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segunda-feira, julho 13, 2026
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VEJA VÍDEO: Chuva de granizo assusta moradores no interior de Rondônia

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Uma chuva de granizo assustou os moradores de Cerejeiras (RO), fato ocorrido na tarde desta quarta-feira (30), atingindo vários bairros da cidade.

Imagens e vídeos do temporal circularam nas redes sociais. Além do granizo, há relatos de queda de árvores e destelhamento de casas.

No bairro Floresta, uma tampa de caixa d’água foi arremessada longe pelo forte vento que antecipou a precipitação.

Segundo apurou a reportagem, até o fechamento desta nota, nenhuma ocorrência havia sido registrada no Corpo de Bombeiros, em razão da chuva que durou uns vinte minutos.

Bolsonaro supera Dilma, e desemprego é o pior da série histórica

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Jair Bolsonaro vem colecionando feitos históricos, nada abonadores. A cotação nominal do dólar é a mais alta de todos os tempos. As queimadas na Amazônia e no Pantanal são as maiores das últimas décadas. O troca-troca nos ministérios é recorde para um período inferior a dois anos de mandato. E agora, o número de desempregados atingiu o maior nível desde o início da Pnad (amostra por domicílios) contínua. O “mito” também é recordista em preços de arroz e gasolina.

No quesito “estelionato eleitoral”, o amigão do Queiroz também mostra-se insuperável. Prometeu combater a corrupção, mas vem destruindo a Lava Jato. Prometeu jamais fazer conchavos políticos, mas aliou-se ao Centrão. Prometeu ser reformista e liberal, mas tornou-se um mero populista eleitoreiro. Criticava o Bolsa Família, mas está criando o Renda Cidadã. Prometeu reduzir o Estado, mas está propondo novos impostos.

Do lado moral e ético, melhor sorte não assiste ao maridão da “Micheque”. Conchavou-se com Dias Toffoli, para proteger o Rei do Panetone, o bolsokid Flávio Rachadinha, e com Davi Alcolumbre, para minar os projetos de endurecimento das leis anticorrupção e prisão após condenação de segunda instância, a fim de agradar os deputados e senadores enrolados com a Justiça, e assim garantir proteção ao outro pimpolho, o Dudu Bananinha.

Dentre as mentiras escandalosas que Bolsonaro conta, está o proclamado “ótimo time” de ministros e secretários. Quais? Damares? Mario Frias, o quinto na Cultura, após Regina Duarte (tadinha), Roberto Alvim (fã de Goebbels) e outros dois pobres coitados? Milton Ribeiro, o pastor homofóbico e ministro (meu Deus!) da Educação, que substituiu Abraham Weintraub (que “vazou” do País), e que substituiu, como é mesmo o nome?, Ricardo Vélez (o breve)? Ou quem sabe Sérgio Camargo, da Fundação Palmares? Ah, me esqueci do Ricardo “Nero” Salles, o ministro do desmatamento, hehe.

E o que dizer das escolhas técnicas, sem interferência política? Onde está Sergio Moro? Onde está Henrique Mandetta? Onde está Salim Mattar? Onde está Mansueto Almeida? Onde está Paulo Uebel? Onde está Marcos Cintra? Dos ótimos quadros que iniciaram a equipe ministerial, só restaram, salvo esquecimento ou engano de minha parte, Paulo Guedes (por quanto tempo?), Tarcísio de Freitas e Tereza Cristina.

No campo das relações exteriores, o pai do arruaceiro digital Carlucho coleciona uma série de catástrofes. Se indispôs, de forma grotesca, com a França. E com a Alemanha e a Noruega. Com a Argentina e a China. Simplesmente os mais influentes países europeus ou nossos principais parceiros comerciais, ao lado dos Estados Unidos. Pelo menos com os americanos, diante tamanhas submissão e subordinação, estamos em paz. Até doação de cloroquina nós recebemos deles.

Por falar em cloroquina, ou melhor, em Covid-19, o negacionista desdenhou do vírus e seus efeitos. Como um psicopata, promoveu aglomerações e incentivou o não-uso de máscaras. Irresponsável, conclamou o povo à desobedecer as leis e a desrespeitar o isolamento social determinado por prefeitos e governadores. Em março, profetizou menos de mil mortes em todo o País. Em abril, disse que o vírus estava indo embora. Prometeu salvar o mundo com vermífugo, mas acabou oferecendo cloroquina às emas do Palácio.

Hoje o Brasil conta com quase cinco milhões de contaminados. Estima-se, no mínimo, oito vezes mais que isso. Quase duzentos mil mortos. Estima-se de 30% a 40% a mais. Por mortos por milhão de habitantes, somos o primeiro lugar dentre os países do G20. Em números absolutos, só “perdemos” para Estados Unidos e Índia. Sabem o que disse o nosso Presidente Pinóquio? “Estamos praticamente vencendo o vírus. O Brasil foi um dos países que melhor enfrentou a pandemia”. Então, tá, presida! Diga isso aos familiares e amigos das vítimas fatais. Só ontem foram quase mil mortos. Outra vez.

Acabou? Não. Infelizmente. Seu alvo preferencial, a imprensa, nunca esteve sob tamanha ameaça pós-regime militar. Mandou jornalistas calarem a boca. Ameaçou enchê-los de porrada. Incentivou seus bate-paus a agredirem verbalmente e fisicamente os repórteres. Seus alvos secundários, o Congresso e o Supremo, estiveram à beira da tentativa de um golpe (admitido por Eduardo Bolsonaro). Nossa democracia talvez deva ser grata ao… Queiroz! Do contrário, talvez o cabo e o soldado estivessem, hoje, me buscando para me dar uns belos petelecos. E Sara Winter seria ministra.

Caminhamos para o fim do segundo ano de mandato deste senhor. Parece um século, de tão estafado que estou. “Bem feito”, me dizem alguns amigos e inimigos. “Quem mandou votar nele?”. Pois é. Votei para me livrar da gangue lulopetista e do atraso que representam as esquerdas, e acabei recebendo algo tão nocivo e ruim quanto. E pior: hoje, cada vez mais parecido com o corrupto e lavador de dinheiro Lula da Silva, Bolsonaro caminha firme para uma possível e provável reeleição.

O leitor coerente e desapaixonado pode se perguntar: “como isso é possível, diante do quadro (real e incontestável) descrito acima?”. Bem, é possível por várias razões: Bolsonaro deixou de tretar diariamente com a imprensa. Enfiou sua viola golpista no saco e parou de pregar AI-5 e outras porcarias do gênero. Sentou no colo do Centrão, distribuiu cargos e verbas e formou base de apoio. Adotou o assistencialismo, que chamava de esmola ou Bolsa Farinha, e descobriu que os pobres votam.

Tudo isso somado, meus caros, trouxe o “coiso” para um patamar de 40% de aprovação. Caso o Brasil não degringole economicamente (o que é bem plausível) nem um Queiroz, ainda maior, apareça, a chance de um repeteco eleitoral, em 2022, com embate entre PT e Bolsonaro, é bastante provável. A alternativa seria uma candidatura forte, coesa, de centro-esquerda ou centro-direita. Mas quem? Moro? Mandetta? Huck? Caiado? Doria? Conseguiria algum destes chegar ao segundo turno? Conseguiria bater ou Bolsonaro ou um nome forte da esquerda?

Acabo de ler algumas manchetes do dia: “Avô estupra neta no dia do aniversário de nove anos; Mulher mata filhos de oito e dezoito anos à facadas e depois se suicida; STF confirma sentença do Júri e mantém absolvição de homem que esfaqueou a ex alegando “legítima defesa da honra”; Apenas 23% dos brasileiros confiam na Ciência; No leblon, ocupante de conversível e cliente de bar da moda trocam tapas; No restaurante Gero, em São Paulo, ricaços batem boca e ameaçam chamar delegados amigos; Em Minas, mulher é presa por andar nas ruas com crânio furtado de cemitério”.

Eis aí algumas pistas para a resposta da pergunta, feita ao final do parágrafo acima. O que fazemos, afinal, nós, os letrados; nós, os educados; nós, os limpinhos; nós… os brasileiros, para merecermos algo melhor do que o que temos hoje, aboletado em Brasília? É mera retórica para pensar no fim de semana. Abraços.

Vídeo: Caminhão de cervejas tomba e pessoas encaram lama para saquear carga

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Um caminhão carregado de cerveja caiu nesta quarta-feira (30), em um canal no bairro do Jurunas, em Belém (PA). Um vídeo, que circula nas redes sociais, mostra diversas pessoas encarando a lama até a cintura para saquear parte da mercadoria do caminhão. As informações são do Uol.

https://www.facebook.com/joelsinho.dacharminho/videos/1912138138927008/

De acordo com testemunhas, o acidente ocorreu após o motorista do caminhão tentar desviar de um carro. Duas pessoas estavam no veículo. A Polícia Militar foi acionada e isolou a área para evitar que o restante da carga de cerveja fosse saqueada.

O motorista do veículo sofreu ferimentos leves, foi atendido e passa bem. Ainda conforme a Polícia Militar, o veículo foi guinchado do local e ninguém foi preso.

Bolsonaro sanciona lei que prevê teto de R$ 100 mil para obras sem licitação durante pandemia

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O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta quarta-feira (30), a lei que estabelece teto de R$ 100 mil para obras executadas pelo poder público sem licitação durante a pandemia do novo coronavírus. O limite anterior à MP era de R$ 8 mil ou R$ 15 mil, conforme o tipo de obra.

Essas regras já estão em vigor desde maio, quando foram editadas pelo governo em uma medida provisória. Com a aprovação no Congresso e a sanção presidencial, o novo limite fica consolidado durante a pandemia e não corre risco de perder validade.

A sanção foi anunciada pelo Palácio do Planalto e a lei foi publicada no “Diário Oficial da União”, cuja edição saiu na madrugada desta quinta (1º).

A lei, assim como a medida provisória inicial, também autoriza o pagamento antecipado a empresas que firmarem contratos com o poder público. O texto vale para todos os níveis da administração pública – isto é, contratos da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

As mudanças valem somente durante a vigência do decreto de calamidade pública, portanto, até 31 de dezembro deste ano.

Valores

Atualmente, a lei dispensa licitação e autoriza a modalidade de convite para alguns tipos de contrato. São casos em que os custos do edital de licitação não compensam, na comparação com o valor do contrato em si.

Essa modalidade de convite tem um processo simplificado. A administração pública escolhe pelo menos três interessados e envia uma “carta-convite” para que as empresas apresentem, dentro de cinco dias, as propostas.

Não é necessária a divulgação oficial do edital por órgão público ou via meios de comunicação. A lei para anos “convencionais” prevê essa modalidade para:

  • obras e serviços de engenharia: até R$ 15 mil;
  • compras: até R$ 8 mil.

A MP, agora convertida em lei, permite a seleção por convite para contratar sem licitação:

  • obras e serviços de engenharia: até R$ 100 mil;
  • compras: até R$ 50 mil.

O teto é estabelecido para o valor global do contrato, de uma única compra.

Antecipação de pagamento

A nova lei também autoriza pagamento antecipado às empresas contratadas pelo governo, desde que o adiantamento seja “condição indispensável” para garantir a compra ou serviço ou para gerar economia de recursos.

O edital deve prever a antecipação do dinheiro e deixar claro que os recursos serão devolvidos à administração pública, corrigidos pela inflação, se o serviço não for feito.

Para evitar o descumprimento do contrato, o texto prevê que o adiantamento deve ser feito mediante:

  • comprovação da execução de parte da obra, antes do pagamento do valor total do contrato;
  • garantia como fiança ou seguro de até 30% do valor da obra;
  • emissão de título de crédito;
  • acompanhamento do transporte da mercadoria comprada;
  • exigência de certificação do produto.

O texto proíbe o adiantamento de valores se houver “dedicação exclusiva de mão de obra”, como acontece com a terceirização de serviços.

Outros pontos

A MP permite que o contrato seja firmado, obedecendo as novas regras, de março a 31 de dezembro, “independentemente do seu prazo ou do prazo de suas prorrogações”.

O texto também libera para qualquer obra ou compra aplicação do Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC), criado para situações específicas como Copa do Mundo e Olimpíada, e que serve também para ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e obras e serviços de engenharia do Sistema Único de Saúde (SUS).

Na votação da Câmara, os deputados acrescentaram pontos ao texto original da MP, mantidos pela senadora Soraya Thronicke (PSL-MS), relatora no Senado:

  • inclusão, entre os beneficiados pela medida, de escolas comunitárias e filantrópicas; organizações sociais; organizações da sociedade civil; e pontos de cultura;
  • os termos dos contratos estabelecidos conforme as normas da MP deverão ser publicados em site oficial;
  • altera lei deste ano que também permite a dispensa de licitação para contratação de serviços e aquisição de insumos destinados ao enfrentamento da pandemia. De acordo com a MP, se a compra for realizada por mais um órgão público, poderá ser usado o Sistema de Registro de Preços (SRP), nas modalidades de licitação de pregão e concorrência. O sistema serve como parâmetro para os funcionários públicos. É realizada uma “ampla pesquisa de mercado” e os preços mais vantajosos são publicados em veículo de imprensa oficial do governo para orientar os administradores regionais.

Bruno e Marrone se manifestam após boatos sobre separação: ‘Impressionante a força de uma mentira’

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Bruno e Marrone se manifestaram após comentários de que estariam se separando após mais de 30 anos de dupla. Os comentários surgiram após um desentendimento durante uma live feita em parceria com Jorge e Mateus em 13 de setembro.

“Somos como um casal que mora em casa separada e com vida pública. Nossos problemas acabam tomando grandes proporções, mas sempre soubemos como nos resolver”, afirma Marrone.

“É impressionante a força de uma mentira”, se limitou a dizer Bruno. O assunto chegou a ficar no topo dos mais comentados do Twitter nesta quinta-feira (1), gerando vários memes.

Segundo a assessoria de Bruno e Marrone, “a dupla se prepara para gravar um EP no próximo dia 07 de outubro em São Paulo e seguem juntos numa carreira construída desde 1986, ou seja há 34 anos”.

Mega-Sena, concurso 2.304: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio acumula em R$ 90 milhões

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O sorteio do concurso 2.304 da Mega-Sena foi realizado na noite desta quarta-feira (30) no Espaço Loterias Caixa, no terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

O prêmio era de R$ 60 milhões para quem acertasse as seis dezenas, mas acumulou. Para o sorteio deste sábado (3), o prêmio previsto é de R$ 90 milhões.

Confira as dezenas sorteadas: 12 – 21 – 29 – 54 – 56 – 57.

  • A quina teve 90 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 47.955,93.
  • A quadra teve 5.934 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 1.039,05.
Números sorteados da Mega-Sena nesta quarta-feira — Foto: Reprodução/Caixa

Números sorteados da Mega-Sena nesta quarta-feira — Foto: Reprodução/Caixa

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal – acessível por celular, computador ou outros dispositivos. É necessário fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Mais de 8,7 mil candidatos adotam títulos religiosos no nome de urna

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Mais de 8,7 mil candidatos nestas eleições adotaram títulos religiosos nos nomes que serão apresentados nas urnas. São esses nomes que, na maioria das vezes, eles utilizam para fazer campanha e conquistar votos. Os dados fazem parte de um levantamento realizado pelo G1 com base nos registros de candidaturas apresentados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e que ainda serão julgados nas próximas semanas.

Entre os títulos, o mais utilizado é o de pastor/pastora, com mais de 51% dos casos (4.426), seguido por irmão/irmã, com 41% (3.561). Como concentram a maior parte das candidaturas, os postulantes ao cargo de vereador apresentam também o maior número de títulos religiosos. Na sequência, aparecem os candidatos a vice-prefeito e, por último, os candidatos a prefeito.

Nomes ligados a religiões usados por candidatos nas eleições municipais de 2020 — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

Nomes ligados a religiões usados por candidatos nas eleições municipais de 2020 — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

Para realizar o levantamento, o G1 considerou os títulos que aparecem como o primeiro nome de urna dos candidatos. Por conta disso, não considera situações em que os candidatos usam em outra parte do nome da urna alguma referência religiosa. Após o primeiro levantamento na base, foi feita uma revisão para evitar situações que não remetiam a títulos religiosos.

Por lei, há poucas restrições para o uso de nomes nas urnas. De acordo com o TSE, o nome pode ter no máximo 30 caracteres. O candidato pode usar nome, sobrenome, cognome, nome abreviado, apelido ou o nome pelo qual é mais conhecido. Mas é proibido usar nomes que gerem dúvidas sobre a identidade do candidato, que atente contra o pudor ou “seja ridículo ou irreverente”. Outra proibição, segundo o TSE, é o uso de expressões ou siglas de órgãos da administração pública de qualquer nível (federal, estadual ou municipal).

Candidatos com nomes ligados a religiões por cargo disputado nas eleições 2020 — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

Candidatos com nomes ligados a religiões por cargo disputado nas eleições 2020 — Foto: Aparecido Gonçalves/G1

Na avaliação do professor e cientista político da Universidade Federal de Goias (UFG) Pedro Mundim, o uso de títulos ou expressões religiosas nos nomes dos candidatos segue uma tendência de aumento da participação de lideranças religiosas ou de políticos ligados a igrejas nos processos eleitorais do Brasil.

“As instituições e seus membros, como é o caso das instituições religiosas, procuram meios de influenciar políticas públicas, leis, decisões de governo. Eles têm uma visão de mundo e querem refletir isso nas políticas. Desde os anos 2000, temos visto um aumento da participação de candidatos vinculados a grupos religiosos ou a igrejas”, explica Mundim.

Segundo o professor da UFG, especialista em comportamento eleitoral, os eleitores guiam suas decisões, muitas vezes, por sistemas de crenças. O uso de termos ou títulos religiosos pelos candidatos busca justamente oferecer um atalho para os eleitores, isto é, uma forma de processar a informação e tomada de decisão baseada na identificação religiosa.

“Em comportamento eleitoral, dizemos que, quando você tem mapeado o sistema de crenças, sejam elas de natureza política, religiosa ou moral de uma pessoa, você consegue razoavelmente prever como ela votará. Se uma pessoa tem alto nível de engajamento com uma crença religiosa, é mais fácil saber como ela votará. Então, se você tem um candidato apoiado por uma igreja ou um candidato que procura se identificar com esta ou aquela igreja ou denominação religiosa, maiores são as chances de ele mobilizar eleitores que se identificam com essa crença. O uso dos títulos religiosos nos nomes das urnas está dentro dessa lógica. Ou seja, de uma busca pelo candidato para que o eleitor o identifique rapidamente”, afirma Mundim.

Eleições 2020 terão o maior número de candidatos militares dos últimos 16 anos

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A eleição de 2020 já é a disputa municipal com o maior número de candidatos policiais e militares dos últimos 16 anos. Em números absolutos, são 6,7 mil postulantes aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador em todo país, superior ao total registrado em 2012. O aumento dessas candidaturas também é de 12,5% em relação à eleição de 2016. Esses números, no entanto, podem ser ainda maiores, segundo especialistas, porque há casos de policiais ou militares que se autodeclaram apenas servidores públicos.

No levantamento feito pelo G1 na base do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foram considerados policiais militares, civis, bombeiros militares, integrantes das Forças Armadas e militares reformados. Entre essas categorias, a que apresenta a maior variação proporcional é a de integrantes das Forças Armadas, com aumento de 48% no comparativo com 2016. Mas em números absolutos essa categoria soma apenas 182 militares. Policiais militares, por outro lado, mantêm o maior número de candidatos de toda a série, chegando agora a 3,5 mil postulantes a um cargo político.

Como variou o número de candidatos de militares, por patente, em cada eleição municipal entre 2004 e 2020 — Foto: Wagner Magalhães/G1

Como variou o número de candidatos de militares, por patente, em cada eleição municipal entre 2004 e 2020 — Foto: Wagner Magalhães/G1

O aumento das candidaturas de militares neste ano é levemente maior que o total das candidaturas, que teve um crescimento de cerca de 10% quando comparadas com as de 2016. A maior parte dos militares candidatos disputa uma vaga para as Câmaras municipais (5,9 mil). Outros 387 são postulantes ao cargo de prefeito.

Quantos militares disputam cada cargo nas eleições municipais de 2020 — Foto: Wagner Magalhães/G1

Quantos militares disputam cada cargo nas eleições municipais de 2020 — Foto: Wagner Magalhães/G1

A distribuição dos candidatos militares por partido mostra que o PSL, partido pelo qual o presidente Jair Bolsonaro foi eleito em 2018, apresenta o maior número de registros. São 649 candidatos. Logo depois aparecem Republicanos (433), PSD (422) e MDB (402).

Número de candidatos militares, por partido, nas eleições municipais de 2020 — Foto: Wagner Magalhães/G1

Número de candidatos militares, por partido, nas eleições municipais de 2020 — Foto: Wagner Magalhães/G1

Na avaliação do professor de ciência política da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Adriano Codato, o crescimento de candidaturas de militares costuma estar associada a crises na área da segurança, quando o tema ganha muita visibilidade e acaba estimulando a participação de agentes da segurança nas eleições. O aumento neste ano, no entanto, pode estar associado à eleição de Bolsonaro.

“Como a crise de segurança pública já se tornou uma questão obrigatória da agenda política, como acesso à saúde, a questão da política de educação, e não houve um grande evento crítico, exceto as execuções aleatórias no Rio de Janeiro, a eleição de Bolsonaro em 2018, um candidato cuja carreira política esteve bastante identificada com os agentes de segurança, funcionando como um ‘super-sindicalista’ dessas categorias sociais de Estado, é razoável especular que sua presidência tenha trazido mais visibilidade a esses atores políticos e, assim, aberto uma janela de oportunidade a mais”, diz Codato, que é também coordenador do Observatório de Elites Políticas e Sociais do Brasil na UFPR.

A participação de mais candidatos militares altera o tipo de campanha. Segundo Codato, militares na política tendem a estimular discursos mais radicais de lei e ordem, mas ele destaca outro ponto relativo à atuação de políticos militares nas casas legislativas.

“A presença de forças repressivas do Estado nas campanhas eleitorais em geral traz mais radicalização para o discurso político, mas, também em termos gerais, é uma pregação aos radicais já convertidos ao radicalismo. O que um estudo recente aqui da UFPR mostra é que a atuação parlamentar dos policiais militares nas Assembleias Legislativas mostra baixa iniciativa e baixa capacidade de aprovação de temas ligados à segurança”, observa Codato.

Diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima considera negativa a eventual eleição de candidatos militares porque se cria mais confusão entre os papeis que eles terão que desempenhar. Ele defende o afastamento definitivo de servidores que desejam concorrer a cargos eletivos.

“Não há fronteiras nítidas entre polícia e política e isso é ruim. O uso de títulos militares ou cargos como ‘delegados’ pelos candidatos estimula a confusão e a ideia de voto pela ‘ordem’. Isso é ruim e o Brasil precisa olhar com cuidado. Juízes e promotores precisam sair das carreiras caso queiram ser candidatos. Agora, se saírem das carreiras, é legítimo, é saudável que exista o interesse pela política. É do jogo democrático. O que não dá é querer o melhor dos dois mundos”, afirma Lima.

Segundo o diretor-presidente do Fórum de Segurança, o interesse dos militares pela política vem crescendo antes mesmo de 2018, e parte disso se deve ao que ele chama de uma “convergência ideológica”, que uniu interesse pela pauta da ordem e dos costumes, e não um interesse pela política de segurança em si.

“Vejo o movimento de crescimento dos policiais na política como um processo que teve início muito antes do que 2018, que foi apenas o ápice de um processo de convergência ideológica entre pautas policiais e a pauta bolsonarista. Os policiais são peças-chave para entender o bolsonarismo, que não é só um projeto da família Bolsonaro. É a tradução de uma retomada conservadora mais ampla no Brasil. O foco deles não é a segurança pública em si, mas o debate sobre ordem e costumes, onde a ideia de autoridade ganha relevo”, aponta Lima.

MP de SP faz operação contra suposto esquema de sonegação e lavagem de dinheiro por distribuidoras de medicamentos

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O Ministério Público de São Paulo, a Receita Federal e Secretaria Estadual da Fazenda deflagraram nesta quinta-feira (1°) uma operação contra um suposto esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro envolvendo cinco grandes distribuidoras de medicamentos.

A investigação aponta que as fraudes causaram um prejuízo de R$ 10 bilhões aos cofres públicos nos últimos seis anos.

Além das cinco distribuidoras, duas redes varejistas e uma associação nacional de distribuidoras de remédios são alvos da operação.

Na residência de um dos alvos, sócio de uma rede de farmácias, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, a polícia encontrou R$ 8 milhões em dinheiro vivo guardados em quatro gavetas de um armário.

Na casa de um outro alvo, os investigadores encontraram R$ 200 mil em sacos de lixo. O montante teria sido descartado após a chegada dos policiais.

Dinheiro apreendido pela polícia durante operação em SP — Foto: Divulgação/MP, Secretaria Estadual da Fazenda e Receita Federal

Dinheiro apreendido pela polícia durante operação em SP — Foto: Divulgação/MP, Secretaria Estadual da Fazenda e Receita Federal

Foram cumpridos 88 mandados de busca e apreensão em empresas e na residência de pessoas ligadas aos esquema na capital paulista, em cidades da Grande São Paulo e nas regiões de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Marília, Piracicaba e Campinas.

Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos estados de Goiás e Minas Gerais. A Justiça determinou o sequestro de 17 imóveis.

Fraudes e lavagem de dinheiro

Segundo o MP, a investigação começou em 2017 com a deflagração da 1ª fase da Operação Monte Cristo, que tinha como alvo a rede de farmácias Farma Conde, com lojas na região do Vale do Paraíba.

Na ocasião, foram assinados acordos de colaboração premiada com alguns dos investigados, que renderam confissões e pagamentos de débitos fiscais estaduais e federais no valor de R$ 340 milhões.

Os colaboradores delataram a participação das distribuidoras Medicamental, Navarro, Dismed, Divamed e Mais Bella, de duas redes varejistas, a Bifarma e a Campeã, e da Abradilan, Associação Brasileira de Distribuição e Logística de Produtos Farmacêuticos, todas alvos da operação desta quinta (1°).

A reportagem do G1 tenta contanto com as empresas citadas.

Policiais fazem buscas em distribuidora de medicamentos em SP — Foto: Divulgação/MP. Receita Federal e secretaria da Fazenda

Policiais fazem buscas em distribuidora de medicamentos em SP — Foto: Divulgação/MP. Receita Federal e secretaria da Fazenda

MP de SP faz operação contra suposto esquema de sonegação e lavagem de dinheiro por distribuidoras de medicamentos — Foto: Divulgação/MP

MP de SP faz operação contra suposto esquema de sonegação e lavagem de dinheiro por distribuidoras de medicamentos — Foto: Divulgação/MP

Aos investigadores, os colaboradores revelaram que as empresas implementaram mecanismos de fraude fiscal com a aquisição de produtos de uma companhia sediada em Goiás.

Também era feita a utilização de distribuidoras paulistas de medicamentos atacadistas. Algumas dessas distribuidoras eram de fachada e assumiam a função de recolher o ICMS devido por antecipação tributária na entrada da mercadoria em território paulista.

O objetivo da fraude era obtenção de vantagem ilícita ao grupo, com a diminuição do custo final dos produtos.

Ministro dos Transportes vem a Rondônia amanhã e assina convênio de obras para Jaru, anuncia Mosquini

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O ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, estará em Rondônia amanhã para visita técnica na ponte do Abunã e assinar convênios de obras, anunciou o deputado federal Lúcio Mosquini (MDB-RO). Em Porto Velho, durante as visitas haverá uma cerimônia para celebrar a assinatura do Termo de Execução Descentralizada – TED, com o Exército Brasileiro, para o início das obras das travessias urbanas em Jaru, duplicação da pista no acesso à ponte e correções nos contornos. O ministro Tarcísio também assinará ordem de serviço para implantação de seis passarelas em Porto Velho.

Para o deputado Lucio Mosquini, que viabilizou o recurso para execução da obra em Jaru, é um momento muito importante. “A obra vai ser iniciada nos próximos dias, eu tenho lutado muito por esse momento, sei da importância para Jaru, vamos salvar vidas”, disse Mosquini. O exército irá executar o encabeçamento da ponte sobre o Rio Jaru, que posteriormente será duplicada. A cidade de Jaru será remodelada na BR 364, perímetro urbano. As marginais do setor 08 receberão uma moderna obra de infraestrutura e construção de acostamento.

Nas proximidades do laticínio Italac o exército irá construir uma rotatória, a finalidade é oferecer mais segurança a toda população. “Vamos trazer mais segurança para toda população que trafega diariamente na BR e tem que passar sobre a ponte para ir até o outro lado da cidade”, disse o Deputado federal Lucio Mosquini.

Execução da Aldir Blanc em Rondônia é apurada pelo MPF após relatos de atrasos

MPF investiga atrasos e uso de recursos da Aldir Blanc em Rondônia

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Levantamento preliminar cita cerca de R$ 23 milhões sem execução em 2025.
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Exposição suspeita exige lavagem imediata e avaliação em unidade de saúde.
Composição das vacinas contra Covid-19 é atualizada pela Anvisa com novas variantes

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LP.8.1 e derivados de JN.1 entram entre as opções admitidas para atualização dos imunizantes.
Fagner Peixoto no PodRondônia fala sobre trajetória no campo, agronegócio, cafeicultura, obras públicas e desenvolvimento de Rondônia

Nova lei detalha formação continuada na educação pública

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Fagner Peixoto relembra a origem no campo, a força da família, o agro, o café e a atuação em obras públicas.
Parcelas do Minha Casa Minha Vida FAR têm nova regra de cálculo para famílias

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Faixa de 10% passa a alcançar renda familiar mensal de até R$ 1.621.