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sábado, outubro 31, 2026
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PEC do fim da escala 6×1 passa na Câmara e vai ao Senado

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Parlamentares celebram no plenário da Câmara dos Deputados após aprovação da PEC do fim da escala 6x1
Câmara dos Deputados aprovou em dois turnos a PEC que prevê o fim da escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho.

O fim da escala 6×1 avançou na Câmara dos Deputados após a aprovação, em dois turnos, da Proposta de Emenda à Constituição 221/19, que altera a jornada de trabalho no país. A votação ocorreu na noite desta quarta-feira (27), com 461 votos favoráveis e 19 contrários no segundo turno.

Com a aprovação na Câmara, o texto segue agora para o Senado, onde ainda precisará ser analisado antes de uma eventual promulgação. A proposta do fim da escala 6×1 prevê redução da jornada semanal, manutenção dos salários e regras de transição para a mudança no regime de trabalho.

Painel da votação

O que a Câmara aprovou

461votos favoráveisResultado registrado no segundo turno.
19votos contráriosDeputados rejeitaram a mudança.
Senadopróxima etapaA PEC ainda não virou regra definitiva.

Fim da escala 6×1 prevê jornada menor

A PEC determina a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem perda salarial. O texto também garante duas folgas semanais, sendo uma preferencialmente aos domingos. As mudanças entram em vigor 60 dias após a promulgação, caso a proposta também seja aprovada pelo Senado.

O texto aprovado foi apresentado pelo relator Leo Prates, do Republicanos da Bahia. Ele reuniu pontos de duas propostas que já tramitavam na Câmara: a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes, e a PEC 8/25, da deputada Erika Hilton. Na prática, o fim da escala 6×1 passou a tramitar com um texto de consenso votado pelo plenário.

Como fica a regra

A lógica central da proposta

40 horas semanais: a jornada passa a ter novo limite após a transição prevista no texto.

Duas folgas: a proposta garante dois dias de descanso por semana.

Salário mantido: a redução da jornada não prevê perda salarial para os trabalhadores.

O fim da escala 6×1 depende da continuidade da tramitação no Congresso.

Após o primeiro turno de votação, o presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que a Casa deu um passo importante para uma mudança considerada fundamental para trabalhadores desde a Constituição de 1988. Segundo ele, três pontos foram tratados como inegociáveis: redução da jornada, dois dias de descanso e manutenção dos salários.

Transição para o fim da escala 6×1 terá etapas

O texto aprovado estabelece uma fase de adaptação. Após 60 dias, a jornada será reduzida de 44 para 42 horas semanais. Depois, em até 14 meses, a duração do trabalho chegará a 40 horas semanais, com limite de 8 horas diárias.

Linha de transição

Etapas previstas no texto

Após 60 dias

Escala passa a prever 5 dias de trabalho e 2 de descanso.

Primeira redução

Jornada cai de 44 para 42 horas semanais.

Em 14 meses

Carga chega a 40 horas semanais, mantida a escala 5×2.

A transição foi incluída após acordo entre o governo e a presidência da Câmara. Durante esse período, o texto permite ampliação da duração diária do trabalho normal, desde que isso ocorra por meio de convenção ou acordo coletivo de trabalho. Esse ponto integra a tentativa de tornar o fim da escala 6×1 aplicável de forma gradual.

Antes de chegar ao plenário, a PEC passou por uma comissão especial. Nessa etapa, 34 parlamentares votaram a favor e 4 foram contra. Em seguida, o texto foi incluído na Ordem do Dia e levado à votação no plenário da Câmara.

Debate sobre o fim da escala 6×1 dividiu governistas e oposição

A aprovação foi comemorada por parlamentares da base governista e criticada por deputados da oposição. A deputada Dandara, que trabalhou como caixa de loja de departamento em escala 6×1, relatou a rotina desgastante de trabalhadores submetidos a longas jornadas e defendeu que a mudança dará mais tempo para viver.

A deputada Alice Portugal afirmou que a proposta representa uma pauta histórica das centrais sindicais. Já parlamentares contrários criticaram a medida. O deputado Kim Kataguiri afirmou que a PEC não vai melhorar a vida do trabalhador, enquanto Sérgio Turra classificou a proposta como eleitoreira.

Impacto institucional

O que muda se a PEC avançar

Trabalhadores

Passam a ter previsão constitucional de jornada menor e duas folgas semanais.

Empresas

Terão período de transição antes da jornada definitiva de 40 horas.

Próximo passo

O Senado ainda precisa votar o texto antes de qualquer mudança valer.

O texto também prevê que lei ordinária trate da jornada e do descanso em regimes diferenciados, como os de trabalhadores com seis horas diárias. A nova regra não se aplica a quem já possui jornada igual ou inferior a 40 horas semanais, nem a empregados com nível superior e remuneração mensal igual ou superior a R$ 8.475,55.

Outra previsão é que lei complementar poderá adotar medidas de transição para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte. Assim, o fim da escala 6×1 ainda depende da análise dos senadores e da conclusão da tramitação constitucional.

Enquanto a proposta não passa pelo Senado, o fim da escala 6×1 permanece como uma mudança aprovada apenas na Câmara. Caso avance, o texto poderá alterar a organização semanal do trabalho, mantendo a regra de transição prevista na PEC.

Fonte da notícia: Agência Brasil 

Hildon Chaves mira Governo e diz que Rondônia precisa de gestão eficiente

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Hildon Chaves mira Governo de Rondônia e defende gestão eficiente em entrevista no PodRondônia
Hildon Chaves participou do PodRondônia e defendeu gestão eficiente para enfrentar desafios do estado.

Hildon Chaves mira Governo de Rondônia com um discurso centrado em gestão pública, eficiência administrativa e combate à corrupção. Ex-prefeito de Porto Velho por dois mandatos e apresentado como pré-candidato ao Governo do Estado, ele participou do PodRondônia e defendeu que o estado precisa de uma administração técnica para enfrentar problemas estruturais.

Durante entrevista conduzida pelo jornalista Isaías Sena, na programação ligada à Rondônia Rural Show Internacional 2026, Hildon Chaves citou resultados de suas gestões na capital, falou sobre infraestrutura, iluminação pública, rodoviária, saúde estadual, gestão financeira e afirmou que Rondônia precisa de uma mudança baseada em responsabilidade administrativa.

Hildon Chaves mira Governo de Rondônia e fala sobre gestão pública no PodRondônia
Ex-prefeito de Porto Velho falou sobre gestão pública, infraestrutura e pré-candidatura ao Governo de Rondônia.

Hildon Chaves mira Governo com discurso de gestão eficiente

Ao comentar as visitas pelo interior, Hildon Chaves afirmou que sua pré-campanha “criou vida própria” e disse perceber receptividade em diferentes regiões do estado. Segundo ele, o nome passou a circular com mais força por causa da visibilidade das duas gestões na Prefeitura de Porto Velho.

O ex-prefeito afirmou que a capital influencia todo o estado porque moradores de diferentes municípios, em algum momento, precisam passar por Porto Velho ou têm ligação com a cidade. Para ele, a transformação da capital durante seus mandatos serviu como vitrine política para apresentar uma proposta estadual.

Hildon Chaves fala sobre a receptividade da pré-campanha

O trecho mostra Hildon Chaves comentando a circulação do nome pelo estado e a reação de lideranças e moradores.

Pontos centrais da entrevista
A conversa reuniu pré-campanha, obras em Porto Velho, gestão pública, combate à corrupção e críticas à situação da saúde estadual.

820 km
de asfalto foram citados por Hildon Chaves como marca da gestão em Porto Velho

100 mil
pontos de LED foram mencionados na fala sobre iluminação pública

Gestão eficiente
foi a tese usada para resumir a proposta defendida pelo ex-prefeito

Ex-prefeito cita asfalto, LED e nova rodoviária

Na entrevista, Hildon Chaves afirmou que encontrou Porto Velho em situação crítica quando assumiu a prefeitura. Ele citou viadutos inacabados, cidade escura e muitos buracos para descrever o cenário inicial da capital.

Como resultados de gestão, o ex-prefeito mencionou a execução de 820 quilômetros de asfalto, a ampliação da iluminação pública com LED e a entrega da nova rodoviária de Porto Velho. Segundo ele, esses resultados seriam exemplos de uma administração com planejamento, controle financeiro e capacidade de execução.

Obras em Porto Velho são usadas como exemplo de gestão

O trecho reúne falas sobre o cenário encontrado na capital, iluminação pública, asfalto e a nova rodoviária.

Combate à corrupção aparece como eixo do discurso

Outro ponto forte da entrevista foi a defesa de uma gestão baseada em compromisso com a população e combate à corrupção. Hildon afirmou que, em sua visão, a corrupção compromete toda a cadeia administrativa quando começa no alto comando de um órgão público.

O ex-prefeito disse que dois fatores são decisivos para a boa administração: combate à corrupção e qualidade da gestão. Segundo ele, sem esses dois pilares, não há “milagre” capaz de fazer uma prefeitura ou governo funcionar de forma eficiente.

Hildon fala sobre gestão e combate à corrupção

Texto sobre escala 6×1 avança na Câmara com transição de até 14 meses

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Trabalhadora observa votação na Câmara sobre o fim da escala 6x1
PEC que reduz a jornada semanal e amplia folgas avança após aprovação em comissão da Câmara.

Fim da escala 6×1 avançou na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (27), após a comissão especial aprovar o texto-base da PEC que reduz a jornada semanal de trabalho e amplia as folgas. O parecer do deputado Leo Prates (Republicanos-BA) foi aprovado por 34 votos a 4.

A proposta ainda não está em vigor. O texto sobre o fim da escala 6×1 segue agora para o plenário da Câmara, onde precisa de pelo menos 308 votos em dois turnos antes de ir ao Senado. Se passar por todas as etapas, a jornada normal cairá de 44 para 40 horas semanais.

Painel da PEC

Os principais números da votação

34
votos a favor

Resultado na comissão especial.

4
votos contra

Parlamentares rejeitaram o parecer.

308
apoios exigidos

Mínimo por turno no plenário.

Fim da escala 6×1 depende de nova votação

Mesmo com a aprovação na comissão, o fim da escala 6×1 ainda depende do plenário da Câmara e depois do Senado Federal. Como se trata de uma Proposta de Emenda à Constituição, a tramitação exige votação em dois turnos nas duas Casas do Congresso.

O texto aprovado estabelece jornada de até oito horas por dia e 40 horas por semana. Também prevê duas folgas remuneradas por semana, sendo uma delas preferencialmente aos domingos.

Transição

Como a redução seria aplicada

60 dias
— início da regra das duas folgas semanais.
2 horas
— primeira redução em até dois meses.
14 meses
— prazo máximo para completar a transição.

As PECs analisadas originalmente previam jornada de 36 horas, mas o acordo final ficou em 40 horas semanais. O período de transição do fim da escala 6×1 foi um dos principais pontos de debate, principalmente por causa da adaptação de empresas, sindicatos e acordos coletivos.

Durante a reunião, deputados ainda discutiam um destaque do PL para tornar o fim da escala 6×1 imediato, sem esperar os 60 dias previstos no relatório. Esse ponto fazia parte da disputa sobre o ritmo de aplicação da mudança.

Texto do fim da escala 6×1 prevê exceção para alta renda

A regra não alcançaria todos os trabalhadores. Pelo texto do fim da escala 6×1, profissionais com diploma de nível superior e remuneração a partir de duas vezes e meia o teto do INSS, cerca de R$ 21,1 mil, ficariam fora das novas regras de jornada e controle de ponto.

Alcance

O que o texto organiza

Jornada
Limite de 40 horas semanais.
Folgas
Duas por semana, uma preferencialmente aos domingos.
Exceção
Alta renda com nível superior ficaria fora.

O relator também incluiu uma regra para acordos e convenções coletivas. Após 60 dias da promulgação, normas incompatíveis com a nova jornada perderiam validade automaticamente. A ideia é forçar nova negociação entre empresas e sindicatos.

A tramitação do fim da escala 6×1 ganhou velocidade com apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). A Casa realizou sessões extras para cumprir prazos regimentais e permitir a votação do relatório na comissão.

Próximos passos

O caminho antes de valer

  1. Plenário da Câmara: votação em dois turnos.
  2. Senado Federal: nova análise da PEC.
  3. Promulgação: só depois disso a mudança pode produzir efeitos.

O fim da escala 6×1 entrou em uma etapa decisiva, mas ainda depende de articulação política. Se a PEC avançar, a mudança afetará diretamente a organização da jornada semanal e o modelo de folgas previsto na Constituição.

Até a conclusão da votação, o texto sobre o fim da escala 6×1 segue como uma das principais discussões trabalhistas no Congresso. A comissão já aprovou o parecer, mas a palavra final ainda dependerá do plenário da Câmara e do Senado.

Fonte da notícia: G1

Regularização fundiária beneficia mais de 120 famílias em Porto Velho

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Regularização fundiária em Porto Velho avança com documento de imóvel em destaque e bairro urbano ao fundo
Documento de regularização fundiária simboliza mais segurança jurídica para famílias em Porto Velho.

A regularização fundiária em Porto Velho avançou no bairro Mato Grosso com a formalização de 121 atendimentos realizados pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento da Cidade (Semdec). A etapa integra as ações de Regularização Fundiária Urbana (Reurb) e aproxima famílias da documentação definitiva dos imóveis.

O trabalho incluiu visitas técnicas, cadastramento, levantamento de informações e orientação documental aos moradores. A ação tem impacto direto para famílias que vivem há anos na comunidade e buscam mais segurança jurídica, valorização patrimonial e reconhecimento formal da propriedade.

Regularização fundiária em Porto Velho beneficia famílias do bairro Mato Grosso com documentação de imóveis
Ação de regularização fundiária no bairro Mato Grosso formalizou 121 atendimentos em Porto Velho.

Regularização fundiária em Porto Velho avança no bairro Mato Grosso

No bairro Mato Grosso, a regularização fundiária em Porto Velho representa mais do que uma etapa administrativa. Para os moradores atendidos, o processo pode significar estabilidade, organização documental e mais tranquilidade sobre a situação do imóvel onde a família construiu sua rotina.

A Prefeitura informou que a etapa foi encerrada com atendimento direto às famílias, incluindo conferência de dados e orientação sobre a documentação necessária. Esse acompanhamento é importante porque muitos processos de regularização dependem de detalhes técnicos, análise individual e atualização das informações apresentadas pelos moradores.

Painel da ação

Etapa concentrou atendimento direto às famílias

121
atendimentos formalizados
Mato Grosso
bairro atendido
Semdec
coordenação técnica

Documentação traz segurança para moradores

A regularização fundiária em Porto Velho tem impacto direto na vida de quem já mora no imóvel, mas ainda não possui a situação documental resolvida. Com o processo em andamento, a família passa a ter mais proteção jurídica e mais segurança sobre a posse da propriedade.

Na prática, o avanço também pode contribuir para a valorização dos imóveis e para o desenvolvimento urbano do bairro. A documentação definitiva permite que a área seja reconhecida de forma mais organizada dentro da cidade, fortalecendo o planejamento público e dando mais previsibilidade para os moradores.

Outro ponto importante é que a regularização ajuda a transformar uma situação informal em um caminho documentado. Isso reduz dúvidas, evita insegurança sobre o futuro do imóvel e amplia a sensação de pertencimento da família ao território onde vive.

Impacto prático

O que muda para as famílias

Segurança jurídica: reduz incertezas sobre a situação do imóvel.
Valorização: fortalece o reconhecimento formal da propriedade.
Cidadania: aproxima moradores de direitos urbanos e serviços públicos.

Prefeitura destaca dignidade e direito à moradia

O prefeito Léo Moraes afirmou que a regularização fundiária em Porto Velho garante dignidade e segurança para as famílias. Segundo ele, o compromisso da gestão é seguir avançando com responsabilidade social, assegurando o direito à moradia e valorizando cada comunidade atendida.

A Prefeitura também destacou que a conclusão desta etapa no bairro Mato Grosso reforça a política de desenvolvimento urbano planejado. A ampliação das ações de regularização é tratada como parte de uma agenda de inclusão social, cidadania e fortalecimento dos bairros da capital.

Olhar social

Documento também significa estabilidade

Moradores deixam de depender apenas da posse informal.
O imóvel passa a ter mais segurança no planejamento familiar.

Processo exige análise técnica e acompanhamento

O secretário Raimundo de Alencar destacou que cada etapa da regularização exige trabalho técnico cuidadoso das equipes. Ele afirmou que o acompanhamento direto das famílias ajuda a garantir um processo seguro e bem conduzido.

Esse cuidado é necessário porque a regularização fundiária em Porto Velho envolve diferentes fases, desde o levantamento da área até a conferência dos dados dos moradores. Quando o cadastro está correto e a documentação é orientada de forma clara, o processo ganha mais eficiência e reduz pendências.

Com o avanço no bairro Mato Grosso, a regularização fundiária em Porto Velho segue como uma política pública de impacto direto na capital. A expectativa é que novas etapas ampliem o acesso à documentação de imóveis em outras áreas urbanas, beneficiando mais famílias que aguardam segurança jurídica.

Fluxo da Reurb

Etapas essenciais do atendimento

1. Visita
Conferência inicial da área.
2. Cadastro
Dados das famílias atendidas.
3. Documentos
Orientação sobre pendências.
4. Análise
Avanço para a etapa final.

A conclusão dessa etapa reforça a importância da regularização fundiária em Porto Velho para famílias que buscam estabilidade, reconhecimento da propriedade e melhores condições de vida. No bairro Mato Grosso, os 121 atendimentos formalizados marcam mais um passo dentro de uma política urbana que une documentação, cidadania e planejamento da cidade.

Fonte da notícia:
Prefeitura de Porto Velho

Enem 2026 abre inscrições para certificadores com diária de até R$ 864

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Certificadores do Enem 2026 acompanham sala de prova organizada com cartões de resposta e canetas sobre as mesas
Seleção do Inep prevê atuação de certificadores na conferência dos procedimentos de aplicação do Enem, PND e Enamed.

Certificadores do Enem 2026 poderão receber até R$ 864 por dia de atuação, segundo seleção aberta pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para a Rede Nacional de Certificadores.

A equipe será responsável por acompanhar e certificar procedimentos de logística e aplicação do Enem, da Prova Nacional Docente (PND) e do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, entre 8 e 28 de junho de 2026.

Painel da seleção

Valores e prazo para os certificadores

R$ 510
dia regular
R$ 864
acima de 150 km
28/6
fim do prazo

A seleção prevê atuação na certificação da logística e aplicação das provas nacionais, conforme regras do Inep. 

Quem pode atuar como certificadores do Enem 2026

Podem se inscrever servidores públicos do Poder Executivo Federal em efetivo exercício e docentes efetivos das redes públicas estaduais e municipais que estejam em exercício da docência em 2026.

A seleção para certificadores do Enem 2026 não é aberta a todos os interessados. Profissionais com vínculo temporário, contratos por tempo determinado, terceirizados ou celetistas não podem participar do processo.

Como funciona

Etapas para os certificadores do Enem 2026

1. Inscrição online: cadastro no site dos certificadores do Inep.
2. Dados obrigatórios: CPF, data de nascimento, e-mail e telefone válidos.
3. Capacitação: formação online com rendimento mínimo de 70%.
4. Atuação: acompanhamento presencial e envio de relatório pelo sistema RNC.

Requisitos mínimos para participar

Além do vínculo exigido, o candidato precisa ter ensino médio completo, possuir smartphone ou tablet com internet móvel própria e ter acesso à internet para concluir a capacitação online.

Também é necessário não estar inscrito como participante no exame em que for atuar, não ter cônjuge, companheiro ou parentes de até terceiro grau inscritos nos exames e não possuir vínculo com logística, impressão, distribuição, correção ou aplicação das provas em 2026.

O edital também exige assinatura do Termo de Sigilo, Compromisso e Confidencialidade. Segundo a publicação, os candidatos não podem ter débitos com a Receita Federal ou com a dívida ativa da União.

Condições de participação

Regras para certificadores do Enem 2026

Vínculo inadequado:
temporários, terceirizados, celetistas e contratados por prazo determinado ficam fora.
Conflito com o exame:
o candidato não pode atuar em prova na qual esteja inscrito como participante.
Parentes inscritos:
há restrição para familiares de até terceiro grau nos exames.

Funções dos certificadores do Enem 2026 durante a aplicação

Os certificadores do Enem 2026 terão uma rotina de acompanhamento presencial. O certificador deve se apresentar ao coordenador de local às 8h e encerrar as atividades às 20h, sempre conforme o horário de Brasília.

Na prática, os certificadores do Enem 2026 verificam procedimentos de aplicação, conferem a integridade, a guarda e a abertura dos malotes de prova, acompanham a equipe de aplicação e observam a vistoria eletrônica.

O profissional também acompanha horários de abertura e fechamento de portões, início e término das provas, devolução de materiais aos Correios, uso de sala extra, substituições e número de ausentes. Ao final, deve preencher e enviar o relatório de certificação no sistema RNC.

Calendário oficial

Datas que organizam a seleção

8 a 28 de junho: inscrições.
6 de julho: inscritos confirmados.
27 de julho: resultado do recurso e convocação.
13 de setembro: Enamed 2026.
20 de setembro: PND 2026.
1º e 8 de novembro: Enem 2026.

Pagamento para certificadores do Enem 2026

O pagamento previsto para certificadores do Enem 2026 é de R$ 510 por dia em demanda regular, valor equivalente a R$ 42,50 por hora. Em casos de demanda excepcional, quando houver deslocamento superior a 150 km, o valor chega a R$ 864 por dia.

O Inep informa que não haverá reembolso de despesas com transporte, alimentação ou hospedagem. Esses custos ficam sob responsabilidade do próprio certificador.

A inscrição para certificadores do Enem 2026 deve ser feita pelo endereço certificadores.inep.gov.br. Quem nunca se inscreveu precisa realizar cadastro no sistema gov.br antes de concluir o processo.

A seleção para certificadores do Enem 2026 exige atenção aos prazos, às regras de impedimento e à capacitação obrigatória antes da atuação presencial nas provas nacionais.

Fonte da notícia: G1

Agricultores na Rondônia Rural Show ganham destaque em Ji-Paraná

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Agricultores na Rondônia Rural Show apresentam produtos regionais em feira agropecuária em Ji-Paraná
Produtores rurais ganham destaque na Rondônia Rural Show com produtos regionais, tecnologia e oportunidades de negócios.

Agricultores na Rondônia Rural Show são destaque na 13ª edição da feira, realizada no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná, de 25 a 30 de maio, com entrada gratuita. Vindos de várias regiões do estado, os produtores movimentam os espaços do evento com trabalho, troca de experiências e demonstração da força do campo rondoniense.

A programação reúne vitrines tecnológicas, exposições, palestras e rodadas de negócios. Nesse ambiente, os agricultores na Rondônia Rural Show apresentam produtos, conhecem novas soluções e fortalecem parcerias que contribuem para o crescimento da produção rural em Rondônia.

Painel da feira

Dados centrais da Rondônia Rural Show

13ª
Edição
Evento valoriza produtores e o agronegócio rondoniense.
25 a 30
Maio
Seis dias de programação em Ji-Paraná.
Grátis
Entrada
A feira acontece no Centro Tecnológico Vandeci Rack.

Agricultores na Rondônia Rural Show fortalecem a produção local

Segundo o Governo de Rondônia, os produtores rurais são protagonistas da feira e responsáveis por parte importante do desenvolvimento econômico do estado. A presença dos agricultores na Rondônia Rural Show reforça o papel do campo na geração de renda, empregos e oportunidades.

Agricultores na Rondônia Rural Show apresentam produtos regionais no Pavilhão da Agricultura em Ji-Paraná
Produtores rurais ganham visibilidade na Rondônia Rural Show com produtos regionais, agricultura familiar e inovação no campo.

O governador Marcos Rocha destacou que o evento valoriza quem produz, incentiva o trabalho no campo e fortalece o agronegócio. A feira também evidencia a agricultura familiar, práticas sustentáveis, inovação e produção com responsabilidade ambiental.

Como funciona

O caminho do produtor na feira

Conhecimento

Palestras e vitrines tecnológicas aproximam o produtor de novas soluções.

Divulgação

Produtos regionais ganham visibilidade diante de visitantes e compradores.

Parcerias

Rodadas de negócios e contatos fortalecem a cadeia produtiva.

O produtor Virgílio Remoacir Possebon Filho, que participa da feira há 11 anos, vê o evento como oportunidade para divulgar a produção local. Atuando há 16 anos com mel e agricultura colonial, ele citou produtos como queijo, salame e outros itens regionais.

Para Virgílio, os agricultores na Rondônia Rural Show conseguem apresentar o que produzem a pessoas de vários lugares do país e até de fora do Brasil. Ele também destacou o apoio aos agricultores por meio da Seagri.

Pequenos produtores ganham mais estrutura

A produtora de chocolates artesanais Jhanne Franco participa desde 2022 e afirmou que a estrutura da feira melhorou bastante. Segundo ela, o ambiente ficou mais organizado e preparado para receber clientes e apresentar produtos com mais qualidade.

No caso dos chocolates, Jhanne explicou que o espaço adequado ajuda a conservar o produto e melhora o atendimento aos visitantes. A avaliação reforça como os agricultores na Rondônia Rural Show dependem de estrutura, circulação de público e visibilidade para ampliar oportunidades.

Alcance produtivo

Produtos que ganham vitrine

Mel e agricultura colonial
Produção citada por Virgílio como exemplo de valorização local.
Chocolate, cacau e café
Cadeias produtivas lembradas por Jhanne Franco durante a feira.
Queijo, salame e itens regionais
Produtos que mostram a diversidade da agricultura familiar.

O titular da Secretaria de Estado da Agricultura, Luiz Paulo, afirmou que a feira foi preparada para oferecer conhecimento, tecnologia e oportunidades aos agricultores. Para ele, o evento valoriza o produtor rural e demonstra a força da agricultura rondoniense para o Brasil e o mundo.

A participação dos agricultores na Rondônia Rural Show também confirma a feira como ambiente de negócios, troca de experiências e fortalecimento do setor produtivo. A presença dos produtores transforma o evento em vitrine para o trabalho desenvolvido no campo.

Impacto da participação

O que a feira representa para o campo

Valorização rural

O produtor ganha visibilidade e mostra a força de diferentes regiões do estado.

Oportunidades

Tecnologia, contatos e negócios ajudam a fortalecer a produção rural.

Desenvolvimento

A fonte oficial relaciona o protagonismo dos produtores à economia de Rondônia.

Consolidada como uma das maiores vitrines do agronegócio da Região Norte, a 13ª Rondônia Rural Show Internacional reúne produtores, empresários e investidores em um ambiente voltado ao fortalecimento do setor produtivo.

Com isso, os agricultores na Rondônia Rural Show encerram a leitura como eixo central do evento: são eles que movimentam os espaços da feira, apresentam produtos e mostram a força produtiva de Rondônia.

O protagonismo dos agricultores na Rondônia Rural Show reforça a ligação entre agricultura familiar, inovação e desenvolvimento. Na prática, os agricultores na Rondônia Rural Show ajudam a transformar a feira em espaço de renda, visibilidade e oportunidades.

Brasileiros ainda podem resgatar quase R$ 5 bilhões em valores esquecidos

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dinheiro esquecido no banco central
Brasileiros ainda podem consultar valores esquecidos no sistema oficial do Banco Central

Dinheiro esquecido no Banco Central ainda pode ser recuperado por brasileiros, mesmo após a transferência de parte dos recursos para o fundo público que dará suporte ao Desenrola 2.0. Segundo informações do Ministério da Fazenda divulgadas pelo G1, cerca de R$ 5,7 bilhões já foram repassados ao Fundo de Garantia de Operações, o FGO.

Com base no último balanço informado pelo Banco Central, havia R$ 10,6 bilhões esquecidos em bancos em março. A partir desse total, ainda restariam quase R$ 5 bilhões disponíveis para resgate por pessoas físicas e empresas. A consulta continua sendo feita pelo sistema oficial de valores a receber.

Painel rápido

O tamanho do dinheiro ainda em disputa

R$ 10,6 bi
Balanço de março
Total esquecido nos bancos.
R$ 5,7 bi
Já transferido
Valor enviado ao FGO.
R$ 4,9 bi
Ainda recuperável
Estimativa disponível.

Dinheiro esquecido no Banco Central segue disponível para consulta

O governo informou que os cidadãos não precisam aguardar a publicação de edital para continuar consultando e solicitando valores disponíveis no Sistema de Valores a Receber, o SVR. A orientação vale para quem quer verificar se há saldo em nome próprio, de empresa ou de pessoa falecida, nos casos permitidos.

O dinheiro esquecido no Banco Central deve ser consultado somente no endereço oficial valoresareceber.bcb.gov.br. O sistema informa se há valores disponíveis e indica os procedimentos para pedir a devolução. Para liberação via sistema, é necessário informar uma chave PIX para recebimento.

Passo a passo

Como consultar sem cair em caminho errado

1

Entrar no site oficial
A consulta deve ser feita apenas no sistema do Banco Central.

2

Usar conta gov.br
O acesso usa CPF, senha e verificação de segurança.

3

Indicar chave PIX
A devolução pelo sistema exige chave para recebimento.

No caso de valores ligados a pessoas falecidas, a consulta exige que o interessado seja herdeiro, testamentário, inventariante ou representante legal. Também é necessário preencher um termo de responsabilidade e, depois da consulta, procurar a instituição indicada para verificar os próximos passos.

Para quem nunca acessou o sistema, o dinheiro esquecido no Banco Central pode aparecer em nome de pessoas físicas, empresas ou representantes legais autorizados. O ponto principal é seguir apenas o ambiente oficial indicado pelo Banco Central.

Parte dos recursos foi direcionada ao Desenrola 2.0

A transferência de R$ 5,7 bilhões ao FGO tem relação com a estrutura do Desenrola 2.0. O fundo será usado como garantia em renegociações de dívidas, oferecendo proteção às instituições financeiras em caso de inadimplência de contratos renegociados.

Mesmo assim, o Ministério da Fazenda informou que o cidadão pode continuar buscando o dinheiro esquecido no Banco Central. O edital de chamamento público previsto pelo governo deve trazer orientações complementares e prazos específicos para a parcela dos recursos que já foi transferida ao fundo.

Distribuição

Quem aparece no balanço mais recente

Pessoas físicas
45,3 milhões
Grupo associado a cerca de R$ 8,13 bilhões.
Empresas
5 milhões
Pessoas jurídicas somam cerca de R$ 2,43 bilhões.

Segundo a informação divulgada, após a publicação do edital, os clientes terão 30 dias corridos para contestar a transferência do dinheiro. Se não houver contestação dentro do prazo, os valores transferidos ao FGO serão incorporados de forma definitiva ao fundo.

Na prática, o dinheiro esquecido no Banco Central envolve duas situações: os valores ainda disponíveis para solicitação no SVR e a parcela transferida ao FGO, que será tratada no edital de chamamento público.

Pedido automático pode facilitar novos resgates

Desde maio do ano passado, o Banco Central informou que pessoas físicas podem habilitar uma solicitação automática de resgate. A adesão é facultativa e depende de uma conta gov.br de nível prata ou ouro, com verificação em duas etapas ativada.

A solicitação automática do dinheiro esquecido no Banco Central está disponível apenas para pessoas físicas que possuam chave PIX do tipo CPF. Quando houver devolução, o cidadão não receberá aviso do Banco Central; o crédito será feito diretamente pela instituição financeira na conta indicada.

Atenção

Três pontos para não errar na busca

Consulta segue aberta
Não é preciso esperar o edital para verificar valores no SVR.
Edital tratará da parcela transferida
O chamamento deve detalhar prazo e regras para contestação.
Cuidado com golpes
O governo não liga nem manda mensagem pedindo dados pessoais.

O alerta contra golpes é parte essencial do serviço. O governo não solicita dados pessoais, senhas, códigos ou informações extras por telefone, mensagem ou ligação. Por isso, qualquer contato prometendo liberação rápida de dinheiro esquecido no Banco Central deve ser tratado com desconfiança.

Para quem ainda não consultou, o caminho seguro é acessar o sistema oficial, usar a conta gov.br e seguir as orientações exibidas na tela. A busca pelo dinheiro esquecido no Banco Central continua sendo um serviço de utilidade pública, especialmente para quem pode ter saldo parado em banco, consórcio ou outra instituição financeira.

Antes de informar qualquer dado, o cidadão deve conferir se está no endereço correto. Essa checagem simples ajuda a proteger quem procura dinheiro esquecido no Banco Central e evita abordagens falsas em nome do governo.

Fonte da notícia: G1 Economia.

Golpe do intermediário no Marketplace faz vítimas e acende alerta em Rondônia

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Pessoa usando celular em alerta sobre golpe do intermediário no Marketplace em Rondônia
Fraude em negociação pela internet acende alerta para compradores e vendedores em Rondônia.

Golpe do intermediário no Marketplace fez vítimas em Rondônia e acendeu um alerta para quem costuma comprar ou vender produtos usados pela internet. O caso mais recente foi registrado em Vilhena, onde uma falsa negociação de televisor terminou em prejuízo de R$ 2.700, segundo publicação do Extra de Rondônia.

A fraude mostra como criminosos conseguem enganar comprador e vendedor ao mesmo tempo, usando anúncios em redes sociais, conversas por aplicativo e pedidos de pagamento por Pix. Embora o caso tenha ocorrido em Vilhena, o alerta vale para moradores de todo o estado, especialmente em negociações feitas pelo Marketplace, grupos de compra e venda e contatos iniciados pelo WhatsApp.

Alerta ao consumidor

Como o golpe funciona

O criminoso cria uma ponte falsa entre comprador e vendedor.

1. Anúncio real
O golpista copia uma oferta verdadeira.
2. Versões diferentes
Cada vítima recebe uma história.
3. Pix errado
O dinheiro vai para o criminoso.

Caso em Vilhena terminou em prejuízo

De acordo com a publicação, um homem e uma mulher foram vítimas de estelionato no sábado, 23 de maio, em Vilhena. A negociação envolvia a venda de um televisor, mas o criminoso teria atuado como intermediário falso entre as duas partes, conduzindo a conversa até o pagamento indevido.

O golpe do intermediário no Marketplace costuma seguir um roteiro parecido. O golpista identifica um anúncio real, entra em contato com o vendedor, copia informações do produto e oferece o item a outro comprador. Em seguida, cria uma história para impedir que comprador e vendedor conversem livremente sobre valor, forma de pagamento e titularidade da conta.

No golpe do intermediário no Marketplace, o comprador acredita estar fazendo negócio com o responsável pela venda, enquanto o vendedor pensa que está tratando com um interessado legítimo. Quando o pagamento é feito para a conta indicada pelo criminoso, o dinheiro desaparece e as duas partes percebem que foram usadas na mesma armadilha.

Sinais de risco

Antes do Pix, confira os detalhes

Preço baixo
Valor fora da média.
Pedido de silêncio
Não falar sobre preço.
Conta de terceiro
Pix em nome estranho.
Pressa
Urgência para fechar.

Por que comprador e vendedor podem virar vítimas

O ponto mais perigoso do golpe do intermediário no Marketplace é que ele não depende apenas de anúncio falso. Muitas vezes, o produto existe, o vendedor é real e o comprador chega a ver o item presencialmente. Isso aumenta a sensação de segurança e facilita a ação do criminoso.

O problema aparece quando o golpista controla as informações. Ele pode dizer ao vendedor que o comprador é um parente, amigo ou pessoa indicada. Ao comprador, pode afirmar que o vendedor está apenas mostrando o produto, mas que o pagamento deve ser tratado diretamente com o suposto intermediário. Assim, cada lado recebe uma versão diferente da história.

Para evitar cair no golpe do intermediário no Marketplace, especialistas em segurança recomendam que as partes conversem diretamente, confirmem o valor combinado, verifiquem o nome do titular da conta e nunca façam pagamento para pessoa diferente daquela que está vendendo o produto.

Checklist rápido

O que confirmar antes de pagar

Titular do Pix
Nome deve bater com o vendedor.
Valor combinado
Confirme direto com a outra parte.
Produto conferido
Veja e teste antes de pagar.
Perfil do anunciante
Veja histórico, fotos e dados.

Cuidados valem para todo tipo de produto

O golpe do intermediário no Marketplace também aparece em negociações de menor valor, como televisores, celulares, eletrodomésticos, móveis e equipamentos eletrônicos. A modalidade se adapta ao comportamento do consumidor e aparece principalmente onde há negociação rápida e pouca checagem.

Moradores de Rondônia devem ter atenção redobrada quando o anúncio traz preço muito atrativo, perfil recém-criado, poucas informações do vendedor ou tentativa de levar a conversa para outro aplicativo logo no início. Também é importante desconfiar quando a pessoa insiste para que o pagamento seja feito antes da entrega, sem recibo, sem conferência presencial e sem confirmação do titular da conta.

Outra medida de prevenção é salvar conversas, prints, comprovantes, número de telefone, dados bancários e link do anúncio. Em caso de prejuízo, a vítima deve procurar a polícia, registrar boletim de ocorrência e avisar o banco o mais rápido possível para tentar bloquear ou rastrear a transferência.

Em muitos casos, o golpe do intermediário no Marketplace poderia ser evitado com uma checagem simples: comprador e vendedor precisam conversar diretamente antes do pagamento, confirmar o valor combinado e verificar se o titular da conta é realmente a pessoa que está vendendo o produto.

Depois do prejuízo

O que fazer se caiu no golpe

Avise o banco
Peça bloqueio.
Guarde provas
Salve prints.
Faça B.O.
Informe os dados.
Denuncie
Avise a plataforma.

Como evitar o golpe do intermediário no Marketplace

Para evitar o golpe do intermediário no Marketplace, a principal orientação é negociar com calma. Antes de transferir qualquer valor, as duas partes devem confirmar tudo entre si, sem intermediário desconhecido, principalmente quando o anúncio envolve produto usado, preço abaixo do mercado e pedido de Pix imediato.

O golpe do intermediário no Marketplace não depende apenas de tecnologia. Ele usa pressa, confiança e falta de comunicação direta entre comprador e vendedor. Por isso, desconfiança não é exagero: é uma forma de proteção.

Em negociações pela internet, conferir dados, conversar diretamente, evitar Pix para terceiros e testar o produto antes do pagamento são atitudes que podem impedir prejuízos como o registrado em Vilhena. O golpe do intermediário no Marketplace cresce quando comprador e vendedor deixam a conversa nas mãos de uma pessoa que não deveria intermediar o negócio.

Fonte da notícia: Extra de Rondônia

STF muda punição máxima para juízes em casos disciplinares graves

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Sala de tribunal com documentos, balança da justiça e martelo simboliza decisão do STF sobre aposentadoria compulsória de magistrados
Decisão da Primeira Turma do STF encerra aposentadoria compulsória remunerada como principal punição a magistrados.

A aposentadoria compulsória de magistrados deixou de ser a principal punição administrativa para juízes em casos disciplinares graves, conforme decisão unânime da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira (26).

Com o entendimento, o Conselho Nacional de Justiça deverá aplicar a perda do cargo e, consequentemente, a perda da remuneração como sanção máxima em situações de maior gravidade. A medida confirma decisão individual do ministro Flávio Dino, relator do caso, e rejeita recurso apresentado pela Procuradoria-Geral da República.

Painel da decisão

O que muda na punição máxima

A decisão troca a lógica da punição administrativa mais dura: o afastamento remunerado deixa de ser o principal caminho para casos graves.

1ª
Turma do STF

Colegiado confirmou o entendimento de Flávio Dino por unanimidade.

126
casos em 20 anos

Magistrados foram aposentados compulsoriamente em punições dessa natureza.

CNJ
aplica a sanção

O Conselho deverá usar a perda do cargo como maior punição disciplinar.

Aposentadoria compulsória de magistrados deixa de ser sanção principal

Antes da decisão, a aposentadoria compulsória de magistrados era considerada a pena máxima administrativa prevista para juízes que cometessem infrações graves. Na prática, o magistrado era afastado da função, mas continuava recebendo remuneração proporcional ao tempo de serviço.

Esse ponto era alvo de críticas justamente porque a punição retirava o juiz da atividade, porém preservava o pagamento mensal. Agora, segundo o entendimento confirmado pela Primeira Turma, magistrados que cometerem crimes ou violações disciplinares graves não poderão mais receber a aposentadoria compulsória de magistrados como maior sanção.

Como funciona

A lógica da mudança confirmada pelo STF

Antes
A sanção máxima podia afastar o juiz da função, mantendo remuneração proporcional.
Agora
A maior punição disciplinar passa a ser a perda do cargo e do salário.
Alcance
A medida vale para juízes e ministros de todos os tribunais, exceto o próprio STF.

Decisão confirma entendimento de Flávio Dino

O ministro Flávio Dino havia decidido, em março, que a aposentadoria compulsória de magistrados como punição deixou de caber no ordenamento jurídico vigente. Para ele, a reforma da Previdência de 2019 retirou o fundamento constitucional que sustentava a medida como sanção disciplinar.

A Primeira Turma confirmou esse entendimento e rejeitou o recurso da Procuradoria-Geral da República. A PGR defendia que o caso fosse analisado pelo plenário do Supremo, não apenas pela Turma, e argumentou que a decisão poderia gerar risco institucional ao Judiciário e ao Ministério Público.

Alcance institucional

Quem entra na nova regra

Incluídos

Juízes e ministros de tribunais sujeitos ao controle disciplinar citado na decisão.

Exceção

A regra não vale para o Supremo Tribunal Federal, conforme informado na reportagem-base.

Referendo

A maioria entendeu que decisões do CNJ sobre perda de cargo devem passar pelo STF.

CNJ deverá aplicar perda do cargo em casos graves

A avaliação majoritária da Turma é que as decisões do CNJ sobre perda de cargo precisam ser referendadas pelo Supremo, já que o cargo de juiz é vitalício. Além disso, a medida foi vista como forma de evitar que processos se arrastem por muito tempo sem decisão definitiva.

Segundo a reportagem, nos últimos 20 anos, 126 magistrados foram aposentados compulsoriamente em situações envolvendo infrações graves, como venda de sentenças, assédio moral e sexual e benefícios indevidos a integrantes de facção criminosa.

A decisão analisada por Dino teve origem em ação de um juiz afastado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O magistrado buscava anular decisões do CNJ que resultaram em sua aposentadoria compulsória de magistrados. O processo citava condutas ligadas à atuação na Comarca de Mangaratiba, no Rio de Janeiro.

Impacto prático

Consequência direta da decisão

Punição deixa de preservar remuneração

A mudança substitui o afastamento remunerado pela perda do cargo como resposta máxima nos casos disciplinares mais graves.

Sem salário
A perda do cargo traz a consequente perda da remuneração.
Sem prêmio
A crítica ao modelo anterior era manter pagamento mesmo após o afastamento.
Com revisão
Casos de perda de cargo pelo CNJ devem ser referendados pelo Supremo.

Aposentadoria compulsória de magistrados ainda pode ir ao plenário

No julgamento, a única divergência registrada foi do ministro Cristiano Zanin, que discordou da tese de que casos de perda de cargo após aposentadoria compulsória de magistrados devam tramitar no Supremo, como defenderam os demais ministros.

A PGR ainda pode tentar levar a discussão ao plenário do STF. Enquanto isso, o Conselho Nacional de Justiça discute se e como aplicará a medida aos casos disciplinares. Há uma resolução sobre o tema para ser analisada pelo plenário do CNJ, mas a tendência, segundo a reportagem, é aguardar a análise da Primeira Turma do Supremo.

Na prática, a decisão marca uma mudança importante no tratamento da aposentadoria compulsória de magistrados. A punição que antes afastava o juiz, mas mantinha pagamento proporcional, perde força como resposta máxima. Com isso, casos disciplinares graves passam a ter como consequência central a perda do cargo e da remuneração.

Fonte da notícia:
G1 Política / TV Globo.
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