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segunda-feira, julho 13, 2026
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Minha Casa Minha Vida rural e entidades terá R$ 11,6 bi para 112 mil moradias

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Mais de 112,5 mil moradias estão selecionadas pelo programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) nas modalidades Rural e Entidades em todo Brasil. O anúncio será feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pelo ministro das Cidades, Jader Filho, nesta quarta-feira (10/4), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF).

O investimento previsto é de R$ 11,6 bilhões para beneficiar mais de 440 mil pessoas em áreas rurais e urbanas, de comunidades tradicionais como quilombolas e povos indígenas, famílias organizadas pelos movimentos de luta por moradia, com prioridade para grupos mais vulneráveis como mulheres chefes de família, famílias de áreas de risco, entre outros.

No MCMV Entidades foram selecionadas 443 propostas de 206 Entidades Organizadoras (EO) habilitadas a atuarem no Programa e ligadas aos movimentos de luta por moradia. Já no MCMV Rural, foram selecionadas 2.105 de propostas de 1.137 de Entidades Organizadoras, que incluem, além dos movimentos de luta por moradia e organizações de representação de agricultores e trabalhadores rurais, e entes públicos locais.

O total de unidades habitacionais selecionadas superará em mais de 140% a meta inicialmente proposta. A ampliação da meta considerou o grande volume de propostas submetidas, a meta do presidente Lula de contratar 2 milhões de novas moradias até 2026 e a demanda represada com a interrupção do MCMV nos últimos anos.

O prazo de contratação das propostas selecionadas será de 180 dias, contados da data de publicação da Portaria, podendo ser prorrogado de ofício pelo Ministério das Cidades.

MCMV Rural

Mais de 75 mil moradias foram selecionadas, o que corresponde a um aumento de 150% em relação à meta inicialmente estabelecida pela Portaria MCID nº 743/2023, podendo beneficiar mais de 300 mil pessoas em 1.274 municípios do País.

O valor previsto de investimento para a seleção das propostas do Rural é de até R$ 5,6 bilhões para produção e melhorias de unidades habitacionais. A expectativa é reduzir o déficit habitacional e oferecer mais dignidade às famílias residentes em áreas rurais.

A seleção será dedicada à subvenção econômica aos beneficiários/proponentes da Faixa Rural 1 (renda anual até R$ 31.680,00), sendo isentas da contribuição de 1% do valor do custo da produção ou da melhoria da unidade habitacional, as famílias que recebam o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o Programa Bolsa Família ou que estejam sujeitas a situação de emergência ou calamidade, que possuem subsídio integral do Orçamento Geral da União (OGU).

O MCMV Rural é operado com recursos do OGU, por meio de operações de subvenção às famílias beneficiadas. A modalidade conta com um Comitê de Acompanhamento composto por entidades representativas de agricultores e trabalhadores rurais e outros órgãos governamentais, além do Ministério das Cidades, com a finalidade de possibilitar aos atores envolvidos o monitoramento e a colaboração no aperfeiçoamento das linhas de atendimento do MCMV Rural.

Novidades MCMV Rural

Em 2023, após a recriação do programa MCMV, seu alcance foi ampliado para atender famílias residentes em área rural, independente da atividade econômica que exerçam. O novo MCMV Rural estabeleceu uma série de medidas que melhor qualificam a abrangência e o atendimento do programa. Entre elas, a possibilidade de que, além da construção de novas unidades, sejam realizadas melhorias nas moradias existentes com o uso de kits predefinidos.

Outra novidade é a redução da participação financeira das famílias para 1% do valor do investimento, sendo que ficarão isentas da contribuição as famílias que recebam o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o Programa Bolsa Família ou que estejam sujeitas a situação de emergência ou calamidade.

Desde 2009, o MCMV Rural contratou mais de 212 mil moradias e entregou mais de 188 mil em todo Brasil. Desde 2023, foram entregues mais de 2,9 mil moradias e autorizadas as retomadas de mais de 1,4 mil habitações com aporte suplementar de recursos.

MCMV Entidades

O processo de seleção do MCMV Entidades, iniciado em julho de 2023, chega ao fim com a seleção de 443 propostas, de 206 Entidades Organizadoras, que contemplam mais de 37 mil moradias, distribuídas entre 269 municípios e com presença em 22 estados brasileiros.

Mais de 148 mil pessoas poderão ser beneficiadas com um investimento estimado de cerca de R$ 6 bilhões.
O resultado dessa seleção representa o compromisso do Governo Federal de apoio à produção social da moradia e à participação da população e dos movimentos de luta por moradia como protagonistas na solução dos problemas habitacionais, estimulando a organização popular e a produção habitacional autogestionária.

O MCMV Entidades tem por finalidade a concessão de financiamento subsidiado a famílias organizadas por meio de entidades privadas sem fins lucrativos para produção de unidades habitacionais urbanas, com recursos do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS).

O público-alvo são famílias com renda mensal familiar de até R$ 2.640, organizadas sob a forma associativa, sendo admitido, para até 10% das famílias atendidas em cada empreendimento, que a renda mensal bruta seja limitada a R$ 4.400.

A subvenção econômica concedida com recursos do FDS às famílias beneficiárias do MCMV, fica entre R$ 130 mil e R$ 164.000 para provisão subsidiada de unidades habitacionais novas em áreas urbanas, a depender da tipologia da construção (apartamento ou casa) e da região.

Desde 2009, o MCMV Entidades contratou mais de 73,2 mil moradias e entregou mais de 34,7 mil. Desde em 2023, foram entregues mais de 4,2 mil unidades habitacionais e autorizada a retomada de mais de 3,9 mil moradias.

Retomada do Programa

Desde sua criação, em 2009, o Minha Casa, Minha Vida já entregou cerca de 7,7 milhões de unidades habitacionais em todo Brasil. Na Faixa 1, já foram mais de 1,6 milhão de moradias entregues.

O novo Minha Casa, Minha Vida está com melhores taxas e condições. Em 2023, foram contratadas mais de 460 mil unidades por meio de financiamento do FGTS, superando a previsão inicial de 375 mil.

Em 2023, foram selecionadas 187,5 mil unidades habitacionais com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), em mais de 1,2 mil empreendimentos que beneficiarão 559 municípios em todo o Brasil.

Maior programa habitacional do Brasil

O MCMV foi retomado pelo Governo Federal, sob a gestão do Ministério das Cidades, no dia 14 de fevereiro de 2023 e aprovado pelo Congresso Nacional em 13 de junho. O maior programa de habitação do Brasil tem como meta contratar 2 milhões de novas unidades até 2026.

O programa criado no governo do presidente Lula tem por finalidade promover o direito à moradia a famílias residentes em áreas urbanas e rurais, sobretudo da população mais carente, associado ao desenvolvimento urbano e econômico, à geração de trabalho e de renda e à elevação de qualidade de vida da população.

Governo de Rondônia fortalece programas sociais para beneficiar população em vulnerabilidade

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No primeiro trimestre de 2024, os programas sociais do Governo de Rondônia foram fortalecidos para ajudar a população em situação de vulnerabilidade social e econômica a superar essa situação, e ter uma vida digna com a realização de sonhos e bem-estar social. As ações contemplam desde refeições com custo de apenas R$ 2, entrega gratuita de enxovais para recém-nascidos até a oferta de cursos gratuitos e auxílio financeiro. O pacote de ações sociais tem sido ampliado e recebido inovações, no âmbito da Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas).

Para o governador Marcos Rocha, Rondônia, além de se destacar com indicadores econômicos, ambientais e de gestão, têm avançado acerca de boas práticas em diversos eixos, impulsionando a qualidade de vida no Estado, a exemplo dos programas sociais. ‘‘São programas executados com responsabilidade, para atender as diferentes necessidades da população em vulnerabilidade social e econômica. O Governo está trabalhando firme no fortalecimento do bem-estar social’’, salientou.

A secretária da Seas, Luana Rocha acrescentou que, os programas sociais são a materialização de políticas públicas importantes para a população. ‘‘Com os programas sociais, estamos acolhendo e dando solução às demandas dos que precisam do amparo do Governo de Rondônia, oferecendo assim, oportunidades para terem suas vidas transformadas’’, assegurou.

PRATO FÁCIL

O Programa Prato Fácil, que oferece refeições saudáveis ao custo de apenas R$ 2, beneficiou somente nos três primeiros meses do ano, 23.293 pessoas, com mais de 357 mil refeições servidas. Atualmente, são 35 restaurantes funcionando em seis municípios rondonienses, dos quais, 26 estão em Porto Velho. A Capital também conta com o Restaurante Popular na zona Leste, e abriu edital para cadastramento de restaurantes em mais duas cidades neste ano: Jaru e Rolim de Moura.

PROGRAMA VENCER

O Programa do Governo de Rondônia Vencer tem como proposta, a qualificação e capacitação gratuita para quem pretende ingressar no mercado de trabalho ou empreender, a fim de promover o fortalecimento e autonomia dos indivíduos e famílias mais vulneráveis no Estado. São 45 cursos em 13 áreas tecnológicas, auxílio temporário para cada beneficiário, no valor de R$ 200 por mês, durante um ano e, ao final do curso, um kit profissional para começar a trabalhar. Neste primeiro trimestre, já foram realizadas 4.638 inscrições nas capacitações ofertadas.

JOVEM CRIADOR

A Seas também executa o Programa Jovem Criador, beneficiando diversos alunos de escolas públicas do Estado, com qualificação em tecnologia e inovação para gerar autonomia financeira. Quatrocentos e trinta alunos fizeram suas inscrições no período proposto e 88 já concluíram os cursos. As aulas são remotas e contemplam alunos de todas as regiões do Estado.

RONDÔNIA CIDADÃ

Entre os meses de janeiro a março, foram realizadas seis edições do Rondônia Cidadã, nos municípios de Porto Velho, Corumbiara, Rio Crespo, Ministro Andreazza e Buritis, e contou com 11.778 atendimentos que beneficiaram 1.862 pessoas. Houve a prestação de serviços diversos à população como emissão de documentos pessoais, orientações em áreas específicas, como emprego e assistência jurídica, além de apresentar, nessas ocasiões, os programas sociais do Governo. As edições acontecem aos finais de semana para contemplar aqueles que não conseguem ter tempo para esses tipos de atendimentos durante a semana.

ASSISTÊNCIA EMERGENCIAL

No período, a Seas também levou assistência às comunidades indígenas em situação vulnerável no distrito de Extrema, região de Porto Velho, com entrega de alimentos, água potável e kit de higiene pessoal. A atuação do Estado foi uma resposta aos danos das cheias que atingem o distrito de Extrema na região da Ponta do Abunã, vizinha ao estado do Acre, onde foi decretado Estado de Emergência após cheia histórica.

CRESCENDO BEM

Crescendo Bem, proposta que oferta R$ 100 mensais para serem investidos em alimentação mais saudável e nutritiva de gestantes e famílias que têm criança de 0 a 3 anos ou de 0 a 6 anos (com deficiência), sendo atendidas pelo Programa Federal “Criança Feliz”, e beneficiou nos três primeiros meses de 2024, 2.649 famílias, com investimento que ultrapassou R$ 712.500,00. Além disso, as famílias recebem visitas domiciliares semanais da equipe do Programa “Criança Feliz”.

MAMÃE CHEGUEI

O programa Mamãe Cheguei beneficiou no primeiro trimestre, 312 gestantes com kit enxoval contendo 19 itens como banheira, fraldas e macacões, bem como, orientações e informações sobre o aleitamento materno, parto, cuidados com o bebê, planejamento familiar, vacinas, doenças sexualmente transmissíveis, nutrição, entre outras, que possam contribuir com a redução da mortalidade materna e infantil. O Programa trabalha ainda, com o incentivo à realização do pré-natal.

MULHER PROTEGIDA

O Programa que também foi fortalecido nos três primeiros meses do ano, foi o Mulher Protegida, assistindo 873 beneficiárias, com um investimento de R$ 1.396.200,00. A iniciativa é destinada às mulheres e meninas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, vítimas de violência doméstica e familiar. O programa conta com medida protetiva de urgência vigente, e já beneficiou, desde sua criação, 2.609 mulheres com auxílio financeiro de R$ 600 mensal para cada uma, totalizando mais de R$ 5,6 milhões, oferecendo ainda, assistência e acompanhamento psicossocial pela Equipe Técnica de Referência do Município partícipe, e oportunidades em cursos de capacitação ou aperfeiçoamento profissional.

CRIANÇA PROTEGIDA

A Seas também executa o Programa Criança Protegida Rondônia, com o objetivo de assegurar a proteção de crianças e adolescentes contra qualquer tipo de violência, por meio do fortalecimento do Sistema de Garantia de Direitos (SGD), promoção do Sistema de Informação para Infância e Adolescência (SIPIA), e fortalecimento dos Conselhos Tutelares dos 52 municípios do Estado.
O primeiro trimestre marcou a assinatura do “Pacto Criança Protegida Rondônia”, pelo Governo de Rondônia em parceria com os Poderes que constituem o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA) no Estado, e a instituição internacional Childhood, que atuará como consultora, auxiliando o poder público na criação de procedimentos integrados (fluxos e protocolos), e ações de prevenção para enfrentar a revitimização de crianças e adolescentes, evitando assim, que muitas desistam de denunciar seus agressores. Assinaram o “Pacto Criança Protegida Rondônia”, o Governo do Estado, Tribunal de Justiça (TJRO), Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), Defensoria Pública do Estado de Rondônia (DPE-RO), Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO), Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Rondônia (OAB/RO), Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONEDCA) e os 52 municípios.
Ainda, nos primeiros três meses, o Governo do Estado anunciou a criação do Centro Integrado Criança Protegida, em Porto Velho, visando acolher e garantir maior segurança às crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência.
COFINANCIAMENTO

Outra forma de fortalecer a assistência social adotada pela Seas, é por Cofinanciamento Estadual do Sistema Único da Assistência Social (Suas), que estabelece a transferência de recursos do Estado aos municípios para implementação das ações que beneficiem famílias em situação de vulnerabilidade social nas cidades. Neste primeiro trimestre, foram repassados R$ 4.228.617,29 para municípios.

MIGRANTES E REFUGIADOS 

A Central de Informação aos Migrantes e Refugiados, realizou 758 atendimentos no primeiro trimestre de 2024. No local, são oferecidos serviços como elaboração de currículo, documentações em geral, assim  como acesso a serviços públicos federais, estaduais e municipais. Os principais serviços prestados no período foram, autorização de residência e renovação, 1ª e 2ª via de CPF estrangeiro, solicitação e/ou renovação de Protocolo de Refúgio.

CENTRAL DE LIBRAS 

Registrando 150 atendimentos, no mesmo período, a Central de Libras de Rondônia, é o projeto que consiste no serviço de mediação da comunicação, por meio de videochamada, entre pessoas com deficiência auditiva e intérpretes em Língua Brasileira de Sinais (Libras).  Composta por 24 pontos de atendimento físico e três pontos de atendimento virtual de emergência, distribuídos em instituições governamentais, em Porto Velho, a Central objetiva a garantia de acessibilidade nos serviços públicos do Governo de Rondônia.

Conheça mais sobre os programas sociais do Governo de Rondônia no link https://rondonia.ro.gov.br/seas/programas-e-projetos/pratofacil/

Com exportações à Coreia do Sul, agro celebra 27ª mercado aberto em 2024

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O Brasil recebeu com satisfação a notícia da abertura do mercado da Coreia do Sul às exportações brasileiras de subprodutos de origem animal (farinhas e gorduras de aves) destinados à alimentação animal. Essa nova abertura, marca a 27ª expansão para o agro brasileiro somente neste ano.

Com a recente conclusão das negociações sobre o Certificado Sanitário Internacional (CSI), os estabelecimentos brasileiros já podem ser habilitados a exportar esses produtos. O anúncio reafirma ainda a confiança internacional no sistema de controle sanitário do Brasil.

Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a abertura atende também uma demanda da Associação Brasileira de Reciclagem Animal (Abra) e suas empresas associadas, bem como de importadores coreanos que preveem uma expansão da indústria coreana de rações a fim de dar conta do crescimento do número de animais domésticos na Ásia.

A Coreia do Sul foi o oitavo destino para os produtos agrícolas brasileiros em 2023, somando US$ 3,37 bilhões em exportações.

Com esta nova abertura, o agronegócio brasileiro alcançou sua 105ª expansão comercial em 50 países desde o início do ano passado, durante mandato do presidente Lula e sob gestão do ministro Carlos Fávaro no Mapa.

O resultado positivo alcançado é fruto dos esforços conjuntos entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Câmara aprova recriação e novas regras para o DPVAT

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A Câmara aprovou, nesta terça-feira (9), o projeto de lei que reformula o seguro obrigatório de veículos terrestres, conhecido como DPVAT.

A proposta, aprovada com o apoio de 304 deputados, foi enviada pelo governo em outubro de 2023 e será agora encaminhada para a análise do Senado.

O texto mantém a Caixa na operação do seguro, que será coberto por fundo mutualista. O projeto retoma a cobrança do seguro obrigatório dos proprietários de veículos automotores, agora denominado Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (SPVAT).

Em relação ao projeto do governo, o texto ampliou o rol de despesas cobertas pelo SPVAT e incluiu o reembolso de despesas com assistências médicas e suplementares — como fisioterapia, medicamentos, equipamentos ortopédicos — desde que não estejam disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no município de residência da vítima do acidente.

Também acrescentou despesas com serviços funerários e despesas com a reabilitação profissional para vítimas de acidentes que resultem em invalidez parcial. O texto inicial já previa indenizações por morte e invalidez permanente. O texto determina que os valores da indenização serão definidos pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).

O pagamento da indenização será feito exclusivamente por crédito em conta bancária, de poupança, de pagamento ou de poupança social de titularidade da vítima ou do beneficiário.

Os deputados aprovaram a versão proposta pelo relator, deputado Carlos Zarattini (PT-SP). No plenário, o deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA) foi o relator substituto.

Na sessão, deputados da oposição questionaram trecho do projeto relacionado ao arcabouço fiscal. Rubens Pereira incluiu a mudança na lei do regime fiscal para antecipar do segundo bimestre para o primeiro bimestre de 2024 a possibilidade de o Executivo abrir crédito suplementar permitido na lei em razão de crescimento adicional da receita deste ano em relação ao mesmo período de 2023.

Rubens Pereira Júnior também acatou uma emenda para estender a cobertura do seguro para as vítimas de acidentes de trânsito ocorridos entre 1º de janeiro de 2024 e a data de início de vigência da nova lei, depois da sua sanção.

O texto aprovado determina ainda o repasse aos municípios e estados, onde houver serviço municipal ou metropolitano de transporte público coletivo, de 35% a 40% do montante do valor arrecadado do prêmio do SPVAT.

DPVAT

O DPVAT previa pagamentos de despesas médicas para quem sofreu acidentes de trânsito no valor de até R$ 2.700 e indenizações por morte e invalidez de até R$ 13.500. O seguro deixou de ser cobrado em 2019, durante o governo Jair Bolsonaro (PL).

A Caixa opera o seguro desde 2021 de forma emergencial após a dissolução do consórcio de seguradoras privadas que administrava o seguro. O banco operava com os recursos até então arrecadados, que foram suficientes para pagamento até novembro do ano passado.

Ji-Paraná: Prefeitura conclui pavimentação da rua Presidente Vargas

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Com ações voltadas para a infraestrutura urbana e melhoria de vias, a Prefeitura de Ji-Paraná, por meio da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) concluiu nesta terça-feira (9), as obras de pavimentação da rua Presidente Vargas, bairro Casa Preta. A via que dá acesso a BR- 364 e Centro do 1º distrito, faz parte das obras inacabadas da gestão passada.

Por determinação do Prefeito Joaquim Teixeira, os trabalhos de pavimentação da Presidente Vargas foram retomados neste início de semana. Para o atual gestor, a conclusão da obra visa dar dignidade aos moradores daquela rua, que a partir de agora podem sair e chegar em suas casas sem enfrentar o transtorno de lama ou poeira.

Em outras frentes de serviços, equipes da Semosp realizaram no fim de semana a pavimentação da rua Nereu Ramos (T-4), no trecho entre as ruas Cruzeiro do Sul e Xapuri, bairro Riachuelo (2º distrito). No mesmo bairro, na rua Carlos Luz (T-3), os trabalhos foram retomados na última semana e estão bastante adiantados.

No local, foram refeitos os trabalhos de sub-base, e iniciada a implantação de uma rede de drenagem, a partir da Xapuri até o igarapé Riachuelo. A equipe de bueiros trabalha ainda na montagem de uma galeria, a base de concreto armado, substituindo a antiga tubulação já comprometida.

As máquinas iniciaram a preparação da base e sub-base para o asfaltamento da rua Cruzeiro do Sul. Os primeiros 100 metros da via, entre T-3 e T-4, já receberam a camada de Britas Graduadas Simples (BGS), e estão praticamente prontos para receber a imprimação asfáltica. Para esta quarta-feira (10), está previsto o início da pavimentação da rua Brasiléia, começando da Vinícius de Moraes (T-10), sentido BR-364.

Texto: Chico Limeira

Fotos: Bruno Perazzoli

Abertas inscrições para audiência pública que vai debater melhorias no sistema penitenciário brasileiro

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriram inscrições, nesta terça-feira (9), para participação em Audiência Pública do Pena Justa: Plano Nacional para o Enfrentamento do Estado de Coisas Inconstitucional nas Prisões Brasileiras. Serão selecionados 30 inscritos para apresentarem contribuições, preferencialmente de forma presencial. A audiência será realizada no auditório Tancredo Neves do MJSP, nos dias 29 e 30 de abril.

O objetivo é desenvolver novas diretrizes para o controle da entrada e das vagas do sistema penal; da qualidade dos espaços físicos; dos serviços prestados e da estrutura; dos processos de saída da prisão e da inserção social; além de políticas de não repetição do Estado de Coisas Inconstitucional no sistema penitenciário, determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em dezembro do ano passado.

A seleção dos participantes terá critérios de representatividade e aspectos como raça, orientação sexual, identidade de gênero, se são familiares de pessoas privadas de liberdade e egressos do sistema prisional, entre outros. O evento reunirá representantes da sociedade civil, órgãos e entidades públicas dos Poderes Executivo e Judiciário. Os interessados poderão se inscrever até o dia 15 de abril neste link .

O secretário Nacional de Políticas Penais, André Garcia, ressalta que a audiência pública é um instrumento eficiente para estabelecer uma interlocução entre a sociedade, os seus representantes e os órgãos públicos de diferentes esferas, na busca de propostas e de sugestões em um espaço aberto e de construção. “Nós, da Senappen, estamos confiantes de que será um momento histórico, único e produtivo. Quero deixar aqui meu convite a todos que se interessem pela temática do sistema penitenciário a se inscreverem e participarem com suas contribuições e propostas”, diz.

Inscrições

A relação das inscrições habilitadas estará disponível a partir do dia 22 de abril nos portais do CNJ e da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen/MJSP), quando também será divulgada a programação completa da audiência.

Considerando as limitações de tempo e de número de participantes, eventuais pessoas inscritas não selecionadas para a audiência poderão apresentar contribuições on-line por meio da Consulta Pública do Pena Justa, que ficará aberta no site do CNJ de 15 de abril a 5 de maio.

ADPF-347

O STF reconheceu o Estado de Coisas Inconstitucional nas prisões brasileiras no julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 347, concluído em outubro de 2023.

Na ocasião, foi determinada a elaboração de um plano nacional para o enfrentamento desse quadro, sob responsabilidade do MJSP, CNJ e da União, em diálogo com instituições, órgãos competentes e entidades da sociedade civil. Após passar por etapas de construção com diferentes instituições, o plano será homologado junto à Suprema Corte em julho deste ano.

Estados debatem nesta semana aumento de ICMS nas encomendas internacionais

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Os estados do país debatem nesta semana, em Fortaleza (CE), uma proposta para aumentar o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos atuais 17% para 25% sobre as encomendas internacionais.

Se aprovado, o valor passaria a ser cobrado somente em 2025.

A definição acontecerá durante a 44 ª Reunião Ordinária do Comitê Nacional de Secretários Estaduais de Fazenda (Comsefaz), que acontece na próxima quinta-feira (11).

Desde agosto do ano passado, estão valendo novas regras para compras internacionais por meio dos chamados “market places”, que englobam sites do exterior ou aplicativos, nas quais não há cobrança do imposto de importação para encomendas abaixo de US$ 50.

Entretanto, os estados instituíram, em 2023, uma cobrança de 17% em ICMS — valor que poderá ser elevado a partir de 2025.

A isenção do imposto de importação federal é aplicada desde que as empresas façam adesão a um programa de conformidade, chamado de “Remessa Conforme”.

  • Segundo dados da Receita Federal, os consumidores brasileiros gastaram R$ 6,42 bilhões em um total de pouco mais de 210 milhões de encomendas internacionais em 2023.
  • Em 2022, foram gastos cerca de R$ 2,57 bilhões em 178,6 milhões de compras do exterior. O valor gasto é menos da metade do valor de 2023.
  • Com o novo programa, a Receita Federal informou que houve um “aumento expressivo” de 1.596% no total de declarações de importação das remessas postais (por meio dos Correios) em 2023.

Imposto de importação federal

Apesar de a alíquota federal do imposto de importação estar atualmente zerada, a equipe econômica tem informado que elevará a tributação no futuro.

Se isso acontecer, os impostos sobre encomendas internacionais serão maiores ainda. Até o momento, porém, a tributação federal (imposto de importação) ainda segue em zero.

  • Em meados do ano passado, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que as medidas anunciadas naquele momento para o comércio eletrônico representavam apenas o começo do processo de regularização, e indicou que haverá taxação por meio de tributos federais no futuro.
  • Em setembro de 2023, O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, informou que o governo federal avalia estabelecer a cobrança de um imposto de importação a partir do patamar de 20% no processo de regularização das encomendas vindas do exterior.
  • Em fevereiro de 2024, o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, negou que o órgão estivesse demorando na definição do imposto de importação para encomendas abaixo de US$ 50 provenientes do exterior, compradas por meio de sites na internet.

Em nota técnica divulgada no ano passado, a Secretaria da Receita Federal estimou que a isenção para compras internacionais de até US$ 50, se mantida pelo governo federal, resultará em uma “perda potencial” de arrecadação de R$ 34,93 bilhões até 2027.

Com a tarifa zero para importações, o governo está abdicando de arrecadação em um momento que busca elevar a receita para tentar cumprir as metas fiscais — o objetivo é zerar o rombo neste ano –, e vem recebendo fortes críticas do setor varejista brasileiro, que enfrenta a competição com produtos importados, principalmente da China.

Setor varejista nacional

Em fevereiro deste ano, mais de 40 entidades do setor varejista brasileiro divulgaram um manifesto contra a demora da Receita Federal em taxar as importações via comércio eletrônico.

Entre aquelas que subscreveram o documento, estão o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), a Força Sindical, a Eletros e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

“É injustificável a demora do governo em decidir sobre o fim da isenção dos impostos federais para vendas de até 50 dólares das plataformas internacionais de e-commerce, cujos efeitos seguem sendo analisados pelo Ministério da Fazenda, conforme vem sendo noticiado na imprensa. Não há mais o que aquilatar, considerando os claríssimos efeitos nocivos dessa benesse na indústria e no varejo nacionais, decorrentes da falta de isonomia tributária”, avaliaram as entidades, em fevereiro. 

Essas entidades alertam que o Dia das Mães, em maio, está próximo, considerada uma “data de extrema importância comercial, significando faturamento proporcional expressivo no balanço anual das empresas”. E acrescentam: “Caso a isenção de impostos para as plataformas internacionais seja mantida, os efeitos nocivos serão ainda mais graves”.

Porto Velho inicia vacinação de dose única contra o HPV

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A vacina contra o HPV passou a ser ofertada em dose única para pessoas de 9 a 14 anos. Além disso, o Ministério da Saúde recomenda a estratégia de resgate de adolescentes entre 15 a 19 anos não vacinados. Em Porto Velho, a Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), começou a aplicar o imunizante para esse público.

A vacina está disponível nas unidades de saúde do município, das 8h às 18h. Para se vacinar, a criança ou adolescente deve estar acompanhada dos pais, ou responsáveis. É necessária a apresentação do cartão do SUS ou CPF da pessoa que será imunizada.

Confira neste link quais os endereços das unidades e horários.

A vacina contra o HPV é oferecida, também, nas escolas municipais e estaduais de Porto Velho, através do Programa de Saúde na Escola. Nesse caso, as equipes das unidades de saúde são responsáveis por elaborar o cronograma e fazer a aplicação desse imunizante.

Pietra Vitória foi uma das crianças vacinadas contra o HPV

Na última segunda-feira (8), a Semusa realizou a abertura da vacinação, com dose única, contra o HPV. A atividade aconteceu na Escola Municipal Manoel Aparício Nunes de Almeida, localizada na zona Sul.

Segundo a diretora, Maria de Fátima, a ação é importante para toda a comunidade escolar, porque “os alunos vacinados garantem uma proteção maior para todos. A vacinação é uma medida importante e necessária. Essas estratégias do Programa de Saúde na Escola acontecem de forma rotineira aqui na escola e isso é bom porque garante proteção para os alunos, para os seus pais e para toda a comunidade da região”.

Aos 9 anos, Pietra Vitória foi uma das crianças vacinadas contra o HPV. Acompanhando a filha, a mãe, Melinda Soares, contou a importância da vacinação. “Hoje em dia os jovens estão evoluindo muito, então acho muito necessário que eles evoluam com segurança. Essa ação nas escolas é de grande valor, porque facilita o acesso dos imunizantes às crianças e até mesmo conscientiza os pais a vacinarem seus filhos”, analisou Melinda.

Secretária-adjunta da Semusa, Marilene Penati destaca que a vacinação contra o HPV é a forma mais segura de reduzir os casos de câncer.

Vacinação contra o HPV é a forma mais segura de reduzir os casos de câncer

“A determinação de vacinar crianças nessa faixa etária é muito importante, pois elas estão sendo imunizadas antes do início da atividade sexual. O HPV atinge tanto homens quanto mulheres e ele evolui nos dois sexos. Agora com aplicação da vacina em dose única, queremos ampliar o número de pessoas imunizadas e ofertar uma saúde de qualidade para todos, essa é a nossa missão”, destacou Penatti.

Quem terá acesso à dose única?

Segundo nota técnica do Ministério da Saúde, a vacina está disponível para pessoas que tenham entre 9 e 14 anos e também para o grupo prioritário, que inclui pessoas imunocomprometidas, vítimas de violência sexual e outras condições específicas, conforme disposição do Programa Nacional de Imunizações (PNI), podendo receber a vacina até os 45 anos.

Ainda conforme o MS, os estados e municípios deverão realizar busca ativa para garantir que jovens de até 19 anos tenham acesso à vacina contra o HPV. Nesses casos, poderão receber o esquema em dose única todas as pessoas dentro dessa faixa etária que não receberam uma ou duas doses do imunizante no período recomendado.

A vacina contra o HPV é oferecida nas escolas municipais e estaduais de Porto Velho

A mudança no esquema vacinal contra o HPV tem o objetivo de alcançar um número maior de pessoas imunizadas e também elevar os indicadores, que estão abaixo do recomendado.

VÍRUS

Segundo o Ministério da Saúde, a importância da infecção pelo papiloma vírus (HPV) como problema de saúde pública em todo o mundo se dá pela sua elevada frequência e associação com vários tipos de neoplasias como câncer de colo de útero, pênis, vulva, canal anal e boca e em orofaringe.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), no Brasil, o câncer de colo do útero é o terceiro tumor mais frequente na população feminina e a quarta causa de morte de mulheres por câncer, sendo responsável por cerca de 17.000 novos casos e quase 7.000 óbitos por ano.

Além disso, a Região Norte é a área de menor cobertura vacinal e com maior mortalidade por câncer de colo do útero. Segundo a Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC), no plano de eliminação desse tipo de câncer, o Norte deverá ser o último do país a conseguir alcançar esse objetivo.

Moraes nega pedido para isentar X no Brasil de ordens judiciais

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta terça-feira (9) pedido da rede social X, antigo Twitter, de isentar sua representação brasileira de ser afetada por decisões judiciais tomadas no Brasil. A empresa queria que somente a sede internacional respondesse em possíveis processos.

Moraes rejeitou o pedido após a filial brasileira do X alegar que não tem comando sobre as operações da rede social. Segundo o escritório de advocacia que representa a rede no Brasil, a parte brasileira da empresa opera somente com a comercialização de publicidade e monetização de usuários.

Na decisão, o ministro afirmou que a empresa busca “imunidade jurisdicional” para não ser atingida por decisões da Justiça brasileira.

“A empresa requerente busca uma verdadeira cláusula de imunidade jurisdicional, para a qual não há qualquer previsão na ordem jurídica nacional. Pelo contrário: o fato de que uma das chamadas operadoras internacionais compõe o seu quadro social sugere um abuso da personalidade jurídica, pois poderia optar por não atender às determinações da Justiça brasileira sem sofrer qualquer consequência, encoberta por sua representante no Brasil”, afirmou.

No último final de semana, Moraes abriu um inquérito para investigar o empresário Elon Musk, dono da rede social. Em postagens publicadas na plataforma, Musk criticou o ministro Alexandre de Moraes e a Corte, além de sugerir que iria desobedecer ordens judiciais contra a plataforma.

O ministro também complementou que os administradores da filial brasileira podem ser responsabilizados por eventuais condutas de obstrução de Justiça e desobediência de ordens judiciais.

Moraes considerou ainda que o pedido para restringir eventuais punições “beira a litigância de má-fé”.

“Diante do exposto, não havendo dúvidas da plena e integral responsabilidade jurídica civil e administrativa da X Brasil Internet, bem como de seus representantes legais, inclusive no tocante a eventual responsabilidade penal, perante a Justiça brasileira, indefiro o pedido”, completou.

Celular Seguro simplifica cadastro e ganha melhoria nos alertas

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) anunciou, nesta terça-feira (9), uma atualização para o Celular Seguro, programa do governo federal para bloquear celulares e contas associadas em caso de furto, roubo ou perda do aparelho. Na nova versão, o cadastro do serviço foi simplificado para agilizar o registro de novos dispositivos mesmo sem o IMEI em mãos.

A plataforma também recebeu outras melhorias, como uma notificação de confirmação de envio de alertas para evitar bloqueios acidentais. Os cidadãos também poderão selecionar o tipo de bloqueio: completo, envolvendo o celular, linha e contas, ou parcial.

Melhorias no Celular Seguro

Em nota à imprensa, o ministério informou que as novidades fazem parte de demandas enviadas por usuários e parceiros a fim de otimizar o serviço. É o caso do cadastro, que, nas primeiras versões, exigia o IMEI (o código único para identificar o dispositivo) e o modelo do aparelho.

Com a nova versão, as duas informações serão opcionais, o que facilita o cadastro de dispositivos por pessoas leigas, por exemplo. Contudo, ainda será obrigatório informar o número da linha telefônica, operadora e a marca do telefone, para que o dispositivo seja identificado em caso de furto, roubo ou perda.

A nova versão ainda criou a opção “Outra operadora” no cadastro, para caso a prestadora não esteja listada no aplicativo — afinal, além da Claro, TIM e Vivo, temos diversas operadoras virtuais (MVNO, em inglês) no Brasil. A busca por fabricantes também ficou mais intuitiva.

O governo também disponibilizou melhorias no envio de alertas, dessa vez com uma confirmação. Apesar de ser algo simples, essa definição evita a emissão de avisos acidentais, que resultam no bloqueio do celular, linha, contas e muito mais.

Além disso, o app ganhou uma restrição de 15 dias para registro de ocorrências, para garantir mais eficácia nas ações, e uma opção para escolher se deseja bloquear apenas o celular e a linha, as contas de instituições ou ambos.

Atualização disponível

A nova versão do Celular Seguro já está disponível para todos os usuários. Ou seja, se você acessar o serviço pelo computador, já terá acesso às novidades logo de cara. Já os aplicativos para Android e iOS precisam ser atualizados para garantir a disponibilidade dos novos recursos.

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