço penal, promovido pelo governo de Rondônia.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou que, o elevado número de pessoas em situação de privação de liberdade envolvidas em atividades laborais só foi possível devido ao alicerce preparado pela gestão do estado na educação. “Ao longo dessa trajetória, foram realizadas ações educacionais, abrangendo desde a educação básica até o ensino médio, e do ensino médio à graduação, profissionalização, mestrado e outras formações.”

Provando que a oferta de meios de trabalho aos internos gera resultados concretos, o Núcleo de Trabalho Reeducando Remunerado (Nutrer) relatou que, no período de seis meses, não houve nenhuma reincidência entre os internos inseridos em atividades laborais no sistema prisional.

O chefe do núcleo, Jairo Barbosa, explicou que, para alcançar esse resultado, diversos setores da Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) estão envolvidos, mas destacou que a educação profissionalizante é um dos fatores mais impactantes. “Ela demonstra ao privado de liberdade que o estado evidencia a educação e se preocupa em inseri-lo no mercado de trabalho, oferecendo-lhe a oportunidade de uma vida digna e autossustentável.”

De acordo com o secretário da Sejus, Marcus Rito, o setor com maior índice de empregabilidade entre a população carcerária de Rondônia é a construção civil e serviços gerais. O município de Porto Velho se destaca como o local com a maior quantidade de internos, desenvolvendo atividades laborais. Além disso, os reintegrandos que participam dessas atividades recebem 1 dia de remição de pena a cada 3 dias trabalhados, conforme a Lei de Execução Penal (Lep).

 

Má digestão? Veja 5 alimentos e hábitos que podem ajudar no problema

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Quem nunca sofreu com aquela sensação de peso no estômago ou estufamento após o almoço? A indigestão é um problema comum que afeta muitas pessoas independentemente do sexo e da idade. Mas sabia que os alimentos que você coloca no seu prato pode ser um grande aliado para melhorar a digestão e promover uma sensação de bem-estar?

Segundo nutricionistas ouvidos pela reportagem da CNN, optar por alimentos naturais que auxiliam o funcionamento do sistema digestivo é um hábito simples, que qualquer pessoa consegue fazer, e pode resolver o problema.

Frutas como mamão e abacaxi, por exemplo, contêm enzimas que podem auxiliar no processo digestivo de alimentos ricos em proteína como carnes, leite e ovos.

Já alimentos, como frituras e ultraprocessados, devem ser evitados já que contribuem para uma digestão mais lenta. O café, que em pouca quantidade pode auxiliar na digestão, já que estimula a liberação de ácido gástrico, quando consumido em excesso pode irritação da mucosa gástrica.

Seus hábitos diários refletem diretamente na sua digestão

“Para ter uma melhor digestão o ideal é buscar escolher, dentro do possível, alimentos mais frescos ou mais naturais. Realizar de cinco a seis refeições diárias e evitar alimentos ultraprocessados e alimentos ricos em gordura saturada”, explica Fernanda Pezzi, coordenadora do curso de nutrição da FSG.

E não é só para melhorar a digestão que você deve ficar atento ao que consome. Seguir uma alimentação balanceada e com alimentos saudáveis como frutas e verduras auxilia na absorção adequada de nutrientes e ajuda a evitar doenças no trato gastrointestinal.

“Dietas pobres em fibras podem causar constipação e prejudicar a saúde intestinal. Por isso, é essencial ter um bom consumo de frutas, verduras e legumes e água e diminuir o consumo de alimentos ultraprocessados, já que isso ajuda a manter a microbiota intestinal saudável, o que, por sua vez, é essencial para a saúde do sistema gastrointestinal e, consequentemente, para a digestão”, explica a nutricionista Caroline Calloni.

Além disso, cuidar da hidratação, ingerindo ao menos dois litros de água por dia complementa os cuidados necessários para evitar desconfortos como inchaço, azia e constipação.

“O básico que pode ser feito para ter uma digestão de qualidade é comer devagar, mastigando bem os alimentos, fracionar as refeições ao longo do dia e diminuir o volume de alimentos para não sobrecarregar o estômago. Além disso, é importante também evitar consumir volumes muito grande de líquidos durante a refeição e evitar deitar ou fazer atividades físicas logo após se alimentar”, acrescenta Calloni.

Veja 5 alimentos que ajudam a melhorar a digestão

  • Hortelã: Conhecida por suas propriedades calmantes, a hortelã atua no alívio de cólicas e desconfortos estomacais. Consumir a hortelã em chás ou adicioná-la a pratos quentes e saladas é uma ótima opção.
  • Abacaxi: Rico em bromelina, uma enzima que auxilia na digestão de proteínas, o abacaxi é ideal para ser consumido após refeições mais pesadas.
  • Gengibre: A raíz estimula a produção de sucos gástricos e facilita o esvaziamento do estômago.
  • Mamão: Com a presença da papaína, o mamão ajuda na quebra de proteínas e promove uma digestão mais eficiente. Ele é indicado para quem sofre de constipação intestinal, já que possui também um alto teor de fibras.
  • Camomila: Mais do que um calmante natural, a camomila também é um aliado para quem enfrenta problemas de indigestão.

Maioria do STF mantém decisão de Dino que liberou emendas

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A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal votou nesta segunda-feira (2) para referendar a decisão individual do ministro Flávio Dino que liberou o pagamento das emendas parlamentares.

A decisão de Dino foi proferida no início da tarde e começou a ser analisada pelo plenário virtual da Corte, por volta das 18h, em uma sessão extraordinária do plenário virtual. A votação ficará aberta até as 23h59 desta terça-feira (3).

Até o momento, seis dos 11 integrantes da Corte se manifestaram pela manutenção da decisão. Além de Dino, que é relator do caso, os demais votos foram proferidos pelos Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Edson Fachin, Gilmar Mendes e Dias Toffoli.

Na modalidade virtual de votação, os ministros inserem os votos no sistema eletrônico do STF e não há deliberação presencial.

Entenda

Mais cedo, o ministro Flávio Dino decidiu que as emendas estão liberadas para pagamento, mas devem seguir critérios de transparência e rastreabilidade. A decisão ocorre após a sanção da lei que procurou corrigir problemas apontados pelo STF.

Em dezembro de 2022, o STF entendeu que as emendas chamadas de RP8 e RP9 eram inconstitucionais. Após a decisão, o Congresso Nacional aprovou uma resolução que mudou as regras de distribuição de recursos por emendas de relator para cumprir a determinação da Corte.

No entanto, o PSOL, partido que entrou com a ação contra as emendas, apontou que a decisão continuava em descumprimento.

Após a aposentadoria da ministra Rosa Weber, relatora original do caso, Flávio Dino assumiu a condução do caso.

Em agosto deste ano, Dino determinou a suspensão das emendas e decidiu que os repasses devem seguir critérios de rastreabilidade. O ministro também determinou que a Controladoria-Geral da União (CGU) auditasse os repasses dos parlamentares por meio das emendas do orçamento secreto.

Novo tratamento contra Parkinson e demência agora é gratuito no SUS

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Notícia boa para pacientes com Parkinson e demência. Um novo tratamento está disponível pelo SUS, com o medicamento rivastigmina.

A rivastigmina é um avanço significativo porque ajuda a controlar sintomas, preserva funções cognitivas e melhora a qualidade de vida de quem enfrenta esses desafios.

O Ministério da Saúde anunciou na semana passada, durante a 11ª Reunião Ordinária da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) que vai financiar a aquisição do medicamento já ofertado no SUS.

Os beneficiados

Ao todo, poderão ser beneficiados mais de 33 mil pacientes em todo o país, com nova linha de tratamento no SUS

O medicamento melhora a função cognitiva dos pacientes que vivem com essas enfermidades.

E poder contar com o tratamento gratuito nessas horas facilita muito a vida dos pacientes familiares.

Segunda doença mais comum

Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais comum no mundo, só perde para o Alzheimer – condição que já conta com a rivastigmina na rede pública de saúde brasileira.

Existem entre 100 e 200 casos de doença de Parkinson para cada 100 mil indivíduos com mais de 40 anos, e essa quantidade aumenta significativamente depois dos 60 anos de idade, segundo a Conitec, Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde.

Indicação do tratamento

A rivastigmina é indicada para pacientes com demência associada, mas o SUS já conta com “tratamentos medicamentosos e fisioterapêuticos, implantes de eletrodos e geradores de pulsos para estimulação cerebral para pessoas que vivem com a doença de Parkinson”, informou o Ministério da Saúde.

Para pacientes com demência associada ao Parkinson, o medicamento pode fazer a diferença ao proporcionar maior independência e conforto nas atividades do dia a dia.

Acessibilidade amplia inclusão de pessoas com deficiência

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Levantamento feito pelo Instituto Locomotiva, em conjunto com a Semana da Acessibilidade Surda, mostra que o Brasil tem 10,7 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência auditiva. Esse tipo de deficiência é classificado de acordo com a incapacidade de detectar determinada quantidade de decibeis, sendo considerada surda a pessoa que apresenta perda profunda ou completa de audição.

No Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado nesta terça-feira (3), a Agência Brasil conversou com pessoas com deficiência, que falam sobre seus desafios. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992, com o objetivo de garantir direitos e acesso às pessoas com deficiência. Para que a inclusão possa ocorrer, são necessárias condições como a inserção e permanência dessas pessoas no mercado de trabalho.

Júnior Teles (51) é contador no Tribunal Superior Eleitoral e tem deficiência auditiva neurossensorial bilateral descendente, caracterizada pela dificuldade em entender conversas paralelas e sons agudos. Ele usa Aparelhos de Amplificação Sonora Individual (AASI) e faz leitura labial ao conversar com outras pessoas. Júnior conta que comunicar que tem deficiência auditiva tem facilitado a interação com os colegas.

“Passei a usar aparelhos auditivos e essa acessibilidade tem me ajudado muito, embora não resolva 100%. Então, como sabem que eu tenho perda, mas também sou bem oralizado (não uso Libras), venho me adaptando bem aos ambientes de trabalho, desde que não sejam locais ruidosos e com muitas pessoas falando ao mesmo tempo.”

Amarildo João Espindola é surdo, professor universitário e conduz o projeto Libras em Cena, que oferece atividades que incentivam a integração entre surdos e ouvintes, promovendo a inclusão e a capacitação artística por meio de oficinas.

“Todas as vezes que chegamos em qualquer ambiente que não tem intérprete de Libras ou qualquer outro profissional fluente nessa língua, enfrentamos limitações, barreiras. E no mercado de trabalho não é diferente.”

Ele conta como as relações de trabalho podem ser impactadas pela falta de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva.

“A questão é que trabalhar não está focado apenas nas atividades diretamente realizadas, mas, em todo o contexto em que a pessoa está inserida: desde o momento em que entra no local de trabalho, quando precisa resolver alguma coisa administrativa, ou até mesmo de interação com os demais colegas.”

A advogada trabalhista Iara Neves explica como a falta de integração adequada do empregado com deficiência auditiva na empresa pode afetar o convívio social desse profissional.

“A falta de integração adequada do empregado surdo pode resultar em seu isolamento do convívio social e esvaziamento da autonomia para executar as atividades, ocorrendo, até mesmo, a subutilização das suas habilidades, ao atribuir funções de baixa visibilidade e com poucas chances de desenvolvimento profissional.”

Caso os direitos dos trabalhadores surdos não sejam cumpridos, existem alternativas para contornar o problema, como conversar com os empregadores ou com o setor de Recursos Humanos da empresa. A advogada sugere como os funcionários surdos podem agir.

“Caso as tentativas de diálogo não sejam eficazes, o empregado pode ingressar com uma ação na Justiça do Trabalho. Se não tiver condições de contratar um advogado para ajuizamento de reclamação trabalhista, ele poderá reclamar pessoalmente perante a Justiça e acompanhar as suas reclamações até o final, na condição de jus postulandi (sem a ajuda de um advogado), prevista no artigo 791 da CLT.”

Estratégias de inclusão

Para o professor Amarildo João, estratégias de acessibilidade poderiam ser implementadas para ampliar a inclusão de pessoas surda.

“É preciso a capacitação das pessoas (ouvintes) em Libras e na cultura surda, a fim de aproximar o mundo ouvinte do mundo surdo. Também é preciso que se contrate ou que haja concursos para profissionais fluentes em Libras, como tradutores e intérpretes, professores, advogados, médicos, secretários, recepcionistas, porteiros, entre outros.”

As práticas a seguir também podem promover a inclusão de pessoas com diferentes tipos de deficiências auditivas:

Falar com clareza e pausadamente (facilita o entendimento da pessoa com surdez parcial).

Dirigir-se diretamente à pessoa com deficiência auditiva, possibilitando a leitura labial.

Instalar painéis e alarmes com aviso luminoso em locais de atendimento ao público, facilitando a visualização de informações escritas.

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