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sábado, julho 18, 2026
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Apple lança óculos de realidade virtual, iOS 17 e computador de R$ 34 mil

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A Apple apresentou nesta segunda-feira (5) um óculos de realidade virtual. O chamado Vision Pro marca a entrada da empresa neste segmento, que tem recebido grandes investimentos de concorrentes como a Meta, dona do Facebook.

Os óculos da Apple podem ser controlados com os olhos, as mãos e a voz. Eles podem ser usados para assistir vídeos, fazer chamadas de vídeo, navegar na internet e controlar objetos virtuais em 3D, por exemplo.

Vision Pro começará a ser vendido nos Estados Unidos no início de 2024 e custará US$ 3.499 (cerca de R$ 17.200, na conversão direta em 5 de junho). A empresa não divulgou previsão de lançamento e preços para o Brasil.

Como comparação, o Quest Pro, óculos mais caros da Meta, são vendidos por US$ 999 (R$ 4.900).

Vision Pro, óculos de realidade mista da Apple — Foto: Divulgação/Apple

Quem usar o dispositivo poderá ver o ambiente ao seu redor enquanto navegam no sistema e escolher se o visor fica transparente ou não para que outras pessoas possam ver seus olhos.

O aparelho também conta com um sistema de câmeras e microfones que permite gravar vídeos e tirar fotos em 3D.

Vision Pro, óculos de realidade mista da Apple — Foto: Divulgação/Apple

Os óculos funcionam com o novo sistema operacional visionOS, criado para atender às demandas de um dispositivo de realidade mista.

A novidade foi classificada como um dispositivo de “computação espacial” pelo presidente-executivo da Apple, Tim Cook. “É o primeiro dispositivo da Apple que você olha através dele, não para ele”, disse.

Tim Cook, presidente-executivo da Apple, durante a WWDC 2023 — Foto: Divulgação/Apple

Apple apresentou óculos de realidade mista Vision Pro na WWDC 2023 — Foto: Divulgação/Apple

O Vision Pro foi apresentado durante a WWDC, conferência anual da Apple para desenvolvedores. O evento também serviu para anunciar novos computadores, que contam com M2 Ultra, nova versão do processador da empresa.

Os lançamentos incluem novas versões do MacBook Air, que é apontado como o mais fino do mundo, e do Mac Pro, computador profissional que custará cerca de R$ 34.400 nos Estados Unidos. A empresa não anunciou os preços para o Brasil.

MacBook Air de 15 polegadas, apresentado pela Apple durante a WWDC 2023 — Foto: Divulgação/Apple

MacBook Air, linha de notebooks leves da Apple, ganhou uma versão de 15,3 polegadas. O aparelho tem 11,5 mm de espessura, o que, segundo a empresa, o torna o mais fino do mundo neste tamanho.

Ele ganhou um sistema de áudio com seis alto-falantes e promete melhorar a qualidade ao realizar chamadas de vídeo e reproduzir filmes e músicas.

O novo MacBook Air será vendido nos Estados Unidos por US$ 1.299 (cerca de R$ 6.400). O preço da versão de 13 polegadas do notebook caiu de US$ 1.199 para US$ 1.099 (R$ 5.400)

MacBook Air de 15 polegadas tem 11,5 mm de espessura — Foto: Divulgação/Aple

Já o Mac Studio, o computador da Apple com foco no uso profissional, ganhou uma versão com o novo chip M2 Ultra. Ele será vendido nos EUA por US$ 1.999 (R$ 9.800).

O dispositivo agora pode ser usado simultaneamente com até seis monitores Pro Display, da Apple, que têm resolução 6K cada um.

Segundo a Apple, o Mac Studio com o M2 Max é até 50% mais rápido que a versão com o M1 Max. E a versão com o novo M2 Ultra é até três vezes mais rápida que o modelo com o M1 Ultra, de acordo com a Apple.

A empresa também anunciou uma versão do Mac Pro com o M2 Ultra. O dispositivo era o único da Apple que ainda usava um processador da Intel. Ele será vendido nos EUA por US$ 6.999 (R$ 34.400).

Novos  Mac Studio e Mac Pro contam com o chip M2 Ultra, da Apple — Foto: Divulgação/Apple

Ator José de Abreu é condenado a pagar R$ 30 mil de indenização por ofender jornalista Diogo Mainardi

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Justiça de SP decidiu condenar o ator José de Abreu a pagar uma indenização de R$ 30 mil ao jornalista Diogo Mainardi. A controvérsia teve início em 2020, quando Abreu utilizou suas redes sociais para ofender Mainardi, chamando-o de “bandido” e “canalha”.

Além disso, o ator fez referência a uma suposta ligação do jornalista com o deputado federal Aécio Neves, insinuando que ele teria recebido dinheiro de forma ilícita.

O advogado de Diogo Mainardi, André Marsiglia Santos, argumentou no processo que Abreu não apenas proferiu ofensas, mas também inventou e distorceu informações com o intuito de prejudicar seu cliente. Segundo o advogado, o comportamento do ator configura uma perseguição desmedida e caluniosa contra o jornalista.

José de Abreu foi julgado à revelia, pois não apresentou defesa durante o processo. Na sentença, o juiz Airton Pinheiro de Castro afirmou que o ator claramente abusou de sua liberdade de expressão. O valor da indenização estabelecida em R$ 30 mil será acrescido de juros e correção monetária.

O artista já recorreu da decisão, argumentando que só tomou conhecimento do processo após a condenação. Ele afirma também que não foi devidamente citado para apresentar sua defesa, alegando que a citação foi enviada para um endereço que não corresponde à sua residência, impossibilitando que tomasse conhecimento do processo no prazo adequado. O ator sustenta que a sentença deve ser considerada nula. Até o momento, porém, o recurso ainda não foi analisado pela Justiça.

Mulher é inocentada por morte dos quatro filhos após 20 anos na prisão

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Uma mulher condenada como a pior assassina em série da Austrália foi perdoada depois de cumprir 20 anos atrás das grades por matar seus quatro filhos no que parece ser um dos mais graves erros judiciais do país.

O procurador-geral de Nova Gales do Sul, Michael Daley, interveio para ordenar a libertação de Kathleen Folbigg, com base nas conclusões preliminares de um inquérito que encontrou “dúvida razoável” quanto à sua culpa pelas quatro mortes.

Daley disse em entrevista coletiva nesta segunda-feira (5) que havia falado com o governador e recomendado um perdão incondicional, que foi concedido.

“Esta foi uma experiência terrível para todos os envolvidos e espero que nossas ações hoje possam encerrar esse assunto de 20 anos”, disse Daley.

Folbigg foi presa em 2003 por três acusações de assassinato e uma de homicídio culposo após a morte de seus quatro filhos ao longo de uma década a partir de 1989 – em cada caso, ela foi a pessoa que encontrou seus corpos, embora não houvesse nenhuma evidência física de que ela havia causado suas mortes.

Em vez disso, o júri se baseou na sugestão da promotoria de que as chances de quatro bebês de uma família morrerem de causas naturais antes dos dois anos de idade eram tão infinitamente baixas que se comparavam a porcos voando.

Eles também anotaram o conteúdo de seu diário, que continha passagens que isoladamente foram interpretadas como confissões de culpa.

Em 2019, um inquérito sobre suas condenações concluiu que não havia dúvida razoável de que ela havia cometido os crimes. Mas outra investigação começou no ano passado, depois que surgiram novas evidências científicas que forneceram uma explicação genética para a morte das crianças.

Em suas alegações finais, Sophie Callan, a principal advogada que auxilia no inquérito, disse que “em todo o corpo de evidências antes deste inquérito, há uma dúvida razoável quanto à culpa da Sra. Folbigg”.

Ela também disse ao inquérito que, em suas alegações finais, o Diretor de Promotoria Pública de NSW indicou que ela também estava “aberta ao inquérito para concluir que há dúvida razoável quanto à culpa da Sra. Folbigg”.

Quando quatro bebês morreram

Kathleen tinha apenas 20 anos quando se casou com Craig Folbigg, que ela conheceu em sua cidade natal, Newcastle, na costa norte de New South Wales.

Em um ano ela engravidou de Caleb, que nasceu em fevereiro de 1989 e viveu apenas 19 dias. No ano seguinte, os Folbiggs tiveram outro filho, Patrick, que morreu aos oito meses. Dois anos depois, Sarah morreu aos 10 meses. Então, em 1999, a quarta e mais longa filha do casal, Laura, morreu aos 18 meses.

A investigação policial sobre a morte de todas as quatro crianças começou no dia em que Laura morreu, mas se passaram mais de dois anos antes que Folbigg fosse presa e acusada.

A essa altura, o casamento do casal havia desmoronado e Craig estava cooperando com a polícia para abrir um processo contra ela.

Ele entregou à polícia os diários dela, que os promotores argumentaram conter os pensamentos mais profundos de uma mãe torturada pela culpa por seu papel na morte de seus filhos.

O exame dos restos mortais dos bebês não encontrou nenhuma evidência física de que eles foram sufocados, mas sem outra razão plausível para explicar suas mortes, a suspeita se concentrou em Kathleen, a cuidadora principal.

Em 2003, ao sentenciar Folbigg a 40 anos de prisão, o juiz Graham Barr relembrou seu passado conturbado. O pai de Folbigg matou sua mãe quando ela tinha apenas 18 meses de idade e ela passou muitos anos em um orfanato.

De acordo com documentos judiciais, Barr disse que as perspectivas de reabilitação de Folbigg eram “insignificantes”.

“Ela sempre será um perigo se receber a responsabilidade de cuidar de uma criança”, disse ele. “Isso nunca deve acontecer.”

“Uma mãe carinhosa”

A decisão inicial de condenação agora contrasta fortemente com o inquérito mais recente, que parece destinado a pintar uma imagem muito diferente de Folbigg como uma mãe amorosa que ficou arrasada e confusa com as sucessivas mortes de seus bebês.

Ao ordenar sua libertação nesta segunda, Daley distribuiu um memorando com as conclusões do juiz aposentado Tom Bathurst, que disse depois de revisar as evidências que era “incapaz de aceitar… a proposição de que Folbigg era tudo menos uma mãe carinhosa para seus filhos”.

No caso das duas meninas – Sarah e Laura – Bathurst descobriu que havia uma “possibilidade razoável” de uma mutação genética conhecida como CALM2-G114R “ocasionar suas mortes” e que Sarah pode ter morrido de miocardite, inflamação do coração, identificada durante sua autópsia.

No caso de Patrick, que teve um ALTE inexplicável, um evento aparentemente fatal, quando ele tinha 4 meses e morreu aos 8 meses, Bathurst descobriu que é possível que sua morte tenha sido causada por um distúrbio neurogênico subjacente.

Durante o julgamento de Folbigg em 2003, a promotoria usou evidências de “coincidência e tendência” para alegar que Folbigg também havia matado Caleb.

Em outras palavras, tendo sido supostamente responsável pela morte de três crianças, é provável que ela o tenha matado também. No entanto, Bathurst descobriu que a dúvida razoável sobre o papel de Folbigg na morte de seus irmãos significava que o caso da promotoria contra ela pelo assassinato de Caleb “desaparece”.

Em relação aos seus diários, Bathurst disse que “as evidências sugerem que eram os escritos de uma mãe enlutada e possivelmente deprimida, culpando-se pela morte de cada filho, diferente das admissões de que ela os assassinou ou prejudicou de outra forma”.

Bathurst também expressou dúvidas sobre as evidências de Craig Folbigg, que alegou que sua esposa era “mal-humorada” com os filhos e “rosnava para eles de vez em quando”.

“O saldo das evidências… (era) que ela era uma mãe amorosa e atenciosa”, escreveu Bathurst, cujo relatório completo será divulgado posteriormente.

Em um e-mail para a CNN, o advogado de Craig Folbigg, Danny Eid, disse que a visão de seu cliente sobre a culpa de sua ex-esposa “não mudou nada”.

“A senhora Folbigg não foi absolvida dos crimes e suas condenações não foram substituídas”, disse Eid.

Longo caminho legal pela frente

O caso de Folbigg foi comparado ao de Lindy Chamberlain, que jurou que um dingo levou seu bebê Azaria do acampamento da família em Uluru em 1980.

O caso polarizou a opinião pública e Chamberlain foi presa antes que surgissem evidências de que ela estava dizendo a verdade.

Em 1986, a jaqueta de Azaria foi encontrada meio enterrada na terra, levando as autoridades a libertar Chamberlain, mais tarde conhecido como Chamberlain-Creighton.

Dois anos depois, um tribunal anulou sua condenação e, em 2012, um legista determinou que um dingo era realmente o culpado pela morte de Azaria.

Como Chamberlain-Creighton, a libertação de Folbigg da prisão pode ser o início de um longo processo para limpar seu nome.

Daley disse a repórteres nesta a segunda que o perdão de Folbigg significava apenas que ela não teria que cumprir o restante de sua sentença e que caberia ao Tribunal de Apelações Criminais anular suas condenações.

Ele disse que era muito cedo para falar sobre compensação, pois isso exigiria que Folbigg iniciasse um processo civil contra o governo de New South Wales ou o abordasse buscando um pagamento ex-gratia.

Daley reconheceu que depois de 20 anos acreditando na culpa de Folbigg, algumas pessoas podem não aceitar sua inocência.

“Haverá algumas pessoas com opiniões fortes. Não há nada que eu possa fazer para desautorizá-los dessas opiniões, (e) não é meu papel fazer isso”, disse ele.

Mas ele sugeriu que os eventos das últimas duas décadas deveriam provocar alguma compaixão por uma mulher que perdeu tanto.

“Temos quatro pequenos que estão mortos. Temos marido e mulher que se perderam. Uma mulher que passou 20 anos na cadeia e uma família que nunca teve chance. Você não seria humano se não sentisse alguma coisa”, disse ele.

Detran divulga oferta de cursos nos municípios de Ariquemes, Guajará-Mirim e Rolim de Moura

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O Departamento Estadual de Trânsito – Detran Rondônia, por meio da Escola Pública de Trânsito – EPT, está com matrículas abertas para cursos especializados em trânsito, nos municípios de Ariquemes, Guajará-Mirim e Rolim de Moura, a serem realizados nos meses de julho e agosto. O calendário do segundo semestre de 2023 está disponível para os interessados no site da Detran/RO .

Para o governador Marcos Rocha a formação ofertada pela Escola Pública de Trânsito do Detran/RO, tem o objetivo de desenvolver conhecimentos, habilidades e atitudes defensivas no trânsito, de modo que garantam um trânsito mais seguro e humanizado para todos. “Muito além de técnicas, o Detran oferece cidadania”, pontuou.

O diretor-geral do Detran, Léo Moraes, explicou que, os cursos ofertados pela EPT estão organizados em uma perspectiva multidisciplinar, nos termos da Resolução n° 789 de junho de 2020, do Conselho Nacional de Trânsito – Contran. “As formações priorizam a direção defensiva, noções de primeiros socorros e combate a incêndios, relacionamento interpessoal no trânsito, saúde emocional dos condutores e direção psicológica, primando pelo cumprimento do direito a um trânsito seguro para todos”, salientou.

O diretor da Escola Pública de Trânsito, Renato Ramalho orientou que, para matricular-se nos cursos, é necessário que os candidatos sejam:

– Maiores de 21 anos;

– Não estar cumprindo pena de suspensão do direito de dirigir;

– Não ter direitos cassados da Carteira Nacional de Habilitação – CNH;

– Não ter pena decorrente de crime de trânsito;

– Não estar impedido judicialmente de exercer seus direitos.

 “Para realizar a matrícula, os interessados devem procurar uma unidade do Detran em seu município, com os documentos pessoais em mãos”, informou.

MunicípioCursosPeríodo de matrículaData do cursoCarga Horária
AriquemesAtualização de Mototaxistaaté 25/7/202327/7/202310h/a
Guajará-MirimFormação de Condutores de Veículos de Transportes

Atualização de Condutores de Veículos de Transportes

1 a 31/7/2023

 

1 a 31/7/2023

1 a 5/8/2023

7 e 8/8/2023

 

 

 

50h/a

 

16h/a

Rolim de MouraFormação de Condutor de Veículo de Emergência

Atualização de Condutor de Veículo de Emergência

1 a 31/7/2023

1 a 31/7/2023

22 à 26/8/2023

28 e 29/8/2023

50 h/a

16h/a

A Escola Pública de Trânsito do Detran Rondônia está localizada na Avenida Padre Chiquinho, 913, Bairro Pedrinhas, em Porto Velho.

Salas subterrâneas secretas encontradas nas ruínas de cidade perdida

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Enquanto escavam ruínas de uma antiga igreja cristã em Istambul, na Turquia, um grupo de arqueólogos desenterrou duas salas subterrâneas conectadas por um túnel que data de 1500 anos atrás. Elas foram construídas quando o local era conhecido como Constantinopla, capital do Império Bizantino, ou Império Romano do Oriente.

Mesmo que não se saiba o propósito das estruturas, acredita-se que elas faziam parte da Igreja de St. Polyeuctus, localizada acima delas, sendo provavelmente conectadas ao altar. Nas salas ainda é possível encontrar incrustações de pedras, blocos de mármore e mosaicos ornamentais.

Apesar dessas escavações terem acontecido em março de 2023, as salas subterrâneas já eram conhecidas desde a década de 1960. Devido às obras de construção de ruas elas foram descobertas e novamente enterradas, tendo suas as entradas aterradas para a estrutura ser preservada.

Desde lá, a área que fica localizada no centro de Istambul foi abandonada. Recentemente, o município iniciou um projeto de desenvolvimento das ruínas para se tornarem atração turística. Acredita-se que em breve até mesmo as salas subterrâneas e o túnel já estejam abertos para visitação.

Ruínas da Igreja

A Igreja de St. Polyeuctus foi construída entre os anos de 524 a 527 d.C, enquanto o Império Bizantino era comandado pelo Imperador Justiniano, tendo sido uma das mais bonitas e a maior de Constantinopla, até a construção da Igreja de Sta. Sofia, em 537.

No entanto, a igreja foi abandonada no século 11, quando um terremoto a danificou seriamente. Após isso, em 1204 o local foi saqueado e destruído durante a quarta cruzada, por cruzados vindos principalmente da Europa Ocidental, deixando-a em ruínas.

Diversos adornos e peças que faziam parte da igreja foram roubados e levados para locais como Barcelona e Viena, e dois pilares, conhecidos como Pilares do Acre, atualmente fazem parte da Basílica de São Marcos, em Veneza.

Devido ao túnel, as salas subterrâneas e as ruínas em geral terem sobrevivido a constantes terremotos por tanto tempo, os pesquisadores acreditam que muitos dos edifícios ortodoxos da época foram projetados para resistir a eles.

Um ano após morte de Dom e Bruno, indígenas pedem investigação ampla

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No aniversário de um ano do assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, no Vale do Javari (AM), as reivindicações principais da população indígena não mudaram. Os pedidos de investigação mais apurada sobre o crime e de políticas públicas que garantam a segurança na região continuam na ordem do dia.

Segunda maior terra indígena do brasil, o Vale do Javari fica nos municípios de Atalaia do Norte e Guajará, no Amazonas. A região abriga a maior concentração de povos isolados em todo o mundo, com 64 aldeias de 26 povos e cerca de 6,3 mil pessoas, mas enfrenta problemas como a pesca ilegal, a retirada de madeira e o narcotráfico.

O procurador jurídico da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja), Eliesio Marubo, diz que a investigação deve ser abrangente e não se concentrar apenas nos autores do crime, mas nos agentes que apoiam atividades predatórias no Vale do Javari.

“A questão da investigação em cima do grupo que dá sustentação política àquele conjunto de atividades ilegais que funcionam na região. Um outro ponto que também é necessário que se investigue é o caminho do crime na região. É necessário que essa investigação analisando esses dois pontos aconteça justamente para que a gente garanta a segurança da região, não só para terra indígena como também para a população do entorno”, diz Marubo.

O representante da Univaja também pede mais articulação entre as políticas de Estado para proporcionar, de forma permanente, segurança para as populações nativas do Vale do Javari. Ele se queixa de que medidas sugeridas durante a transição para o atual governo ainda não saíram do papel.

“O policiamento ostensivo nos moldes que nós propusemos ao governo, ao atual governo, na comissão de transição, a prioridade que nós indicamos dentro dos 100 dias de governo também não aconteceram e isso faz com que a região fique mais vulnerável”, declara.

Providências

Para a presidenta da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joenia Wapichana, é preciso reforçar as estruturas e garantir uma política mais permanente na região. Para isso, o órgão ajusta um termo de cooperação entre organizações indígenas e conta com a ajuda de todo o governo.

“É necessário investir para que haja prioridade para fazer o fortalecimento dessas fases, em que os outros órgãos dos ministérios possam também compartilhar a responsabilidade de uma política de proteção mais permanente. E que possa ter também respeito a esses direitos por parte do próprio Estado nas terras indígenas”, diz Wapichana.

Na última sexta-feira (2), o Ministério dos Povos Indígenas criou um grupo de trabalho para combater a criminalidade na região. O grupo será formado por dez ministérios, Funai, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e terá representantes do Ministério Público Federal, da Defensoria Pública da União, da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil e da própria Univaja.

Wapichana, critica a gestão anterior do órgão. Ela diz que a fiscalização e o diálogo com os indígenas foram deixados de lado e considera que a fundação teve responsabilidade no crime. “Se eu estou vendo que há uma ameaça de morte, ameaça a servidores, eu tenho que caminhar para entender. Depende de uma força de segurança. Digamos assim, [uma força] para que dê suporte a essa segurança. Então assim, naquele momento é que mais frágil em que se deu a morte de Bruno, não houve condições de proteção seu próprio servidor”, analisa.

Justiça

Foi exatamente a busca de Dom e de Bruno por provas contra criminosos no Vale do Javari que motivou o assassinato. Suspeito de ser o mandante do crime, o empresário Rubens Villar Pereira foi posto em liberdade provisória em outubro do ano passado mediante fiança de R$ 15 mil.

Atualmente, três pessoas acusadas de participação nas mortes estão presas, aguardando julgamento. No mês passado, a 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decidiu colher novos depoimentos dos réus Amarildo da Costa Oliveira, Oseney da Costa Oliveira e Jefferson da Silva Lima, que tiveram o primeiro depoimento anulado. As autoridades policiais colocaram sob suspeita pelo menos oito pessoas, por possível participação nos homicídios e na ocultação dos cadáveres.

Há três semanas, o ex-presidente da Funai Marcelo Xavier foi indiciado por omissão no caso. O ex-vice presidente Alcir Amaral Teixeira também foi indiciado. A Polícia Federal considera que o órgão não tomou providência após saber do risco que o indigenista corria.

Legados

Como recordação, os amigos e parentes guardam as últimas fotos dos dois com vida. As imagens foram recuperadas do celular de Bruno, encontrado por indígenas do Vale do Javari quatro meses após o assassinato.

Bruno Pereira e Dom Phillips foram mortos em 5 de junho do ano passado, quando viajavam para entrevistar líderes indígenas e ribeirinhos em comunidades próximas ao Vale do Javari. O jornalista preparava um livro sobre a Amazônia. Licenciado da Funai desde 2020, o experiente indigenista trabalhava como consultor técnico da Univaja e acompanhava Dom Phillips na missão.

Desde que conheceu a Amazônia, em 1998, Dom se encantou pelo local. “Acho que todo mundo que vai para a Amazônia assim fica um pouco impactado porque é uma grandiosidade de vida ali, né? O Dom se deu conta disso tanto que ele falava, né? Ele falava que via Deus na natureza”, recorda a viúva do jornalista britânico, Alessandra Sampaio.

Em relação a Bruno Pereira, Eliesio Marubo lembra que o servidor licenciado da Funai tinha uma atuação completa, que não se restringia ao estudo das comunidades indígenas. “O Bruno é considerado um grande nome do indigenismo brasileiro, pois sua atuação não estava calcada apenas no trabalho em si. Há toda uma preocupação não só com os povos indígenas, mas também com as comunidades do entorno das terras indígenas”, ressalta.

Segundo a viúva de Dom Phillips, o respeito aos povos indígenas e da Amazônia é um dos legados que o jornalista e o indigenista deixaram para o mundo. “Acho que o Dom e o Bruno viram isso claramente. Conviviam com essas pessoas, com as riquezas que essas pessoas traziam, como aprender com a natureza. Acho que a gente perdeu a conexão com a natureza e parou de aprender com ela. O legado é a gente voltar a olhar para a natureza e entender que somos a natureza também”, conclui Alessandra.

Fitas de COCO: Visite, Deguste e Compre os Produtos dos EXPOSITORES da AGRICULTURA FAMILIAR, no Pavilhão da Agroindústria.

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Visite, Deguste e Compre os Produtos dos EXPOSITORES da AGRICULTURA FAMILIAR, no Pavilhão da Agroindústria.
Divididos em uma área de 1600 metros quadrados, destinado ao fomento de produtos derivados do leite, polpas de fruta, açaí, panificação, café, mel, doces, geleias, compotas, conservas, defumados, farofas artesanais, mandioca gourmet, geladinhos, e manejo sustentável de jacaré. O visitante poderá degustar e comprar os alimentos.

Mulheres Empoderadas: CacauTex Chocolates Artesanais na 10ª Rondônia Rural Show

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Programa da agricultura familiar contribui no combate à fome e pobreza em Rondônia

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Para reduzir a fome e a pobreza em Rondônia, uma parceria entre o Governo Federal e o Governo de Rondônia foi firmada, para aquisição de alimentos direto do produtor familiar, com distribuição gratuita para pessoas em situação de insegurança alimentar.

O Programa de Aquisição de Alimentos – PAA aplicou mais R$ 65 milhões desde 2013, e mantém 5 mil produtores cadastrados em Rondônia, por meio de parceria da Secretaria de Estado da Agricultura – Seagri. Para complementar essas ações, o Estado criou o Programa Estadual de Aquisição de Alimentos – PEAA, que executou mais R$ 10 milhões desde 2019, quando iniciou sua execução.

Para o governador Marcos Rocha, o programa ajuda a manter a cadeia produtiva dos pequenos produtores rurais no Estado.

“O PEAA é uma das ações do Governo para a inclusão do pequeno produtor rural, além disso, o programa promove o abastecimento alimentar, por meio de compras governamentais de alimentos, valorizando assim, a produção e incentivando hábitos alimentares saudáveis e estimulando o cooperativismo em Rondônia”, ressaltou.

O Programa de Aquisição de Alimentos é uma ação do Governo Federal, em parceria com estados e municípios, para colaborar com o enfrentamento da fome e da pobreza no Brasil, e ao mesmo tempo, fortalecer a agricultura familiar. O programa utiliza mecanismos de comercialização que favorecem a aquisição direta de produtos de agricultores familiares ou suas organizações, estimulando os processos de agregação de valor à produção, e em contrapartida, atende diretamente pessoas em situação de insegurança nutricional.

Neste ano, o programa do Estado de Rondônia abriu edital em fevereiro para cadastro dos produtores e associações de produtores. Foram disponibilizados, através da Seagri, R$ 2.850.000 (dois milhões e oitocentos e cinquenta mil reais) e estão aprovados 539 produtores e 9 cooperativas.

O secretário de Estado da Agricultura, Luiz Paulo destacou as ações do PAA no fortalecimento da agricultura familiar. “O programa é fundamental de contribuir no combate à fome e pobreza. Além de diversificar a produção, o agricultor familiar tem seu produto com venda garantida, e as pessoas que necessitam, recebem os alimentos através das redes oficiais de assistência”, explicou.

O agricultor Antônio Aparecido de Oliveira, dono de uma pequena propriedade no reassentamento São Domingos, na margem esquerda do lago formado por uma hidrelétrica, é cadastrado no Programa Estadual de Aquisição de Alimentos, e já forneceu duas vezes ao Governo de Rondônia. “O programa é importante porque nossa produção tem venda garantida”, disse. Ele participou do programa fornecendo macaxeira, couve, limão, inhame e cheiro verde.

Por outro lado, o Centro de Referência de Assistência Social – Cras Dona Cotinha, localizado na zona Sul de Porto Velho, foi uma das entidades que recebeu os alimentos do PAA. Segundo a coordenadora, Maria do Carmo, cerca de 98 instituições atendidas pelo Cras foram beneficiadas, levando alimentos para mais de 8 mil famílias com algum índice de insegurança alimentar. Direto da roça, as pessoas receberam legumes, frutas, peixe e tubérculos.

Educação Ambiental Itinerante é o tema da Semana do Meio Ambiente deste ano

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Em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental – Sedam, realiza nos dias 5, 6 e 7, a Semana do Meio Ambiente, que este ano leva o tema “Educação Ambiental Itinerante”. Durante a próxima semana, a equipe da Coordenadoria de Educação Ambiental – Ceam, realizará junto aos parceiros, atividades educativas voltadas exclusivamente à manutenção e preservação dos recursos naturais, atendendo a população, e assim, impactando de forma positiva o Estado.

Neste ano, as atividades da Semana do Meio Ambiente se concentram nas principais regiões de Porto Velho, como zona Leste, zona Sul e zona Central; onde ocorrerá a entrega de mudas e materiais gráficos que remetem à proteção do meio ambiente, além de um pit-stop educativo com os parceiros. Na realização dos trabalhos, a equipe atuará em escolas e associações, com palestras aos alunos, e orientações sobre como preservar e conservar o meio ambiente. Durante a semana, a equipe de educação ambiental também realizará atividades no interior do Estado, onde seguirá com programação voltada à Semana do Meio Ambiente.

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, as ações desenvolvidas na Semana do Meio Ambiente é uma das diversas formas de levar a informação à população do Estado. “o Governo de Rondônia tem reforçado as ações para a preservação e conservação do meio ambiente”, ressaltou.

A coordenadora de Educação Ambiental, Deigna Laís Oliviak, destacou que, a Semana do Meio Ambiente desempenha um papel fundamental na conscientização e mobilização da população, em prol da preservação do meio ambiente. “A semana é um momento importante, hora de se unir e destacar a relevância que o meio ambiente tem para todos. Os trabalhos são voltados a realizar ações que impactam positivamente quanto à conservação e preservação do meio na vida das pessoas”, finalizou.

PROGRAMAÇÃO

  • 5/6 (segunda-feira) – Abertura da Semana do Meio Ambiente: mídias digitais, palestras na Escola Capitão Claúdio às 9h e atividades na praça Céu às 16h. Endereço: Rua Benedito Inocêncio, esquina com Amador dos Reis, zona Leste de Porto Velho.
  • 6/6 (terça-feira) – Palestra em uma empresa do ramo de materiais de construção e atividades na praça do Cohab. Endereço: Rua Carqueja – 2716, zona Sul de Porto Velho.
  • 7/6 (quarta-feira) – Encerramento das atividades no Parque da Cidade. Endereço: Avenida Calama, próximo ao Porto Velho Shopping, às 16hrs.
Julho Amarelo em Rolim de Moura oferece testes rápidos contra hepatites

Ação leva testes rápidos contra hepatites a trabalhadores e estudantes

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Triagem ocorreu no frigorífico Distriboi com atendimento gratuito, seguro e sigiloso.
Saúde prisional em Guajará-Mirim é alvo de recomendação do MPRO

MPRO orienta reforço de saúde na prisão de Guajará-Mirim

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Sejus e direção têm 30 dias para informar medidas ou justificar eventual não acolhimento.
Feira de adoção em Porto Velho reúne cães e gatos no Parque da Cidade

Parque da Cidade terá feira com cerca de 20 animais para adoção

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Cerca de 20 animais estarão disponíveis das 16h às 18h30 no Parque da Cidade.
ZARC da soja orienta planejamento da safra 2026/2027 em Rondônia

Zoneamento orienta janelas de menor risco para soja em Rondônia

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Produtor deve cruzar solo, cultivar e período antes de definir a semeadura no estado.
Creami Porto Velho atenderá gestantes de alto risco encaminhadas pela UBS

Nova unidade reunirá cuidado de gestantes de alto risco em Porto Velho

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Encaminhamento começa na UBS e passa pela regulação antes da consulta especializada.