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sexta-feira, julho 24, 2026
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Receita abre nesta terça consulta a lote de restituição do IR

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Dinheiro, Real Moeda brasileira

A Receita Federal abre – a partir das 10h desta terça-feira (24) para consulta – o lote residual de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de outubro de 2023. O crédito bancário para 354.509 contribuintes será realizado no dia 31 de outubro, no valor de R$ 643.259.756,29.

Para saber se a restituição está disponível, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet, clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, em Consultar a Restituição.

Do valor total, R$ 427.280.878,46 se referem a  contribuintes que têm prioridade, sendo 6.106 idosos acima de 80 anos, 54.438 contribuintes entre 60 e 79 anos, 6.491 com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave, 16.874 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério e, por fim, 119.040 pessoas que não possuem prioridade legal, mas que receberam prioridade por terem utilizado a declaração pré-preenchida ou optado por receber a restituição via PIX. Foram contemplados, ainda, 151.560 contribuintes não prioritários.

Depósito

A restituição será depositada na conta bancária informada na Declaração de Imposto de Renda, de forma direta ou por indicação de chave PIX. Se, por algum motivo, o crédito não for feito, como no caso de conta informada desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil – BB.

Nesse caso, a pessoa pode reagendar o crédito dos valores de forma simples e rápida pelo Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Caso o contribuinte não retire o valor de sua restituição no prazo de um ano, deverá requer pelo Portal e-CAC, disponível no site da Receita Federal, acessando o menu Declarações e Demonstrativos > Meu Imposto de Renda e clicando em Solicitar restituição não resgatada na rede bancária.

Entenda

O cronograma de lotes regulares do IRPF 2023 já foi cumprido, com o pagamento do quinto e último lote realizado em setembro de 2023.

Por outro lado, os lotes residuais de restituição são pagos após o término dos lotes regulares e destinam-se a restituições que foram processadas posteriormente, devido a retificações ou outras correções na declaração.

Olho no prazo: três processos seletivos seguem abertos até o fim de outubro em Rondônia

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Até o final deste mês de outubro, três processos seletivos estão com as inscrições abertas em Rondônia:

  • Um é da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd),
  • outro é da Secretaria Municipal de Educação (Semec) de Campo Novo
  • e o outro é do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO).

Os salários variam entre R$ 1,4 mil e R$ 4,9 mil e para não perder o prazo, o g1 detalha abaixo as informações sobre cada processo seletivo; confira:

Caerd

O processo seletivo visa a formação de cadastro reserva em diversos municípios do estado. Há cargos para nível médio, técnico e superior. Clique e confira o edital.

? Remuneração: R$ 2.494,39 a R$ 4.988,83

?️ Inscrições: podem ser feitas entre os dias 26 e 31 de outubro, no site da companhia e não será cobrada taxa de inscrição.

Semec

Mais de 10 vagas estão abertas no município de Campo Novo de Rondônia (RO). Há oportunidades para merendeira, zelador, cuidador educacional, vigia, e professor nível II. Clique aqui e veja o edital.

? Remuneração: R$ 1,4 mil a R$ 4,4 mil

?️ Inscrições: podem ser feitas até 23h59 da próxima segunda-feira (24)

TCE

O Tribunal de Contas está selecionando currículos para a contratação de estagiários nas áreas de jornalismo e marketing.

? Remuneração: bolsa auxílio é de R$ 1,4 mil por mês mais o auxílio transporte.

?️ Inscrições: candidatos interessados podem enviar o currículo para o e-mail ascom@tce.ro.gov.br, até as 13h30 do dia 31 de outubro.

Ataque a escola deixa 1 aluna morta e 3 feridos em SP; suspeito é detido

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Uma aluna morreu e outras três ficaram feridas após um ataque a tiros dentro da Escola Estadual Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo, na manhã desta segunda-feira (23).

A informação foi confirmada pelo governo de São Paulo, por meio de nota.

“Durante o ataque a tiros, três alunos foram atingidos. Uma aluna morreu e outros três feridos foram encaminhados ao Hospital Geral de Sapopemba, sendo um deles que se machucou ao tentar fugir durante o ataque. A Polícia Militar foi acionada e apreendeu o autor dos disparos e a arma utilizada por ele. Mais informações sobre o estado de saúde das vítimas e investigação do ataque serão divulgadas em breve.”

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, um adolescente de 15 anos entrou armado e efetuou os disparos.

Os feridos foram levados para o pronto-socorro do Hospital Sapopemba. Uma das vítimas sofreu ferimento na cabeça e não resistiu aos ferimentos. Outras duas foram atingidas no tórax e na clavícula.

E um quarto aluno machucou a mão em vidro ao fugir do ataque.

Ainda por meio de nota, a gestão estadual lamentou o ocorrido e disse que a prioridade é prestar atendimento aos familiares das vítimas.

“O governo de SP lamenta profundamente e se solidariza com as famílias das vítimas do ataque ocorrido na manhã desta segunda-feira (23) na Escola Estadual Sapopemba. Nesse momento, a prioridade é o atendimento às vítimas e apoio psicológico aos alunos, profissionais da educação e familiares.”

Tiros e desespero

A Polícia Militar foi chamada por volta das 7h30 para atender a ocorrência na Rua Senador Lino Coelho. O ataque teria ocorrido às 7h20.

O helicóptero da corporação foi ao local, além de outras 20 viaturas da PM, para atender a ocorrência.

Pais de alunos foram até a unidade após serem informados da ocorrência. Ao g1, moradores do bairro relataram o desespero ao ouvir os tiros.

“Eu moro na mesma rua da escola. Eu estava tomando café para ir trabalhar, e eu e meu irmão ouvimos em torno de 3 tiros. Meu irmão ouviu gritos, eu subi para o quarto e abri a janela. E vi o pessoal saindo correndo da escola. Fui em frente a escola para saber o que houve, aí soube da notícia. Foi muito rápido.”

Ambulância e viaturas da PM em escola estadual Sapopemba, Zona Leste de SP — Foto: Reprodução/TV Globo

Segundo ataque em 7 meses

O ataque desta segunda (23) é o segundo caso registrado na capital paulista somente neste ano.

No dia 27 de março deste ano, uma professora de 71 anos morreu e quatro pessoas ficaram feridas após serem atacadas com faca por um aluno do oitavo ano da Escola Estadual Thomazia Montoro, na Zona Oeste de São Paulo. O agressor, de 13 anos, foi desarmado e levado para uma unidade da Fundação Casa.

Elisabete Tenreiro era professora desde 2015 e havia começado na escola Thomazia Montoro neste ano. A educadora tinha se aposentado como técnica do Instituto Adolfo Lutz em 2020, mas continuou dando aulas de ciências.

Em agosto, a reportagem do g1 esteve na escola estadual e constatou que, após cinco meses depois do atentado, ainda não havia psicólogos disponíveis para o atendimento de professores e alunos na unidade escolar, mesmo após promessa do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

À época, a Secretaria Estadual da Educação (Seduc) chegou a afirmar que quadruplicou o orçamento inicial destinado a políticas públicas de garantia da segurança e proteção de convivência no ambiente escolar, passando para R$ 100 milhões.

Contudo, duas das professoras que foram vítimas do ataque na Escola Estadual Thomazia Montoro, disseram ao g1 que a escola só recebeu visitas de um grupo de estudos em psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e que o corpo docente e discente foram orientados a procurar atendimento psicológico no Sistema Único de Saúde (SUS).

Ainda segundo as professoras, a comunidade escolar está “pagando” pelos dias de recesso pós-ataque com reposições de aulas em período de féria e o programa Conviva, do governo, não funciona na unidade escolar.

Babá brasileira é presa nos EUA acusada de matar homem a tiros

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A brasileira Juliana Peres Magalhães, de 23 anos, foi presa, na última quinta-feira (19), acusada de ter matado a tiros Joseph Ryan, de 39 anos, em Reston, na Virgínia, nos Estados Unidos, em fevereiro deste ano.

Em 25 de fevereiro, a polícia local recebeu um chamado para a casa onde Juliana trabalhava como au pair (babá). No local, a dona da casa, Christine Banfield, de 37 anos, foi encontrada em um quarto com facadas na parte superior do corpo. Nas proximidades, Ryan foi encontrada baleado. Ambos morreram.

Segundo as investigações, que duraram quase sete meses, Juliana foi quem atirou em Ryan.

Sergio Massa e Javier Milei vão disputar o 2º turno na Argentina

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Sergio Massa, o candidato da coligação governista e atual ministro da Economia da Argentina, terminou na frente no primeiro turno das eleições do país neste domingo (22). Ele não era o favorito, e o resultado é considerado surpreendente.

Massa vai concorrer no segundo turno da disputa presidencial, marcado para 19 de novembro, com Javier Milei, candidato populista que se define como libertário e que, em agosto, havia vencido a votação das primárias.

A apuração dos votos deste domingo chegou a 98,51%. O resultado da votação dos dois candidatos mais bem colocados no primeiro turno foi:

Escolha pelo concurso público precisa envolver pesquisa e vocação

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Brasília (DF) 22/10/2023 – Escolha pelo concurso público deve envolver pesquisa e vocação Foto:Hyago Santana Mariano/Arquivo pessoal

O bancário Hyago Santana, de 24 anos, tem na rotina sonho e disciplina. Um não vive sem o outro. Ele quer trabalhar na área em que se formou (tecnologia da informação, na qual fez até mestrado) em organismo público. Aliado ao desejo profissional, Hyago estuda de duas a quatro horas diariamente.

Para ele, os estudantes receberam, neste ano, uma boa notícia: a divulgação do Concurso Público Nacional Unificado, proposta do governo que ficou conhecida como Enem do Concurso Público.

Até o momento, o governo estima 6.640 vagas para o concurso. “Há possibilidade de diversas vagas em minha área. O concurso unificado pode facilitar o nosso caminho”, avalia Hyago. Mais do que a estabilidade e o salário, Hyago diz que amadurece a ideia de ser servidor público há quatro anos. “A minha ideia é fazer carreira, me aperfeiçoar e crescer na atividade pública. Eu imagino trabalhar com inovação, segurança da informação, cibernética, por exemplo. É o meu foco.”

A estabilidade, conforme explicou a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, em entrevista no último dia 18, é uma proteção ao Estado brasileiro. “A lógica da estabilidade foi pensada para evitar qualquer tipo de perseguição a pessoas, por exemplo, que denunciam malfeitos, que denunciam corrupção”, disse na ocasião.

Estabilidade é uma proteção ao Estado brasileiro e foi pensada para evitar qualquer tipo de perseguição a pessoas, que, por exemplo, denunciam malfeitos, denunciam corrupção, diz a ministra Esther Dueck – Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

“É preciso se informar”

Aliás, o caminho para um foco profissional na carreira pública precisa envolver bastante pesquisa, antes de prestar o concurso, afirma o psicólogo Rafael Piva, que é pesquisador na Universidade de São Paulo (USP) no laboratório de neurociências e comportamento. “Hoje há uma riqueza de informações disponíveis sobre os órgãos públicos e os requisitos das funções que são exercidas”, afirma. O cuidado pode gerar satisfação e também evitar frustrações depois que assumir um cargo.

“Quando a gente fala de serviço público, há competências comportamentais que são fundamentais para o exercício nesse tipo de atividade”, diz o psicólogo. Ao ingressar no serviço público, é esperado que a pessoa vá buscar o desenvolvimento profissional, contextualiza Piva.

“A pesquisa é fundamental para a pessoa pensar além do salário ou da estabilidade e também compreender quais são as características que a função a ser exercida demanda”. O pesquisador ainda chama a atenção para o fato de que, na atualidade, os profissionais estão mais abertos para eventuais mudanças de rumo na carreira.

Nesse sentido, Piva avalia que o concurso unificado vai ao encontro da ampliação de possibilidades profissionais. “Eu vejo isso como uma forma muito interessante de ampliar caminhos”. Seja qual for a trajetória escolhida, é necessário o suporte de informações ainda que levando em conta que ninguém está livre de se frustrar, já que isso é parte da vida.

“Me preocupa em termos de contemporaneidade que há pessoas entrando no mercado de trabalho com uma tolerância muito baixa. Se isso não for trabalhado, pode levar ao sofrimento”. O pesquisador ressalta que, em atividade pública ou de empresa privada, há momentos bons e ruins e que o profissional deve ficar atento à recorrência com que acontecem para decidir sobre uma eventual mudança de caminho profissional.

Exigências permanentes

Engenheiro de computação e professor, Victor Dalton, de 40 anos, é servidor da Câmara dos Deputados há 10 anos e diz que encontrou felicidade na carreira.  “Quando alguém pensa em concursos públicos, a primeira coisa [em] que se pensa são salários diferenciados e também estabilidade. Mas, se a pessoa não gostar da atividade, pode se frustrar em pouco tempo”, afirma.

Ele entende que as exigências no setor público são semelhantes às da área privada e diz que ainda existe preconceitos com a carreira de Estado. Por isso, o professor recomenda que os estudantes sigam sua vocação e saibam que será exigida proatividade. “Eu tenho uma visão [de] que iniciativa resolve 90% dos seus problemas em qualquer lugar. Muita gente tem uma visão mal estereotipada e não sabe que o serviço público vai pedir muito desempenho. Para aqueles que gostam de desafios, o crescimento profissional será inevitável.”

Disciplina

A contadora Cláudia Lima, de 51 anos, que hoje trabalha como autônoma, está disposta a desafios no serviço público, e isso faz com que ela estude regularmente todos os dias na parte da tarde. “O concurso unificado vai dar a possibilidade de se prestar para vários órgãos ao mesmo tempo”. O sonho de Cláudia é passar no concurso de tribunais judiciários.

Ela resolveu prestar concurso porque gostaria de ajudar a melhorar a prestação de serviços. “Eu já presenciei falhas no atendimento das pessoas, e estou disposta a fazer o melhor, a ser diferente, a colaborar mais.”

Edição: Nádia Franco

Governo divulga edital de processo seletivo para contratação temporária de profissionais da Caerd

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Com o intuito de criar um cadastro reserva para contratações temporárias de profissionais de nível médio, técnico e superior, a Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia – Caerd publicou no Diário Oficial do Estado, o Edital Nº 4/2023/CAERD-CGAF do Processo Seletivo Simplificado. As inscrições são gratuitas e estarão abertas no período de 26 a 31 de outubro. Os candidatos interessados podem acessar o site da Caerd www.caerd-ro.com.br, onde encontrarão um link específico contendo o edital completo, a ficha de inscrição, as diretrizes para a avaliação curricular e os procedimentos necessários para a efetivação da inscrição.

O objetivo do processo seletivo é atender às demandas de suporte operacional e apoio administrativo em diversos municípios e distritos, conforme detalhado no edital. As vagas abrangem funções como: Agentes de Sistemas de Saneamento; Agentes de Suporte à Gestão e Negócios; Técnicos de Sistemas de Saneamento; Técnicos de Suporte à Gestão e Negócios; Analistas de Sistemas de Saneamento (incluindo engenheiros e geólogos); Analistas de Gestão e Negócios (com ênfase em Direito e Administração), bem como técnicos de nível superior em diversas áreas.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, expressa seu comprometimento com o fortalecimento da infraestrutura do Estado e o atendimento às necessidades da população. “O processo seletivo anunciado representa um passo crucial para suprir a carência de profissionais e assegurar a excelência na prestação de serviços em todo o Estado”, pontuou.

O presidente da Caerd, Cleverson Brancalhão explicou que, “com a transposição de muitos colaboradores e aposentadoria de outros, é imperativo que tomemos medidas para assegurar a eficiência e continuidade dos serviços prestados, priorizando a qualidade no abastecimento de água e saneamento básico para todos os rondonienses”.

Fonte
Texto: Rejane Júlia
Fotos: Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

Preço da gasolina diminui e do diesel aumenta para distribuidoras

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Greve de caminhoneiros provoca fila para abastecimento de combustível em posto de gasolina no Rio de Janeiro.

A partir deste sábado (21), o preço médio dos combustíveis vendidos para as distribuidoras passa a ser de R$ 2,81 por litro, uma redução de R$ 0,12 por litro. Como existe uma mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro na composição da gasolina comercializada aos postos, a parcela da Petrobras vai ser, em média, de R$ 2,05 a cada litro vendido na bomba.

O preço médio de venda do diesel para as distribuidoras vai ser de R$ 4,05 por litro, um aumento de R$ 0,25 por litro. Como é obrigatória a mistura de 88% de diesel A e 12% de biodiesel para a composição do diesel vendido aos postos, a parcela da Petrobras vai ser, em média, de R$ 3,56 a cada litro vendido na bomba. 

Na variação acumulada no ano dos preços de venda da gasolina A e do diesel A para as distribuidoras, há uma redução de R$ 0,27 por litro de gasolina e de R$ 0,44 por litro de diesel. 

“A estratégia comercial que adotamos na Petrobras nesta gestão tem se mostrado bem-sucedida, sobretudo no sentido de tornar a empresa competitiva no mercado e evitar o repasse de volatilidade para o consumidor. Prova disto é que ao longo deste ano, mesmo com o valor do brent mais alto que no ano passado, os preços dos nossos produtos acumulam quedas, muito diferente do que aconteceu ao longo de 2022”, disse o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates. 

A Petrobras informa que os reajustes na gasolina e no diesel podem ser explicados por movimentos distintos no mercado e na estratégia comercial da estatal. No caso da gasolina, há o fim do período de maior demanda global, com maior disponibilidade e desvalorização do produto frente ao petróleo. No caso do diesel, a demanda global se mantém, com expectativa de alta sazonal, o que faz o produto ter maior valorização frente ao petróleo. A companhia também reforçou que procura evitar o repasse da volatilidade do mercado internacional e da taxa de câmbio para a sociedade brasileira, mas que também preserva um ambiente competitivo nos termos da legislação vigente. 

Campanha “Vacinação Sem Fronteira” em Rondônia une esforço coletivo contra doenças preveníveis

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Em uma ação que transcendeu os municípios fronteiriços e alcançou todos os municípios do Estado. A Campanha “Vacinação Sem Fronteira” foi realizada em Rondônia, no período de 1º a 11 de outubro, exceto em Guajará-Mirim, onde se estendeu até o dia 15. A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia – Agevisa, colaborou de forma integrada com as equipes municipais em 18 municípios, dentre os quais nove fazem fronteira com a Bolívia, segundo indicação do Ministério da Saúde.

A chefe do Núcleo de Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Agevisa, Surlange Ramalhaes informou que, até sexta-feira (20), 43.546 doses foram aplicadas, sendo um marco alcançado graças à parceria entre o Governo do Estado, por intermédio da Agevisa, e os 18 municípios participantes. Um esforço conjunto que visou imunizar a população em diversas frentes, incluindo linhas, escolas, praças, comércios; comunidades quilombolas, ribeirinhas e indígenas”.

VACINAÇÃO

A população dos municípios contemplados com a campanha teve acesso a diversas vacinas disponibilizadas nas unidades de saúde e pontos estratégicos de vacinação, desde a BCG e hepatite B para crianças; até vacinas contra hepatite B, difteria e tétano para gestantes; além de uma variedade de opções para adolescentes e adultos, incluindo febre amarela, tríplice viral e pneumocócica. O diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima lembrou, “no sábado (7), a mobilização atingiu seu ápice com o dia “V” de Vacinação, marcando um esforço conjunto entre Estado e municípios. Os municípios, que incluíram cidades fronteiriças como Guajará-Mirim e Nova Mamoré, somados à capital Porto Velho, foram fundamentais nessa jornada de imunização”.

A Agevisa desempenhou um papel fundamental nesse processo, recebendo os imunizantes do Ministério da Saúde e garantindo uma distribuição eficaz e equitativa para as Regionais de Saúde, que, por sua vez, repassaram para os municípios de sua abrangência. Além das vacinas do calendário básico, duas campanhas estavam em andamento contra gripe e covid-19, ambas direcionadas a públicos a partir de 6 meses de idade. A mensagem central era a atualização da caderneta vacinal da população, visando evitar a reintrodução de doenças imunopreveníveis.

DESAFIOS E METAS

Em 2022, Rondônia não atingiu a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, e em 2023, 13 municípios foram priorizados para impulsionar as coberturas vacinais. O estado enfatizou não apenas as campanhas, mas também a importância do calendário nacional de vacinação de rotina.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha enfatizou sobre a campanha de vacinação que, “é um esforço árduo para evitar que as pessoas adquiram doenças evitáveis por vacinas, e a campanha reforçou a importância da conscientização da população. O alerta foi claro no sentido de fazer com que se compreenda a importância da imunização como  investimento fundamental para a saúde coletiva e para prevenir os perigos associados à ausência da vacinação” pontuou.

Em meio a desafios, a Campanha “Vacinação Sem Fronteira” em Rondônia emergiu como um exemplo de cooperação entre Governo do Estado e municípios, em  uma batalha conjunta contra doenças que podem ser evitadas. “O esforço coletivo visava não apenas o presente, mas um futuro mais saudável para todos os rondonienses”, finalizou Gilvander Gregório.

Inspeção identifica 1.871 crianças e adolescentes em trabalho ilegal

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Entre janeiro e setembro deste ano, auditores-fiscais do trabalho identificaram 1.871 crianças e adolescentes executando alguma forma ilegal de trabalho infantil. O número é 14% superior ao resultado registrado ao longo do mesmo período de 2022.

Os dados foram divulgados pela coordenadora nacional de Fiscalização do Trabalho Infantil substituta, Luíza Carvalho Fachin, durante evento da Escola Nacional de Inspeção do Trabalho (Enit), do Ministério do Trabalho e Emprego, nesta sexta-feira (20), em Brasília.

“Este já é um resultado bastante significativo”, lamentou Luíza, acrescentando que, de janeiro de 2021 até o mês passado, mais de 6 mil crianças e adolescentes foram encontradas trabalhando irregularmente, em diferentes setores econômicos.

Ainda segundo Luíza, muitos desses jovens poderiam trabalhar legalmente, já que a legislação brasileira autoriza a contratação de adolescentes a partir dos 14 anos de idade, na condição de aprendizes, e de jovens a partir dos 16 anos, para o exercício de atividades que não representem uma ameaça à integridade física, mental e social.

“Oitenta e sete por cento dos adolescentes afastados do trabalho infantil [este ano] já tinham idade para estar [contratados] na condição de aprendizes, mas estavam sendo explorados. Assim como muitos adolescentes de 16 e 17 anos que, a princípio, já tinham idade para trabalhar em atividades não proibidas”, comentou a coordenadora. A lista das Piores Formas de Trabalho Infantil e das condições em que é vedado empregar pessoas com menos de 18 anos de idade consta do Decreto nº 6.481, de 2008, e pode ser acessada na internet

Segundo Luiza, 66% dos 1.871 crianças e adolescentes identificados este ano trabalhando ilegalmente tinham entre 16 e 17 anos, enquanto outros 21% tinham entre 14 e 15 anos. Setenta e oito por cento deles eram do sexo masculino e os setores econômicos para os quais estavam prestando serviço era o comércio e reparação de veículos (28%); alojamento e alimentação (24%); indústria de transformação (14%) e agricultura e pecuária (11,5%).

Isolamento

Considerado uma grave violação aos direitos e uma violência contra crianças e adolescentes, o trabalho infantil envolve toda forma de atividade laboral exercida por crianças e adolescentes, sejam elas remuneradas ou não. Entre suas diferentes formas, uma das mais comuns, tradicionais e lesivas é a doméstica, ou seja, quando pessoas com menos de 18 anos prestam serviços domiciliares a outras pessoas ou famílias que não as suas, como babás, cuidadores de idosos e cozinheiros

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), as meninas, meninos e adolescentes que realizam atividades domésticas na casa de outras pessoas são “trabalhadores invisíveis” e “provavelmente, o grupo mais vulnerável, explorado e difícil de proteger”. Avaliação compartilhada pelo secretário nacional de Inspeção do Trabalho substituto, Henrique Mandagará de Souza.

“Se o trabalho doméstico já é muito invisibilizado, o trabalho infantil doméstico é ainda mais”, comentou Mandagará na abertura do evento da Enit. “A cada ano estamos resgatando mais [vítimas do] trabalho escravo doméstico e a história frequentemente se repete: na maioria dos casos, são pessoas que começaram a ser exploradas ainda crianças ou adolescentes, [casos] em que o Estado brasileiro chegou 40 anos depois, quando esta pessoa já tinha perdido grande parte da sua vida”.

Em agosto deste ano, a Secretaria de Inspeção do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, começou a organizar a primeira operação de âmbito nacional de combate ao trabalho infantil doméstico. As primeiras ações de fiscalização ocorreram em 15 unidades federativas – sendo que, em algumas delas, ainda não foram concluídas –, em parceria com Ministério Público do Trabalho (MPT), conselhos tutelares e secretarias estaduais de Assistência Social.

De acordo com Luíza Fachin, em pouco mais de um mês, os auditores-fiscais identificaram 112 adolescentes em situação de trabalho infantil doméstico e notificaram mais de 160 empregadores domésticos. No âmbito deste primeiro operativo nacional, não foi encontrada nenhuma criança nesta situação – ou seja, todos tinham mais de 14 anos de idade.

Do total de notificações, 92% envolvem jovens de 16 ou 17 anos. Em 87% dos casos, as vítimas eram do sexo feminino. Só em Minas Gerais foram identificados 46 adolescentes em situação de trabalho infantil doméstico.

“Podemos dizer que este primeiro operativo teve resultados concretos, expressivos, e deixou alguns desdobramentos”, apontou a coordenadora, mencionando a dificuldade de lidar com a relativa invisibilidade destes casos. “Quebramos o paradigma da dificuldade de enfrentarmos o trabalho infantil doméstico, de que é impossível fazer uma fiscalização [devido ao preceito constitucional de inviolabilidade dos lares]. Este primeiro operativo veio para isso, para mostrarmos que é sim possível enfrentarmos esta questão. E por isso já estamos planejando uma segunda operação, envolvendo principalmente os estados que não participaram [da primeira ação].”

Denúncias de possíveis casos de trabalho infantil podem ser feitas por meio do Sistema de Denúncia de Trabalho Infantil (Sistema Ipê), da auditoria-fiscal do trabalho

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