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terça-feira, julho 14, 2026
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Vídeos: Um morto e vários feridos em desabamento em supermercado

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Prateleiras cheias de produtos desabaram sobre clientes no supermercado Mix Mateus, em São Luís, no Maranhão, na noite dessa sexta-feira (2). O incidente ocorreu por volta das 20h30. Em nota, a empresa informou que ao menos uma pessoa morreu e oito ficaram feridas. A vítima era funcionária da loja.

“É com profundo pesar que o Grupo Mateus vem a público se solidarizar com a família da colaboradora Elane de Oliveira Rodrigues que, infelizmente, faleceu no acidente ocorrido na loja Mix Atacarejo da Curva do 90, em São Luís nessa sexta feira”, afirmou a companhia. “Nosso time de gestores e colaboradores está acompanhando de perto os trabalhos das equipes de resgate e dando todo suporte solicitado para facilitar o trabalho das autoridades.”

O governador Flávio Dino (PCdoB) havia informado no Twitter que quatro pessoas ficaram feridas, mas o número foi atualizado horas depois. “Os trabalhos continuam. Assim que forem encerrados, o comandante do Corpo de Bombeiros transmitirá informações”, disse ele.

Vídeos mostram a queda de prateleiras em efeito dominó. Clientes foram resgatados debaixo de pilhas de produtos. 

A empresa informou que, em respeito às famílias, colaboradores e clientes, todas as lojas do Grupo Mateus em São Luís ficarão fechadas neste sábado (3). A companhia não falou sobre a causa do acidente.

O Samu e o Corpo de Bombeiros conduzem os trabalhos de resgate. O secretário estadual da Saúde, Carlos Eduardo de Oliveira Lula, informou que equipes médicas estão prestando atendimento. 

“Diante do trágico acidente ocorrido em rede de supermercados no bairro do Vinhais, na cidade de São Luís, informo que as equipes da rede estadual e municipal estão a postos para atender às vítimas”, disse o secretário no Twitter.

Ifro abre inscrições para pós-graduação em Vilhena e Cacoal; veja vagas e cursos

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O Instituto Federal de Rondônia (Ifro) abriu vagas para cursos de pós-graduação Lato Sensu em duas cidades de Rondônia. São 40 vagas de Desenvolvimento Web (Campus Vilhena) e outras 40 em Ensino de Ciências e Matemática (Campus Cacoal).

As inscrições seguem abertas de forma gratuita até 16 de outubro em Vilhena e 6 de novembro em CacoalEntenda mais sobre os cursos e como se inscrever abaixo:

Vilhena

Em Vilhena, o curso será ministrado presencialmente, segundo o Ifro. Do total das vagas disponíveis no campus, o instituto ressalta que “haverá ações afirmativas para a inclusão e permanência de negros (pretos e pardos), indígenas e pessoas com deficiência”.

O curso de Desenvolvimento Web é direcionado a graduados em análise e desenvolvimento de sistemas, sistemas de informação, além de ciência da computação. Também é para profissionais que entendam de programação de computadores.

A carga horária é de 360 horas totais, desenvolvida em tempo mínimo de 14 meses e máximo de 24 meses.

O Ifro oferecerá o curso dividido em 16 componentes curriculares, sendo ministrado aos fins de semana com invalo quinzenal aos sábados (das 07h30 às 12h30 e das 14h às 19h) e aos domingos (07h30 às 13h30), de acordo com o calendário.

A inscrição para o curso em Vilhena pode ser feita aqui.

A seleção dos candidatos ocorrerá por entrevista entre 26 de outubro e 27 de novembro deste ano. O resultado final está previsto para sair em 4 de dezembro. Já as matrículas e início das aulas estão condicionados ao retorno das aulas presenciais no Ifro Campus Vilhena.

Cacoal

Em Cacoal, o curso de Ensino de Ciência e Matemática é ofertado de forma semipresencial.

Ele é voltado aos educadores que estejam tanto no exercício ou não da docência, principalmente atuantes no ensino básico em aldeias ou áreas rurais e com possível formação superior em química, física, biologia, ciências, matemática, pedagogia, além de áreas semelhantes e que trabalhem nas salas de aulas.

Ifro Campus Cacoal.  — Foto: Divulgação/Ifro

Ifro Campus Cacoal. — Foto: Divulgação/Ifro

Para se inscrever, o Ifro cita que os candidatos devem encaminhar as cópias dos documentos necessários de forma digitalizada ao e-mail: selecaoposcienciasematematica.cacoal@ifro.edu.br, com NOME, SOBRENOME. EDITAL Nº 21/2020/IFRO detalhados no campo de assunto.

Os documentos exigidos podem ser consultados no edital disponível aqui.

A seleção acontecerá por análise do currículo e comparação com os documentos enviados pelos candidatos. A etapa será classificatória e eliminatória. O resultado final será divulgado em 25 de novembro.

As matrículas, segundo o Ifro, estão programadas para os dias 26 de novembro a 2 de dezembro de 2020. Já a aula inaugural acontecerá no dia 12 de dezembro. A previsão é de que as aulas presenciais sejam iniciadas no dia 15 de fevereiro do ano que vem.

Prefeitura abre processo seletivo com 15 vagas e salários de até R$ 2,8 mil em Ji-Paraná, RO

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A prefeitura de Ji-Paraná (RO) abriu processo seletivo para preenchimento de 15 vagas efetivas e cadastro de reserva na Autarquia Municipal de Trânsito (AMT). Segundo o executivo municipal, as contratações são imediatas e distribuídas entre cargos de nível fundamental, médio e superior. As inscrições seguem abertas até 12 de novembro.

O certame foi publicado no Diário Oficial da cidade nesta semana. Os salários chegam a R$ 2.801,25.

Os valores da taxa de inscrição são: R$ 59,80 para nível superior; R$ 57,80 para nível médio e R$ 38, 80 para nível fundamental.

As inscrições devem ser feitas através do link disponível aqui até às 16h de 12 de novembro.

Os cargos são:

  • 1 vaga para Assessoria Contábil (Nível Superior);
  • 1 vaga para Assessoria de Controle Interno (Nível Superior);
  • 1 vaga para Agente de Transporte (Nível Médio);
  • 3 vagas para Agente de Trânsito (Nível Médio);
  • 2 vagas para Agente Administrativo (Nível Médio);
  • 2 para eletrotécnico (Nível Médio);
  • 1 vaga para auxiliar Administrativo (Nível Fundamental);
  • 2 vagas para Auxiliar de Serviços Gerais (Nível Fundamental);
  • 2 Vagas Motorista (Nível Fundamental); e
  • Cargo de Zelador vagas para cadastro de reserva.

A prefeitura ressaltou que com o preenchimento dos cargos efetivos conseguirá melhorar os atendimentos das demandas da autarquia e também a organização do trânsito na cidade.

Rondônia registra uma morte por Covid-19 e soma 1.368 óbitos; casos chegam a 66.473

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Rondônia registrou 212 novas infecções por coronavírus nesta sexta-feira (2) e um único óbito decorrente da doença, segundo dados disponibilizados em boletim da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa).

Com os novos números, o estado chega a 66.473 diagnósticos de Covid-19 e 1.368 vítimas fatais do novo coronavírus. A morte foi de um homem de 42 anos em Porto Velho.

As cidades com maior número de óbitos registrados são:

  • Porto Velho – 727
  • Ariquemes – 93
  • Guajará-Mirim – 87
  • Ji-Paraná – 79
  • Vilhena – 58
  • Cacoal – 34

Já as cidades com maior número de casos da doença são: Porto Velho (30.286), Ariquemes (5.506), Vilhena (3.724), Guajará-Mirim (2.980), Ji-Paraná (2.982) e Cacoal (2.357).

Também foi informado que o estado tem:

  • 58.638 pacientes recuperados
  • 6.467 casos ativos
  • 260 pacientes internados
  • 207.570 testes realizados
  • 596 aguardando resultados dos exames no Lacen

Dados de março são contabilizados a partir do dia 20, quando o Estado reconheceu o primeiro diagnóstico de Covid-19.

**Dados de outubro são contabilizados do dia 1º até a data de publicação desta matéria.

Média Móvel

Com os dados da última quinta-feira (1º), Rondônia apresenta queda de -30% na média móvel de óbitos do novo coronavírus.

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás.

Coronavírus já infectou mais de 1,4 mil indígenas de 16 povos em Rondônia, diz entidade

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Os casos confirmados do novo coronavírus entre os indígenas de Rondônia chegou a 1.405. O número corresponde ao levantamento computado até 1º de outubro de 2020 pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), divulgado na noite de sexta-feira (2).

O estado segue com 28 mortes registradas entre os povos na região. Outros 66 indígenas estão sob suspeita de infecção.

Conforme a COIAB, os povos indígenas atingidos em Rondônia pela Covid-19 são:

  1. Aikanã;
  2. Arara Karo;
  3. Cinta Larga;
  4. Kanoê;
  5. Karitiana;
  6. Karipuna;
  7. Kassupa;
  8. Mura;
  9. Oro War;
  10. Paiter Suruí;
  11. Parintintin;
  12. Piripkura;
  13. Puruorá;
  14. Sakirabiat;
  15. Tupari; e
  16. Wajuru.

O estado com mais povos atingidos segue sendo o Amazonas (35), seguido de Pará (25) e Mato Grosso (18). Rondônia continua aparecendo em quarto lugar com 16 comunidades indígenas afetadas. A COIAB também cita que há 778 casos suspeitos, 25.356 casos confirmados e 670 mortes registradas em 132 povos indígenas da Amazônia por causa do Sars-Cov-2.

O levantamento da organização é feito com base em boletins informativos e notas de falecimento emitidas pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, além de relatos de lideranças indígenas, profissionais da saúde indígena e organizações que fazem parte da rede da entidade.

Alerta

Em meados de abril deste ano, entidades já alertavam sobre o perigo do avanço do novo coronavírus entre as aldeias do estado. Dom Roque Paloschi, presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), informou à época que o Cimi orienta que os indígenas cumpram com as recomendações das autoridades de saúde de permanecerem dentro das aldeias para evitar a disseminação da doença.

A Fundação Nacional do Índio (Funai) respondeu na ocasião, por meio da assessoria, que se mobiliza para atuar no combate ao novo coronavírus, assim como os demais órgãos do Governo Federal.

Também negou que exime das obrigações legais, “sempre primando pelo zelo e atenção em suas ações, as quais repercutem diretamente sob o modo de vida dos indígenas neste momento atípico”.

Curva em ascensão

Rondônia registrou 212 novas infecções por coronavírus na sexta-feira (2) e um único óbito decorrente da doença, segundo dados disponibilizados em boletim da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa).

Com os novos números, o estado chega a 66.473 diagnósticos de Covid-19 e 1.368 vítimas fatais do novo coronavírusA morte foi de um homem de 42 anos em Porto Velho.

As cidades com maior número de óbitos registrados são:

  • Porto Velho – 727
  • Ariquemes – 93
  • Guajará-Mirim – 87
  • Ji-Paraná – 79
  • Vilhena – 58
  • Cacoal – 34

Já as cidades com maior número de casos da doença são: Porto Velho (30.286), Ariquemes (5.506), Vilhena (3.724), Guajará-Mirim (2.980), Ji-Paraná (2.982) e Cacoal (2.357).

Agevisa orienta a população para prevenção da Doença de Chagas em Rondônia

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Em Rondônia até setembro de 2020, foram notificados e investigados 20 casos suspeitos de Doença de Chagas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, sendo um confirmado e 19 descartados. Mesmo não sendo um número alarmante de casos, a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa), orienta sobre os cuidados que devem ser tomados para evitar a doença.

De acordo com a coordenação Estadual do Programa de Vigilância e Controle de Doenças de Chagas da Agevisa, medidas estão sendo adotadas para minimizar os problemas advindos da doença, que implicam em realizar ações integradas entre Agevisa, Setor de Entomologia, Análises Clínicas do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron) como referência estadual e os municípios com os serviços de saúde local.

O coordenador Estadual do Programa de Vigilância e Controle, José Maria Silva Nobre, explica que todos os casos suspeitos de Doença de Chagas, por ser um agravo de notificação compulsória imediata, deverão ser comunicados em até 24h ao serviço de Vigilância em Saúde da Agevisa no telefone (69) 3216-5294. “Para todos os casos suspeitos de Doença de Chagas devem ser preenchidas a Ficha de Notificação e Investigação de Caso no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), e deverá ser concluído em 60 dias”.

TRANSMISSÃO

A doença de Chagas é uma infecção humana causada pelo protozoário flagelado Trypanosoma cruzi, nome científico do protozoário transmissor da doença, popularmente conhecido como barbeiro, e apresenta duas fases clínicas: aguda, que pode ou não ser identificada (assintomática) e a crônica, que precisa ser tratada com medicamento específico.

O coordenador José Maria Silva Nobre, explica que a doença pode ser transmitida por diversas formas, sendo elas via vetorial através da pele lesada ou com mucosas, via transfusional por transplante de órgãos de doadores infectados, via vertical passagem de parasitas de mulheres infectadas que passam para o bebê, via oral por ingestão de alimentos contaminados com os protozoários vivos e via acidental por manipulação em laboratório com material contaminado.

Os sintomas da doença são febre constante e não muito elevada entre 37,5º a 38,50. C, diarreia, vômitos, inapetência, cefaleia, mialgias, aumento de gânglios linfáticos, manchas vermelhas na pele, de localização variável, com ou sem coceira, esclarece o coordenado de Controle de Doenças de Chagas.

Caso a pessoa esteja com o sintoma da doença precisa realizar o exame. Existem dois tipos que devem ser feitos, o parasitológico que é aquele em que o parasita é observado diretamente em uma lâmina pelo analista e é realizado nas Unidades Básicas de Saúde, e dispensam qualquer outra evidência complementar adicional para a infecção. E, o exame sorológico, que é um exame complementar aos exames parasitológicos, onde caso seja detectada a presença da infecção, deve sempre ser colhido em casos suspeitos ou confirmados de Doença de Chagas e enviado ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen).

Com os resultados positivo dos exames, José Maria, orienta para o paciente consultar o centro de saúde ou a equipe de referência do seu município. “Benznidazol é a droga disponível para o tratamento específico da Doença de Chagas Aguda, e Crônica sem complicações”.

José Maria, recomenda que devido à pandemia do coronavírus, as pessoas afetadas pela doença de Chagas, devem seguir as recomendações das autoridades de saúde do seu município.

PREVENÇÃO

A Coordenadoria Estadual do Programa de Vigilância orienta sobre os cuidados para evitar a doença, como tapar buracos e rachaduras nas paredes, e manter higiene de lugares que podem servir de refúgio para o barbeiro. Cuidar da alimentação evitando alimentos crus, caldo de cana e suco de açaí em locais desconhecidos, e evitar animais dentro da casa que podem servir de fonte alimentar dos barbeiros, como cães, gatos e roedores. “Encontrou insetos (Barbeiros), entrega ao setor de endemias do município ou secretaria municipal de saúde para ser encaminhado ao Lacen, em recipientes sem furos e sem qualquer produto químico”, orienta José Maria.

Produtores de Rondônia iniciam plantio de soja da safra 2021; expectativa é alcançar produção de 420 mil hectares

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Produtores de Rondônia iniciaram o plantio de soja da safra 2020/2021. A expectativa de plantio para o próximo ano é de 420 mil hectares, podendo chegar a 3.600 mil quilos por hectare de produção de soja, com uma média acima de 56 sacas. A largada do plantio da soja no Estado foi realizada na Fazenda Azamo, no distrito de Jaci-Paraná, em Porto Velho.

A cultura no Estado está presente em 348,4 mil hectares e, em 2019, atingiu uma produção de 1.233,7 toneladas. A produtividade média em Rondônia é de 3.541 kg/ha, variando positivamente em 6,5%, comparando com a safra passada. A produção apresentou aumento de 11,2%, reflexos do aumento da área e produtividade.

De acordo com o secretário de Estado da Agricultura (Seagri), Evandro Padovani, o Estado de Rondônia é o terceiro maior produtor de soja da região Norte. “Hoje a soja é a principal cultura que movimenta a economia do Estado, representando 13% do Valor Bruto da Produção (VBP). Por ano, a área de produção cresce em torno de 20% em Rondônia e poderá chegar a um milhão de hectares nos próximos cinco anos”, disse Padovani.

Considerando as últimas duas safras, a exportação de soja de Rondônia superou os $ 411 milhões (dólares) com a venda de mais de 3,8 milhões de toneladas, tendo a Holanda, Espanha, Turquia, México e China como principais compradores, segundo o Ministério da Economia. Conforme mostra o gráfico comparativo, elaborado pela equipe de Agrodados da Seagri, entre os resultados de 2019 e 2020 quanto ao destino da soja de Rondônia, mostra que ao tempo em que ocorre redução na exportação para a Holanda, detecta-se aumento de exportação para os demais países com destaque para o mercado chinês.

De acordo com o economista da Seagri, Avenilson Trindade, o cultivo e a produção de soja têm importância histórica para o Brasil. A oleaginosa foi introduzida no país no início do século XX, porém seu desenvolvimento se deu a partir da década de 1970, para atender ao mercado internacional de óleo comestível. Até hoje o objetivo principal da comercialização do produto é atender ao mercado internacional, notadamente o mercado chinês, absorvendo 78% da soja brasileira, segundo dados do Ministério da Economia.

“O cultivo da soja foi se expandindo da região Sul para o norte do país, ocupando o que chamamos de “fronteira agrícola”. A soja vem tomando áreas antropizadas e muitas vezes abandonas pelo desgaste da criação de gado e outros culturas. O cultivo vai transformando as paisagens nacionais e aumentando cada vez mais a sua importância para a economia brasileira”, explicou.

O crescimento na safra 2019/2020 foi da ordem de 3% alcançando quase 37 milhões de hectares, conforme mostra os dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab 2019). O fato é explicado pela forte liquidez do produto na comercialização e nas expectativas futuras de preços no mercado.

Obra da ponte que liga Rondônia ao Acre avança e recebe vistoria do ministro de Infraestrutura

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A obra da ponte sobre o rio Madeira, no distrito de Abunã, em Porto Velho, que liga Rondônia ao Acre foi classificada como prioritária pelo Governo Federal, avança para reta final e passou por vistoria nesta sexta-feira (2) pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Acompanhado do governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, do governador do Acre, Gladson Cameli, e de parlamentares da bancada federal, o ministro percorreu a ponte de uma ponta a outra conferindo os avanços na estrutura. A ponte terá no total 1,9 quilômetros de extensão.

“O presidente Bolsonaro tornou essa obra prioridade nacional e está prosseguindo, graças ao empenho de todos, é um esforço coletivo”, disse o ministro destacando os esforços do executivo federal, juntamente com o governo dos dois estados e a bancada federal.

A ponte gerará impactos sociais e econômicos positivos.”É muito importante para a população de Rondônia e do Acre, que há anos estava refém da travessia por balsas, e o que está acontecendo aqui é que estamos trazendo dignidade, resgatando o direito de ir e vir das pessoas”, considerou o ministro.

Ele ainda destacou como está o andamento da obra e anunciou a expectativa de que em dezembro, o presidente Jair Bolsonaro vai inaugurar a ponte.

“O aterro do lado de Rondônia está sendo feito, e já está chegando na base de brita. Estamos fazendo também a concretagem de uma galeria, e tão logo ela fique pronta a gente vai fazer a complementação do aterro. E então vamos fazer o asfalto de acesso a ponte”, explicou o ministro.

O governador Marcos Rocha ressaltou a importância da obra como impulsionadora do desenvolvimento.

“Nós que pensamos no fortalecimento da economia sabemos que é através dessas ações que vamos conquistar melhorias para a nossa população. Agradeço ao presidente Bolsonaro e o ministro Tarcísio. Que o nosso Brasil seja cada vez melhor e que Deus nos abençoe”.

Marcos Rocha destacou ainda que apesar da travessia ser feita inteiramente dentro do Estado de Rondônia, ela é importante também para os estados do Acre, Amazonas, e Roraima, sendo um avanço para a integração do Norte com o restante do país.

Michellegate

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O vocalista da banda Detonautas, Tico Santa Cruz, materializou em música aquilo que todo mundo no Brasil quer saber. Por que Fabrício Queiroz fez tantos depósitos na conta de Michelle Bolsonaro. Foram 27 cheques que totalizam R$ 89 mil. “Hey Michelle, conta aqui pra nós. A grana que entrou na sua conta é do Queiroz?”, questiona a música “Micheque”. O assunto já estampou as páginas dos principais jornais e revistas brasileiras, mas agora está ganhando espaço no impiedoso tribunal da internet. Os internautas querem saber de onde vêm as transações financeiras e não perdoam o envolvimento da família Bolsonaro com o ex-assessor de Flávio Bolsonaro e que está preso como um dos integrantes de um grande esquema de rachadinhas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

O ex-policial Queiroz foi preso quando estava refugiado em um sítio de Atibaia pertencente ao advogado Frederick Wassef, que trabalhava para Flávio e para o presidente. Hoje, Queiroz está em prisão domiciliar no Rio de Janeiro.

Contrariada com a repercussão, Michelle foi à Delegacia de Crimes Eletrônicos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), em São Paulo, na quinta-feira da semana passada. Ela precisou comparecer à polícia porque é o procedimento exigido em caso de denúncias de crimes contra a honra. No pacote de lamúrias da primeira-dama estão jornalistas, políticos e artistas. No caso da Banda Detonautas e Tico Santa Cruz, o tiro saiu pela culatra. Não podia ser pior. A reclamação de Michelle promoveu a música. De 700 mil visualizações antes da queixa, o clip subiu para mais de 2,3 milhões de acessos, apenas no Youtube. Nas demais mídias sociais, os números são ainda mais expressivos: em torno de 10 milhões de usuários embalaram comentários para comentar a música “Micheque”.

Música da discórdia

Tico contou que já tinha a melodia pronta para a música, mas a inspiração para a letra ele teve no dia em que Bolsonaro ameaçou de “encher de porrada a boca de um jornalista” em Brasília. “Corremos para gravar, mixar e produzir. É uma letra direta, bastante inocente. Mas, depois da tentativa de censura feita pela primeira-dama, ela disparou”, conta o músico. Ele diz que tomou muito cuidado para não ultrapassar os limites legais. Chegou a consultar um advogado e diz estar devidamente respaldado. Tico reafirma a importância da música e dos artistas exporem suas opiniões. “É importante que a sociedade esteja atenta sobretudo em relação aos que nos governam. Concordo com a Michelle de que ela está numa posição delicada. Mas ela precisa cobrar é o presidente. Saber porque esses depósitos foram feitos na conta dela. De certa forma, ela está sendo usada”, afirmou o cantor.

Ataque à honra é o que alegam o defensores de Michelle. “Vejo como natural ela se sentir ofendida”, argumentou o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), um dos aliados do governo. Trad diz ainda que as irregularidades cometidas pela primeira-dama surgiram antes de Bolsonaro tomar posse e que o presidente já explicou tudo. “Houve uma transação entre duas pessoas. Não há mais o que explicar, nem há um caminho para investigação”, disse o senador. No entanto, Trad não conseguiu explicar, porém, porque Bolsonaro admitiu que o empréstimo a Queiroz era de R$ 40 mil e a primeira–dama recebeu R$ 89 mil. “Aí tem que perguntar ao presidente”, desconversou Trad. Já o senador Jorge Kajuru (Cidadania-GO) pensa diferente. Diz que ele foi o primeiro a assinar um pedido de CPI, atendendo pedido do senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP), para investigar os cheques de Michelle. “Não conseguimos as 27 assinaturas necessárias para protocolar a CPI, mas quem não deve não teme”, disse Kajuru. No entanto, o senador pensa que a primeira-dama seja apenas uma vítima na história.

Além dos ataques que tem recebido nas redes por causa dos depósitos de Queiroz, Michelle tem sido alvo de críticas também da própria família. Quando sua avó de 80 anos faleceu por Covid-19 no último dia 12, seu primo, o youtuber Eduardo D´Castro, acusou a primeira- dama de abandonar a avó. “Obrigado por você não ter feito absolutamente nada por nossa avó. Tanto poder, tanta influência e por vergonha, sim vergonha, não ajudou seu próprio sangue”, escreveu o primo na internet. O próprio primo divulgou o que seria a resposta de Michelle às suas críticas: “Deixa de ser cretino. Cuidado com as postagens seu moleque”, reagiu a primeira-dama. O fato é que a avó de Michelle vivia na favela Sol Nascente, na periferia de Brasília, e não teve maior atenção da família presidencial.

Mudando o perfil

Nem mesmo a gradual mudança na aparência de Michelle consegue disfarçar o incômodo vivido por ela nos últimos dias. No lugar das aparições mais descontraídas que sempre marcaram suas poses em fotografias oficiais, a primeira-dama agora procura dar um ar mais sério. Ela cortou e deixou os cabelos mais escuros. E até alguns procedimentos estéticos, desde o arqueamento das sobrancelhas à troca de silicones, foram realizados. As roupas, já discretas, mas um pouco mais justas, deram lugar agora a um estilo mais palaciano e menos jovial. A assessoria do estilista Ricardo Almeida confirma que ele foi escalado para “repaginar” as roupas da esposa do presidente “A Michelle é uma pessoa educada, bonita e elegante, Por isso, o Ricardo achou pertinente que ela usasse nossas roupas”, explica a assessoria do estilista. Entretanto, todos os artifícios usados por Michelle para garantir-lhe a pompa da liturgia do cargo caem por terra com o desconforto das críticas que ela vem recebendo nas redes sociais nos últimos tempos.

“Concordo com a Michelle que ela está numa posição delicada. Ela precisa cobrar do presidente o que está acontecendo com ela”, Tico Santa Cruz, vocalista dos Detonautas

MICHEQUE

Vontade de pegar
essa sua boca e
encher de porrada

Hey Michelle,
conta aqui pra nós

A grana que entrou na
sua conta é do Queiroz?

Hey capitão, como
isso aconteceu?

Levante a mão pro
alto e agradeça muito a Deus

Detonautas Roque Club

Polícia estrangula “gatonet” do maior grupo miliciano na Zona Oeste do Rio

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro deagrou uma operação em um bairro da Zona Oeste da capital e duas cidades da região metropolitana, nesta sexta-feira, 2, contra o maior provedor de internet dessas regiões e que atua sob anuência do miliciano Wellington da Silva Braga, o Ecko, apontado como o atual líder da chamada Liga da Justiça, organização criminosa que extorque comerciantes e moradores desses locais na capital uminense.

A ação foi desencadeada pela Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), com apoio de equipes técnicas de concessionárias de telefonia.

Segundo informações da polícia, a empresa que foi alvo da operação fatura R$ 6,5 milhões por mês fornecendo internet clandestina, também conhecida como “gatonet”, a cerca de 110 mil assinantes no Rio.

O proprietário da companhia, cuja identidade não foi revelada, foi preso em agrante hoje pelo crime de receptação qualicada. De acordo com a Polícia Civil, a empresa usa cabos de distribuição de internet de propriedade das concessionárias de serviço público para fornecer a rede nos locais de atuação da milícia.

VEJA apurou que o objetivo da polícia é estrangular o uxo nanceiro que sustenta a milícia de Ecko, tida como a maior – e a mais temida – do Rio. De acordo com informações da inteligência da polícia, a meta da atual gestão da Secretaria da Polícia Civil é estancar o nanciamento desse tipo de organização criminosa.

A quadrilha de Ecko é apontada como uma das milícias mais perigosas da cidade, com ramicações que se estendem a outros municípios da Baixada Fluminense.

O Portal Procurados oferece R$ 10 mil por denúncias a respeito da captura de Ecko. De acordo com investigações, o miliciano tem uma aliança com tracantes da facção TCP (Terceiro Comando Puro), coapta ex- tracantes para a sua quadrilha e permite o comércio de entorpecentes nas comunidades que controla – contanto ele que obtenha um porcentual do lucro das vendas.

Réu por homicídio, organização criminosa e extorsão, Ecko segue foragido da Justiça. Ele é irmão de Carlinhos Três Pontes, ex-chefe da milícia Liga da Justiça e que foi morto em agosto de 2017.

Execução da Aldir Blanc em Rondônia é apurada pelo MPF após relatos de atrasos

MPF investiga atrasos e uso de recursos da Aldir Blanc em Rondônia

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Levantamento preliminar cita cerca de R$ 23 milhões sem execução em 2025.
Morcegos com raiva em Rondônia exigem alerta de saúde e acionamento da zoonoses

Agevisa aponta três morcegos com raiva em Rondônia

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Exposição suspeita exige lavagem imediata e avaliação em unidade de saúde.
Composição das vacinas contra Covid-19 é atualizada pela Anvisa com novas variantes

Anvisa atualiza composição das vacinas contra Covid-19

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LP.8.1 e derivados de JN.1 entram entre as opções admitidas para atualização dos imunizantes.
Fagner Peixoto no PodRondônia fala sobre trajetória no campo, agronegócio, cafeicultura, obras públicas e desenvolvimento de Rondônia

Nova lei detalha formação continuada na educação pública

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Fagner Peixoto relembra a origem no campo, a força da família, o agro, o café e a atuação em obras públicas.
Parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR têm nova regra de cálculo para famílias

Nova regra atualiza parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR

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Faixa de 10% passa a alcançar renda familiar mensal de até R$ 1.621.