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domingo, maio 17, 2026
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COVID-19 | Governo de Rondônia firma parceria internacional para a compra de equipamentos para o combate ao coronavírus

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Visando a necessidade de ampliação das soluções de compras de insumos e equipamentos destinados ao enfrentamento da pandemia provocada pela Covid-19, o Governo de Rondônia firmou um Termo de Cooperação Técnica celebrado entre o Ministério Publico do Trabalho e o Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (Unops) no valor de r$ 10 dez milhões.

O termo tem objetivo de implementar ações para enfrentamento à pandemia como compras de insumos e matérias de proteção, contratações em solução tecnológica, além de planejar a implantação de infraestruturas temporárias.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), o governo federal enfrenta verdadeiras batalhas para a aquisição de equipamentos de proteção individual e insumos ao combate desta crise devido à escassez diante da procura mundial por esses materiais. Por isso, a necessidade de implementação de buscas ativas, inclusive, e, sobretudo, no mercado internacional, demandado, para isso, instituições com tal expertise.

O Escritório das Nações Unidas de Serviços para Projetos (Unops) foi criado em 1974 como parte do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e oferece serviços de gestão de projetos, de compras e serviços de apoio às agências da ONU, instituições financeiras internacionais, organizações governamentais e não-governamentais.  A missão do Unops é servir a pessoas necessitadas mediante a ampliação da capacidade das Nações Unidas, dos governos e de outros parceiros para gerir projetos, infraestrutura e compras de forma sustentável e eficiente.

Para o Procurador do Estado, Maxwel Mota, a utilização da estrutura e logística da Unops trará maior agilidade nas compras de insumo para Rondônia. “A parceria é uma alternativa para permitir a aquisição com maior segurança, resguardo dos recursos públicos e também celeridade para o atendimento dos municípios e do Estado”, esclareceu Maxwel, que também informou o andamento de outro Termo de Cooperação com a Unops que investirá mais R$ 10 milhões.

Além dessa parceria, muitas outras ações já foram feitas para amenizar a propagação do coronavírus, como a compra antecipada de respiradores de UTI, aquisição de mais de 76 mil máscaras de proteção, distribuição de 100.000 (cem mil) testes rápidos para diagnóstico da Covid-19 e EPis para os 52 municípios de Rondônia, a disponibilização de leitos exclusivos de UTI em Porto Velho , Cacoal e toda assistência necessária em muitos setores afetados pela pandemia.

CORONAVÍRUS | Sesdec orienta população para denúncias diante do descumprimento do decreto de calamidade pública em Rondônia

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O secretário da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), José Hélio Cysneiros Pachá, informou na coletiva de imprensa na manhã de terça-feira (14), que recomendou ao comando da Polícia Militar de Rondônia mais rigor na fiscalização em locais que possam ter aglomerações. A população deve denunciar qualquer descumprimento do decreto de calamidade pública que possa causar a disseminação do coronavírus, através dos telefones: 190, 193 e 197.

José Hélio, disse que a Polícia Militar será mais enfática em suas orientações para efetivar o convencimento às pessoas que ainda acreditam que não serão contaminadas. “As pessoas precisam se conscientizar e parar de fazer aglomerações. Percebemos o relaxamento das pessoas e que elas estão voltando a fazer atividades físicas no Espaço Alternativo e na praça Skate Park, sendo que podem usar a criatividade e se exercitar em casa, e de forma teimosa estão se dirigindo aos parques. Já orientamos a Polícia Militar para que desça da viatura e faça a conscientização dessas pessoas. Para que todos venham cumprir a sua parte e que logo possamos chegar ao controle dessa pandemia e voltarmos a normalidade”, explicou.

Durante a coletiva, ainda foi ressaltado que as partidas de futebol em campos/condomínios e os encontros em chácaras e fazendas são atitudes irresponsáveis. “Nesses locais pode ter presença de crianças, como já foi dito por profissionais da saúde, elas podem ser assintomáticas e podem transmitir o vírus para o grupo de risco”, alertou o secretário.

No decreto n° 24.919, de 5 de abril de 2020, ficou proibida a realização de eventos e de reuniões de qualquer natureza, de caráter público ou privado, incluídas excursões, cursos presenciais, e templos de qualquer culto, com mais de cinco pessoas, exceto reuniões de governança para enfrentamento da epidemia no âmbito municipal e estadual. Também a permanência e trânsito de pessoas em áreas de lazer e convivência, pública ou privada, inclusive em condomínios e residenciais, com objetivo de promover atividade física, passeios, eventos esportivos, eventos de pescas e outras atividades que envolvam aglomerações.

O advogado Henrique Eduardo da Costa Soares explica que o decreto de calamidade está embasado nos artigos 267 e 268 do Código Penal. “No código penal no artigo 3 dos crimes da saúde pública, causar epidemia, mediante a propagação de germes patogênicos, a pena é de 10 a 15 anos, e se o fato resultar em morte a pena é aplicada em dobro. Todo o cidadão rondoniense tem o dever de cumprir e fiscalizar as regras do decreto estadual e em caso de aglomeração de pessoas deve comunicar as autoridades competentes”, enfatizou o advogado.

CORONAVÍRUS | Durante pandemia, Policlínica Oswaldo Cruz prioriza atendimentos essenciais

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A Policlínica Oswaldo Cruz (POC) realiza por mês, em média, 34 mil atendimentos médicos e pequenos

procedimentos cirúrgicos em Porto Velho. Devido à pandemia e adoção de medidas de isolamento, o fluxo de atendimentos foi alterado.

A diretora da unidade Sinara Messias Flores ressalta que permaneceram apenas os atendimentos considerados essenciais. “Todas as consultas e exames estão suspensos. Estamos atuando com atendimentos nos programas de Hanseníase, no Serviço de Assistência (Sae), Centro de testagem e Aconselhamento (CTA), considerados essenciais”.

Segundo a diretora, também estão sendo realizados os atendimentos de pré-natal de alto risco otimizado, os de tratamento oncológico em pacientes oriundos da Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Onconlogia (Unacon) e de pacientes com tuberculose multirresistente. “Nos casos de pacientes com tuberculose, estão sendo atendidos aqueles que foram encaminhados do Centro de Medicina Tropical de Rondônia (Cemetron) que, agora, atende exclusivamente os casos graves confirmados com Covid-19”.

Em casos de pacientes oriundos do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, o atendimento também é com encaminhamento.

“O agendamento de consultas e retornos é feito no próprio HB por meio do Sistema de Regulação (Sisreg) e esses pacientes chegam à POC com o encaminhamento da regulação”, frisou a diretora.

PREVENÇÃO AO COVID-19

Para evitar expor pacientes do grupo de risco, as consultas de idosos estão suspensas nesse momento. No caso das grávidas e demais usuários do serviço, a POC está seguindo recomendações do Ministério da Saúde, orientando que as pessoas usem máscaras de proteção e evitem aglomerações.

“O serviço de medicação está funcionando normalmente na Policlínica, bem como os atendimentos por demanda espontânea, aqueles sem necessidade de encaminhamento tais como: atendimentos do programa de Hanseníase, SAE e CTA que atendem pacientes com HIV, Hepatites virais e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), além de pacientes com bolsa de colostomia e de transplantes renais”, acrescentou a diretora.

FUNCIONAMENTO

A Policlínica Oswaldo Cruz atende de segunda a sexta-feira, com início a partir das 7h e encerramento após todos os pacientes serem atendidos. Os exames laboratoriais seguem o cronograma: terça-feira (transplante renal), quarta-feira (pré-natal de alto risco) e quinta-feira (Hiv/ Sae/ Cta).

Seas recebe doação de 50 mil máscaras de pano para distribuição às redes de assistências em Rondônia

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O país está enfrentando o impacto da pandemia do coronavírus e em Rondônia as medidas são determinantes para evitar a propagação do vírus. Nesse contexto, em meio ao crescimento da propagação, a solidariedade surge como reforço às ações, conforme comprovou o empresário Eugênio Odilon Ribeiro, que doou ao governo do Estado, 50 mil máscaras de proteção (caseiras) confeccionadas com tecido e entregues no final da tarde de terça-feira (14) à Secretária de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas).

Considerado um equipamento de proteção importante, a máscara de tecido atualmente se transformou em um item indispensável para qualquer cidadão em tempo de combate e prevenção contra o coronavírus. Até mesmo o Ministério da Saúde autorizou o uso da máscara de pano e tem feito campanha digital para que as pessoas utilizem as máscaras. Da mesma forma o governo do Estado tem desenvolvido suas ações. No último dia 5 de abril, foi publicado o Decreto N° 24.919, apresentando determinações que devem ser cumpridas nos estabelecimentos comerciais, como uso de Equipamento de Proteção Individual (Epi), ou seja, a determinação é para que todos os consumidores devem utilizar máscaras de proteção.

Conforme destacado pela secretária Luana Rocha, todas as unidades doadas serão destinadas para as pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade. Todo material confeccionado e que atende as especificações de segurança será distribuído para a rede de assistência dos Centros de Referência em Assistência Social (Cras) dos municípios.

“Essas máscaras farão a diferença para as pessoas que precisam se proteger contra o coronavírus. Recebemos essa doação de 50 mil máscaras de tecido das mãos do empresário Eugênio, que comprova o amor por Rondônia com esse gesto solidário”, disse a secretária.

Luana Rocha enalteceu a iniciativa pela colaboração que vai assistir diretamente pessoas que não têm condições de adquirir uma máscara de proteção, que virou item importante para cada cidadão na luta contra o contágio do coronavírus. “Em nome do governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, agradeço essa manifestação de amor e carinho ao próximo, bem como contribuindo com o governo do Estado que tem aplicado medidas e regras importantes para conter o avanço do coronavírus”, enfatizou.

O empresário Eugênio disse se sentir honrado pela contribuição e reforçou a união com o governo do Estado para enfrentar essa crise causada pela pandemia do coronavírus. “Entregar as máscaras de pano para o governo do Estado é uma missão importante na certeza de que cada peça chegará às mãos daquelas pessoas que não têm condição de comprar, ou até mesmo devido à escassez do produto no mercado, tamanha a procura nos últimos dias. Entendo que a máscara é o sistema melhor de proteção que temos e de prevenção contra o vírus”, frisou lembrando que neste primeiro momento foram entregues 15 mil unidades e que ainda nesta semana serão entregues mais 35 mil, totalizando 50 mil máscaras de pano que estão sendo confeccionadas no município de Rolim de Moura.

Ao lado da primeira dama do Estado e do empresário, o secretário-Chefe da Casa Civil, Júnior Gonçalves, ressaltou que o produto doado tornou-se um grande aliado neste momento para o enfrentamento ao coronavírus. O secretário destacou a iniciativa e deixou claro que a medida pode inspirar mais empresários que queiram se unir nesse combate ao coronavírus.  Ele lembrou que as máscaras entregues vão ao encontro do que determina o decreto governamental, estabelecendo a necessidade do uso do equipamento de proteção individual.

“Essa medida pode certamente motivar outros empresários.  Estamos recebendo essas unidades e temos o decreto governamental que define medidas de segurança para que se entre  em qualquer estabelecimento comercial com uso de máscara de proteção. É um gesto grandioso e todos os empresários que puderem contribuir nesse momento importante podem se unir a esse objetivo. Que Deus abençoe a todos e que a gente possa ter força para seguir em frente focado na saúde da população”, destacou.

SAIBA COMO SER UM DOADOR

Para ajudar Rondônia no combate a Covid-19, empresários ou quaisquer interessados (pessoas físicas e jurídicas – públicas e privadas) podem fazer doações de materiais EPIs, equipamentos ou matérias-primas ao Governo de Estado que possam auxiliar no enfrentamento aos profissionais de saúde e toda população, entrando em contato por meio do telefone 69 98482-7860 e por e-mail doacao.covid@sesau.ro.gov.br.

Declaração de rebanhos deve ser feita preferencialmente pela internet ou por telefone

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Em Rondônia, no mês de maio, a declaração de rebanhos (bovino, bubalino e de cabras, ovelhas e suínos) deverá ser feita preferencialmente pela internet, através do site da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado (www.idaron.ro.gov.br), ou por telefone. A medida visa evitar aglomerações nas unidades da Idaron, resguardando tanto a saúde dos produtores quanto a dos servidores das unidades, prevenindo risco de contaminação pelo coronavírus.

“A partir deste ano, não haverá vacinação contra a febre aftosa, no entanto, a declaração de rebanhos é obrigatória e tornou-se ainda mais importante, uma vez que ela (declaração) é o único meio de garantir segurança ao produtor, visto que Rondônia pleiteia junto à OIE (Organização Mundial da Saúde Animal) o status internacional de região livre de Aftosa sem vacinação”, salientou Júlio Cesar Rocha Peres, presidente da Idaron.

“Estamos empenhados para disponibilizar, o quanto antes, a plataforma online e o número de telefone que permitirá ao produtor o cadastramento dos rebanhos”, completou.

Pela internet, para efetivar a declaração do rebanho, o produtor usará a mesma senha que é utilizada para a emissão de GTA online. “Quem ainda não cadastrou senha no site da Idaron, deve fazê-lo o quanto antes, para evitar corre-corre. Certo que o período de cadastro é de 1o a 31 de maio, mas o produtor não deve deixar para fazê-lo no último dia”, orientou Júlio Peres.

SAÚDE PÚBLICA | Agevisa chama atenção para aumento da ocorrência de casos de leptospirose em Rondônia

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Mesmo em tempos da pandemia instalada do coronavírus, a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) redobra esforços para evitar o descontrole nas ocorrências de outras doenças não menos perigosas, como leptospirose, causada por uma bactéria presente na urina dos ratos, que se proliferam rapidamente em época de chuvas, e infestam casas, quintais e outros lugares insalubres.

De acordo com a médica veterinária Luzimar de Souto Amorim, coordenadora do Programa de Vigilância e Controle da Leptospirose e Pragas Sinantrópicas da Agevisa, pelos dados tabulados na Agência, em 2019 foram registrados 25 casos de leptospirose em todo Estado de Rondônia, dos quais sete em Porto Velho, o maior número de ocorrências entre os municípios, o que se justifica pelo maior contingente populacional e pela falta de saneamento básico.

Nos três primeiros meses do ano a Capital já registrou três dos cinco casos da doença no Estado. A médica chamou a atenção para os riscos de contaminação com a incidência das chuvas e as consequentes enxurradas e enchentes que carregam a bactéria dos esgotos e bueiros (habitat dos ratos) para as ruas e casas, tornando-se ambiente propício para a contaminação das pessoas. “Dessa forma qualquer pessoa que tiver contato com a água ou lama contaminadas poderá se infectar”, disse.

O QUE É LEPTOSPIROSE?

Enfermidade que atinge principalmente as camadas mais desassistidas da sociedade, a leptospirose é uma doença infecciosa febril aguda que resulta da exposição direta ou indireta à urina de animais (principalmente ratos) infectados pela bactéria leptospira. Seu contágio ocorre através da pele com lesões (arranhões e feridas), com a imersão de parte do corpo por longos períodos em água contaminada (andar pelas enxurradas, esgotos) ou através de mucosas (ingestão de alimentos contaminados pela urina do rato), que ainda é muito comum.

Nunca é demais lembrar que no Brasil, a leptospirose é uma doença endêmica, tornando-se epidêmica em períodos chuvosos, principalmente nas capitais e áreas metropolitanas, devido às enchentes associadas à aglomeração populacional de baixa renda, às condições inadequadas de saneamento e à alta infestação de roedores infectados. As inundações propiciam a disseminação e a persistência da bactéria no ambiente, facilitando a ocorrência de surtos, geralmente comuns em áreas pobres e sem saneamento básico.

AGEVISA ORIENTA CUIDADOS

A Agevisa montou uma espécie de manual para orientar as comunidades em todo Estado de Rondônia, e de acordo com este manual, as orientações são as seguintes: “Manter os alimentos armazenados em vasilhames tampados e à prova de roedores; acondicionar o lixo em sacos plásticos em locais elevados do solo, colocando-o para coleta pouco antes do lixeiro passar; retirar e lavar os vasilhames de alimento dos animais de estimação todos os dias antes do anoitecer, – caso existam animais no domicílio (cães, gatos e outros); manter limpos e desmatados os terrenos baldios; manter roçados (limpos) a grama e mato do quintal para evitar que sirvam de abrigo para os ratos; e manter as caixas d’água, ralos e vasos sanitários fechados com tampas pesadas”.

Também consta do manual da Agevisa a orientação de “jamais jogar lixo à beira de córregos, pois além de atrair roedores, o lixo dificulta o escoamento das águas, agravando o problema das enchentes; fechar buracos de telhas, paredes e rodapés para evitar o ingresso dos ratos para dentro de sua casa; e rechaçar a presença de roedores no ambiente do lar, lembrando que uma vez instalados num determinado local, os ratos começam a se reproduzir, multiplicando-se rapidamente, o que dificulta o seu controle e aumenta o risco de transmitir doenças”.

A Agevisa orienta, por fim, que no ambiente rural, os cuidados devem ser os mesmos, ressaltando a importância e a necessidade do correto armazenamento de grãos, as colheitas no paiol, bem como os alimentos e rações para os animais que são altamente atrativos para roedores.

SINTOMAS E SOCORRO

Por outro lado, é preciso esclarecer que pela elevada incidência de contaminação em áreas insalubres, a taxa de letalidade, por incrível que se apresente, é de 40% nos casos mais graves, dado que exige a atenção de todos. Os sintomas mais frequentes são parecidos com os de outras doenças, como a gripe, podendo apresentar febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, principalmente nas panturrilhas (batata-da-perna), náuseas, vômitos, falta de apetite. E ainda podem ocorrer icterícia (coloração amarelada da pele e das mucosas).

Importa ressaltar, por oportuno, que nas formas mais graves são necessários cuidados especiais, inclusive internação hospitalar ante o risco de insuficiência renal (paralisação dos rins) e hemorragia, mais comumente pulmonar, que exigirá internação da pessoa infectada para tratamento. Dessa forma, diante da manifestação dos sintomas da leptospirose, a pessoa deve procurar imediatamente o serviço de saúde mais próximo de sua residência para se consultar.

CORONAVÍRUS – Prefeitura explica atendimento nos Centros de Referência Especializado de Assistência Social

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Os Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), são unidades da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), da Prefeitura de Porto Velho, onde são atendidas famílias e pessoas que estão em situação de risco social ou tiveram seus direitos violados.

Neste período de pandemia, esses centros têm realizado atendimento presencial, de forma a atender a população. Os atendimentos estão funcionando da seguinte forma: Creas /PAEFI (Creas – Telefones: 3901 3227 / 98473 5966); atendendo o público de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, à rua Geraldo Ferreira nº 135, bairro Agenor de Carvalho,

Creas/Medidas Socioeducativas em Meio Aberto (Creas Msema – Telefones: 3901 3230/ 98471 1454 / 98473 7906), estão atendendo o público de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, à rua Geraldo Ferreira nº 135, bairro Agenor de Carvalho.

Creas Mulher – Centro de Referência Especializado da Assistência Social no Atendimento à Mulheres Vítimas de Violência Doméstica, o atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, à rua Antônio Lourenço Pereira de Lima (antiga Venezuela), 2360, bairro Embratel. Fones: 3901 3640 e 98473 4725.

No Creas/PAEFI de Porto Velho, existe o serviço do Plantão Social, que funciona 24h (segunda a segunda), com uma equipe de profissionais que atende pessoas com seus direitos violados, que necessitam de acolhimento institucional, auxílio funeral, orientação e encaminhamentos para demais serviços socioassistenciais e outros.

Nesse período também, o serviço especializado de abordagem social tem realizado um trabalho de acolhida, orientação e encaminhamento da população em situação de rua, em parceria com a arquidiocese de Porto Velho, inclusive no auxílio emergencial.

“O Creas em Porto Velho vem realizando um trabalho nesse momento de pandemia, de forma a acolher e atender da melhor forma aqueles que necessitam do serviço. O Creas tem profissionais comprometidos, que a partir do seu compromisso social, não medem esforços no dia a dia, para a realização do seus trabalhos, assim como os profissionais das Unidades de Acolhimentos que funcionam 24 hs”, informa a diretora de Proteção Social Especial (DPSE) da Semasf, psicóloga Ana Karla Feitoza.

“A assistência social, também como serviço essencial, conta com trabalhadores que estão no atendimento direto, nos serviços dos Creas, no Plantão Social (24 h), serviço de abordagem especializado e nas Unidades de Acolhimentos. Em nome do prefeito Hildon Chaves, agradecemos e parabenizamos todos os trabalhadores e as trabalhadoras do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) que estão na linha de frente, arriscando a vida para cuidar de quem precisa durante a pandemia do coronavírus”, ressaltou a secretária da Semasf , Adriane Soares.

Comdecom

Secretário de Vigilância em Saúde auxiliar de Mandetta pede demissão

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O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson de Oliveira, pediu demissão na manhã desta quarta-feira (15). A informação foi divulgada em nota oficial do ministério.

A saída de Wanderson ocorre em meio à pandemia de coronavírus. Ele é um dos principais homens de confiança do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Wanderson vinha sendo uma das autoridades do ministério que mais participavam das ações da pasta sobre o enfrentamento ao vírus e estava presente em boa parte das entrevistas coletivas da pasta sobre o tema.

Wanderson, assim Mandetta, é defensor do isolamento social como estratégia de contenção do vírus. A medida é criticada pelo presidente Jair Bolsonaro, que afirma que esta ação é prejudicial à economia, e vem sendo motivo de embate entre ele e o ministro Mandetta.

Bolsonaro contrariou orientações do Ministério da Saúde e chegou a passear por Brasília em ao menos três ocasiões nas últimas semanas, quando teve contato físico com apoiadores e gerou aglomerações.

Como secretário, Wanderson era um dos mais incomodados no Ministério da Saúde com a opinião divergente de Bolsonaro sobre as medidas de combate à pandemia, conforme informou o Jornal Hoje. Ele atuava junto de Mandetta e do secretário-executivo da pasta, João Gabbardo, nas medidas para combater o novo coronavírus.

Perfil

No Ministério da Saúde há 15 anos, Wanderson, do quadro técnico da pasta, coordenou a resposta nacional à pandemia da gripe do vírus tipo A H1N1, em 2009, e da epidemia da zika congênita entre 2015 e 2016.

Na secretaria, Wanderson foi responsável por ações de vigilância, prevenção e controle de doenças transmissíveis no Brasil, pela vigilância de fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, saúde ambiental e do trabalhador e também pela análise de situação de saúde da população brasileira.

Wanderson de Oliveira é doutor em epidemiologia pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Ele tem especialização pelo programa de treinamento em epidemiologia aplicada ao SUS, pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças da Georgia, nos Estados Unidos. É especialista em epidemiologia pela Escola de Saúde Pública Johns Hopkins, também nos Estados Unidos, e é professor da escola da fundação Oswaldo Cruz, em Brasília.

Governo brasileiro cria canal para receber projetos sobre coronavírus e libera R$ 50 milhões para pesquisas sobre a Covid-19

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O Ministério da Saúde criou um canal de comunicação para receber projetos de pesquisa e inovação sobre o coronavírus. O e-mail pesquisacovid19@saude.gov.br funciona como plataforma interativa entre o poder público e população, e já está funcionando.

O Governo brasileiro destinou 50 milhões para pesquisas sobre novos métodos de diagnóstico, tratamento e interrupção da transmissão da Covid-19. Podem participar pesquisadores ligados a instituições científicas, tecnológicas ou de inovação, tanto públicas quanto privadas, e a população em geral.

A Chamada Pública Nacional de Pesquisa em Saúde sobre o coronavírus foi publicada na primeira semana de abril, na plataforma do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ). Como o assunto é urgente, os trabalhos devem ser apresentados até 20 dias depois da publicação.

O Ministério da Saúde espera receber trabalhos sobre história natural da doença, desenvolvimento e avaliação de testes, alternativas terapêuticas e de vacinas contra a Covid-19, avaliação da atenção à saúde nos três níveis de complexidade frente à epidemia, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) nas ações de prevenção, controle e manejo, adesão e cumprimento das medidas de prevenção e controle, entre outros temas.

As linhas de pesquisa foram definidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS),  de acordo com as prioridades nacionais discutidas entre Ministério da Saúde e especialistas de todo o país.

A população pode participar com ideias, como explica o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

“Muita gente tem criatividade dentro do Brasil, muita inventividade. Mandam para mim, mandam para o outro: “olha, esse cidadão aqui está pensando num ventilador diferente, esse aqui está pensando numa associação disso, daquilo…  Então vamos canalizar tudo num local só.” 

Para receber a contribuição da população, o Ministério da Saúde vai usar o e-mail pesquisacovid19@saude.gov.br. O ministro destacou que a criação desse canal levou em conta as boas ideias que surgem no Brasil.

“Para o pessoal que quer fazer pesquisa ou tem alguma ideia nova, esse canal é o e-mail: pesquisacovid19@saude.gov.br. Às vezes, de um colega, de um físico, de um matemático, de um engenheiro mecânico, de algum olhar externo vem alguma solução. Vai ser um grande encontro.”

Desde o fim de janeiro, com a declaração de Emergência em Saúde Pública de Importância Internacional pela OMS, os protocolos de pesquisa sobre o coronavírus submetidos à Comissão Nacional de Ética em Pesquisa estão sendo analisados em caráter de urgência. Foram apresentados na Plataforma Brasil, até agora, cerca de 100 projetos de pesquisa sobre coronavírus.

Para mais informações, acesse: saude.gov.br/coronavirus.

Testes rápidos de coronavírus serão usados primeiro em profissionais de saúde e segurança pública

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O Ministério da Saúde informou que os 500 mil testes rápidos para detectar o coronavírus já estão sendo analisados para que sejam distribuídos em todos os estados. Eles serão utilizados em profissionais de saúde e de segurança pública, os que estão na linha de frente do combate a Covid-19. O objetivo é fazer com que aqueles que apresentem sintomas relacionados à doença possam retornar aos serviços essenciais mais rapidamente e não após 14 dias, isolamento preconizado para o caso de não haver testes.

Segundo João Gabbardo dos Reis, secretário-executivo do Ministério da Saúde, a doação dos 500 mil testes rápidos pela mineradora Vale é importante, mas é preciso aguardar mais informações técnicas sobre a eficiência do produto antes que eles possam ser utilizados.

“Tem testes que estão aparecendo com qualidades diferentes. Não adianta adquirir um teste que nós não tenhamos condições de ter segurança sobre os resultados. O Ministério da Saúde recebeu uma doação grande, está fazendo aquisições de teste, mas os testes tem de ser aprovados pelo nosso Instituto Nacional de Controle de Qualidade e Saúde antes de ser colocados à disposição.”

O secretário-executivo lembra ainda que os testes rápidos precisam ser feitos em um momento específico, quando o infectado já está com a doença há vários dias, caso contrário, não tem efeito.

“O que que o teste rápido faz, ele identifica pessoas que já têm anticorpos, precisa já ter passado uma certa fase da doença para a identificação dos anticorpos. Se fizer um teste rápido em alguém que recém começou a ter sintomas, o teste rápido não vai identificar. Teste rápido precisa de um certo tempo, pelo menos dez dias do início da doença, pelo menos sete ou oito dias do início dos primeiros sintomas para que o teste rápido seja positivo.”

Os testes rápidos apresentam resultados em até 20 minutos. No caso dos profissionais de saúde e segurança, todos aqueles que apresentarem sintomas respiratórios, como tosse, dificuldade para respirar, congestão nasal e dor de garganta, serão colocados em isolamento e, após sete dias, serão testados com esse exame.

A remessa de 500 mil  é o primeiro lote de um total de 5 milhões de testes rápidos adquiridos pela Vale e doados ao Ministério da Saúde.
Idosos com 60 anos ou mais não devem frequentar locais públicos ou ter contato com outras pessoas. A máscara é recomendada para todos, principalmente para quem esta com sintomas de gripe e deve ser combinada com a limpeza frequente das mãos, descartada depois do uso e as mãos lavadas em seguida.

Se tiver qualquer sintoma de gripe, fique em isolamento domiciliar por 14 dias e só procure um hospital de referência se estiver com falta de ar. No isolamento é importante manter distância mínima de um metro das outras pessoas, janelas abertas para circulação do ar, porta fechada e limpar a maçaneta frequentemente com álcool 70% ou água sanitária. Siga as orientações do Ministério da Saúde para o isolamento.

Para mais informações, acesse: saude.gov.br/coronavírus.

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