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domingo, maio 17, 2026
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Apoiadores de Evo invadem quartel na Bolívia e mantêm militares como reféns

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Apoiadores de Evo Morales invadiram o quartel militar do Regimento “Cacique Juan Maraza”, no município de Villa Tunari, na Bolívia, armados com tacos afiados de madeira, e fizeram militares como reféns.

Em um vídeo que circula em redes sociais, pelos menos 10 militares aparecem como reféns, cercados por camponeses que carregam estacas de madeira. Segundo a agência estatal de notícias da Bolívia, trabalhadores de saúde também estão entre os reféns.

“Cortaram nossa água, nossa luz e nos tomaram como reféns”, narra um deles.

O militar que fala no vídeo pede o fim da intervenção aos bloqueios de apoiadores de Morales e clama que seu superior considere o pedido.

“A vida de todos os meus instrutores e dos meus soldados está em perigo (…) por favor, meu general, solicito que considere. Estamos pais, filhos, irmãos, famílias inteiras aqui”, expressa.

A presidência boliviana confirmou à CNN que os militares do continuam mantidos como reféns.

A ocupação acontece, segundo a agência estatal do país, como resposta ao fim dos bloqueios de estrada por apoiadores de Morales.

Centro cirúrgico do Hospital de Base é modernizado e amplia capacidade de atendimento

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O mês de outubro encerra com a reforma do centro cirúrgico do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro (HBAP), em Porto Velho, ampliando a capacidade de atendimentos cirúrgicos. Com a modernização, o centro cirúrgico conta com 12 salas de cirurgias, totalmente equipadas para procedimentos de alta complexidade.

A reforma, coordenada pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), faz parte de uma série de ações para reduzir a fila de espera e agilizar o atendimento em especialidades como ortopedia, urologia, pediatria e cirurgia geral. A estrutura do hospital passou por melhorias que incluíram a substituição de pisos, portas e revestimentos, além de uma nova sala de recuperação pós-anestésica (RPA).

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressalta que, o governo tem investido sistematicamente na saúde do cidadão. “Em todo o estado, estamos realizando melhorias estruturais para que a saúde pública de Rondônia atenda às necessidades da população.”

Segundo o secretário de estado da Saúde, Jefferson Rocha, as novas instalações vão possibilitar a realização de aproximadamente 50 procedimentos cirúrgicos diários, distribuídos entre várias especialidades.

De acordo com a diretora do HBAP, Katiane Brandão, o aumento da capacidade de atendimento tem como objetivo agilizar o fluxo de cirurgias e diminuir o tempo de espera. “Reduziremos o tempo de espera dos pacientes na fila, especialmente em subespecialidades ortopédicas e urológicas, para as quais foram dedicadas salas específicas em funcionamento integral,” afirmou.

Duelo na Fronteira 2024 acontece de 15 a 18 de novembro em Guajará-Mirim

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Com investimentos do governo de Rondônia, o Duelo na Fronteira 2024 promete encantar o público no período de 15 a 18 de novembro. O evento, realizado no Bumbódromo Márcio Menacho, em Guajará-Mirim, é uma das manifestações folclóricas mais emblemáticas de Rondônia, que celebra a cultura popular e a rivalidade amistosa entre as agremiações folclóricas Boi-Bumbá Flor do Campo e Boi-Bumbá Malhadinho. A entrada no evento é gratuita.

Por meio da Secretaria de Estado da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel) e Prefeitura de Guajará-Mirim, o Festival reafirma seu papel como símbolo de resistência cultural e promoção das tradições populares da fronteira. O evento vai contar com uma praça de alimentação e o apoio das forças de segurança para garantir que a festa ocorra com tranquilidade.

O presidente do Boi-Bumbá Flor do Campo, Ricardo Maia, ressaltou o fomento à economia com a realização do evento. “A expectativa para o Duelo na Fronteira é alta. O Festival está se consolidando como um dos maiores eventos culturais da região, atraindo turistas, implementando a economia e promovendo a valorização das tradições folclóricas.”

A presidente do boi-bumbá Malhadinho, Camila Miranda, destacou: “Este festival é muito mais que uma competição, é um momento de união da nossa cultura, que movimenta a economia local, atrai turistas e reforça o orgulho de sermos guajaramirenses. Cada apresentação representa a nossa história, e estamos prontos para mostrar a força e tradição do Boi Malhadinho. Será um espetáculo inesquecível.”

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, evidenciou a importância do evento para o fortalecimento cultural da região. “O Festival não é apenas uma celebração, mas também uma reafirmação das nossas raízes. Este ano, trabalhamos para garantir que o evento continue sendo um marco cultural, que reforça a identidade de Rondônia e a união das comunidades.”

Em um importante passo à preservação e valorização do patrimônio cultural do estado, o governo de Rondônia publicou o Decreto nº 28.455 de 21 de setembro de 2023, registrando oficialmente o Festival Folclórico de Guajará-Mirim: “Duelo na Fronteira” como patrimônio cultural de natureza imaterial. Esse reconhecimento reforça o engajamento do estado com a proteção dessas expressões culturais e sua preservação, sob a responsabilidade do Poder Público.

UNIÃO DAS COMUNIDADES

O secretário da Sejucel, Júnior Lopes, salientou que o Duelo na Fronteira é uma importante manifestação da cultura popular de Rondônia, “e o governo tem o compromisso de apoiar e preservar esse patrimônio, que une tradição, folclore e o orgulho do nosso povo”.

Rússia multa Google em US$ 20 decilhões, valor é maior que toda riqueza existente no mundo

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Desde a escalada dos fatos no conflito entre Rússia e Ucrânia, as relações do Google com o Kremlin não estão muito boas; com inúmeras multas do governo russo sobre a empresa americana. Mas até então, a soma de valores era pequena.

Agora, a Rússia acaba de multar o Google em 2 undecilhões de rublos, o que equivale a 20 decilhões de dólares – que é um ‘2’ seguido por 34 zeros (2 x 10^34). Para deixar ainda mais explícito: US$ 20.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.

O valor, que equivale a suave quantia de R$ 115 decilhões, foi decidido pela corte russa pelo não pagamento de outras várias multas que a companhia estava recebendo. A decisão também é influenciada pela negação do Google aos pedidos de restabelecimento dos canais estatais da Rússia no YouTube.

O valor exorbitante da multa equivale a muito mais do que a quantia total de dinheiro disponível do mundo. Segundo o Fundo Monetário Internacional, a economia mundial vale em torno de US$ 110 trilhões (110 x 10^12). O Google, por sua vez, tem um valor de mercado de US$ 2 trilhões.

Mas a Rússia parece estar ciente disso. Apesar da intenção do país não ficar exatamente clara com a nova multa, um porta-voz do governo destaca que ela está “recheada de simbolismo”. Então, o Kremlin não parece esperar que o Google tente arcar com algo nem próximo disso. Talvez eles queiram expulsar a empresa do país de forma definitiva.

O Google diminuiu gradualmente suas operações em território russo após o início do conflito na Ucrânia. Com a invasão do país ao território ucraniano poucos anos atrás, a empresa bloqueou os canais oficiais do governo e canais que glorificavam ou aprovavam a invasão.

Atualmente, a subsidiaria Rússia do Google está inoperante, declarando falência após o Kremlin ter assumido o controle de suas contas bancárias. Várias outras empresas americanas também já saíram do território. O Google, por sua vez, ainda mantém os serviços de Busca e YouTube no país; tomando decisões sobre a operação de forma remota.

Em declaração, a empresa parece não temer um impacto financeiro real: “Julgamentos civis que incluem penalidades compostas foram impostos a nós em conexão com disputas sobre o encerramento de contas, incluindo as de partes sancionadas […] Não acreditamos que essas questões legais em andamento terão um efeito material adverso (sobre os lucros)”, completou a companhia.

Dia do Sushi: curiosidades e dicas de chefs para saber se o peixe é fresco

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O paulistano ama sushi, como comprovam os mais de 4 mil restaurantes japoneses na cidade, segundo levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de São Paulo (AbraselSP). Para comparação, São Paulo conta com 6,6 mil pizzarias. Essa paixão, no entanto, vai além da capital; a culinária japonesa é a quarta mais requisitada no iFood, com impressionantes 48 milhões de pedidos mensais na plataforma.

Não é por acaso que São Paulo abraçou o Dia Internacional do Sushi. A data, celebrada sempre em 1º de novembro, foi estabelecida em 1961 pela Federação Nacional das Associações do Sushi do Japão, por conta da chegada do inverno no Hemisfério Norte. É justamente quando o pescado fica mais gordo e a nova safra de arroz já está disponível no mercado.

Historiadores afirmam que o sushi é uma evolução de uma técnica antiga de conservação do Sudeste Asiático chamada de “narezushi”. Nela, o peixe era prensado entre camadas de arroz e sal, passando por um processo de fermentação que levava de dois meses a um ano. Entre os anos 800 e o século XIX, diversas alterações foram feitas nessa preparação, incluindo a substituição do processo fermentativo pelo uso de arroz temperado com vinagre.

Hoje, o sushi é consumido fresco, sem a necessidade de conservação, e sua chegada ao Brasil está relacionada à imigração japonesa no início do século XX – tanto que algumas comunidades festejam o sushi em 18 de junho, data na qual o primeiro navio com imigrantes vindos de lá aportou por aqui.

Mas, ainda que pareça simples – afinal, em resumo trata-se um bolinho de arroz com uma fatia de pescado -, o preparo de um bom sushi é repleto de detalhes capciosos. A começar pelo próprio arroz, onde cada sushimen guarda a própria receita. Chamado de shari, ele deve ter grãos inteiros e firmes na mordida, com equilíbrio de sabor entre acidez e doçura. Menos mistérios tem o peixe, mas ainda assim a escolha tem seus macetes. “A textura e o frescor de um peixe de boa procedência não tem coisa igual, até emociona!”, declara Tsuyoshi Murakami, que comanda o Restaurante Murakami, nos Jardins.

Para selecionar o melhor peixe na elaboração de sushis, sempre valem aquelas orientações clássicas, como o cheiro fresco e agradável de mar. “No caso dos peixes inteiros, os olhos precisam estar brilhantes, as guelras bem vermelhas e as escamas não podem estar soltando da pele”, ensina Denis Watanabe, do Watanabe Restaurante, que funciona desde 2021 no Itaim Bibi. “Outro ponto a se observar é a textura da carne, que deve estar bem firme ao ser pressionada. Mas sempre lembrando que cada peixe tem suas próprias características.”

Ao contrário do que muita gente pensa, os japoneses não têm o costume de comer peixes crus todos os dias. Sushis são consumidos basicamente em celebrações. Por lá, a preferência recai sobre opções como o atum, de sabor mais intenso, e não o adocicado salmão, tão popular por aqui. E nenhum supera o bluefin, tido como o “rei dos atuns” por sua carne macia de com maior teor de gordura.

“O bluefin tem um sabor único”, diz Murakami. Colabora para sua alta valorização o fato de ser pescado em alto mar, o que exige embarcações e equipamentos mais modernos e caros. Roberto Satoru, chef do Ícone Asiático, no entanto, reforça que nem sempre o mais caro é o melhor. “Gosto de opções mais baratas, como a cavalinha e o pargo.” Para Fabrizio Matsumoto, à frente do balcão do Yū, “todos os peixes são nobres quando bem trabalhados”. “Alguns têm um bom preço no mercado e, bem manipulados, ficam ótimos, como o carapau e o olho-de-cão.”

Independente da variedade escolhida, deve-se priorizar os pescados frescos. “Quando eles são congelados, podem perder muito líquido e isso muda totalmente a textura, o sabor e até a coloração do pescado, algo que é muito importante na apresentação”, afirma Watanabe. Mas isso não quer dizer que essa possibilidade deva ser totalmente descartada. “No próprio Japão eles acabam recorrendo ao congelamento”, complementa Satoru. “Feito da forma correta, de modo que não afete as fibras da carne, não tem problema.”

E tem alguma variedade de peixe que não deva ser consumido em sushis e sashimis? Todos concordam que: os de água doce. “Eles normalmente vêm de lugares com muita concentração de barro ou terra, e acabam apresentando um pouco desse sabor. A textura também não costuma ser agradável”, diz o Watanabe. Matsumoto aponta que uma exceção é a enguia, muito capturada em rios. “Mas peixe de água doce é sempre mais arriscado”, complementa.

Regras do Pix mudam a partir desta sexta-feira

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A partir desta sexta-feira (1º), o Pix terá regras mais rígidas para garantir a segurança das transações e impedir fraudes. Transferências de mais de R$ 200 só poderão ser feitas de um telefone ou de um computador previamente cadastrados pelo cliente da instituição financeira, com limite diário de R$ 1 mil para dispositivos não cadastrados.

O Banco Central (BC) esclarece que a exigência de cadastro valerá apenas para os celulares e computadores que nunca tenham sido usados para fazer Pix. Para os dispositivos atuais, nada mudará.

Além dessa mudança, as instituições financeiras terão de melhorar as tecnologias de segurança. Elas deverão adotar soluções de gerenciamento de fraude capazes de identificar transações Pix atípicas ou incompatíveis com o perfil do cliente, com base nas informações de segurança armazenadas no Banco Central.

As instituições também terão de informar aos clientes, em canal eletrônico de amplo acesso, os cuidados necessários para evitar fraudes. Elas também deverão verificar, pelo menos a cada seis meses, se os clientes têm marcações de fraude nos sistemas do Banco Central.

As medidas, informou o BC, permitirão que as instituições financeiras tomem ações específicas em caso de transações suspeitas ou fora do perfil do cliente. Elas poderão aumentar o tempo para que os clientes suspeitos iniciem transações e bloquear cautelarmente Pix recebidos. Em caso de suspeita forte ou comprovação de fraude, as instituições poderão encerrar o relacionamento com o cliente.

Pix Automático

Recentemente, o BC anunciou que o Pix Automático será lançado em 16 de junho de 2025. Em desenvolvimento desde o fim do ano passado, a modalidade facilitará as cobranças recorrentes de empresas, como concessionárias de serviço público (água, luz, telefone e gás), empresas do setor financeiro, escolas, faculdades, academias, condomínios, planos de saúde, serviços de streaming e clubes por assinatura.

Por meio do Pix Automático, o usuário autoriza, pelo próprio celular ou computador, a cobrança automática. Os recursos serão debitados periodicamente, sem a necessidade de autenticação (como senhas) a cada operação.

Segundo o BC, o Pix Automático também ajudará a reduzir os custos das empresas, barateando os procedimentos de cobrança e diminuindo a inadimplência.

Polícia da Venezuela ameaça Brasil em postagem com imagem de Lula

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A Polícia Nacional da Venezuela publicou uma montagem nas redes sociais com uma ameaça ao Brasil nesta quinta-feira (31). Na foto, há uma imagem borrada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está em frente à bandeira brasileira.

Além disso, há a frase: “Quem se mete com a Venezuela se dá mal”, em tradução livre.

Isso acontece após o governo venezuelano criticar o governo brasileiro após um “veto” à entrada do país nos Brics. Para que uma nação seja aceita como integrante — pleno ou não — do bloco, é necessário consenso entre os membros.

Por mais que o país sul-americano tivesse apoio da Rússia, nação que atualmente preside os Brics, Lula determinou pessoalmente que o Itamaraty bloqueasse a entrada da Venezuela, segundo apuração de Américo Martins, analista de Internacional da CNN.

Nicolás Maduro, presidente venezuelano, já havia usado a expressão publicada pela polícia para se referir ao veto.

“Quem tentou calar ou vetar a Venezuela no passado se deu mal. Quem pretende vetar ou calar a Venezuela nunca conseguirá. A Venezuela não é vetada nem calada por ninguém, vão se dar mal”, exclamou Maduro.

A CNN entrou em contato com o Itamaraty e aguarda retorno.

Escalada da crise entre Venezuela e Brasil

A crise entre Venezuela e Brasil se agravou no final de outubro, após o país de Nicolás Maduro ter a entrada nos Brics, grupo que reúne as principais economias emergentes, vetada pelo Brasil.

O incômodo no governo venezuelano começou após o Brasil não reconhecer a suposta vitória de Maduro nas eleições presidenciais de 28 de julho.

Desde então, autoridades brasileiras, incluindo Lula, pediram para que o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela divulgue as atas detalhando os resultados da votação e confirmando o pleito.

Então, durante a Cúpula dos Brics, realizada em Kazan, na Rússia, entre 22 e 24 de outubro, Nicolás Maduro fez um pronunciamento afirmando que seu país “faz parte desta família dos Brics”.

Ele pretendia que a Venezuela pudesse integrar o bloco econômico. Entretanto, para isso, é necessário consenso entre os integrantes do grupo e, conforme apurou Américo Martins, analista de Internacional da CNN, Lula determinou pessoalmente que o Itamaraty bloqueasse a entrada do país sul-americano.

No dia 29 de outubro, Maduro afirmou que o Itamaraty “sempre conspirou contra a Venezuela” e que é uma “chancelaria muito vinculada ao Departamento de Estado dos Estados Unidos”.

Celso Amorim, assessor especial da Presidência para assuntos internacionais, pontuou que o Brasil estava sendo acusado injustamente por barrar a adesão venezuelana aos Brics.

Porém, o presidente do Legislativo venezuelano, Jorge Rodríguez, declarou intenção de declarar Amorim, como persona non grata no país.

Um dos movimentos de maior tensão nessa crise aconteceu no dia 30 de outubro, quando Venezuela convocou o embaixador venezuelano no Brasil, Manuel Vadell, para consultas após o descontentamento com Celso Amorim.

Esse passo é, na diplomacia, uma medida que expressa forte protesto, e poderia anteceder o rompimento de relações diplomáticas entre dois países, caso Maduro decida retirar definitivamente seu embaixador de Brasília.

Deputados aprovam divulgação de condenados por violência contra a mulher em Rondônia

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Os deputados de Rondônia aprovaram o Projeto de Lei 672/2024, de autoria do Poder Executivo, que determina a veiculação na internet de condenados por crimes de violência contra a mulher praticados em Rondônia. A votação aconteceu durante sessão extraordinária, na terça-feira (29).

Conforme a Mensagem 235, a divulgação da lista de pessoas condenadas por esses crimes visa proporcionar maior transparência e eficácia no enfrentamento do problema. Também permite que a sociedade tenha acesso a informações e contribui para o trabalho das autoridades de segurança pública.

A divulgação compreenderá pessoas com condenação já transitada em julgado, ou seja, uma condenação definitiva. O banco de dados com essas informações estará sob responsabilidade da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), que deve implementar e atualizar o sistema.

Dessa forma, conforme o Poder Executivo, o projeto propõe a conscientização da sociedade sobre os altos índices de violência doméstica, bem como inibir esses crimes e ampliar o uso da tecnologia no combate ao problema.

A mensagem do governo ainda ressalta a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) acerca do assunto, quando diz que “é constitucional lei estadual que institui cadastro de pessoas com condenação definitiva por crimes contra a dignidade sexual praticados contra criança ou adolescente ou por crimes de violência contra mulher, desde que não haja publicização dos nomes das vítimas ou de informações que permitam a sua identificação”.

O projeto foi aprovado por todos os deputados presentes e seguiu para a sanção do Poder Executivo. A população pode acompanhar as sessões presencialmente, ou pelo canal da TV Assembleia, 7.2, ou ainda pelo canal no YouTube. As sessões ordinárias acontecem às terças-feiras, às 15h, e às quartas-feiras, às 9h.

Mais informações acerca dos projetos podem ser encontradas no Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (Sapl). Além disso, as pessoas podem verificar todos os projetos aprovados durante as sessões, no site oficial da Assembleia.

Prefeitura entrega o novo Laboratório Municipal (LAM) de Porto Velho

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A Prefeitura de Porto Velho entregou o novo Laboratório Municipal (LAM). A estrutura, administrada pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), foi construída para imprimir modernidade de forma estratégica para a melhoria dos serviços de saúde pública na capital.

Com um investimento total de R$ 3.151.937,46, sendo R$ 2,5 milhões provenientes de emenda do ex-senador Acir Gurgacz, e R$ 650 mil de recursos municipais, o LAM foi desenvolvido para aprimorar o sistema de diagnósticos laboratoriais da rede municipal de saúde.

Embora o LAM não funcione como um serviço de “porta aberta” para atendimento direto ao público, ele será responsável por analisar todas as amostras colhidas nas unidades de saúde municipais.

“Para a população, a coleta continua sendo feita em todas as unidades básicas de saúde onde o usuário do SUS também retira o resultado. O que vai mudar é a qualidade do serviço de análise, mais célere e preciso”, explicou a secretária municipal de saúde, Eliana Pasini.

Novo Espaço

O Laboratório Municipal ocupava um espaço no Centro de Especialidades Médicas (CEM). Agora, o LAM está em uma estrutura própria, com área total que supera 3 mil metros quadrados, sendo de 850,77 área construída, além de um amplo estacionamento de 903 metros quadrados.

São 28 ambientes, distribuídos em dois andares, projetado para abrigar 50 servidores de forma confortável, espaço adequado para o atendimento às demandas crescentes da população.

O projeto arquitetônico, elaborado através da parceria entre Semusa e Secretaria Municipal de Resolução Estratégica de Convênios e Contratos (Semesc), enfatiza a acessibilidade e integração com o ambiente urbano.

Presente na solenidade de entrega do LAM, o prefeito de Porto Velho Hildon Chaves destacou a modernidade imposta no projeto e de como a rede municipal de saúde está avançando com as novas obras entregues à população.

“Esse laboratório não fica devendo nada a nenhuma estrutura pública ou privada do estado. As reformas e revitalizações executadas na saúde, tanto na área urbana quanto nos distritos, são pensadas para oferecer conforto à nossa população e também aos servidores”, apontou Hildon Chaves.

Serviços Oferecidos pelo LAM

O LAM realiza análises laboratoriais em diversas especialidades, como Hematologia, Bioquímica, Imunologia, Hormônio, Urinálise, testagem para tuberculose, entre outros. São 127 tipos de análises oferecidas na rede municipal de saúde, como hemograma, hepatites A e B, glicose, Beta HCG, PSA, testosterona, HIV, grupo sanguíneo, ácido úrico, cálcio, cloretos, magnésio, potássio, ureia, progesterona e muitos outros.

“Estamos em processo de compra de novos equipamentos para melhorar nosso parque tecnológico. Com isso, passaremos a oferecer cerca de 300 tipos de exames, quase triplicando nossa capacidade de diagnóstico para a população de Porto Velho”, explicou Marcelo Brasil, gerente da Divisão de Apoio ao Diagnóstico da Semusa.

Números do LAM

A rede municipal de saúde realiza uma média de 80 mil exames laboratoriais por mês em Porto Velho. Em 2023, mais de 1 milhão de exames foram realizados na rede municipal de saúde. Em 2024, de janeiro a setembro já foram contabilizados mais de 752 mil exames.

A nova estrutura vai centralizar as análises e gerar maior agilidade no processamento de amostras e na entrega de resultados, melhorando diretamente o tempo de resposta para a população.

A mudança para o novo espaço vai acontecer de forma gradativa para evitar que as coletas laboratoriais sejam interrompidas, garantindo a continuidade dos serviços sem prejuízos à população.

Sobre o Projeto

A edificação do LAM, projetada pela Semesc, foi desenhada para apresentar uma estética moderna, linhas retas e uma fachada com revestimento metálico e elementos de vidro espelhado, transmitindo um caráter de inovação e tecnologia, que favorece a entrada de luz natural, além de proporcionar uma imagem de transparência e abertura.

O layout interno foi desenvolvido para garantir compatibilidade com as normativas vigentes e as demandas operacionais específicas de um laboratório de saúde pública.

Complexo de Saúde em Expansão

Localizado na Rua Venezuela, no bairro Embratel, o LAM integra um complexo municipal de saúde que já conta com a Maternidade Municipal, o SAMU, o Centro de Referência da Mulher, o Centro Integrado Materno Infantil e, futuramente, o Hospital Municipal. Este conjunto de estruturas proporcionará uma rede de cuidados integrada e eficiente, consolidando a região como um polo de saúde na capital.

A inauguração do LAM representa um marco importante para a saúde pública de Porto Velho, destacando o compromisso da administração municipal em oferecer serviços de qualidade e com maior acessibilidade à população.

CPI sobre criação das reservas ambientais ouve técnicos da Sedam

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero) se reuniu na quarta-feira (30), para ouvir servidores públicos que atuam nas reservas florestais estaduais. A CPI foi criada para investigar as possíveis irregularidades nos processos de criação de 11 unidades de conservação e nos contratos feitos com as empresas Permian Brasil Serviços Ambientais Ltda e Biofilica Investimentos Ambientais S.A.

A presidência da comissão está a cargo do deputado estadual Alex Redano. Além dele, participaram o deputado Pedro Fernandes (PRD), que é o relator, deputada Dra. Taíssa (Podemos) e o advogado Doca. Na audiência pública foram ouvidos pelos membros da CPI, como testemunhas, os técnicos da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), em relação aos processos de criação das reservas.

Na lista para responderem as perguntas dos parlamentares estavam: Isadora Araújo Chagas(engenheira florestal); Dalita da Silva Rover(engenheira florestal); Dárius Augusto Vaquer Araújo(técnico); Osvaldo Castro Oliveira (extrativista); Priscila Rocha(engenheira florestal); Paulo Sérgio Lima(gestor florestal); Elli Wint Shockness(engenheiro florestal); Sebastiana Socorro da Silva Almeida(engenheira florestal); Marco Antônio Nunes Brandão(engenheiro florestal); e Sílvia Gonçalves(bióloga). Na ocasião, foi informado que as testemunhas Elli e Osvaldo são falecidos.

Antes de iniciar os questionamentos, foi apresentado um vídeo de uma entrevista com o ex-governador de Rondônia e senador Confúcio Moura. Nas imagens ele defende a criação das reservas florestais e afirmava que faria novamente, se fosse necessário. A primeira testemunha a ser ouvida foi Sebastiana Socorro da Silva Almeida, que ao visualizar um documento com as assinaturas dos técnicos sobre a criação de reservas florestais, confirmou que havia assinado o texto, mas não havia ido nas reservas florestais. Ela ainda falou sobre os pagamentos. “Não recebemos gratificação alguma. Recebíamos diárias do Programa Arpa. O pagamento era feito diretamente pelo fundo. Cada unidade tinha um gestor e ele era responsável pelo CPF dele na gestão desse recurso”, disse.

Levantamento

A segunda testemunha a ser inquerida pelos deputados da CPI foi a engenheira florestal Dalita da Silva Rover. Ela explicou que participou do levantamento socio-econômico nas reservas Bom Jardim, Serra Grande e Rio Jacundá. “Haviam moradores nessas reservas que praticavam extrativismo. Foram cinco a seis dias em casa reserva e foi possível catalogar os moradores que vivam nelas. Eu não participei dos estudos da área de proteção Rio Pardo, da Floresta Estadual do Rio Pardo, Reserva ecológica Umirizal, Reserva Sustentável Rio Machado, Reserva Sustentável Limoeiro, Estação Ecológica Soldado da Borracha”, declarou. Dalita afirmou também que a assinatura dela no documento da criação das reservas não condiz com o fato.

O turismólogo e técnico em Desenvolvimento Ambiental, Dárius Augusto Vaquer Araújo, foi questionado pelos parlamentares sobre a criação das unidades de conservação. O relator da CPI, Pedro Fernandes, perguntou em quais reservas o servidor da Sedam esteve.

“Estive na Serra Grande, Bom Jardim, Ilha das Flores, Surpresa e Limoeiro. As unidades de conservação são de proteção integral, que não tem ninguém dentro. Unidades de conservação se permite morar pessoas e proteger populações tradicionais com a cultura e modo de vida, vão preservar o meio ambiente”, explicou.

Título de Eleitor

A deputada Dra. Taíssa perguntou se após a criação das reservas, algum técnico da Sedam deixou a secretaria foi trabalhar com empresa Permian Brasil Serviços Ambientais Ltda. Darius respondeu que sim e explicou que é uma companhia inglesa que trabalha com áreas florestais, onde negocia créditos de carbono em áreas com mais de 50 mil hectares.

Outra testemunha ouvida foi a bióloga Sílvia Gonçalves, que participou de forma online da CPI. Ela contou que foi escalada para fazer o estudo de fauna na reserva Serra Grande e não assinou o relatório que estava com os deputados. Sílvia foi questionada pela deputada Dra. Taíssa se o motivo de não ter assinado o documento que criava as reservas ambientais se deveu ao fato de ser contrária a criação delas. A bióloga respondeu a parlamentar que o motivo da não assinatura foi outro e fez uma observação aos presentes.

“Não assinei o relatório por não ter participado dos estudos técnicos. Sou muito favorável à criação das unidades de conservação e ainda sou a favor da criação de mais unidades (conservação). Se cada árvore e cada animal tivesse um título de eleitor ou CPF, as unidades de conservação não seriam questionadas e sim, estimuladas a criação”, ressaltou.

Os membros da CPI ouviram mais alguns técnicos e ao final dos depoimentos, decidiram convocar um novo encontro. A data escolhida foi o dia 6 de novembro, às 14h, no prédio da Assembleia Legislativa de Rondônia.

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