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quinta-feira, maio 14, 2026
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Paciente com coronavírus deu palestra para mais de 100 pessoas em Ji-Paraná, diz prefeito

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O paciente de 29 anos confirmado com coronavírus em Ji-Paraná (RO) ministrou, recentemente, uma palestra para mais de 100 pessoas no município. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (20) pelo prefeito Marcito Pinto, durante coletiva de imprensa.

O primeiro caso positivo para o novo coronavírus em Rondônia foi anunciado na noite de quinta-feira (19) pela Secretaria Municipal de Saúde. O paciente é morador de São Paulo e esteve em viagem a trabalho no município. Após sentir os sintomas, ele contratou uma equipe médica particular, que fez o exame para Covid-19.

Durante coletiva de imprensa, o prefeito Marcito Pinto revelou que, após chegar em Ji-Paraná, o homem ministrou uma palestra para mais de 100 pessoas.

A data do encontro não foi divulgada, mas Marcito informou que a equipe de Saúde está tentando localizar os participantes da palestra.

“Quem dessas pessoas tiver os sintomas da Covid-19, pode entrar em contato com a gente”, disse Marcito.

Ainda conforme a prefeitura, o paciente com Covid-19 também circulou pelo Feirão do Produtor e em lojas de Ji-Paraná, mas só depois adoeceu e precisou de atendimento médico.

Ainda de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, amostras do paciente foram coletadas na cidade e encaminhadas para análise em laboratório da rede de saúde privada. Depois da coleta, o paciente infectado fretou voo particular e retornou para São Paulo, onde permanece em observação médica e isolamento.

Estado quer contraprova

Como os exames do paciente de Ji-Paraná foram feitos em um laboratório particular, o caos ainda não é confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau).

Ao G1, o coordenador estadual do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde, Sid Orleans, informou que o exame realizado em Ji-Paraná foi feito em um laboratório particular, e portanto, neste momento, a secretaria de saúde Rondônia e o Ministério da Saúde não confirmam a informação.

Sid orleans disse ainda que, na manhã desta sexta-feira (20), uma equipe vai localizar as amostras na tentativa de realizar uma contraprova em um laboratório credenciado pelo Ministério da Saúde e somente após esses procedimentos será possível considerar ou não o caso em investigação, anunciado pela prefeitura de Ji-Paraná.

O último balanço oficial da Sesau revela que Rondônia investiga 84 casos suspeitos de coronavírus.

Proibição de palestras

Um decreto publicado nesta semana pelo governo do estado proibiu eventos com mais de 100 pessoas.

Coronavírus mata dezenas de padres no norte da Itália

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Eles morrem como seus fiéis, sem missa ou ritual fúnebre. O coronavírus está vitimando muitos padres na região norte da Itália: uma dezena em Bérgamo, cinco em Parma, outros em Milão e em Cremona.

A diocese de Bérgamo, entre as cidades mais afetada pela pandemia, confirmou que pelo menos 10 padres morreram depois de contrair a doença, informou o jornal católico Avvenire.

As mortes são tão numerosas que “o censo é difícil de estabelecer”, indicou a publicação.

O jornal L’Eco di Bergamo publicou ao menos 160 anúncios de morte em sua edição de 15 de março, cinco vezes a mais na comparação com um dia normal.

A publicação registrou cinco mortes de padres da diocese de Parma, duas em Milão e Cremona, uma em Brescia, sem contar os muitos sacerdotes infectados, alguns internados em unidades de terapia intensiva.

Ao lado de médicos e enfermeiras, os padres prestam auxílio espiritual aos enfermos, uma missão necessária nesta região da Itália particularmente religiosa.

“Equipados com máscara, gorro, luvas, blusa e óculos, os padres caminham pelos corredores como zumbis”, conta Claudio del Monte, padre de uma paróquia de Bérgamo, à agência italiana Adnkronos.

A cidade da Lombardia, de 120.000 habitantes, no coração da província, é uma das mais afetadas pela pandemia da doença infectou mais de 41.000 pessoas na Itália.

Os necrotérios não têm espaço para acomodar os caixões e os enviam para o cemitério.

“Não sabemos mais onde colocar os mortos. Utilizamos algumas igrejas. Tudo isso diz respeito aos sentimentos mais profundos” afirmou o arcebispo de Bérgamo, monsenhor Francesco Beschi, entrevistado pelo Vatican News.

A rádio da Conferência Episcopal Italiana (Cei), InBlu, explicou que devido às medidas para evitar a propagação do coronavírus, os padres devem evitar a extrema-unção, o óleo sagrado usado para untar os enfermos próximos da morte.

“Um padre que perdeu o pai me ligou. Ele está em quarentena, a mãe está em quarentena sozinha em outra casa, seus irmãos estão em quarentena e os funerais estão proibidos. Será enterrado no cemitério sem que ninguém possa participar de um momento de piedade humana e cristã”, contou o arcebispo Beschi.

– Dever pastoral –

O religioso considera que o número de padres mortos em sua diocese é “realmente alto”, assim como o daqueles que estão em “condição particularmente grave”.

Como todas as outras vítimas do novo coronavírus, os padres falecidos foram sepultados sem o rito fúnebre.

“É uma dor ver os padres ficando doentes doentes, às vezes por dever pastoral, e passando pela porta da triagem (dos pacientes) onde, naturalmente, ninguém pode entrar. Depois, alternando esperanças e recaídas, nos deixam para sempre”, afirmou o bispo de Parma, Enrico Solmi, ao jornal Avvenire.

Comovido com a situação difícil de Bérgamo, o papa Francisco ligou na quarta-feira para o arcebispo Beschi para expressar “apoio aos padres, aos enfermos, aos que cuidam dos pacientes e a toda nossa comunidade”, disse.

“Estava muito impressionado com o sofrimento que padecem, pela morte solitária, sem a companhia das famílias, tão dolorosa”, acrescentou Beschi em um comunicado.

Francisco considera que “as medidas draconianas nem sempre são boas” e pediu aos bispos e padres que não deixem os fiéis sozinhos ante o coronavírus.

A declaração foi percebida como uma crítica indireta às restrições drásticas impostas pela Itália para conter a propagação do vírus e que incluem a proibição de viagens e de visitas, como a dos padres que diariamente se encontravam com idosos isolados.

O governo também proibiu a celebração de missas, casamentos e funerais.

Já são 22 os infectados que viajaram com Bolsonaro aos EUA

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Chegou a 22 o número de pessoas que participaram da viagem do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos na semana passada e agora estão com o coronavírus.

Foram confirmados na quinta-feira, 19, os resultados positivos do assessor internacional da Presidência, Filipe Martins; do chefe da ajudância de ordens, Major Cid; do diretor do Departamento de Segurança Presidencial, Coronel Suarez; e do chefe do Cerimonial, Carlos França.

Cid, Suarez e França passam o tempo todo muito próximos do presidente. Martins, por sua vez, viajou ao lado do secretário de Comunicação da Presidência, Fabio Wajngarten, que foi o primeiro membro da comitiva a ter a confirmação da infecção pelo novo coronavírus. Ambos voltaram ao Brasil na madrugada da quarta-feira, 11, no mesmo avião do presidente.

Os quatro estavam em isolamento por terem tido contato com Wajngarten. O primeiro exame de todos deu negativo. A confirmação veio no segundo teste.

Também na quinta foi confirmado que o presidente da Agência Brasileira de Promoção à Exportação (Apex), Almirante Sérgio Segovia, teve teste positivo para a covid-19. Ele também esteve nos EUA com o presidente, não apresenta sintomas e está em isolamento domiciliar.

Os ministros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, e de Minas e Energia, Bento Albuquerque, também tiveram resultado positivo após a viagem.

Os dois testes de Jair Bolsonaro deram negativo, mas o Ministério da Saúde recomendou que o exame seja refeito na próxima semana. Enquanto isso, a recomendação é para que Bolsonaro siga em “monitoramento”.

No domingo, 15, Bolsonaro quebrou a recomendação de cautela e participou de um ato a favor do governo e com críticas ao Judiciário e ao Legislativo. Ele chegou a apertar a mão de apoiadores em frente ao Palácio do Planalto.

Os 22 contaminados que integraram ou tiveram contato com a comitiva de Bolsonaro nos EUA são os seguintes:

Fabio Wajngarten, secretário de Comunicação da Presidência da República

Nelsinho Trad, senador pelo PTB-MS

Nestor Forster, embaixador e encarregado de negócios do Brasil nos EUA

Karina Kufa, advogada e tesoureira do Aliança pelo Brasil

Sérgio Lima, publicitário e marqueteiro do Aliança pelo Brasil

Samy Liberman, secretário-adjunto de comunicação da Presidência

Alan Coelho de Séllos, chefe do cerimonial do Itamaraty

Quatro integrantes não-identificados da equipe de apoio do voo presidencial aos EUA

Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI)

Marcos Troyjo, secretário especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia

Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústria do Estado de Minas Gerais

Daniel Freitas, deputado federal (PSL-SC)

Augusto Heleno, ministro-chefe do GSI

Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia

Sérgio Segovia, presidente da Apex

Filipe Martins, assessor internacional da Presidência

Major Cid, chefe da ajudância de ordens

Coronel Suarez, diretor do Departamento de Segurança Presidencial

Carlos França, chefe do Cerimonial

Clubes disponibilizam suas estruturas para ajudar vítimas do coronavírus

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Clubes do futebol brasileiro colocaram suas estruturas à disposição das autoridades para ajudar as vítimas do novo coronavírus. No Estado de São Paulo, Santos, São Paulo e Corinthians disponibilizaram seus centros de treinamentos, estádios e clubes sociais. O Bahia ofereceu o Fazendão, seu antigo CT, e o governador Rui Costa (PT) já afirmou que vai transferir para lá os pacientes que não precisam de tratamentos complexos. O Athletico-PR colocou a Arena da Baixada e o CT do Caju à disposição dos órgãos de saúde do Paraná.

Por causa da pandemia, competições e treinos estão paralisados. Consequentemente, os atletas foram dispensados das atividades nos CTs e receberam orientações do departamento médico dos clubes sobre como agir na prevenção ao novo coronavírus. Até agora, não houve jogador de futebol com caso detectado.

O movimento dos clubes brasileiros é mais uma mostra da solidariedade que o esporte em geral vem tendo durante a pandemia. Para o presidente do Bahia, Guilherme Bellintani, é importante os times se mobilizarem no combate ao coronavírus.

“O futebol está conseguindo aos poucos mudar a postura social, ser mais de vanguarda. Não é só dentro das quatro linhas, temos poder de comunicação muito grande. Quando podemos usar a comunicação, já ajudamos. E agora, oferecendo as estruturas, melhor ainda”, disse Bellintani, em contato com o Estado, lembrando das ações que os times têm feito pela internet para conscientizar as pessoas.

Bellintani acredita que a comoção causada pela pandemia pode mudar a forma de os clubes agirem em outras questões sociais. O Bahia é o time brasileiro que mais tem se destacado em ações afirmativas, como contra o racismo, a favor dos direitos LGBTQ, sobre o tratamento das mulheres em estádios, entre outras.

“Eu acho que pode, mas é um processo gradativo, não tenho a ilusão de que vai ser grande mudança de forma rápida. Um momento como esse ajuda. A sociedade está cada vez mais egoísta, mas estamos vendo que a solidariedade ainda tem muito espaço”, disse.

O primeiro clube a anunciar que havia colocado sua estrutura à disposição das autoridades foi o Athletico-PR. Em nota, o time lembra que a China teve de construir hospitais às pressas para abrigar as vítimas do coronavírus e que a Itália vem sofrendo com a falta de leitos para internamento. O Athletico-PR diz que está “cumprindo com sua responsabilidade social e reforçando o compromisso que sempre estivemos parceiros dos poderes públicos e do povo do Paraná”.

O São Paulo divulgou a carta assinada pelo presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, endereçada ao secretário estadual da saúde José Henrique Germann Ferreira. “Na certeza de que todos os esforços em conjunto serão mais eficazes, colocamo-nos à inteira disposição”, diz trecho da carta.

O Corinthians, por sua vez, informou que “face ao necessário enfrentamento da epidemia de coronavírus no Brasil, e fiel à sua tradição de solidariedade e responsabilidade social, está disponibilizando todos os seus equipamentos para que as autoridades avaliem de que forma poderão ser utilizados no combate ao avanço da doença e na assistência à população em geral.”

O Santos disponibilizou todas as suas dependências para que sejam utilizadas pela secretaria de saúde do município. Dentre outras instalações, o clube coloca o Salão de Mármore como possibilidade de montagem de hospital provisório.

NO EXTERIOR – O Chelsea, da Inglaterra, colocou seu hotel em Stamford Bridge para abrigar os funcionários de saúde que estão atuando no combate ao coronavírus. O clube vai bancar todas as despesas do alojamento. “Muitos profissionais trabalham em turnos longos e podem não ser capazes de viajar para casa ou, caso contrário, teriam que fazer longas viagens. Este alojamento ajuda a manter a saúde e o bem-estar dessas pessoas cruciais neste momento crítico”, afirma o Chelsea em nota.

Na Espanha, o tenista Rafael Nadal abriga em sua academia, em Mallorca, crianças que frequentam o local. Isso porque os garotos que utilizam o espaço são provenientes de 42 países fora da Espanha. Funcionários da academia se apresentaram de forma voluntária para ficar com as crianças.

Confira a lista dos locais colocados à disposição pelos clubes:

CORINTHIANS: Todas as instalações

SÃO PAULO: Todas as instalações

SANTOS: Todas as instalações, sendo o Salão de Mármore como possibilidade de montagem de hospital provisório

ATHLETICO-PR: Arena da Baixada e o CT do Caju

BAHIA: CT Fazendão

CHELSEA: Hotel em Stamford Bridge para abrigar os funcionários de saúde

Empresas farmacêuticas preveem vacina contra o coronavírus em 18 meses

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Genebra, Suíça – As multinacionais da indústria farmacêutica se comprometeram nesta quinta-feira (19) a dispor de uma vacina contra a doença Covid-19 “em todo o mundo”, em um prazo de 12 a 18 meses.

Dezenas de testes clínicos estão em andamento para ajustar kits de detecção menos caros e mais precisos, assim como um tratamento ou uma vacina capazes de combater o novo coronavírus, que já infectou mais de 230.000 pessoas e deixou mais de 10.000 mortos no mundo, segundo um balanço da AFP.
“Faremos todo o possível para que a vacina seja acessível a todos aqueles que precisarem”, afirmou Paul Stoffels, vice-presidente do comitê executivo da Johnson & Johnson. “É uma promessa que a indústria (farmacêutica) faz em conjunto”, disse durante uma videoconferência organizada pela Federação Internacional de Fabricantes Farmacêuticos (IFPMA).
As formalidades administrativas podem ser simplificadas e aceleradas nesta corrida contra o tempo, não faltam recursos e as associações do setor público e privado permitem diluir o risco financeiro pelos investimentos colossais que exigem a pesquisa e a produção.
No entanto, alertam que tanto produtores como as autoridades de controle não podem comprometer a segurança de uma potencial vacina e, portanto, não se pode acelerar o cronograma de testes clínicos e o estudo dos resultados.
“Temos três eixos de trabalho: garantir a distribuição (…), redirecionar a tecnologia existente (…) e criar novos tratamentos, novas vacinas, novos testes de detecção que contribuirão para erradicar a Covid-19”, explicou David Ricks, CEO da Eli Lilly and Company e presidente do Ifpma.
Por isso, uma vacina pode estar no mercado dentro de 12 a 18 meses, informou David Loew, vice-presidente-executivo da Sanofi e responsável pela Sanofi Pasteur. Assim que a fórmula for validada pelas agências reguladoras, terão que produzir uma quantidade suficiente e garantir o fornecimento a todo o planeta.
Com o objetivo de superar os obstáculos na produção e transporte, os diretores dos grandes laboratórios pediram aos Estados que “classifiquem a indústria farmacêutica entre os setores essenciais” da atividade do país, e permitam aos trabalhadores deslocar-se até esses locais. “Tivemos alguns problemas localmente”, afirmou David Ricks.
Nunca se concebeu aos seres humanos uma vacina eficaz contra qualquer membro da família dos coronavírus e isso faz com que “a maioria dos programas” de testes clínicos realizados contra a Covid-19 esteja condenada ao fracasso, alertou Rajeev Venkayya, responsável pelo desenvolvimento de vacinas do grupo Takeda.
A vantagem de embarcar em todos os tipos de projetos é que “alguns terão sucesso”, destacou.

Gaeco descobre fraudes na licitação do transporte público de Porto Velho

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou uma operação, na manhã desta sexta-feira (20), para desarticular fraudes na concessão de transporte público na cidade de Porto Velho.

Durante a investigação, segundo o Ministério Público de Rondônia (MP-RO), a operação Rota Marcada descobriu indícios de irregularidades na concessão e habilitação da empresa vencedora no transporte público da capital.

São cumpridos mandados de busca e apreensão em órgãos públicos municipais e nas residências de pessoas investigadas. Todos os mandados foram expedidos pela 4ª Vara Criminal de Porto Velho.

O grupo investigado responderá, inicialmente, pelos crimes de associação criminosa, licitatórios e contra a Administração Pública.

Rota Marcada, nome dado à operação, faz alusão ao suposto favorecimento na habilitação da empresa de transporte vencedora da licitação do transporte coletivo de Porto Velho.

G1 entrou em contato com a prefeitura de Porto Velho e, até a última atualização da reportagem, aguardava retorno sobre a operação.

Argentina impõe ‘quarentena total’ para conter novo coronavírus

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O presidente da Argentina, Alberto Fernández, decretou “quarentena total” a partir da 0h desta sexta-feira (20) para combater a transmissão do novo coronavírus. A restrição praticamente completa na circulação de pessoas valerá até 31 de março.

O decreto do presidente argentino estabelecerá que ninguém poderá sair de casa a não ser para ir às farmácias e comprar comida. Quem descumprir a regra poderá ser detido por “delito contra a saúde pública”.

“Vamos ser absolutamente inflexíveis”, disse Fernández.

De acordo com a imprensa argentina, as Forças Armadas e as polícias poderão fazer o patrulhamento para certificar se as pessoas estão respeitando as restrições na circulação.

A Argentina registrava, até a última atualização desta reportagem, 128 casos confirmados de Covid-19. A doença matou três pessoas no país sul-americano.

Fronteiras fechadas

O governo da Argentina determinou o fechamento das fronteiras no último domingo (15), com duração de ao menos 15 dias. Somente argentinos e residentes poderiam retornar ao país.

Além disso, nesta semana, o governo argentino incluiu o Brasil e o Chile na lista de países de risco. Desta forma, quem for desses países para a Argentina também terá que cumprir a quarentena obrigatória de 14 dias, sob pena de prisão.

América do Sul combate Covid-19

A Colômbia não vai mais permitir entrada de passageiros que estiveram em outros países — nem mesmo se forem colombianos, para aumentar o controle do novo coronavírus. A medida passa a valer em 23 de março.

No Chile, que já voltou a decretar medidas restritivas pouco depois dos protestos, os partidos políticos concordaram em adiar o plebiscito sobre nova Constituição para o país.

Denúncias de preços abusivos aumentam e Procon fiscaliza estabelecimentos na Capital

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Desde o início deste mês, equipes da Agência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) estão nas ruas de Porto Velho fiscalizando e verificando a veracidade das denúncias recebidas. De acordo com os agentes, o número de denúncias sobre preços abusivos de álcool em gel e máscaras descartáveis dobrou nos últimos dias, devido à pandemia de Covid-19 (doença causada pelo novo coronavírus, que pode apresentar febre, tosse e dificuldades para respirar). Esses produtos estão entre os principais meios de prevenção da doença, o que resultou no aumento dos preços em alguns estabelecimentos.

De acordo com o coordenador do Procon, Ihgor Jean, o órgão tem apurado também denúncias referentes à propaganda enganosa, envasamento impróprio sem especificações ou selo de segurança, e a principal delas: reclamações sobre o aumento dos preços destes produtos. E assegura que todas as medidas de proteção ao consumidor estão sendo tomadas.

“Nós alertamos a população e aos responsáveis pelos estabelecimentos quanto à proibição de preços abusivos. O Procon tem fiscalizado e estamos aplicando autos de infração e multas a quem desrespeitar a lei. A população pode denunciar essa prática através do telefone 151”, alertou o coordenador.

PREÇOS ABUSIVOS

Na quinta-feira (19), dando continuidade à rotina de fiscalização, as equipes do Procon foram a um estabelecimento que trabalha com manipulação de medicamentos para averiguar se o local está vendendo álcool em gel com preço dentro da normalidade.

Dentro do estabelecimento foi constatada logo na entrada a falta de itens importantes como o Código de Defesa do Consumidor (CDC), a placa do Procon que deve estar na recepção, a falta de caixa preferencial no estabelecimento e alguns produtos sem precificação.

O responsável pelo estabelecimento foi orientado sobre as devidas faltas e recebeu auto de infração. Sobre a denúncia de aumento dos preços não foram encontrados produtos no local, porém o responsável se comprometeu em enviar ao Procon Notas Fiscais de entrada e saída dos produtos, a contar do mês de janeiro até o dia da fiscalização, de forma que seja comprovado ou não o aumento dos preços de álcool em gel, configurando crime ao consumidor.

A procura por estes produtos aumentou na Capital, e no caso do álcool em gel é percebida a falta do produto, segundo explicou o consumidor Wagner Gregório. “Eu já procurei álcool em gel em vários locais da cidade e até o momento não encontrei nenhum produto. O que tenho visto são filas enormes nas ruas e muita gente desobedecendo às normas de prevenção, de evitar aglomerações, por exemplo”, ressaltou o consumidor.

Para se proteger do vírus a recomendação, segundo especialistas, é evitar ao máximo locais públicos com pouco ou grande número de pessoas, além de sempre lavar as mãos com sabão e aderir o uso de álcool em gel. Evitar também tocar nos olhos, boca e nariz.

ESTABELECIMENTOS MULTADOS

Na quarta-feira (18) equipes do Procon, em parceria com policiais civis da Delegacia de Crimes Contra o Consumidor (Deccon) e demais órgãos de fiscalização, multaram uma farmácia  na Capital que estava vendendo máscaras descartáveis a R$ 150,  um preço considerado abusivo e que fere o artigo 56 da lei número 8.078 do CDC.

COMO DENUNCIAR

Ao verificar a cobrança de preços abusivos em estabelecimentos comerciais em Rondônia, a orientação do Procon é que o consumidor fotografe o produto com o suposto valor abusivo e entre em contato com o órgão através do 151, ou pelo email da regional de cada município. Em Porto Velho o email é : portovelho@procon.ro.gov.br

REGIONAIS

Ariquemes: ariquemes@procon.ro.gov.br
Espigão do Oeste: espigaodoeste@procon.ro.gov.br
Guajará-Mirim: gmirim@procon.ro.gov.br
Ji-Paraná: jiparana@procon.ro.gov.br
Ouro Preto do Oeste: proconopo@gmail.com
Pimenta Bueno: pimentabueno@procon.ro.gov.br
Rolim de Moura: rolim@procon.ro.gov.br
Vilhena: vilhena@procon.ro.gov.br

PROTEÇÃO | Rondônia inicia campanha de vacinação contra gripe na próxima segunda-feira (23)

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A vacina que protege a população contra o vírus que causa gripe (Influenza A-H1N1, Influenza A-H3N2 e Influenza B) estará disponível a partir de segunda-feira (23), em Rondônia. Nesta primeira etapa, que segue até 15 de abril, serão imunizados idosos e trabalhadores de saúde. A campanha geral encerra em 22 de maio.

A iniciativa faz parte de uma determinação do Ministério da Saúde que antecipou a campanha nacional que aconteceria em abril e é feita anualmente. Rondônia já recebeu a primeira remessa de doses de vacina, cerca de 120 mil, e repassa aos municípios conforme a quantidade de pessoas inclusas no grupo de risco em cada cidade. A meta é vacinar no mínimo 90% do público-alvo.

A gerente técnica de Vigilância Epidemiológica da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Arlete Baldez, destaca que a vacina não protege contra a pandemia do coronavírus.

‘‘A vacina não tem nenhuma influência no Covid-19, o que nós temos é uma arma poderosa contra a influenza, então pedimos ao grupo de risco que vacine-se’’, disse.

Apesar de não ser reconhecida nenhuma eficácia da vacina contra o novo coronavírus (Covid-19), a medida deve ajudar no diagnóstico clínico, ao reduzir casos suspeitos do vírus causador da pandemia, ou seja, por terem sintomas parecidos, casos de influenza também acabam levantando à suspeita de coronavírus.

‘‘Essa imunização vai diminuir a circulação do vírus, e se uma pessoa chegar a unidade de saúde gripada com sintomas muito parecidos com os causados pelo coronavírus, e falar que foi vacinada, vai melhorar o raciocínio clínico do profissional, pois elimina a influenza e se pensa em um outro diagnóstico’’, esclarece Arlete Baldez.

GRUPO DE RISCO

Ainda de acordo com a Agevisa, os idosos são o público-alvo da primeira fase da campanha devido ser o grupo com casos graves e que, portanto, precisa de atenção redobrada, e os trabalhadores de saúde também entraram como alvo nesta etapa para que o país não perca a força de trabalho desses profissionais que estão na linha de frente no combate a desestabilização da saúde pública.

Em um período onde a pandemia levou as autoridades governamentais e órgãos de saúde a recomendarem evitar aglomerações, a gerente técnica de Vigilância Epidemiológica esclarece que a Agevisa orienta às unidades de saúde municipais, que são as responsáveis pela aplicação da vacina, que adotem medidas protetivas.

‘‘O que nós estamos pedindo para as secretarias municipais de saúde é que ampliem os horários de atendimento e faça a divulgação desses novos horários para evitar que muitas pessoas procurem o atendimento em um mesmo período. Que dentro da possibilidade, nas unidades tenha um local reservado para idosos. Se não tiver, que se crie uma fila especial para idosos Também orientados que nas filas, as pessoas não fiquem próximas uma das outras’’, afirma Arlete Baldez.

A gerente técnica de Vigilância Epidemiológica orienta ainda aqueles que não têm condições de se deslocarem até uma unidade de saúde, como os acamados, que entre em contato o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) dos municípios para que recebam a imunização em domicílio. Em Porto Velho é através 0800 647 1010.

‘‘É importante que se vacinem, pois a influenza também pode levar a casos graves, inclusive de internação e até a óbitos, então com muita cautela assegure sua dose de vacina’’, recomenda a gerente.

NOVAS ETAPAS

Além das cerca de 120 mil doses de vacina que já estão em Rondônia, novas remessas serão enviadas para atender as 480.648 mil pessoas que compõem o grupo de risco da campanha inteira em Rondônia. O que inclui além de idosos e profissionais de saúde (1ª fase), professores de escolas públicas e privadas, e profissionais das forças de segurança e salvamento (2ª fase). E ainda crianças de seis meses a menores de seis anos, gestantes, puérperas, povos indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, deficientes, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade, servidores do sistema prisional, e os que têm de 55 a 59 anos (3ª fase).

A vacinação do público de grupos de risco foi dividida em etapas por uma questão de organização, mas aqueles que não conseguirem se vacinar dentro do período determinado, podem ser imunizados na etapa seguinte. Porém a recomendação da Agevisa é que todos façam um esforço para se vacinarem dentro do período de vacinação indicado a cada grupo.

Brasil fecha fronteira com a Guiana

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O Brasil fechou na tarde desta quinta-feira (19) a fronteira com a Guiana, na cidade Bonfim, ao Norte de Roraima. O bloqueio obedece a portaria do governo federal que restringe o acesso no país de estrangeiros vindos de países vizinhos na América do Sul pra conter o avanço do coronavírus.

O fechamento da fronteira é feito próximo à barreira de fiscalização, onde ficam a Polícia Federal e a Receita Federal, antes da ponte do rio Tacutu, divisa entre os dois países. Além da Guiana, a fronteira do Brasil com a Venezuela, também em Roraima, foi fechada.

Por volta de 12h, um portão gigante de ferro foi fechado por policiais da Força Nacional e alguns carros não conseguiram mais entrar no Brasil. A Polícia Militar da região prestou apoio.

A restrição no acesso se aplica a rodovias e outros meios terrestres e vale, inicialmente, por 15 dias, a partir desta quinta. Cidadãos brasileiros que estiverem nesses locais podem entrar no Brasil, assim como cargas e agentes de ações humanitárias.

Roraima registrou, até essa terça-feira (19), cinco casos suspeitos d Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus – nove foram descartados. Em todo o Brasil, até às 15h30 desta quinta-feira, foram confirmados mais de 540 casos pelas secretarias estaduais de Saúde.

Assim como aconteceu nas regras para restrição na fronteira com a Venezuela, a portaria sobre a Guiana foi assinada pelos ministros Walter Souza Braga Netto, da Casa Civil, Sérgio Moro, da Justiça, e Luiz Henrique Mandetta, da Saúde.

A cidade de Bonfim se tornou nos últimos dois anos rota da imigração de haitianos que ingressam no Brasil. Além disso, centenas de turistas passam pela região com destino a cidade de Lethem, na Guiana, para fazer compras.

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