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segunda-feira, maio 18, 2026
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Governo decreta estado de calamidade pública por 180 dias no Amazonas

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O período de estado de calamidade pública no Amazonas foi prorrogado por mais 180 dias em virtude do aumento no número de casos de contaminação por coronavírus na região. O decreto que estabelece o novo período foi publicado no Diário Oficial do Estado desta quarta-feira (15). Até a última atualização, nesta quinta-feira (16) o Amazonas registrava 1.719 casos confirmados do novo coronavírus – e 124 mortes.

O governador Wilson Lima já havia decretado estado de calamidade pública no dia 23 de março, quando o estado contabilizava 32 casos confirmados de Covid-19. Na decisão, foi determinado o fechamento do comércio de serviços não essenciais, permanecendo abertos supermercados, padarias, açougue e farmácias.

Diz o texto que a finalidade do decreto é promover, conforme determinação da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério do Desenvolvimento Regional, ações de prevenção, preparação, mitigação, resposta e recuperação frente a pandemia do novo coronavírus. “Ficam as autoridades competentes autorizadas a adotar medidas excepcionais, necessárias para combater a disseminação do novo coronavírus, em todo o território amazonense”.

Desde o dia 6 de abril, forças policiais do Amazonas realizam a fiscalização em comércios não essenciais que não estejam cumprindo o decreto do governo em prevenção ao avanço da doença. A operação “Fique em Casa” tem sido realizada em todas as regiões da capital.

Na noite de quarta-feira (15), o governador Wilson Lima anunciou a abertura de 45 novos leitos (25 de UTI e 20 clínicos) no Hospital e Pronto-Socorro Delphina Aziz, que é referência para os casos de Covid-19 no estado. Com isso, o hospital passa a operar com 100 leitos de UTI disponíveis para pacientes com o novo coronavírus.

No dia seguinte, a Justiça do Amazonas acatou uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Estado para que uma série de medidas seja tomada no combate ao avanço da disseminação do novo coronavírus. Entre elas, o funcionamento integral do Hospital Delphina Aziz, a contratação de leitos existentes no Hospital Universitário Getúlio Vargas e do Hospital Beneficente Portuguesa e a retirada de pacientes que estão sem assistência adequada nos prontos-socorros do estado.

O novo hospital de campanha montado pela Prefeitura de Manaus no Lago Azul, na Zona Norte, também reforça o atendimento no sistema público de saúde para casos de Covid-19. A unidade recebeu os primeiros pacientes de Covid-19 na madrugada desta terça-feira (14). Eles foram encaminhados para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) 1, que entrou em funcionamento imediato na noite de domingo, com 18 leitos iniciais instalados.

Profissionais enviados pelo Ministério da Saúde

Uma equipe com 15 profissionais de saúde, sendo cinco médicos e dez enfermeiros, enviada pelo Ministério da Saúde deve começar a atuar em Manaus na próxima quinta-feira (16), de acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (Susam). A informação foi divulgada durante coletiva de imprensa online na terça-feira (14).

A secretária de Saúde do Estado, Simone Papaiz, afirmou que os profissionais já começam a atuar na quinta-feira, e não haverá a necessidade de ficarem de quarentena, pois chegarão à capital amazonense já com os procedimentos de testagem para coronavírus realizados. Segundo Papaiz, esta é a primeira equipe a chegar, mas haverá outras atuando nas unidades de alta complexidade de referência do tratamento.

“Chegarão e ficarão do dia 16 até o dia 24, não ficarão de quarentena porque já vêm testados. A ideia é que a vinda das equipes que ficam nesses períodos, eles vêm por períodos, uma equipe vem, fica, vai embora e em seguida o Ministério da Saúde já envia outra equipe. A ideia é que eles atuem nas unidades de portas abertas com alta complexidade”, contou.

Casos do novo coronavírus no Amazonas

Nesta quinta-feira (16), o Amazonas registrou 165 novos casos confirmados do novo coronavírus, conforme boletim divulgado pela Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM). O total de casos confirmados no estado chegou a 1.719, com 124 mortes e 221 pessoas recuperadas e fora do período de transmissão da doença.

De acordo com o boletim da FVS-AM, do total de casos de Covid-19 no Amazonas, 1.459 são em Manaus e 260 no interior. Além da capital, 21 municípios já têm casos confirmados: Manacapuru (149), Iranduba (18), Itacoatiara (15), Tonantins (12), Parintins (11), Santo Antônio do Içá (10), São Paulo de Olivença (10), Presidente Figueiredo (6), Careiro Castanho (5); Anori, Carauari, Careiro da Várzea, Tabatinga, com 3 casos cada; Lábrea, Maués, Novo Airão, Tefé, com 2 casos cada; Anamã, Boca do Acre, Jutaí e Manicoré, com 1 caso cada.

No estado, há 1.220 pessoas com Covid-19 em isolamento social ou domiciliar. Outros 221 casos já estão recuperados e fora do período de transmissão da doença, de acordo com a FVS-AM.

COVID-19 | Nota Técnica da Vigilância em Saúde orienta rede hoteleira para cuidados com a pandemia

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Para evitar a disseminação do coronavírus e preservar a saúde de colaboradores e clientes da rede de hotelaria em Rondônia, a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) emitiu a Nota Técnica 5/2020 para o setor hoteleiro e congêneres, orientando sobre cuidados essenciais dentro das instalações de cada estabelecimento.

Com a pandemia no Estado, a nota, além de explicar o que é o vírus que causa a doença Covid-19, chama a atenção do setor para a identificação dos sintomas em hóspedes ou funcionários e orienta, em casos suspeitos, a comunicação à Vigilância Epidemiológica do município. Em Porto Velho, o telefone do Cievs municipal é 3901-2835 ou 0800 647 1010. Neste link é possível saber o número do Disque Corona em cada cidade.

Na nota emitida pela Agevisa, as orientações vão desde as principais medidas preventivas, passando pela desinfecção de objetos como lixeiras, paredes e superfícies de objetos. Para a proprietária de um hotel em Ouro Preto do Oeste, Gislene da Silva Lima, apesar de o fluxo de hóspedes ter diminuído em função da pandemia, todos os cuidados de controle e prevenção estão sendo redobrados.

“Estamos tomando os devidos cuidados, de acordo com as recomendações. Os funcionários e clientes usam máscaras, estamos cuidando para manter a higiene e evitando aglomeração. Mas com esta realidade, os hotéis não estão com aglomeração, exatamente por causa dessa situação causada pelo coronavírus. Muitas pessoas estão em suas casas e não em hotéis. Então, o movimento tem sido bem menor neste período”, declara Gislene.

Segundo a empresária, a atenção é ainda maior com as pessoas que fazem parte dos grupos mais vulneráveis. “Essas pessoas devem ficar em casa. Nós que não fazemos parte desse grupo, precisamos continuar trabalhando tomando os devidos cuidados no nosso trabalho e no nosso dia a dia para evitar a proliferação desse vírus. Essa situação precisa ser enfrentada com inteligência, não nos esquecendo de olhar para a realidade brasileira, onde a maioria das pessoas não tem condições financeiras para, simplesmente, ficar em casa”, considera.

Diante da pandemia, Cristiane Bucar, proprietária de um hotel na cidade de Ariquemes, reforça que todas as providências necessárias estão sendo tomadas para conter a disseminação do vírus.

“As pessoas que aqui estão, são mensalistas. Colocamos cartazes com vários avisos, levamos o café da manhã nos quartos, pois o refeitório está desativado”, conta a empresária Cristiane Bucar.

Cristiane conta que um médico infectologista, de Porto Velho, faz plantão em Ariquemes de segunda a quinta-feira, e se hospeda no hotel. “Instruímos a todos, caso haja um hóspede com mal estar ou tosse, este médico se dispõe acompanhar o caso, e a pessoa com suspeita ficará isolada. A camareira não entrará pra limpar, ligaremos para a Central de Atendimento que dá suporte ao coronavírus, e eles farão o que for necessário. Até agora, não foi preciso nada disso, não tivemos nenhum hóspede com sintomas”, completa.

A empresária destaca que “nos quartos, camareiras usam máscaras e luvas descartáveis, óculos de acrílico, e ao sair dos quartos, higienizam as maçanetas com álcool em gel. Em cada cômodo colocamos álcool em gel a 70%, e estamos lavando todo o hotel com hipoclorito de sódio. Não aceitamos aglomeração, nem dos colaboradores e nem dos hóspedes. Estamos cientes de toda a situação, e tomando todas as providências exigidas. Esperamos em Deus, que tudo seja resolvido, e esta pandemia chegue logo ao fim”.

COVID-19 | Agero evita passageiros em pé nos ônibus intermunicipais e estende fiscalização da Rodoviária de Porto Velho à BR-364

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Ponto de partidas e chegadas diárias de ônibus e táxis de lotação, a Estação Rodoviária da Capital é observada 24 horas pela Agência de Regulação de Serviços Públicos Delegados do Estado de Rondônia (Agero). Na rodovia BR-364, os fiscais verificam, interna e externamente, ônibus de linha e de turismo.

“As atividades gerais têm sido produtivas em diferentes setores onde é essencial a nossa presença”, disse na sexta-feira (17) o diretor de fiscalização Magnum Jorge Oliveira da Silva.

Evitar aglomerações é o objetivo principal dos fiscais nos pontos mais sujeitos ao contágio do novo coronavírus. Assim, por exemplo, o ponto de táxi da Rodoviária foi reordenado, possibilitando o recomendado distanciamento entre taxistas e usuários.

“Está mais tranquilo, sem risco para todos os que se cuidam corretamente, conforme as orientações da saúde pública”, assinalou Magnum Jorge.

O diretor presidente da Agero, Clébio de Mattos, lembrou que as portarias editadas durante o período do Decreto de Calamidade Pública têm base na Lei Complementar nº 826/2015.

“A pandemia do novo Coronavírus exigiu novas regras, e elas estão sendo cumpridas rigorosamente”, assinalou Mattos.

Na sede da Agência, o atendimento e o acesso ao público estão suspensos, mas os servidores trabalham em plantões.

A Agero também está empenhada no apoio à Vigilância Sanitária e conhece as fragilidades na Rodoviária, no Terminal e nas linhas intermunicipais. No atual período, a Agero também colabora nas orientações às pessoas, em geral, para que usem álcool em gel 70% e máscaras protetoras, o que se vê dentro dos ônibus em circulação.

DENÚNCIA

Na semana passada, ao receber denúncia a respeito de um ônibus lotado na linha Porto Velho-Candeias do Jamari, a Agência imediatamente enviou fiscais ao posto da Polícia Rodoviária Federal, na rodovia BR-364.  Eles abordaram motoristas, cobradores e passageiros, dirigindo-lhes rápida palestra educativa.

Segundo Magnum Jorge, diversos ônibus foram parados, a fim de se verificar o cumprimento do limite de passageiros. “As poltronas podem ser todas ocupadas, mas as empresas devem evitar a aglomeração de passageiros em pé no corredor”, disse.

A Resolução 49/2020/AGERO-DNFS prevê que as transportadoras de passageiros devem fazer, obrigatoriamente,  os serviços de limpeza sanitária da frota de veículos, obedecendo condições ambientais adequadas para eliminação da propagação do coronavírus.

Ao mesmo tempo, as empresas precisam comunicar à Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e à Secretaria Estadual da Saúde (Sesau) qualquer ocorrência de suspeita de possíveis casos da doença.

ASSEPSIA DOS PASSAGEIROS

A nova norma em vigência determina que os administradores de terminais rodoviários e pontos de parada devem fornecer aos usuários álcool em gel 70% nas lanchonetes e restaurantes, nos banheiros, nas áreas de espera para o embarque e desembarque de passageiros, em locais de fácil acesso aos usuários do sistema de transporte e público em geral.

Ao mesmo tempo, suspende, pelo período de 15 dias podendo ser prorrogado por igual período, a cobrança da taxa de uso dos banheiros nos terminais rodoviários e pontos de paradas.

FALE COM A AGERO

A Ouvidoria atende diretamente pelo telefone (69) 9 8455-6845 e pelo e-mail ouvidoria@agero.ro.gov.br
As pessoas também poderão utilizar o Sistema de Ouvidorias Fala.BR (sistema.ouvidorias.gov.br), direcionando as demandas.

Governo mantém compra de alimentos do PAA e auxilia no abastecimento da população

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Entendendo a necessidade de auxiliar no abastecimento da população e consequentemente manter a renda financeira dos agricultores familiares, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), orientou à continuidade da aquisição da produção das famílias no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Os produtos são recebidos pelas equipes de técnicos da Emater-RO e de prefeituras, executoras do programa, mantendo todos as recomendações necessárias para evitar o contágio e a proliferação da Covid-19. Além de continuar gerando renda no campo, o PAA está contribuindo para manter a alimentação de pessoas que já se encontravam em situação de baixa renda e vulnerabilidade social e que mediante a atual situação, vem enfrentando maior dificuldade para sua sobrevivência.

Para o secretário da Seagri, Evandro Padovani, a manutenção de algumas ações e programas é essencial no atual cenário de calamidade que passa o estado de Rondônia em virtude da pandemia causada pela Covid-19 – doença resultante da contaminação do coronavírus – e o PAA é um desse programas. Realizado em parceria entre as três esferas governamentais, União, estados e municípios, o PAA compra a produção diretamente do produtor rural familiar com repasse simultâneo às entidades que atendem às famílias em situação de risco alimentar.

Para este ano foi liberado um recurso inicial no valor de R$ 5 milhões para aquisição de produtos como: carnes (aves, gado e peixes), leite, ovos, mel, doces, pães e biscoitos, frutas e polpas, grãos e cereais, raízes e tubérculos, dos quais R$ 2.132.000 já foram executados. Cada produtor que tem a Declaração de Aptidão do Pronaf (DAP) terá limite de R$ 6.500,00 e, segundo o coordenador da Agricultura Familiar da Seagri, Victor Paiva, as produções ultrapassam 300 mil quilos de produtos provenientes de 1315 produtores familiares adquiridos pelo estado e distribuídas a 391 entidades cadastradas em parceria com as prefeituras por meio de suas respectivas secretarias de agricultura e de assistência social.

Em Porto Velho e distritos, de acordo com informações obtidas junto à Seagri e à Emater-RO, estão sendo beneficiados 78 produtores rurais familiares que já entregaram mais de 60 mil quilos de alimentos totalizando um valor de cerca de R$ 330 mil, dos R$ 800 mil disponibilizados pelo governo federal para o município. Esses alimentos foram imediatamente entregues à 70 entidades filantrópicas com atendimento às famílias de extrema necessidade.

Tanto para o secretário Padovani, da Seagri, como para o diretor-presidente da Emater-RO, Luciano Brandão, o que mais importa, neste momento é a saúde da população e ela começa com uma boa alimentação. Victor Paiva ainda endossa que “uma pessoa bem nutrida, bem alimentada terá uma boa saúde”, salientando que o governo está trabalhando para não deixar faltar alimentos em suas mesas.

CUIDADOS REDOBRADOS

Atendendo ao decreto de calamidade pública do Estado e, em cumprimento à notificação recomendatória n.º 02/2020/SEAGRI/CAFAMILIAR emitida em 24 de março deste ano pela Seagri, o recebimento e entrega dos produtos estão sendo feitos sob rigorosos cuidados com uso de equipamentos de proteção individual (EPI) como: máscaras e luvas, conforme preconizadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

“Também está sendo recomendado aos agricultores que mantenham maior segurança no alimento, ou seja, desde o manuseio, o transporte até a entrega final”, explica Arnaldo Brito, que compõe a equipe da Seagri no PAA.

Diana Menezes Vieira, supervisora regional da área social na Emater-RO, em Porto Velho, salienta que, devido o enfrentamento do Covid-19, também estão sendo tomadas as precauções, tanto para os produtores, como para os beneficiários e técnicos envolvidos. “Estamos fazendo escalas de produtores e de entidades, junto à Seagri e Emater, com dias e horários diferentes, no sentido de evitar as aglomerações e atender às pessoas que estão vivenciando esse momento crítico de necessidade de alimento e de trabalho.”.

“A maioria dos municípios vão continuar executando o PAA de forma segura e, em Porto Velho, como a demanda é maior, ficou decidido que o recebimento dos produtos será na entidade assistencial CRAS Cotinha, localizada na Zona Sul da capital, a qual atende cerca de três mil famílias e, nesse momento especial, fará a intermediação com as demais entidades cadastradas. As entregas estão sendo realizadas três vezes por semana (terças, quartas e quintas-feiras), evitando aglomerações”, finaliza Victor Paiva, lembrando que tudo está sendo feito com muita responsabilidade e dentro da legalidade e que a continuidade do PAA é essencial tanto para os agricultores, que necessitam da renda, quanto o público de baixa renda e em situação de vulnerabilidade alimentar que dependem desse benefício para sobreviverem.

Pedido de isenção de taxa de inscrição do Enem termina nesta sexta

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Aplicativo de Celular ENEM 2019

Os interessados em fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 têm até as 23h59 desta sexta-feira (17), para pedir a isenção de pagamento da taxa de inscrição. A solicitação é feita, exclusivamente, por meio da plataforma virtual Página do Participante, dentro do site do Enem. O procedimento não garante a participação no exame. As inscrições devem ser realizadas de 11 a 22 de maio.

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela aplicação do Enem, o participante habilitado para a isenção em 2019 que não compareceu aos dois dias de exame deve comprovar o motivo da ausência para pedir nova gratuidade neste ano. O processo também deve ser realizado pela Página do Participante.

Tem direito à isenção da taxa quem cursar a última série do ensino médio em 2020, em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar; tiver cursado todo o ensino médio em escolas públicas ou como bolsista integral na rede privada, além de ter renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio.

A pessoa precisa também declarar estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, por ser membro de família de baixa renda, inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico), que requer renda familiar per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

Cadastro

Para justificar a ausência em 2019 e/ou solicitar a isenção em 2020, os participantes deverão ter o login único do governo federal, pelo portal gov.br. O acesso poderá ser realizado por meio da Página do Participante do Enem. A senha deverá ser memorizada ou anotada em local seguro, pois será necessária para acompanhar todas as etapas do exame, desde a solicitação de isenção da taxa de inscrição até a consulta dos resultados, em 2021.

Enem Digital

O exame digital será oferecido a partir deste ano, com implantação gradual e aplicação-piloto para 100 mil pessoas de todo o país. A estrutura das provas é a mesma do modelo impresso.

A modalidade tem edital próprio, mas as regras para pedidos de isenção e justificativas de ausência são as mesmas.

As provas da versão digital estão previstas para 11 e 18 de outubro e as do Enem impresso, para 1º e 8 de novembro.

Governo quer ampliar programa Vigia para os 11 estados da fronteira

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O Ministério da Justiça e Segurança Pública quer ampliar, até o fim do ano, o Programa Nacional de Segurança nas Fronteiras e Divisas (Vigia) para todos os 11 estados brasileiros de fronteira. O programa completou um ano no último dia 15 de abril. De acordo com o ministério, o objetivo é reduzir a vitalidade financeira das organizações criminosas, impedindo a entrada de armas, drogas, cigarros e produtos contrabandeados.

Em abril do ano passado, o Vigia começou com um projeto piloto na cidade de Guaíra, no Paraná, com a Operação Hórus. Em pouco menos de um ano chegou a sete estados – Acre, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia, Roraima – e às divisas de Goiás e de Tocantins. Para 2020, a meta é ampliar sua abrangência aos estados do Amapá, Pará, Rio Grande do Sul e de Santa Catarina e a mais três divisas nacionais.

Sob o conceito de Vigilância, Integração, Governança, Interoperabilidade e Autonomia (Vigia), os pilares do programa são a atuação integrada entre instituições e agentes de segurança, aquisição de equipamentos, como sistemas de comunicação e viaturas, e a capacitação e investimento em qualificação profissional.

Segundo o ministério, no último ano a operação causou um prejuízo de mais de R$ 750 milhões às organizações criminosas. Até abril deste ano, foram apreendidas mais de 125 toneladas de drogas, cerca de 50 milhões de maços de cigarros, 137 embarcações roubadas e mais de 1350 veículos roubados foram recuperados.

Atualmente, o Vigia tem como foco também o enfrentamento à disseminação do novo coronavírus no país. Desde março deste ano, agentes de segurança federais e estaduais que atuam na Operação Hórus fazem barreiras sanitárias em 17 cidades fronteiriças com restrições de entradas no Brasil, reforçando as ações desenvolvidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Em discurso de posse, Teich fala em ‘foco nas pessoas’ e parceria com estados

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O novo ministro da Saúde, o oncologista Nelson Teich, tomou posse nesta sexta-feira (17) em cerimônia no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Jair Bolsonaro. O ministro afirmou que terá “foco na pessoas” e quefará um trabalho de parceria com estados e municípios para conter o coronavírus.

A troca no comando da pasta ocorreu em meio à pandemia vírus. Até esta quinta-feira (16), o Brasil já havia confirmado 30.891casos da covid-19 e 1.952 mortes provocadas pela doença.

“”Acompanhar a diariamente a evolução em cada estado e município de como está evoluindo a covid-19 e outros problemas que possam estar relacionados à saúde. Trabalhando com os estados, com os municípios para que a gente consiga ter uma agilidade na solução de problemas que vão surgir. Você tem que analisar todo dia o que está acontecendo, fazer planejamento e executar””, afirmou Teich.

O novo ministro ressaltou que, independentemente de ações na economia ou na saúde, o resultado sempre deve buscar o que será benéfico para a população. “O final é sempre gente”, disse.

“Hoje tenho colocado isso, foco que a gente tem aqui, e tudo que a gente vai fazer, é nas pessoas. Por mais que você fale em saúde, por mais que você fale em economia, não importa o que você fala, o final é sempre gente”, afirmou.

Ele disse ainda que sua gestão vai buscar informações de todas as áreas para aprimorar o combate ao vírus. Segundo Teich, os indicadores sociais, como desemprego, também são importantes para as ações na saúde.

“Tem que acompanhar também os indicadores sociais. Se tiver mais desemprego, pessoas que vão perder o plano de saúde, isso vai impactar o SUS. [Vamos buscar a] Informação detalhada, com qualidade, bem avaliada e bem estruturada. E formação de equipe. Coisa que pretendo trazer de forma mais intensa de transição de um ministro para o outro”, afirmou Teich no discurso de posse.

Teich substitui o também médico e ex-deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), demitido após semanas de divergências com Bolsonaro nas medidas de combate ao novo coronavírus, em especial sobre o isolamento social.

No discurso, Teich também disse que vai buscar integração e troca de informações entre os ministérios para encontrar soluções no combate ao coronavírus.

“Juntar informações das diferentes áreas. Tentar aumentar quantidade de informações. Maior integração entre ministérios, para que possa mapear coisas ligadas a saúde que são fundamentais”, disse Teich.

Discurso de Bolsonaro

Após Teich, foi a vez de Bolsonaro discursar. O presidente afirmou que corre “risco” ao defender a retomada do comércio no país, porém acredita que essa é a medida correta para lidar com o combate ao coronavírus e ao desemprego.

“Essa briga de começar a abrir para o comércio, é um risco que eu corro, porque se agravar vem para o meu colo. Agora, i que acredito, o que muita gente já esta tendo consciência, tem que abrir”, afirmou.

Bolsonaro também defendeu a reabertura das fronteiras, fechadas para conter o avanço do contágio pelo novo coronavírus.

“Conversei com o ministro Moro agora há pouco sobre fronteiras. Tenho a minha opinião, que a gente vai conversar com mais ministros. Começar a abrir as fronteiras”, disse.

O presidente deu como exemplo Paraguai e Uruguai, que possuem fronteira seca com o Brasil.

“A gente pergunta: por que está fechado para o Paraguai? Se é uma fronteira seca que não temos como fiscalizá-la? Eu acredito que quando for escrever alguma coisa, é para ser cumprido. A mesma coisa no tocante ao Uruguai. Isso a gente vai tendo informações e vai decidindo”, declarou.

Divergências entre Mandetta e Bolsonaro

O presidente defende que somente idosos e pessoas com doenças crônicas fiquem em casa, bem como a reabertura do comércio nas cidades e a retomada das aulas, a fim de evitar maiores prejuízos à economia.

Mandetta, por sua vez, repetiu por semanas a necessidade do isolamento total como forma de reduzir a velocidade do contágio pelo coronavírus no país e de ganhar tempo para reforçar a capacidade dos sistema de saúde.

A saída do ministro, com popularidade superior à de Bolsonaro no enfrentamento à pandemia, foi criticada pelos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

A demissão de Mandetta e o anúncio de Teich como ministro foram feitos na tarde de quinta-feira. Em um pronunciamento ao lado de Bolsonaro, o novo ministro disse ter “alinhamento completo” com o presidente.

Teich disse que não haverá definição “brusca” e “radical” sobre as orientações em relação ao isolamento social, mas destacou a importância da atividade econômica.

Na mesma fala, o novo ministro disse que medicamentos e vacinas contra o coronavírus serão tratados de forma científica. Teich não se posicionou sobre o uso da cloroquina, incentivado por Bolsonaro e criticado por Mandetta.

Teich ainda declarou, nesta quinta, ser preciso fazer um programa de testes para saber se as pessoas contraíram o novo coronavírus. Ele não deu detalhes de quando e como funcionaria o programa.

Carreira

Nelson Teich tem 62 anos, é carioca, e nos anos 1990 fundou o Centro de Oncologia Integrado (Grupo COI), onde atuou até 2018. Segundo o perfil dele em uma rede social, trabalhava como consultor em gestão de saúde.

Formado em medicina pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), ele se especializou em oncologia no Instituto Nacional do Câncer (Inca) e estudou Gestão de Negócios na Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Em dezembro de 2018 entrou no doutorado de Ciências e Economia da Saúde na Universidade de York, no Reino Unido, onde já havia concluído o mestrado na mesma área.

Em 2008, ele fundou, no Rio, um instituto sem fins lucrativos dedicado a pesquisas sobre o câncer e à formação de profissionais nessa área. Nelson Teich atuou no instituto por dez anos. Depois, se tornou consultor sênior na Teich Health Care, que faz planejamento e execução de projetos em saúde.

Em 2010 e 2011, ele prestou consultoria para o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, também focada em gestão da saúde.

Na política, o novo ministro da Saúde atuou como consultor informal da equipe de campanha do então candidato Jair Bolsonaro. Chegou a ser cotado para ocupar a pasta, mas Bolsonaro acabou escolhendo Luiz Henrique Mandetta.

O médico e pesquisador participou do governo como assessor do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Denizar Vianna, de setembro de 2019 a março de 2020.

Mais de 80% de leitos de UTI estão ocupados em MT e governo diz que ampliará em 15% para atender demanda da Covid-19

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A média de ocupação atual em leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) é de 82% por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), em Mato Grosso. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), três pacientes com Covid-19 estão em leitos públicos. A maioria estão internados por outras doenças.

Apesar disso, com a pandemia do novo coronavírus e o aumento no número de casos no estado, a secretaria informou que, até 1° de maio, ampliará os leitos em mais de 15%.

Em Mato Grosso, existem 216 UTIs pelo SUS. O objetivo agora é aumentar para 250 até o próximo mês.

“Com base no Plano Estadual de Contingência, é estimado que, em 1º de maio, o estado conte com aproximadamente 250 leitos de UTI, pelo SUS, exclusivamente destinados para o atendimento da Covid-19. Esse cenário considera as unidades municipais, estaduais e federais que funcionam em MT”, disse a secretaria, em nota.

Atualmente, o estado tem sete pacientes com Covid-19 em UTIs, sendo três em leitos privados, um em hospital filantrópico e outros três em hospitais públicos.

Conforme o boletim da Secretaria Estadual de Saúde, divulgado nessa quinta-feira (16), Mato Grosso já confirmou 156 casos da doença. Cinco pessoas morreram.

Em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, já começou a ampliação dos leitos de UTIS no Hospital Metropolitano, que é administrado pelo Governo do Estado, e no Hospital Universitário Júlio Muller, administrado pela Hebiser, gestão do Governo Federal, o número de UTIs também deve ser ampliado.

Duas crianças venezuelanas são infectadas por coronavírus em Roraima

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Duas crianças venezuelanas assistidas pela Operação Acolhida testaram positivo para a Covid-19, informou na manhã desta sexta-feira (17) a prefeitura de Boa Vista, em nota assinada também pela operação.

Os pacientes são uma bebê, de 6 meses, que vive em um abrigo na capital, e o outro é um menino indígena, da etnia Warao, de 12 anos, que mora em um abrigo em Pacaraima, na fronteira com a Venezuela, ao Norte do estado.

A menina, segundo a prefeitura, “está estável e em isolamento no Hospital da Criança Santo Antônio.”

Já o menino está sendo transferido de Pacaraima a Boa Vista “com toda a assistência médica, sanitária e logística da operação”. O garoto também deve ser levado ao Hospital da Criança.

“As pessoas que tiveram contato com essas crianças estão sendo monitoradas e se encontram isoladas e em segurança nos abrigos da Operação Acolhida, informou a prefeitura.

Único para atendimento infantil no estado, o hospital é administrado pela prefeitura. A unidade possui 167 leitos, sendo 10 de UTI, podendo ser ampliado para 15. Atualmente, a UTI da unidade possui hoje 20 respiradores – equipamentos necessários para o atendimento de casos graves da Covid-19.

A prefeitura informou que todas as medidas de segurança tanto para as crianças como para os profissionais de saúde estão sendo seguidas rigorosamente, de acordo com protocolos e recomendações do Ministério da Saúde.

*Em atualização

26 profissionais da saúde são afastados após terem contato com paciente infectado no ‘CoronaFest’ em Porto Velho

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Vinte e seis profissionais da saúde foram afastados do Hospital João Paulo II em Porto Velho, após terem contato com um paciente infectado com o novo coronavírus. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) esse paciente estava presentes em festas na capital, que ficaram popularmente conhecidas como “CoronaFest”.

A informação foi confirmada na manhã desta sexta-feira (17) pelo secretário de saúde do estado durante coletiva de imprensa.

Segundo a Sesau, seis profissionais da saúde já testaram positivo para Covid-19 e os outros 20 estão aguardando resultados dos exames. Entre os servidores estão médicos, um enfermeiro, técnicos de enfermagem e técnicos de laboratório.

“São profissionais da saúde que estão afastados e isso atrapalha os atendimentos, a gente fica muito triste com isso. Agora precisamos aumentar a força de trabalho porque os números de casos estão aumentando. É uma pandemia, é urgência, é guerra”, disse Máximo.

O diretor do Hospital João Paulo II, Amauri Júnior, disse que o afastamento da equipe foi um desfalque grande na linha de frente dos atendimentos. Segundo ele, já foi feita desinfecção da unidade e o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) municipal está acompanhando outras pessoas que tiveram contato com esses profissionais afastados e infectados, para montar uma rede de proteção.

Festas em Porto Velho

A Sesau confirmou que duas festas, da mesma família, aconteceram na capital e foram responsáveis por aumentar os números de casos do novo coronavírus no estado. Uma das festas aconteceu no dia 4 de abril e a segunda no último sábado (11).

Nesta sexta-feira (17), o secretário estadual de saúde disse durante coletiva que uma terceira festa foi denunciada e já está sob investigação.

Os casos são investigados criminalmente. “Foram atos extremamente irresponsáveis e inconsequentes. As providências foram solicitadas à Polícia Civil para que no mais curto prazo se inicie um inquérito e as investigações sejam concluídas para que todos, dentro da medida de sua culpabilidade, sejam devidamente responsabilizados”, disse o coronel José Hélio Cysneiros Pachá, secretário de segurança de Rondônia.

Casos no estado

Os casos confirmados do novo coronavírus subiram para 92 em Rondônia na quinta-feira (16), 19 diagnósticos a mais do que o balanço anterior divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) na quarta-feira (15). Conforme o levantamento, o estado registrou o terceiro óbito oriundo da Covid-19: uma idosa de 63 anos, que morreu nesta semana em Ji-Paraná.

No novo boletim da Sesau, as 92 confirmações estão divididas em:

  • 58 em Porto Velho;
  • 16 em Ariquemes;
  • 6 em Ji-Paraná;
  • 6 em Ouro Preto do Oeste;
  • 3 em Rolim de Moura;
  • 1 em Alto Paraíso;
  • 1 em Jaru e;
  • 1 em Vilhena.
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