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quarta-feira, julho 15, 2026
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Para Bolsonaro, País ‘resgatou credibilidade lá fora’ e economia está dando certo

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Em conversa com apoiadores, o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta terça-feira, 27, que o País resgatou a credibilidade internacional. Isso gerou, segundo ele, recomendação de compra da moeda brasileira e mostra que a economia está “dando certo”. Acompanhado do ministro da Economia, Paulo Guedes, o chefe do Executivo citou como exemplo de bom desempenho a geração de novos empregos.

“O Brasil é um País que resgatou a credibilidade lá fora”, disse ele.

O presidente atribuiu o desempenho econômico a atuação dos ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Agricultura, Tereza Cristina. “A prova tá aqui, brasileiro está vendo mais, está produzindo mais, mais emprego”, comentou, durante interação com dois apoiadores que trabalham no setor de produção de soja. Sem entrar em detalhes, emendou: “Lá fora estão recomendando comprar Real.”

“A economia está voltando em V como a gente achava que ia voltar”, reforçou Guedes. “No mês passado, como disse o presidente, (foram) 250 mil novos empregos e 300 mil novas empresas”, afirmou o ministro.

Os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados em setembro, indicaram a abertura líquida de 249.388 vagas de trabalho em agosto.

Na conversa com apoiadores, Bolsonaro, no entanto, retomou críticas à política de isolamento, que, para ele, prejudicou empresas. “Empresas foram destruídas, aquela história do ‘fica em casa’”, disse. Ele destacou medidas da equipe econômica para combater os efeitos da pandemia da covid-19.

“Lembra que eu falava que tinha que tratar do vírus e da economia? E o pessoal dando pancada em mim e ‘nhenhenehe’. Olha o problema aí. Se não é o trabalho da equipe econômica, auxílio emergencial, socorro micro e pequenas empresas, rolagem de dívidas de Estados”, afirmou o presidente da República.

Frases de Ayrton Senna vão iluminar centro de Ímola, na Itália

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Algumas ruas do centro de Ímola, na Itália, serão iluminadas com frases do ex-piloto Ayrton Senna. A medida tem como objetivo homenagear o brasileiro e celebrar a volta da Fórmula 1 à cidade.

O autódromo Enzo e Dino Ferrari receberá novamente uma prova da categoria depois de 14 anos de ausência. Além disso, essa será a primeira vez que as disputas serão realizadas em apenas dois dias. O Grande Prêmio da Emilia-Romagna será realizado em 31 de outubro e 1º de novembro.

O circuito sediará a 13ª etapa da edição de 2020 da F1. A pista é muito conhecida por ter sido o local de um fim de semana trágico, com a morte dos pilotos Roland Ratzenberger e Senna, em 1994.

As frases que ficarão expostas nas ruas do centro de Ímola foram decididas pela prefeitura da cidade com Viviane e Bruno Senna, respectivamente irmã e sobrinho do ex-piloto.

“Iluminar Ímola com as frases de Ayrton Senna, neste momento delicado da Covid-19, é um gesto que nos faz olhar para o futuro com esperança, devolvendo brilho e dignidade à cidade”, afirmou Marco Panieri, prefeito de Ímola.

As duas frases escolhidas foram: “Os ricos não podem mais viver numa ilha rodeada por um mar de pobreza. Nós respiramos, todos, o mesmo ar. Devemos dar a cada um, uma chance, ao menos uma chance fundamental” e “Se uma pessoa não tem mais sonhos, não tem mais razão para viver. Sonhar é necessário, mesmo que a realidade seja vislumbrada no sonho. Para mim é um dos princípios da vida”.

A montagem das luminárias começou nesta terça-feira (27) e, se tudo correr como previsto, as frases vão iluminar as ruas de Ímola ainda hoje.

No final do período do Natal, as luzes com as frases de Senna serão vendidas e o valor arrecadado vai ser revertido para instituições de caridade. (ANSA).

17 milhões devem ficar sem todas as parcelas do auxílio

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Mais de 17 milhões de brasileiros que começaram a receber o auxílio emergencial a partir de maio podem não ser contemplados com todas as nove parcelas do benefício prometidas pelo presidente Jair Bolsonaro. A equipe econômica já alertou que nenhum pagamento será feito em 2021, ou seja, os beneficiários só receberão os repasses em 2020. O tema deve ser alvo de judicialização e gerar um passivo para a União, caso as famílias busquem todas as parcelas a que teriam direito se tivessem sido admitidas antes no programa. O total de beneficiários chega a 67,7 milhões.

Uma série de problemas técnicos do sistema e inconsistências cadastrais levaram muitas pessoas a serem inicialmente rejeitadas, o que atrasou a aprovação do auxílio a essas famílias. Segundo dados fornecidos pelo Ministério da Cidadania, quase 900 mil beneficiários só começaram a receber as parcelas em agosto – quando o cadastro até já havia sido encerrado.

Dados do Painel Interinstitucional de Dados Abertos sobre Covid-19, criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), já apontam a existência de cerca de 140 mil ações judiciais relativas ao auxílio emergencial. É hoje o assunto mais demandado do total de quase 200 mil ações apresentadas no período da pandemia.

O painel é resultado da integração de dados de diferentes órgãos do Judiciário, como Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Ministério Público Federal, Advocacia-Geral da União e Defensoria Pública da União.

Em seu discurso na Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 22 de setembro, Bolsonaro usou a prorrogação do auxílio para alardear que a ajuda financeira no Brasil chegaria a US$ 1 mil (R$ 5.443,40 na cotação do dia da fala do presidente) por beneficiário. Para chegar perto dessa cifra, seria necessário garantir o pagamento das nove parcelas.

Mas a Medida Provisória 1.000, que prorrogou o pagamento do auxílio até o fim deste ano, inseriu um dispositivo que proíbe qualquer pagamento do benefício após 31 de dezembro, “independentemente do número de parcelas recebidas”. É esse trecho que pode levar beneficiários a receber menos que outros.

A primeira lei do auxílio emergencial, sancionada em 2 de abril, previu o pagamento de três parcelas de R$ 600. Esse valor foi estendido por meio de decreto por mais dois meses, totalizando cinco prestações. Em 2 de setembro, veio a MP 1.000, que criou o “auxílio emergencial residual”, em até quatro parcelas mensais de R$ 300. O texto ainda não foi votado pelo Congresso.

‘Injusto’

A Defensoria Pública da União (DPU) vê como provável uma nova onda de judicialização. “Soa bastante injusto que as pessoas que receberam benefício tardiamente sejam prejudicadas por conta disso, já que não houve erro delas”, diz o defensor nacional de Direitos Humanos, Atanasio Darcy Lucero Júnior. “Parece haver uma tendência muito grande de judicializar para garantir que haja o pagamento de todas as parcelas.”

O economista Marcelo Neri, pesquisador da FGV Social, avalia que a situação mostra que o governo errou para mais, ao incluir no auxílio quem não tinha direito, e para menos, ao limitar o acesso de quem precisa. Para ele, embora a garantia das nove parcelas a todos que fazem jus à ajuda possa ter um “impacto fiscal não trivial”, o governo deveria assegurar o “princípio de isonomia na generosidade”.

“Criou-se uma armadilha da generosidade. Mas me parece que juridicamente essas pessoas têm um ponto a pleitear”, diz o pesquisador.

Após fornecer os dados, o Ministério da Cidadania foi questionado sobre a possibilidade de realizar pagamentos das parcelas remanescentes em 2021.

A pasta ignorou as perguntas e enviou uma nota dizendo que o governo “disponibilizou todos os recursos técnicos e financeiros necessários para o pagamento do auxílio emergencial. Todos os cidadãos que mantiverem os critérios legais para receber o benefício terão suas parcelas pagas, conforme determina a legislação que rege o auxílio emergencial.”

O Ministério da Economia, por sua vez, disse apenas que, caso o Ministério da Cidadania conclua que as parcelas são relativas a 2020, o gasto poderia ser empenhado ainda este ano para desembolso posterior, na forma dos chamados “restos a pagar”. Por terem como origem um crédito extraordinário, livre do teto de gastos (que limita o avanço das despesas à inflação), essa despesa também ficaria fora do alcance da regra fiscal. A AGU não se manifestou.

Entenda os sintomas da Síndrome do túnel do carpo, que atingiu Ana Maria Braga

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Ana Maria Braga surpreendeu os telespectadores ao aparecer no Mais Você, na TV Globo, desta segunda-feira, 26, com uma luva na mão direita. Ao vivo, ela explicou que começou a sentir fortes dores nas mãos há mais ou menos 20 dias, com formigamento e ardência. “É um nome estranho: Síndrome do túnel carpo. Começa com um formigamento na ponta dos dedos, a mão começa a ficar dormente e depois vem a dor”, relatou.

Como sempre didática com o público, a apresentadora explicou mais sobre a doença: “Entre a mão e o antebraço, a gente tem um canal que é chamado túnel do carpo, um canal estreito por onde passam os tendões. Qualquer situação de pressão dentro deste canal, oprime um nervo. E então dói”.

A Lesão do Esforço Repetitivo, mais conhecida como L.E.R., é a principal causa da síndrome do túnel do carpo e é gerada por movimentos repetitivos como digitar no computador, tablets e celulares até outras ocupações, como tocar instrumentos. Além disso, a doença pode ocorrer após quedas e fraturas, artrite reumatóide, alguns tipos de tumores e até reações hormonais e a medicações.

Os principais sintomas são: formigamento, dormência, que normalmente se manifesta à noite, dificuldade para manipular objetos ou executar tarefas simples, como segurar a caneta ou uma xícara. Ana Maria Braga teve de passar por cirurgia para se livrar da doença. “Agora eu não tenho mais aquela dor horrorosa. Só dói a operação e eu tenho que ficar quietinha por alguns dias”, explicou.

A reportagem responde as principais dúvidas sobre a síndrome do túnel do carpo para você. Confira a seguir:

Qual é o médico que cuida da síndrome do túnel do carpo?

Se você apresentar alguns dos sintomas já relatados na reportagem por alguns dias, com intensificação da dor, precisa procurar um ortopedista, que é o médico responsável por fazer um exame clínico. Ele pode solicitar alguns exames para confirmar o diagnóstico de síndrome do túnel do carpo e indicar o tratamento ideal.

O que pode causar a síndrome do túnel do carpo?

Se o seu trabalho ou ocupação exige de você movimentos repetitivos, intensos e constantes, é possível que desenvolva a chamada L.E.R. (Lesão do Esforço Repetitivo), a síndrome do túnel do carpo é uma das consequências da doença. Eventos traumáticos, como fraturas após acidentes ou quedas, doenças inflamatórias, disfunções hormonais e reações a remédios também podem causar a enfermidade.

O que piora a síndrome do túnel do carpo?

Além das situações do ambiente que já relatamos, como ocupações que exigem movimentos repetitivos, alterações no equilíbrio dos fluidos corporais podem piorar o quadro clínico. Na gravidez, quando é comum a retenção de líquidos, ou na menopausa, a paciente pode ter a pressão dentro do seu túnel do carpo aumentada, irritando o nervo mediano.

O que fazer para aliviar a síndrome do túnel do carpo?

Para aliviar as dores da doença, por indicação médica, é possível fazer uso de remédios anti-inflamatórios, como Ibuprofeno ou Naproxeno, para reduzir a inflamação no pulso e aliviar os sintomas. Uma injeção mensal de corticoides no túnel do carpo para reduzir o inchaço do local e aliviar a dor e desconforto durante o mês também pode ser recomendada pelo especialista.

O que é bom para aliviar dor no pulso?

Além dos tratamentos indicados pelo ortopedista, você pode adotar algumas práticas para aliviar as dores:

– enquanto estiver com inflamação no pulso, repouse o punho e não exercite;

– aplique gelo na área inchada;

– a adesão ao tratamento medicamentoso para alívio dos sintomas é fundamental;

– depois de curado e sem dores, manter uma rotina de alongamentos e exercícios para fortalecer a região do punho.

Livro gratuito com mais de 30 obras de escritoras rondonienses é lançado

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Sexualidade, questionamentos sobre raça e gênero, entre outros temas estão expostos em mais de 35 obras escritas por mulheres rondonienses no e-book gratuito “Primeira Fagulha”, lançado pelo Clube das Escritoras de Rondônia na segunda-feira (26).

Essa primeira coletânea do clube reúne poemas, contos, peça teatral, ensaios e um breve resumo sobre cada autora.

O “Primeira Fagulha” tem 99 páginas e pode ser acessado gratuitamente. Clique aqui para baixar.

O projeto demorou cerca de três meses para ser finalizado entre as etapas de diagramação, revisão, organização, capa e dados para catalogação. O objetivo é registrar e dar visibilidade à produção literária das mulheres que escrevem no estado.

“Dedicamos essa coletânea para as escritoras de Rondônia que vieram antes de nós e não conseguiram ser lidas e para as escritoras que virão […] Essa coletânea é a primeira fagulha acesa, de uma chama viva que queima sempre no momento da escrita”, comenta a organização.

A capa foi ilustrada pela artista visual de Porto Velho, Vitória Morão, que trabalhou na ideia de apresentar a diversidade das mulheres do estado, refletindo autoras que publicaram na coletânea.

Clube das Escritoras de Rondônia

A iniciativa sem fins lucrativos nasceu em 2019 com Erlândia Ribeiro, Ana Yanca da Costa Maciel, Adriele Santiago e Rosivan Bispo, para mapear e dar visibilidade as autoras de Rondônia e suas obras. A intenção é ser uma rede de apoio e partilha.

Projeto Voluntariar abre inscrições para 42 vagas em diversas áreas de atuação em Rondônia

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O Governo de Rondônia está com inscrições abertas para o Projeto Voluntariar da Secretaria de Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), para ingresso de vários profissionais das áreas de psicologia, fisioterapia, educação física, gestão pública, informática, administração, serviços gerais, pedreiro, pintor de obras, estatístico e revisor de textos, para atuarem em todo Estado.

Segundo o major Paulo Henrique da Silva Barbosa, gerente de Planejamento da Secretaria, as inscrições que estão abertas desde o dia 26 podem ser feitas até dia 3 de novembro pelo link http://processoseletivo.sistemas.ro.gov.br/, que disponibiliza o Edital e a ficha de inscrição que deverá ser preenchida com dados pessoais e demais informações do candidato.

Ele explicou que, como bem indica o nome do projeto (Voluntariar), trata-se de uma ação voluntária do Governo de Rondônia que ressarce ao profissional integrado a ele o valor de R$ 50 por dia trabalhado, sem gerar vínculo trabalhista, mas que atende a uma demanda de interesse mútuo entre os profissionais classificados e a Sesdec em suas necessidades administrativas e operacionais. Ao todo são 42 profissionais maiores de 18 anos, sendo 18 para chamamento de imediato e 24 para cadastro de reserva para atuarem em todo o Estado de Rondônia.

O gerente de Planejamento da Sesdec informou que a seleção será feita por meio de entrevistas e análise de currículo, e que o projeto visa captar pessoas voluntárias para trabalhar com a Segurança Pública do Estado de Rondônia, com prioridade para as áreas voltadas à saúde do servidor público, como psicologia e educação física. A carga horária para os integrantes do projeto será de 30 horas semanais, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30.

O coronel Hélio Pachá, titular da Sesdec, enalteceu a iniciativa de realização do projeto, reconhecendo que ele tem trazido grandes e importantes resultados. “O Projeto Voluntariar já provou que dá certo, e nesta gestão reconhecemos isso buscando remunerar um pouco melhor esse tão importante colaborador que nos auxilia nos serviços administrativos”, disse.

Mais de 2,5 mil balanças foram verificadas pelo Ipem para garantir exatidão da pesagem de produtos em Rondônia

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O Instituto de Pesos e Medidas de Rondônia segue mantendo a rotina de fiscalização periódica em balanças comerciais no Estado de Rondônia. Até o momento, 2.542 balanças em todo o Estado foram verificadas. A ação visa garantir ao consumidor a exatidão na pesagem do produto vendido.

De acordo com o diretor técnico do Ipem, Igor Argento, o trabalho é minucioso para que o consumidor não seja lesado no ato da compra e pague pelo valor real ao verificado na pesagem. “O selo é emitido com etiqueta de verificação ao ano subsequente”, destacou Igor.

Caso a balança seja reprovada, o empresário é aconselhado pelo Ipem a realizar a manutenção do aparelho. “Ele (empresário) é reprovado, é colocada uma marca de selagem vermelha e tem o prazo de dez dias para fazer o reparo e se adequar à legislação”, pontuou Igor.

Para o presidente do Ipem, Aziz Rahal Neto, a ação também é uma garantia ao comerciante de que seu instrumento de trabalho está dentro dos padrões. “Dessa forma, ele não corre o risco de perdas por erro de medição do peso no momento da venda”, frisou Aziz.

O consumidor que encontrar ou suspeitar de alguma irregularidade pode relatar o ocorrido à Ouvidoria do Ipem, pelo e-mail ouvidor@ipem.ro.gov.br ou ainda pelos telefones (69) 98479-9055 e/ou 0800 647 2777.

Em Rondônia, emissão de CNH Digital aumentou mais de 25% desde o início da pandemia

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O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) Rondônia afirma que houve um aumento de 25,57% no número de emissões de Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e) desde o dia 16 de março de 2020, quando teve início o período da pandemia da Covid-19 no Estado. A CNH-e foi implantada no Departamento no dia 1° de maio de 2017 e até 22 de outubro foram baixadas 91.625 CNH-e Digitais, sendo que houve um aumento significativo no número de downloads, comparado ao período antes da pandemia da Covid-19.

O diretor geral do Detran Rondônia, coronel Neil Aldrin Faria Gonzaga, explica que existem muitas vantagens em baixar o documento digital, além de não ter nenhum custo ao usuário a CNH Digital foi desenvolvida pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) e é válida em todo o território nacional. “É mais fácil o usuário esquecer a carteira em casa do que o celular, em qualquer situação basta apresentar a CNH digital que tem a mesma validade do documento impresso”, afirmou coronel Gonzaga.

O diretor técnico de Habilitação e Medicina do Detran Rondônia, Hassan Mohamad Hijazi, disse que com o advento da pandemia da Covid-19, as pessoas estão buscando utilizar os mecanismos tecnológicos devido à facilidade e praticidade que a tecnologia oferece.

Hassan Hijazi apresentou números por faixa etária dos usuários que mais utilizam da tecnologia para baixar a CNH-e Digital, as pessoas com idade entre 19 e 29 anos são os que mais fazem downloads no aplicativo da Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica, desde a sua implantação já são 37.751 no Estado, em segundo lugar vem o público com idade entre 30 e 39 anos com 27.689, seguido dos usuários com idade entre 40 e 49 anos com 15.597, depois vem as pessoas na faixa etária de 50 a 59 anos com 7.317 emissões de CNH-e. O público com 60 anos ou mais também tem sua fatia no mercado de emissão do documento eletrônico com 2.807 CNH-e baixadas.

Desde que teve início a pandemia, Porto Velho foi o município do Estado que mais emitiu a CNH Digital com 8.202 downloads, em segundo lugar vem o município de Ji-Paraná com 5.742, seguido de Cacoal com 4.694 emissões.

PASSO A PASSO CNH-e – DETRAN-RO

1. Atualizar gratuitamente o cadastro (celular e e-mail) nos postos do Detran-RO;

2. Baixar no celular o aplicativo, CNH Digital, na (App store ou Play store);

3. Acessar o link abaixo (CNH Digital) no site do Detran/RO, que direcionará diretamente à pagina de cadastro do Denatran;

4. No site de cadastro do Denatran, na opção usuário, clicar em cadastro onde, após conclusão do mesmo será enviado um link de ativação do cadastro no e-mail pessoal do condutor;

5. No e-mail, clicar no link de ativação de cadastro. Será aberto novamente a tela do Denatran para efetuar o login na página;

6. Após efetuado o login, ir na opção usuário, clicar em meus dados e inserir as informações de sua CNH e confirmar;

7. Ir na opção, CNH Digital e clicar em ativar CNH Digital;

8. Será gerado um código de 5 ou 6 letras que deverá ser inserido no aplicativo instalado do celular;

9. Após, será solicitado no aplicativo a criação de senha pessoal (PIN) com 4 números.

10. Pronto! agora é só acessar a CNH Digital em seu celular a qualquer momento. Não é necessário possuir internet para abrir a sua CNH Digital. O aplicativo funciona off-line.

Cresce 60% o número de cidades com mais eleitores que habitantes

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O número de municípios com mais eleitores que habitantes aumentou na comparação com o cenário visto nas eleições de 2018. Segundo levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), desta vez são 493, 8,8% das cidades brasileiras. Em 2018, quando 308 cidades do Brasil registraram essa inversão, o aumento foi de 60%.

O estudo foi feito a partir do cruzamento de dados da base de eleitores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com a população oficial calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estado com o maior número em termos percentuais é Goiás (22,76%), seguido do Rio Grande do Norte (17,9%) e da Paraíba (14,8%).

Proporcionalmente, a cidade que lidera a lista nacional de municípios com mais eleitores do que habitantes é Severiano Melo (RN). Lá, segundo estimativa do IBGE, são 2.088 habitantes, já os dados do TSE apontam 6.482 eleitores aptos a votar, o número é três vezes maior que a quantidade de habitantes.

Em números absolutos, na liderança da lista nacional de municípios com mais eleitores que habitantes está o município pernambucano de Cumaru,no Agreste do estado. Segundo o IBGE, ele possui 10.192 moradores, já o TSE aponta que há na cidade 15. 335 cidadãos aptos a votar este ano.

Justificativa

A diferença, segundo o consultor da área técnica, da CNM, Eduardo Stranz, pode ser justificada por desatualizações nas estimativas de população feitas pelo IBGE, fraudes e , especialmente, por questões afetivas. “Existe uma ligação muito grande das pessoas com as cidades onde elas nasceram, sobretudo nesses municípios pequenos. Elas migram para cidades maiores, regiões metropolitanas ou cidades-pólo em busca de emprego ou estudo, mas não transferem seus títulos eleitorais, isso é muito comum”, avaliou.

Stranz, que há mais de 30 anos trabalha com municípios, lembrou ainda que em cidades menores a disputa política é muito acirrada e as pessoas nascidas nessas localidades têm sempre algum grau de parentesco com os candidatos o que, segundo ele, também contribui para que elas não transfiram seus títulos.

Dados IBGE

Outro ponto que deve ser levado em conta é a defasagem nos dados sobre a população brasileira. “Isso está mais evidente agora, em 2015. Segundo o Plano Nacional de Estatística, o IBGE teria que ter feito uma contagem populacional para ajustar a fórmula que calcula essa estimativa, mas isso não aconteceu sob o argumento de falta de verba”, explicou o especialista.

O Brasil adota uma das seis fórmulas utilizadas no mundo para estimar a população . A equação, que projeta o número de habitantes a partir de dados do Censo Demográfico, tem eficiência por quatro anos, no quinto ano, é preciso recontar a população para ajustar a fórmula. “Como não foi feito isso, as populações estimadas a partir de 2015 têm tendência mais ao erro que acerto. Isso também pode ser importante nessa diferença”, destacou Eduardo Stranz.

Fraudes

Questionado se o número maior de eleitores em relação aos habitantes em determinadas cidades não pode significar fraude, o consultor disse que sim, mas que casos de curral eleitoral são pontuais. “Hoje em dia isso é cada vez menos comum. As pessoas têm muito mais acesso à informação, discussão política. Olhando o perfil dessas cidades, fica mais evidente a ligação das pessoas com sua terra natal.

Revisão

Nos casos em que há muita discrepância entre eleitores e habitantes ou que há um aumento da transferência de domicílios, a Resolução 22.586/2007, do TSE, determina que seja feita uma revisão do eleitorado sempre que for constatado que o número de eleitores é maior que 80% da população, que o número de transferências de domicílio eleitoral for 10% maior que no ano anterior, e que o eleitorado for superior ao dobro da população entre 10 e 15 anos, somada à maior de 70 anos no município.

TSE nega seguimento a recurso de Aélcio da TV e cassação fica mais próxima

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O ministro Luis Felipe Salomão, do TSE, negou seguimento ao recurso apresentado pelo deputado estadual Aélcio da TV contra a cassação de seu mandato determinado pelo TRE de Rondônia. O parlamentar foi acusado de uso indevido dos meios de comunicação durante a eleição de 2018. Na prática a perda do mandato ficou mais próxima.

No recurso ao TSE a defesa do deputado tentou explicar que não houve abusos e também não houve comprovação de que os programas apresentados pelo deputado causaram danos eleitores. O ministro rebateu ponto a ponto, destacando que Aélcio “não só antecipou ilicitamente sua campanha, mas o fez de forma absolutamente desproporcional ao que autorizado em lei, com quebra de isonomia, pois aos demais candidatos, em condições normais de disputa, não se concedeu tamanha visibilidade”.

Na visão do ministro, o conteúdo dos programas, ao abordar de forma expressa e excessiva os feitos do parlamentar, ora recorrente, extrapolou os limites da liberdade de expressão.

“Como bem destacado no parecer ministerial, o recorrente “usufruiu de espaço privilegiado para enaltecer seu trabalho como parlamentar, o que lhe proporcionou inegável vantagem eleitoral em relação aos seus opositores, pois pôde, com isso, manter seu nome em constante evidência, inculcando na mente dos telespectadores do programa a ideia de que era um deputado estadual atuante e merecedor de ser reconduzido”.

Ao concluir que a decisão do TRE não merece reparos ele afirma:

“Por fim, cumpre destacar os seguintes elementos que demonstram o ilícito e a gravidade das circunstâncias na espécie: a) exposição massiva das atividades do recorrente ao longo do mês de junho do ano eleitoral, na medida em que falou aos eleitores em 24 programas, por mais de 492 minutos, seis dias por semana; b) prática do ilícito pelo próprio candidato; c) quebra da isonomia em relação aos demais candidatos”.

Vagas para artesãos de Rondônia estão abertas para festival nacional

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Mudanças da NF-e na Reforma Tributária exigem adaptação de empresas de Rondônia

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Mariana Monteiro e Benny Schvarsberg debatem cidades sem planejamento no programa PontoDeVista

Cidades crescem sem plano e quem mora longe paga a conta

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Especialista explica como expansão desordenada, especulação e gentrificação pesam na vida de quem mora nas periferias.
Rogério Kiester participa do RuralCast sobre pecuária leiteira em Rondônia, assistência técnica e produção de mais de 300 litros de leite

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Rogério Kiester mostra como assistência técnica, manejo e gestão mudaram a produção de leite da família em Cacoal.