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domingo, maio 17, 2026
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Maia diz que Mandetta deixa ‘legado’; parlamentares e governadores lamentam demissão de ministro

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou nesta quinta-feira (16) que o agora ex-ministro Luiz Henrique Mandetta “deixa um legado” com sua passagem pelo Ministério da Saúde.

Após dias de especulação, Mandetta anunciou, por meio de uma rede social, que havia sido comunicado de sua demissão pelo presidente Jair Bolsonaro. Ao blog da jornalista Andréia Sadi, Mandetta afirmou que o oncologista e empresário do setor da saúde Nelson Luiz Sperle Teich é o escolhido do presidente para substituí-lo na pasta.

Parlamentares, governadores e políticos de diversos partidos, além de outras autoridades, também se pronunciaram nesta quinta lamentando a saída de Mandetta do ministério da Saúde (veja mais abaixo).

Ex-deputado federal, Mandetta estava à frente da pasta desde o início do governo, em janeiro de 2019, e ganhou maior visibilidade com a crise provocada pelo novo coronavírus.

Nas últimas semanas, contudo, Bolsonaro e Mandetta tiveram divergências públicas em razão das estratégias para conter a velocidade do contágio da Covid-19, doença provocada pelo vírus. Foram essas divergências, expressadas publicamente, que levaram à demissão nesta quinta.

O presidente Jair Bolsonaro com o novo ministro da Saúde, Nelson Luiz Sperle Teich — Foto: Guilherme Mazui/G1

Veja a repercussão da demissão de Mandetta:

Rodrigo Maia (DEM), presidente da Câmara dos Deputados: “O ministro Mandetta deixa um legado, uma estrutura, para que o Brasil possa, em conjunto, o governo federal, os estados e os municípios principalmente, tenham condição de atender sobre a base do que foi construído pelo ministro Mandetta as condições para atender da melhor forma possível a sociedade brasileira, mas principalmente os brasileiros que precisam do sistema SUS. Agradeço ao ministro, tenho certeza que falo em nome da maioria da Casa”, disse Maia a jornalistas no Congresso.

João Dória (PSDB), governador de São Paulo: “A saída do @lhmandetta é uma perda para o Brasil. Agradeço o apoio e contribuição com o Estado de SP no combate à pandemia. Desejo êxito ao novo Ministro da Saúde, Nelson Teich, e espero que siga procedimentos técnicos e atenda às recomendações da OMS.”

Ronaldo Caiado (DEM), governador de Goiás: “Ao amigo e colega médico @lhmandetta, missão cumprida! Fez do nosso País, com todas as suas limitações na área da Saúde, referência internacional de como enfrentar a propagação do coronavírus. Salvou milhares de vidas. Obrigado.”

Felipe Santa Cruz, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB): “A ciência foi demitida. Mas será substituída por ciência e assim sucessivamente. Não haverá um único médico sério disposto a comprar, sob o custo de sua própria biografia e carreira, discurso negacionista que menospreze a gravidade da pandemia ou aponte para o caminho do caos.”

Alberto Beltrame, presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde: “O Conass agradece ao Ministro Mandetta e à sua equipe pelos relevantes serviços prestados à saúde de nosso povo. Desejamos sucesso ao Ministro Teich na condução da grave crise de saúde pública que vivemos . Com equilíbrio, sabedoria e respeito à colegialidade da gestão do SUS, esperamos trilhar juntos caminhos seguros em defesa da saúde e da vida de todos os brasileiros.”

Carlos Sampaio, líder do PSDB na Câmara dos Deputados: “É lamentável a demissão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, no momento em que o país caminha para a fase mais aguda da pandemia. Mandetta se tornou alvo de críticas e intrigas dentro do governo nos últimos dias, justamente por estar fazendo um bom trabalho, alinhado à ciência, aos organismos e às autoridades internacionais. O que se espera, neste momento, é que seu substituto mantenha a linha de atuação que os países, na sua grande maioria, estão adotando. Não é possível que o mundo inteiro esteja errado. São vidas que estão em jogo e o esforço para preservá-las deve estar acima de disputas políticas e ideológicas”.

Senador Major Olímpio, líder do PSL: “Mandetta foi demitido porque não abriu mão de princípios científicos e médicos em nome da saúde do povo brasileiro. Nelson Teich assume o lugar de ministro. Eu vi artigos dele defendendo isolamento horizontal para todos. Se ele persistir nesse fundamento, vai ter problemas sérios com o presidente Bolsonaro e não vai durar 30 dias no cargo. Ou terá que rasgar seu diploma e contrariar toda a comunidade cientifica mundial. Sorte ao novo ministro. Mais sorte ainda ao povo brasileiro e à saúde pública.”

Deputado Alessandro Molon (RJ), líder do PSB na Câmara: “Desde o começo desta crise, Bolsonaro escolheu o caminho da negação e guiou suas decisões pelo achismo, politizando o que deveriam ser ações técnicas com critérios científicos. A demissão de Mandetta não passa de um acerto de contas por parte de um chefe que, no auge de sua mediocridade, não tolera um auxiliar se destacando mais do que ele. Um comportamento irresponsável de quem está mais preocupado com sua reeleição do que em salvar as vidas dos brasileiros.”

Deputado Fábio Trad (PSD-MS): “Mandetta, esta mensagem é para o primeiro e não para o ministro: para quem punido por suas virtudes e não pelos defeitos, não se deixe bater com a demissão, pois ser demitido deste governo é ser absolvido pela história. Cabeça erguida, primo! Te amo!”

Eduardo Leite (PSDB), governador do Rio Grande do Sul: “Respeito a legitimidade do Presidente de fazer as alterações em seu time, mas lamento a saída de um ministro que coordenou com competência e dedicação exemplar a política de enfrentamento ao covid-19. Agradeço a atenção que @lhmandetta deu ao RS e desejo êxito a Nelson Teich.”

Hélder Barbalho (MDB), governador do Pará: “Quero agradecer a todo empenho, parceria e atenção que o ministro @lhmandetta dedicou ao povo paraense. Gratidão, Luis Henrique Mandetta. Desejo sorte ao novo ministro Dr. Teich, tendo a certeza de que continuaremos com nossa parceria de alto nível com o @minsaude.”

Senador Eduardo Braga (MDB-PA): “Nosso agradecimento a @lhmandetta por todo trabalho desenvolvido à frente do Ministério da Saúde. A quem assumir o cargo, ainda não oficializado até o momento, nossos votos de sucesso no enfrentamento ao coronavírus e na missão de, junto com o presidente da República e todos nós, unir o Brasil. Só conseguiremos sair vivos e bem desse tsunami se estivermos juntos num só propósito, que é a luta pela vida.”

Senador Angelo Coronel (PSD-BA): “A lei na corte Bolsonarista está bem clara: Cale-se ou será demitido. Mandetta não aceitou a subserviência e caiu. A fila está aumentando. Até quando meu Deus?”

Senador Jean Paul Prates (PT-RN): “O Governo Federal anda, mais uma vez, na contramão. Enquanto o mundo e os governantes reúnem suas tropas para combater o coronavírus, Bolsonaro exonera Luiz Henrique Mandetta (Ministro da Saúde), principal figura dentro do governo na linha de frente contra o coronavírus. Em momentos de crises é a hora de reunir todos no enfrentamento ao coronavírus, não é hora de dividir uma equipe ou uma nação. Lamentavelmente, Bolsonaro tem preferido usar a última opção e confundir/ dividir a população brasileira.”

Senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP): “Recebemos a notícia da demissão do Ministro da Saúde c/ preocupação. Vaidade e falta de diálogo marcaram mais esse triste episódio do governo. Esperamos q o novo ministro não seja negacionista, que seja técnico e siga as recomendações da OMS. Estaremos à disposição p/ colaborar.”

Senador Fabiano Contarato (Rede-ES): “Em meio à pandemia do coronavírus, o presidente decidiu exonerar o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Saiu por não fazer o q o presidente gostaria q fosse feito! Saiu por capricho de um capitão! Exigimos q o Ministério da Saúde se paute pela ciência e Ñ pela conveniência.”

Deputado Efraim Filho (PB), líder do DEM na Câmara: “A saída de Mandetta é uma notícia lamentada em boa parte do Brasil, pois conquistou a confiança e o respeito da família brasileira com sua postura técnica. Íntegro, permaneceu até o último minuto servindo ao País. Sai com sentimento de dever cumprido, salvou muitas vidas enquanto prevaleceram suas orientações. Obrigado Mandetta, você deixa exemplo para o Brasil e orgulho para o Democratas, de quem tem total apoio e solidariedade.”

Senador José Serra (PSDB-SP): “Delicada e pouco recomendável a troca do ministro da Saúde em meio à uma pandemia mundial. No entanto, desejo que o novo chefe da Pasta tenha sucesso na empreitada e possa conduzir essa crise da melhor maneira possível para os brasileiros. Nelson Teich é um oncologista renomado e respeitado e merece um voto de confiança. O momento exige união, sobretudo entre os Poderes da República.”

Camilo Santana (PT), governador do Ceará: “Externo minha enorme preocupação com a saída do ministro Luiz Henrique Mandetta do comando da pasta da Saúde, num momento de extrema gravidade pelo qual passa o Brasil diante da pandemia do coronavírus. O ministro Mandetta demonstrou conduzir seu trabalho com o rigor técnico necessário, colocando a ciência em primeiro lugar, sem ideologia ou partidarismo, que são questões inaceitáveis neste momento. Sua saída representa uma enorme perda para o Brasil. Que o Governo Federal sinalize um caminho para o país, com a máxima urgência, neste momento tão delicado.”

Deputada Fernanda Melchionna (RS), líder do PSOL na Câmara: “A situação era grave, agora virou gravíssima. A demissão do ministro Mandetta por parte do Jair Messias Bolsonaro significa um caminho anticientífico, um caminho obscurantista, um caminho de propagação de fake news que já levou a 1.769 mortos conforme dados oficiais e mais de 30 mil pessoas infectadas, o que infelizmente tende a aumentar diante da irresponsabilidade desse governo inimigo da ciência e que, ao mesmo tempo, não paga os benefícios sociais para garantir que a população faça o isolamento social para conter a contaminação do covid-19.”

Paulo Câmara (PSB), governador de Pernambuco: “Com preocupação recebo a notícia de mudança no @minsaude . O Brasil precisa de estabilidade e unidade. Espero que as decisões, no Governo Federal, sejam orientadas pelo que defendem os organismos internacionais e a ciência. Tendo a vida humana como prioridade máxima.”

Na despedida, Mandetta pede aos servidores da Saúde apoio ao futuro ministro

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Pouco depois de receber do presidente Jair Bolsonaro a notícia de que estava demitido, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, fez um pronunciamento aos servidores no auditório do ministério no qual pediu apoio ao futuro ministro. Antes do encontro com Mandetta, Bolsonaro esteve com o oncologista Nelson Teich, anunciado mais tarde como novo ministro.

Mandetta foi demitido devido às divergências públicas com Bolsonaro sobre o método de enfrentamento da epidemia de coronavírus. Mandetta defende o isolamento social como forma de reduzir a velocidade da contaminação. Bolsonaro fala em isolar somente idosos e pessoas com doenças crônicas, permitindo o funcionamento do comércio sem as restrições às atividades econômicas determinadas por governadores.

“Trabalhem para o próximo ministro tal qual vocês trabalharam para mim. Ajudem, não meçam esforços. Se trabalhavam para mim numa zona de conforto, pela equipe já estar organizada, desdobrem-se para que eles tenham o melhor ambiente para trabalhar.”

Após agradecer nominalmente aos secretários e assessores que compunham a equipe, Mandetta pediu às equipes: “Não tenham medo”. Muitos dos citados pelo agora ex-ministro são servidores de carreira e, por isso, devem seguir na pasta na gestão de Nelson Teich.

“Não tenham medo. Não façam um milímetro diferente do que vocês sabem fazer. Eu deixo este Ministério da Saúde com muita gratidão ao presidente por ter-me nominado e ter permitido que eu nominasse cada um de vocês”, afirmou. “Não tenham uma visão única, não pensem dentro da caixinha. Às vezes isso é uma grande oportunidade, uma equipe que pensa diferente”, disse.

Mandetta voltou a defender que as políticas adotadas no ministério sejam norteadas pela “defesa intransigente da vida, defesa intransigente do SUS [Sistema Único de Saúde] e da ciência”.

“Foquem nos três pilares que desses pilares vocês conquistarão tudo, porque esses pilares alimentam a verdade. A ciência é a luz, o iluminismo. É dela que vamos sair.”

Segundo Mandetta, o encontro com Bolsonaro foi amistoso, e o presidente voltou a manifestar preocupação com os efeitos da epidemia sobre a economia.

“Foi uma conversa amistosa, agradável. Sei da dificuldade do peso da responsabilidade dele, do peso que é decidir em que momento a economia deve retomar a normalidade. O impacto disso nos empregos das pessoas. O presidente é humanista. Ele pensa nisso o tempo todo, no pós pandemia, e tenho certeza que deus vai iluminar para que ele possa tomar as melhores decisões”, declarou.

Nelson Teich, novo ministro da Saúde: perfil

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Indicado nesta quinta-feira (16) pelo presidente Jair Bolsonaro para o cargo de ministro da Saúde, em substituição a Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich foi responsável nos anos 1990 pela fundação do Centro de Oncologia Integrado (Grupo COI), onde atuou até 2018. Segundo o perfil dele em uma rede social, trabalhava como consultor em gestão de saúde.

De setembro do ano passado até janeiro deste ano, também de acordo com o perfil, Teich prestou orientações à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde, comandada por Denizar Vianna.

O novo ministro é formado em medicina pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Teich foi residente de Oncologia no Instituto Nacional do Câncer. Na sequência, focou sua formação na área de gestão da saúde, ao cursar um MBA na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e um mestrado na Universidade de York (Reino Unido) voltados para o tema.

Em 2010 e 2011, ele prestou consultoria para o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, também focada em gestão da saúde. Teich foi um dos sócios-fundadores do MDI Instituto de Educação e Pesquisa, onde foi sócio do atual secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde, Denizar Vianna.

Nas últimas semanas, o oncologista tem utilizado rede social para compartilhar artigos que escreveu sobre o coronavírus.

Em 24 de março, no artigo intitulado “COVID-19: Histeria ou Sabedoria?”, o médico destaca as dificuldades enfrentadas pelo gestor de saúde em meio à pandemia e cita pontos que devem ser considerados nas tomadas de decisão.

“Não me coloco aqui como alguém que defende um lado ou outro, na verdade é o oposto, não pode existir lado. O fundamental é analisar criticamente e de forma contínua a situação e as projeções, integrando continuadamente a nova informação na análise. A informação que chega a cada dia precisa ser complexa, detalhada e em tempo real. É necessário rever diariamente a realidade, os cenários, as projeções e as ações. Como comentado, projeções e posições radicais e emocionais só levam a mais confusão e problema”, diz.

Em um segundo artigo, ” COVID-19: Como conduzir o Sistema de Saúde e o Brasil”, publicado em 2 de abril, o gestor de saúde afirma que a crise provocada pelo coronavírus demanda uma gestão centralizada e estruturada, que inclua o sistema público (nas esferas federal, estadual e municipal), a saúde suplementar e a iniciativa privada. Ele destaca também a importância do alinhamento entre os três Poderes.

Isolamento

No texto, Nelson Teich defende a importância de medidas como o isolamento social, a testagem em massa e o uso de projeções matemáticas no enfrentamento da pandemia.

” Além do impacto no cuidado dos pacientes, o isolamento horizontal é uma estratégia que permite ganhar tempo para entender melhor a doença e para implantar medidas que permitam a retomada econômica do país”.

Auxílio emergencial: veja o passo a passo para abrir a poupança social digital

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A Caixa Econômica Federal divulgou um passo a passo de como acessar e receber o auxílio emergencial de R$ 600 pela poupança social digital.

Os trabalhadores informais, desempregados, contribuintes individuais do INSS e MEIs com direito ao auxílio podem se cadastrar no site ou aplicativo Caixa Auxílio Emergencial e escolher receber o dinheiro na Poupança Social Digital Caixa.

A conta digital a ser aberta é do tipo poupança, gratuita e isenta de cobrança de tarifas de manutenção, e poderá ser movimentada por meio do aplicativo Caixa TEM.

Os que receberem o crédito do auxílio por meio da conta digital poderão efetuar transferências ilimitadas entre contas da Caixa ou realizar gratuitamente até três transferências para outros bancos a cada mês, pelos próximos 90 dias. Além disso, podem pagar boletos e contas de água, luz, telefone, entre outras.

Todos os trabalhadores incluídos no Cadastro Único até 20 de março com direito ao auxílio que não tiverem uma conta identificada terão aberta automaticamente pela Caixa a conta poupança social digital.

A Caixa prevê a criação de 30 milhões de poupanças sociais digitais no país.

Veja o passo a passo da Caixa para acessar a poupança social digital:

1. Abra o aplicativo Caixa Auxílio Emergencial no celular e aperte na opção “Acompanhe sua solicitação”:

Tela 1 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

2. Digite os números do seu CPF e aperte na opção “Eu não sou um robô”.

Tela 2 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

3. Digite seu nome completo, a data de nascimento e o nome da sua mãe.

Tela 3 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

4. Você vai receber um código por SMS pelo celular que usou para cadastrar no aplicativo. É preciso sair do aplicativo Caixa Auxílio Emergencial, ir até a caixa de mensagens do celular e digitar os números em “Código recebido”. Guarde esse código. Você vai precisar dele novamente.

Tela 4 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

5. Vem a mensagem de que o auxílio emergencial foi aprovado e que será recebido pela poupança social digital Caixa. Será preciso baixar o aplicativo pelo link “Acessar Caixa Tem” pela Apple Store ou Google Play.

  • Clique aqui para baixar o aplicativo Caixa TEM para celulares Android.
  • Clique aqui para baixar o aplicativo Caixa TEM para celulares da Apple.
  • Tela 5 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

6. Aperte em “Instalar”.

Tela 6 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

7. Abra então o aplicativo Caixa Tem no celular e aperte em “Sou beneficiário”.

Tela 7 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

8. Digite os números do seu CPF.

Tela 8 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa
9. Saia do aplicativo e vá até a caixa de mensagens (SMS) do celular. Lá você vai anotar os números que recebeu por mensagem e digitar no aplicativo Caixa Tem. A mensagem que aparece é a seguinte: “Agora, digite o código de validação que você recebeu. Informe o último código que você utilizou no aplicativo do Auxílio Emergencial ou verifique suas mensagens SMS”.
Tela 9 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa
10. Quando digitar os números, vai aparecer a tela com a mensagem: “Estamos quase prontos. Nos próximos passos, você criará usuário e senha de acesso para utilizar sua nova Poupança Social Digital”.
Tela 10 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

11. Aperte em Continuar para abrir a tela do Caixa Tem.

Tela 11 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

12. Faça o login. Se você já fez o login Caixa em outros aplicativos, como do FGTS ou Habitação Caixa, por exemplo, pode usar a mesma senha de acesso. Não é preciso fazer novo cadastro. Se você não fez o cadastro ainda, serão necessárias algumas informações pessoais, como CPF e nome completo.

Tela 12 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

13. Digite a data do nascimento e e-mail. Será necessário digitar o e-mail duas vezes.

Tela 13 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

14. Escolha uma senha que não pode ter mais de 2 números em sequência (1 e 2 ou 8 e 9, por exemplo) nem ser o dia do seu aniversário. Depois clique em “Não sou um robô”.

Tela 14 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

15. Saia do aplicativo Caixa Tem, abra seu e-mail e procure por uma mensagem recebida com o nome “Login Caixa. Quando abrir, é preciso clicar no link para confirmar suas informações. Se não achar o e-mail, verifique na pasta SPAM.

Tela 15 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

16. Para fazer o login, digite o número do CPF na primeira tela e sua senha na segunda tela.

Tela 16 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

17. Digite o número do seu celular e os números do CEP de sua residência.

Tela 17 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

18. O aplicativo vai para a página principal, aperte em Auxílio Emergencial”.

Tela 18 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

19. Aperte em “Consultar o Auxílio na Poupança Social Digital”.

Tela 19 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

20. Na tela seguinte, vem a informação que a requisição está sendo processada. Talvez seja preciso responder mais algumas perguntas para confirmar o pedido. Mas atenção: as informações não podem estar erradas, isso pode atrapalhar o cadastro.

Tela 20 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

21. Após as respostas das perguntas, na tela seguinte será preciso apertar em “Receber Código”, verificar novamente a caixa de mensagens (SMS) do celular e digitar o novo código.

Tela 21 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

22. Escolha um nome para que você lembre qual celular está cadastrado no Login Caixa. Pode ser a marca ou modelo do seu celular, por exemplo.

Tela 22 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

23. Na tela seguinte, aperte em “Consultar a minha poupança social digital”. Você pode consultar seu saldo, extrato e fazer transferências e pagamentos.

Tela 23 para pedir abertura da poupança social digital — Foto: Divulgação Caixa

Onyx: governo deve recorrer da decisão que tirou exigência de CPF regularizado para auxílio de R$ 600

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O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta quinta-feira (16) que, na opinião dele, o governo deve recorrer da decisão da Justiça que derrubou exigência para beneficiários do auxílio-emergencial de R$ 600 apresentarem Cadastro de Pessoa Física (CPF) regularizado.

A regularização do CPF é uma das exigências do governo para a pessoa receber o pagamento. O auxílio, voltado para trabalhadores informais, faz parte das medidas do governo para tentar amenizar o impacto econômico da pandemia do coronavírus.

Nesta quarta (15), a exigência da regularização do CPF foi derrubada por decisão do juiz federal Ilan Presser, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1).

Em todo o país, foram registradas nos últimos dias filas de pessoas que buscam regularizar o CPF para obter o auxílio-emergencial.

Para Onyx, o fim da exigência pode criar uma “porteira aberta” para fraudes nos pagamentos do benefício.

“O Ministério da Cidadania trabalha, conversei com [o ministro da Justiça, Sergio] Moro, com o [Ministério da] Economia, com a Receita Federal para que a AGU (Advocacia-Geral da União), nosso posicionamento no sentido de que a AGU recorra dessa decisão, porque toda e qualquer operação no sistema financeiro brasileiro é baseado na identificação da pessoa dada pelo CPF”, afirmou o ministro em uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto.

“Se tirar isso [exigência de CPF regularizado] vamos oferecer uma porteira aberta para fraude. É rapidamente montada, numa unidade prisional, uma usina de fraude. Daí o dinheiro, que deveria ir para quem precisa, vai para bandido”, completou Onyx.

Lula compara Bolsonaro a capitão do Titanic

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***ARQUIVO*** BRASÍLIA, DF, BRASIL, 05.07.2017: O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, 16 ABR (ANSA) – Em meio à crise provocada pela pandemia do novo coronavírus no Brasil, o petista Luiz Inácio Lula da Silva comparou o desempenho do presidente Jair Bolsonaro ao do capitão do navio Titanic, que se recusou a admitir a tragédia enquanto a embarcação afundava no Oceano Atlântico em 1912, deixando mais de 1,5 mil mortos. “O Bolsonaro parece o capitão do Titanic. O navio estava afundando e ele continuava fingindo que nada estava acontecendo.

“O país está à deriva. Uma nau sem rumo”, escreveu o ex-presidente do Brasil em sua conta no Twitter. Hoje, durante entrevista à rádio Metrópole, de Salvador, Lula também fez duras críticas a Bolsonaro por alimentar um confronto com os governadores de alguns estados na luta contra a propagação da Covid-19. Segundo o petista, “o papel do presidente da República é respeitar as instituições, respeitar os federados”. Para ele, “um presidente da República não pode ficar brigando todo dia, com todo mundo, tem que governar esse país, deixar de ser ignorante”. (ANSA)

Novo presidente do TSE defende adiamento de eleições 2020 pelo prazo mínimo

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Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) durante julgamento sobre a constitucionalidade do decreto do indulto natalino editado pelo presidente Michel Temer, no ano passado. O relator do caso, é ministro Luís Roberto Barroso.

Eleito novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso defendeu nesta quinta-feira, 16, que, se for necessário adiar as eleições 2020 por causa da pandemia de coronavírus, que elas aconteçam no menor período possível. Ele descartou levar as disputas municipais para 2022.

Barroso disse que as eleições são vitais para a democracia e que estará em articulação com o Congresso Nacional sobre as possíveis mudanças no calendário eleitoral. “Ainda é cedo para termos uma definição se a pandemia vai impor um adiamento da eleição, mas é uma possibilidade”, afirmou na primeira sessão por videoconferência do TSE. “Se não tivermos condições de segurança, teremos que considerar o adiamento pelo prazo mínimo. Vamos nos empenhar para evitar qualquer tipo de prorrogação na medida do possível.”

Barroso foi eleito por voto eletrônico. O placar foi de seis votos contra um para o ministro Edson Fachin, que ocupará a vice-presidência do tribunal. Cada membro do TSE recebeu em casa uma urna eletrônica e uma cabine de votação – na tradição do tribunal, esta escolha normalmente é feita em sessão presencial no plenário.

“O Brasil precisa encontrar denominadores comuns, viver certa pacificação, diminuir intolerâncias e suprimir qualquer questão relacionada a ódio”, disse Barroso. “Virá um período muito difícil. A pandemia do coronavírus tem representado uma crise sanitária, econômica e humanitária. É um momento que exacerba nossos sentimentos de solidariedade e dever de integridade.”

Despedindo-se da presidência do TSE, a ministra Rosa Weber destacou que encontros presenciais são insubstituíveis. Durante a sessão virtual, ela foi elogiada pelos colegas pela condução do TSE ao longo dos últimos anos.

“Os encontros presenciais são uma bênção, talvez só agora estamos a descobri-lo ou, se não, a dar-lhes o devido valor. Nada substitui o calor humano, mas seguindo as orientações de isolamento social das autoridades de saúde, essas sessões por videoconferência são alternativa possível às sessões presenciais nesse momento.”

Prouni: MEC vai lançar edital com novos prazos

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O Ministério da Educação (MEC) informou nesta quinta-feira (16) que vai lançar um novo edital do Programa Universidade para Todos (Prouni).

Segundo o MEC, as 90 mil pessoas que estão na lista de espera e aguardam análise de documentos ou que não tiveram a oportunidade de comprovar informações junto às instituições de ensino superior não vão ser prejudicados. O Prouni oferece bolsas integrais (100%) e parciais (50%) em instituições privadas de educação superior.

As atividades do programa foram suspensas devido à paralisação de serviços em estados e municípios por causa da pandemia provocada pelo novo coronavírus. Mais de 90 mil pessoas que concorrem a bolsas de estudo remanescentes do programa encontram-se nessa situação.

“Passamos por um momento inédito no país. Gostaríamos de tranquilizar os estudantes. Assim que tudo se normalizar, o MEC dará o prazo que for necessário para concluir essa etapa. Quem preencher os requisitos será contemplado com a bolsa de estudos e poderá fazer seu tão sonhado curso superior”, afirmou em nota o secretário de Educação Superior do MEC, Wagner Vilas Boas de Souza.

O MEC já havia suspendido, por tempo indeterminado, o período da lista de espera do programa. A lista de espera é uma oportunidade para candidatos que não foram pré-selecionados na primeira e na segunda chamadas conseguirem uma bolsa pelo programa.

*Com informações do Ministério da Educação

Maioria rejeita saída de Mandetta da Saúde, aponta pesquisa

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A maioria dos brasileiros é contrária à demissão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, de acordo com pesquisa Atlas realizada entre domingo, dia 12, e terça-feira (14) com uma amostra de 2 mil pessoas. O levantamento indicou que 76,2% discordam da remoção do ministro, que é tida como iminente no Planalto. Apenas 13,7% concordam com a saída dele e 10,1% não sabem.

A pesquisa conta com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um índice de confiança de 95%.

No contexto do combate à pandemia do novo coronavírus, a popularidade do ministro começou a aumentar a partir de meados de março. Tracking da Atlas indica que, ainda no mês passado, Mandetta ultrapassou o ministro da Justiça, Sérgio Moro, e se tornou o quadro mais bem avaliado do governo.

O levantamento também revela queda da avaliação do presidente da República, Jair Bolsonaro. Atualmente, 42,5% da população avaliam sua gestão como ruim ou péssima, 29,5% dizem que é regular, 22,9% afirmam que é boa ou ótima e 5,1% não sabem. Perguntada sobre um eventual impeachment do presidente, a maioria – 46,5% – é a favor. Outros 43,7% são contra e 9,8% dizem não saber.

Já em relação ao ministro, 64% das pessoas avaliam Mandetta positivamente, ante 17% que reprovam sua atuação e 19% que não sabe responder.

O levantamento revelou ainda que a maioria dos brasileiros, 72,2%, concorda com as medidas de contenção do novo coronavírus, como suspensão de aulas, fechamento de lojas e restrições à circulação de pessoas. Cerca de metade, 51,6% relatam que sua renda mensal diminuiu. Além disso, 41,9% dizem temer pela sua vida e 86,2% estão com medo de perder um familiar ou amigo em função da doença.

Bolsonaro começa a receber nesta quinta-feira, dia 16, os cotados para substituir Mandetta. O primeiro que será “entrevistado” é o oncologista Nelson Teich, que atuou na campanha eleitoral do presidente e tem apoio da classe médica. Diante da possibilidade de deixar o cargo, o titular admitiu nesta quarta-feira que “há um descompasso” entre as diretrizes da pasta e o presidente. Segundo Mandetta, Bolsonaro “claramente externa que quer outro tipo de posição” em relação ao combate da covid-19.

Segundo fontes do Planalto, o presidente deu início ao processo de substituição de Mandetta depois de considerar uma provocação a entrevista do ministro ao programa Fantástico, no domingo passado, na qual ele cobrou uma “fala única” do governo quanto às medidas de controle da pandemia.

Ministério da Economia mapeia respiradores quebrados no Brasil

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Com a necessidade de recuperar respiradores em meio à pandemia do novo coronavírus (covid-19), o Ministério da Economia criou um endereço eletrônico para que sejam enviadas informações sobre o paradeiro dos equipamentos. Os dados podem ser enviados para o e-mail ventiladorespulmonares@mdic.gov.br. O ministério repassará as informações a uma rede de voluntários que consertará os aparelhos que puderem ser reparados.

Segundo estimativa do governo, existem cerca de 3,7 mil ventiladores pulmonares parados por falta de conserto nas redes pública e privada de saúde do Brasil. Isso equivale a aproximadamente um quarto de todos os respiradores existentes no país.

A iniciativa envolve a articulação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, do Ministério da Saúde e de parceiros privados. Batizada de Mais Manutenção de Respiradores, a rede voluntária pretende recuperar o maior número possível de ventiladores pulmonares para ampliar, em pouco tempo, o número de aparelhos disponíveis nas unidades de tratamento intensivo para atender os infectados pela covid-19.

Profissionais de saúde pública e gestores públicos estaduais e municipais podem enviar as informações sobre o paradeiro dos equipamentos quebrados por e-mail. A rede voluntária recolhe e repara os aparelhos, que serão devolvidos completamente recuperados ou em condições melhores.

Iniciativa privada

A iniciativa privada banca os recursos para as peças e os reparos, que ocorrerão em 34 pontos de manutenção de ventiladores pulmonares em pátios de montadoras de automóveis. Os ventiladores estão sendo reparados por técnicos e voluntários capacitados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e pela Associação Brasileira dos Engenheiros Clínicos (Abeclin).

Segundo o Ministério da Economia, até 14 de abril, foram recolhidos 1.162 ventiladores respiratórios em todo o Brasil para manutenção, dos quais 164 foram devolvidos ao sistema de saúde. Dependendo do grau de dificuldade, o conserto dura de três dias a duas semanas.

Para os próximos três meses, a estimativa de demanda de ventiladores pulmonares para o tratamento de pacientes com a covid-19 é de cerca de 15 mil aparelhos. Além de ajudar a suprir a demanda por respiradores no momento atual, a iniciativa resulta em economia. Um modelo novo pode custar até R$ 60 mil no mercado.

Além dos ministérios já citados, do Senai e da Abeclin, participam da rede Mais Manutenção de Respiradores o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), a Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Associação Brasileira dos Engenheiros Clínicos (Abeclin) e as empresas ArcelorMittal, Fiat Chrysler Automóveis (FCA), Ford, General Motors, Honda, Jaguar Land Rover, Mercedes-Benz do Brasil, Moto Honda, Renault, Scania, Toyota, Vale e Volkswagen do Brasil.

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