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sábado, outubro 31, 2026
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Vida Plena aborda diabetes, sinais de alerta, prevenção e cuidados

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Vida Plena aborda diabetes com especialistas do Hospital de Amor
Especialistas do Hospital de Amor explicam sinais de alerta, prevenção e cuidados com o diabetes em todas as idades.

Diabetes é o tema deste episódio do Vida Plena, que aborda sinais de alerta, prevenção, tratamento e cuidados em diferentes fases da vida.

Participam do programa especialistas do Hospital de Amor: Dra. Larissa Sargentini, médica endocrinologista; Raphael Leite, nutricionista; e Lidiane de Oliveira Ricci, profissional de educação física.

▶️ Ative o som e assista ao primeiro bloco.

Entenda o que é diabetes, quais sinais merecem atenção e por que o diagnóstico precoce faz diferença.

Diabetes em crianças exige atenção aos sinais

No primeiro bloco, o programa explica que o diabetes acontece quando há excesso de açúcar na corrente sanguínea. Em crianças, os especialistas destacam que a maior parte dos casos está relacionada ao diabetes tipo 1, condição em que o organismo deixa de produzir insulina adequadamente.

Entre os sinais de alerta, a conversa cita sede intensa, aumento da vontade de urinar, fome, perda de peso, cansaço, alterações de comportamento e mudanças na rotina da criança. A orientação é procurar avaliação médica quando esses sintomas aparecem de forma persistente.

Adultos precisam controlar peso, alimentação e rotina

No segundo bloco, o Vida Plena aborda o diabetes na vida adulta. A conversa mostra que a doença pode se desenvolver ao longo de anos, associada ao ganho de peso, gordura abdominal, sedentarismo, alimentação inadequada e outros fatores de risco.

Os especialistas reforçam que o cuidado não depende apenas de cortar açúcar. O controle envolve acompanhamento médico, alimentação equilibrada, atividade física, adesão ao tratamento e mudanças sustentáveis na rotina.

▶️ Assista também ao segundo bloco.

Veja como alimentação, peso, atividade física e tratamento influenciam o controle do diabetes em adultos.

Diabetes em idosos pede cuidado redobrado

No terceiro bloco, o programa explica que, na terceira idade, o diabetes exige ainda mais atenção. Isso ocorre porque outras condições, como pressão alta, colesterol, perda de massa muscular e maior risco cardiovascular, podem aumentar as complicações.

A orientação dos especialistas é adaptar o tratamento à realidade da pessoa idosa, respeitando limitações, rotina, alimentação, mobilidade e presença de outras doenças. O objetivo é manter qualidade de vida, segurança e autonomia sempre que possível.

▶️ Assista ao terceiro bloco.

Entenda por que idosos precisam de acompanhamento individualizado e atenção às complicações do diabetes.

Prevenção passa por informação e hábitos diários

Segundo o texto do programa, o Brasil aparece entre os países com maior número de pessoas vivendo com diabetes, com cerca de 16 milhões de casos. A preocupação também envolve crianças e adolescentes, especialmente diante do crescimento da obesidade e do sedentarismo.

O episódio reforça que informação, alimentação adequada, movimento, acompanhamento regular e adesão ao tratamento ajudam a prevenir complicações e melhoram o controle da doença.

Vida Plena vai ao ar pela REDEVIDA+

O Vida Plena vai ao ar para todo o Brasil aos domingos, às 19h, com reprise às segundas, quartas e sextas-feiras, às 9h45 e às 23h15, pela REDEVIDA+.

Fonte da notícia:
Vida Plena no YouTube.

Mais leitura

Para informações oficiais sobre saúde, prevenção e cuidado, acesse também o Ministério da Saúde.

INSS regulamenta pensão especial para menores que perderam a mãe por feminicídio

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Pensão do INSS para órfãos de feminicídio com atendimento a criança e responsável em serviço público
Benefício especial do INSS garante proteção social a filhos e dependentes de mulheres vítimas de feminicídio.

Pensão do INSS para órfãos de mulheres vítimas de feminicídio passou a ser garantida a partir desta sexta-feira (29), com a regulamentação da concessão do benefício especial pelo Instituto Nacional do Seguro Social. A medida estabelece o pagamento de um salário mínimo a filhos e dependentes que se enquadrem nos critérios definidos pela norma.

O benefício alcança menores de 18 anos em situação de vulnerabilidade social, desde que a renda familiar por pessoa seja igual ou inferior a um quarto do salário mínimo. Além dos filhos biológicos, a regra também inclui enteados, menores sob guarda e tutelados que comprovem dependência econômica em relação à mulher vítima de feminicídio.

Resumo do benefício
Critérios principais da pensão especial
1 salário mínimoValor mensalbenefício previsto pela norma
Menores de 18Público atendidocrianças e adolescentes vulneráveis
Até 1/4Renda per capitalimite por pessoa da família

Quem pode receber a pensão do INSS para órfãos

A pensão do INSS para órfãos não se limita aos filhos biológicos da vítima. De acordo com a regulamentação, também podem ser contemplados enteados, menores sob guarda e tutelados, desde que exista comprovação de dependência econômica em relação à mulher assassinada em contexto de feminicídio.

A regra tem foco em crianças e adolescentes que ficaram em situação de maior fragilidade após o crime. Por isso, além da idade, a norma exige a comprovação de vulnerabilidade social. O critério de renda funciona como uma etapa central da análise, já que a pensão do INSS para órfãos foi estruturada para alcançar famílias com menor capacidade de sustento.

Como pedir
Solicitação deve ser feita por representante legal
1. Pedido: feito pelo representante legal dos filhos ou dependentes da vítima.
2. Canais: solicitação pelo site ou aplicativo Meu INSS e pelo telefone 135.
3. Análise: documentos devem comprovar vínculo, dependência e relação com o feminicídio.

Documentos exigidos pelo INSS

Para solicitar a pensão do INSS para órfãos, o responsável deve apresentar documento pessoal de identificação oficial com foto da criança ou do adolescente. Caso isso não seja possível, a certidão de nascimento poderá ser usada no processo.

Nos casos envolvendo filhos menores de idade, a norma exige a apresentação de documentos que relacionem o fato a um feminicídio. Entre os documentos aceitos estão o auto de prisão em flagrante, a denúncia, a conclusão do inquérito policial ou uma decisão judicial.

Quando o pedido for feito em favor de dependente que não seja filho biológico, a comprovação muda conforme a situação. O INSS poderá exigir termo de guarda ou termo de tutela, seja provisório ou definitivo. Essa exigência serve para demonstrar o vínculo legal e a dependência econômica em relação à vítima.

Documentação
Comprovantes que podem ser exigidos
Identificaçãodocumento com foto ou certidão de nascimento
Feminicídioflagrante, denúncia, inquérito concluído ou decisão judicial
Guarda ou tutelatermo provisório ou definitivo, quando aplicável

Autor do crime não pode representar o dependente

Um ponto importante da norma é a vedação expressa à representação por parte do autor, coautor ou participante do feminicídio. Isso significa que a pessoa envolvida no crime não pode requerer a pensão do INSS para órfãos nem administrar o benefício mensal destinado à criança ou ao adolescente.

Essa regra busca impedir que o benefício seja controlado por quem teve participação no crime. Assim, o pedido deve partir de representante legal habilitado, responsável por conduzir a solicitação e apresentar os documentos exigidos pelo INSS.

Outro detalhe relevante está no início do pagamento. A pensão especial será devida a partir da data do requerimento. Portanto, conforme a norma, a pensão do INSS para órfãos não terá efeito financeiro retroativo à data da morte da vítima.

Atenção da família
Regras que evitam erro no pedido
Sem retroativopagamento começa na data do requerimento
Canal 135pedido também pode ser iniciado por telefone
Proteçãoautor do crime não pode administrar o benefício

Pedido da pensão do INSS para órfãos pode ser feito pelo Meu INSS

A solicitação da pensão do INSS para órfãos pode ser feita pelo site ou aplicativo Meu INSS. O atendimento também está disponível pelo telefone 135, canal usado para serviços e orientações previdenciárias.

Como o benefício depende da apresentação de documentos específicos, o representante legal deve reunir os registros pessoais da criança ou adolescente, além dos documentos que comprovem a relação do caso com feminicídio. Quando houver guarda ou tutela, o termo correspondente também deve ser apresentado.

A regulamentação transforma o benefício em uma resposta formal de proteção social a dependentes que perderam a mãe em um crime de extrema gravidade. Ao mesmo tempo, estabelece critérios objetivos para evitar pagamentos fora das condições previstas. Com isso, a pensão do INSS para órfãos passa a ter regra definida, canais de solicitação e documentação mínima para análise.

Na prática, a pensão do INSS para órfãos reúne três pontos centrais: proteção ao dependente menor de idade, comprovação documental do feminicídio e solicitação por representante legal autorizado.

Fonte da notícia: Agência Brasil, via Tribuna do Norte.

Mais leitura

Domingos Debarba revela por que Rondônia ainda é terra de oportunidades

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Rondônia terra de oportunidades é tema de entrevista com Domingos Debarba no RuralCast
Domingos Debarba defendeu agroindústria, logística e energia solar como caminhos para Rondônia crescer.

Rondônia terra de oportunidades foi a mensagem central defendida pelo empresário Domingos Debarba durante participação no RuralCast, apresentado pelo jornalista Isaías Sena. Em uma conversa voltada ao futuro econômico do estado, ele falou sobre agroindústria, logística, energia solar, turismo, hotelaria, sucessão no campo e os desafios para transformar a produção regional em mais valor agregado.

A entrevista, realizada durante a programação da 13ª Rondônia Rural Show Internacional 2026, colocou em destaque uma visão empresarial sobre o estado. Para Debarba, Rondônia ainda tem muito espaço para crescer, especialmente se conseguir industrializar produtos que hoje saem como matéria-prima, melhorar o escoamento da produção, ampliar segurança jurídica no campo e atrair investidores de fora.

Rondônia terra de oportunidades é tema de entrevista com Domingos Debarba no RuralCast
Domingos Debarba participou do RuralCast e falou sobre agroindústria, logística, energia solar e desenvolvimento econômico.

Rondônia terra de oportunidades para quem quer investir

Logo no início da entrevista, Domingos Debarba afirmou que Rondônia continua sendo um estado novo, em expansão e com espaço para diferentes tipos de negócios. Segundo ele, o estado oferece oportunidades no agro, na pecuária, no comércio, na indústria, nos serviços e também em áreas que ainda precisam ser melhor exploradas.

A fala tem peso porque vem de um empresário com trajetória consolidada em Rondônia. Debarba citou que chegou ao estado ainda na década de 1970, passou por municípios como Cacoal, Vilhena, Pimenta Bueno e Ji-Paraná, trabalhou como empregado e depois montou sua própria empresa. Para ele, a experiência mostra que quem vem disposto a trabalhar encontra espaço para crescer em uma Rondônia terra de oportunidades.

Debarba explica por que Rondônia ainda atrai oportunidades

O trecho destaca a avaliação de Debarba sobre o potencial econômico do estado e o convite a novos investidores.

Pontos centrais da entrevista
O empresário defendeu que Rondônia precisa transformar produção em indústria, reduzir gargalos logísticos e aproveitar melhor energia, turismo e agro.
Agroindústria
foi apontada como caminho para agregar valor à produção regional
BR-364
entrou no debate como gargalo central para transporte e competitividade
Pacífico
foi citado como alternativa estratégica para exportação e integração econômica

Industrialização pode mudar o peso econômico do estado

Um dos pontos mais fortes da entrevista sobre Rondônia terra de oportunidades foi a defesa da industrialização da produção regional. Debarba afirmou que Rondônia produz muito, mas ainda manda grande parte da matéria-prima para outros estados ou países, perdendo a chance de gerar mais empregos, arrecadação e renda local.

Ele citou exemplos como soja, milho, carne, café e cacau. No caso da soja, por exemplo, avaliou que o estado ainda exporta muito grão sem transformar essa produção em óleo ou outros derivados. Com o milho, apontou oportunidades ligadas à produção de ração, sal mineral e até álcool à base do cereal. Na carne, destacou que parte importante ainda sai sem maior processamento.

Industrializar produtos locais é apontado como oportunidade

O vídeo mostra Debarba defendendo que soja, milho, carne, café e cacau podem gerar mais valor dentro de Rondônia.

BR-364 e novas rotas aparecem como desafios logísticos

A logística também ocupou espaço central na conversa sobre Rondônia terra de oportunidades. Para Domingos Debarba, a BR-364 é a espinha dorsal de Rondônia, porque concentra o fluxo de transporte do estado e também atende parte das ligações com Acre e Amazonas. No entanto, ele criticou a forma como a concessão da rodovia foi estruturada e afirmou que o custo do pedágio pesa na competitividade.

Além da BR-364, Debarba defendeu outras alternativas para desafogar o transporte. Ele citou a chamada Rodovia do Boi, com potencial para ligar regiões produtivas ao porto de Porto Velho, e mencionou rotas que podem melhorar a integração com Guajará-Mirim, a ponte binacional e a saída para o Pacífico.

BR-364, Rodovia do Boi e logística entram no debate

O trecho reúne críticas à BR-364 e a defesa de novas rotas para melhorar o escoamento da produção.

Leitura econômica

Oportunidade existe, mas depende de estrutura

Indústria: o estado precisa transformar mais matéria-prima em produtos de maior valor.

Logística: rodovias, porto e saída internacional podem reduzir custos e abrir mercados.

Campo: segurança jurídica e apoio ao produtor são apontados como bases para manter famílias produzindo.

Saída para o Pacífico pode reduzir custos de exportação

Outro tema importante foi a abertura logística para o Pacífico. Debarba afirmou que a ponte binacional em Guajará-Mirim e a ligação com portos do Peru e do Chile podem representar economia significativa para Rondônia, Acre, Mato Grosso e outros estados próximos.

Na avaliação do empresário, essa rota pode melhorar o escoamento da produção e também facilitar a chegada de insumos para setores industriais. Ele citou a relação com a China como parte desse debate, destacando que o interesse internacional em produtos brasileiros pode se conectar a uma necessidade regional de transporte mais rápido e mais barato.

Saída para o Pacífico é vista como rota estratégica

O trecho aborda a ponte binacional, os portos do Pacífico e a possibilidade de reduzir custos logísticos.

Energia solar aparece como alternativa para novos negócios

A energia também entrou no debate porque Rondônia terra de oportunidades depende também de soluções mais baratas e sustentáveis para novos negócios. Debarba avaliou que Rondônia é produtora de energia por causa das usinas no Rio Madeira, mas ainda enfrenta limitações locais. Segundo ele, a energia solar surge como uma alternativa importante para empresas, propriedades e novos empreendimentos.

O empresário afirmou que o estado tem uma vantagem natural: forte incidência de sol durante a maior parte do ano. Para ele, esse cenário torna Rondônia um ambiente favorável para projetos de energia solar e pode ajudar a sustentar novas atividades industriais, agroindustriais e comerciais.

Sol de Rondônia é apontado como vantagem energética

O vídeo mostra a avaliação de Debarba sobre o potencial da energia solar no estado.

Turismo, hotelaria e sucessão no campo também foram citados

Na parte final da entrevista, Domingos Debarba reforçou a ideia de Rondônia terra de oportunidades ao ampliar o olhar para turismo, hotelaria e sucessão no campo. Ele destacou que cidades como Ji-Paraná e Ariquemes ainda sofrem com falta de hotelaria em períodos de grandes eventos, como a Rondônia Rural Show e exposições regionais.

O empresário também apontou o turismo como setor pouco explorado e falou sobre a necessidade de manter o produtor rural no campo com segurança jurídica, documentação e regras ambientais aplicadas com equilíbrio. Para ele, o pequeno produtor movimenta cidades e precisa de condições para continuar produzindo, enquanto novos empreendedores podem encontrar espaço em diferentes áreas.

Hotelaria, turismo e campo entram na lista de oportunidades

O trecho final mostra o empresário falando sobre segurança jurídica, campo, turismo, hotelaria e novas oportunidades.

No fechamento, Debarba reforçou o convite para que pessoas de fora conheçam Rondônia. Segundo ele, o estado ainda carrega a imagem de lugar distante para quem vive em outras regiões, mas, para quem está aqui, há estrutura, trabalho, receptividade e caminhos de crescimento. A mensagem final foi direta: Rondônia terra de oportunidades segue como uma realidade para quem deseja produzir, investir e empreender.

Fonte da notícia:
RuralCast.

Receita libera primeiro lote do IR com pagamento recorde nesta sexta

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Celular com tela da Receita Federal em destaque sobre mesa com calculadora e documentos do Imposto de Renda.
Primeiro lote da restituição do IR 2026 começa a ser pago pela Receita Federal nesta sexta-feira.

A restituição do IR 2026 começa a ser paga nesta sexta-feira (29) pela Receita Federal, com a liberação do primeiro lote para cerca de 8,7 milhões de contribuintes. Ao todo, o pagamento soma R$ 16 bilhões, valor que será depositado diretamente na conta informada na declaração do Imposto de Renda.

Segundo a Receita Federal, este é o maior lote de restituição já pago, tanto em número de pessoas quanto em volume de recursos. No caso da restituição do IR 2026, o depósito pode depender do processamento de cada banco, por isso a orientação é aguardar até o fim do dia para confirmar se o dinheiro caiu na conta.

Painel do pagamento

O tamanho do primeiro lote

A primeira etapa da restituição do IR 2026 reúne volume recorde de pessoas atendidas e de recursos liberados.

8,7 mi
Contribuintes

Pessoas contempladas no primeiro lote.

R$ 16 bi
Total liberado

Montante destinado aos pagamentos.

29/05
Data do crédito

Pagamento programado para cair na conta informada na declaração. 

Como funciona a restituição do IR 2026

A restituição do IR 2026 é paga diretamente na conta indicada pelo contribuinte no momento da entrega da declaração. Isso significa que o dinheiro não precisa ser solicitado novamente quando o contribuinte já está incluído no lote liberado pela Receita Federal.

Mesmo com o pagamento previsto para esta sexta-feira, a Receita informou que a efetivação do crédito depende do processamento de cada instituição financeira. Por esse motivo, quem está no lote deve verificar a conta ao longo do dia antes de concluir que houve algum problema no depósito.

Entenda o processo

Do envio da declaração ao depósito

1
Declaração processada

A Receita libera o pagamento após analisar os dados enviados.

2
Conta informada

O valor segue para os dados bancários registrados na declaração.

3
Banco processa o crédito

A confirmação pode variar ao longo do dia, conforme cada instituição financeira. 

Quem tem prioridade no primeiro lote

Do total de R$ 16 bilhões liberados neste primeiro lote, cerca de R$ 8,6 bilhões serão destinados a contribuintes com prioridade prevista em lei. O grupo inclui idosos, pessoas com deficiência, portadores de doença grave e professores.

A restituição do IR 2026 também contempla nesta etapa quase 5 milhões de contribuintes que utilizaram a declaração pré-preenchida e escolheram receber o valor por meio do Pix. Esses critérios fazem parte da organização do lote informado pela Receita Federal.

Grupos contemplados

Prioridades e modalidades de recebimento

R$ 8,6 bi
Prioridade legal

Valor destinado a grupos com preferência definida em lei.

Quase 5 mi
Pré-preenchida e Pix

Contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e escolheram receber via Pix.

A organização do lote combina critérios legais e escolhas feitas pelo contribuinte durante o envio da declaração.

Estados com mais restituições liberadas

A distribuição da restituição do IR 2026 mostra onde está a maior concentração de contribuintes incluídos nesta etapa. São Paulo lidera o primeiro lote, com mais de 2,4 milhões de contribuintes contemplados e cerca de R$ 4 bilhões pagos.

Na sequência, aparecem Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná. Ainda assim, a liberação da restituição do IR 2026 segue os critérios informados pela Receita Federal e o processamento das declarações.

Mapa do lote

Onde há maior concentração de pagamentos

São Paulo

Mais de 2,4 milhões de contribuintes e cerca de R$ 4 bilhões liberados.

Na sequência

Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Paraná aparecem depois de São Paulo.

O que fazer se a restituição do IR 2026 não cair

Quem não receber a restituição do IR 2026 nesta sexta-feira deve verificar se há pendências nos dados bancários informados à Receita Federal. De acordo com a fonte, quando há problema nessas informações, o pagamento poderá ser reagendado posteriormente junto ao Banco do Brasil.

A orientação principal é acompanhar a conta durante o dia e, se o valor não aparecer, conferir os dados vinculados à declaração. A medida evita confusão entre atraso de processamento bancário e eventual pendência que impeça o crédito automático.

Impacto prático

Atenção ao crédito na conta

Aguardar o dia

O crédito pode depender do processamento de cada banco.

Conferir os dados

Se o valor não cair, a orientação é verificar possíveis pendências bancárias.

Reagendar pagamento

Quando necessário, o pagamento poderá ser reagendado junto ao Banco do Brasil.

Com o primeiro lote, a Receita Federal inicia a etapa de pagamentos da restituição do IR 2026 em escala recorde. Para os contribuintes incluídos, o ponto central é confirmar o depósito na conta informada e observar eventuais pendências caso o crédito não seja identificado.

Fonte da notícia: SBT News

Fim de semana terá alerta de chuva no Norte e instabilidade no país

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Chuva no Norte com nuvens carregadas sobre área urbana às margens de rio durante alerta de fim de semana
Previsão indica chuva forte em áreas do extremo Norte, com atenção para Roraima, Amapá e norte do Amazonas.

Chuva no Norte deve concentrar o principal alerta da previsão para o fim de semana no Brasil. O extremo norte do país segue com risco de volumes elevados, especialmente em Roraima, no Amapá e em áreas do norte do Amazonas.

Segundo previsão citada pelo g1, a instabilidade também aparece em outras regiões, mas o cenário mais sensível está no Norte. Em Boa Vista, a sequência de dias chuvosos já vem provocando transtornos, enquanto Roraima pode registrar acumulado expressivo entre sexta e segunda-feira.

Painel do alerta

Onde a chuva no Norte exige atenção

RoraimaMaior risco

Previsão indica chuva intensa e acumulado elevado entre sexta e segunda-feira.

AmapáVolumes fortes

Estado segue entre as áreas com precipitações mais intensas no extremo Norte.

Norte do AmazonasChuva persistente

A região volta a aparecer na previsão de instabilidade para o domingo.

Chuva no Norte pode ter acumulado alto em Roraima

A chuva no Norte preocupa principalmente em Roraima. A previsão aponta possibilidade de até 200 milímetros de volume acumulado no estado entre sexta e segunda-feira, o que reforça o peso do alerta para o fim de semana.

No domingo, a chuva continua concentrada no extremo norte do país, atingindo novamente áreas de Roraima, norte do Amazonas e Amapá. Portanto, mesmo com variações ao longo dos dias, a instabilidade segue persistente nessa faixa.

O alerta ganha relevância porque não se trata apenas de pancadas isoladas. A previsão indica continuidade da chuva em áreas que já vinham registrando transtornos, o que aumenta a atenção sobre os acumulados no período.

Como entender

Por que o alerta se concentra no Norte

Chuva recorrente
Boa Vista já enfrenta transtornos após sequência de dias chuvosos.
Acumulado expressivo
Roraima aparece como o ponto mais sensível da previsão.
Extremo norte
Amapá e norte do Amazonas seguem dentro da área de instabilidade.

Outras regiões também terão chuva

Embora o foco seja a chuva no Norte, a previsão também indica instabilidade no Sul, em parte do Sudeste e no litoral leste do Nordeste. No Sul, a mudança no tempo começa nesta sexta-feira e ganha força no sábado.

A chuva deve atingir áreas do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná. No Sudeste, há previsão para trechos do centro-sul de Minas Gerais, interior de São Paulo e estado do Rio de Janeiro.

No litoral leste do Nordeste e em áreas do Recôncavo Baiano, a previsão também cita pancadas rápidas, que podem ocorrer com forte intensidade em alguns momentos.

Distribuição nacional

Como fica o tempo no país

Norte

Maior alerta, com chuva forte em Roraima, Amapá e norte do Amazonas.

Nordeste

Litoral leste e Recôncavo Baiano podem ter pancadas rápidas e fortes.

Centro-Sul

Sul e parte do Sudeste terão instabilidade, mas o domingo tende a ser mais firme.

Fim de semana não deve ter calor forte

Além da chuva no Norte, a previsão indica temperaturas mais amenas em parte do país. Não há expectativa de calor forte no Sul e no Sudeste nos próximos dias.

Segundo os meteorologistas citados na reportagem, uma massa de ar mais frio ainda influencia o Brasil e impede a formação de ondas de calor neste momento. No Centro-Norte, porém, as temperaturas podem passar dos 30°C, algo comum para o período.

Impacto prático

Resumo do cenário

Norte em alerta

Roraima concentra o ponto mais sensível da previsão.

Chuva irregular

Outras regiões terão pancadas, mas sem o mesmo peso do extremo Norte.

Sem onda de calor

Sul e Sudeste seguem com temperaturas mais amenas.

Com isso, a chuva no Norte se torna o eixo principal da previsão nacional para o fim de semana. O alerta é maior no extremo norte, enquanto parte do Centro-Sul deve ter melhora no domingo e temperaturas sem calor forte.

Fonte da notícia: G1

Cachorrinha resgatada vira heroína horas depois de ganhar nova casa

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Cachorra salva tutor ao acordá-lo durante incêndio em casa na Nova Zelândia
Hazel, cachorrinha recém-adotada, acordou o tutor com mordidinhas durante um incêndio na casa.

Cachorra salva tutor de incêndio no primeiro dia após ser adotada, em uma história que emocionou milhares de pessoas na Nova Zelândia. Hazel, uma cachorrinha de apenas 9 meses, percebeu o fogo durante a noite e acordou o novo dono com pequenas mordidas, antes que a situação terminasse em tragédia.

A história aconteceu em Whakatāne. Segundo o relato publicado pelo Só Notícia Boa, Hazel tinha acabado de deixar o abrigo e ganhar uma nova família. A casa acabou destruída pelas chamas, mas o tutor conseguiu sair a tempo e ninguém ficou ferido.

Retrato do caso

Hazel em três dados essenciais

9 mesesidade da cachorrinhaAinda filhote, Hazel já carregava uma história de recomeços.
2 vezesabandono anteriorEla havia sido deixada para trás antes de chegar à ONG.
1º diaato heroicoO alerta aconteceu logo na primeira noite no novo lar.

Cachorra salva tutor após perceber fumaça na casa

Durante a noite, enquanto o homem dormia profundamente, um incêndio começou dentro da residência. As chamas se espalharam rapidamente, e a fumaça tomou conta do imóvel. Foi nesse momento que Hazel reagiu.

Cachorra salva tutor de incêndio após perceber fogo durante a noite
Hazel percebeu o incêndio durante a noite e ajudou o tutor a escapar a tempo.

De acordo com o relato, a cachorrinha começou a dar mordidinhas no tutor para acordá-lo. Quando abriu os olhos, ele percebeu que a casa já estava cheia de fumaça. O alerta permitiu que os dois saíssem antes que o fogo provocasse uma tragédia maior. Por isso, a frase cachorra salva tutor resume com precisão o que aconteceu naquela noite.

Sequência do alerta

Como a cachorra salva tutor durante a noite

1. Incêndio começou
O tutor dormia quando o fogo teve início dentro da casa.
2. Fumaça se espalhou
Hazel percebeu o perigo antes que o homem acordasse sozinho.
3. Mordidinhas deram o alerta
A reação da cachorrinha deu tempo para a saída.

Hazel tinha sido abandonada antes da adoção

A força da história está também no passado de Hazel. Antes de ser adotada, ela vivia sob os cuidados da ONG JDC Rescue. A cachorrinha já havia sido abandonada duas vezes, mas, segundo os voluntários, continuava dócil, amorosa e cheia de carinho para oferecer.

Dias antes da adoção, a ONG havia publicado que Hazel era um “verdadeiro tesouro” e precisava de alguém que nunca mais desistisse dela. Pouco depois, veio a notícia de que ela finalmente havia encontrado uma família. O nome do novo tutor não foi divulgado. No mesmo dia dessa nova chance, cachorra salva tutor virou o desfecho inesperado da adoção.

Antes e depois

Da rejeição ao novo lar

PASSADO
Duas rejeiçõesHazel foi abandonada antes de ser acolhida pela JDC Rescue.
REENCONTRO
Nova famíliaA adoção deu à cachorrinha uma chance de recomeçar.
Virada da históriaNo mesmo dia em que ganhou um lar, cachorra salva tutor de um incêndio e emociona os voluntários.

Casa foi destruída, mas ninguém ficou ferido

Com o aviso de Hazel, o tutor conseguiu escapar. A casa foi destruída pelo fogo, porém ninguém se feriu. A administradora da propriedade, Christina Eichler, disse ao portal Stuff que, se a cachorra não estivesse ali, o homem talvez não estivesse vivo.

Para a JDC Rescue, o caso teve um significado ainda mais especial. O tutor havia decidido acolher uma cachorrinha que já tinha sido rejeitada, e Hazel respondeu com um gesto imediato de proteção. A própria ONG resumiu o sentimento ao destacar que esses momentos mostram cães encontrando suas famílias. Nesse contexto, cachorra salva tutor também reforça a força do vínculo criado após a adoção.

Por que importa

O impacto da história de Hazel

Vida preservada
O tutor saiu a tempo após ser acordado pela cachorrinha.
Casa destruída
O imóvel foi consumido pelo fogo, mas não houve feridos.
Vínculo imediato
Cachorra salva tutor logo após a adoção e mostra reação de proteção.

A história de Hazel mostra como a adoção pode transformar vidas em dois sentidos. A cachorrinha ganhou um lar depois de rejeições, enquanto o tutor recebeu, já na primeira noite, um alerta que mudou o desfecho do incêndio.

Por isso, o caso ganhou grande repercussão. Cachorra salva tutor não é apenas uma frase de impacto: no caso de Hazel, foi exatamente o que aconteceu quando ela percebeu o perigo e insistiu até acordar quem precisava sair da casa.

Ao mesmo tempo, a história mantém um final de alívio. O incêndio causou destruição material, mas Hazel e o tutor escaparam. Assim, cachorra salva tutor se tornou uma história de adoção, cuidado e recomeço no mesmo dia.

Petrobras reajusta gasolina, mas desconto reduz impacto nas bombas

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Bicos de combustível em posto ilustram reajuste da gasolina Petrobras
Petrobras anunciou reajuste da gasolina para distribuidoras com desconto temporário para reduzir o impacto.

Reajuste da gasolina Petrobras foi anunciado nesta quinta-feira (28) com aumento de R$ 0,48 por litro no preço da gasolina A vendida às distribuidoras, mas a estatal informou que aplicará desconto de R$ 0,44 por litro.

Com isso, o impacto efetivo informado pela empresa será de R$ 0,04 por litro. A medida ocorre após decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na segunda-feira (25), que estabeleceu subsídio temporário para reduzir o efeito da alta dos combustíveis.

Painel do reajuste

Os números centrais da mudança

O reajuste da gasolina Petrobras combina alta formal, desconto temporário e impacto líquido menor.

R$ 0,48
Aumento

Alta da gasolina A para distribuidoras.

R$ 0,44
Desconto

Abatimento ligado ao decreto federal.

R$ 0,04
Impacto

Diferença efetiva esperada por litro.

Efeito menor

A alta cheia não deve chegar integralmente.

Reajuste da gasolina Petrobras atinge a gasolina A

A gasolina A é o combustível puro vendido pelas refinarias às distribuidoras. Depois, ela recebe a mistura obrigatória de etanol anidro e se transforma na gasolina C, que chega aos postos.

Segundo a Petrobras, a gasolina C vendida nos postos é formada por 70% de gasolina A e 30% de etanol anidro. Por isso, no cálculo da estatal, a parcela da empresa no preço final passará de R$ 1,80 para R$ 1,83 por litro.

Na prática, o reajuste da gasolina Petrobras terá aumento residual de, no máximo, R$ 0,03 a cada litro de gasolina C vendido nas bombas, conforme informou a companhia.

Como funciona

Como o reajuste chega ao posto

A diferença entre gasolina A e gasolina C explica por que o impacto final pode ser menor.

Gasolina A

Produto vendido às distribuidoras.

Mistura

Recebe etanol anidro.

Gasolina C

É vendida nos postos.

Preço final

Depende da composição da gasolina C.

Desconto terá duração de dois meses

O desconto oferecido pela Petrobras ocorre dentro do decreto que definiu subsídio de R$ 0,44 por litro de gasolina. Segundo a reportagem original, o governo bancará parte do preço do combustível.

A medida terá duração de dois meses e busca conter os efeitos da alta provocada pelo avanço do petróleo no mercado internacional. O subsídio será pago diretamente a produtores e importadores por meio da ANP.

O reajuste da gasolina Petrobras já era esperado. No fim de abril, a presidente da estatal, Magda Chambriard, havia sinalizado que a empresa poderia elevar os preços nas refinarias caso o governo concedesse desconto a produtores e importadores.

Distribuição do efeito

Onde a mudança aparece

O reajuste da gasolina Petrobras afeta a refinaria, passa pelas distribuidoras e entra no cálculo da gasolina C.

Distribuidoras

Recebem a gasolina A reajustada.

Importadores

Recebem o subsídio pela ANP.

Consumidor

Impacto residual menor na bomba.

Prazo

Desconto previsto por dois meses.

Alta do petróleo ajuda a explicar o reajuste da gasolina Petrobras

A reportagem relaciona a decisão ao cenário internacional. A alta nos preços do petróleo é apontada como reflexo da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, com impacto sobre a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz.

Segundo o texto original, mais de 20% do comércio global de petróleo passa por esse canal. Com a restrição de oferta, o petróleo Brent subiu de US$ 72,48 para US$ 94,29 por barril, alta de 30%.

Contexto externo

Pressão veio do mercado internacional

A fonte aponta o conflito no Oriente Médio como fator de pressão sobre os combustíveis.

20%+
Ormuz

Parcela global do petróleo.

30%
Alta

Variação citada do Brent.

US$ 94,29
Barril

Valor citado na quarta-feira.

28/02
Base

Data usada na comparação.

Impacto final deve ser menor, diz Petrobras

A Petrobras informou que a parcela da empresa no preço final ao consumidor será de R$ 1,83 por litro. A estatal também afirmou que a combinação entre reajuste e desconto reduz o impacto direto do aumento.

Assim, o reajuste da gasolina Petrobras reúne três pontos principais: alta formal de R$ 0,48, desconto de R$ 0,44 e impacto efetivo menor no litro. Para o consumidor, a referência divulgada pela companhia é o aumento residual na composição da gasolina C.

Leitura final

O que fica claro na medida

O reajuste da gasolina Petrobras foi anunciado para distribuidoras, mas acompanhado de desconto temporário.

Alta existe

Gasolina A foi reajustada.

Desconto reduz

Abatimento diminui o efeito.

Composição

Gasolina dos postos tem etanol.

Repasse menor

Efeito final tende a ser limitado.

Fonte da notícia: G1 Economia

SUS amplia vacina contra doença pneumocócica a partir de junho

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Profissional de saúde prepara dose da vacina pneumocócica no SUS em unidade de vacinação infantil
Nova vacina pneumocócica 20-valente vai substituir a VPC10 e ampliar a proteção no calendário do SUS.

A vacina pneumocócica no SUS terá proteção ampliada a partir de junho, com a chegada da vacina pneumocócica conjugada 20-valente, conhecida como VPC20 ou Pneumo 20. O novo imunizante vai substituir a atual VPC10 e dobrar a quantidade de sorotipos prevenidos.

A mudança foi orientada pelo Ministério da Saúde, que publicou um guia técnico preliminar para profissionais de saúde. Segundo a Agência Brasil, os municípios poderão começar a aplicação assim que receberem as doses da nova vacina.

Painel da mudança

O que muda com a nova vacina

20sorotiposA VPC20 amplia a vacina pneumocócica no SUS.
Junhoinício previstoAplicação começa após chegada das doses.
2 e 4mesesIdades previstas para as duas doses.
12mesesMomento previsto para o reforço.

Vacina pneumocócica no SUS amplia resposta contra doença grave

A doença pneumocócica é causada pela bactéria Streptococcus pneumoniae, também chamada de pneumococo. Ela pode provocar quadros leves, como inflamação no ouvido e sinusite, mas também formas graves, como pneumonia bacteriana, meningite e sepse.

De acordo com a reportagem, o pneumococo é responsável por até 50% dos casos de meningite bacteriana em crianças. A mortalidade nesses casos é estimada em cerca de 30%. Crianças pequenas, idosos e pessoas com comorbidades ou imunossupressão estão entre os grupos mais vulneráveis.

Como funciona

A troca da VPC10 pela VPC20

1. Queda inicial
A VPC10 reduziu casos desde 2010.
2. Novos tipos
Sorotipos fora da VPC10 avançaram.
3. Cobertura maior
A VPC20 inclui tipos adicionais.
4. Troca gradual
A aplicação depende das remessas.

A vacinação com a VPC10 entrou no calendário básico infantil em 2010. Desde então, houve redução de 60% dos casos de doença meningocócica causada por sorotipos combatidos pela vacina em crianças de até dois anos. Os casos de meningite pneumocócica na mesma faixa etária também caíram 65%.

Mesmo com esse avanço, os registros voltaram a crescer nos últimos anos. De 2013 a 2019, o Brasil teve média de 164 casos anuais de meningite pneumocócica em crianças de até 5 anos. Entre 2022 e 2024, a média anual subiu para 211,3 casos.

Por que a vacina pneumocócica no SUS entra em nova fase

A diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Flávia Bravo, explicou à Agência Brasil que o cenário reflete uma mudança epidemiológica decorrente da própria efetividade da vacinação. Quando os tipos cobertos pela vacina anterior são controlados, outros podem passar a circular com mais força.

Dados da vigilância do Ministério da Saúde mostram que quase 40% dos casos graves com amostra coletada entre 2018 e 2023 foram causados por apenas dois tipos da bactéria não prevenidos pela VPC10, mas incluídos na VPC20. Por isso, a vacina pneumocócica no SUS passa a mirar parte dos sorotipos que ganharam importância no cenário recente.

Alcance da proteção

Públicos mais sensíveis

Crianças pequenas
Centro do calendário infantil.
Idosos
Mais vulneráveis a formas graves.
Imunossuprimidos
Grupo citado como vulnerável.
Comorbidades
Também elevam o risco.

O Programa Nacional de Imunizações já oferece vacinas pneumocócicas mais abrangentes, como a VPC13 e a VPP23, mas apenas para públicos específicos. Esses imunizantes também serão substituídos pela VPC20 após o fim dos estoques, reforçando a transição da vacina pneumocócica no SUS.

Entre os grupos de alto risco citados estão pessoas vivendo com HIV/aids, pacientes oncológicos, transplantados, imunodeficientes, pessoas com doenças crônicas, asmáticos graves, diabéticos, pessoas com síndrome de Down e prematuros.

Vacina pneumocócica no SUS terá transição entre doses

O calendário básico prevê duas doses da vacina pneumocócica, aos 2 meses e aos 4 meses, além de reforço aos 12 meses. Na prática, a vacina pneumocócica no SUS terá regras de transição para crianças que já iniciaram o esquema anterior.

Durante a transição, crianças receberão a vacina 20-valente na primeira dose e no reforço, e a 10-valente na segunda dose. Quem já recebeu a primeira dose da VPC10 será vacinado com a 20-valente na segunda dose e no reforço.

Impacto no calendário

Como fica a orientação divulgada

Primeira doseVPC20Conforme chegada das doses.
Segunda doseAjusteDepende do histórico da criança.
Reforço12 mesesEtapa mantida no calendário.
AtrasadosAtualizaçãoMenores de 5 anos devem regularizar.

A orientação organiza a chegada da vacina pneumocócica no SUS sem interromper o calendário infantil.

A vacina só é contraindicada para pessoas com alergia grave a algum componente da fórmula ou reação alérgica severa em doses anteriores. A recomendação também é que pessoas com febre esperem melhorar antes de se imunizar.

Com a mudança, a vacina pneumocócica no SUS passa a oferecer cobertura mais ampla no calendário público. A medida busca reforçar a prevenção contra formas graves da doença pneumocócica, especialmente em crianças pequenas e grupos mais vulneráveis.

Fonte da notícia: Agência Brasil

Fenômeno raro no céu marca o fim de semana com a chamada Lua Azul

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Lua Azul ilumina o céu noturno durante fenômeno astronômico raro
Fenômeno raro poderá ser visto a olho nu neste domingo, se o céu estiver limpo.

Lua Azul poderá ser observada neste domingo, 31, em um fenômeno astronômico considerado raro pela Nasa. Apesar do nome curioso, a Lua não deve ficar azul no céu. A expressão está ligada ao calendário lunar e costuma ser usada quando ocorre uma Lua Cheia extra dentro de um mesmo período.

Segundo as informações publicadas pelo Só Notícia Boa, o fenômeno acontece a cada dois ou três anos e poderá ser visto sem telescópio ou binóculos. Para acompanhar melhor a Lua Azul, o ideal é procurar um local escuro, distante da poluição luminosa das grandes cidades, desde que o céu esteja sem nuvens ou chuva.

Painel do fenômeno

O que torna a Lua Azul rara

31
Domingo

Data prevista para o fenômeno.

2 a 3
Anos

Intervalo médio citado para a ocorrência.

0
Equipamento

Pode ser vista sem telescópio.

Por que o fenômeno recebe o nome de Lua Azul

A Lua Azul recebe esse nome por causa de uma particularidade do calendário lunar. A explicação citada na fonte informa que, quando duas Luas Cheias ocorrem no mesmo mês, a segunda Lua Cheia passa a ser chamada de Lua Azul.

O termo também aparece associado à expressão “Lua Azul sazonal”. Embora o nome desperte a ideia de uma mudança de cor, a informação principal é outra: o fenômeno está ligado à contagem das fases lunares e não a uma transformação visual permanente no satélite natural da Terra.

Como funciona

A lógica por trás do nome

Calendário lunar
A Lua Cheia pode aparecer mais de uma vez dentro de um mesmo mês.
Segunda Lua Cheia
Quando isso ocorre, a segunda Lua Cheia ganha o nome popular de Lua Azul.
Sem mudança visual obrigatória
O nome não significa que a Lua ficará azul neste domingo.

Termo antigo aparece em registro de 1528

De acordo com a publicação, a Nasa aponta que o primeiro registro do termo foi encontrado em um panfleto de 1528, com uma expressão em inglês arcaico. A palavra usada na época teria relação com a ideia de “traidor”, porque a Lua Cheia extra poderia alterar a organização de datas religiosas.

Essa explicação ajuda a entender por que a Lua Azul permaneceu como uma expressão curiosa ao longo dos séculos. O fenômeno carrega um nome chamativo, mas sua origem está menos na aparência do céu e mais na forma como as pessoas organizaram calendários, fases lunares e datas importantes.

Alcance histórico

Quando a Lua já pareceu azul

1883
Krakatoa

Cinzas do vulcão deram impressão de tom azulado.

1951
Incêndios no Canadá

Fumaça espalhada pela América do Norte gerou efeito parecido.

Nesses casos, a aparência foi causada por partículas na atmosfera, não pela regra do calendário lunar.

Como observar a Lua Azul neste domingo

Para observar a Lua Azul, a orientação destacada na fonte é simples: escolher um ponto mais escuro e longe da poluição luminosa. Quanto menos luz artificial ao redor, melhor tende a ser a visualização dos detalhes da Lua Cheia.

Outro fator importante é o tempo. Se o céu estiver nublado ou chuvoso, a observação pode ser prejudicada. Por isso, mesmo sendo um fenômeno visível sem equipamentos, a experiência depende das condições do céu no momento da observação.

Fenômeno une curiosidade e simplicidade

A Lua Azul chama atenção justamente por unir um nome marcante, uma explicação histórica e uma observação simples. Não é preciso esperar uma coloração diferente no céu, mas sim compreender que a raridade está na ocorrência de uma Lua Cheia extra dentro do calendário.

Para quem gosta de astronomia ou apenas quer acompanhar um evento diferente, o domingo pode render um bom momento de observação. Basta procurar um ambiente com menos luz artificial, olhar para o céu e torcer para que o tempo ajude.

Impacto prático

O que o leitor deve guardar

Não é sobre cor
O nome vem do calendário lunar.
É raro e acessível
A observação pode ser feita a olho nu.
O clima manda
Céu limpo melhora a visualização.

Fonte da notícia: Só Notícia Boa

Casos graves de gripe avançam e reacendem alerta sobre uso do Tamiflu

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Caixa de Tamiflu em destaque com cápsulas, termômetro e pessoa gripada ao fundo, representando alerta sobre influenza
Antiviral é citado por especialistas como opção importante quando indicado precocemente em casos de influenza.

Tamiflu contra influenza voltou ao centro da atenção após o aumento dos casos graves de gripe no Brasil. Segundo dados citados pelo Ministério da Saúde ao g1, o país registrou 6.760 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave associados à influenza entre janeiro e abril de 2026.

No mesmo período de 2025, foram 3.374 casos. A alta, de 100,4%, foi relacionada à antecipação da circulação do vírus. Em meio ao avanço da doença, infectologistas reforçam que o antiviral tem melhor resposta quando iniciado nas primeiras 48 horas dos sintomas.

Mulher com sintomas de gripe usando lenço em quarto claro, imagem ilustrativa sobre influenza e cuidados com a saúde
Imagem ilustrativa mostra pessoa com sintomas respiratórios em ambiente doméstico, reforçando o alerta sobre influenza.
Painel da alta
Casos graves de influenza dobraram no país
6.760
casos em 2026
Registros de SRAG associados à influenza entre janeiro e abril.
100,4%
de aumento
Comparação com o mesmo período de 2025.
O uso do Tamiflu contra influenza ganha relevância principalmente quando há risco de agravamento.

Tamiflu contra influenza deve ser iniciado cedo

O oseltamivir, conhecido comercialmente como Tamiflu, é indicado para pacientes com diagnóstico de influenza. Segundo especialistas ouvidos pelo g1, o medicamento pode reduzir o tempo de doença, diminuir complicações e evitar internações e mortes, especialmente em grupos de risco.

O Ministério da Saúde informou que o Tamiflu contra influenza é recomendado para pessoas com risco de agravamento e para casos de SRAG, mesmo sem confirmação laboratorial. A orientação também inclui crianças pequenas, principalmente menores de 2 anos.

Como funciona
O tempo de início muda o resultado
Primeiras 48 horas
O benefício tende a ser maior quando o tratamento começa cedo.
Avaliação clínica
Em muitos casos, a conduta pode ser definida mesmo sem teste disponível.
O efeito do Tamiflu contra influenza tende a ser menor quando o quadro já evoluiu para pneumonia ou outras complicações.

Quem deve ter mais atenção

O protocolo citado na reportagem prioriza o Tamiflu contra influenza em pessoas com maior risco de complicações. A lista inclui idosos, gestantes, imunossuprimidos e pacientes com doenças crônicas, como cardiopatias e hipertensão.

Apesar dessa prioridade, especialistas explicam que a indicação formal do antiviral vale para qualquer pessoa com diagnóstico de influenza. Porém, o benefício mais importante aparece nos grupos vulneráveis e nos quadros graves.

Estratégia de cuidado
Vacina, teste e antiviral têm funções diferentes
Vacinação
Segue como principal prevenção contra casos graves, internações e mortes.
Testagem
Pode ser limitada em emergências por custo, cobertura e disponibilidade.
Antiviral
O Tamiflu contra influenza pode ser usado em grupos de risco e casos de SRAG mesmo sem confirmação laboratorial.

O que os dados indicam

Segundo o Ministério da Saúde, o medicamento pode reduzir em até 38% o risco de morte. A reportagem também cita estudos com redução de cerca de um dia na duração dos sintomas, queda de complicações leves e menor risco de hospitalização.

Entre os percentuais mencionados estão redução de 40% a 50% nas complicações leves em adultos, queda de 28% nas complicações em grupos de alto risco, redução de 52% nas hospitalizações e diminuição de 18% na mortalidade entre idosos. Esses dados reforçam o papel do Tamiflu contra influenza quando há indicação médica.

Sinais de alerta
Quando procurar atendimento
Respiração
Falta de ar, respiração acelerada ou dor no peito exigem atenção.
Febre e piora
Febre persistente, retorno da febre, confusão mental ou sonolência também são alertas.
Em crianças, a reportagem cita dificuldade respiratória, recusa alimentar e gemência como sinais de atenção.

Vacina segue como principal prevenção

Mesmo com a atenção sobre o Tamiflu contra influenza, o Ministério da Saúde reforça que a vacina continua sendo a principal forma de prevenir casos graves, internações e mortes. A pasta informou que mais de 26,4 milhões de doses já foram aplicadas, sendo 16,9 milhões no público prioritário.

Os especialistas também alertam que nem sempre é possível diferenciar influenza, resfriado, Covid-19 ou VSR apenas pelos sintomas. Por isso, a avaliação médica e os fatores de risco ajudam a definir a necessidade de tratamento.

Na prática, o Tamiflu contra influenza não substitui a vacinação. Ele atua como recurso terapêutico quando há indicação, principalmente nos casos com maior risco de agravamento.

Fonte da notícia: G1
Policial e bombeiro conversam em ambiente de trabalho, em imagem ilustrativa sobre o cuidado com a saúde mental dos profissionais da segurança pública.

Saúde mental na segurança pública avança em comissão da Câmara

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Composição ilustrativa sobre adicional de fronteira, com profissionais de fiscalização analisando documentos e mapa em área fluvial amazônica.

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