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sábado, julho 18, 2026
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Vídeo: Móveis e Artesanatos em Madeira Estão Presentes na 10° Rondônia Rural Show.

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Móveis e artesanatos em madeira também ganham espaço na 10ª Rondônia Rural Show, em Ji-Paraná, com peças que valorizam o trabalho regional e ampliam a diversidade de produtos presentes na feira.

A presença desses expositores mostra que a Rondônia Rural Show vai além das máquinas e grandes negociações do agronegócio, abrindo vitrine para produções artesanais que unem criatividade, acabamento e identidade local.

▶ Ative o som e assista ao vídeo completo

Móveis e artesanatos em madeira reforçam o valor da produção regional

O vídeo mostra como os móveis e artesanatos em madeira ajudam a enriquecer a experiência do público na feira, reunindo peças que chamam atenção pelo visual, pelo acabamento e pela utilidade. A presença desse tipo de expositor amplia o contato do visitante com produtos feitos em Rondônia e fortalece a identidade regional dentro de um evento tradicionalmente ligado ao agro.

Em meio a máquinas, tecnologias e rodadas de negócios, o artesanato em madeira aparece como uma vitrine de criatividade e geração de renda. Esse espaço ajuda a mostrar que a produção regional também pode conquistar público pela originalidade, pelo trabalho manual e pelo aproveitamento de materiais com valor agregado.

Feira em Ji-Paraná também abre espaço para decoração e utilidade

Além do valor artesanal, as peças em madeira apresentadas na feira também dialogam com decoração, utilidade doméstica e identidade cultural. Isso amplia o perfil do público interessado e cria novas oportunidades para expositores que trabalham com madeira em diferentes linhas de produção.

A presença desses produtos reforça que a 10ª Rondônia Rural Show não se limita apenas a máquinas e grandes implementos. O evento também funciona como vitrine para pequenos empreendedores, artesãos e produtores que encontram na feira um ambiente de visibilidade, contato com clientes e fortalecimento de marca.

Artesanato amplia a experiência do visitante na Rural Show

Quem visita a feira encontra nos móveis e artesanatos em madeira uma alternativa de compra e observação que foge do circuito tradicional do agro pesado. Isso torna a experiência mais diversa e aproxima o público de peças produzidas com cuidado, criatividade e identidade local.

Esse tipo de participação também fortalece a economia regional, incentiva o consumo de produtos feitos em Rondônia e valoriza iniciativas que unem trabalho manual, design e aproveitamento comercial da madeira.

Pontos principais
Segmento
Móveis e artesanatos em madeira
Evento
10ª Rondônia Rural Show
Local
Ji-Paraná

Vídeo: Móveis e Artesanatos em Madeira Estão Presentes na 10° Rondônia Rural Show.

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Artesanatos em madeira também ganham espaço na 10ª Rondônia Rural Show, em Ji-Paraná, com peças que valorizam o trabalho regional e ampliam a diversidade de produtos presentes na feira.

Além dos grandes negócios do agronegócio, o evento também abre vitrine para iniciativas ligadas ao talento local, ao acabamento artesanal e à produção que transforma matéria-prima regional em itens com valor comercial e identidade própria.

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Artesanatos em madeira reforçam o valor da produção regional

O vídeo mostra como os artesanatos em madeira ajudam a enriquecer a experiência do público na feira, reunindo peças que chamam atenção pelo visual, pelo acabamento e pela utilidade. A presença desse tipo de expositor amplia o contato do visitante com produtos feitos em Rondônia e fortalece a identidade regional dentro de um evento tradicionalmente ligado ao agro.

Em meio a máquinas, tecnologias e rodadas de negócios, o artesanato em madeira aparece como uma vitrine de criatividade e geração de renda. Esse espaço ajuda a mostrar que a produção regional também pode conquistar público pela originalidade, pelo trabalho manual e pelo aproveitamento de materiais com valor agregado.

Feira em Ji-Paraná também abre espaço para móveis e decoração

Além das peças artesanais, a feira também evidencia produtos que dialogam com decoração, utilidade doméstica e identidade cultural. Isso amplia o perfil do público interessado e cria novas oportunidades para expositores que trabalham com madeira em diferentes linhas de produção.

A presença desses itens reforça que a Rondônia Rural Show não se limita apenas a máquinas e grandes implementos. O evento também serve de vitrine para pequenos empreendedores, artesãos e produtores que encontram na feira um ambiente de visibilidade, contato com clientes e fortalecimento de marca.

Artesanatos em madeira ajudam a ampliar a experiência do visitante

Quem visita a feira encontra nos artesanatos em madeira uma alternativa de compra e observação que foge do circuito tradicional do agro pesado. Isso torna a experiência mais diversa e aproxima o público de peças produzidas com cuidado, criatividade e identidade local.

Esse tipo de participação também fortalece a economia regional, incentiva o consumo de produtos feitos em Rondônia e valoriza iniciativas que unem trabalho manual, design e aproveitamento comercial da madeira. Mais informações sobre a feira podem ser consultadas no site oficial da Rondônia Rural Show.

Pontos principais
Segmento
Artesanatos em madeira
Evento
10ª Rondônia Rural Show
Local
Ji-Paraná

Vídeo: Giro na 10° Rondônia Rural Show em um “RANGER SP 570”

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O Ranger SP 570 na Rondônia Rural Show é o destaque deste vídeo que mostra um giro pela 10ª edição da feira, realizada em Ji-Paraná.

A proposta da cobertura é apresentar o ambiente do evento a bordo do veículo, mostrando um pouco da movimentação e da experiência de circular por uma das maiores vitrines do agronegócio de Rondônia.

▶ Ative o som e assista ao vídeo completo

Passeio mostra a movimentação da feira em Ji-Paraná

O vídeo leva o público para dentro da 10ª Rondônia Rural Show em um percurso feito com o Ranger SP 570, destacando a dimensão do evento e o fluxo de visitantes, expositores e estruturas montadas para a programação.

Esse tipo de registro ajuda a mostrar a feira de uma forma mais dinâmica, com foco não apenas nos estandes, mas também na experiência de quem acompanha a movimentação ao longo dos espaços do evento.

Veículo reforça clima de mobilidade e tecnologia no agro

Ao usar o Ranger SP 570 como parte da cobertura, o vídeo também aproxima o público do universo de máquinas, mobilidade e soluções que fazem parte do ambiente do agronegócio moderno.

A Rondônia Rural Show reúne diferentes setores e perfis de expositores, e esse giro contribui para ampliar a percepção sobre a dimensão da feira, que vai além dos negócios e também oferece uma experiência visual completa ao visitante.

Pontos principais
Veículo
Ranger SP 570
Evento
10ª Rondônia Rural Show
Local
Ji-Paraná

Vídeo: O Milho é presença importante na mesa do rondoniense, na economia brasileira, e está presente na 10° Rondônia Rural Show.

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Milho na Rondônia Rural Show também ganha destaque na 10ª edição da feira, reforçando a importância do grão para a alimentação, para o agronegócio e para a economia brasileira.

Presente no dia a dia da população e em diferentes cadeias produtivas, o milho chega à feira como símbolo de uma cultura agrícola que tem peso na mesa do rondoniense e no desenvolvimento do setor rural.

▶ Ative o som e assista ao vídeo completo

Milho na Rondônia Rural Show reforça o peso do grão na alimentação

O vídeo destaca que o milho é um produto amplamente consumido e presente em diferentes preparações que fazem parte da rotina alimentar da população. Por isso, sua presença na feira reforça não apenas a importância agrícola do grão, mas também seu papel cultural e econômico no cotidiano brasileiro.

Na mesa do rondoniense, o milho aparece de diversas formas e se mantém como um dos produtos mais reconhecidos da produção agrícola, ligado tanto ao consumo direto quanto à cadeia de alimentos derivados.

Grão também tem papel estratégico na economia brasileira

Além da alimentação, o milho movimenta uma cadeia produtiva ampla e estratégica para o país. O grão influencia setores ligados à produção animal, à indústria e à dinâmica do agronegócio, o que amplia sua relevância dentro da economia brasileira.

Ao aparecer na 10ª Rondônia Rural Show, o milho representa uma cultura que dialoga com produtividade, mercado e abastecimento, sendo visto como um dos pilares da atividade agrícola em várias regiões do Brasil.

Feira amplia a visibilidade de culturas essenciais para o agro

A presença do milho na feira ajuda a mostrar que a Rondônia Rural Show não se resume apenas à exposição de máquinas e tecnologias. O evento também funciona como espaço para valorizar culturas agrícolas fundamentais, aproximando o público de produtos que têm impacto direto na economia e na vida das famílias.

Com isso, a feira reforça o papel de Ji-Paraná como vitrine do agronegócio e amplia a percepção sobre a importância de cadeias produtivas que sustentam desde a alimentação até os grandes fluxos da produção rural no país.

Pontos principais
Cultura
Milho
Evento
10ª Rondônia Rural Show
Importância
Alimentação e economia

Vídeo Girassol: Acompanhe a Cobertura Especial da 10° Rondônia Rural Show aqui na TVdoPOVO.com

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A cobertura especial da Rondônia Rural Show ganha espaço na TVdoPOVO.com com vídeos, entrevistas e registros da 10ª edição da feira, realizada em Ji-Paraná.

A proposta é acompanhar os principais destaques do evento, mostrando expositores, tecnologias, produtos, novidades e movimentações de uma das maiores vitrines do agronegócio em Rondônia.

▶ Ative o som e assista ao vídeo completo

Cobertura especial da Rondônia Rural Show acompanha os destaques da feira

A TVdoPOVO.com reforça, com essa cobertura, o acompanhamento dos principais momentos da feira, reunindo conteúdos voltados ao público que deseja acompanhar de perto a movimentação do evento. A proposta inclui entrevistas, registros em vídeo e materiais que ajudam a mostrar a dimensão da Rondônia Rural Show.

Esse formato amplia o alcance da feira para quem não está presencialmente em Ji-Paraná e também fortalece a circulação de informações sobre negócios, inovação, produção rural e experiências ligadas ao agronegócio.

TVdoPOVO.com amplia presença digital durante a 10ª edição

Ao destacar a cobertura especial, a TVdoPOVO.com também reforça sua atuação junto ao público que acompanha notícias, vídeos e conteúdos regionais. A 10ª Rondônia Rural Show se torna, assim, um espaço de produção contínua de material jornalístico e audiovisual voltado ao agro.

Com isso, o portal passa a funcionar como ponto de referência para acompanhar novidades da feira, seja por meio de vídeos rápidos, entrevistas com expositores ou conteúdos que mostram a diversidade presente no evento.

Feira em Ji-Paraná reúne negócios, inovação e visibilidade para o agro

A Rondônia Rural Show reúne diferentes cadeias produtivas e concentra atenção de produtores, empresas, instituições e visitantes. Por isso, a cobertura especial ajuda a traduzir para o público o tamanho da feira e o impacto que ela gera no agronegócio regional.

Ao acompanhar esse movimento, a TVdoPOVO.com fortalece a presença editorial no evento e amplia a oferta de informações para quem busca atualização rápida sobre os principais acontecimentos da programação.

Pontos principais
Formato
Cobertura especial
Evento
10ª Rondônia Rural Show
Canal
TVdoPOVO.com

Vídeo: Acompanhe a Cobertura Especial da 10° Rondônia Rural Show aqui na TVdoPOVO.com

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O Ranger SP 570 na Rondônia Rural Show é o destaque deste vídeo que mostra um giro pela 10ª edição da feira, realizada em Ji-Paraná.

A proposta da cobertura é apresentar o ambiente do evento a bordo do veículo, mostrando um pouco da movimentação e da experiência de circular por uma das maiores vitrines do agronegócio de Rondônia.

▶ Ative o som e assista ao vídeo completo

Passeio mostra a movimentação da feira em Ji-Paraná

O vídeo leva o público para dentro da 10ª Rondônia Rural Show em um percurso feito com o Ranger SP 570, destacando a dimensão do evento e o fluxo de visitantes, expositores e estruturas montadas para a programação.

Esse tipo de registro ajuda a mostrar a feira de uma forma mais dinâmica, com foco não apenas nos estandes, mas também na experiência de quem acompanha a movimentação ao longo dos espaços do evento.

Veículo reforça clima de mobilidade e tecnologia no agro

Ao usar o Ranger SP 570 como parte da cobertura, o vídeo também aproxima o público do universo de máquinas, mobilidade e soluções que fazem parte do ambiente do agronegócio moderno.

A Rondônia Rural Show reúne diferentes setores e perfis de expositores, e esse giro contribui para ampliar a percepção sobre a dimensão da feira, que vai além dos negócios e também oferece uma experiência visual completa ao visitante.

Pontos principais
Veículo
Ranger SP 570
Evento
10ª Rondônia Rural Show
Local
Ji-Paraná

Luizinho Goebel no Poder do Voto fala do agro e da saúde

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Luizinho Goebel no Poder do Voto fala sobre o agro em Rondônia e a proposta de construção de hospitais
Deputado Luizinho Goebel fala sobre agro, assistência técnica e proposta de hospitais no videocast O Poder do Voto.

Luizinho Goebel no Poder do Voto é o destaque desta edição do videocast, em que o deputado estadual fala sobre a evolução do agronegócio em Rondônia e apresenta propostas para ampliar a estrutura da saúde pública nas principais cidades do estado.

Na entrevista, ele afirma que a tecnificação, a assistência técnica e a melhoria das condições de produção ajudaram Rondônia a se consolidar como uma referência no setor agrícola. Ao mesmo tempo, sustenta que a saúde pública precisa de respostas mais firmes e defende investimentos estruturais em novos hospitais regionais.

▶ Ative o som e assista ao videocast completo

Luizinho Goebel no Poder do Voto detalha a evolução do agro em Rondônia

Durante a conversa, o parlamentar afirma que Rondônia atravessou etapas decisivas de transformação no campo. Segundo ele, houve um período em que o estado dependia fortemente de outras atividades econômicas, mas passou a reorganizar a produção a partir de investimentos em estradas, melhoria do escoamento, ampliação da energia elétrica rural e crescimento da tecnificação das lavouras.

Na avaliação do deputado, esse processo abriu espaço para o fortalecimento de culturas como soja, milho, algodão, café e cacau, além de impulsionar outras cadeias produtivas importantes. Ele destaca que o grande produtor geralmente consegue receber apoio técnico com mais facilidade, enquanto o pequeno agricultor ainda depende muito da assistência pública para melhorar produtividade, manejo e renda.

Luizinho Goebel no Poder do Voto cobra mais apoio para a agricultura familiar

Outro ponto forte da entrevista é a defesa de mais assistência técnica para a agricultura familiar. Luizinho argumenta que pequenos produtores, especialmente aqueles ligados a café, cacau, feijão, banana e leite, enfrentam mais dificuldade para receber orientação constante e apoio compatível com a realidade da produção em pequena escala.

Ele usa o café como exemplo de atividade que avançou de forma expressiva com tecnologia, citando o aumento da produtividade em áreas que receberam melhor suporte técnico. Em contrapartida, afirma que a cadeia do leite ainda enfrenta obstáculos ligados à baixa assistência, à oscilação da produção e à dificuldade de manter padrão elevado durante todo o ano.

Regularização fundiária e potencial produtivo entram no debate

Na entrevista, Luizinho Goebel também chama atenção para o potencial agrícola da região de Porto Velho, Candeias do Jamari e Itapuã do Oeste. Segundo ele, essas áreas poderiam alcançar patamar ainda maior de produção se houvesse avanço mais forte em regularização fundiária e regularização ambiental.

Para o deputado, a falta de documentação adequada ainda impede que muitas áreas sejam plenamente aproveitadas, travando investimentos, acesso ao crédito, crescimento da produção e geração de riqueza. Ele sustenta que esse é um dos gargalos que o poder público precisa enfrentar com mais prioridade para liberar o potencial econômico de Rondônia.

Luizinho Goebel no Poder do Voto liga dívida da Energisa à construção de hospitais

Ao tratar da saúde pública, o deputado afirma que o estado precisa de uma resposta estrutural para um problema antigo. A principal proposta apresentada no programa é usar recursos ligados à dívida da Energisa com o Estado para viabilizar hospitais em Porto Velho, Vilhena, Ji-Paraná, Ariquemes e concluir a unidade de Guajará-Mirim.

Segundo ele, essa seria uma forma de transformar uma dívida bilionária em investimento concreto na rede hospitalar, permitindo a construção de estruturas regionais capazes de ampliar atendimento, reduzir pressão sobre unidades já sobrecarregadas e melhorar a resposta da saúde pública em Rondônia.

Na avaliação do parlamentar, a saúde piorou por falta de evolução real na estrutura de atendimento. Por isso, ele defende que a construção de hospitais regionais pode representar uma mudança efetiva e duradoura, com impacto direto na vida da população.

Quem quiser acompanhar mais informações sobre o programa também pode acessar o portal Rondoniagora, um dos veículos que participam da transmissão do videocast.

Pontos da entrevista
Agro
Tecnificação e apoio técnico
Saúde
Hospitais regionais
Proposta
Uso de recursos da Energisa

Vídeo: “Maio Laranja” Faça Bonito – Proteja Nossas Crianças e Adolescentes

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Aberta oficialmente a campanha de enfrentamento ao abuso e à exploração infantil

Feliz 1º de Maio | Em pronunciamento à nação, presidente anuncia política de aumento real do salário mínimo e nova faixa de isenção do IR

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Primeiro veio a retomada dos programas e iniciativas sociais, como Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, Mais Médicos e Programa de Aquisição de Alimentos. Agora, o Governo Federal direciona esforços para medidas com impacto direto na renda da população e na economia nacional. Em pronunciamento à nação na noite deste domingo, 30/4, em homenagem ao Dia do Trabalhador, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a volta de uma política de valorização real do salário mínimo e a nova faixa de isenção da tabela do Imposto de Renda.

» Confira a íntegra do pronunciamento à nação deste domingo (30/4)

“A partir de amanhã, o salário mínimo passa a valer R$ 1.320 reais para trabalhadores da ativa, aposentados e pensionistas. É um aumento pequeno, mas real, acima da inflação, pela primeira vez depois de seis anos. Nos próximos dias, encaminharei ao Congresso Nacional um projeto de lei para que esta conquista seja permanente, e o salário mínimo volte a ser reajustado todos os anos acima da inflação, como acontecia quando governamos o Brasil”, afirmou.

Na fala em cadeia de rádio e televisão, o presidente homenageou trabalhadores brasileiros de todas as categorias e faixas etárias. Ressaltou que eles são os responsáveis pela geração de riqueza do país. Recordou as conquistas de seus primeiros dois mandatos, com geração recorde de empregos e salário mínimo crescendo acima da inflação. Lamentou as perdas dos últimos anos, em especial com a queda do poder de compra dos salários e as altas taxas de inflação e juros. E anunciou as novas medidas e o impacto delas na retomada da economia.

“É preciso lembrar que a valorização do salário mínimo não é essencial apenas para quem ganha salário mínimo. Com mais dinheiro em circulação, as vendas do comércio aumentam, a indústria produz mais. A roda da economia volta a girar e novos empregos são criados”, disse.

O salário mínimo é referência para repasses diretos do Governo Federal a mais de 25 milhões de brasileiros, via aposentadorias, pensões, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e Seguro Desemprego. Juntos, representam R$ 470 bilhões por ano.

Instituída em 2007, transformada em lei em 2011 e interrompida na gestão anterior (2019-2022), a política de valorização do mínimo prevê a combinação de correção da inflação, considerando o Índice Nacional de Preço ao Consumidor (INPC), mais o percentual de variação do PIB de dois anos anteriores ao do reajuste. Essa matemática foi fundamental para que o mínimo alcançasse aumento real de 77% entre 2003 e 2015, contribuísse para a retirada do país do Mapa da Fome e para a redução da desigualdade social.

IMPOSTO DE RENDA – Também começa a valer em maio a nova tabela do Imposto de Renda. Com isso, empregados, autônomos, aposentados, pensionistas e outras pessoas físicas que recebam até R$ 2.640 por mês não terão que pagar Imposto de Renda. Mais de 13 milhões de pessoas serão beneficiadas e não pagarão nada, nem na fonte, nem na declaração de ajuste anual.

“Estamos mudando a faixa de isenção do imposto de renda que há oito anos estava congelada em R$ 1.903 reais. A partir de agora, o valor até R$ 2.640 reais por mês não pagará mais nem um centavo de Imposto de Renda. E, até o final do meu mandato, a isenção valerá para até R$ 5 mil reais por mês”, explicou o presidente. A última atualização da tabela do IR ocorreu em 2015. Desde então, a inflação foi de aproximadamente 50% e nenhum reajuste ocorreu.

“Não haverá reconstrução do Brasil sem a valorização dos trabalhadores e das trabalhadoras. O Brasil vai voltar a crescer com inclusão social e novos empregos serão criados. Podem estar certos de que o esforço do seu trabalho será cada vez mais reconhecido e recompensado”, disse o presidente. “E o Primeiro de Maio, que sempre foi um dia de luta, voltará a ser também um dia de conquistas para o povo trabalhador”, concluiu.

CICLO DE MEDIDAS – Os anúncios referentes ao 1º de maio completam um ciclo de medidas que beneficiam diferentes setores da sociedade, mas que atendem especialmente as classes sociais de menor renda. Desde janeiro, o Governo Federal já retomou o Minha Casa Minha Vida com a Faixa 1 (para quem ganha até R$ 2.640), fundamental para que os mais pobres consigam realizar o sonho da Casa Própria. Reinstituiu e já publicou edital do Mais Médicos, que garante a presença dos profissionais nas áreas mais distantes. Retomou o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que faz a ponte entre o pequeno produtor rural e o sistema de atenção social aos mais vulneráveis.

Além disso, houve a reformulação do Bolsa Família, que garante o mínimo de R$ 600 por mês aos contemplados e conta com adicional de R$ 150 do Benefício Primeira Infância, destinado a cada criança de zero a seis anos na composição familiar. Em abril, o valor médio recebido por família foi de R$ 670,49, o maior já registrado na história. A partir de junho, haverá um adicional de R$ 50 a cada integrante de famílias contempladas que tenham de sete a 18 anos e para gestantes.

PL das Fake News traz imunidade parlamentar e é criticado

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Brasília (DF) - Os veículos de comunicação do Senado lançam campanha contra as fake news. A intenção é conscientizar cada cidadão da importância de não divulgar notícias falsas. Foto: Pedro França/Agência Senado

O parecer do PL das Fake News, apresentado na noite da última quinta-feira (27) pelo relator Orlando Silva (PCdoB-SP), já está repercutindo entre algumas das mais de 100 Organizações da sociedade civil e entidades acadêmicas que integram a Sala de Articulação contra a Desinformação (SAD).

Uma dessas entidades é o Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social. Segundo a coordenadora executiva da entidade, Ramênia Vieira, um documento detalhado sobre o parecer apresentado para o PL das Fake News será divulgado em breve. Ela, no entanto, adiantou à Agência Brasil algumas críticas ao texto. Entre elas, a questão da imunidade parlamentar, que poderá ser estendida a conteúdos publicados por deputados e senadores em redes sociais e em mensagens privadas.

“A gente já percebeu que, dentro da Câmara dos Deputados, está bem difícil de debater essa questão”, disse. Ela afirmou que essa garantia de imunidade cria uma categoria de usuários acima do restante da população. “Parece uma autorização para que os parlamentares, que são grandes propagadores de desinformação, continuem usando suas redes para distribuir essa desinformação”, complementou.

Religiões

Ramênia também chama atenção para um outro ponto que, de acordo com o Intervozes, causa preocupação: a possibilidade de se criar uma “imunidade religiosa”. Algo que, segundo ela, tem como origem a recente “campanha de desinformação” que usou redes sociais para espalhar a falsa notícia de que trechos da bíblia seriam proibidos nas redes sociais.

“A gente vê essa imunidade religiosa com preocupação, porque poderá ser usada para justificar discursos religiosos em ataques a comunidades LGBTQIA+, religiões de matizes africanas e contra o movimento negro, entre tantos outros grupos, como já vemos nas redes sociais”, explicou. Em seu artigo 1º, o projeto garante a livre manifestação religiosa, dentre outras formas de manifestação, como artística e política.

Limitações

Coordenadora do programa Criança e Consumo do Instituto Alana, Maria Mello diz que o projeto está limitado ao escopo de redes sociais, ferramentas de busca e mensageria instantânea, e que, dessa forma, acaba por excluir “outros produtos e serviços digitais que podem conter padrões enganosos e de manipulação”, como dispositivos inteligentes, sites e jogos eletrônicos, que são muito voltados a crianças e adolescentes.

Órgão regulador

Sobre a questão do órgão regulador, o Intervozes tem ser a favor de “um mecanismo de regulação; uma entidade reguladora que seja autônoma, e que ela seja criada exatamente com esse objetivo”, uma vez que não existe, atualmente, uma entidade com “formação técnica e cuidado para ser um órgão realmente efetivador dos direitos digitais”. A previsão de criação desse órgão, porém, não foi incluída no relatório de Orlando Silva.

“A Anatel [Agência Nacional de Telecomunicações] já tem vários problemas como entidade reguladora das telecomunicações no Brasil, e não tem essa expertise para regulação da internet. Por isso a excluímos completamente deste papel”, acrescentou.

A avaliação de que a Anatel não deve exercer esse papel de órgão regulador é corroborada pela Coalizão Direitos na Rede, entidade que também integra a SAD.

Segundo a integrante da Coalizão – e presidente do Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife – Raquel Saraiva, a Anatel tem “falhado recorrentemente” no cumprimento de suas atribuições no setor de telecomunicações.

Além disso, acrescentou, “a Anatel é historicamente refratária à participação da sociedade civil, o que é incompatível com o modelo de governança multissetorial e colaborativa da internet no país”.

“Atribuir a regulação das plataformas a essa agência poderá agravar o cenário, prejudicando o avanço da conectividade significativa no Brasil, e levando os interesses econômicos das plataformas e empresas de telecomunicações a prevalecerem sobre os interesses dos usuários”, complementou.

Conquistas

Na avaliação do Intervozes, o texto, de uma forma geral, “vem com várias conquistas importantes”. Ramênia Vieira citou, por exemplo, a questão da transparência de procedimentos.

“A gente vê que a relatoria do projeto fez um grande trabalho ao dar maior transparência para o cidadão. Dá, também, mais poder para reivindicar junto às plataformas, porque hoje não há nada nesse sentido. O cidadão não tem a quem recorrer e não tem direito de recurso. E não há transparência de moderação para se saber os motivos de retirada de conteúdos. Acho que a relatoria conseguiu melhorar e mitigar alguns dos problemas que existem”, concluiu.

Maria Mello, do Instituto Alana, destaca que em relação ao tema de crianças e adolescentes, o texto atual é “bastante bem-vindo” por apresentar parâmetros de serviços positivos para o público infantil e por adotar medidas que asseguram privacidade, proteção de dados e segurança desse público.

O texto do parecer prevê, segundo ela, a possibilidade de vedar a criação de perfis comportamentais de usuários crianças e adolescentes. “A adoção e o aprimoramento dos sistemas de verificação da idade; o desenvolvimento e promoção de ferramentas de controle parental; a notificação de abusos e a busca de apoio por parte de crianças e adolescentes são, também, pontos positivos”, acrescentou.

Agência Brasil entrou em contato com outras entidades ligadas à Sala de Articulação contra a Desinformação. Elas informaram que o parecer do PL das Fake News está sendo avaliado e que, em breve, serão apresentadas novas manifestações.

Relatório

Na véspera da apresentação do parecer, as entidades divulgaram um documento conjunto sobre a regulação das plataformas digitais no Brasil, no qual apresentam seis pontos considerados essenciais para a para a construção de um “ambiente digital democrático, seguro e saudável”.

O maior destaque foi dado à necessidade de criação de um “órgão regulador independente e autônomo” – que acabou sendo retirado da atual versão apresentada por Orlando Silva, para evitar maiores dificuldades na tramitação da matéria.

Entre as reivindicações feitas pelas entidades integrantes da SAD estão, também, a ampliação das exigências de transparências das plataformas digitais; a responsabilização dos provedores pelos conteúdos impulsionados; exigir obrigações específicas para violência política e desinformação socioambiental; ações de fomento à educação; e avanços na regulação econômica.

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