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segunda-feira, julho 13, 2026
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Brasil já tem mais de 3 milhões de casos de dengue em 2024

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O Brasil já registrou, desde o início do ano, 3.062.181 casos prováveis de dengue. O número já é quase o dobro de todo o ano passado, quando foram detectados 1,6 milhão de casos.

Desde o início do ano, foram registradas 1.256 mortes por dengue em todo o país. Outros 1.857 óbitos estão em investigação.

Os números foram divulgados nesta quarta-feira (10) pelo Ministério da Saúde, por meio do Painel de Monitoramento das Arboviroses.

Estados

Segundo o Ministério da Saúde, nove unidades federativas estão com tendência de queda consolidada no número de casos de dengue: Acre, Roraima, Amazonas, Tocantins, Goiás, Piauí, Minas Gerais, Espírito Santo e Distrito Federal.

Outros 13 estados apresentam com tendência de estabilidade: Rondônia, Pará, Amapá, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Alagoas, Bahia, Maranhão, Pernambuco, Sergipe permanecem com tendência de aumento no número de casos. Os números foram divulgados nesta terça-feira (9) pelo Ministério da Saúde.

Governo federal anuncia retorno de voos entre Porto Velho, BH e Rio Branco

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Empenhado em universalizar o transporte aéreo e ampliar a conectividade do mercado doméstico, o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, anunciou, em evento realizado na manhã desta quarta-feira (10), o retorno das operações aéreas comerciais interligando Porto Velho, em Rondônia, a Belo Horizonte e Rio Branco. Os novos voos passam a operar nessas rotas a partir do dia 4 de outubro deste ano.

Inicialmente, serão realizadas duas decolagens por dia interligando esses destinos. Os voos serão operados com aeronave modelo Airbus 320, que possui capacidade de transportar até 174 passageiros.

Silvio Costa Filho destacou que a ampliação de voos é fundamental para o desenvolvimento do país, em especial da região Norte. “Nós estamos trabalhando, cada vez mais, para levar conexões aéreas para todos os estados brasileiros, para que a gente possa trazer mais turistas, não só o turista de lazer, mas o turismo de negócio, porque isso fundamental para a economia”, indicou.

A expansão do transporte aéreo no estado é fruto do intenso diálogo que o Governo Federal tem tido constantemente com as principais aéreas brasileiras com intuito de ampliar o serviço aéreo aos brasileiros.

O Ministro ainda reforçou a importância do trabalho conjunto com os governos estaduais e municipais. “Esse é o nosso desafio, trabalhar conjuntamente, quero agradecer ao governo do Estado por reduzir também a alíquota do ICMS para 3%, isso vai melhorar a competitividade, vai estimular as nossas companhias aéreas”, disse.

Para Fábio Campos, vice-presidente Institucional da Azul, a companhia sempre viu a região como estratégica para receber investimentos de voos. “Mesmo sendo uma área muito sensível a condições climáticas adversas, o que pode impactar diretamente a operação aérea, a Azul está empenhada em encontrar soluções para ampliar a presença em Rondônia e oferecer serviços de qualidade e conectar os moradores. Entendemos que a aviação vai além do transporte de Clientes, e é um fator importante para o desenvolvimento social e econômico em qualquer região”, explicou.

Para o coordenador da Bancada Federal de Rondônia, deputado Maurício Carvalho, a retomada de voos no estado é um marco que precisa ser comemorado por toda a população, não apenas pela integração com os demais estados, mas dar outras opções de logísticas ao povo rondoniense.  “Este avanço é mais uma conquista na nossa luta pelo aumento dos voos das empresas aéreas e pela redução dos altos valores das passagens aéreas. Isso é apenas o início de todas as conquistas que estão por vir”, frisou.

Novos investimentos

Silvio Costa Filho lembrou que o plano para universalização do modal aéreo tem como um dos pilares o desenvolvimento da infraestrutura dos aeroportos nacionais. Ele indicou também que os aeroportos de Rio Branco e Cruzeiro do Sul estão passando por obras de melhorias que serão finalizadas até o final deste ano. “O povo brasileiro tem uma dívida histórica com a região Norte do Brasil e é por isso que a gente possa cada vez mais alavancar investimentos em infraestrutura, para melhorar a qualidade de vida da população.

Reativação do Barco Saúde ampliou o atendimento nas comunidades ribeirinhas e trouxe mais dignidade

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Referência no atendimento da população ribeirinha, o Barco Saúde Dr. Floriano Riva, da Prefeitura de Porto Velho, se tornou um importante veículo de apoio aos serviços da rede municipal de saúde. Desde sua reativação, em 2021, mais de 57 mil serviços foram prestados à população do baixo Madeira.

Inaugurada em 2004, a embarcação passou longos anos parada até ser totalmente reformada na atual gestão. A obra contemplou novos consultórios, mobiliários, pintura e a troca total do casco, muito danificado devido ao tempo inutilizado.

Foram investidos R$ 1,2 milhão, sendo cerca de R$ 900 mil de recursos próprios. A estrutura possui capacidade para 30 profissionais e conta com seis consultórios climatizados, uma farmácia, sala para armazenamento de vacinas e apoio laboratorial, espaço para cadastro do usuário, uma recepção para triagem e espera, além de banheiros.

A bordo, foram realizadas consultas médicas com clínico geral e especialistas

Em 2021, após ser completamente reformado e reaparelhado, o Barco Saúde iniciou suas viagens, a primeira delas em junho daquele ano, período em que a pandemia vivia seu auge. A unidade fluvial desceu o rio carregada de esperança e de vacinas contra a covid-19. Naquela viagem, mais de 10 mil atendimentos foram realizados.

Entre junho de 2021 e fevereiro de 2024, a unidade fluvial realizou seis viagens às comunidades do baixo Madeira, contabilizando mais 57 mil atendimentos realizados. A bordo, consultas médicas com clínico geral e especialistas, exames, vacinas, dispensação de medicamentos, orientação psicológica, orientação física, exames preventivos, testes rápidos, inserção de dispositivo intrauterino (DIU) e muitos outros serviços.

Diretora do Departamento de Atenção Básica, Fabíola Barros, explica que o projeto do Barco Saúde foi criado pela Semusa para reforçar os trabalhos das unidades de saúde das localidades. “Sempre que o barco se desloca, leva consigo serviços especializados que a população não tem nas unidades de saúde, uma forma de suprir as necessidades locais e evitar deslocamentos dessas pessoas até a cidade”.

Serviços de planejamento reprodutivo são oferecidos para mulheres

A viagem do Barco Saúde Dr. Floriano Riva ao baixo Madeira geralmente dura sete dias. Os distritos São Carlos, Nazaré e Calama são os pontos de ancoragem, mas os atendimentos abrangem 12 comunidades adjacentes que buscam a unidade fluvial ou são visitadas pelas equipes de atendimento itinerantes e domiciliares.

Na última viagem do barco, realizada entre 18 a 26 de fevereiro de 2024, a dona de casa Ana Cristina Martins, 31 anos, foi uma das pacientes. No sétimo mês de gravidez, procurou a unidade fluvial para realizar mais uma etapa do pré-natal. “É ótimo quando o barco vem aqui porque a gente não precisa ir a Porto Velho. É longe, muito caro e, às vezes, tem que dormir na cidade e a gente não tem um lugar para ficar”.

Para a secretária municipal de Saúde, Eliana Pasini, os números apontam resultado positivo do trabalho. “Reafirmamos nosso compromisso com a promoção da saúde e o acesso aos serviços médicos, especialmente para aqueles que residem em áreas de difícil acesso, renovando assim nosso empenho em garantir atendimento digno e qualidade de vida de todos os cidadãos”.

Pode comer caroço de melancia ou faz mal? Descubra de uma vez

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melancia é uma fruta refrescante e deliciosa, apreciada especialmente durante os meses quentes de verão. Com bastante contração de água, sensação refrescante e conhecida na literatura brasileira como a fruta da personagem Magali, a melancia faz parte da rotina de muitas pessoas.

No entanto, uma dúvida comum entre as pessoas é se é seguro ou saudável comer os caroços da melancia. Na correria, a preguiça por remover os caroços pode aparecer, mas será que comer caroço de melancia é perigoso? Vamos esclarecer essa questão de uma vez por todas.

O que são caroços de melancia?

Os caroços de melancia são pequenas sementes pretas que se encontram dentro da fruta. No geral, elas são consideradas comestíveis, mas sua consistência dura e sabor amargo podem não ser agradáveis para algumas pessoas.

Pode comer caroço de melancia?

A resposta é sim! Além de ser permitido, a semente de melancia só traz benefícios. Em entrevista ao site britânico Southern Living, a nutricionista Lauren Manaker afirmou que as sementes são seguras e repletas de nutrientes.

Nutrientes e benefícios dos caroços de melancia

Os caroços de melancia são ricos em nutrientes, incluindo fibras, proteínas, gorduras saudáveis e minerais como magnésio, ferro e zinco. Além disso, eles contam com compostos antioxidantes que podem ajudar a combater os danos causados pelos radicais livres no organismo.

caroço de melancia

“As sementes de melancia são uma fonte natural de manganês, fósforo, potássio, proteína, folato, ácidos graxos essenciais, ferro e zinco”, disse Manaker ao site. “Esses diferentes nutrientes, como o manganês, ajudam no funcionamento adequado do cérebro e do sistema nervoso, enquanto o fósforo ajuda na formação óssea saudável e melhora a digestão”, reforça a nutricionista.

O magnésio nas sementes desempenha um papel fundamental na produção de energia, na função nervosa e na manutenção da pressão arterial estável. As sementes também fornecem ácidos graxos que reduzem os níveis de colesterol e diminuem as chances de ataque cardíaco ou derrame.

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Matrículas abertas para 170 vagas de cursos profissionalizantes na Praça CEU

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A Prefeitura de Porto Velho anuncia a oportunidade de cursos gratuitos para jovens e adultos da zona Leste da capital. As aulas acontecem no Centro de Artes e Esportes Unificados – Praça CEU, e são frutos de parceria entre a Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo (Semdestur) e a Associação dos Jovens Estudantes de Rondônia (Ajero).

São 170 vagas disponíveis para dez cursos: Trabalhos Manuais; Designer Gráfico; Teatro; Dança; Técnica Vocal; Violão; Artesanato; Informática; Teclado e Fotografia.

Para o curso de Trabalhos Manuais – Módulo II, de 60 horas, 30 vagas, com aulas às segundas e quartas-feiras, das 8h às 10h, de 10h às 12h e de 18h às 20h.

Para o curso de Designer Gráfico – Módulo II, de 60 horas, 20 vagas, com aulas às terças e quintas-feiras, de 8h às 10h e das 14h às 16h.

Para o curso básico de Teatro – Módulo II, de 60 horas, 20 vagas, com aulas às terças e quintas-feiras, das 14h às 16h e das 18h às 20h.

A idade mínima para realização dos cursos é de 12 anos

Para o curso básico de Dança – Módulo II, de 60 horas, 20 vagas, com aulas às terças e quintas-feiras, das 16h às 18h e das 20h às 22h.

Para o curso básico de Técnica Vocal – Módulo II, de 60 horas, 20 vagas, com aulas às terças e quintas-feiras, das 14h às 16h e das 16h às 18h.

Também há mais 20 vagas para o curso básico de Técnica Vocal B – Módulo II, de 60 horas, com aulas também às terças e quintas-feiras, com aulas das 8h às 10h e das 10h às 20h.

Para o curso básico de Violão A – Módulo II, de 60 horas, 60 vagas, com aulas às segundas e quartas-feiras e turmas em diversos horários: das 8h às 10h, das 10h às 12h, das 14h às 16h, das 16h às 18h, das 18h às 20h e das 20h às 22h.

Também há o curso básico de Violão C – Módulo II, de 60 horas, 40 vagas, com aulas às segundas e sábados, de 18h às 20h e das 20h às 22h. Outras opções de horários são às terças e quintas, das 8h às 10h e das 10h às 12h.

São 20 vagas para o curso de Designer Gráfico

Para o curso de Artesanato A – Módulo II, de 60 horas, 20 vagas, com aulas às terças e quintas, das 8h às 10h e das 10h às 12h.

Para o curso básico de Informática – Módulo II, são 60 vagas, com aulas às segundas e quartas-feiras e turmas em diversos horários: das 8h às 10h, das 10h às 12h, das 14h às 16h, das 16h às 18h, das 18h às 20h e das 20h às 22h.

Para o curso básico de Teclado – Módulo II, de 60 horas, 20 vagas, com aulas às terças e quintas-feiras, das 14h às 16h e 16h às 18h.

Para o curso básico de Fotografia – Módulo II, de 60 horas, 20 vagas, com aulas às terças e quintas-feiras, de 14h às 16h e das 16h às 18h.

INSCRIÇÕES

A idade mínima para realização dos cursos é de 12 anos. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas nesta quinta e sexta-feira (11 e 12), das 8h às 14h, na secretaria da Praça CEU, localizada na rua Antônio Fraga Moreira, 1706-1770,, bairro JK. O início das aulas é na próxima segunda-feira (15).

Inmetro realiza Operação Ambiente Seguro em todo o País

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O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), por meio dos órgãos delegados nos estados, realiza de 8 a 12 de abril, a operação Ambiente Seguro. O objetivo de fiscalizar o comércio varejista e atacadista em todo o País, visando reduzir a ocorrência de acidentes relacionados às panelas metálicas e de pressão, serviços de inspeção técnica e manutenção de extintores de incêndio, fogão a gás, cadeira plástica monobloco, escada metálica e coifas/exaustor elétrico de uso doméstico.

As Operações Especiais de Fiscalização visam retirar do mercado produtos que apresentem indícios ou problemas identificados por meio das ações de monitoramento do Inmetro e da Rede Brasileira de Metrologia Legal e Qualidade (RBMLQ-I), tais como recalls, reclamações, denúncias fundamentadas e relatos de acidentes de consumo.

Os produtos com foco na operação Ambiente Seguro são regulamentados pelo Inmetro e, portanto, devem exibir o selo de conformidade do Instituto, que é a evidência de que foram testados e atendem aos requisitos mínimos de segurança.

“Orientamos aos consumidores que, ao adquirirem esses produtos, busquem fazê-lo em mercados formais, com procedência comprovada e que possuam o selo do Inmetro”, alerta o presidente do Inmetro, Márcio André Brito.

Durante todo o ano, o Inmetro e os órgãos delegados monitoram o mercado, realizando periodicamente operações especiais para reforçar a segurança dos produtos comercializados no mercado brasileiro, minimizando os riscos de acidentes para o consumidor.

As operações têm caráter orientativo e os estabelecimentos em que forem encontradas irregularidades serão instruídos a corrigir os procedimentos. Em caso de reincidência, estarão sujeitos às penalidades previstas em lei, com multas que variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão.

Denúncias e acidentes de consumo

Consumidores que identificarem produtos sem o selo do Inmetro no mercado formal devem realizar denúncias à Ouvidoria pelo telefone 0800 285 1818 ou pelo site https://www.gov.br/inmetro/pt-br/canais_atendimento/ouvidoria/faca-sua-manifestacao .

Em caso de acidentes de consumo envolvendo qualquer produto ou serviço, como artigos escolares, os relatos devem ser feitos no Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac).

Conscientização e serviço para atendimento à pessoa com Transtorno do Espectro Autista são fortalecidos no “Abril Azul”

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No mês de abril, instituído como mês azul em forma alusiva à conscientização mundial do Transtorno do Espectro Autista (TEA), a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), destaca a importância de promover informações e serviços de tratamento sobre o TEA e as ações que estão sendo realizadas durante o mês, com o objetivo de possibilitar a inclusão social e indicar a população onde buscar atendimento.

Segundo a terapeuta ocupacional da Sesau, Ariane Guimarães, é essencial compreender que o TEA é uma condição neurológica, e não uma doença. “As pessoas autistas possuem características únicas, como a sensibilidade sensorial aumentada, a dificuldade na comunicação verbal e não verbal, além de interesses específicos e comportamentos repetitivos”, explicou.

A Sesau por meio da Coordenadoria de Cuidado à Pessoa com Deficiência, promoveu um ciclo palestras nos dias 3, 4 e 5 para os profissionais de saúde, com os temas: seletividade alimentar, como atuar em crises e autismo não tem cara, com o objetivo de capacitar ainda mais o atendimento com crianças do espectro. E nos dias 22 e 23 acontecerá o primeiro simpósio sobre o autismo para os profissionais de saúde do estado e município, que visa capacitar o atendimento em saúde para pessoas do espectro.

O Secretário de Estado da Saúde, Jefferson Rocha, destaca a importância da informação e inclusão. “É de suma importância os conhecimentos sobre o TEA para sensibilizar a sociedade e promover práticas mais inclusivas”, pontuou.

SERVIÇO 

O Centro de Reabilitação de Rondônia (Cero) oferece serviços de avaliação e terapias de fonoaudiologia, fisioterapia, terapia ocupacional, psicologia, psicopedagogia e neuropsicologia. São realizados em média, 700 atendimentos por semana, e 50% dos pacientes são crianças autistas.

A mãe atípica, Márcia Tomé, conta sobre a experiência do seu filho Adriel com o acompanhamento especializado. “Antes de ir ao Cero, meu filho Adriel de 7 anos possuía o laudo de autista não verbal, ele não falava nada, e quando começou com as terapias, começou a falar que queria água, comer, aos poucos foi desenvolvendo a fala, me deu uma esperança e alegria imensa, pois toda mãe quer o melhor para seu filho”, afirmou.

A fonoaudióloga, Graciele Varnou, enfatiza a importância do paciente com TEA receber o acompanhamento necessário. “Quanto antes os responsáveis buscarem ajuda profissional, melhor será o desenvolvimento da criança, a inclusão, o desenvolvimento cognitivo, de linguagem e interação social facilitará a convivência em sociedade. Além de conseguir os seus direitos e ser assistida, obtendo um cuidador de sala, provas e atividades adaptadas”, destacou.

CERO 

Para ser atendido na unidade, o paciente ou o responsável deve primeiramente se direcionar a Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência, e após regulado, será feito o contato por via whatsapp ou ligação para o agendamento da consulta, para isso, é de suma importância o cidadão manter os dados do cartão sus atualizados.

O Cero está localizado na rua Barão de Amazonas, 9848, bairro  Mariana. Com o horário de funcionamento das 7h às 18h.

Quais são as vitaminas do abacaxi e por que você deve incluí-lo na alimentação?

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Sabe aquelas frutas que todos amam comer, e que além de gostosas também podem ser benéficas para a saúde? Esse é o caso do abacaxi! Doce e ácida na medida correta, a fruta está entre as queridinhas de todos, especialmente para se refrescar nos dias quentes.

O abacaxi pode ser consumido de diversas formas, dentre elas descascado e cortado em rodelas, sucos, chás e sobremesas! Além disso, essa fruta pode facilmente ser plantada em casa, para que você possa garantir que sempre vai ter abacaxi à sua disposição.

Mas se engana quem pensa que o abacaxi é apenas uma fruta saborosa! A fruta pode auxiliar na sua saúde de diversas maneiras. Além de ser rica em vitaminas, o fruto possui propriedades digestivas, auxilia na prevenção de doenças cardiovasculares e até mesmo na prevenção de câncer.

Outra das propriedades do abacaxi é que a fruta é altamente nutritiva e rica em líquidos, que são cerca de 80% da da sua composição. Além disso, o abacaxi é pouco calórico e pode ser utilizado para ajudar em processos de emagrecimento!

Mas afinal, quais são as vitaminas contidas no abacaxi? Algumas das principais são: Vitaminas A, C, B1, B2, B3, B5, B6, B9 e alguns minerais como: manganês, magnésio e potássio. Por conta da composição, a fruta é considerada altamente nutritiva e pode ajudar a aumentar a imunidade, bem como oferecendo propriedades anti-inflamatórias.

El Niño muda até ‘sabor’ do mar, revela pesquisa da NASA

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Cientistas do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL, na sigla em inglês) da NASA observaram mais uma maneira pela qual o fenômeno climático El Niño pode deixar sua marca no planeta: alteração da química das águas costeiras. Para ser mais específico: da salinidade.

Para quem tem pressa:

  • Cientistas da NASA observaram que o El Niño altera significativamente a salinidade das águas costeiras. A pesquisa evidencia como o fenômeno climático afeta o ciclo da água a nível global;
  • Análises por satélite mostraram que mudanças na salinidade costeira estão diretamente relacionadas à Oscilação Sul do El Niño (ENSO, na sigla em inglês) – nome que abarca El Niño e La Niña – impactando o clima e os padrões de precipitação mundialmente;
  • A pesquisa destaca que a salinidade costeira é muito mais variável em comparação ao oceano aberto, servindo como indicador sensível das mudanças no ciclo da água, especialmente em zonas de deságua de grandes rios.
  • As missões Aquarius, SMOS e SMAP permitiram observações precisas da salinidade da superfície do mar a partir do espaço. Os dados coletados por elas ajudaram a entender as dinâmicas do ciclo da água em relação ao escoamento de rios e aos efeitos do El Niño.

A equipe usou observações por satélite para rastrear o conteúdo de sal dissolvido – ou salinidade, para simplificar – da superfície oceânica global por uma década, de 2011 a 2022. Na superfície do mar, os padrões de salinidade podem dizer muito sobre como a água doce cai, flui e evapora entre a terra, o oceano e a atmosfera – um processo conhecido como ciclo da água.

El Niño, La Niña e a salinidade do oceano

Águas costeiras do oceano vista do espaço

A equipe do JPL mostrou que as variações anuais na salinidade perto das costas estão fortemente correlacionadas à Oscilação Sul do El Niño (ENSO) – termo coletivo para o El Niño e sua contraparte, La Niña.

O ENSO afeta o clima ao redor do mundo de maneiras contrastantes. O El Niño, ligado a temperaturas oceânicas mais quentes que a média no Pacífico equatorial, pode levar a mais chuvas e neve do que o normal (no sudoeste dos EUA, no caso), bem como a secas na Indonésia. Esses padrões são um tanto invertidos durante o La Niña.

Por exemplo, durante o El Niño de 2015, os cientistas rastrearam um efeito global do ciclo da água particularmente distinto: menos precipitação sobre a terra levou a uma diminuição na média de deságua dos rios. Isso, por sua vez, levou a níveis de salinidade notavelmente mais altos em áreas a até 200 quilômetros da costa.

Em outros momentos, observou-se o oposto. Áreas com chuvas acima do normal sobre a terra viram um aumento na média da deságua dos rios, o que reduziu a salinidade perto dessas costas “Conseguimos mostrar a resposta da salinidade costeira ao ENSO em escala global”, afirmou a autora principal da pesquisa, Severine Fournier, física oceânica no JPL, conforme publicado pela NASA.

Por dentro da pesquisa da NASA

Imagem do planeta usada em pesquisa sobre efeito do El Niño no mar e oceano

A equipe descobriu que a salinidade é pelo menos 30 vezes mais variável nessas zonas dinâmicas perto das costas do que no oceano aberto. A ligação entre chuva, rios e sal é mais perceptível na foz de grandes sistemas fluviais, como o Mississippi e o Amazonas, onde as plumas de água doce (regiões de água doce que se estendem por áreas de água salgada) podem ser mapeadas do espaço à medida que desaguam no oceano.

Com o aquecimento global, os pesquisadores têm observado mudanças no ciclo da água. Entre elas, estão aumentos em eventos extremos de precipitação e escoamento. E na interseção entre terra e mar, as águas costeiras podem ser onde os impactos são mais detectáveis.

Dada a sensibilidade à precipitação e ao escoamento, a salinidade costeira poderia servir como uma espécie de indicador, sinalizando outras mudanças que se desenrolam no ciclo da água.

A pesquisadora observou que algumas das águas costeiras do mundo não são bem estudadas, apesar de aproximadamente 40% da população humana viver a cerca de 100 quilômetros de uma costa. Uma razão é que os medidores de rio e outros monitores no local podem ser caros para manter e não podem fornecer cobertura de todo o planeta, especialmente em regiões mais remotas. É aí que entram os instrumentos de satélite.

Salinidade medida do espaço

Imagem do planeta usada em pesquisa sobre efeito do El Niño no mar e oceano

Lançada em 2011, a missão Aquarius fez algumas das primeiras observações globais da salinidade da superfície do mar a partir do espaço. A missão – uma colaboração entre a NASA e a agência espacial da Argentina, a CONAE – usou radiômetros extremamente sensíveis para detectar mudanças sutis nas emissões de radiação de micro-ondas do oceano.

Atualmente, duas ferramentas de alta resolução – a missão Soil Moisture and Ocean Salinity (SMOS), da Agência Espacial Europeia (ESA); e a missão Soil Moisture Active Passive (SMAP) da NASA – permitem que os cientistas se aproximem a até 40 quilômetros das costas.

Usando dados das três missões, os pesquisadores descobriram que a salinidade da superfície em águas costeiras atingiu uma média global máxima (34,50 unidades de salinidade prática, ou PSU) em março e caiu para uma média global mínima (34,34 PSU) por volta de setembro. O escoamento de rios, especialmente do Amazonas, determina esse cronograma.

No oceano aberto, o ciclo é diferente. A salinidade da superfície atinge um mínimo global médio (34,95 PSU) de fevereiro a abril e um máximo global médio (34,97 PSU) de julho a outubro. O oceano aberto não mostra tanta variabilidade entre as estações ou anos porque contém um volume de água significativamente maior e é menos sensível ao escoamento de rios e ao ENSO.

Em vez disso, as mudanças no oceano aberto são governadas pela precipitação em escala planetária menos a evaporação global total, além de outros fatores como a circulação oceânica em grande escala. O estudo foi publicado no periódico Geophysical Research Letters.

Forças Armadas e agências federais destroem helicóptero e detêm piloto na terra indígena Yanomami

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As Forças Armadas, em conjunto com agências e órgãos de Segurança Pública na Terra Indígena Yanomami (TIY), destruíram um helicóptero e prenderam um homem, suspeito de garimpo ilegal. Com cerca de 130 militares e 20 veículos – entre viaturas, aeronaves e embarcações -, essa foi a primeira atuação da Defesa na operação Catrimani 2, iniciada em abril para combater a atividade ilícita e inutilizar as infraestruturas de suporte ao garimpo. “Esse tipo de ação continuará ocorrendo em cooperação com a Casa de Governo, para a desintrusão do garimpo ilegal no território indígena Yanomami e apoio à emergência de saúde pública de interesse nacional, enquanto for necessário”, afirmou o Chefe do Estado-Maior da operação Catrimani II, Contra-Almirante Luis Manuel de Campos Mello.

Nos últimos dois dias, as ações ocorreram em três regiões da TIY (Homoxi, Xitei Pupunha e Rangel), para desarticular pontos centrais de garimpo ilegal. Além da aeronave, foram inutilizados cinco acampamentos e apreendidos diversos equipamentos, como motores, geradores, bombas d’água, freezers e aparelho de comunicação e conexão de internet via satélite.

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Catrimani II – A nova fase da operação, prevista para seguir até 31 de dezembro deste ano, foi instituída por meio da Portaria GM-MD Nº 1511 , de 26 de março. Cerca de 800 militares das Forças Armadas foram mobilizados, além de meios fluviais, terrestres e aéreos, para as ações de enfrentamento ao garimpo ilegal na TIY, nos estados do Amazonas e de Roraima. As Forças Armadas atuam em articulação com a Casa de Governo, em Roraima, além de agências e órgãos de segurança para fortalecer a proteção dos indígenas.

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