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domingo, junho 28, 2026
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Porto Velho recebe 51 ônibus e mantém a menor tarifa entre as capitais

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Ônibus novos entregues em Porto Velho reforçam transporte público em 2026
Nova frota de ônibus começa a circular em Porto Velho com tarifa mantida em R$ 3

Porto Velho começou 2026 com avanços concretos no transporte coletivo. A Prefeitura de Porto Velho entregou 51 ônibus zero quilômetro, ampliando a frota e garantindo a menor tarifa entre todas as capitais brasileiras, fixada em R$ 3.

Além disso, o setor passou por mudanças significativas ao longo do último ano. Em pouco mais de doze meses, os usuários acompanharam a redução da tarifa pela metade, que caiu de R$ 6 para R$ 3. Ao mesmo tempo, a Prefeitura ampliou e modernizou rotas e serviços em diferentes regiões da cidade.

Nova frota amplia o atendimento à população

Os novos veículos chegam para reforçar os ônibus que já estão em circulação. Dessa forma, o sistema amplia o atendimento à população de Porto Velho e melhora a oferta do serviço em horários e trajetos estratégicos.

Além disso, a entrega marca a implantação de um modelo de gestão considerado inédito na história administrativa do município. O foco, segundo a administração, está na eficiência operacional, no conforto dos passageiros e na ampliação do acesso ao transporte público.

Ônibus oferecem mais tecnologia e conforto

Os veículos contam com ar-condicionado, Wi-Fi, sistema de GPS e entradas USB e Tipo C em todas as poltronas. Assim, os passageiros passam a contar com mais comodidade durante os deslocamentos diários.

Além disso, os ônibus oferecem mais segurança e melhor experiência de viagem. O padrão tecnológico também facilita o monitoramento das linhas e contribui para a organização do sistema.

Acessibilidade ganha reforço com novos veículos

A acessibilidade foi um dos principais destaques da renovação da frota. Os ônibus são adaptados para cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção. Dessa maneira, o transporte coletivo avança em inclusão social.

Além disso, a Prefeitura incluiu micro-ônibus conhecidos como “verdinho”, voltados ao atendimento de públicos específicos. O sistema também recebeu reforço no transporte destinado a pessoas com transtorno do espectro autista. Para isso, mais dois veículos especializados passaram a integrar a frota.

Tarifa mantida e foco social

Durante a apresentação dos novos ônibus, o prefeito Léo Moraes destacou que a modernização atende a uma demanda antiga da população. Segundo ele, a gestão conseguiu renovar a frota sem aumentar o valor da passagem.

Por isso, a tarifa foi mantida em R$ 3, o menor valor entre as capitais do país. De acordo com o prefeito, a medida garante economia, acessibilidade e respeito a quem depende do transporte público diariamente.

Ônibus já circulam pela capital

Com visual moderno e predominância da cor roxa, os novos ônibus já começaram a circular pelas ruas da capital. Ao mesmo tempo, a Prefeitura informou que segue com planejamento contínuo para melhorar o sistema ao longo de 2026.

Por fim, a administração reforçou que novas ações devem ser adotadas para ampliar a qualidade do transporte público e garantir mais dignidade aos usuários.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Startup abre reservas para primeiro hotel na Lua e cobra US$ 1 milhão

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Hotel de luxo na Lua com vista da Terra e anúncio de reserva no valor de US$ 1 milhão
Imagem ilustrativa mostra quarto de hotel de luxo na Lua com vista da Terra, proposta por startup do turismo espacial.

Uma startup dos Estados Unidos começou a aceitar reservas para o que promete ser o primeiro hotel da história instalado na Lua. Para entrar na fila, no entanto, o interessado precisa desembolsar US$ 1 milhão — cerca de R$ 5 milhões na cotação atual. O valor funciona como um depósito inicial e, segundo a empresa, é reembolsável.

A iniciativa é da GRU Space, empresa que aposta no turismo espacial de alto padrão como forma de financiar a criação de infraestrutura permanente fora da Terra. A proposta sinaliza uma mudança clara na exploração espacial, que deixa de ser exclusivamente científica e passa a flertar com o mercado de consumo de luxo.

A startup afirma que a reserva garante prioridade futura para uma estadia no hotel lunar, além de ajudar a viabilizar financeiramente o projeto, ainda em fase de desenvolvimento.

Enquanto agências governamentais concentram esforços em bases de pesquisa, a GRU Space aposta no capital privado para acelerar a presença humana no espaço. A empresa acredita que a demanda existe e que o principal obstáculo hoje não é o transporte, mas a ausência de estruturas habitáveis na Lua.

Startup quer ser a primeira marca de luxo na Lua

A ambição da GRU Space é se tornar, no espaço, o equivalente a grandes redes hoteleiras da Terra. A empresa promete conforto, segurança e experiência premium em um ambiente que até hoje representa isolamento extremo.

O depósito de US$ 1 milhão funciona como um filtro natural. Ao cobrar esse valor apenas para a reserva, a startup seleciona um público formado por investidores, entusiastas e clientes dispostos a financiar o desenvolvimento das tecnologias necessárias para tornar o hotel viável.

Segundo a empresa, o turismo de luxo seria apenas o primeiro passo de um plano mais amplo, que envolve a criação de uma economia fora da Terra, com produção local de recursos e estruturas de suporte à vida.

Projeto depende de foguetes reutilizáveis e produção local

Para viabilizar o hotel lunar, a GRU Space planeja aproveitar a capacidade de carga dos foguetes reutilizáveis atualmente em operação. A ideia é enviar módulos habitacionais pré-fabricados, que seriam montados e mantidos com o máximo de recursos disponíveis na própria Lua.

A empresa defende que a sustentabilidade é o ponto-chave para qualquer presença humana de longo prazo no espaço. Sistemas de reciclagem de água, ar e resíduos fariam parte da estrutura, reduzindo a dependência constante de reabastecimento a partir da Terra.

Nesse modelo, a Lua funcionaria como um campo de testes para projetos ainda mais ambiciosos, incluindo futuras missões tripuladas a Marte.

Hotel lunar seria porta de entrada para ocupação permanente

O cronograma divulgado pela startup indica que a infraestrutura lunar serviria como centro logístico, base de treinamento e laboratório para tecnologias de suporte à vida. A experiência adquirida na Lua seria essencial para a expansão humana além da órbita terrestre.

Para a GRU Space, o hotel não é um fim em si mesmo, mas um protótipo de uma nova forma de habitar o sistema solar. O luxo, nesse contexto, funciona como motor econômico capaz de financiar a construção da infraestrutura básica necessária para uma presença permanente fora da Terra.

Se o projeto sair do papel, a iniciativa pode marcar um ponto de virada na história da exploração espacial, aproximando a ideia de uma humanidade multiplanetária de um cenário menos distante do que parecia até pouco tempo atrás.

Fonte: Olhar Digital

Nova pirâmide alimentar dos EUA marca o colapso de um mito nutricional

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Nova pirâmide alimentar dos EUA marca mudança histórica nas diretrizes nutricionais
Estados Unidos anunciam nova pirâmide alimentar e mudam diretrizes nutricionais globais

Os Estados Unidos anunciaram, nesta semana, uma das mais profundas mudanças nutricionais das últimas décadas. Com isso, as novas diretrizes alimentares oficiais do país enterram o modelo tradicional da pirâmide alimentar, que priorizava carboidratos e restringia gorduras. Ao mesmo tempo, inauguram um novo paradigma, baseado em proteínas, gorduras naturais e alimentos minimamente processados.

O documento, intitulado Dietary Guidelines for Americans 2025–2030, representa uma inflexão histórica na política de saúde pública americana. Por isso, o anúncio já provoca repercussões em diversos países. Pela primeira vez, recomendações oficiais reconhecem que o excesso de carboidratos refinados e ultraprocessados está no centro da epidemia de doenças metabólicas.

Mudança histórica nas recomendações alimentares

A nova pirâmide alimentar. (https://realfood.gov//Veja Rio)

Durante mais de meio século, a pirâmide alimentar tradicional orientou governos, escolas e profissionais de saúde a reduzir gorduras e priorizar cereais, pães e massas. Agora, esse modelo passa a ser oficialmente questionado.

As novas diretrizes reposicionam carnes, ovos, peixes, laticínios integrais, azeite de oliva e manteiga como alimentos de alta densidade nutricional. Além disso, o texto destaca o papel desses alimentos no funcionamento metabólico e na manutenção da saúde a longo prazo. Em contrapartida, carboidratos refinados, açúcares adicionados e ultraprocessados passam a ser desestimulados.

Segundo o documento, o foco deixa de ser apenas a prevenção da desnutrição. Dessa forma, a política alimentar passa a priorizar saúde metabólica, desenvolvimento infantil e redução de doenças crônicas.

Proteínas e gorduras voltam ao centro do prato

Outro ponto central da nova diretriz é a ingestão proteica. Nesse sentido, o documento recomenda entre 1,2 e 1,6 gramas de proteína por quilo de peso corporal por dia, com base em evidências clínicas recentes.

Essa orientação rompe com padrões anteriores. Antes, os níveis mínimos tinham como objetivo apenas evitar a inanição. Agora, a meta é promover crescimento saudável, preservar massa muscular e manter o equilíbrio hormonal, especialmente entre crianças e adolescentes.

Ao mesmo tempo, a abordagem sobre gorduras sofre uma revisão profunda. Em vez de demonizá-las, o documento esclarece que o problema não está nas gorduras naturais, mas sim no consumo excessivo de produtos ultraprocessados ricos em açúcares e carboidratos refinados.

O fim da “guerra contra as gorduras”

A mudança ganhou força, sobretudo, após declarações públicas de autoridades de saúde dos Estados Unidos. O secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert Kennedy Jr., sintetizou o novo posicionamento de forma direta:

“Coma comida de verdade. Estamos encerrando a guerra às gorduras saturadas e iniciando a guerra ao açúcar.”

Na mesma linha, o comissário da FDA, Marty Makary, destacou que a pirâmide alimentar tradicional estava baseada em dogmas científicos ultrapassados. Segundo ele, décadas de recomendações equivocadas contribuíram para o avanço da obesidade, do diabetes tipo 2 e da hipertensão.

Ultraprocessados passam a ser o principal vilão

Outro avanço importante está na abordagem sobre ultraprocessados. De acordo com o documento, esses produtos concentram grande parte dos açúcares adicionados e carboidratos refinados da dieta moderna. Por consequência, estão associados ao aumento de doenças crônicas, como obesidade, câncer e problemas cardiovasculares.

Além disso, pela primeira vez, diretrizes oficiais reconhecem que padrões alimentares com menor teor de carboidratos podem ser benéficos em contextos clínicos específicos. Até então, esse entendimento não aparecia em documentos oficiais.

Impacto global e reflexos no Brasil

Embora o Brasil já possua diretrizes que desestimulam o consumo de ultraprocessados, o anúncio americano tem forte impacto simbólico. Afinal, quando a maior potência em saúde pública do mundo revisa sua narrativa, o debate ganha escala global.

Sem slogans fáceis, a nova pirâmide alimentar propõe algo simples. Em resumo, recomenda-se comer comida de verdade, reduzir ultraprocessados e abandonar o medo das gorduras naturais. Com isso, a nutrição passa a ser pensada de forma mais alinhada à fisiologia humana.

Uma virada baseada em evidências científicas

Por fim, o anúncio consolida um caminho já defendido pela medicina baseada em evidências. Assim, ciência, fisiologia e diretrizes começam a caminhar na mesma direção.

A nova pirâmide alimentar americana não apenas revê conceitos antigos. Na prática, ela marca o colapso de um mito nutricional que influenciou gerações. Ao mesmo tempo, inaugura uma nova fase no debate global sobre saúde, alimentação e qualidade de vida.

Fonte: VejaRio

MEC deve reajustar piso dos professores em R$ 18 abaixo da inflação

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Reajuste do piso dos professores proposto pelo MEC fica abaixo da inflação
Reajuste previsto para o piso dos professores em 2026 gera críticas por ficar abaixo da inflação

O Ministério da Educação (MEC) deve anunciar nos próximos dias um reajuste de R$ 18,10 no piso salarial dos professores da educação básica para 2026. O percentual representa 0,37%, índice muito inferior à inflação acumulada no último ano, estimada em 4,4%, segundo projeções do Banco Central.

Atualmente, o piso nacional do magistério para uma jornada de 40 horas semanais é de R$ 4.867,77. Com o reajuste previsto, o valor passaria para cerca de R$ 4.886. Ainda assim, o aumento não recompõe as perdas inflacionárias acumuladas no período.

Reajuste abaixo da inflação amplia críticas

O valor proposto tem provocado forte reação de entidades representativas dos professores. Segundo as organizações, o índice aprofunda a desvalorização da carreira docente e reduz o poder de compra dos profissionais da educação.

Além disso, o contraste com reajustes anteriores reforça a insatisfação. Em 2022, por exemplo, o piso teve aumento superior a 30%. Já em 2023, o percentual foi de 6,7%. Agora, o índice previsto representa o menor reajuste da série recente.

Entenda como funciona o cálculo do piso

A Lei do Magistério, em vigor desde 2008, define os critérios para o reajuste anual do piso dos professores. O cálculo leva em conta o crescimento do valor anual por aluno financiado pelo Fundeb, principal instrumento de financiamento da educação básica.

No entanto, mudanças feitas no Fundeb nos últimos anos, somadas à redução no número de matrículas, pressionaram o índice para baixo. Por isso, estados e municípios passaram a questionar a fórmula atual, enquanto os professores defendem uma revisão imediata.

Impasse político trava mudança na regra

Desde 2023, um grupo de trabalho discute um novo modelo de cálculo para o piso salarial. O fórum reúne representantes do MEC, secretários estaduais e municipais de educação e entidades sindicais. Apesar disso, o grupo ainda não chegou a um consenso.

O ministro da Educação, Camilo Santana, afirma que busca um acordo entre União, estados e municípios antes de enviar um projeto de lei ao Congresso Nacional. Enquanto esse entendimento não ocorre, o governo federal deve apenas oficializar o percentual previsto na legislação atual.

Propostas alternativas ganham força

Entidades sindicais defendem um reajuste acima de 6%, o que garantiria ganho real acima da inflação. Em contrapartida, gestores estaduais e municipais alertam para o impacto fiscal e pedem previsibilidade orçamentária.

Entre as alternativas discutidas, está a edição de uma medida provisória para corrigir distorções no curto prazo. Paralelamente, o governo estuda enviar um projeto de lei ao Congresso para redefinir o cálculo do piso de forma definitiva.

Reflexos diretos na educação básica

O reajuste limitado pode agravar problemas estruturais da educação pública. Entre eles estão a dificuldade de atrair novos profissionais, a evasão de docentes e a desmotivação da categoria.

Levantamentos recentes mostram que uma parcela significativa dos municípios já não consegue pagar o piso atual. Diante desse cenário, o debate sobre o reajuste deve continuar no centro da agenda educacional e política ao longo de 2026.

Fonte: UOL

União Europeia aprova assinatura de acordo comercial com Mercosul

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Presidente da Comissão Europeia durante anúncio da aprovação do acordo comercial entre União Europeia e Mercosul
Presidente da Comissão Europeia anuncia aprovação do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul

A União Europeia aprovou, nesta quinta-feira (9), a assinatura do acordo comercial com o Mercosul. A decisão representa um avanço relevante na integração econômica entre os dois blocos e pode gerar impactos diretos no comércio internacional.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou a aprovação por meio das redes sociais. Segundo ela, a medida recebeu apoio da maioria dos países-membros da União Europeia.

Países europeus dão aval ao acordo com ampla maioria

O Conselho da União Europeia aprovou o acordo UE-Mercosul após alcançar o número mínimo exigido pelas regras do bloco. Ao todo, pelo menos 15 dos 27 Estados-membros votaram favoravelmente, representando mais de 65% da população europeia.

Apesar disso, alguns países se posicionaram contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. Entre eles estão Áustria, França, Hungria, Irlanda e Polônia. O ministro da Agricultura polonês, Stefan Krajewski, confirmou os votos contrários em publicação nas redes sociais.

Assinatura formal deve ocorrer no Paraguai

Com a aprovação política concluída, a Comissão Europeia deve avançar para a etapa de assinatura formal do acordo comercial UE-Mercosul. Ursula von der Leyen deve viajar ao Paraguai já na próxima semana para oficializar o compromisso com os países do Mercosul.

Atualmente, o Paraguai ocupa a presidência rotativa do bloco sul-americano. Ainda assim, o acordo UE-Mercosul só entrará em vigor após a ratificação do Parlamento Europeu, etapa considerada decisiva.

Acordo cria mercado trilionário e amplia exportações do Brasil

No Brasil, autoridades e representantes do setor produtivo comemoraram a decisão. A Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (ApexBrasil) avalia que o acordo comercial União Europeia Mercosul cria um mercado estimado em US$ 22 trilhões, com mais de 700 milhões de consumidores.

Além disso, a agência projeta aumento de cerca de US$ 7 bilhões nas exportações brasileiras para a União Europeia. Atualmente, mais de um terço das vendas do Brasil ao bloco europeu envolve produtos industrializados.

Setores industriais e estratégicos devem liderar ganhos

O acordo UE-Mercosul prevê a redução imediata de tarifas para máquinas, equipamentos de transporte, motores, geradores de energia elétrica, autopeças e aeronaves. Esses setores têm papel estratégico na inserção internacional da indústria brasileira.

Ao mesmo tempo, outros segmentos, como couro, peles, produtos químicos e algumas commodities, devem se beneficiar de cortes tarifários graduais previstos no acordo comercial com o Mercosul.

Comissão Europeia destaca papel do Brasil nas negociações

A presidente da Comissão Europeia também ressaltou a atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o período em que o Brasil presidiu o Mercosul, entre julho e dezembro de 2025.

Segundo Ursula von der Leyen, a liderança brasileira contribuiu para fortalecer o diálogo entre os blocos. Para ela, o acordo comercial União Europeia Mercosul surge em um momento de instabilidade global e reforça a Europa como parceira econômica confiável.

Primeiro ciclone extratropical do ano deve trazer temporais para o Sul

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Pessoa caminha sob chuva forte com guarda-chuva durante temporais causados por ciclone extratropical no Sul do Brasil.
Primeiro ciclone extratropical de 2026 deve provocar temporais no Sul, com chuva intensa e rajadas de vento de até 100 km/h.

O primeiro ciclone extratropical de 2026 deve se formar nos próximos dias e provocar temporais intensos no Sul do Brasil, segundo alertas de meteorologistas. O fenômeno pode causar chuvas volumosas, rajadas de vento fortes e queda de granizo, principalmente no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná.

De acordo com especialistas, o sistema se desenvolve a partir do contraste entre massas de ar quente e frio, o que favorece a instabilidade atmosférica. Por isso, o avanço do ciclone exige atenção redobrada da população e dos órgãos de defesa civil.

Chuvas intensas e ventos fortes preocupam autoridades

As projeções indicam que algumas áreas podem registrar volumes de chuva próximos ou superiores a 100 milímetros em poucas horas, o que aumenta o risco de alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra. Além disso, as rajadas de vento podem chegar a até 100 km/h, especialmente em regiões costeiras.

Segundo os meteorologistas, esse tipo de ciclone não costuma provocar furacões, mas ainda assim tem potencial para causar danos estruturais, como queda de árvores, destelhamentos e interrupções no fornecimento de energia elétrica.

Estados mais afetados devem ser RS, SC e PR

O Rio Grande do Sul tende a sentir os primeiros impactos do ciclone, com chuva persistente e ventos intensos. Na sequência, o sistema deve avançar sobre Santa Catarina e Paraná, mantendo o cenário de instabilidade ao longo do dia.

Em áreas urbanas, o risco maior envolve alagamentos rápidos, enquanto no meio rural há preocupação com perdas na agricultura, principalmente em lavouras mais sensíveis ao excesso de chuva e ao vento forte.

Defesa Civil orienta população a redobrar cuidados

Diante da previsão, a Defesa Civil recomenda que a população evite áreas alagadas, não se abrigue sob árvores durante tempestades e mantenha atenção a comunicados oficiais. Moradores de regiões costeiras também devem ficar atentos à ressaca e à elevação do nível do mar.

Especialistas reforçam que o acompanhamento das previsões meteorológicas é fundamental, já que a intensidade do ciclone pode variar conforme a evolução do sistema.

Fenômeno é comum nesta época do ano

Embora o termo “ciclone” cause apreensão, meteorologistas explicam que ciclones extratropicais são relativamente comuns no Sul do Brasil, especialmente durante períodos de transição de estações. Ainda assim, cada evento possui características próprias, o que justifica os alertas preventivos.

A expectativa é que o sistema perca força gradualmente após avançar pelo oceano, reduzindo os impactos nos dias seguintes.

Fonte: G1

Estudo da USP revela por que alguns brasileiros vivem mais de 110 anos

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Idoso brasileiro representando estudo da USP sobre brasileiros que vivem mais de 110 anos
Pesquisa da USP aponta que a genética pode explicar por que alguns brasileiros vivem mais de 110 anos

Viver mais de um século com autonomia sempre foi associado a dietas rigorosas e rotinas saudáveis. No entanto, um novo estudo da USP aponta outro caminho. Segundo os pesquisadores, o fator decisivo pode estar no DNA, e não apenas no estilo de vida.

A pesquisa analisou brasileiros que vivem mais de 110 anos, incluindo supercentenários brasileiros que chegaram a essa idade com lucidez e independência. A partir disso, os cientistas passaram a questionar conceitos tradicionais sobre envelhecimento humano.

Diversidade genética brasileira chama atenção da ciência

Mais de um século de vida com autonomia pode ter menos relação com hábitos perfeitos e mais com a herança genética.

O estudo destaca que o Brasil possui uma das populações mais geneticamente diversas do mundo. Essa miscigenação reúne povos indígenas, europeus, africanos e imigrações posteriores. Como resultado, surgiram combinações genéticas raras.

Segundo os pesquisadores, essas variações funcionam como proteção natural contra doenças associadas ao envelhecimento. Assim, alguns indivíduos atravessam mais de um século mantendo longevidade extrema, força muscular e autonomia.

Supercentenários desafiam padrões conhecidos

Um dos achados mais relevantes está no perfil dos supercentenários brasileiros. Eles não compartilham hábitos padronizados. Vieram de regiões diferentes e contextos sociais distintos.

Além disso, muitos não tiveram acesso regular à medicina moderna. Mesmo assim, chegaram a idades extremas com qualidade de vida. Portanto, os dados reforçam que a genética da população brasileira exerce papel central nesse processo.

Genes ligados à imunidade e ao envelhecimento saudável

A análise genética identificou variantes raras associadas ao sistema imunológico, à preservação cognitiva e à função muscular. Essas variantes ajudam o organismo a resistir melhor ao tempo. Com isso, reduzem o impacto de doenças crônicas.

Até agora, os cientistas já mapearam mais de 160 variações genéticas com potencial efeito protetor. Muitas delas são pouco comuns em populações mais homogêneas de outros países.

Impacto para a medicina e o futuro do envelhecimento

Os resultados abrem caminho para avanços na medicina preventiva. A partir desse conhecimento, será possível desenvolver estratégias para ajudar mais pessoas a envelhecer melhor.

Por fim, os pesquisadores afirmam que os supercentenários brasileiros funcionam como um verdadeiro manual vivo. Eles mostram que viver mais de 110 anos vai além de sobreviver. Trata-se, sobretudo, de viver com qualidade.

Fonte: UOL

Começa prazo de inscrição para a chamada escolar em Porto Velho

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Crianças em escola municipal durante período de chamada escolar em Porto Velho
Prefeitura de Porto Velho abre prazo de inscrição para a chamada escolar da rede municipal de ensino

A Prefeitura de Porto Velho iniciou o prazo de inscrição para a chamada escolar da rede municipal de ensino, etapa fundamental para garantir vaga de crianças e adolescentes no ano letivo. O processo atende principalmente alunos que vão ingressar pela primeira vez na rede, além de pedidos de transferência entre escolas municipais.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), a inscrição é necessária para organizar a distribuição das vagas, planejar turmas e assegurar que o atendimento ocorra de forma equilibrada em todas as unidades escolares do município.

Quem deve fazer a inscrição

Devem participar da chamada escolar:

  • Crianças que ainda não estudam na rede municipal;

  • Alunos que desejam transferência entre escolas da Prefeitura;

  • Estudantes que irão iniciar a educação infantil ou o ensino fundamental.

Já os alunos que permanecem na mesma escola e etapa normalmente seguem o processo de rematrícula interna, conforme orientação da própria unidade.

Como funciona o processo

O procedimento de inscrição ocorre conforme o cronograma divulgado pela Semed e pode ser realizado pelos responsáveis legais do estudante. Durante o cadastro, é essencial informar corretamente os dados do aluno e do responsável, além de indicar a unidade escolar de preferência, quando solicitado.

A secretaria alerta que o preenchimento correto das informações evita atrasos e problemas na alocação das vagas. Após o período de inscrição, a pasta analisa a demanda e divulga as listas de encaminhamento para matrícula.

Importância da chamada escolar

A chamada escolar permite ao município:

  • Planejar a abertura de turmas;

  • Organizar a lotação de professores e equipes pedagógicas;

  • Garantir o acesso à educação pública perto da residência do aluno.

Além disso, o procedimento ajuda a reduzir filas e deslocamentos desnecessários das famílias em busca de vagas.

Orientação às famílias

A Semed reforça que os responsáveis fiquem atentos aos prazos oficiais, pois inscrições fora do período podem dificultar o atendimento imediato. As informações completas sobre datas, documentos exigidos e etapas seguintes estão disponíveis nos canais oficiais da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Educação.

A recomendação é não deixar o cadastro para os últimos dias, garantindo mais tranquilidade e segurança no processo de matrícula.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

Por que ultraprocessados fazem mal à saúde e como reduzir o consumo

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Alimentos ultraprocessados como salgadinhos, biscoitos e refrigerante ilustram os riscos à saúde do consumo excessivo.
Ultraprocessados são práticos, mas o consumo frequente está associado a obesidade, diabetes e outras doenças crônicas.

Os alimentos ultraprocessados estão cada vez mais presentes na mesa dos brasileiros. Embora pareçam inofensivos, estudos recentes mostram que o consumo frequente desses produtos aumenta o risco de obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares, depressão e alguns tipos de câncer. Por isso, especialistas alertam que o problema vai além do excesso e envolve, sobretudo, o modo de fabricação e consumo desses alimentos.

O que caracteriza um alimento ultraprocessado

Nem todo alimento industrializado representa um risco. Conservas simples, alimentos congelados sem aditivos e pães tradicionais passam por algum tipo de processamento. No entanto, os ultraprocessados seguem um caminho diferente.

Nesse caso, a indústria submete os ingredientes a transformações profundas. Ela quebra alimentos naturais, refina componentes e os recompõe em formulações artificiais, geralmente carregadas de aditivos químicos, como corantes, conservantes, aromatizantes e emulsificantes que não existem na natureza.

Assim, o alimento perde sua identidade original. Um exemplo claro é o milho, que deixa de ser milho e passa a se transformar em um salgadinho colorido, crocante e com sabor artificial.

Como o ultraprocessamento afeta a digestão

Durante essas transformações, nutrientes importantes se perdem. As fibras quase desaparecem, enquanto grãos como arroz, trigo e milho passam por moagem e refinamento intensos. Como resultado, o valor nutricional cai drasticamente.

Além disso, pesquisas indicam que o ultraprocessamento altera a estrutura dos alimentos. Ao quebrar ligações naturais entre nutrientes, o processo dificulta o reconhecimento desses compostos pelo organismo. Consequentemente, a digestão se torna menos eficiente e a resposta metabólica sofre alterações.

Somado a isso, esses produtos concentram grandes quantidades de amido refinado. Esse fator interfere na absorção da glicose e, com o tempo, contribui para o aumento dos casos de obesidade e diabetes tipo 2.

Excesso de açúcar, gordura e sal

Segundo o Guia Alimentar para a População Brasileira, os ultraprocessados reúnem altos teores de açúcar, gorduras de baixa qualidade e sódio. A indústria utiliza o sal não apenas para conservar os alimentos, mas também para intensificar sabores e mascarar gostos desagradáveis criados pelos aditivos.

Por causa disso, esses produtos oferecem poucas vitaminas, minerais e substâncias bioativas. Em longo prazo, essa combinação fragiliza o organismo e reduz sua capacidade de proteção contra doenças.

Por que a saciedade não funciona como deveria

Outro problema relevante envolve a saciedade. Alimentos ricos em fibras percorrem todo o sistema digestivo, alimentam a microbiota intestinal e mantêm a fome controlada por mais tempo.

Em contrapartida, os ultraprocessados seguem um caminho oposto. Eles são absorvidos rapidamente no trato gastrointestinal superior. Dessa forma, liberam muitas calorias em pouco tempo, mas não sustentam a saciedade. Por isso, a fome retorna cedo, mesmo após refeições calóricas.

Além disso, esses produtos:

  • exigem pouca mastigação, o que facilita o consumo excessivo;

  • permitem o consumo em qualquer lugar, estimulando o comer automático;

  • costumam vir em embalagens grandes, incentivando porções exageradas;

  • incluem bebidas adoçadas, cujas calorias líquidas o organismo registra com menos eficiência.

Estratégias para reduzir o consumo de ultraprocessados

Embora a praticidade desses alimentos seja inegável, o impacto negativo se acumula ao longo dos anos. Ainda assim, reduzir o consumo não exige mudanças radicais. Pelo contrário, ações graduais trazem resultados mais consistentes.

Entre as principais estratégias, destacam-se:

  • priorizar alimentos frescos ou minimamente processados;

  • planejar refeições para evitar decisões impulsivas;

  • não pular refeições, a fim de controlar a fome;

  • aumentar o consumo de frutas, verduras, legumes e grãos integrais;

  • sempre que possível, cozinhar e comer em casa, ampliando o controle sobre ingredientes e preparo.

Portanto, pequenas mudanças diárias fazem grande diferença no longo prazo. O objetivo não é eliminar completamente esses produtos, mas reduzir a dependência de alimentos que prejudicam a saúde de forma silenciosa.

Fonte: UOL

Abono Salarial começa a ser pago em 15 de fevereiro para nascidos em janeiro

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Abono salarial começa a ser pago em fevereiro de 2026 para trabalhadores brasileiros
Abono salarial começa a ser pago em fevereiro de 2026 para trabalhadores nascidos em janeiro

O pagamento do Abono Salarial começa em 15 de fevereiro de 2026 para trabalhadores nascidos em janeiro, conforme o calendário divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Além disso, o benefício pode chegar a um salário mínimo, de acordo com o número de meses trabalhados no ano-base. Ao todo, a medida deve beneficiar 26,9 milhões de pessoas em todo o país.

Para garantir os repasses, o Governo Federal destinou R$ 33,5 bilhões ao programa em 2026. Esse valor, portanto, supera o investimento de 2025, quando o pagamento somou R$ 30,7 bilhões.

Quem pode receber o Abono Salarial em 2026

Podem receber o Abono Salarial os trabalhadores da iniciativa privada e do serviço público que atendam a critérios específicos. Em primeiro lugar, o profissional precisa estar inscrito no PIS ou Pasep há pelo menos cinco anos. Além disso, deve ter recebido, em 2024, remuneração média mensal de até R$ 2.766,00.

Também é necessário ter exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias no ano-base. Por fim, o empregador deve ter informado corretamente os dados do trabalhador no eSocial, dentro do prazo legal.

O valor do benefício varia conforme o tempo de trabalho no ano-base e pode alcançar até um salário mínimo.

Novas regras do Abono Salarial entram em vigor

A partir de 2026, passam a valer as regras previstas na Emenda Constitucional nº 135/2024. Essa mudança, portanto, altera o critério de renda para acesso ao benefício.

De acordo com o novo modelo, o limite de renda sofrerá redução gradual, ano a ano, até atingir o patamar de um salário mínimo e meio, o que deve ocorrer em 2035. Ainda assim, o valor do Abono Salarial permanece inalterado, mantendo o cálculo proporcional ao número de meses trabalhados.

Calendário de pagamento do Abono Salarial em 2026

O calendário de pagamento segue o mês de nascimento do trabalhador. Confira as datas:

  • Janeiro: 15 de fevereiro

  • Fevereiro: 15 de março

  • Março e abril: 15 de abril

  • Maio e junho: 15 de maio

  • Julho e agosto: 15 de junho

  • Setembro e outubro: 15 de julho

  • Novembro e dezembro: 15 de agosto

Os valores ficarão disponíveis para saque até 29 de dezembro de 2026, último dia útil do calendário bancário. Caso o trabalhador não realize o saque até essa data, os recursos retornam aos cofres públicos. No entanto, ainda será possível solicitar o valor por até cinco anos.

Como funciona o pagamento do PIS e do Pasep

A Caixa Econômica Federal realiza o pagamento do PIS, destinado aos trabalhadores da iniciativa privada. Preferencialmente, o banco deposita o valor em conta corrente, poupança ou Conta Digital CAIXA. Além disso, o trabalhador pode acessar o benefício pelo aplicativo CAIXA Tem.

Já o Pasep, voltado aos servidores públicos, é pago pelo Banco do Brasil. Nesse caso, o crédito ocorre em conta bancária, por transferência via TED ou PIX. Para quem não possui conta, o saque pode ser feito diretamente nas agências.

Como consultar o Abono Salarial

A partir de 5 de fevereiro, os trabalhadores poderão verificar se têm direito ao Abono Salarial por meio do aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo Portal Gov.br. Além disso, o Ministério do Trabalho e Emprego disponibiliza atendimento pelo telefone 158 e nas Superintendências Regionais do Trabalho.

Serviço

  • Início dos pagamentos: 15 de fevereiro de 2026

  • Público estimado: 26,9 milhões de trabalhadores

  • Investimento total: R$ 33,5 bilhões

Fonte: Gov.br

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