A Polícia Federal e o Ibama realizaram, nos dias 9 e 10 de setembro, uma ação contra garimpo ilegal em Rondônia nas Terras Indígenas Roosevelt e Parque do Aripuanã, em Espigão d’Oeste. As equipes foram até os pontos após áreas de exploração irregular serem identificadas com apoio de imagens de satélite.
Durante a fiscalização, foram inutilizados uma escavadeira hidráulica, cinco motores estacionários, uma motocicleta, dois geradores e dois acampamentos utilizados na atividade. Segundo a Polícia Federal, os itens estavam irregularmente no interior da terra indígena. A nota oficial não informa prisões, quantidade de minério, valor dos equipamentos ou nomes de investigados.
Garimpo ilegal em Rondônia foi localizado por imagens de satélite
De acordo com a publicação oficial da Polícia Federal, imagens de satélite permitiram identificar pontos de exploração ilegal de recursos naturais dentro das áreas indígenas. A constatação motivou o deslocamento das equipes da PF e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) até os locais fiscalizados.
A comunicação oficial descreve a atividade como extração ilegal de minério e informa que os pontos estavam em desacordo com a legislação ambiental. A nota, porém, não identifica o tipo de minério explorado nem apresenta quantidade apreendida. Por isso, a cobertura do garimpo ilegal em Rondônia não pode afirmar que houve apreensão de ouro ou associar automaticamente a ação a um minério específico.
Escavadeira, motores e geradores foram inutilizados
Durante a ação conjunta contra o garimpo ilegal em Rondônia, PF e Ibama inutilizaram equipamentos e estruturas que, segundo a corporação, eram empregados na atividade ilícita. A expressão usada pela própria Polícia Federal é “inutilizados”; por isso, a matéria não substitui o termo por “destruídos” sem documento específico sobre o método adotado.
A PF afirma que todos esses itens estavam localizados irregularmente dentro da terra indígena. A divulgação não apresenta valor econômico do maquinário, eventual multa aplicada pelo Ibama, identificação de proprietários ou informação sobre apreensão de material mineral. No episódio descrito pela corporação, o dado confirmado é a inutilização dos equipamentos e estruturas associados à atividade.
Garimpo ilegal em Rondônia: ação ocorreu nas TIs Roosevelt e Parque do Aripuanã
A fiscalização contra o garimpo ilegal em Rondônia ocorreu nas Terras Indígenas Roosevelt e Parque do Aripuanã, no município de Espigão d’Oeste. A Coordenação Regional de Cacoal da Funai inclui Roosevelt e a porção rondoniense de Parque do Aripuanã entre as terras indígenas atendidas pela unidade.
A nota divulgada pela PF não informa prisões, detenções, nomes de investigados, grupo criminoso, origem de financiamento ou participação de indígenas na atividade. Também não menciona inquérito, volume de minério, ouro apreendido ou outras medidas além da fiscalização e da inutilização dos itens listados.
Essas ausências são importantes para delimitar o que se sabe sobre o garimpo ilegal em Rondônia neste episódio. A presença de escavadeira, motores, geradores, motocicleta e acampamentos confirma a estrutura encontrada, mas não autoriza atribuir propriedade, financiamento ou responsabilidade criminal a pessoas não identificadas na comunicação oficial.
O fato confirmado é a sequência descrita pela PF: imagens de satélite identificaram pontos de exploração irregular, as equipes foram até as duas terras indígenas e o maquinário e as estruturas associados à atividade foram inutilizados. Outras operações anteriores contra garimpo ilegal em Rondônia não devem ser tratadas como parte automática desta ocorrência.
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Fonte editorial: AgoraRO — versão publicada em 12 de setembro de 2026.





