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terça-feira, julho 14, 2026
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O juiz que descobriu autismo aos 47 e agora usa cordão de identificação

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Alexandre Morais da Rosa, de 50 anos, concilia a rotina de juiz no Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) com o tempo que dedica às redes sociais. Desde que teve o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA), aos 47 anos, o magistrado divide a condição com os seguidores.

Para divulgar o tema, ele também participa das sessões no judiciário em Florianópolis com cordão de identificação. O acessório é usado por autistas que desejam expressar a sua identificação (veja a imagem acima).

Nesta terça-feira (2), é comemorado o Dia da Conscientização do Autismo. A data surgiu da necessidade de combater o preconceito e as restrições graves dos direitos fundamentais dos autistas. “A luta é para ampliação da rede de atendimento, associada com campanhas informativas e tolerância”, diz Rosa.

“Se recebo mensagens hostis e violentas pela rede social, além de comentários preconceituosos e discriminatórios, inclusive de gente que deveria ser informada, imagina a população excluída. A ignorância é irmã gêmea da intolerância”, enfatiza.

Diagnóstico tardio

Juiz-substituto e membro da 5ª Câmara de Direito Público, o magistrado recebeu o laudo de TEA de nível 1 de forma tardia, após sua companheira, na pandemia, passar a notar traços, junto com uma médica. O diagnóstico ocorreu em junho de 2021, após 14 consultas e uma série de testes com psiquiatras e psicólogos.

Rosa já era juiz quando recebeu a notícia. Com o laudo, pode entender melhor o próprio funcionamento, limitações e possibilidades. Nomear as peculiaridades da adolescência também tornou a vida mais fácil, já que desde então tem acompanhamento especializado.

“Tive consciência das limitações com barulho, conversa fiada, alocação de tempo útil e a valorizar o que importa, deixando de lado muitas tarefas ineficientes que se faz durante uma vida curta. Aproveito melhor os recursos que disponho, convivendo somente com quem prezo e admiro”, conta. 

Além disso, na vida profissional, Rosa afirmou ter melhorado desempenho, especialmente com relação ao trabalho em equipe. Na internet, ao falar sobre o assunto, o juiz explicou que recebeu mensagens de autistas, pais, mães, familiares, companheiros e amigos pedindo apoio e indicações.

“Tem sido bem legal pode auxiliar as pessoas nessa travessia”, disse.

TEA

O juiz é uma das 70 milhões de pessoas diagnosticadas com o TEA no mundo, e uma das 2 milhões só no Brasil, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

transtorno, que é caracterizado pela dificuldade em comunicação e interação social, tem crescido na última década, conforme a neuropsicóloga Gisele Tridapallil.

Segundo a especialista, que atua no tema há 17 anos, adultos têm procurado com mais frequência o consultório dela em busca de resposta e diagnóstico. “Agora, é um assunto que está muito midiatizado, se fala muito, o que é diferente de 10 anos atrás”, explicou.

É no consultório da profissional que pacientes realizam avaliações para descatar ou confirmar o diagnóstico. Segundo ela, a maior parte dos que recebem a confirmação do TEA se sentem aliviados.

“Eu escuto isso com frequência, que é um alívio, pois a pessoa passa a compreender por que é assim, por que possui todas essas diferenças, por que algumas coisas são difíceis. Essa fala é bastante comum no contexto do autoconhecimento”, disse.

Procure ajuda

Segundo a neuropscóloga, ao suspeitar que conhece alguém autista sem diagnóstico ou ao notar traços de neurodivergência em si mesmo, é essencial buscar ajuda profissional para obter diagnóstico adequado e orientação sobre testes e possíveis caminhos a tomar.

O primeiro passo, conforme a especialista, é procurar um psicólogo ou psiquiatra, pois esses profissionais possuem o treinamento necessário para realizar avaliações completas e fornecer o diagnóstico adequado.

“A mensagem mais importante é transmitir esperança. Após o diagnóstico, a pessoa pode continuar enfrentando dificuldades, mas há terapias disponíveis para adultos. Mesmo que a pessoa se compreenda e se respeite, algumas dificuldades podem surgir, e existem estratégias para lidar com elas”, afirmou a psicóloga.

Estudo revela como Covid-19 se torna letal e como tratá-la; entenda

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Um novo estudo da Escola de Medicina Keck da USC, em Los Angeles (Estados Unidos), publicado na Nature Cell Biology, revelou detalhes de como o vírus da Covid-19 entra no corpo, infecta as células saudáveis e se torna letal.

Dessa forma, é possível entender não só como o SARS-CoV-2 age no corpo, mas como tratá-lo de forma eficiente a depender do tempo de infecção.

Estudo sobre Covid-19

O estudo pode explicar porque alguns casos de Covid-19 são leves e outros graves, e como a situação se agrava dependendo da pessoa infectada. Para começar, a equipe descobriu que o SARS-CoV-2 infecta o corpo de duas maneiras diferentes.

A primeira é quando o alvo são as células do revestimento do pulmão. Nesse caso, duas proteínas virais infectam essas células, uma ativando e outra bloqueando o sistema imunológico. Isso é contraditório, mas é justamente essa contradição que balanceia ação e reação do vírus e faz a infecção se manter leve no corpo.

O segundo caminho de infecção é quando o vírus entra pelo sistema imunológico. Nesse caso, a capacidade de reprodução das duas proteínas virais diminui e a proteína que bloqueia o sistema imunológico prevalece em relação à que estimula. São esses os casos associados à inflamação e sintomas graves da Covid-19.

Infecção

De acordo com o MedicalXpress, a partir das descobertas anteriores, os pesquisadores seguiram o estudo com base em duas questões: por que há tão pouco inflamação quando o SARS-CoV-2 está nas células pulmonares? E por que, para as pessoas que não se recuperam das infecções nos primeiros sete a dez dias, os sintomas pioram tanto?

Veja algumas das descobertas:

  • Os pesquisadores começaram rastreando todas as proteínas que formam o vírus SARS-CoV-2 para entender quais regulam a produção de citocinas (proteínas associadas à resposta do sistema imunológico às infecções);
  • Eles descobriram que, quando o vírus entra na célula do revestimento pulmonar, as duas proteínas virais são produzidas normalmente. No entanto, elas se balanceiam, com uma delas protegendo o núcleo celular e impedindo uma infecção mais grave;
  • Já no sistema imunológico, o SARS-CoV-2 usa sua própria proteína spike para se conectar a outro tipo de proteína já presente no corpo;
  • Essa conexão impede a produção da proteína que protegeria o indivíduo da infecção. Ou seja, das duas proteínas do SARS-CoV-2, apenas a que agrava a inflamação é produzida, tornando esse quadro mais grave;
  • Os pesquisadores ainda fizeram um teste em células do sistema imunológico humano geneticamente modificadas para não ter a proteína TLR1, que permite a conexão com a spike do SARS-CoV-2 e leva o vírus “para dentro do corpo”. Nesse caso, não houve infecção.

covid

Qual a importância do estudo no tratamento da Covid-19

A pesquisa deu detalhes de como a infecção funciona no corpo, mas também forneceu informações importantes de como gerir quadros graves da doença.

Em experimentos com ratos de laboratório, o tratamento da Covid-19 com um medicamento que bloqueia a TLR1 (proteína que permite a conexão com o spike) permitiu uma sobrevivência mais longa e menor perda de peso em comparação ao grupo não modificado.

Isso dá uma dica importante: na fase inicial, a Covid é melhor tratada impedindo a replicação do vírus. Já em fase posterior, o tratamento funciona melhor controlando a inflamação.

Número “4” da Seleção da Alemanha será refeito por lembrar símbolo nazista

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As autoridades do futebol alemão vão redesenhar o número “4” nas camisas da Seleção em meio a alegações de que ele se assemelha a um logotipo usado por nazistas.

A Federação Alemã de Futebol (DFB) fez o anúncio na segunda-feira (1), depois que usuários de redes sociais começaram a usar um serviço de personalização online para criar camisas com o número “44” – e apontando a semelhança com o logotipo da Schutzstaffel, ou SS.

Num comunicado publicado no X, a DFB disse que já havia submetido os números 1 a 26 ao órgão dirigente do futebol europeu, a UEFA, para revisão, e que “nenhuma das partes envolvidas viu qualquer proximidade com o simbolismo nazista no processo de criação da camisa”.

” A associação disse que estava levando o assunto “muito a sério” e desenvolvendo “um design alternativo” para o dígito. Embora o número 44 não seja usado atualmente pelas seleções masculinas ou femininas alemãs, o fornecedor oficial de uniformes, a Adidas, permitiu que os clientes personalizassem as camisas com um número, de 00 a 99, e um nome de até 10 letras. As imagens resultantes geradas pela loja online da Adidas foram amplamente compartilhadas online.

De acordo com a Reuters, o porta-voz da Adidas, Oliver Bruggen, disse anteriormente à mídia alemã que a empresa iria “bloquear o número 44 o mais rápido possível”, acrescentando: “Como empresa, nos opomos ativamente à xenofobia, ao anti-semitismo, à violência e ao ódio em qualquer forma. ” A partir de terça-feira, a opção de personalizar as camisas da seleção alemã foi removida dos sites da Adidas, mas permanece em vigor para os uniformes de outras nações. A Adidas não respondeu imediatamente ao pedido da CNN para comentar sua decisão ou se o serviço de personalização retornará sem o número 4.

A DFB revelou os novos uniformes da Alemanha, que serão usados pelas seleções masculina e feminina, no final de março. A seleção masculina estreou as camisas durante uma partida contra a França, e elas serão usadas no Eurocopa, que será realizada na Alemanha em 2024.

Há menos de duas semanas, a DFB anunciou que a Nike substituirá a Adidas como fornecedora oficial de camisas da seleção alemã de futebol a partir de 2027. A Adidas produz as camisas do país desde a década de 1950, período em que a seleção masculina (seja como Alemanha ou Alemanha Ocidental ) conquistou quatro Copas do Mundo.

A SS e o nazismo

A decisão da Adidas de bloquear a personalização das camisas ocorre depois que muitos nas redes sociais apontaram a semelhança dos números com a polêmica insígnia da SS. A SS foi fundada por Adolph Hitler e foi descrita como os “soldados políticos” do Partido Nazista. Assumiu várias funções de policiamento, segurança e militares, incluindo a supervisão da Gestapo.

Quando os nazistas chegaram ao poder, tinha crescido de uma pequena unidade de menos de 300 pessoas para uma organização de mais de 50.000. Mais tarde, tornou-se associado a alguns dos piores crimes cometidos pelos nazis durante a Segunda Guerra Mundial – incluindo a gestão de campos de concentração, como Auschwitz.

O logotipo semelhante a uma iluminação do grupo foi desenhado pelo designer gráfico alemão Walter Heck, que mais tarde se juntou à SS, tendo sido anteriormente comandante da ala paramilitar nazista, a Sturmabteilung (SA). Como muitos símbolos nazistas, o logotipo de Heck não foi baseado em runas antigas (como muitas vezes mitificadas por Hitler), mas em uma pseudo-runa criada pelo ocultista austríaco Guido von List no início do século XX. O logotipo era tão amplamente utilizado na época que algumas máquinas de escrever alemãs foram produzidas com uma tecla estilizada “SS”.

Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo é celebrado nesta terça

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O autismo afeta uma em cada 100 crianças em todo o mundo, informa a Organização Mundial de Saúde (OMS) no Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, comemorado nesta terça-feira (2). A data foi criada em 2007 pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de difundir informações sobre essa condição do neurodesenvolvimento humano e reduzir o preconceito que cerca as pessoas afetadas pelo Transtorno do Espectro Autista (TEA). 

O TEA é caracterizado por dificuldades na comunicação e interação social, podendo envolver outras questões como comportamentos repetitivos, interesses restritos, problemas em lidar com estímulos sensoriais excessivos (som alto, cheiro forte, multidões), dificuldade de aprendizagem e adoção de rotinas muito específicas.

“O autismo hoje é compreendido como espectro de manifestação fenotípica bastante heterogênea, ou seja, existem várias manifestações diferentes do autismo. E essas manifestações ocorrem também com sinais mais ou menos evidentes em algumas pessoas”, afirma o neuropsicólogo Mayck Hartwig.

O TEA pode se manifestar em três níveis, que são definidos pelo grau de suporte que a pessoa necessita: nível 1 (suporte leve), nível 2 (suporte moderado) e nível 3 (suporte elevado).

Coautora do livro Mentes Únicas e especialista em Distúrbios do Desenvolvimento, Luciana Brites afirma que o 2 de abril é importante para informar a população sobre o autismo.

“É um transtorno que tem impacto muito grande porque afeta principalmente a cognição social, os pilares da linguagem. Esse espectro tem diversas nuances que compõem o quadro. E é um quadro heterogêneo. De um lado você tem autistas com altas habilidades e outros com deficiência intelectual. Alguns com hiperatividade e outros mais calmos”, afirma Luciana.

Segundo ela, é importante ter um diagnóstico precoce, já que os primeiros sinais do TEA podem aparecer no segundo ano de vida.

““Quando conseguimos fazer a detecção antes dos três anos, a gente consegue, muitas vezes, mudar a realidade dessa criança, desse adolescente, desse adulto. As políticas públicas de educação e saúde precisam ser muito bem sustentadas para que se possa consiga avançar no desenvolvimento dessas crianças, que vão virar adolescentes e adultos”.

No Brasil, existe uma Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, conhecida como Lei Berenice Piana, criada em 2012, que garante aos autistas o diagnóstico precoce, tratamento, terapias e medicamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), além do acesso à educação, proteção social e trabalho.

Além disso, a política nacional considera o autista pessoa com deficiência para todos os efeitos legais. Em 2020, outra legislação, a Lei Romeo Mion, cria a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), que pode ser emitida gratuitamente por estados e municípios.

A Ciptea é uma resposta à impossibilidade de identificar o autismo visualmente, facilitando a ele o acesso a atendimentos prioritários e a serviços a que tem direito, como estacionar em uma vaga para pessoas com deficiência.

A pessoa com TEA tem direito a receber um salário mínimo (R$ 1.412) por mês, por meio do Benefício de Prestação Continuada (BPC), caso seja incapaz de se manter sozinha e a renda per capita da família for inferior a um quarto do salário mínimo, ou seja, R$ 353.

Prefeito Hildon Chaves entrega VILA OLÍMPICA CHIQUILITO ERSE à população de Porto Velho

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Obra idealizada há mais de 30 anos pelo então prefeito Chiquilito Erse

Um projeto idealizado há mais de 30 anos, a Vila Olímpica Chiquilito Erse finalmente ganha forma e passa a atender a população de Porto Velho com uma estrutura digna, inaugurada oficialmente na manhã deste sábado (30), numa ação da Prefeitura de Porto Velho, através da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semes).

Foram investidos mais de R$ 7,3 milhões, em duas etapas das obras de revitalização e conclusão dos serviços. A primeira etapa, entregue em junho de 2022, foram R$ 5 milhões (R$ 4 milhões de repasse e restante de recursos próprios), e agora nesta segunda etapa, foram mais de R$ 2,3 milhões investidos.

VILA OLÍMPICA

No local, funcionam a sede da Semes, o Ginásio Vinícius Danin, Parque Aquático Vinícius Danin (com a única piscina olímpica pública de Rondônia), quadras de areia, pista de atletismo, campo de futebol, salas para as artes marciais, atendimento psicológico e nutricional, vestiários entre outras funcionalidades.

As atividades são em várias modalidades, como futebol de campo, ginástica rítmica, judô, karatê, natação e ainda atividades físicas orientadas por profissionais no projeto Viva Bem.

HOMENAGEM

O nome da vila é em homenagem a Francisco José Chiquilito Coimbra Erse, que foi prefeito da capital rondoniense por duas vezes. A obra foi idealizada como um grande complexo esportivo pelo então prefeito, no seu primeiro mandato em 1989.

No complexo, também foram homenageados outros personagens importantes da capital. O campo de futebol e pista de atletismo semioficial se chamará Fernando Rocha, ativista cultural. A quadra de areia I homenageará José Borges Filho, e a quadra de areia II terá o nome de Célio Rodrigues Lopes. Os dois foram servidores da Semes e deixaram um legado de dedicação ao serviço público.

Enfermeira de hospital psiquiátrico revela o que ‘quase todo mundo vê’ antes de morrer

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A profissional chegou a também escrever um livro sobre a temática, chamado “Nada a Temer”.

As revelações da enfermeira

“Uma das principais coisas que acontece com quase todo mundo é que geralmente leva cerca de um mês antes de morrerem. Eles começam a ver pessoas que já morreram”, disse ela.

Julie acrescentou: “São sempre as pessoas que lhes trazem conforto, por isso digo familiares, mas só familiares se você tiver um bom relacionamento com eles. Eles veem seus pais, avós, tias, tios, amigos, primos e animais de estimação”.

Enfermeira fala o que a maioria dos pacientes enxergam antes de morrer

A profissional contou ainda que tais visões são geralmente de entes queridos que já faleceram e que estariam vindo para “tranquilizá-los”. Eles geralmente escutam, segundo a enfermeira, frases como:

“Vou buscá-lo em breve, você não precisa se preocupar com nada. Estaremos aqui perto de você”.

As pessoas que ouviram o relato de Julie agradeceram à enfermeira por suas histórias. Em comentários, é comum ler opiniões como: “obrigada por me ajudar a entender a morte do meu irmão”, por exemplo.

Julie destacou que a maioria das pessoas que passam por isso são completamente lúcidas e não estão tendo alucinações.

“Como profissionais de saúde, sabemos como são as alucinações, como é o delírio, como é a hipóxia. Não é isso. É uma coisa muito distinta que acontece”, finaliza.

Caminhonetes são entregues ao DER para avançar na infraestrutura logística de Rondônia

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Responsável por construir e revitalizar rodovias, pontes e aeroportos de Rondônia, o Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO) recebeu mais investimentos do Governo de Rondônia nesta segunda-feira (1º). Trata-se da entrega de 50 caminhonetes tipo Pick-Up, que foram entregues em cerimônia realizada no Palácio Rio Madeira (PRM),  em Porto Velho. Outras 54 devem reforçar a frota, ainda este mês.

Os veículos alocados pelo Governo de Rondônia vão atender às 15 Residências e 6 usinas de asfalto e Frota administrativa do DER-RO, nas diversas frentes de serviço nos 52 municípios. O investimento é de mais de R$ 9 milhões por ano.

O vice-governador de Rondônia, Sérgio Gonçalves, que representou o governador Marcos Rocha na cerimônia, destacou que, as caminhonetes somam-se com todos os investimentos que o Governo tem feito para melhorar a infraestrutura e proporcionar à população, um fluxo logístico mais seguro e confortável.

‘‘A quantidade de obras e entregas feitas comprovam os investimentos feitos pelo Governo de Rondônia para beneficiar a população. A exemplo dessa entrega das caminhonetes, que servem de apoio para aumentar a presença do Departamento nos 52 municípios, dando velocidade e qualidade aos serviços’’, ressaltou.

ESTRUTURA

O diretor-geral do DER-RO, Éder Fernandes acrescentou que, com as 104 caminhonetes, haverá uma renovação total da frota do Departamento. ‘‘Isso significa apoio logístico e material para todos os municípios, e melhores condições para que o DER-RO contribua, ainda mais, para o desenvolvimento de Rondônia’’, destacou ao lembrar a evolução que o órgão vive com os investimentos do Governo em equipamentos modernos e melhores remunerações aos servidores.

O residente regional de Buritis, Adecleito Effgen pontuou o impacto da renovação da frota. ‘‘Esses veículos modernos vão nos ajudar a executar o trabalho com melhor qualidade’’, conta ele, ao ressaltar que, na região uma das obras de maior relevância para a população foi o asfaltamento de 57km da RO-460, que liga Buritis a BR-421, que dá acesso a Ariquemes.

No Estado, há mais de 1.500 quilômetros de rodovias pavimentadas e mais 4.500 quilômetros de rodovias primárias (não pavimentadas), aeroportos regionais (Ariquemes, Ji-Paraná; Cacoal; Vilhena; Costa Marques; Rolim de Moura e Guajará-Mirim) e diversas pontes construídas e revitalizadas com aço e concreto.

INVESTIMENTOS

Nos últimos anos, o Governo de Rondônia investiu mais de R$ 57,5 milhões na conservação de rodovias pavimentadas e outros R$ 50,1 milhões em manutenções e obras em mais de 3.600 quilômetros de rodovias primárias (não pavimentadas), além de mais de 1.469 km em vias municipais, por meio de Termos de Convênios.

Entre outros investimentos, como a entrega de 31 caminhonetes e três caminhões basculantes para suporte às 15 Residências e seis usinas de asfalto do DER-RO, com um investimento de R$ 3,36 milhões; a aquisição de 52 retroescavadeiras e 7 escavadeiras hidráulicas, visando suprir as demandas das linhas municipais; um investimento superior a R$ 46,2 milhões; e mais 4 escavadeiras hidráulicas, totalizando um investimento de mais de R$ 3.4 milhões.

A cerimônia foi acompanhada pelos residentes regionais do DER-RO e também pelos responsáveis pelas usinas de asfalto, que foram motivados a fortalecerem as obras nos municípios e pelo deputado Luís Eduardo Schincaglia (Luís do Hospital), que representou a Assembleia Legislativa do Estado (ALE/RO).

Quais são os prazos e como o eleitor poderá ficar habilitado para votar nas eleições deste ano

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Não basta apenas aparecer na seção eleitoral com o documento de identificação oficial com foto ou o título de eleitor — seja ele virtual ou físico — no dia da eleição para registrar seu voto. Para se tornar habilitado, o eleitor deve cumprir uma série de regras estipuladas pela Justiça Eleitoral brasileira.

Conforme a legislação eleitoral, todo cidadão alfabetizado, nascido no Brasil ou naturalizado, com idade entre 18 e 70 anos, é obrigado a votar. A participação no processo só é facultativa para jovens com 16 e 17 anos, pessoas com mais de 70 anos e pessoas que não foram alfabetizadas.

O título é um documento gratuito e obrigatório para que alguém se torne, de fato, um eleitor. Em 2024, o prazo para emissão dele junto aos Cartórios Eleitorais deve acontecer até 8 de maio. É relevante destacar que pessoas que tenham 16 anos completos até o dia da eleição poderão solicitar o título ainda com 15 anos.

Também devem procurar os órgãos — ou realizar o serviço pela internet, através do Autoatendimento Eleitoral — até a data-limite aqueles que queiram mudar de residência eleitoral, incluir o nome social, realizar a biometria ou regularizar sua situação.

Ao todo, pelo que computou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 156,1 milhões de eleitores, de 5.568 municípios espalhados pelas 27 unidades da federação, irão às urnas no dia 6 de outubro, quando acontecerá o primeiro turno do processo eleitoral. No caso de cidades com mais de 200 mil eleitores em que nenhum candidato ultrapassar 50% dos votos válidos, uma segunda etapa irá acontecer, no dia 27 do mesmo mês.

Antes de se deslocar até o local de votação, é interessante que o eleitor consulte sua seção eleitoral nos portais dos tribunais eleitorais ou pelos aplicativos disponibilizados pela Justiça Eleitoral, uma vez que mudanças poderão ocorrer de uma eleição para outra.

FISCALIZAÇÃO E DENÚNCIAS

Caso flagre alguma irregularidade durante a campanha ou até mesmo no dia da votação, o TSE deixa à disposição o aplicativo Pardal, para o recebimento de denúncias com indícios de práticas indevidas ou ilegais.

Ainda no contexto da fiscalização pelo eleitorado, informações como os gastos de campanha, o plano de governo apresentado pelas campanhas e detalhes relacionados com cada uma das candidaturas podem ser consultadas no DivulgaCand, plataforma gerenciada pelo Tribunal Superior.

Do Pix ao Drex: rumo à modernização total do sistema financeiro brasileiro

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Uma pesquisa desenvolvida pelo Datafolha em parceria com a TecBan, divulgada em novembro de 2023, revelou que 82% dos brasileiros não conhecem o Drex, o real digital. Criado pelo Banco Central (BC), a moeda faz parte da agenda de modernização do sistema financeiro do país. O projeto faz parte da transformação digital das finanças — assim como ocorreu com o Pix —, facilitando as transações, a fim de torná-las mais ágeis, ao mesmo tempo em que diminui os custos e promove a inclusão e o conhecimento entre os brasileiros. O Drex é o que chamamos de “dinheiro programável”, ou seja, as operações que acontecem atualmente vão poder ser programadas com a nova iniciativa.

Nesse sentido, um dos potenciais da nova moeda está na capacidade de diferentes sistemas e companhias trabalharem em conjunto e na acessibilidade relacionada às transações em outras moedas e países. No entanto, esse é um fator que pode demandar mais tempo para sua implementação, devido às exigências regulatórias — por isso o projeto está sendo testado e regulamentado pelo próprio órgão regulador — e à necessidade de interoperabilidade entre as tecnologias que viabilizam o projeto.

Além disso, junto à inovação, o Drex também oferecerá uma segurança reforçada — que será proporcionada pela tecnologia selecionada para a iniciativa, o blockchain — e a possibilidade de integração com recursos modernos, como aplicativos de pagamento e carteiras digitais. Os débitos internacionais, por exemplo, ganharão agilidade, proporcionando maior transparência nas operações e incentivando a criação de novos serviços financeiros adaptados ao consumidor digital.

Embora promissor, o real digital enfrenta obstáculos cruciais, como a garantia da segurança cibernética contra ataques, integração com sistemas financeiros existentes, equilíbrio das questões de privacidade com a necessidade de transparência e a promoção da ampla aceitação e adoção pela população brasileira — esse último, inclusive, é o principal desafio para que o Drex, de fato, alcance parcelas hoje não atendidas e, assim, contribua para importantes transformações sociais.

A ideia é que haja uma maior acessibilidade financeira, permitindo que todos os cidadãos tenham a oportunidade de participar ativamente do sistema financeiro — até aqueles que não possuem contas bancárias tradicionais. Tudo isso possibilitará uma inclusão financeira sem precedentes, permitindo que mais pessoas aproveitem os benefícios da economia digital. Por isso, a regulação adequada e a educação em geral, inclusive de responsabilidade das empresas dentro do seu papel de responsabilidade social corporativa pública, também serão vitais para o sucesso do projeto.

Do ponto de vista dos negócios, a iniciativa permitirá o recebimento de forma instantânea, tanto para quem transmite a propriedade quanto para quem recebe — logo após a conclusão de uma transação —, gerando impacto no fluxo de caixa, no custo e giro de capital e também na necessidade de assumir riscos financeiros que as empresas praticam atualmente. Esse conjunto de ações permitirá que varejistas e outros B2Cs diminuam a fricção, a redução no valor de estocagem e ofereçam mais um meio de pagamento, além de velocidade e segurança nas grandes transações.

Indiretamente, para as empresas, o conhecimento prático de uma nova tecnologia como a Distributed Ledger Technology (DLT) e tokenização podem ajudar a avançar em projetos de inovação, bem como gerar mais interesse para outras aplicações. Além disso, a capacidade de realizar transações instantâneas pode ser integrada a dispositivos da Internet das Coisas (IoT). No futuro, podemos imaginar algo como contratos inteligentes que executam automaticamente quando certas condições são atendidas. Isso pode revolucionar setores como imóveis, em que a aquisição de propriedades poderão ser automatizadas e as transações, concluídas instantaneamente.

Diante deste cenário, para se adaptarem ao Drex, as companhias devem investir em educação e treinamento sobre moedas digitais, além de modernizar os sistemas para suportar transações online, formar parcerias estratégicas, garantir conformidade regulatória e priorizar a segurança cibernética. É essencial explorar a criação de novos produtos, manter-se informado sobre tendências em finanças e cultivar uma mentalidade de inovação contínua, ajustando-se com base no feedback dos stakeholders.

Ao se posicionar proativamente, poderemos aproveitar as oportunidades oferecidas pelo Drex e manter uma vantagem competitiva no mercado.

Prazo para regularizar o licenciamento anual de veículos com placa final 4 vai até dia 30

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Motoristas e proprietários de veículos com placa final 4 devem ficar atentos para o licenciamento anual a ser regularizado, no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RO) até o dia 30 de abril.  O procedimento foi estabelecido pela Portaria nº 30/2017/Detran-RO, a qual instituiu que o último dígito da placa determina o mês de pagamento do licenciamento.

De acordo com o diretor Técnico de Veículos (DTV), Tiago Veloso, a taxa de licenciamento pode ser gerada no site do Detran Rondônia, acessando a Central de Serviços e selecionando a opção “Veículos”.

Tiago Veloso esclareceu que, após o pagamento das taxas de licenciamento e Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores (IPVA), o novo Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) será emitido e vai ficar disponível para impressão, através do site da Autarquia. Lembrou também que, “os proprietários que possuam a Carteira Digital de Trânsito (CDT), é necessário sair do aplicativo e acessar novamente com seu login e senha para que o documento seja atualizado”, ressaltou.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha reforçou que, “o condutor mantendo seu veículo com licenciamento em dia, garante não só a segurança do trânsito, mas a continuidade de ações educativas que reforçam o compromisso com a vida. É necessário estar em posse dos documentos do veículo para que, ao dirigir um automóvel, o condutor se mantenha conforme a legislação”, salientou.

O diretor-geral do Detran-RO, Léo Moraes destacou que, as iniciativas do Detran-RO visam simplificar o acesso aos serviços públicos. “O licenciamento anual, definido pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é essencial para atestar que ele está em conformidade com as normas de segurança exigidas e permite que você circule com seu veículo sem que haja problemas com a fiscalização”, frisou.

LICENCIAMENTO

Conforme Artigo 131 do Código de Trânsito Brasileiro, o licenciamento de veículos é um procedimento anual obrigatório; somente será considerado licenciado, o veículo quitado de débitos relativos a tributos, encargos e multas de trânsito e ambientais, independentemente da responsabilidade pelas infrações cometidas.

Conduzir um veículo com o Licenciamento Anual vencido configura infração gravíssima, sujeito à multa de R$ 293,47 e acréscimo de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), além da remoção do automotor nos termos da legislação de trânsito (Artigo 235).

DESCONTOS

O Detran-RO lembra aos proprietários de veículos com placas final 5 para ficarem atentos ao prazo em abril, para contar com desconto de 5% no IPVA, para pagamentos realizados até a data limite, terça-feira (30).

Outro benefício criado pelo Governo de Rondônia foi conquistado através da Lei nº 5.706, de 20 de dezembro de 2023, que isenta do IPVA os veículos de duas rodas de até 170 cilindradas, num ato do Governo. No entanto, o licenciamento anual continua obrigatório. “Por isso, a importância de manter os pagamentos em dia para não acumular débitos e evitar multas”, finalizou Tiago Veloso.

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