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domingo, maio 17, 2026
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Da tequila ao etanol, o agave pode revolucionar sertão nordestino 

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O professor e pesquisador da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Gonçalo Pereira, define o agave como a “cana do semiárido nordestino”. Apesar de não ter semelhança fisiológica, assim como da cana-de-açúcar se faz cachaça, do agave se faz a famosa tequila e o mezcal. Basicamente, o ponto comum é que ambas produzem etanol, commodity que vem se valorizando na busca mundial por alternativas energéticas renováveis.

Mesmo com o histórico da produção das bebidas, o agave atualmente não é explorado com a finalidade de um biocombustível e por isso, o pesquisador vem se dedicando nos últimos anos em estudar a planta para esse fim. Empolgado, o pesquisador natural do sertão baiano não esconde o que para ele é a revolução do semiárido nordestino.

“O plantio do agave se justifica primeiro porque a gente tem o sertão e, segundo, porque as mudanças climáticas vão afetar até mesmo a cultura de cana, e o agrave pode ser uma opção para isso”.

O motivo do entusiasmo é devido às características que o agave possui e que lhe conferem uma competitividade frente a outras matérias-primas utilizadas na fabricação do etanol. Ele elenca três principais.

  • Baixa necessidade água: o agave se desenvolveu em ambientes com restrição hídrica, como é o caso da região de Jalisco, no México, partes da savana africana e do semiárido nordestino. Segundo uma pesquisa feita com a agave tequilana em 2020, essas plantas podem sobreviver com 300 milímetros de água por ano. Em comparação com o mínimo necessário para as culturas do milho e da cana, isso representa 40% e 75% a menos, respectivamente.
  • Grande quantidade de biomassa: o mesmo estudo também mostrou que a produtividade de biomassa anualizada do agave é superior aos demais. Enquanto o milho gera de 12 a 18,5 toneladas por hectare e a cana 92 toneladas por hectare, o agave vai de 136 a 144 toneladas na mesma área.
  • Acúmulo de frutose: outro ponto é a concentração de açúcar, ou seja, o composto químico do qual se origina o etanol. Diferente da cana que tem sacarose, o agave concentra inulina, que é uma cadeia extensa de frutose.

Etanol de agave 

São com base nessas métricas e estudos que Pereira vem fazendo testes para colocar em marcha a operação piloto de produção de etanol de agave. A ideia faz parte do programa de pesquisa BRAVE (Brazilian Agave Development – Desenvolvimento de Agave no Brasil) que além da Unicamp é feito em parceria com a Shell Brasil e com o SENAI CIMATEC.

“O objetivo desse projeto é otimizar tudo para fazer com que o etanol do agave seja competitivo com o etanol da cana. Quem sabe até mais barato do que o etanol do milho, considerando que vamos trabalhar em regiões em que a terra ainda é muito barata”, comenta o professor.

Por isso, já no próximo ano, o projeto vai plantar cerca de 150 mil mudas de agave tequilana. Essa será a primeira vez que um número expressivo dessa variedade mexicana será plantada no Brasil. Apesar do semiárido ter uma espécie, o agave sisalana, a que vem do país norte-americano demonstra uma maior capacidade para o etanol.

Foto: Odilon Reny R. F. da Silva/Embrapa

Os “espinhos” no caminho

Com inegável potencial, o agave ainda tem alguns desafios para se tornar uma produção escalável. O professor da Unicamp vê esse cenário como oportunidade. A primeira é com relação ao tempo de maturidade das plantas.

“Nossa estratégia está sendo primeiro colocar indutores de crescimento para conseguir superar esse período de crescimento lento [do primeiro ao segundo ano]. A segunda coisa é o biochar – biocarvão usado com fertilizante. A gente viu que no agave uma aplicação de 20 toneladas por hectare mais que dobrou o tamanho das plantas. E também estamos vendo a irrigação de baixo gotejamento nos primeiros anos”, explica Pereira.

Outro aspecto é a mecanização da colheita, porque hoje o processo acontece de forma manual, já que não existe uma colheitadeira de agave. Com isso, uma das ramificações do BRAVE é a criação de protótipos de máquinas. Além disso, também está sendo desenvolvida uma usina piloto para o recebimento, beneficiamento e produção de etanol a partir desse agave. Essa fábrica também não existe no mundo com esse grau de industrialização, o que confere o pioneirismo brasileiro nesse ponto.

Dentro desse processo fabril, uma das intenções é diminuir etapas para tornar mais barata a produção. Diferente da cana, em que a fermentação do açúcar é feita com leveduras tradicionais, a insulina do agave não é facilmente consumida por essas leveduras. Por isso, a pesquisa também já desenvolveu uma levedura capaz de otimizar esse processo.

“Como esse açúcar é um polímero, a levedura não consegue processar de forma direta, precisaria ser aquecida em alta temperatura, como os mexicanos fazem. A outra solução foi construir uma levedura geneticamente modificada que consegue quebrar esse polímero e é isso que a gente já está colocando. Temos inclusive uma levedura já patenteada”, afirma o também professor e pesquisador da Unicamp, Marcelo Carazzolle.

Um passo que também está sendo dado e com produto já registrado é um agave modificado para resistir a pesticidas. Os pesquisadores explicam que o agave cria uma espécie de microclima nas áreas do sertão que favorece o plantio de cultivares agrícolas, mas também de ervas daninhas. Por isso, a busca é também por encontrar uma espécie transgênica com capacidade para resistir ao glifosato, por exemplo.

Desenvolvimento e multiplicação de mudas de agave em laboratório. Foto: Fábio Raya

Para que serve o agave e quais outros benefícios?

O potencial para o etanol é considerado a vantagem mais atrativa para esse cultivo, mas a planta também tem outros subprodutos, como o sisal. No Nordeste, a maioria do agave tem esse fim, mas apenas 5% do agave utilizado vira sisal. O restante é descartado. Pereira chegou a calcular, e por ano, somente esse descarte de uma espécie não própria para o etanol, poderia gerar 20,64 milhões de litros de biocombustível.

Outros usos são:

  • Produção de hecogenina, um composto utilizado para produção de hormônios na indústria farmacêutica;
  • Biogás/biometano;
  • Fertilizantes;
  • Ração animal;
  • Biochar.

O pesquisador baiano também destaca o benefício social da implementação de uma cultura como essa no sertão. “As biorrefinarias, usinas, tem uma coisa que pouquíssimas indústrias tem, é geração de mão-de-obra. Elas educam essa mão-de-obra, porque as operações são complexas”, elucida Pereira.

Investimento e novos projetos

Além do BRAVE, outras duas iniciativas com agave estão em andamento, de acordo com o pesquisador da Unicamp, Gonçalo Pereira. Uma delas está prevista para 2025 e se trata de uma fábrica piloto da Arrakis, uma startup que surgiu dentro da pesquisa sobre o agave.

A ideia é que ela seja um modelo de como os produtores de agave do nordeste já podem fazer para melhorar o aproveitamento da planta, que atualmente vai todo para o sisal. Segundo Pereira, a fábrica não será para produção de etanol, mas sim para sisal, biogás, biochar, ração animal e produto para fertirrigação.

Na capital, apenas serviços essenciais serão mantidos pela Prefeitura no feriado desta sexta-feira

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Em razão do feriado nacional da Proclamação da República, nesta sexta-feira (15), apenas as repartições públicas municipais que executam serviços essenciais em Porto Velho funcionarão neste dia, sob regime de plantão. A data está inserida no decreto nº 19.604.

As secretarias atuarão em turnos de plantonistas e executarão os trabalhos de forma que não haja interrupção dos serviços prestados. Entre as pastas inseridas nesse regime estão:

  • Secretaria Municipal de Saneamento e Serviços Básicos (Semusb), responsável pela limpeza pública;
  • Secretaria Municipal de Obras (Semob), que opera os serviços de drenagem, asfalto e outros serviços de infraestrutura;
  • Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric), responsável pela realização do serviço de inspeção animal;
  • Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transportes (Semtran), responsável pela fiscalização e segurança do trânsito;
  • Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), com os atendimentos das Unidades de Pronto
  • Atendimento (UPA) Sul, Leste, Jaci-Paraná, bem como a Maternidade Municipal Mãe
  • Esperança e as Policlínicas Ana Adelaide e José Adelino, que continuam com serviço 24 horas, assim como o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Durante o feriado, o transporte coletivo em Porto Velho funcionará com a frota que circula aos domingos. Os usuários do serviço podem consultar e acompanhar os itinerários no site da empresa responsável ou no site da Semtran.

Ministro do Trabalho defende fim da jornada 6×1 sem redução salarial

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, defendeu nesta quinta-feira (14) a redução das escalas de trabalho no país, encerrando a jornada 6×1, quando o trabalho folga apenas uma vez na semana e trabalha os outros seis dias.

Marinho afirmou que o governo tem simpatia na pauta e defendeu agilidade nas discussões sobre o fim da escala 6×1.

“Para que possamos trabalhar, fortemente, para acabar a escala 6×1, que é a minha posição. Mas, aqui, entra o papel da negociação, da convenção coletiva, do entendimento porque fixação de horários deve ser feita em mesa de negociação”, opinou ele.

Luiz Marinho classificou a escala 6×1 como algo “cruel”, especialmente para as trabalhadoras. O ministro destacou que a redução da jornada não deve significar corte salarial dos trabalhadores.

“E nesse bojo, buscar incorporar o fim do 6×1, que seria muito positivo para a economia, acredito eu, de maneiro especial aos trabalhadores, e especialíssima para as trabalhadoras”, concluiu ele, em conversa com jornalistas.

A discussão sobre o fim da escala de trabalho 6×1 ganhou holofote com a PEC, de autoria da líder do PSOL na Câmara dos Deputados, Erika Hilton, que prevê redução de jornada, passando de 44h para 36h semanais.

A PEC já obteve o número mínimo de 171 assinaturas para começar a tramitar, mas a deputada pretende aguardar a adesão de diversas bancadas para protocolar o pedido com “apoio robusto” de parlamentares.

 

Atentado “reforça necessidade de responsabilização de todos que atentem contra a democracia”, diz Barroso

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O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, comentou pela primeira vez nesta quinta-feira (14) os ataques à bomba na Praça dos Três Poderes.

Para Barroso, o ataque reforça a necessidade de “responsabilização de todos que atentem contra a democracia”.

Em discurso institucional, Barroso ainda falou que a sociedade precisa refletir sobre os acontecimentos recentes.

“No curso das apurações, nós precisamos – como país e como sociedade – fazer uma reflexão profunda sobre o que está acontecendo entre nós. Onde foi que nós perdemos a luz da nossa alma afetuosa, alegre e fraterna para a escuridão do ódio, da agressividade e da violência?”, disse o ministro.

O presidente do STF também agradeceu às forças de segurança pela atuação “correta e corajosa” ao lidar com a situação.

O que aconteceu

Na noite de quarta-feira (13), duas fortes explosões foram registradas nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF). No local, foi encontrado o corpo de um homem – que mais tarde foi identificado como Francisco Wanderley Luiz.

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) também confirmou a explosão de um carro, pertencente a Francisco, no Anexo 4 da Câmara dos Deputados.

Conhecido como Tiü França, o ex-candidato a vereador pelo Partido Liberal (PL) em Santa Catarina foi o responsável pelas explosões.

Em nota, o PL de Santa Catarina informou que “reafirma sua posição contra qualquer ato de violência que fira pessoas ou ameace as instituições democráticas”. O partido também disse que defende “firmemente o equilíbrio entre os poderes da República” e que “nossas bandeiras sempre serão pautadas na defesa de democracia”.

Segundo as informações preliminares, Francisco Wanderley já tinha passagem pela polícia e foi preso em dezembro de 2012. Ele é o proprietário do veículo encontrado na cena do crime.

As autoridades permaneceram durante toda a noite realizando uma operação de varredura antibombas no local. A polícia também atuou para desativar artefatos plugados no corpo do indivíduo, que permaneceu no local do atentado até a manhã de quinta.

Após as explosões, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) ativou o Plano Escudo — que permite a atuação do Exército nos palácios do Planalto, da Alvorada e do Jaburu e da Granja do Torto sem uma operação formal de Garantia da Lei e da Ordem.

A Polícia Federal (PF) abriu um inquérito policial para investigar o caso.

Abertura oficial da campanha Novembro Azul acontece nesta quinta-feira (14), em Porto Velho

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A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) de Porto Velho realiza, nesta quinta-feira (14), a abertura oficial da campanha Novembro Azul, que visa à conscientização e à promoção da saúde do homem. O evento, coordenado pelo Núcleo de Saúde do Homem da Semusa, começa às 8h na sede da Secretaria e conta com diversas atividades de saúde e bem-estar para os servidores.

Durante o evento, os participantes terão acesso a uma série de serviços e orientações. A programação inclui palestras sobre saúde, aferição de glicemia e pressão arterial, testes rápidos para Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), orientações sobre alimentação saudável, atividades físicas, cortes de cabelo e sorteio de brindes.

A campanha destaca a importância da busca regular pelos serviços de saúde e do autocuidado masculino. Segundo dados do Ministério da Saúde, o câncer de próstata é o tipo de câncer mais comum entre os homens após o câncer de pele, mas outras doenças e condições também precisam ser prevenidas.

Cleide Silva Davy, subgerente do Núcleo de Saúde do Homem da Semusa, reforça que o Novembro Azul vai além do foco no câncer de próstata. “Queremos que o homem se sinta motivado a cuidar de sua saúde em todos os aspectos. A prevenção deve fazer parte da rotina, e é fundamental que ele se conscientize da importância de procurar os serviços de saúde regularmente”, destaca.

SERVIÇOS

Os exames voltados à saúde do homem estão disponíveis gratuitamente em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de Porto Velho, tanto na área urbana quanto na rural. Os serviços incluem aferição de pressão arterial, controle de colesterol e glicemia, hemograma completo, testes de urina, atualização da carteira de vacinação e testes rápidos para ISTs, como HIV, sífilis, hepatite B e C, entre outros.

Além disso, as unidades básicas de saúde promovem ao longo de novembro atividades voltadas ao Novembro Azul, reforçando a importância da prevenção e do cuidado com a saúde masculina.

Com investimentos em segurança, Rondônia registra redução histórica nos índices de criminalidade em 2024

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Entre janeiro e outubro de 2024, o estado obteve uma expressiva redução nos índices de criminalidade, resultado de investimentos estratégicos do governo de Rondônia em segurança pública e atuação coordenada das forças policiais. Dados da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) revelam quedas em crimes como furtos (-18%), roubos (-35%), roubos a residências (-12%) e roubos a estabelecimentos comerciais (-46%), em comparação com o mesmo período de 2023. A redução dos casos de feminicídio (-44%) e violência doméstica (-3%) também representa um importante avanço no enfrentamento à violência contra a mulher no estado.

O progresso é fruto de uma série de políticas públicas de segurança fortalecidas ao longo do ano, com ênfase na modernização tecnológica e no uso de inteligência policial. O estado intensificou o patrulhamento e as operações de monitoramento em áreas vulneráveis, garantindo uma resposta mais ágil e eficiente às ocorrências.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou o empenho da gestão com a segurança dos cidadãos. “Estamos investindo em tecnologia e treinamento para os agentes de segurança e os resultados são reflexo desse trabalho. O foco é construir um estado cada vez mais seguro e justo para todos.”

Os investimentos em sistemas de monitoramento e equipamentos de última geração permitiram às equipes policiais uma ação mais precisa e preventiva, ampliando a presença em áreas críticas e fortalecendo a sensação de segurança nas comunidades.

O secretário da Sesdec, Felipe Bernardo Vital, enfatizou o impacto da atuação das polícias Civil e Militar, e destacou os investimentos feitos pelo governo na área de segurança. “A redução nos índices é fruto de uma política de segurança otimizada, atuação dedicada das forças policiais e investimentos realizados pelo governo. Temos investido em tecnologia, capacitação e infraestrutura para proporcionar melhores condições de trabalho às equipes e ampliar a segurança da população. As forças policiais têm atuado com inteligência e estratégia, e seguimos atentos e empenhados em manter esses avanços.”

Linfoma de Hodgkin é mais comum em jovens: entenda mitos e verdades sobre eles

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Todos os anos, milhares de novos casos de linfoma são diagnosticados no Brasil. Mas você sabe o que é linfoma? Trata-se de um tipo de câncer de células do sangue, que começa no sistema linfático, uma parte vital do nosso sistema imunológico responsável por combater infecções.

Geralmente, os linfomas aparecem nos gânglios linfáticos, que são popularmente conhecidos como “ínguas”. O linfoma não é uma doença única, mas um grupo de doenças que pode ser muito diferente, tanto em relação aos sintomas quanto ao tratamento.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estima-se que cerca de 12 mil novos casos de linfoma sejam diagnosticados por ano no Brasil, na maioria em homens. Os sinais de alerta incluem:

  • Caroços indolores no pescoço, axilas ou virilhas;
  • Cansaço persistente;
  • Febre sem motivo aparente;
  • Suor noturno;
  • Perda de peso inexplicável.

Dependendo do tipo de linfoma, detectá-lo cedo pode aumentar as chances de cura. Esses tipos de câncer são mais comuns em duas faixas etárias: entre 15 e 30 anos e acima dos 60 anos. O INCA também estima que ocorra cerca de quatro mil mortes anuais decorrentes da doença.

A Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) informa que cerca de 70% das pessoas no mundo não sabem o que são linfomas. Então, vamos falar mais sobre isso! Confira a seguir o que é mito e verdade entre algumas afirmações que vemos sobre esse tema:

1. O linfoma é um câncer que começa no sistema linfático e afeta as células imunológicas do corpo

Verdadeiro. O linfoma se desenvolve nos linfócitos, que são células de defesa presentes no sistema linfático, incluindo sangue, os gânglios linfáticos, o baço e outros órgãos. No Brasil, é o oitavo tipo de câncer mais comum, afetando cerca de 6 pessoas a cada 100 mil habitantes por ano. Para o Brasil, a estimativa anual de novos casos de linfoma não Hodgkin (LNH) no triênio de 2023 a 2025 é de 12.040, o que representa um risco de 5,57 casos por 100 mil habitantes.

Desses, 6.420 casos são esperados em homens (risco de 6,08 por 100 mil) e 5.620 em mulheres (risco de 5,08 por 100 mil).

Quanto ao linfoma de Hodgkin (LH), a estimativa anual para o mesmo período é de 3.080 novos casos, correspondendo a um risco de 1,41 caso por 100 mil habitantes, sendo 1.500 casos entre homens (risco de 1,40 por 100 mil) e 1.580 entre mulheres (risco de 1,41 por 100 mil).

2. Existe apenas um tipo de linfoma, e todos os casos são tratados da mesma maneira

Falso. Existem mais de 40 subtipos de linfomas, divididos em duas categorias principais: linfoma de Hodgkin e linfomas não Hodgkin. Embora tenha subtipos, o linfoma de Hodgkin pode ser considerado uma só doença, enquanto linfoma não Hodgkin engloba um conjunto de linfomas bastante diferentes entre si, com abordagens diagnósticas e tratamentos bastante diversos.

3. Linfonodos inchados são o único sintoma de linfoma

Falso. Embora o inchaço indolor dos gânglios linfáticos seja um sintoma comum, nem todos os pacientes com linfoma apresentam este sintoma. Outros sinais podem incluir cansaço excessivo, febre persistente, suores noturnos intensos e perda de peso sem explicação. No Brasil, muitos diagnósticos acontecem tardiamente porque esses sintomas podem ser confundidos com outras doenças, o que atrasa a procura por atendimento médico.

4. Os linfomas do tipo não Hodgkin são mais comuns do que o linfoma de Hodgkin

Verdadeiro. Até por ser um grupo grande de doenças e não um diagnóstico único, tanto no Brasil quanto no resto do mundo, linfomas não Hodgkin são mais frequentes que o linfoma de Hodgkin. Em 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou um número significativamente maior de mortes causadas por linfomas não Hodgkin. Os tipos mais comuns são o linfoma não Hodgkin difuso de grandes células B, que representa cerca de 30% dos casos, e o linfoma folicular, com aproximadamente 22%. Outros subtipos incluem o linfoma de células do manto e o linfoma de células da zona marginal.

5. O linfoma afeta apenas adultos mais velhos

Falso. A faixa etária mais comum de ocorrência dos linfomas varia de acordo com o subtipo. Embora os linfomas não Hodgkin em geral sejam mais comuns em pessoas acima de 60 anos, o linfoma de Hodgkin frequentemente atinge jovens entre 15 e 40 anos. No Brasil, o linfoma de Hodgkin é uma das principais causas de câncer em adolescentes e adultos jovens. Entretanto, é importante lembrar que o linfoma pode afetar pessoas de todas as idades. Ter familiares com linfoma pode aumentar ligeiramente o risco, mas a maioria dos casos ocorre sem uma ligação genética significativa. No Brasil, casos hereditários de linfoma são raros e representam uma pequena parcela do total.

6. Um exame de sangue simples pode diagnosticar linfoma

Falso. Exames de sangue podem ou não estar alterados em pacientes com linfoma, mas não são suficientes para o diagnóstico. Para confirmar a doença, em geral são necessários exames de imagem, como tomografias ou PET scans, e uma biópsia do gânglio linfático afetado. Um diagnóstico preciso é fundamental para determinar o tipo de linfoma e definir o melhor tratamento.

7. Somente pessoas com sistema imunológico enfraquecido ou fatores de risco específicos desenvolvem linfoma

Falso. Embora algumas situações possam aumentar o risco de linfomas, como imunossupressão e certas infecções, a maioria das pessoas diagnosticadas com linfoma não apresenta nenhum fator de risco específico. Infecções por vírus como Epstein-Barr (EBV) ou HIV podem elevar a chance de desenvolver linfoma, mas a grande maioria das pessoas com essas infecções não desenvolve a doença.

8. O linfoma é geralmente curável, especialmente o linfoma de Hodgkin, se detectado precocemente

Verdadeiro. O linfoma de Hodgkin tem altas taxas de cura, acima de 90%, especialmente quando descoberto no início. No Brasil e no mundo, avanços nos tratamentos têm levado a taxas elevadas de remissão e cura mesmo em doenças mais avançadas. Para os linfomas não Hodgkin, as chances de cura variam conforme o subtipo e o estágio da doença. Mesmo nos linfomas atualmente ainda não considerados curáveis, os tratamentos levam a altas taxas de remissão que podem durar muitos anos. O tratamento pode envolver quimioterapia convencional, imunoterapia e terapia celular, dependendo do tipo de linfoma e do estágio. Muitos linfomas não Hodgkin não precisam ser tratados no momento do diagnóstico.

*Texto escrito pelo oncohematologista Dra. Luciana Tomanik Tucunduva (CRM 121.958), coordenadora da residência médica em oncohematologia e transplante de medula óssea do Hospital Sírio-Libanês

Fernanda Montenegro entra para ‘Guinness Book’, o Livro dos Recordes, e comemora

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Fernanda Montenegro, aos 95 anos, já consolidada como uma referência da dramaturgia nacional com diversos prêmios e uma indicação ao Oscar por ‘Central do Brasil’, teve agora seu nome registrado no Guinness Book, o Livro dos Recordes. A conquista foi anunciada em sua página oficial na noite de quarta-feira (13).

o que ela disse?

“Recebi hoje a notícia de que fui reconhecida com o recorde mundial (Guinness World Records) de maior audiência em uma leitura filosófica, pela apresentação de Simone de Beauvoir (1908-1986) no Parque do Ibirapuera, realizada no dia 18 de agosto de 2024, na qual estiveram presentes 15 mil pessoas”, relatou a atriz, referindo-se à leitura pública e gratuita do espetáculo Fernanda Montenegro Lê Simone de Beauvoir.

Ela ainda agradeceu ao público, afirmando que o prêmio também pertence a todos que compareceram a esse encontro entre arte e educação. Expressou ainda gratidão ao apoio do Itaú, instituição que possibilitou o evento. Fernanda Montenegro está atualmente em cartaz no cinema, com uma participação especial no filme Ainda Estou Aqui, estrelado por sua filha, Fernanda Torres, ao lado de Selton Mello, e dirigido por Walter Salles, com quem trabalhou anteriormente em Central do Brasil.

Durante seu discurso, Fernanda Montenegro foi fortemente aplaudida ao ressaltar o valor da cultura para as pessoas, para uma nação, e como essa força unificadora foi capaz de reunir 15 mil pessoas em um monólogo.

“Milagres existem. A cultura é a essência do nosso país. O teatro representa a humanidade ao longo dos milênios, em qualquer lugar do mundo, transmitindo experiências e visões, confrontando momentos de vida, transcendendo-os, ou até mesmo oferecendo o humor de cada época. E isso se manifesta no palco. Então, levar Simone de Beauvoir para 15 mil pessoas no Ibirapuera foi uma experiência de imenso significado para mim”, afirmou a atriz.

“Há outro lugar no mundo onde isso possa acontecer? Falar para 15 mil pessoas, abordar ideias difíceis de assimilar, e ninguém vai embora. Todos acolhem cada palavra, e ao final, aplaudem e se abraçam em um espaço com essa quantidade de pessoas. Nem todos os agradecimentos, nem mesmo aos deuses, seriam suficientes. É algo singular, sem repetição em minha vida, e por isso, agradeço profundamente. Este momento reafirma uma vocação e uma trajetória. Muito obrigada”, finalizou.

Conhecido pelo cultivo de grãos, Cone Sul de Rondônia prospera com produção de café

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Depois de se consolidar em municípios da região do Rio Machado, Zona da Mata, Vale do Guaporé e Central de Rondônia como cultura sustentável e lucrativa, a produção de café avança no Cone Sul do estado. O plantio é motivado pelos incentivos do governo de Rondônia e pela transformação que a cafeicultura tem feito na vida dos agricultores familiares, gerando mais renda para fortalecer a economia do estado.

Rondônia tem cafés premiados nacionalmente e selo de Indicação Geográfica (IG), concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi), como referência em produção de café. A cultura tem avançado no estado, alcançando inclusive, o sul do estado, onde o café tinha uma produção mais tímida. Os dados apontam que a região do Cone Sul, já conhecida pela produção de grãos, especialmente soja, milho e algodão, agora está prosperando também, na cafeicultura.

Os municípios de Vilhena, Chupinguaia, Colorado do Oeste, Cabixi, Cerejeiras, Corumbiara e Pimenteiras do Oeste compõem a região.

Fortalecida como cultura sustentável e lucrativa, a produção de café avança no Cone Sul do estado

MAIS PRODUTIVO

O impulsionamento da expansão da lavoura cafeeira no Cone Sul tem sido fortalecido pelo governo de Rondônia por meio do programa Plante Mais. Conforme balanço realizado pela Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), foram destinadas, de 2019 a 2024, 222.040 mudas de café clonal, gratuitamente, pelo governo do estado à região. As mudas, geneticamente modificadas, têm capacidade para até 120 sacas por hectares, um salto na produção.

Foram destinadas 222.040 mudas de café clonal ao Cone Sul

A área de cultivo se fortaleceu no Cone Sul, comprovando o interesse dos produtores pela cafeicultura, chegando a 210 hectares em 2023, um incremento em relação a 2020, quando estava presente em 194 hectares. A colheita também tem prosperado, com a produção de 9.766 sacas de café em 2023. Já em 2020, era de 7.916.

MAIS PRESENTE

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou que, o governo do estado tem ouvido os produtores e criado estratégias para uma cafeicultura mais forte, produtiva e mais competitiva. ‘‘O governo acredita que inovação, tecnologia e ciência podem ajudar o café de Rondônia a ser produzido com sustentabilidade e com excelência, por isso estamos distribuindo mudas clonais com alta produtividade. Isso significa também mais sustentabilidade, mais renda aos produtores, mais qualidade de vida às famílias e mais desenvolvimento para o estado.’’

MAIS SUSTENTÁVEL

O Plante Mais é um programa desenvolvido no âmbito da Seagri e executado junto aos produtores pela Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-RO), onde agricultores rurais recebem mudas clonais de café, gratuitamente, e assistência técnica. O titular da Seagri, Luiz Paulo, explica que o café transformou-se em uma cultura muito vantajosa para agricultura familiar, pois com poucos hectares, é possível ter uma grande produção.

Chupinguaia é um dos principais produtores de café do Cone Sul

‘‘É um plantio realizado em harmonia com o meio ambiente, e valorizado pelo mercado consumidor, uma vez que, a saca do café produzido em Rondônia, conhecido como robustas amazônicos, tem rendido cada vez mais. O café do nosso estado é uma combinação perfeita de sustentabilidade e alta qualidade’’, aponta o secretário.

MAIS LUCRATIVO

O preço pago ao produtor por saca de 60 kg de café, medido em novembro, é em média R$ 1,2 mil, segundo a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO).

MAIS APOIO

E para ajudar os produtores a transformarem as mudas clonais em colheitas lucrativas, o gerente regional da Emater-RO, no Cone Sul, Eliandro Marcio Perini, explica como funciona a assistência aos agricultores.

Emater auxilia produtores a terem colheitas lucrativas

‘‘A Emater auxilia desde a coleta de solos, preparação e abertura do berço, adubação e condução das lavouras; e também na colheita, e esse é um dos grandes gargalos da produção; a lucratividade da lavoura está na qualidade da colheita, secagem e armazenamento’’, enfatiza o gerente.

Dessa forma, o engajamento do governo do estado, por meio da Emater-RO, é essencial para auxiliar na interpretação de análise do solo e recomendação da adubação. Além de tratos culturais e prevenção das lavouras com orientação de aplicação de fungicidas e inseticidas quando necessário, entre outras assistências que ajudam no sucesso das lavouras.

MAIS TRANSFORMAÇÃO

Flora Pimentel, agricultora de Vilhena, faz parte desta revolução do café altamente produtivo e sustentável no Cone Sul de Rondônia. Iniciou sua jornada no cultivo de café, plantando a espécie canelone, incentivada pelo seu sogro. Ela relata que essa variedade é mais difícil de manejar, pois tende a se espalhar muito. No entanto, em 2020, com incentivos do governo, decidiu migrar para o cultivo de café clonal. Atualmente, Flora cultiva três hectares com mais de 3 mil mudas de café clonal. Além do café, também produz leguminosas e verduras, em menor escala, na sua propriedade.

Segundo a agricultora, o café clonal é mais produtivo e fácil de manejar. “O café não dá tanto trabalho em comparação com outras hortaliças”, pontuou. Flora Pimentel foi premiada em 1° lugar no Concafé, outra ação do governo, que premia as melhores produções sustentáveis e de alta qualidade. Flora foi reconhecida como a melhor produtora da região do Cone Sul de Rondônia, na edição de 2023.

Flora Pimentel, agricultora de Vilhena, faz parte desta revolução do café produtivo

“O governo do estado tem olhado para o produtor rural, é um governo humano que escuta a população. O incentivo ao cultivo de café clonal tem o poder de transformar a economia da região’’, enfatiza Flora.

Outro que tem apostado na cafeicultura no Cone Sul, é Juraci Grigoleto, agricultor do município de Cabixi, que iniciou no plantio de café, ainda jovem, ao lado de seu pai. Ele destaca as vantagens do cultivo de café clonal, ressaltando que, o manejo e a área necessária para o plantio são menores em comparação com as mudas tradicionais. “Esse novo plantio do café clonal é bom e aproveita melhor o solo. Antes, eu plantava mil pés de café por hectare, mas com o café clonal, é possível plantar até quatro mil pés por hectare.”

Juraci Grigoleto iniciou sua produção com 800 mudas e, satisfeito com os resultados, aumentou para 1.600 mudas em sua terceira participação no Plante Mais. Com investimentos e projetos do governo, Juraci afirma que conseguiu realizar seus objetivos e segue fazendo o que mais gosta, plantar café. ‘‘O Cone Sul pode se destacar na produção de café clonal, já que há um esforço constante por parte dos produtores e dos órgãos responsáveis’’, considera.

Governo pede explicações sobre projeto que irá escanear os olhos dos brasileiros

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O projeto que escaneia os olhos das pessoas cofundado por Sam Altman, CEO da OpenAI, dona do ChatGPT, mal chegou ao Brasil e já teve um contratempo. No mesmo dia em que a iniciativa desembarcou no país, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) abriu um processo de fiscalização contra ela.

Inicialmente fundada com o nome de Worldcoin, o projeto passou a se chamar World recentemente. Ele já funciona em diversos outros países, mas coleciona polêmicas em quase todos eles.

World precisará dar maiores explicações

Nesta quarta-feira (13), o projeto começou a escanear as íris de brasileiros interessados em dez pontos da capital paulista. A World afirma que os endereços ficarão disponíveis em seu site e que estarão espalhados em alguns shoppings e outros pontos da cidade.

A participação é gratuita e ainda não há prazo para ampliação do serviço para outras regiões do Brasil. A ideia é auxiliar na distinção entre humanos e robôs criados por inteligência artificial. Entre as possíveis aplicações da tecnologia está a prevenção de perfis falsos em sites e redes sociais, por exemplo.

Novo Orb usada pela World tem menos peças internas, processa mais rápido e tem IA (Imagem: Reprodução/YouTube/World)

No entanto, a ANPD quer mais detalhes sobre como vai funcionar este projeto. O objetivo é entender se a atuação da World está em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Nesta terça-feira (12), a equipe de fiscalização do órgão se reuniu com representantes da iniciativa para esclarecer dúvidas e entregar o documento que formaliza o pedido de explicações adicionais.

Em nota, a World afirmou que está à disposição das autoridades brasileiras e que preza pela transparência. O projeto também disse que busca cumprir todas as leis e regulamentações relacionadas ao processamento de dados pessoais nos mercados onde opera.

Projeto escaneia a íris de pessoas em troca de criptomoeda (Imagem: Divulgação/World)

 

Um projeto polêmico

  • A então Worldcoin foi lançada em julho do ano passado e realiza o escaneamento da íris de pessoas em troca de uma recompensa em WLD, a criptomoeda do projeto.
  • Segundo a própria World, o objetivo é “ajudar a distinguir interações humanas reais e interações baseadas em IA, aumentar o acesso à economia digital global e a proteger a privacidade online”.
  • O sistema também permitiria, entre outras coisas, que os usuários provem online que são humanos, principalmente em um mundo futuro dominado pela inteligência artificial.
  • No entanto, a companhia está sendo alvo de investigações em diversos países do mundo.
  • A principal preocupação é que ela não esteja respeitando as “medidas de segurança adotadas no âmbito da proteção da privacidade dos usuários”.
  • Autoridades do Reino Unido, da Alemanha, da França, de Portugal e da Espanha chegaram a investigar a forma como o projeto obtém, armazena e processa os dados biométricos obtidos.
  • Já no Quênia, o governo do país africano ordenou o fim da coleta de dados da World.
  • O projeto Sam Altman garante que não há nenhuma irregularidade.
  • A companhia ainda destacou ao Olhar Digital que pretende retomar as operações no país africano em breve.
  • Segundo a World, “os serviços de verificação foram inicialmente interrompidos por precaução e num esforço para mitigar o volume de pessoas, enquanto se trabalhava com as autoridades locais para aumentar a compreensão do protocolo”.
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