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segunda-feira, julho 13, 2026
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EUA cobram ação maior do Brasil contra imigração ilegal

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O governo dos Estados Unidos cobrou nesta segunda-feira, 27, ação mais “agressiva” por parte do Brasil para conter o fluxo de imigração ilegal ao país, dias depois de remeter a Minas um voo com cerca de 70 brasileiros deportados. O secretário adjunto interino do Departamento de Segurança Interna dos EUA, Ken Cuccinelli, disse que o fluxo de imigrantes brasileiros ilegais aumentou nos últimos anos. O governo do presidente Donald Trump afirmou que o envolvimento do Brasil para controlar a emigração é “parte importante” para ser considerado um “bom aliado”.

“O Brasil tem um número enorme de imigrantes ilegais vindo aos Estados Unidos e precisa encarar e lidar com isso de forma mais agressiva do que fez no passado”, disse o secretário, em coletiva de imprensa. Cerca de 18 mil brasileiros foram detidos em 2019 tentando entrar nos EUA clandestinamente.

“O Brasil tem sido um canal para pessoas mesmo de fora do Ocidente chegarem aos EUA. Queremos ver patrulhamento melhor das fronteiras, mais segurança. Os países da América Central estão policiando as próprias fronteiras, protegendo melhor sua soberania. Esperamos ver o Brasil fazer mais isso, além de providenciar o retorno de brasileiros que vieram ao nosso país ilegalmente. Essa é uma parte importante de ser um bom aliado.”

Entre outras medidas por parte do governo Bolsonaro, ele sugeriu que o Brasil deveria transportar de volta ao País, por conta própria, brasileiros detidos nos EUA e reforçar a segurança interna das fronteiras. Hoje, os voos são custeados pelo governo americano.

As autoridades dos dois países estão em tratativas sobre a repatriação de quem não foi admitido nos EUA. Sem dar detalhes, ele disse que o Departamento de Segurança Interna estuda alternativas à medida compulsória, no caso de famílias brasileiras. Procurado, o Ministério das Relações Exteriores disse que não vai se manifestar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Moro e Defesa definem quantidade de munição para civis ‘autorizados’ e policiais

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Os ministros Sérgio Moro (Justiça e Segurança Pública) e Fernando Azevedo e Silva (Defesa) definiram, por meio da portaria interministerial 412, o poder de fogo de policiais e civis autorizados a portar armas. Moro e Azevedo e Silva estabeleceram que cada agente de segurança poderá adquirir até 600 munições por arma, anualmente. E civil, até 200.

A portaria 412, baixada nesta segunda-feira, 27, subscrita pelos dois ministros, firma “os quantitativos máximos de munições passíveis de aquisição pelos integrantes dos órgãos e instituições previstos nos incisos I a VII e X do caput artigo 6º da Lei nº 10.826, de 2003, e pelas pessoas físicas autorizadas a adquirir ou portar arma de fogo”.

A Lei 10.826/2003 dispõe sobre registro, posse e o comércio de armas de fogo e munição. O artigo 6º prevê que é proibido o porte de arma de fogo em todo o País, “salvo para os casos previstos em legislação própria’”- e para os integrantes das Forças Armadas, policiais, guardas municipais das capitais dos Estados e dos municípios com mais de 500 mil habitantes e outros profissionais de segurança.

O parágrafo 1º da portaria conjunta da Justiça e da Defesa prevê que o disposto no inciso II fica condicionado à apresentação, pelo adquirente, do Certificado de Registro de Arma de Fogo (Craf) válido, e que a aquisição ficará restrita ao calibre correspondente à arma registrada como de sua propriedade.

O parágrafo 2º impõe que “a aquisição de munições para as armas de propriedade dos instrutores de armamento credenciados pela Polícia Federal para a realização dos testes de capacidade técnica nos termos do artigo 11-A da lei nº 10826, de 2003, será disciplinada por ato da PF”.

Marcola está insatisfeito com comida da prisão e perde 15 kg em dois meses

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Apontado como chefe de uma das maiores facções criminosas do País, Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, estaria descontente com a comida da prisão. Marcola, assim como outros internos, reclamam da falta de variedade no cardápio da Penitenciária Federal de Brasília. As informações foram divulgadas pela coluna de Aline Ribeiro, da revista Época.

Há 10 meses na prisão federal, Marcola perdeu 15 kg desde que chegou à penitenciária. Ele e outros detentos reclamam do arroz e frango ensopado servido quase todos os dias, segundo apurou a coluna.

Camacho pareceu estar pálido após ser registrado em fotografias, as quais mostraram sua ida a um hospital na capital federal.  O chefe da facção foi levado para a unidade de saúde sob forte esquema de segurança. O objetivo era realizar exames médicos, pedido feito pela sua defesa.

Marcola teria sido submetido a uma colonoscopia para averiguar uma infecção na região do intestino. A hipótese de um câncer teria sido rejeitada. Outros integrantes também teriam perdido peso, um deles é o irmão mais novo de Camacho, o qual teria perdido 20 kg.

Atualmente com 52 anos, Marcola estava na penitenciária de Porto Velho, em Rondônia. O líder da facção foi transferido para Brasília em março do último ano. Antes disso, ele estava na prisão de segurança máxima de Presidente Venceslau, no interior paulista, onde realizava um tratamento para úlcera.

Em Brasília, o detento recebe visitas semanais da família, sem contato físico. Marcola estaria conturbado com o isolamento no cárcere.

O Departamento Penitenciário Nacional (Depen), não confirmou nem descartou a possível doença de Marcola. O órgão divulgou em nota que, segundo o Código de Ética Médica, “o sigilo de informações de saúde é simultaneamente direito do paciente e dever do profissional”.

Ainda de acordo com o Depen, a comida servida nas penitenciárias federais é fornecida com base em valores nutricionais essenciais para um homem médio. A alimentação dos presos é feita por empresas especializadas, que firmam contrato com as prisões federais.

Candidatos relatam ter visto resultado do Sisu; MEC diz que listas ficaram disponíveis ‘por alguns minutos’

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Candidatos que concorrem a uma vaga em universidades públicas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) relataram ter visto a lista com os resultados dos selecionados. De acordo com os relatos divulgados em redes sociais por volta das 10h desta terça-feira (28), a informação logo saiu do ar.

Candidatos dizem ter visto notas do Sisu em meio à decisão judicial que impede a divulgação dos dados. — Foto: Reprodução/Twitter

Em nota ao G1, o Ministério da Educação (MEC) admitiu que as listas do Sisu chegaram a ser publicadas no site do sistema.

“O Ministério da Educação informa que as listas do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2020 visualizadas, por alguns minutos, na manhã desta terça-feira (28), não representam o resultado oficial. Em razão de decisão judicial, a divulgação do resultado final continua suspensa” – nota do MEC

O resultado do Sisu está embargado por decisão liminar da Justiça de São Paulo. O governo federal já recorreu uma vez e teve o pedido indeferido pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3). Agora, tenta o Superior Tribunal de Justiça (STJ). O STJ informou que ainda não houve uma decisão sobre o recurso.

De acordo com o cronograma do Sisu, os nomes dos aprovados deveriam ser divulgados nesta terça. A origem da crise está nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019, que são usadas na disputa pelas vagas do Sisu. Por causa de um erro da gráfica Valid, contratada pelo Inep para imprimir as provas do Enem, quase 6 mil candidatos ficaram com notas mais baixas.

O MEC diz ter identificado todos os afetados e consertado as notas, porém mais de 40 ações foram protocoladas em diversos estados. A decisão que está travando a divulgação das notas foi movida pela Defensoria Pública de São Paulo, que também questiona diretamente o ministro Abraham Weintraub por atender a pedido isolado em rede social.

Lista do Sisu

Além dos relatos dos estudantes nas redes sociais, o G1 Pernambuco recebeu uma lista com o nome de aprovados no curso de medicina do campus Recife e Caruaru, da Universidade Federal de Pernambuco.

Professores confirmaram terem tido acesso à lista – um deles afirmou que o nome e a nota de um dos aprovados conferia com os dados de um candidato que ele conhecia. Candidatos que apareciam com os nomes aprovados confirmaram que nome completo, número de inscrição e média são os mesmos.

Lista de supostos aprovados na UFPE em medicina pelo Sisu foi enviada à reportagem do G1; professores confirmam dados de estudantes e relatam que as notas são as mesmas. — Foto: Reprodução/G1

Candidatos a uma vaga no Sisu relatam terem visto notas e lista de aprovados em meio à decisão judicial que impede divulgação de dados. — Foto: Reprodução/Twitter

Energisa vai à justiça para poder cortar luz às sextas, vésperas de feriados e com um só talão vencido

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Usando a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), a Energisa Rondônia está lutando na justiça para poder continuar cortando o fornecimento de energia dos consumidores nas sextas-feiras e vésperas de feriados e também suspender o fornecimento quando o cliente tiver apenas um talão em atraso. Hoje, tais medidas são proibidas pela Lei Estadual número 4.660/2019, da Assembleia Legislativa de Rondônia.

A Abradee, por determinação da Energisa, ingressou no Tribunal de Justiça de Rondônia com Ação Direta de inconstitucionalidade para tentar derrubar esta lei que protege os consumidores contra os constantes abusos da empresa distribuidora de energia elétrica.

Na ação judicial, a Energisa  sustenta que “a legislação estadual, ao criar hipóteses de vedação ao corte no fornecimento de energia elétrica, como, por exemplo, em relação aos consumidores que tenham apenas uma fatura em atraso (artigo  4º), bem como em dias de sextas-feiras e vésperas de feriados (artigo  7º), além de proibir a cobrança de taxa de religação pela concessionária do serviço (artigo  8º), favorece a inadimplência em massa, afetando, dessa forma, o equilíbrio econômico financeiro do sistema de concessões”.

Relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade no Tribunal de Justiça de Rondônia, o desembargador José Antônio Robles não concedeu liminar para suspender a eficácia da lei estadual.

O magistrado anotou que a decisão sobre o pedido da Abradee deve ser tomada em caráter definitivo pelo Tribunal Pleno, não em mera análise cautelar.

Assim, solicitou e informações ao Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia  e ao Governador do Estado, a serem prestadas no prazo máximo de dez dias, intimando-se, também,  o Procurador-Geral da Assembleia Legislativa e o Procurador-Geral do Estado, para, no mesmo prazo, querendo, apresentarem suas manifestações. Transcorrido o prazo, o processo será analisado pela  Procuradoria-Geral de Justiça, só então será marcada pauta para julgamento no Pleno do Tribunal.

ÍNTEGRA DA DECISÃO

PODER JUDICIÁRIO Gabinete Des. José Antônio Robles Direta de Inconstitucionalidade nº. 0800075-22.2020.8.22.0000 – PJe Requerente: Abradee – Associação Brasileira Distribuidores de Energia Elétrica Advogado: Andrey Cavalcante de Carvalho (OAB/RO 303-A), Vinicius Silva Conceição (OAB/DF 56.123), Giovanna Rodrigues Casarin (OAB/RJ 215.103), Frederico José Ferreira (OAB/RJ 107.016), Vitor Ferreira Alves de Brito (OAB/RJ 104.227) Requerido: Assembleia Legislativa do ESTADO DE RONDÔNIA Procurador: Procurador Geral Assembleia Legislativa do ESTADO DE RONDÔNIA Relator: Desembargador José Antônio Robles Distribuída por sorteio em 13.01.2020 Decisão Vistos. Trata-se de ação direta de inconstitucionalidade ajuizada pela Associação Brasileira de Distribuição de Energia Elétrica – ABRADEE, objetivando a declaração de inconstitucionalidade da Lei Estadual n. 4.660/2019, a qual “dispõe sobre o corte de fornecimento de energia elétrica no âmbito do ESTADO DE RONDÔNIA”. Sustenta que a supracitada legislação padece de vício formal, por disciplinar tema de competência legislativa privativa da União (art. 22, IV, da CF e art. 8º, caput e II, da CE), em frontal ofensa à repartição federativa de competências estabelecida pela Carta Magna. Salienta que a legislação referida, embora em alguns dispositivos convirja com a legislação setorial, noutros inova e, ainda, em outros contrapõe-se aos ditames da legislação federal e às resoluções da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, interferindo direta e sensivelmente na regulação do setor. Assevera que a legislação estadual, ao criar hipóteses de vedação ao corte no fornecimento de energia elétrica, como, por exemplo, em relação aos consumidores que tenham apenas uma fatura em atraso (art. 4º), bem como em dias de sextas-feiras e vésperas de feriados (art. 7º), além de proibir a cobrança de taxa de religação pela concessionária do serviço (art. 8º), favorece a inadimplência em massa, afetando, dessa forma, o equilíbrio econômico financeiro do sistema de concessões. Forte em tais argumentos, aponta a necessidade de manutenção do disciplinamento único e exclusivo da matéria pela legislação federal, pleiteando seja determinada, em caráter liminar, a suspensão da vigência da Lei Estadual n. 4.660/19, a ser referendada, em definitivo, quando do julgamento do mérito da presente ação pelo egrégio Tribunal Pleno. É o relatório. O Regimento Interno deste egrégio Tribunal de Justiça do ESTADO DE RONDÔNIA, em seu artigo 345, remete a disciplina da ação direta de inconstitucionalidade, no que couber, à legislação específica aplicável ao colendo Supremo Tribunal Federal, sendo, no caso, a Lei n. 9.868/99, a qual dispõe, em seu artigo 12, in litteris: Art. 12. Havendo pedido de medida cautelar, o relator, em face da relevância da matéria e de seu especial significado para a ordem social e a segurança jurídica, poderá, após a prestação das informações, no prazo de dez dias, e a manifestação do Advogado-Geral da União e do Procurador-Geral da República, sucessivamente, no prazo de cinco dias, submeter o processo diretamente ao Tribunal, que terá a faculdade de julgar definitivamente a ação. A hipótese de inconstitucionalidade ora debatida é, inegavelmente, de notável relevância jurídica e social, devendo, portanto, ser aplicado o preceito contido no dispositivo supratranscrito, a fim de que a decisão seja tomada em caráter definitivo pelo egrégio Tribunal Pleno, não em mera análise cautelar. Assim, solicite-se informações ao Presidente da Assembleia Legislativa do ESTADO DE RONDÔNIA e ao Governador do ESTADO DE RONDÔNIA, a serem prestadas no prazo máximo de dez dias, intimando-se, também, oportunamente, o Procurador-Geral da Assembleia Legislativa e o Procurador-Geral do Estado, para, no mesmo prazo, querendo, apresentarem suas manifestações. Transcorrido o prazo, abra-se vista à douta Procuradoria-Geral de Justiça. Finda a instrução, tornem-me os autos conclusos. Intimem-se. Porto Velho, 27 de janeiro de 2020. Desembargador José Antonio Robles Relator Tribunal de Justiça de Rondônia

Defensoria Pública anuncia processo seletivo para três cidades do Cone Sul e outras de RO

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A Defensoria Pública de Rondônia abriu um processo seletivo para formação de cadastro reserva de estagiários de Direto. Segundo o edital n° 01/2020, a remuneração é de R$ 1000,00 e mais vale transporte, com carga horária de 5h diárias.

As pré-inscrições serão abertas no dia 3 de fevereiro e encerradas no dia 14 de fevereiro neste link encurtador. É obrigatória a confirmação da inscrição no núcleo da Defensoria Pública, das 7h30 às 13h30, com um quilo de alimento não perecível.

As vagas são para as Comarcas de Vilhena, Colorado do Oeste, Cerejeiras, Porto Velho, Alta Floresta do Oeste, Ji-Paraná, Alvorada do Oeste, Presidente Médici, Buritis, Espigão D’Oeste, Jaru, Nova Brasilândia D’Oeste, Ouro Preto do Oeste, Pimenta Bueno, Rolim de Moura, Santa Luzia D’Oeste e São Miguel do Guaporé.

A data e o local da prova serão divulgados no site de Defensoria Pública de Rondônia no link: https://www.defensoria.ro.def.br/site/index.php

Veja o edital:

INÍCIO DAS AULAS DA REDE MUNICIPAL DE VILHENA É ANTECIPADO

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O início do ano letivo para os alunos regulares da rede municipal de Vilhena (RO) precisou ser antecipado para o dia 5 de fevereiro. As aulas para os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) também teve alterações, e devem iniciar no dia 4 de fevereiro.

A Secretaria Municipal de Educação (Semed) divulgou a decisão na última segunda-feira (27).

Conforme informou a secretária da Semed, Vivian Repessold, o início das aulas foi alterado para que as escolas municipais pudessem se adequar ao calendário escolar. Antes da decisão, o ano letivo estava previsto para começar no dia 10 de fevereiro.

Ainda segundo a Semed, a antecipação não prejudicará os 204 dias letivos que devem ser cumpridos pelas instituições de ensino, conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (LDB 9394/96).

De acordo com o calendário escolar definido, o recesso estudantil deve acontecer a partir do dia 17 de julho até o dia 31 do mesmo mês. O calendário encerra no dia 18 de dezembro, quando inicia o recesso escolar de fim de ano.

Vereadores aprovam regulamentação de transporte por aplicativos em Vilhena

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Os vereadores de Vilhena (RO) aprovaram nesta segunda-feira (27), em sessão extraordinária, o Projeto de Lei 5.636/2019, que regulamenta o transporte por aplicativos no município.

De acordo com o Poder Executivo, o transporte remunerado privado individual de passageiros já foi disciplinado por lei federal. Com isso, cabe ao município a regulamentação operacional do sistema, de modo a buscar garantir segurança e qualidade da atividade a ser prestada.

Conforme o projeto de lei, as empresas e motoristas interessados em disponibilizar o serviço de transporte no município deverão atender aos requisitos determinados pela Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (Semtran), que será responsável pela deliberação dos parâmetros e fiscalização dos serviços.

O projeto de lei segue agora para sanção do prefeito Eduardo Tsuru (PV).

FEVEREIRO: motivo de polêmica, IPTU com reajuste será entregue em mais de 40 mil casas em Vilhena; Semfaz explica

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A reportagem do Extra de Rondônia visitou, na manhã desta segunda-feira, 17, a sede da Secretária Municipal de Fazenda (Semfaz) para conversar com a chefe da tributaria da pasta, Silvania Rech, sobre a distribuição dos carnês do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em Vilhena.

Ela explicou que os carnês estão em procedimentos de confecção, mas acredita que até a primeira quinzena de fevereiro serão distribuídos na cidade.

“Ainda estamos gerando no sistema o valor dos carnês para depois ser feita a impressão, e, logo em seguida, a repartição. Esse ano serão entregues mais de 40 mil IPTU”, pontou.

Silvania enfatiza que os carnês terão um aumento na porcentagem dos valores, mas o acréscimo será conforme a pontuação do Boletim de Cadastro de Imobiliário (BCI).

“O valor será aumentado pelo tamanho da construção e pela metragem construída do imóvel, que são classificadas como  baixa, popular, media, boa e alta.  Outro detalhe é que no carnê, aqueles que têm terrenos vazios, estará inclusa a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (COSIP), que teve sua cobrança para lotes vagos aprovada em dezembro do ano retrasado”, completou.

A chefe tributária salientou que o proprietário que pagar o IPTU até o dia 16 de março terá desconto de 15% no predial e 10 % no territorial, ou poderá parcelar em até 8 vezes, mas sem desconto.

“Idosos, beneficiários de programas sociais e muitos outros, são isentos de pagar IPTU, conforme a lei”, esclareceu, informando, ainda, que mais detalhes serão fornecidos na Semfaz, no próprio paço municipal de Vilhena.

OS NOVOS VALORES

O assunto aumento de valores do IPTU foi bastante polêmico e se arrasta desde o final de 2018, quando o prefeito – com aprovação da maioria dos vereadores – aprovaram o reajuste que teria validade já em 2019.

Porém, após intervenção do Ministério Público, a justiça suspendeu o aumento, alegando ofensa ao princípio da irretroatividade e dano irreparável ao contribuinte em Vilhena (leia AQUI).

Isto motivou que Japonês enviasse um novo projeto à Câmara de Vereadores para a readequação dos valores, o que foi aprovado por quase todos os parlamentares, exceto o vereador Carlos Suchi, que se absteve de votar (leia AQUI).

Defesa Civil evita ocupações de risco com demolição de casas abandonadas

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A Coordenadoria da Defesa Civil de Porto Velho vai demolir 15 casas para evitar novas ocupações em áreas de risco as margens do rio Madeira. São casas que já foram desocupadas por famílias beneficiadas pelo Programa Habitacional, após a cheia do Rio Madeira no ano de 2014/ 2015. A operação contará com o apoio das secretarias municipais de Serviços Básicos e de Obras, além da Polícia Militar e Energisa.

As casas ficam no bairro Balsa, na cabeceira da ponte sobre o Rio Madeira, nos becos do Birro e da Rede. Serão demolidas também por estarem em área de proteção permanente, propícias a desbarrancamentos e alagamentos do rio. A necessidade da demolição é para evitar que sejam ocupadas novamente e pessoas corram riscos naquela localidade.

As residências que serão demolidas já foram mapeadas e identificadas para que não haja nenhuma dúvida de que ninguém mora no local e também da localização das casas. Caso alguém tenha alguma dúvida ou precise de informações da Defesa Civil pode entrar em contato pelos telefones: 199 ou 99264-1163, coordenador Félix.

Gustavo Sandoval participa do RuralCast sobre pecuária em Rondônia, APRON, regularização fundiária e futuro do campo

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Gustavo Sandoval explica como a APRON atua em temas que impactam pecuaristas e produtores rurais de Rondônia.
Nutrição no câncer é tema do PrevCast com orientações sobre alimentação e tratamento oncológico

PrevCast explica nutrição no câncer e cuidados durante o tratamento

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Episódio aborda alimentação, obesidade, ultraprocessados, suplementos e mitos no tratamento oncológico.
Alex Guaitolini participa do RuralCast sobre agro de Rondônia, gestão rural, tecnologia no campo e associativismo

Alex Guaitolini fala sobre gestão, tecnologia e futuro do agro em RO

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Alex Guaitolini fala sobre união dos produtores, custos, tecnologia e os próximos passos do campo em Rondônia.
Transição de carreira no Vida Plena com histórias de mudança profissional e recomeço

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Episódio reúne histórias reais de mudança profissional, planejamento, coragem e propósito.
Caderneta de Saúde das Pessoas Trans é tema de oficina sobre atendimento no SUS

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Documento reúne registros de saúde, vacinação e nome social para fortalecer acompanhamento na rede pública.