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terça-feira, julho 14, 2026
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Inscrições para o 1º Workshop sobre inovação e empreendedorismo no campo universitário estão abertas

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O Governo do Estado de Rondônia, por meio da Superintendência de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), promove na próxima quinta-feira (22), o I Workshop Rede Estadual de Incubadoras e Ambientes de Inovação (REINC).

O evento é gratuito, sendo oferecido certificado de atividade complementares de quatro horas aos participantes. Para se inscrever, basta acessar: https://www.even3.com.br/workshopreinc/.

O evento será transmitido através da rede social da Sedi, das 14h às 18h, e tem por objetivo colocar em discussão a inovação e o empreendedorismo no campo universitário como forma de potencializar o desenvolvimento econômico do Estado.

O superintendente da Sedi, Sérgio Gonçalves, destaca a necessidade de colocar em discussão a inovação e o empreendedorismo no setor universitário.

O coordenador de Inovação, Thalles Gomes, enfatiza que o workshop é uma ação da Sedi que tem como função criar uma cultura de inovação no do campus universitário. “Não existe inovação sem a instituição de ensino”, afirmou.

Thalles Gomes ainda acrescentou que durante o Workshop será realizada uma chamada pública para a Rede Estadual de Incubadoras e Ambientes de Inovação, a REINC.

TEMAS:

Desmistificando a inovação: Por que as inovações falham e o que fazer de diferente, Mudança de mentalidade no campo educacional;
Como a inovação pode transformar a crise em oportunidade;
Como levar a inovação para a prática através do ecossistema de startups;
Importância das incubadoras, aceleradoras e startups para geração de emprego e renda;
Inovação aberta.

Cliente da Caixa pode contratar crédito habitacional por aplicativo

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Brasília, DF, Brasil: Caixa Econômica Federal. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A partir de hoje (19) está disponível a contratação de financiamento habitacional pela Caixa de forma digital. Pelo app Habitação Caixa, o usuário terá acesso a um serviço interativo, que abrange todas as fases do financiamento, desde o cadastro, até a aprovação.

Segundo o banco, o cliente poderá acompanhar todas as etapas do seu processo habitacional e, se necessário, resolver pendências pelo próprio aplicativo. Após todas as etapas concluídas na plataforma digital, o usuário precisará ir até uma agência da Caixa para a assinatura do contrato.

Como contratar

Para solicitar um financiamento, o cliente precisa baixar o aplicativo, efetuar a simulação de crédito e escolher a melhor condição apresentada. Nesta etapa, é possível ajustar os valores de entrada, o prazo, o indexador da taxa de juros, o sistema de amortização e a prestação máxima pretendida.

Na sequência, o usuário realiza seu cadastro e dos demais participantes da proposta, informa o município e o valor do imóvel. O envio de todos os documentos necessários à operação é feito pela plataforma, bem como a escolha do canal de atendimento, que poderá ser a Agência Digital ou um Correspondente Caixa Aqui. A agência física onde será assinado o contrato também é escolhida pelo cliente pelo aplicativo.

Em seguida, o cliente envia sua proposta para o banco e acompanha o processo no ambiente virtual.

No aplicativo, o cliente pode verificar se a sua proposta foi recebida, a ocorrência de pendências documentais e o resultado de sua avaliação de crédito. Também é possível acessar o boleto para pagamento da tarifa inicial de avaliação do imóvel pretendido e conferir o resultado do laudo.

O usuário pode ainda acompanhar de forma online a liberação dos recursos da sua conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em caso de utilização como entrada no financiamento, bem como a data prevista para assinatura do contrato.

O App Habitação Caixa está disponível para os sistemas operacionais Android e IOS, e pode ser baixado gratuitamente nas lojas GooglePlay ou AppStore.

Outros serviços relacionados ao contrato habitacional no app: emissão de boleto; alteração de dados do contrato; amortização do financiamento; inclusão de débito automático; liquidação antecipada; uso do FGTS; declaração de quitação anual de débitos; demonstrativo de valores pagos; extrato para Imposto de Renda.

Convênio com o governo federal garante mais de R$ 9 milhões para fortalecer segurança alimentar da população de Rondônia

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São mais de R$ 9 milhões para a segurança alimentar da população de Rondônia repassados pelo governo federal em 2020, através do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), isso somado ao repasse de R$ 1,7 milhão assinado na manhã desta segunda-feira (19) pelo ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, em visita ao Estado.

A parceria foi considerada pelo governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, essencial, pois o PAA permite dar assistência aqueles que mais carecem e ao mesmo tempo fortalece os agricultores familiares que fornecem os produtos. ‘‘É um programa que permite levar alimentos aos que mais necessitam e ajuda os nossos pequenos produtores, extremamente importantes para nosso Estado que é voltado ao agronegócio’’, considera o governador. ”A nossa proposta é levar esse recurso com seriedade e transparência aos mais necessitados do nosso Estado”, reforça o vice-governador, José Jodan.

O ministro corroborou com o governador ao destacar os impactos positivos do PAA. ‘‘É uma ponte do bem entre aquele que produz, ou seja, os pequenos produtores que não têm canais de distribuição, e aqueles que precisam do alimento, que são aquelas pessoas em vulnerabilidade’’, afirma.

O programa funciona com a compra de alimentos produzidos pela agricultura familiar e se destina às pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional e àquelas atendidas pela rede socioassistencial, como orfanatos e lar de idosos.

Conforme o Ministério da Cidadania, mais de 1,3 mil agricultores familiares de Rondônia serão beneficiados e mais de 145 mil pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade social serão contempladas com as doações. Ao todo 2,1 mil toneladas de alimentos para os que mais necessitam.

O governador lembrou ainda do trabalho firme que é feito em Rondônia para que as pessoas tenham condições de saírem da condição de vulnerabilidade através dos investimentos em diversos eixos de desenvolvimento, especialmente na Educação, e destacou que o Estado conquistou o inédito triplo A em solidez fiscal. Feito que apenas duas unidades federativas alcançaram no Brasil.

‘‘Nós temos que conseguir apoiar as pessoas que estão necessitadas, mas também ensinar as pessoas a pescarem, fazer com que elas consigam ter, por exemplo, acesso a uma educação adequada, e é o que a gente tem feito aqui no Estado de Rondônia, mesmo na pandemia’’, afirma o governador.

ALINHAMENTO COM O GOVERNO FEDERAL

Durante a solenidade, o ministro foi informado pelo secretário de Estado da Agricultura (Seagri), Evandro Padovani, que em Rondônia desde 2019 é executado o PAA Estadual. O Governo do Estado já investiu mais de R$ 2 milhões para esta finalidade nos últimos dois anos.

‘‘Nós temos acompanhado as ações do governo federal. O PAA , principalmente, nessa situação de pandemia nos trouxe um alento, pois os produtores tiveram a garantia da compra dos seus produtos, e isso é importante para um Estado agrícola como o nosso’’, conta o governador.

Presente na cerimônia, a primeira-dama e secretária de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), Luana Rocha, lembrou que Rondônia vem acompanhado o governo federal em outros programas importantes para a população, o AmpaRO que se assemelha ao auxílio emergencial, e o Criança Feliz +, uma versão estadual do Criança Feliz do governo federal. ”Com o Criança Feliz + nós aumentamos a adesão ao Criança Feliz do governo federal, de 23 para 43 municípios”, explicou a secretária.

O ministro parabenizou o Governo do Estado por essas iniciativas, destacou ainda outro ponto que Rondônia e o governo federal tiveram em comum, a forma como enfrentaram a pandemia.

”Muitas áreas do nosso planeta foram levadas ao bloqueio das atividades econômicas através do lockdown, mas em meio a isso o presidente Bolsonaro teve a coragem de adotar a postura de proteger as vidas sim, mas também de proteger os empregos, e evitar a miséria” afirma.

”Ele pediu o mesmo para os gestores, mas lamentavelmente nós tivemos quase quatro mil municípios brasileiros completamente fechados, em demonstração de falta de equilíbrio, afinal o Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro com os recursos repassados respondeu fortemente à pandemia, bem melhor que o sistema de saúde italiano, espanhol, francês, canadense, ou seja países muito mais desenvolvidos que o nosso. Muitos se surpreendem com o resultado que tivemos no Brasil diante de resultados catastróficos de outros países”, disse o ministro.

Os bons resultados das iniciativas do governo federal foram elogiados pelo governador Marcos Rocha que trabalha firme no alinhamento para que a população de Rondônia seja beneficiada com a doação dos melhores projetos e programas.

”Rondônia é um pedaço do governo federal, nunca o Estado recebeu tantos ministros, nós estamos felizes com isso, pois com união a gente vai longe, mudando o nosso Estado de Rondônia e o nosso país. Reconheço a parceria, a aliança firme que o Governo de Rondônia faz com o governo federal e tenho certeza que muitos outros programas vamos trabalhar para o desenvolvimento de Rondônia e do nosso país”, disse Marcos Rocha.

Também estiveram presentes na cerimônia, o senador do Acre, Márcio Bittar, a deputada federal de Rondônia, Mariana Carvalho, o secretário Nacional de Inclusão Social e Produtiva Rural do Ministério da Cidadania, Ênio Marques, o secretário Especial de Desenvolvimento Social, Sérgio Augusto de Queiroz e o superintendente Regional da Companhia
Nacional de Abastecimento (Conab), Anderson Conceição Gomes.

Estudante de São Francisco do Guaporé ganha bolsa de estudos para curso de Física em universidade na Inglaterra

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Desde muito pequena, a estudante da Escola Campos Sales, rede Estadual de Ensino de Rondônia, Paola Beatrys Gomes Amorim, 18, tem interesse em física, novas tecnologias, filosofia e sustentabilidade, assuntos que em conjunto com a educação recebida lhe rendeu mais uma conquista para seu currículo acadêmico, onde ganhou uma bolsa de 47% no curso de Física, da conceituada Universidade britânica de Cambridge, na Inglaterra.

“É uma grande vitória. Ganhei a bolsa parcial em um concurso de redação que participei em janeiro desse ano (2020). É uma competição entre jovens de todo o mundo, que acontece todos os anos pela Immerse Cambridge Education. Escrevi uma redação abordando um tema proposto para o curso de física da universidade. Algumas semanas depois, recebi um e-mail informando que fazia parte dos 7% dos estudantes que receberam uma bolsa para participar do summer em junho de 2020. Porém, foi adiado para o ano que vem, devido à pandemia da Covid-19. O que foi muito bom, pois ainda não consegui todo o dinheiro para o restante da bolsa”, explica Paola.

Para realizar o seu sonho e obter a formação nesta universidade renomada internacionalmente, Paola Amorim precisa conseguir cerca de R$ 28.500 (3. 905 Euros) até o final de novembro deste ano, para custear sua estadia, alimentação e demais despesas. Para tal, tem economizado e iniciou uma vaquinha on-line.

A estudante e moradora de São Francisco do Guaporé – destaque entre as cidades com maior nota do Exame do Ensino Médio (Enem) de 2019 – conta que toda a sua trajetória de aprendizado foi reforçada a partir do 9º ano do Ensino Fundamental e foi crucial a preparação obtida entre o primeiro e terceiro ano do Ensino Médio, o qual ainda está cursando, período em que estudou na Escola Estadual Campos Sales.

“Meu interesse em física se deu no Ensino Médio, pois tenho mais facilidade na área de exatas, porém, vai muito além. Quando era criança, por volta dos onze anos, assisti a um programa de televisão chamado ‘Cosmos’ [baseado no livro do físico Carl Sagan], e me vi muito interessada por cosmologia. Ao cursar o Ensino Médio, entendi que a física está por trás de todo o universo representado naquele programa que assisti na infância. Também meus escritores favoritos são o norte americano Carl Sagan [físico, astrônomo, cientista e escritor que influenciou a nova geração com suas obras] e o alemão Friedrich Nietzsche [filósofo, filólogo e crítico cultural]. Então, decidi que queria atuar amplamente como física, pesquisadora e cosmóloga”, explica a estudante.

A diretora da Escola Campos Sales, Paolla Michelle Montanari Vieira, conta que Paola Amorim sempre foi uma aluna diferenciada. “Ela sempre participou de olimpíadas, e procurava representar a escola. Sempre foi uma aluna muito esforçada”, disse.

Neste ano, Paola Amorim, foi reconhecida pela Latin America Leadership Academy (Lala) como uma das jovens líderes da América Latina para tratar de assuntos sobre o Meio Ambiente. Foi uma longa seleção por application (entrevista on-line sobre assuntos pessoais, aspirações e liderança).  Ela aponta que o que a motiva é inspirar pessoas a preservar o Meio Ambiente e seus recursos naturais. “Para mim é importante conservar o planeta para as próximas gerações”, acrescenta a estudante.

Governo destina R$ 10 bilhões para micro e pequenos empresários

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Indústria Wirth Calçados Dois Irmãos (RS) 14.04.2006 - Foto: Miguel Ângelo

O governo federal liberou R$ 10 bilhões para a concessão de empréstimos para microempreendedores individuais (MEIs) e empresas de pequeno porte por meio do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-Maquininhas). A medida provisória (MP) que autoriza a abertura do crédito extraordinário foi publicada hoje (24) no Diário Oficial da União. .

O programa foi aprovado em julho no Congresso e sancionado mês passado pelo presidente Jair Bolsonaro  e tem o objetivo de diminuir os efeitos econômicos negativos causados pela pandemia de covid-19.

O Peac-Maquinhas usará como garantia os valores a receber de vendas feitas por meios das máquinas de cartões. A instituição financeira vai considerar o valor de vendas que passou pela maquininha um ano antes do período da pandemia, calcular o valor médio e fixar um valor de empréstimo para essa empresa, limitado ao teto de R$ 50 mil. Os juros são de até 6% ao ano.

De acordo com o texto da MP, os recursos serão liberados a partir da contratação de operação de crédito interna (contratos ou emissão de títulos da dívida pública) e repassados ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), instituição responsável por coordenar o programa.

Publicada lei que destina R$ 20 bilhões para empréstimos a empresas

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O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, promulgou a lei nº 14.068/2020, que abre crédito extraordinário de R$ 20 bilhões para a União conceder garantia a empréstimos feitos por bancos a empresas com receita bruta entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões. A lei foi publicada hoje (2) no Diário Oficial da União.

O texto, originário da Medida Provisória (MP) 977/2020, foi aprovado da forma como foi editada pelo governo em junho. O dinheiro será usado para garantir empréstimos dentro do Programa Emergencial de Acesso a Crédito com o Fundo Garantidor de Investimentos (Peac-FGI), gerenciado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Para reforçar esse fundo, os recursos serão liberados a partir da contratação de operação de crédito interna (contratos ou emissão de títulos da dívida pública).

Pandemia

O objetivo da medida é ajudar pequenas e médias empresas afetadas pela crise econômica causada pela pandemia de covid-19. Nesse cenário, os modelos de risco das instituições financeiras não conseguem prever as taxas de inadimplência, e, assim, elas recuam na concessão de empréstimos a empresas, sobretudo de menor porte.

“Em razão do ambiente de incertezas, os modelos de riscos adotados pelas instituições financeiras não são suficientemente precisos na previsão de taxas de inadimplência nesses próximos meses, levando a posturas conservadoras na concessão de crédito, especialmente para empresas de menor porte, devido à ausência de histórico de crédito, maior risco e custo transacional mais elevado”, justificou o governo, ao publicar a MP.

Além das pequenas e médias empresas, poderão ter acesso ao financiamento com garantia associações, fundações de direito privado e sociedades cooperativas, exceto as de crédito.

E-Título passa a ter foto do eleitor e pode ser usado como documento oficial para votar

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O e-Título, aplicativo desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que consiste na via digital do título eleitoral, passou recentemente por novas atualizações. A principal alteração é que o app passa a mostrar a foto do eleitor, permitindo que o cidadão apresente apenas o aplicativo para ingressar na seção eleitoral e votar. Tal funcionalidade está disponível somente para quem realizou o cadastramento biométrico.

Assista as informações em vídeo.

https://youtu.be/pnNWNmBpkw4

O objetivo é facilitar ainda mais a vida do eleitor no dia da votação. Outras mudanças foram feitas para oferecer maior proteção aos dados do usuário – confira abaixo.

Baixe o app nas lojas on-line Google Play e App Store.

O tribunal recomenda que os eleitores baixem o aplicativo com a maior antecedência possível do dia das Eleições Municipais 2020, cujo primeiro turno acontecerá no dia 15 de novembro. Com mais tempo para utilizar a interface do aplicativo, o eleitor estará mais seguro e apto para usá-lo no dia da votação. 

Mais segurança para os dados

O documento digital exigirá a resposta do eleitor a uma série de perguntas. Apenas as pessoas que responderem com sucesso a esse desafio poderão usar o aplicativo e suas funcionalidades. Embora soluções de segurança como essa possam tornar a experiência do usuário menos fluída, elas são relevantes para a proteção dos dados do eleitor. 

Atualmente mais de dois milhões de eleitores já baixaram o e-Título, e cerca de 60 mil pessoas têm acessado ao documento diariamente.

Além da emissão do documento em meio digital com foto, com as mudanças de segurança implementadas, há também a necessidade de criação de senha de acesso do eleitor ao app.

Entre outras vantagens, estão ainda as de emitir as certidões de quitação eleitoral e de crimes eleitorais, que estarão disponíveis ao eleitor a qualquer momento. O app também informa o endereço do local de votação e fornece informações sobre a situação eleitoral. 

Justificativa de ausência

Os eleitores que estiverem fora do seu domicílio eleitoral no dia da eleição poderão utilizar o e-Título para justificar sua ausência, por meio da geolocalização do aplicativo. Essa funcionalidade estará disponível somente no dia da eleição, das 7h às 17h. 

Para fazer a justificativa fora do dia da eleição, o eleitor poderá apresentar documento comprobatório que motivou a ausência (60 dias para justificar após cada pleito, ou 30 dias para justificar após retorno ao Brasil).

Nenhum dos serviços prestados pelo e-Título é exclusivo do aplicativo. Isso significa que as certidões também podem ser obtidas pelo computador ou junto ao cartório eleitoral. O app, no entanto, visa tornar esses e outros serviços mais ágeis, seguros e de mais fácil acesso por parte dos eleitores.

Eleições na Bolívia: projeções dão vitória a candidato de Evo Morales, mas atraso em contagem cria tensão

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As primeiras projeções da contagem de votos das eleições presidenciais da Bolívia apontam uma vitória do ex-ministro Luis Arce, candidato do partido do ex-presidente Evo Morales, o Movimiento al Socialismo (MAS).

A boca de urna do instituto Ciesmori divulgada pela emissora Unitel deu a Arce 52,4% dos votos, muito mais do que previam as pesquisas eleitorais, no patamar de 40%. O ex-presidente Carlos Mesa, adversário de Arce pela coligação Comunidad Ciudadana (CC), estava nas projeções com 31,5%.

Em terceiro lugar aparecia Luis Fernando Camacho, conhecido como o “Bolsonaro boliviano” e um dos líderes da revolta que contribuiu para a queda de Morales em 2019, com 14,1% dos votos

Segundo as regras eleitorais da Bolívia, um candidato pode ser eleito no primeiro turno se tiver 50% dos votos mais um, ou atingir o patamar 40%, com dez pontos percentuais a mais que o segundo colocado.

Diversos candidatos mais à direita do espectro político chegaram a desistir de concorrer para tentar evitar uma vitória no primeiro turno, a exemplo da atual presidente, Jeanine Áñez.

A notícia foi divulgada no país depois da meia-noite (horário local), em meio a uma contagem oficial extraordinariamente lenta, que causou incertezas e tensões após um dia de votação que transcorreu com tranquilidade.

“Recuperamos a democracia e recuperamos a esperança”, disse Arce, visivelmente emocionado. “Vamos construir unidade.”

E completou: “Vamos construir um processo de mudança (…) aprendendo com os nossos erros”.

O país sul-americano foi às urnas no domingo para refazer as eleições canceladas há um ano em meio a denúncias de fraude.

O pleito anterior desencadeou uma profunda crise política que resultou na renúncia e fuga do país de Evo Morales e na chegada à Presidência interina da então senadora Jeanine Áñez.

Quem é Luis Arce Catacora? A trajetória política de Arce está intimamente ligada à de Evo Morales, de quem foi ministro da Economia durante grande parte dos 14 anos em que o então presidente esteve no poder.

Artífice da política econômica de Morales, ele é visto como o responsável pelas reformas que levaram ao crescimento econômico da Bolívia por uma década.

Nascido em 1963 em La Paz em uma família de professores, Arce estudou economia na Bolívia, fez mestrado no Reino Unido e, ao retornar ao país, passou a trabalhar como funcionário público no Banco Central da Bolívia (BCP), onde atuou em diversas posições.

Em paralelo, ele também deu aulas em universidades da Bolívia, dos Estados Unidos e da América Latina, como Harvard, Columbia e a Universidade de Buenos Aires.

Após a ascensão de Morales ao poder, foi nomeado em 2006 para titular do então Ministério da Fazenda, que três anos depois se tornaria o Ministério da Economia e das Finanças Públicas. Sua gestão é considerada um dos pilares que levaram o país sul-americano não só ao boom econômico mas também à redução da inflação e, principalmente, da pobreza. À frente do ministério, ele promoveu medidas de incentivo ao mercado interno, equilíbrio cambial e políticas de industrialização ligada aos recursos naturais do país.

Uma de suas medidas mais importantes, e também controversas, foi uma série de “nacionalizações” de empresas privadas, principalmente do setor de hidrocarbonetos, algo que Arce considerava um das bases da economia boliviana nesses anos. Em 2017, ele renunciou ao cargo por causa de um câncer renal. Voltaria ao posto após um longo tratamento no Brasil e só deixaria novamente o ministério com a renúncia de Morales há quase um ano, no conturbado processo eleitoral. Em janeiro deste ano, o MAS o nomeou como seu candidato à Presidência, numa chapa composta também pelo ex-chanceler David Choquehuanca.

O pleito estava previsto inicialmente para maio, mas a pandemia causou dois adiamentos, até finalmente ser realizada ontem. A indicação do nome de Arce para a chapa presidencial gerou críticas dentro de seu próprio partido, por ele ser oriundo da classe média urbana, e não das organizações sindicais e camponesas que compõem grande parte da base de apoio do MAS.

Horas de incerteza Durante as mais de nove horas de urnas abertas, os veículos de imprensa destacaram que o processo eleitoral transcorreu sem grandes incidentes.

Mas a votação não foi singular apenas por sua tranquilidade, por ter sido realizada no meio de uma pandemia ou por causa dos adiamentos anteriores. Foi também por causa da demora para divulgação dos resultados.

Na noite anterior à votação, o Tribunal Superior Eleitoral da Bolívia anunciou que não utilizaria um novo sistema de contagem rápida, e dava como certo o atraso nos resultados. O presidente do TSE, Salvador Romero, explicou que tomou a decisão porque os testes realizados no sistema não davam confiança à contagem.

“O TSE realizou, ao longo das últimas semanas, testes e simulações do Direpre (sigla para novo sistema de Divulgação de Resultados Preliminares).

E queremos informar ao país que os resultados dos testes não nos permitem ter certeza da divulgação completa dos dados que oferecem confiança ao país”, disse.

Conflitos na votação anterior com Morales

A votação em outubro de 2019 era muito mais apertada que a atual. Os problemas começaram na própria noite das eleições, quando o Supremo Tribunal Eleitoral (STE) suspendeu a rápida contagem dos votos no momento em que a apuração estava 83% concluída.

As projeções indicavam que haveria um segundo turno entre o presidente boliviano e Mesa. No dia seguinte, a apuração foi retomada com 95% dos votos contabilizados e indicando que Morales venceria no primeiro turno por uma margem estreita, mas com mais de dez pontos percentuais de vantagem sobre Mesa, o que seria suficiente para lhe garantir um quarto mandato.

A paralisação do processo de contagem rápida e a retomada com um patamar muito maior para Morales alimentaram suspeitas que levaram a oposição a acusar os resultados de fraudulentos. As crescentes dúvidas sobre a lisura do processo levaram diversos bolivianos às ruas.

A OEA (Organização dos Estados Americanos) e a União Europeia pediram que fosse realizado um segundo turno. Mas Morales, o primeiro presidente indígena do país, insistiu que havia vencido as eleições e, em resposta às manifestações da oposição, pediu aos seus apoiadores que “defendessem a democracia” nas ruas e impedissem um “golpe de Estado”.

Críticos e apoiadores de Morales passaram a se enfrentar nas ruas, e os confrontos deixaram mortos e centenas de feridos. Num espaço de três semanas, Morales se declarou vencedor das eleições, denunciou um golpe de Estado, perdeu apoio das Forças Armadas e das polícias e renunciou à Presidência da Bolívia.

“Houve um golpe civil, político e policial”, afirmou durante o pronunciamento em rede nacional no qual anunciou sua renúncia.

Dois dias depois, a senadora Jeanine Áñez assumiu a Presidência, e sua posse foi endossada pelo Tribunal Constitucional da Bolívia. Não se sabe se Morales, que atualmente vive na Argentina, voltará à Bolívia com a vitória de seu aliado.

Mundo tem mais de 40 milhões de casos de coronavírus, aponta universidade americana

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O mundo alcançou a marca de 40 milhões de casos confirmados do novo coronavírus, apontou o monitoramento da universidade norte-americana Johns Hopkins nesta segunda-feira (19). O número de mortos pela Covid-19 desde o início da pandemia em todo o planeta passa de 1,1 milhão.

Segundo o levantamento, o país com o maior número absoluto de casos continua sendo os Estados Unidos, com mais de 8,1 milhões. Em seguida, vem a Índia, com mais de 7,5 milhões. O Brasil aparece em terceiro lugar, com mais de 5,4 milhões de registros do novo coronavírus desde o início da pandemia. Os três países concentram mais da metade dos casos no mundo.

A primeira notificação oficial do vírus causador da Covid-19 ocorreu em 31 de dezembro em Wuhan, na China. De lá para cá, a proliferação da doença aumentou, em ondas de maior ou menor aceleração. Nos últimos 33 dias, foram mais de 10 milhões de novos casos da Covid-19.

Veja abaixo a evolução da pandemia no mundo:

  • 6 de março: 100 mil casos
  • 26 de março: 500 mil casos
  • 2 de abril: 1 milhão de casos
  • 28 de junho: 10 milhões de casos
  • 10 de agosto: 20 milhões de casos
  • 17 de setembro: 30 milhões de casos
  • 19 de outubro: 40 milhões de casos

Esses dados se referem ao total de registros confirmados pelas autoridades sanitárias de cada país, em monitoramento compilado pela Johns Hopkins. Casos subnotificados do novo coronavírus não entram na conta, o que significa que os números devem ser ainda maiores.

Europa passa das 250 mil mortes

 

Pessoas vestem máscara em frente ao Coliseu de Roma, em 13 de outubro. País reforçou medidas de restrição para a Covid-19 — Foto: Guglielmo Mangiapane/Reuters

Pessoas vestem máscara em frente ao Coliseu de Roma, em 13 de outubro. País reforçou medidas de restrição para a Covid-19 — Foto: Guglielmo Mangiapane/Reuters

No domingo (18), a Europa chegou a mais de 250 mil mortes por complicações do novo coronavírus, um quinto de todas as mortes por Covid-19 no mundo, desde o início da pandemia. O continente registra também mais de 7,3 milhões de casos da doença.

A Itália vem batendo, nos últimos quatro dias, seu recorde diário de novos casos de Covid-19. Entre sábado e domingo, o país registrou 11.705 casos de coronavírus, a maior contagem diária desde o início do surto no país.

Houve também aumento no número de mortes – foram 69, contra 47 anunciadas no sábado; 55 na sexta; e 83 na quinta. O número é bem menor que os registrados no auge da pandemia na Itália (entre março e abril), quando um pico diário de mais de 900 mortes foi alcançado.

Itália foi o primeiro país da Europa a ser atingido pela Covid-19 e tem o segundo maior número de mortos no continente, atrás apenas do Reino Unido.

Bandidos sequestram trem da SuperVia

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Dez homens armados renderam dois maquinistas da SuperVia, na manhã desta segunda-feira (19), para chegar à Mangueira, na Zona Norte do Rio.

O trem de manutenção, que fazia uma vistoria da rede aérea na região da estação Jacarezinho, onde acontecia uma operação da Polícia Militar, estava parado perto da estação Triagem. A informação foi dada com exclusividade no Bom Dia Rio.

O grupo armado, então, acessou a linha férrea e abordou os dois maquinistas. Os criminosos foram com a composição até perto da região da Mangueira, onde desembarcaram também na linha férrea e saíram do sistema ferroviário. As regiões de Triagem e Mangueira são próximas.

Após o episódio, os maquinistas precisaram seguir para a Central do Brasil, onde receberam atendimento psicológico.

O Grupamento de Policiamento Ferroviário (GPFer) foi acionado após tomar conhecimento do fato.

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Cidades crescem sem plano e quem mora longe paga a conta

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