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segunda-feira, maio 18, 2026
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Pedras avaliadas em R$ 500 mil são apreendidas em Vilhena, RO

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Mais de 3 quilos de uma material conhecido como “pedra fel”, avaliados em R$ 500 mil, foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na última segunda-feira (20) em Vilhena (RO). No veículo, abordado no posto da divisa do estado, também foram encontrados R$ 20 mil em dinheiro.

Segundo informações da PRF, um carro de passeio que seguia sentido Mato Grosso foi parado para fiscalização de possível infração de trânsito. No interior do veículo, foram encontradas diversas pedras.

O motorista informou que mora no interior de São Paulo e que há anos viaja para Rondônia para comprar as pedras, que são cálculos biliares encontrados em bois durante o abate. O produto, comprado de frigoríficos e pecuaristas, seria enviado para a China.

Em análise realizada por um auditor fiscal do Estado, foi constatado que a carga estava avaliada em cerca R$ 500 mil e que deveria ser recolhido em impostos e multas mais de R$ 150 mil. Com isso, um boletim de ocorrência foi registrado por transporte de mercadoria sem nota fiscal e a carga foi recolhida até a regularização.

Agências bancárias são autuadas em Porto Velho por descumprir decreto do Governo

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Duas agências bancárias de Porto Velho foram autuadas na segunda-feira (20) por não estarem cumprindo as normas previstas no decreto de calamidade do Governo de Rondônia.

As fiscalizações nas agências foram realizadas por servidores da Agência de Proteção de Defesa do Consumidor (Procon) e da Vigilância Sanitária. Entre os itens vistoriados estão o álcool em gel 70%, que deve estar disponível para funcionários e clientes, e o uso de máscaras.

Também foram analisados em todas as agências os planos adotados para a desinfecção e limpeza dos locais.

Segundo o Procon, as visitas a estabelecimentos comerciais estão sendo realizadas desde o final de março, e 284 autuações já foram realizadas desde então. Para cada caso é determinado um prazo para que os autuados apresentem as explicações solicitadas.

Decreto do Governo

Um novo decreto foi publicado na última semana atualizando as normas para o funcionamento do comércio, previstas no documento divulgado no início do mês de abril. Uma das medidas é o uso obrigatório de máscaras por funcionários e clientes em todos os estabelecimentos.

Também devem ser feitas limpezas minuciosas de objetos, disponibilização de torneira com água e sabão ou álcool 70% e equipamentos de proteção como luvas e máscaras para funcionários, proibição e controle de clientes do grupo de risco, distância mínima de 2 metros entre funcionário e cliente, dentre outras.

Escolas vão preparar merenda e distribuir para alunos da rede municipal em Guajará-Mirim, RO

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A prefeitura de Guajará-Mirim (RO) decidiu nesta terça-feira (21) que as escolas vão preparar a merenda para distribuir aos alunos matriculados na rede municipal de ensino. A medida foi adotada por conta do prazo de validade dos produtos.

Segundo o prefeito Cícero Noronha, os produtos alimentares das escolas foram comprados para serem utilizados no primeiro e segundo trimestre desse ano.

“Esses produtos foram comprados para serem utilizados nesse período, e portanto estão com prazo de validade perto do fim. Por isso, optamos por preparar as refeições e distribuir entre os alunos”, destacou.

As aulas nas escolas municipais estão suspensas desde o início do mês de março, por conta da pandemia do novo coronavírus e devem permanecer até o dia 30 de abril.

Ainda segunda a prefeitura, as merendas devem começar a ser distribuídas a partir desta semana. As escolas vão atender em horários programados para evitar aglomerações e deverão atender as recomendações de saúde.

Atualmente, a prefeitura administra 10 unidades escolares, incluindo uma no Distrito de Surpresa, na zona rural.

Declaração de rebanhos deve ser realizada no mês de maio em RO

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A campanha de declaração de rebanhos do primeiro semestre deste ano será realizada de 1º a 31 de maio. A estimativa é que cerca de 14 milhões de cabeças de bovinos e bubalinos sejam declaradas em 2020. Também devem ser informados ovinos, caprinos e suínos.

Segundo o Governo de Rondônia, para garantir que o estado permaneça com área livre de febre aftosa sem vacinação é preciso que o pecuarista fique ainda mais atento e garanta que as informações sobre o rebanho estejam sempre atualizadas junto a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron).

O produtor que não declarar o rebanho pode sofrer sanções como o impedimento de comercializar o animal.

De acordo com dados da Idaron, todos os anos são emitidas em média 700 mil Guia de Transporte Animal (GTAs) e em 2019 foram abatidas cerca de 2,5 milhões de cabeças no estado.

Poucos Testes e Muita Gente na Rua: O que Levou o Amazonas a Explosão de Casos de Covid-19

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Poucos Testes e Muita Gente na Rua - O que Levou o Amazonas a Explosão de Casos de Covid-19

 

Estado tem pior taxa de incidência e de mortalidade por milhão de habitante, segunda pior taxa de infecções do país e mortalidade acima da média nacional, o que levou seu sistema de saúde à beira do colapso.

O primeiro caso de covid-19 no Amazonas foi confirmado em 13 de março – o estado foi o 13º do país a identificar um contágio pelo novo coronavírus. Pouco mais de um mês depois, a situação da epidemia no estado é a mais grave do país.

O Amazonas tem a pior taxa de incidência do Brasil: são 521 casos para cada milhão de habitantes, segundo o boletim mais recente do Ministério da Saúde, de 20 de abril.

RELACIONADAS:

ACRE: 195 CASOS CONFIRMADOS DE CORONAVÍRUS

RONDÔNIA: 223 – CASOS CONFIRMADOS

Em Manaus, onde estão cerca de 80% dos casos confirmados no Estado até agora, essas taxas são ainda maiores. Houve até agora 762 casos por milhão de habitantes, o quinto pior índice entre as capitais, e 72 mortes por milhão de habitantes, o maior entre todas as capitais.

Foram confirmados até a última terça-feira (21/4) 2.270 casos e 193 mortes – o quarto e quinto maior total do país respectivamente. A taxa de mortalidade do vírus no Amazonas, de 8,5%, também está acima da média nacional, de 6,4%.

Profissionais de saúde transportam corpo em ManausDireito de imagemREUTERS

Image captionEstado tem 2ª pior taxa de incidência de casos na população

A situação se agravou ainda mais porque o Amazonas está perigosamente perto de ter ocupado todos os seus leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública, que ficam, todos, em Manaus.

A taxa de ocupação chegou a 95% no início de abril e levou os governos federal e estadual a mobilizar verbas, equipamentos, profissionais e a abrir novos hospitais em regime de emergência para tentar impedir o colapso total do sistema de saúde.

Na terça-feira passada (14), a Prefeitura de Manaus anunciou em nota que, por causa do grande aumento do número de sepultamentos no cemitério público Nossa Senhora Aparecida, decidiu abrir valas comuns para enterrar as vítimas do novo coronavírus.

A gravidade da crise levou o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio (PSDB), a se reunir na segunda-feira (20/4) com o vice-presidente, Hamilton Mourão, para pedir ajuda ao governo federal para uma situação, que, segundo disse em entrevista à Folha de S. Paulo, deixou de ser de emergência para se tornar um “estado de calamidade”.

Na entrevista, Virgílio criticou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) por ter respondido “não sou coveiro” ao ser questionado sobre o número aceitável de mortes nesta pandemia.

“Não sei se ele serviria para coveiro. Talvez não servisse. Tomara que ele assuma as funções de verdadeiro presidente da República. Uma delas é respeitar os coveiros”, disse Virgílio, que chorou ao falar do assunto, segundo a Folha.

A BBC News Brasil conversou com profissionais de saúde que atuam no Amazonas para entender o que levou situação a se agravar tão rápido ali, e eles apontaram alguns dos motivos que contribuíram para o Estado ter o quadro mais crítico do país nesta pandemia.

Época de chuvas aumenta circulação de vírus e internações por síndromes respiratórias

O primeiro motivo é o clima. Os meses de novembro e abril concentram o maior volume de chuvas no Estado, e isso favorece a proliferação de vírus que causam síndromes respiratórias, explica a imunologista Bárbara Baptista, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Amazonas.

“Na época de chuvas, as pessoas ficam mais em ambientes fechados, com pouca ventilação, respirando o mesmo ar, o que gera um aumento de infecções virais”, diz Baptista.

A temporada de chuvas coincidiu justamente com a época em que o novo coronavírus, descoberto em dezembro na China, começou a se espalhar pelo mundo.

E, neste ano, choveu acima da média, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Em Manaus, foram 441,9 mm em janeiro, bem mais do que os 270 a 300 mm que normalmente chovem neste mês. Em fevereiro, foram mais 232,1 mm, abaixo da média para o mês.

Mas o acumulado de 674 mm em janeiro e fevereiro fez do primeiro bimestre de 2020 o mais chuvoso dos últimos quatro anos. E, em março, voltou a chover mais do que de costume.

Profissional da Prefeitura desinfecta porto em ManausDireito de imagemREUTERS
Image captionTemporada de chuvas favorece a proliferação de vírus que causa síndromes respiratórias

A temporada de chuvas aumenta a circulação de vírus que causam problemas respiratórios – como influenza comum, adenovírus e H1N1 -, e eleva o número de pessoas internadas nos hospitais pelas doenças que causam.

O Estado tem um sistema de saúde com capacidade limitada. Até meados de março, havia 533 leitos de UTI nas redes pública e privada, segundo o governo estadual. Isso corresponde a 13 leitos para cada 100 mil habitantes, 40% abaixo da média nacional, de 20 leitos a cada 100 mil habitantes.

Em uma época em que há ainda menos leitos disponíveis por causa de outras doenças, aumenta muito a chance de um hospital lotar com o fluxo de pacientes extra gerado pela pandemia de um vírus altamente contagioso.

Um estudo recente apontou que uma pessoa é capaz de infectar outras 2,79, mas sua rápida disseminação tem levado epidemiologistas a revisar o índice para mais de 3.

“O sistema de saúde da região pode não estar dando conta não só por causa da covid-19, mas por outras doenças que circulam na região nesta época”, afirma Baptista.

A BBC News Brasil pediu uma entrevista à Secretaria de Saúde do Amazonas sobre o aumento do número de casos no Estado, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.

População aderiu menos ao isolamento social

Baptista também aponta que muitos amazonenses, em especial em Manaus, não cumpriram devidamente as recomendações de isolamento social.

“O governo começou a fazer campanhas no início de março, mas não houve resposta. A gente via muitas pessoas nos mercados, farmácias, e não se respeitava as regras de distanciamento neste lugares para evitar a disseminação”, diz a pesquisadora.

“Talvez as pessoas tenham pensado que estavam lidando com algo distante, que estava acontecendo nas grandes metrópoles, mas se esqueceram que Manaus tem tudo que estas cidades têm.”

Essa também é a opinião de Guilherme Pivoto, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia no Estado.

“Manaus é a capital financeira da região Norte, com um fluxo grande de pessoas de fora do país, principalmente da América do Norte. Temos voo direto para Miami, por exemplo.”

O médico diz que ele e seus colegas costumam circular bastante pela cidade, porque trabalham em vários hospitais, e a percepção comum é de que havia muito movimento nas ruas com o comércio aberto, mesmo após os primeiros casos serem confirmados.

“Conforme as medidas foram sendo reforçadas, as pessoas foram aos poucos aderindo mais, até mesmo nos bairros periféricos, mas, no meu ponto de vista, tinha mais gente na rua do que deveria”, diz Pivoto.

O monitoramento da adesão ao isolamento social feito por empresas de tecnologia aponta na mesma direção, segundo apurou a BBC News Brasil.

O Google acompanha, com base nos sinais de GPS de celulares, a queda de circulação em estabelecimentos comerciais e de recreação, supermercados e farmácias, parques, estações de transporte público e locais de trabalho, em 26 Estados e no Distrito Federal.

A empresa já divulgou dois relatórios sobre o assunto, ambos feitos depois dos decretos estaduais de isolamento social – no Amazonas, a decisão começou a valer em 23 de março. Os índices destas datas – 29 de março e 5 de abril – foram comparados com a circulação média registrada nas semanas de 3 de janeiro a 6 de fevereiro.

Homem compra peixe no porto em ManausDireito de imagemREUTERS
Image captionMonitoramentos de isolamento social apontam que adesão no Amazonas ficou abaixo da média nacional

Nos dois levantamentos, a circulação no Amazonas caiu menos do que na média do país em todas as cinco categorias.

Em 29 de março, o Estado teve a menor redução do país no movimento das estações de transporte público, e a sexta menor em comércio e recreação.

Uma semana depois, o Amazonas registrou a segunda menor queda nas estações, atrás só de Goiás, e a nona menor em comércio e recreação.

Por sua vez, a empresa In Loco criou um índice de isolamento social próprio, com base nas informações de 60 milhões de celulares, coletadas desde 1º de março.

Os dados mostram que, na primeira semana após o decreto de isolamento social entrar em vigor no Amazonas, o índice de adesão no Estado foi de 51%, cinco pontos percentuais a menos do que a média brasileira, de 56% – e essa diferença chegou a um pico de 11 pontos percentuais em 25 de março.

O Amazonas ficou naquela semana muito abaixo de algumas das maiores adesões do país, como por exemplo no Ceará e no Rio Grande do Sul (60%), em Goiás (61%), em Santa Catarina (62%) e no Distrito Federal (64%).

O infectologista Bernardino Albuquerque, presidente do comitê de enfrentamento ao coronavírus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), avalia que faltou, num primeiro momento, uma campanha de comunicação mais eficiente para esclarecer à população a importância de ficar em casa.

“A população não tem o hábito de fazer isso quando tem uma gripe comum. E isso não foi obedecido, principalmente por quem tinha sintomas mais leves, e a doença foi ganhando corpo”, diz o médico.

Barbara Baptista, da Fiocruz, avalia que também pode ter havido falhas na fiscalização do cumprimento do decreto.

“Na última semana, ainda tinha muito comércio não essencial aberto. Se isso acontece a esta altura, alguma coisa está errada, não só por parte dos comerciantes, mas também porque alguém não foi lá e mandou fechar”, diz a imunologista.

A boa notícia notícia é que, na segunda semana após o decreto, a diferença entre o índice do Amazonas e do Brasil caiu de cinco para três pontos percentuais.

E, na terceira semana, o Estado ficou quase dois pontos percentuais acima da média nacional – com 54%, foi a maior média semanal desde o decreto até então.

Com poucos testes, não é possível rastrear casos e saber o tamanho real da epidemia

Bernardino Albuquerque, da Ufam, diz também que a testagem é insuficiente no Estado – um problema comum em todo o país.

“A confirmação de casos foi muito seletiva e demorada, em um velocidade muito menor do que a da propagação do vírus”, afirma o infectologista.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, até 16 de abril, 8.072, ou 1,69% dos 476.272 testes laboratoriais para covid-19 distribuídos aos Estados, foram destinados ao Amazonas.

Com muitos casos suspeitos e poucos exames, a testagem em todo o Brasil foi restrita aos casos mais graves.

Profissionais de saúde cuidam de paciente com covid-19Direito de imagemREUTERS
Image captionBaixa testagem não permite saber real tamanho da epidemia local e controlar contágios

Além disso, há apenas um centro credenciado no Estado para fazer os exames. O Laboratório Central de Saúde Pública de Manaus era capaz de analisar 80 amostras por dia no final de março, segundo o governo estadual.

“O sistema de vigilância no Estado tem uma capacidade pequena, e ele se esgotou. Está trabalhando com a capacidade máxima”, diz o infectologista Guilherme Pivoto.

De acordo o Ministério da Saúde, o Amazonas já concluiu, até 16 de abril, 4.298 exames de casos suspeitos de covid-19, o décimo maior total entre os Estados.

Mas estão em falta no mercado reagentes usados para identificar o coronavírus em testes laboratoriais, disse a Fundação de Vigilância em Saúde, que é ligada à Secretaria Estadual de Saúde.

Isso gerou um acúmulo de centenas de exames à espera de análise. O tempo para sair o resultado, que há duas semanas era era de 24 a 48 horas, passou para até cinco dias.

Albuquerque explica que isso não permite saber o real tamanho da epidemia do Amazonas nem rastrear todos os casos, o que aumenta as chances do coronavírus se propagar.

Pessoas com sintomas leves ou assintomáticas, que representam em média 80% dos casos, não são identificadas e isoladas. Elas continuam a circular e podem infectar quem faz parte dos grupos de risco, em que a doença tende a ser mais devastadora.

Por isso, Albuquerque alerta: “Estamos entrando em um momento muito difícil, em que a doença está saindo da classe média para as classes menos favorecidas, nas quais as medidas de isolamento são muito mais difíceis de serem aplicadas, porque há mais pessoas vivendo em casas menores. Então, como esse vírus é muito transmissível, a tendência da situação é se agravar ainda mais.”

Acre: 195 Casos Confirmados de Coronavírus.

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Acre: 195 Casos Confirmados de Coronavírus.

O Acre registra 195 casos de contaminação por coronavírus neste feriado de terça-feira, 21 de abril. Desta segunda-feira, 20, para esta terça-feira, 21, o Centro de Infectologia Charles Mérieux registrou mais 19 casos da doença, sendo 18 casos de Rio Branco e um de Plácido de Castro, o de um idoso de 79 anos.

?? Rondônia: 223 – Casos Confirmados ??

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, os infectados são: um reeducando de 24 anos, um vendedor de 27 anos, três policiais militares, de 30, 32 e 56 anos, além de uma dona de casa de 32 anos.

Há ainda seis profissionais de saúde, sendo: cinco mulheres, de 35, 38, 47, 52 e 54 anos; e um homem de 49 anos.

A lista segue com um policial penal de 43 anos, um supervisor de vendas de 46 anos, um enfermeiro também de 46 anos, uma funcionária pública de 51 anos e outros três idosos, sendo uma aposentada de 60 anos e dois aposentados de 78 anos e 79 anos.

Esse último de 79 anos é um morador do município de Plácido de Castro. Ele foi contaminado por pessoa já infectada e conhecida da sua família.

Até o momento, foram notificados 1.648 casos no estado, dos quais 1.178 foram descartados, enquanto que 275 seguem em análise.

O número de mortes pela doença continua sendo de 8 casos, aguardando resultado dos exames de óbito de mais duas pessoas, o de um marceneiro de 32 anos e o de um aposentado de 67 anos que faleceu no dia 19, no Pronto-Socorro de Rio Branco. Pelo menos 64 pessoas tiveram alta.

Confira o boletim na íntegra:

BOLETIM_COVID-19_ACRE_33_21.04.2020 (1)

24 milhões: Mega-Sena Sorteia Nesta Quarta-feira (22)

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Caixa Econômica Federal sorteia hoje (22) as seis dezenas do concurso 2.254 da Mega-Sena, que deve pagar um prêmio de R$ 24 milhões.

 

As seis dezenas do concurso 2.254 serão sorteadas, a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário Tietê, na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet. A cartela, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

Coronavírus: 223 – Casos Confirmados (Ontem 199)

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Coronavírus: 223 - Casos Confirmados (Ontem 199)

Até a tarde da terça-feira (21) foram consolidados os seguintes resultados para Covid-19 em Rondônia:

Casos Confirmados – 223

Aguardando Resultados do Lacen – 115

Pacientes Internados com Covid-19 – 12 internados

Pacientes Curados – 40

Óbitos – 05

Descartados – 1220

Na edição 36 do boletim devido a duplicidade de dados ocorrida no lançamento de informações na plataforma na segunda-feira (20), houve a correção  do número de positivos lançados no município de Ariquemes, que possui até o momento, 39 casos confirmados.

CONFIRMADOS POR MUNICÍPIOS

Os 223 casos confirmados para Covid-19 são nas seguintes localidades:

163 em Porto Velho;

39 em Ariquemes;

07 em Ji-Paraná;

06 em Ouro Preto do Oeste;

03 em Rolim de Moura;

01 em Alto Paraíso;

01 em Buritis;

01 em Jaru;

01 em Pimenta Bueno;

01 em Vilhena.

Nesta terça-feira foram confirmados 29 novos casos de Covid-19 em Rondônia: 28 casos em Porto Velho, sendo 16 mulheres (duas de 24 anos, duas de 25, duas de 30, duas de 33 anos, três de 35 anos, 39, 43, 45, 51 e 54 anos de idade) e 12 homens (26, dois de 27 anos, 31, 32, 40, 41, 46, 48, 60, 63 e 83 anos de idade). Também foi confirmado um caso em Pimenta Bueno, uma mulher de 36 anos.

INTERNADOS POR MUNICÍPIOS

Dos 10 pacientes internados, um é em Cacoal, no Hospital Regional de Cacoal (HRC), sete em Porto Velho, sendo seis no Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron), e um em hospital particular; Há ainda dois pacientes internados em Ariquemes, no Centro de Afecções Respiratórias (CNES).

Um paciente de 60 anos, de Ji-Paraná, que estava internado no Hospital Regional de Cacoal veio a óbito na manhã desta terça-feira.

A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Ministério da Saúde, por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios.

 

?? Acre: 195 Casos Confirmados de Coronavírus ??

URGENTE: Maior Evento de Cerveja do Mundo, OKTOBERFEST, Foi Cancelada Devido à Pandemia do Coronavírus.

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A Oktoberfest 2020, planejada de 19 de setembro a 4 de outubro, foi cancelada devido à pandemia do coronavírus, anunciaram as autoridades locais nesta terça-feira (21).

Maior Evento de Cerveja do Mundo, OKTOBERFEST, Foi Cancelada Devido à Pandemia do Coronavírus

A prefeitura de Munique e a região da Baviera (sul da Alemanha) concordaram em “julgar que os riscos são simplesmente altos demais”, com mais de 6 milhões de visitantes esperados, incluindo um terço do exterior e da Ásia em particular, indicou o chefe de governo do Estado da Baviera, Markus Söder.

Mandetta Escreve Livro e Diz Que Merece Pito Por Abraços na Despedida

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? Matéria Completa ?

Ex-ministro afirma que só a Casa Grande grita contra isolamento e diz que Brasil, até agora, domou a curva de infecção pelo coronavírus.

 

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