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quinta-feira, julho 23, 2026
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Imagem de satélite mostra retrato da seca no rio Amazonas;

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Imagens do satélite Copernicus UE, do programa espacial da União Europeia, divulgadas na quinta-feira (5), mostram o retrato, no rio Amazonas, da seca que atinge a região Norte do país.

Apesar de outubro e novembro serem meses de transição da estação seca para a chuvosa na maior parte da Amazônia Sul, os pesquisadores do Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), unidade de Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), destacam que, neste ano, desde o mês de maio, a maior parte do oeste da Amazônia vem registrando chuvas bem abaixo da média.

A escassez de chuvas na região pode estar associada com o aquecimento observado na região sudoeste da Amazônia em consequência do inverno mais quente decorrente da atuação do fenômeno El Niño, que deve atingir sua máxima intensidade no final do ano. Já em setembro, é possível observar o impacto da seca na vegetação da região.

A previsão é de que os volumes de chuvas que normalmente chegam no final do ano fiquem abaixo da média, com risco de que alguns rios não atinjam os valores normais.

Até 25 de dezembro deste ano, há probabilidade superior a 75% para ocorrência de vazões abaixo da média nos rios localizados em toda a região Norte e na região Centro-Oeste do Brasil, com exceção do estado do Amapá e porção nordeste do estado do Pará.

A previsão de vazão em todos os pontos do Rio Negro indica aumento gradual das vazões; porém, com permanência de vazão abaixo da média até o final do período previsto. Em todos os pontos do Rio Solimões também deve haver aumento gradual das vazões, porém, com permanência de vazão abaixo da média até o final do período previsto.

Visita de Alckmin

Nesta quarta, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) visitou Manaus para avaliar a seca que atinge o Amazonas.

Após sobrevoo nas comunidades afetadas, ocorreu reunião com autoridades locais para debater as medidas a serem adotadas para lidar com a seca extrema no Norte do país.

Entre as medidas anunciadas pelo governo federal para socorrer a região, está a realização de duas obras de dragagem, uma no Rio Solimões e outra no Rio Madeira, para recuperar a capacidade de navegação nos locais.

A previsão é que os trabalhos sejam finalizados entre 30 e 45 dias. Juntas, as obras terão 20 quilômetros de extensão e custo de R$ 138 milhões.

Veja também: Por conta da seca, 4ª maior hidrelétrica do país é paralisada

Vídeo: Em nível crítico, seca no Rio Madeira já compromete abastecimento de água de Porto Velho

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A estiagem que atinge a região de Porto Velho, está preocupando a Companhia de Água e Esgoto do Estado de Rondônia (Caerd) e os moradores da cidade. O nível do Rio Madeira, principal fonte de abastecimento de água da capital, chegou ao menor nível já registrado, com 1 metro e 15 centímetros.

As bombas que captam água do rio estão tendo dificuldades para entregar o líquido à estação de tratamento, o que pode levar a desabastecimentos em alguns bairros da cidade. A Caerd já está tomando medidas para garantir o abastecimento, como a redução da pressão da água e a intensificação dos serviços de manutenção das bombas.

A companhia também pede que os moradores da capital passem a utilizar a água com mais responsabilidade nessa época de seca.

Algumas dicas para economizar água incluem:

Fechar a torneira ao escovar os dentes, lavar as mãos e a louça;

Tomar banhos mais curtos;

Reutilizar a água da máquina de lavar roupa e louça;

Evitar lavar calçadas e carros;

Instalar torneiras com temporizador.

A estiagem é um fenômeno natural que ocorre na região amazônica, mas nos últimos anos tem se tornado mais frequente e intensa. A mudança climática é um dos principais fatores que contribuem para o aumento da frequência e intensidade das estiagens na Amazônia.

Sem nova lei, conta de energia subirá, diz diretor da Aneel a comissão

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A tarifa de energia elétrica em estados menos desenvolvidos continuará aumentando se o Congresso Nacional não alterar as atuais leis sobre o tema. A afirmação foi feita pelo diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Sandoval Feitosa, em audiência pública realizada nesta quinta-feira (5) na Comissão de Infraestrutura (CI). O convite atendeu a requerimentos dos senadores Lucas Barreto (PSD-AP), Jader Barbalho (MDB-PA), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Esperidião Amin (PP-SC), que presidiu a reunião.

Segundo Feitosa, a Lei 13.360, de 2016, estipula que até 2030 os usuários de energia elétrica sejam igualmente cobrados pela contribuição à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que compõe parte da tarifa de energia. O CDE é um fundo que financia políticas públicas, como a tarifa social para pessoas de baixa renda. Para Feitosa, essa e outras leis levam estados mais pobres a pagar uma tarifa maior, e a agência não tem poder para reduzir os valores.

— Houve uma opção do Estado brasileiro de levar eletricidade para um país continental. Existe um custo de políticas públicas importantes. Isso precisa ser pago. O próprio Congresso decidiu em 2016 igualar o pagamento desses encargos para todo o Brasil. Essa decisão não foi da agência (…) A Aneel tem uma atuação infralegal, nós atuamos na implementação das políticas públicas e das diretrizes dos leilões de contratação [de concessão] que são definidos tanto pelo Poder Legislativo, pelo Poder Executivo e pelo poder concedente. A formação da tarifa de energia no Brasil precisa de ajustes legislativos para que seja justa — disse Feitosa,

Aumento até 2030

Feitosa afirmou que a conta aumentará nos próximos anos até que o rateio da CDE seja igual, conforme a lei. Segundo ele, atualmente os contribuintes das Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste ainda pagam mais que o dobro para a CDE do que o Norte e o Nordeste. Segundo ele, uma das soluções para diminuir as tarifas é tornar a contribuição da CDE proporcional ao desenvolvimento regional.

— O que nós apresentamos primeiramente é uma proposta que a CDE leve em conta a capacidade de pagamento da população. As regiões que têm menos capacidade de pagamento pagariam menos encargos setoriais. E as regiões que têm mais capacidade, pagariam mais. Isso tem potencial de reduzir a tarifa de 5% a 8%, é muita coisa.

O senador Jader Barbalho afirmou que a política tarifária vigente afeta os mais pobres e que o Congresso deve agir.

—  Fiquei assustado. O custo da energia atinge diretamente as famílias brasileiras, principalmente as mais pobres. Temos que aprofundar medidas [contra o aumento].

Feitosa explicou que a tarifa de energia elétrica é composta por quatro partes, relacionadas à sua geração, à transmissão, à distribuição e aos encargos sociais. Ele destacou que os encargos setoriais como a CDE, que são arrecadados para financiar políticas públicas, representam a maior parte da conta. O diretor demonstrou que esse item cresceu o dobro da inflação (IPCA) nos últimos 13 anos. Já a parte da distribuição aumentou abaixo da inflação, enquanto os custos de geração e transmissão acompanharam os principais índices inflacionários.

Amapá

Nas últimas semanas, a Aneel autorizou reajuste de 44,41% na conta de energia no Amapá, o que levou Randolfe Rodrigues e Lucas Barreto a requerer a presença de Feitosa na audiência pública para prestar explicações. Segundo o diretor-geral da Aneel, o aumento foi solicitado pela distribuidora privatizada CEA Equatorial Energia com base no contrato de concessão. Cumpridos os requisitos pela empresa, a Aneel é obrigada a autorizar, disse ele.

— O estado tinha uma qualidade de serviço muito depressiva, não possuía capacidade de investimento e houve essa decisão [de privatizar a empresa de energia]. No contrato de concessão, colocava possibilidade de revisão tarifária extraordinária. Cabe à Aneel apenas verificar que tudo o que foi investido foi realmente feito. Se foi feito, a Aneel é vinculada, não tem o que fazer, a não ser calcular a remuneração e aplicar o reajuste (…) É caro distribuir [energia] na Região Norte por vários fatores. Primeiramente, tem baixa densidade demográfica e pequeno consumo per capita. Então esse custo tem que ser rateado com os consumidores que pagam a conta para custear os investimentos que são feitos.

Lucas Barreto apontou a baixa renda da população e o alto índice de devedores como agravantes no impacto que o aumento terá ao estado.

— No Amapá temos quase 130 mil pessoas que recebem bolsa família. A política tarifária tem que ser revista antes de conceder esse aumento. O caos vai se instalar na CEA Equatorial, no estado do Amapá e no governo do estado.

Randolfe questionou a razão dos argumentos de Feitosa serem aplicados ao Amapá mas não a outros estados.

— Roraima tem densidade demográfica menor que a nossa. Na escala das tarifas de energia, Roraima é a 14ª ou 15ª. No eventual reajuste [no Amapá], nós passaremos à maior. Isso deve ficar como alerta. Temos dois meses ou para que esse reajuste não seja aplicado ou que não seja nos termos que foram deferidos pela Aneel.

Randolfe e Davi Alcolumbre (União-AP) se reuniram no dia 21 de setembro com o governador do Amapá, Clécio Luís, e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, para tratar do caso.

Sugestões

Além da alteração na CDE, Feitosa apresentou outras mudanças que poderiam reduzir o preço da energia. Segundo ele, o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 365/2022, que suspende duas resoluções da Aneel sobre tarifas da transmissão de energia, causará aumento no custo da energia elétrica. Isso porque, segundo ele, a metodologia de “tarifas locacionais” utilizada atualmente pelo órgão regulador deixará de ser usada, prejudicando 18 estados hoje beneficiados com barateamento na transmissão.

— Ela [a metodologia] reduziu a tarifa de 18 estados de todo o país, a maioria do Nordeste e Norte. O Rio Grande do Norte, que é o maior produtor de energia eólica do Brasil, reduziu em 40% a tarifa de transmissão (…). A rejeição do PDL tem potencial de reduzir até 2027 de 1% a 4% da tarifa na transmissão para o consumidor final.

Aprovado na Câmara dos Deputados, o projeto está em análise na CI. Para Amin, o “PDL é objeto de uma controvérsia”. O autor do projeto, deputado Danilo Forte (União-CE), entende que as resoluções da Aneel tem um efeito inverso, levando ao aumento dos custos de transmissão de energia em locais distantes dos grandes centros de consumo.

Feitosa também defendeu que a Aneel tenha poder para diminuir a taxa de remuneração a ser recebida pela distribuidora de energia quando ela for beneficiada com impostos menores. Para ele, regiões menos desenvolvidas favorecem empresas com redução tributária, de forma que a distribuidora poderia diminuir o valor final da luz cobrada ao cidadão sem ter lucro proporcionalmente menor comparado com outras regiões. Mas a Resolução Normativa 457, de 2011, que permitia essa prática pela agência, encontra-se suspensa por decisão judicial.

Segundo ele, todas suas sugestões precisam ser criadas por lei e poderiam reduzir de 7,5% a 14,5% as tarifas no país.

Itaipu

Questionado por Amin, Feitosa informou que a atuação da Aneel quanto à usina de Itaipu se limita a analisar e homologar o preço informado pela binacional. Para ele, o custo da energia da hidrelétrica, que é a mais cara do Brasil, deveria ser menor após a quitação, em fevereiro deste ano, da dívida de sua construção.

— Essa tarifa vinha praticamente congelada até 2022, quando houve redução da tarifa para US$ 18,97 [por kiloWatt] e depois US$ 16,71 [em 2023]. Essa tarifa é definida pela usina de Itaipu, basicamente a parte brasileira e a parte paraguaia (…). A energia de Itaipu ainda é muito representativa para o Brasil, representa 15% de toda a energia comprada pelas distribuidoras do Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Individualmente, de cada uma dessas distribuidoras, ainda é a  energia mais cara de todas elas, de uma usina que já foi paga.

Nobel da Paz 2023: Quem é Narges Mohammadi, vencedora do prêmio, que está presa no Irã

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Narges Mohammadi, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2023, entregue nesta sexta-feira (6), é uma ativista que passou a vida a fazer campanha pelos direitos humanos no Irã. Ela é apenas a 19ª mulher a ganhar o Prêmio Nobel da Paz em mais de 120 anos de existência do prêmio.

Mohammadi foi prisioneira durante a maior parte das últimas duas décadas. Ela foi condenada repetidamente pela sua campanha incansável contra a pena de morte e o confinamento solitário — que teve de suportar durante semanas.

A ativista cumpre atualmente uma pena de 10 anos e 9 meses, acusada de ações contra a segurança nacional e propaganda contra o Estado.

Ela também foi condenada a 154 chicotadas, uma punição que grupos de direitos humanos acreditam que ainda não foi aplicada, além de proibições de viagens e outras restrições.

O prêmio foi atribuído pela 104ª vez nesta sexta-feira (6) e Mohammadi se juntou aos 140 vencedores anteriores.

O fato de Narges Mohammadi estar encarcerada na famosa prisão de Evin, na capital iraniana, Teerã, não impediu a sua luta.

Numa gravação de áudio feita dentro da cadeira, compartilhada com a CNN antes de Mohammadi receber o Nobel, ela pode ser ouvida liderando os gritos de “mulher, vida, liberdade” — o slogan do levante desencadeado no ano passado pela morte de Mahsa Amini sob custódia da polícia moral do Irã.

Área reservada à agropecuária no país cresceu 50% em 37 anos

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Lavoura de trigo irrigado no cerrado em MG

No período de 1985 a 2022, a área reservada à agropecuária no Brasil cresceu 50%, ocupando 95,1 milhões de hectares (ha). A área equivale a 10,6% do território nacional e é maior que a do estado de Mato Grosso, por exemplo. A análise é da rede colaborativa de Mapeamento Anual do Uso e Cobertura da Terra no Brasil (MapBiomas) e foi divulgada nesta sexta-feira (6).

O levantamento aponta que quase dois terços (64%) da expansão da agropecuária no país – ou 64,5 milhões de hectares – deriva do desmatamento para pastagem. Já o desmatamento feito como etapa de preparo da terra para a agricultura corresponde a 10% da expansão e equivale a 10 milhões de hectares. Pouco mais de um quarto (26%) da ampliação da atividade agrícola – ou 26,7 milhões de hectares – abrange terras que já passaram por um processo de transformação devido à ação do ser humano.

Em 1985, a agropecuária ocupava um quinto (22%) do território do Brasil, ou 187,3 milhões de hectares. Quase quatro décadas depois, constata-se que a proporção cresceu para 282,5 milhões de hectares, ou um terço do território brasileiro. Desse total, 58% são de pastagens, que tiveram um crescimento de mais de 60% entre 1985 (103 milhões de hectares) e 2022 (164,3 milhões de hectares).

O aumento da área que serve ao cultivo agrícola foi de 41,9 milhões de hectares, no intervalo analisado pela equipe do MapBiomas. Nesse caso, o espaço utilizado passou de 19,1 milhões de hectares para 61 milhões de hectares. Em termos comparativos, pode-se dizer que o aumento foi de duas vezes a extensão do Paraná.

Cultivo

Dois tipos de lavoura respondem por praticamente todo o movimento de expansão (96%), sendo que triplicaram no período de análise: a de grãos e a de cana. Em 1985, os dois tipos de cultivo ocupavam 18,3 milhões de hectares e, em 2022, sua área equivalia a 7% do território nacional, ou 58,7 milhões de hectares.

Dessa parcela, 35 milhões de hectares são oriundos do aumento no protagonismo da soja que, sozinha, aumentou a área cultivada quatro vezes, e do milho cultivado após a colheita da soja, conforme lembram os pesquisadores do MapBiomas.

“A soja, o milho, a cana-de-açúcar são as três culturas com maior área, no Brasil. Existe também uma demanda muito importante para o arroz. A área dessas culturas reflete a demanda que você tem para as condições de produção no país. No caso da soja, o principal destino é a alimentação animal e, no caso da cana, o setor de energia”, observou o coordenador do MapBiomas, Tasso Azevedo.

O MapBiomas destaca que a conversão direta de vegetação nativa para a agricultura permaneceu relativamente constante ao longo dos anos que acompanhou. Além disso, o que se nota é uma tendência de declínio entre 2018 e 2022.

Outro aspecto que a equipe de especialistas destaca é que, embora tenha havido constância, houve mudanças na distribuição geográfica dessas conversões. As novas fronteiras agrícolas se concentram na região conhecida como Matopiba (acrônimo que se refere aos estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), Amacro (território de fronteira entre os estados do Amazonas, Acre e Rondônia e um dos eixos do agronegócio) e no bioma Pampa.

A maior parte (72,7%) das áreas agrícolas convertidas surgiu no contexto de forte interferência do ser humano, marcado pela intensificação agrícola, com destaque para áreas que anteriormente eram moldadas para a pastagem.

Pastagem

O levantamento também fornece informações sobre o desenvolvimento de áreas de pastagem ao longo das décadas. Entre 1985 e 2022, os cinco estados com maiores áreas de desmatamento para conversão à pastagem foram Pará (18,5 milhões de hectares), Mato Grosso (15,5 milhões de hectares), Rondônia (7,4 milhões de hectares), Maranhão (5,4 milhões de hectares) e Tocantins (4,5 milhões de hectares) – estados da Amazônia e Matopiba.

Levando em conta o mesmo intervalo de tempo, o que se observa pelos dados coletados é que os cinco estados com maiores áreas de desmatamento para conversão direta para agricultura foram Mato Grosso (3 milhões de hectares), Rio Grande do Sul (2,6 milhões de hectares), Bahia (1,8 milhão de hectares), Maranhão (790 mil hectares) e Goiás (550 mil hectares).

No caso do desmatamento para pastagens que posteriormente foram convertidas em áreas agrícolas, os destaques são os estados de São Paulo (2 milhões de hectares), Mato Grosso do Sul (1,2 milhão de hectares), Rio Grande do Sul e Mato Grosso (1,1 milhão de hectares cada) e Paraná (1 milhão de hectares).

Vídeo: Acompanhe as Obras de Revitalização do Espaço Alternativo em Porto Velho

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As obras de revitalização do Espaço Alternativo, em Porto Velho, estão em andamento. As obras incluem reformas e revitalizações em quiosques, banheiros, placas, letreiros, troca de equipamentos da academia ao ar livre, iluminação pública e, em especial, o estacionamento lateral, que contará com mais de duas mil vagas para carros e motos.

Giro Empreendedor acontece em vários locais neste final de semana

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal da Indústria, Comércio, Turismo e Trabalho (Semdestur), realizará a feira Giro Empreendedor em vários espaços públicos na cidade neste final de semana.
Com o apoio da Fundação Cultural, o evento contará com o cantor Amâncio Lima, que vai animar com som ao vivo nesta sexta-feira (06), na feira que acontece das 16h às 20h, na praça das Três Caixas D’Água, na avenida Carlos Gomes, no Centro.
Sábado e domingo (07 e 08), das 16h às 21h, será no Parque da Cidade, na avenida Calama, bairro Flodoaldo Pontes Pinto.

Na Vila Teotônio também será realizada no domingo (08), das 8h às 17h30.
Segundo a secretária Glayce Bezerra, “o objetivo é beneficiar os micro e pequenos empreendedores da capital através do Departamento de Desenvolvimento Socioeconômico (DDS), sempre com o rodízio da localização entre os espaços públicos e turísticos do município”.

A programação é elaborada pela Semdestur, que presta ainda o apoio logístico com as tendas e a disponibilidade de locais para a exposição dos produtos. Na feira são comercializados artesanatos, roupas, acessórios, alimentos, entre outros.
Para ser um expositor da feira, o empreendedor deve entrar em contato com o DDS por meio do telefone: (69) 98473-8216, em dias úteis, das 8h às 14h.

Livraria Saraiva pede falência e encerra 109 anos de história

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A rede de livrarias Saraiva informou nesta quarta-feira (4/10), por meio de fato relevante divulgado ao mercado, que protocolou o pedido de falência, na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Foro Central da Comarca da Capital do Estado de São Paulo. A empresa estava em recuperação judicial desde 2018.

No mesmo comunicado, ela disse ainda que a RSM Brasil Auditores Independentes não presta mais serviços de auditoria à rede. A Saraiva, quando entrou em recuperação judicial, tinha dívidas que somavam R$ 675 milhões, com 1,1 mil credores. No final de setembro, encerrou as atividades em todas as lojas físicas, mantendo apenas as vendas online.

Novo Programa de Aceleração do Crescimento define prazo para estados e municípios cadastrarem projetos

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Rondônia será um dos estados contemplados com o pacote de investimentos das ações do Novo PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, lançado recentemente pelo Governo Federal. Com o lançamento da seleção para novas obras do programa, estados e municípios podem inscrever propostas de 9 de outubro a 10 de novembro nas áreas de Saúde, Educação, Infraestrutura, Água para Todos e Cidades Sustentáveis.

De acordo com o secretário de Estado de Obras e Serviços Públicos de Rondônia – Seosp, Elias Rezende, serão contemplados projetos em diferentes esferas, como Saneamento Básico, Abastecimento de Água e Cidades Sustentáveis. Dentro desse pacote serão cadastrados para eventuais contemplações: projetos de esgotamento sanitário, expansão de rede de abastecimento de água tratada, praças, iluminação pública, além de implantação de canais.

Para o secretário, o cadastro desse pacote de projetos reafirma o interesse do Estado em dar celeridade às ações, em cumprimento aos sete eixos do atual Plano Estratégico de Rondônia, “Um Novo Norte. Novos Caminhos”. “O Governo de Rondônia tem investido nesses setores no município, levando mais dignidade, segurança e qualidade de vida à população”, frisou.

NOVO PAC

Divididos em duas etapas, com investimento de R$ 65,2 bilhões na primeira e R$ 70,8 bilhões na última, o Governo Federal pretende reforçar, principalmente, a melhoria das cidades. A mobilidade urbana, prevenção de desastres naturais, esgoto sanitário, entre outros, terão aporte de R$ 40 bilhões, segundo o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa.

Dentro das cinco áreas do eixo principal do PAC, há 27 modalidades de investimentos que incluem maternidades, policlínicas, ambulâncias, Unidades Básicas de Saúde – UBS, Unidades Odontológicas Móveis – UOM, escolas de tempo integral, creches, Centros de Artes e Esportes Unificados – CEU, projetos de abastecimento de água urbanos e rurais, entre outros.

O ministro ressaltou a importância do empenho de governadores e prefeitos para o desenvolvimento das cidades e geração de emprego e renda. “Solicitamos e queremos o envolvimento pessoal de cada governador e prefeito, para que possamos garantir a implementação e agilidade dessas obras”, observou Rui Costa.

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