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segunda-feira, novembro 2, 2026
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Brasil tem saldo positivo de 112,3 mil postos de trabalho em janeiro

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Dados divulgados hoje (3) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que, em janeiro, o Brasil apresentou um saldo de 112.334 mil novos postos de trabalho com carteira assinada. O resultado foi obtido com a admissão de 2.208.030 pessoas e 2.095.696 desligamentos. O Caged é um indicador que mede a diferença entre contratações e demissões.

Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, o destaque do mês foi a indústria, que gerou 54.991 postos de trabalho.

Os dados trazem ajustes, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores e que são retificadas pelo ministério.

Setores

Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em janeiro. Apenas o comércio apresentou queda de 56.800 postos, devido a sazonalidade. Os demais tiveram aumentos.

Serviços: 40.525 postos

Comércio: – 56.800 postos

Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 54.991 postos

Construção civil: 50.545 postos

Agropecuária: 23.0373

Regiões e estados

Em janeiro foram registrados saldos positivos em 18 das 27 unidades federativas , com destaque para Santa Catarina, com 19 mil postos de trabalho, seguido por Mato Grosso, com 18.731, e Rio Grande do Sul, com 18.421. 

Mega-Sena sorteia nesta terça prêmio acumulado em R$ 160 milhões

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Bilhete da Mega-Sena sendo preenchido com globo de sorteio ao fundo e prêmio acumulado de 160 milhões
Mega-Sena sorteia prêmio acumulado de R$ 160 milhões nesta terça-feira.

A Mega-Sena sorteia nesta terça-feira prêmio acumulado em R$ 160 milhões, movimentando apostadores em todo o país. O concurso 2.979 será realizado às 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, em São Paulo.

Como o prêmio principal acumulou nos concursos anteriores, o valor estimado chegou a R$ 160 milhões. Portanto, a expectativa é de grande procura nas casas lotéricas e também nas apostas online.

Sorteio acontece às 21h em São Paulo

O sorteio da Mega-Sena será transmitido ao vivo pelo canal oficial da Caixa no YouTube e nas redes sociais das Loterias Caixa. Além disso, a realização ocorre em um dos principais espaços de eventos das loterias federais, o Espaço da Sorte, que costuma receber público e cobertura da imprensa.

Como resultado do acúmulo, o prêmio se tornou um dos maiores já registrados neste ano. Dessa forma, a disputa promete intensa movimentação até o encerramento das apostas.

Apostas seguem até as 20h

Os interessados podem registrar seus jogos até as 20h (horário de Brasília). As apostas podem ser feitas:

  • Nas casas lotéricas credenciadas

  • Pelo portal oficial das Loterias Caixa

  • Pelo aplicativo oficial da Caixa

O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6. No entanto, quem deseja aumentar as chances pode optar por apostas com mais dezenas, o que eleva o valor do bilhete.

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O que fazer com R$ 160 milhões?

Caso apenas um apostador acerte as seis dezenas, o prêmio de R$ 160 milhões pode render mais de R$ 1 milhão por mês em aplicações conservadoras, segundo simulações financeiras de mercado.

Além disso, o valor permite aquisição de imóveis de alto padrão, investimentos em empresas ou até mesmo formação de carteira robusta de investimentos. Por isso, o concurso desperta tanto interesse popular.

Como funciona a Mega-Sena

A Mega-Sena premia quem acerta quatro (quadra), cinco (quina) ou seis (sena) números entre os 60 disponíveis no volante. Contudo, o maior valor vai para quem acerta as seis dezenas sorteadas.

Quando ninguém acerta a faixa principal, o prêmio acumula para o concurso seguinte. Foi exatamente o que ocorreu nas rodadas anteriores, elevando o valor atual para R$ 160 milhões.

Expectativa de alta procura

Tradicionalmente, prêmios acima de R$ 100 milhões impulsionam as vendas de apostas em todo o Brasil. Consequentemente, filas costumam se formar nas lotéricas nas últimas horas antes do encerramento.

Portanto, especialistas recomendam que os apostadores não deixem para registrar o jogo nos minutos finais, a fim de evitar instabilidades ou atrasos.

Fonte: Agência Brasil

PIB do Brasil cresce 2,3% em 2025 e mantém ciclo positivo, aponta IBGE

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Gráfico de crescimento econômico sobre mapa do Brasil com barras ascendentes representando alta do PIB em 2025
Arte ilustrativa mostra crescimento do PIB brasileiro em 2025 com gráfico ascendente sobre o mapa do Brasil.

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 2,3% em 2025, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3). O resultado confirma a continuidade da recuperação econômica, embora mostre desaceleração em relação a 2024, quando a economia avançou 3,4%.

Os dados constam na divulgação oficial do IBGE publicada nesta manhã.

Apesar da perda de ritmo, o crescimento registrado em 2025 marca o quinto ano consecutivo de expansão da atividade econômica brasileira, consolidando um ciclo positivo iniciado após a pandemia.

Crescimento menor que em 2024

Em comparação ao desempenho do ano anterior, a economia perdeu força. Em 2024, o PIB havia avançado 3,4%, percentual superior ao registrado agora.

Ainda assim, o resultado de 2,3% mantém o país em trajetória de crescimento. Analistas avaliam que fatores como juros elevados, cenário internacional instável e desaceleração global influenciaram o desempenho ao longo do ano.

Além disso, o ambiente externo permaneceu pressionado por conflitos geopolíticos e volatilidade nos mercados, o que impactou exportações, investimentos e decisões empresariais.

O que é o PIB e por que ele importa

O Produto Interno Bruto representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país em determinado período. Ele funciona como o principal indicador da atividade econômica.

Quando o PIB cresce, em geral, há aumento na produção, geração de empregos, renda e consumo. Por outro lado, quando o indicador desacelera, a economia tende a perder dinamismo.

Portanto, mesmo com expansão menor do que em 2024, o resultado de 2025 sinaliza estabilidade e continuidade no processo de crescimento.

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Impactos para empresas e trabalhadores

O crescimento de 2,3% indica que a economia seguiu ativa, ainda que em ritmo mais moderado. Para o setor produtivo, isso significa manutenção da atividade, mas com menor aceleração.

Já para trabalhadores e consumidores, o cenário sugere estabilidade no mercado de trabalho, porém com desafios relacionados ao crédito e ao poder de compra, especialmente em um contexto de juros elevados.

Além disso, investidores acompanham de perto os dados do PIB, pois eles influenciam decisões do Banco Central, política monetária e expectativas do mercado financeiro.

Próximos passos da economia

Agora, o foco do mercado se volta para os próximos trimestres e para as projeções de 2026. Economistas analisam se o país manterá a trajetória de crescimento ou se enfrentará novo ciclo de desaceleração.

A evolução da inflação, o comportamento dos juros, o cenário internacional e os investimentos internos serão fatores decisivos para o desempenho econômico nos próximos meses.

O dado divulgado hoje reforça que, embora o ritmo tenha diminuído, a economia brasileira segue em expansão.

Fonte: G1

Mais de 52 mil brasileiros vivem em área de tensão no Oriente Médio

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Mapa do Oriente Médio mostra área de tensão com destaque para países onde vivem brasileiros
Mais de 52 mil brasileiros residem em países afetados pela escalada militar no Oriente Médio

Mais de 52 mil brasileiros vivem atualmente em países diretamente envolvidos ou impactados pela escalada militar no Oriente Médio. Atualmente, a crise envolve Estados Unidos, Israel e Irã e elevou o nível de alerta em toda a região. Como resultado, milhares de famílias no Brasil acompanham a situação com preocupação.

O levantamento considera apenas moradores fixos. Ou seja, turistas e viajantes temporários não entram nessa estatística.

Onde estão os brasileiros na região em conflito

Ao todo, 52.545 brasileiros vivem nos países ligados à atual escalada militar. Segundo os dados consolidados, a distribuição revela forte concentração no Levante e no Golfo:

  • Líbano: 22.000

  • Israel: 14.000

  • Emirados Árabes Unidos: 10.365

  • Jordânia: 3.500

  • Catar: 2.000

  • Bahrein: 300

  • Kuwait: 280

  • Iraque: 100

  • Irã: 85

Nesse cenário, Líbano e Israel lideram a lista. Juntos, os dois países reúnem mais da metade da comunidade brasileira localizada na área de tensão. Além disso, os Emirados Árabes Unidos aparecem como o terceiro maior polo de brasileiros na região.

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Escalada militar amplia clima de insegurança

A crise ganhou força após ataques coordenados contra o Irã. Em seguida, houve retaliação com mísseis e drones. Consequentemente, a resposta iraniana atingiu não apenas Israel, mas também países que abrigam bases militares norte-americanas.

Por causa disso, sistemas de alerta foram acionados em diferentes cidades. Moradores relataram notificações de emergência em celulares. Ao mesmo tempo, famílias buscaram abrigo preventivo dentro de casa. Dessa forma, o clima de insegurança se espalhou entre estrangeiros e comunidades locais.

Emirados Árabes e Jordânia ganham atenção estratégica

Os Emirados Árabes Unidos concentram mais de 10 mil brasileiros. Além da presença militar estrangeira, o país abriga um dos maiores hubs aéreos do mundo. Portanto, qualquer instabilidade pode afetar rotas internacionais e conexões globais.

No campo econômico, a relação comercial com o Brasil é relevante. Em 2024, as exportações brasileiras aos Emirados Árabes Unidos superaram US$ 4,5 bilhões. Principalmente, açúcar e carnes lideraram as vendas. Por outro lado, o petróleo foi o principal produto importado pelo Brasil.

Já a Jordânia, que abriga 3.500 brasileiros, mantém cooperação ativa com o Brasil. Especialmente, há parcerias em áreas como segurança e defesa. Além disso, o comércio bilateral registra fluxo expressivo, impulsionado sobretudo por alimentos.

Preocupação com brasileiros no Irã

Embora o número de brasileiros no Irã seja menor — 85 residentes —, a ofensiva em Teerã ampliou a apreensão de familiares no Brasil. Desde o início dos bombardeios, surgiram relatos de dificuldade de comunicação. Por esse motivo, parentes acompanham atentamente as atualizações oficiais.

No total, o Oriente Médio abriga mais de 63 mil brasileiros. Assim, mesmo quem vive fora dos países diretamente atingidos pode sofrer reflexos indiretos da crise.

Cenário segue incerto

O governo brasileiro defendeu a interrupção das ações militares e acompanha a situação por meio das representações diplomáticas na região. Autoridades alertam para riscos globais caso o conflito se prolongue.

Enquanto isso, a comunidade brasileira no Oriente Médio enfrenta um cenário de incerteza. Se a escalada continuar, os impactos podem atingir a segurança, as viagens internacionais e o comércio. Portanto, os próximos dias serão decisivos para medir o alcance real da crise.

Fonte: G1

Licença-paternidade de 20 dias entra na pauta do Senado

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Pai segura recém-nascido no colo com Congresso Nacional ao fundo representando ampliação da licença-paternidade para 20 dias
Projeto amplia afastamento dos pais para até 20 dias de forma gradual após votação no Senado

O Senado pode votar nesta quarta-feira (4), a partir das 14h, o projeto que amplia de 5 para 20 dias a licença-paternidade de 20 dias no Brasil. A proposta já passou pela Câmara dos Deputados e foi aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Agora, retorna ao Plenário para decisão final. Apresentado originalmente em 2008 pela então senadora Patrícia Saboya (CE), o PL 5.811/2025 recebeu alterações na Câmara. Por isso, precisou de nova análise dos senadores. A relatoria está com a senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA).

Ampliação será gradual até 20 dias

O projeto estabelece um cronograma progressivo para a ampliação do benefício. Inicialmente, nos dois primeiros anos de vigência da lei, o prazo passará para 10 dias. Em seguida, no terceiro ano, chegará a 15 dias. Por fim, a partir do quarto ano, os pais terão direito à licença-paternidade de 20 dias. Além disso, o texto permite o fracionamento do período. Dessa maneira, o pai poderá dividir os dias de afastamento conforme a necessidade da família. Assim, a proposta amplia a flexibilidade e fortalece o cuidado nos primeiros dias de vida da criança.

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Criação do salário-paternidade

Outro ponto central da proposta é a criação do salário-paternidade como benefício previdenciário. Com isso, o trabalhador passa a ter garantia formal de remuneração durante o afastamento. Ao mesmo tempo, o projeto altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e dispositivos da seguridade social. Dessa forma, o texto busca equiparar a proteção dada ao pai àquela já assegurada à mãe. Atualmente, o governo federal, o Senado e empresas que participam do Programa Empresa Cidadã já concedem 20 dias de afastamento. No entanto, a nova lei pretende transformar essa prática em regra nacional.

Outros temas na pauta do Plenário

Além da licença-paternidade de 20 dias, os senadores devem analisar outras propostas relevantes. Entre elas, está o projeto que institui o Dia Nacional do Orgulho Autista, a ser celebrado em 18 de junho. Também está prevista a votação do Dia Nacional da Reflexão do Cantando as Diferenças, marcado para 22 de julho. Por outro lado, consta na pauta o texto do Acordo Provisório de Comércio entre o Mercosul e a União Europeia. A relatora, senadora Tereza Cristina (PP-MS), destacou que o acordo pode fortalecer o setor agrícola brasileiro no médio prazo. Segundo ela, a competitividade do agronegócio nacional tende a crescer com a abertura de novos mercados.

Impacto social e equilíbrio familiar

A ampliação da licença-paternidade de 20 dias representa um avanço na política de proteção à primeira infância. Isso porque a presença ativa do pai nos primeiros dias contribui para o desenvolvimento emocional da criança. Além disso, a medida pode promover maior equilíbrio nas responsabilidades domésticas. Consequentemente, tende a reduzir desigualdades de gênero no ambiente de trabalho.

Por fim, ao regulamentar o benefício como direito previdenciário, o projeto oferece segurança jurídica tanto para trabalhadores quanto para empregadores. Caso seja aprovado, o texto seguirá para sanção presidencial.

Fonte: Senado Federal

Estreito de Ormuz entra em risco e ameaça o petróleo global

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Navio petroleiro atravessa o Estreito de Ormuz sob cenário de guerra com explosões e fumaça no Oriente Médio.
Escalada do conflito no Oriente Médio coloca em risco a principal rota de escoamento do petróleo mundial.

Conflito fecha uma das rotas mais importantes do planeta

A guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã fechou o Estreito de Ormuz, principal corredor marítimo do petróleo mundial. Como resultado, os mercados reagiram de imediato e os preços da energia dispararam.

A passagem entre Omã e Irã concentra cerca de 20% de todo o petróleo negociado no planeta. Além disso, navios que transportam gás natural do Catar utilizam a rota diariamente.

Logo após o fechamento, o petróleo saltou cerca de 13% e superou US$ 82 por barril, alcançando o maior patamar desde janeiro de 2025.

Por que o Estreito de Ormuz é tão estratégico

O Estreito de Ormuz liga o Golfo Pérsico ao Oceano Índico e sustenta o comércio global de energia. Ao longo da história, impérios e potências europeias disputaram o controle da região. No século XX, a descoberta de grandes reservas no Golfo ampliou ainda mais sua relevância.

Hoje, Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque escoam a maior parte da produção por essa rota.

Entre 2022 e maio deste ano, navios transportaram diariamente de 17,8 milhões a 20,8 milhões de barris pela região. Por isso, qualquer bloqueio impacta imediatamente os mercados internacionais.

Guerra atinge produção de gás e petróleo

Além de comprometer a navegação, o conflito interrompeu operações estratégicas no setor de energia.

Os principais efeitos incluem:

  • O Catar suspendeu parte da produção de gás após ataque com drones

  • A Arábia Saudita interrompeu temporariamente a refinaria de Ras Tanura

  • O Curdistão iraquiano paralisou quase toda a produção

  • Israel interrompeu atividades nos campos de gás Leviatã e Tamar

  • Explosões atingiram áreas próximas à ilha iraniana de Kharg

Diante desse cenário, o mercado financeiro iniciou a semana sob forte tensão.

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O que pode acontecer agora

O Irã já ameaçou fechar o Estreito de Ormuz em outras crises, mas recuou para evitar retaliações internacionais. Desta vez, entretanto, o envolvimento direto de grandes potências elevou o nível de risco.

Analistas consideram o cenário mais sensível devido à intensidade dos confrontos.

Se as forças militares restabelecerem rapidamente a navegação, os preços podem recuar parcialmente. Porém, caso o bloqueio continue, o barril pode atingir novas máximas e pressionar ainda mais a inflação global.

Impacto direto no Brasil

O Brasil não depende do petróleo do Golfo Pérsico para abastecer o mercado interno. Ainda assim, a alta internacional do barril afeta diretamente a economia nacional.

Como consequência:

  • Combustíveis sobem

  • Custos logísticos aumentam

  • Produtos importados encarecem

  • A pressão inflacionária cresce

Portanto, mesmo distante do conflito, o consumidor brasileiro pode sentir os reflexos nos preços.

Crise pode redefinir preços globais

O Estreito de Ormuz sustenta o fluxo de energia que abastece o mundo. Quando a rota sofre interrupções, os mercados reagem imediatamente.

Agora, o mundo acompanha cada movimento no Oriente Médio. Afinal, a duração do bloqueio definirá o tamanho da crise energética e o impacto sobre a economia global.

Fonte: G1

AleRO impulsiona agricultura, cidadania e infraestrutura em RO

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Produtor rural segura muda de café enquanto imagens laterais mostram atendimento de saúde, microcrédito e poço artesiano em Rondônia
Produtor rural segura muda de café enquanto imagens laterais mostram atendimento de saúde, microcrédito e poço artesiano em Rondônia

Rondônia iniciou 2026 com uma série de ações articuladas pela Assembleia Legislativa (AleRO) que impactam diretamente produtores rurais e moradores da capital e do interior. Além disso, as iniciativas combinam investimentos no campo, ampliação de serviços públicos e fortalecimento do microcrédito. Dessa forma, o Parlamento busca ampliar resultados concretos nos municípios.

Café fortalece produção e renda no campo

No Cone Sul, produtores de São Francisco do Guaporé receberam 160 mil mudas de café por meio de emenda parlamentar. Com isso, o programa executado pela Emater-RO amplia a área plantada e fortalece a agricultura familiar. Além de incentivar a produção, a medida estimula geração de renda e movimenta a economia local.

Ao mesmo tempo, em Nova Califórnia, distrito de Porto Velho, 150 mil mudas de café clonal foram destinadas à Associação RECA. O investimento de R$ 420 mil reforça o potencial produtivo da entidade, que reúne mais de 300 famílias. Atualmente, o grupo cultiva cerca de 80 hectares, porém a área em formação indica expansão. Portanto, a expectativa é elevar a produção anual e consolidar o café como alternativa econômica sustentável na região.

Serviços concentrados facilitam acesso da população

Enquanto isso, na zona Sul de Porto Velho, a 5ª edição do projeto Cidadania no Bairro reuniu mais de mil pessoas. A ação ofereceu consultas médicas, vacinação contra gripe, testes rápidos, orientação jurídica, serviços de beleza e espaço infantil. Além disso, distribuiu mudas e promoveu atendimentos sociais em parceria com instituições públicas.

Moradores destacaram que, ao concentrar diversos serviços em um único espaço, o projeto reduz deslocamentos e agiliza atendimentos. Assim, a iniciativa amplia o acesso da população a direitos básicos.

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Reconhecimento nacional fortalece imagem institucional

Paralelamente às ações no território, a AleRO recebeu o troféu da 6ª edição do Prêmio Assembleia Cidadã, na categoria Atendimento ao Cidadão, com o projeto “CCJ Cidadã”. A iniciativa itinerante amplia o acesso à informação e aproxima o Parlamento das comunidades. Além do troféu, a Casa passou a utilizar o Selo Assembleia Cidadã em seus documentos oficiais.

Dessa maneira, o reconhecimento nacional reforça a estratégia de interiorização das atividades legislativas e amplia a visibilidade das ações institucionais.

Abastecimento de água melhora qualidade de vida

No interior do estado, a comunidade Portelinha, em Alta Floresta D’Oeste, receberá recurso para perfuração de poço artesiano. Atualmente, 21 famílias dependem de uma nascente que sofre com excesso de chuvas no inverno e escassez na estiagem. Com a obra, portanto, o abastecimento deve se tornar regular.

Consequentemente, a medida tende a melhorar a qualidade de vida dos moradores e fortalecer a produção rural local.

Microcrédito amplia oportunidades

Por fim, a Assembleia realizou sessão solene em homenagem aos agentes do Programa de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Proampe), com participação de representantes do Sicoob e do Sebrae. O reconhecimento destacou o papel do microcrédito na geração de oportunidades, especialmente em municípios onde o acesso ao sistema financeiro é limitado.

Assim, ao combinar agricultura, serviços públicos, infraestrutura e crédito, as ações reforçam uma agenda voltada a resultados práticos. Agora, o desafio passa a ser garantir execução eficiente, acompanhamento constante e impacto duradouro nos municípios atendidos.

Fonte: AleRO

Brasil oficializa protocolo da OIT contra trabalho forçado

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Palácio do Planalto e decreto publicado no Diário Oficial que promulga protocolo da OIT contra trabalho forçado no Brasil.
Decreto nº 12.857, publicado no Diário Oficial, oficializa no Brasil o Protocolo da OIT contra o trabalho forçado.

O Brasil promulgou o Protocolo de 2014 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) contra o trabalho forçado, reforçando o combate ao trabalho análogo à escravidão e ampliando a proteção às vítimas no país. O Decreto nº 12.857, publicado em 24 de fevereiro de 2026 no Diário Oficial da União, oficializou a medida.

A medida fortalece a legislação brasileira no enfrentamento ao trabalho forçado ou obrigatório, amplia obrigações de prevenção e garante acesso à proteção, reparação e indenização às vítimas.

O que muda com o novo decreto

O decreto promulga formalmente o protocolo internacional já aprovado pelo Congresso Nacional em julho de 2025. Com isso, o Brasil passa a integrar plenamente as novas exigências internacionais de combate ao trabalho forçado.

O texto determina que o país deve:

  • Adotar medidas eficazes para prevenir e eliminar o trabalho forçado;
  • Garantir proteção e acesso a recursos jurídicos às vítimas;
  • Assegurar indenização e reabilitação;
  • Punir de forma efetiva os responsáveis.

Além disso, o protocolo exige a formulação de uma política nacional estruturada, construída com participação de empregadores e trabalhadores, com plano de ação permanente.

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Combate ao tráfico de pessoas ganha reforço

A promulgação do protocolo reforça o enfrentamento às formas contemporâneas de escravidão. Essas práticas ainda atingem trabalhadores em áreas urbanas e rurais em todo o país e exigem resposta contínua do poder público.

Imagem ilustrativa representando situação de trabalho forçado e exploração laboral abordada no Protocolo da OIT promulgado no Brasil.
Protocolo da OIT amplia combate ao trabalho forçado e ao tráfico de pessoas no Brasil.

Além disso, o protocolo reafirma que a definição de trabalho forçado abrange todas as formas e manifestações, incluindo o tráfico de pessoas para fins de exploração laboral, que pode envolver exploração sexual.

O documento também reforça a necessidade de:

  • Fortalecimento da inspeção do trabalho;
  • Fiscalização em todos os setores da economia;
  • Proteção especial a migrantes e grupos vulneráveis;
  • Responsabilização de cadeias produtivas;
  • Cooperação internacional entre países.

Contexto: aumento de casos no Brasil

A promulgação ocorre em um momento de alerta nacional. Em 2025, o Brasil resgatou 2.772 trabalhadores em condições análogas à escravidão, segundo dados divulgados pelo Ministério do Trabalho. Pela primeira vez, a maioria dos casos ocorreu em áreas urbanas.

O Disque 100 também registrou recorde histórico de denúncias relacionadas ao trabalho forçado. O cenário reforça a importância da atualização normativa e do alinhamento do país às diretrizes internacionais da OIT.

Garantia de direitos às vítimas

Um dos pontos centrais do protocolo é assegurar que vítimas de trabalho forçado tenham:

  • Acesso efetivo à Justiça;
  • Direito à indenização;
  • Apoio para reabilitação e reinserção social;
  • Possibilidade de não serem processadas por crimes que tenham sido obrigadas a cometer.

Essa previsão fortalece a abordagem centrada na proteção da vítima, reconhecendo a vulnerabilidade e a coerção envolvidas nesses casos.

Vigência e próximos passos

O Decreto nº 12.857 entrou em vigor na data de sua publicação. Atos futuros que impliquem revisões ou compromissos financeiros adicionais dependerão de aprovação do Congresso Nacional.

A partir de agora, caberá ao poder público estruturar políticas concretas de prevenção, fiscalização e responsabilização, em consonância com o protocolo internacional.

Fonte: Diário Oficial da União

Prefeitura amplia mutirões e reforça serviços essenciais na capital

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Profissional de saúde atende moradora durante mutirão enquanto agricultor carrega produção rural em Porto Velho.
Mutirões de saúde e apoio à produção rural reforçam serviços essenciais na capital.

A Prefeitura de Porto Velho intensificou, nas últimas semanas, uma série de ações voltadas à ampliação do acesso a serviços públicos essenciais. Além disso, a gestão concentrou esforços para reduzir filas e acelerar atendimentos em áreas estratégicas. Dessa forma, saúde, educação, meio ambiente e produção rural passaram a receber reforço simultâneo.

Ao mesmo tempo, o município busca aproximar os serviços das comunidades, especialmente nos bairros mais afastados e na zona rural.

Mutirão amplia acesso ao implante contraceptivo

Primeiramente, a Secretaria Municipal de Saúde realizou mutirão para inserção do implante contraceptivo subdérmico de longa duração. O método tem validade de até três anos e, por isso, representa alternativa eficaz no planejamento familiar.

Para garantir organização, a Prefeitura estruturou o atendimento com horários definidos e equipes ampliadas. Assim, centenas de mulheres receberam o procedimento em um único dia. Além disso, novos mutirões já estão programados, com o objetivo de reduzir a fila de espera cadastrada na rede municipal.

O cadastro ocorre nas Unidades Básicas de Saúde. Depois da avaliação médica, a paciente é incluída no sistema de regulação, conforme protocolo estabelecido.

Novas especialistas reforçam maternidade municipal

Enquanto isso, a rede municipal ganhou reforço na assistência materno-infantil com a conclusão de residência médica em ginecologia e obstetrícia na Maternidade Mãe Esperança. Com isso, novas especialistas passam a integrar oficialmente o quadro da unidade.

Consequentemente, a capacidade de atendimento aumenta. Além do mais, a medida reduz a necessidade de encaminhamentos externos e fortalece o atendimento às gestantes e recém-nascidos dentro da própria rede municipal.

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Zona rural recebe atendimentos mensais

Na zona rural, a Prefeitura ampliou a frequência dos atendimentos itinerantes. Antes trimestral, a ação passou a ocorrer mensalmente. Dessa maneira, moradores da Colônia Viçosa e regiões próximas contam com consultas médicas, atendimento odontológico e serviços preventivos de forma contínua.

Durante os mutirões, as equipes realizam vacinação, exames preventivos e encaminhamentos. Ao mesmo tempo, orientam a população sobre cuidados básicos de saúde. Assim, a estratégia reduz deslocamentos até a área urbana e amplia o alcance da atenção básica.

Transporte escolar recebe investimento milionário

Na área da educação, a gestão efetuou repasse superior a R$ 4,4 milhões para garantir a continuidade do transporte escolar no primeiro semestre. O recurso é destinado aos Conselhos Escolares. Dessa forma, as unidades mantêm pagamentos, manutenção e funcionamento regular do serviço.

Como resultado, estudantes da rede municipal, especialmente da zona rural, seguem com acesso às aulas de maneira segura e organizada.

Distribuição de mudas fortalece ação ambiental

Paralelamente às ações sociais, a Prefeitura distribuiu 1.300 mudas de árvores nativas e frutíferas durante atividade comunitária. A iniciativa integra estratégia de arborização urbana e incentivo à preservação ambiental.

Além da entrega, técnicos orientaram moradores sobre plantio e manutenção. Assim, a ação combina educação ambiental com participação comunitária.

Logística rural ajuda a reduzir custo dos alimentos

Por outro lado, no campo econômico, o município mantém programa de transporte da produção rural. A iniciativa apoia agricultores familiares no escoamento de alimentos até a cidade. Com isso, os produtores reduzem gastos com frete.

Consequentemente, itens como mandioca, banana, melancia, milho verde e café chegam com menor impacto no preço final. Portanto, a ação beneficia tanto produtores quanto consumidores e, ao mesmo tempo, fortalece a economia local.

Próximos passos

Por fim, a Prefeitura sinaliza que os mutirões e programas continuarão ao longo do ano. A meta é manter a redução das demandas reprimidas e ampliar o atendimento nas comunidades.

Assim, ao integrar saúde, educação, meio ambiente e agricultura em uma mesma agenda, o município busca consolidar um modelo de gestão mais próximo da população e com maior alcance social.

Fonte: Prefeitura de Porto Velho

El Niño pode retornar em 2026 e elevar temperaturas globais

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El Niño pode elevar temperaturas globais em 2026 com planeta aquecido e termômetro marcando alta temperatura
Especialistas alertam para possível retorno do El Niño em 2026 e risco de novos recordes de temperatura.

A possível volta do El Niño em 2026 pode elevar novamente as temperaturas globais e ampliar o risco de novos recordes históricos de calor. A National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) estima entre 50% e 60% de probabilidade de o fenômeno se desenvolver entre julho e setembro deste ano, mantendo influência nos meses seguintes.

Além disso, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) informou que divulgará uma atualização oficial nos próximos dias. Caso o cenário se confirme, especialistas alertam que o impacto climático poderá ser sentido ainda em 2026, com efeitos mais intensos em 2027.

O que é o El Niño

O El Niño é uma das fases do fenômeno climático conhecido como El Niño-Oscilação Sul (ENSO), que ocorre no Pacífico tropical. Ele se caracteriza pelo enfraquecimento dos ventos alísios, o que provoca o aquecimento das águas do centro e do leste do oceano.

Como consequência, o padrão de chuvas e circulação atmosférica muda em diversas regiões do planeta.

Segundo a meteorologista Nat Johnson, da NOAA, um episódio típico pode elevar temporariamente a temperatura média global entre 0,1°C e 0,2°C. O fenômeno costuma ocorrer em intervalos de dois a sete anos.

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Risco de novos recordes de calor

O último episódio de El Niño foi registrado entre 2023 e 2024. Naquele período, 2023 se tornou o segundo ano mais quente já registrado, enquanto 2024 liderou a série histórica.

De acordo com Carlo Buontempo, diretor do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus da União Europeia, 2026 pode estabelecer novo recorde caso o fenômeno se forme ainda este ano.

Por outro lado, o cientista climático Tido Semmler, do Serviço Meteorológico Nacional da Irlanda, afirma que o impacto tende a ser ainda maior em 2027, caso o evento comece na segunda metade de 2026. Isso ocorre porque a atmosfera global leva tempo para reagir ao aquecimento oceânico.

Mesmo assim, há um alerta adicional: 2026 pode bater recordes de temperatura mesmo sem a presença do El Niño, devido à tendência contínua de aquecimento global.

Diferença entre El Niño e La Niña

A fase oposta ao El Niño é a La Niña, caracterizada pelo resfriamento das águas do Pacífico oriental.

O episódio mais recente de La Niña começou em dezembro de 2024, foi considerado fraco e deve entrar em fase neutra entre fevereiro e abril.

Enquanto o El Niño costuma provocar:

  • Condições mais secas no Sudeste Asiático, Austrália, sul da África e norte do Brasil

  • Chuvas mais intensas no Chifre da África, sul dos Estados Unidos, Peru e Equador

A La Niña gera efeitos praticamente inversos.

Mesmo sob influência da La Niña, 2025 terminou como o terceiro ano mais quente já registrado, o que reforça o cenário de aquecimento persistente.

NOAA adota novo método de cálculo

Em fevereiro, a NOAA implementou uma nova metodologia para monitorar o fenômeno.

Anteriormente, o índice utilizado era o Oceanic Niño Index (ONI), que comparava a média trimestral da temperatura da superfície do mar com a média histórica de 30 anos em uma área específica do Pacífico.

No entanto, como os oceanos estão aquecendo rapidamente, essa referência histórica pode se tornar defasada.

Agora, a agência utiliza o Relative Oceanic Niño Index (RONI), que compara a temperatura do Pacífico centro-leste com o restante das áreas tropicais. Segundo a NOAA, o novo indicador oferece monitoramento mais claro e confiável em tempo real.

O que esperar para 2026 e 2027

Se o El Niño se confirmar nos próximos meses, o mundo poderá enfrentar:

  • Aumento adicional nas médias globais de temperatura

  • Intensificação de eventos extremos

  • Alterações no regime de chuvas em diversas regiões

Portanto, cientistas acompanham o cenário com atenção, pois a combinação entre variabilidade natural e aquecimento global pode ampliar os impactos climáticos já observados.

Fonte: Olhar Digital

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