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segunda-feira, abril 27, 2026
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Inscrições para Fies e P-Fies iniciam no dia 5 de fevereiro

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As inscrições para o primeiro semestre de 2020 do processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies) começam no dia 5 de fevereiro e vão até as 23 horas e 59 minutos do dia 12 de fevereiro.

A informação foi publicada no Diário Oficial da União na última terça-feira, 24 de dezembro. Os interessados devem acessar o portal do programa.

O programa tem o objetivo de conceder financiamento a estudantes em cursos superiores pagos. O Novo Fies tem como pilares a ampliação do acesso ao ensino superior, a maior transparência para os estudantes e para a sociedade, e a melhoria na governança e na sustentabilidade do Fundo.

O programa é dividido em duas modalidades, diferenciadas por renda e pelo agente financiador. Na primeira, o fundo oferta vagas com juros zero para os estudantes que tiverem uma renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos. Já a segunda, chamada P-Fies, é direcionada a estudantes com renda per capita mensal familiar de até cinco salários mínimos. Nesse caso, os recursos são de bancos privados ou fundos constitucionais e de desenvolvimento.

Confira abaixo o cronograma completo:

Inscrições: 5 de fevereiro até as 23 horas e 59 minutos do dia 12 de fevereiro.

Divulgação dos resultados: 26 de fevereiro.

Complementação da Inscrição no Fiesseleção pelos candidatos pré-selecionados na modalidade Fies: 27 de fevereiro até as 23 horas e 59 minutos do dia 2 de março.

Pré-seleção em lista de espera: 28 de fevereiro até as 23 horas e 59 minutos do dia 31 de março.

* Com informações do Ministério da Educação

Pequenas empresas demonstram força e são as que mais crescem

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Brasil sofre com o desemprego, que disparou durante a crise. Como a economia ainda não ganhou ritmo suficiente para recuperar o mercado de trabalho, a criatividade e o empreendedorismo têm sido a saída encontrada pelos brasileiros para garantir renda. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que cerca de 12,4 milhões de pessoas estão sem trabalho. Além disso, o poder de compra ficou bastante limitado. Mas as pequenas empresas têm demonstrado força e são, no geral, as que mais crescem, de acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mesmo enfrentando uma série de obstáculos.

Dos 17,5 milhões de pequenos negócios no Brasil, a maior parte está em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. O faturamento médio de cada empreendimento gira em torno de R$ 27,8 mil. Do total, 42,2% pertencem ao comércio e 36,6%, ao setor de serviços. Quase metade da força de trabalho está nas pequenas e microempresas: 44,8% dos empregados formais do país.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, explica que a crise atingiu fortemente esse grupo de empresas por elas serem a fração mais desprotegida pelo sistema político. “A crise macroeconômica atinge grandes, médias e pequenas empresas. Mas pode ser especialmente danosa para as micro e pequenas, que são mais vulneráveis”, diz. Os obstáculos enfrentados, como acesso restrito a crédito, pouca disponibilidade de dinheiro em caixa, a dificuldade de negociação com fornecedores e credores e até mesmo a falta de planejamento e qualificação em gestão, podem tornar a vida dos donos de pequenos negócios ainda mais difícil, avalia.

Melles destaca que o que move a abertura desse tipo de negócio é necessidade de aumentar os rendimentos. Além de alguns serem, na visão dele, puxados pela falta de trabalho. “Estudos do Sebrae mostram que ainda é muito grande no Brasil a proporção de empresários que criam o próprio negócio por necessidade (cerca de 40%). Esses empreendedores são movidos pelo desemprego ou para complementar a renda familiar e têm, em geral, uma menor qualificação para gestão e para planejar o negócio. Em um contexto de crise, são diretamente atingidos”, atesta.

A redução no consumo foi o principal motivo para as perdas que os pequenos negócios sofreram na recessão. “A crise atingiu em cheio a renda das famílias. Nesse contexto, é natural que elas passem a comprar menos. Uma vez que há uma grande concentração de pequenos negócios no setor do comércio (quatro em cada 10 micro e pequenas empresas estão nesse segmento), é normal que sejam os mais atingidos com a retração do mercado”, afirma o executivo.

Ambiente melhor

Apesar do cenário, há quem consiga vencer os obstáculos, diz o consultor financeiro Sérgio Tavares, especializado em Administração de Investimentos pela Fundação Getulio Vargas (FGV). “Muita gente foi forçada a empreender, mas o importante é que algumas pessoas tiveram sucesso. Enxergaram potencial de prestar serviço ou vender de uma forma inovadora, que empresas tradicionais não estavam conseguindo, e tomaram seu espaço no mercado”, observa.

O presidente do Sebrae destaca que a recente aprovação da Lei da Liberdade Econômica e a criação da Empresa Simples de Crédito favorecem a abertura de empresas de pequeno porte. “Em 2019, aprovamos várias medidas que reduzem a burocracia, facilitam o acesso ao crédito e tornam a atividade empreendedora bem mais simples no Brasil”, comemora.

Mas ainda há muito por avançar, admite Melles. “Mas é importante reconhecer os resultados já alcançados”, afirma. Para quem não se arriscou durante a crise, o executivo diz que agora é um excelente momento. “A recuperação da economia começa a ganhar ritmo. E, com a melhora do ambiente de negócios, o momento é oportuno para quem quer empreender”, argumenta.

O que acontece com seu corpo quando você come demais

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Por que ainda sentimos fome depois de verdadeiros banquetes, como na ceia de Natal? Será que comer demais “aumenta” o estômago, o que significa que você tem mais espaço para comer no dia seguinte? Só de pensar nisso estou ficando com fome.

A resposta é que, para a maioria das pessoas, você não sente fome, apesar da enorme quantidade de comida que consumiu recentemente. Você sente fome justamente por isso.

Mas, em primeiro lugar, o que é a sensação de fome?

Contrações, roncos e dilatações

Aquela pontada que te dá vontade de comer é resultado de uma série de mudanças fisiológicas dentro do organismo.

É verdade que seu estômago muda de tamanho quando está cheio ou com fome. Ele se contrai à medida que a refeição é digerida para ajudar a encaminhar os alimentos em direção ao intestino. E ronca conforme o ar e a comida se movimentam, e os alimentos são empurrados para baixo, em um fenômeno chamado borborigmo, que geralmente é o primeiro sinal de que podemos estar com fome, uma vez que é sonoro e físico.

Depois de roncar, o estômago se expande novamente, se preparando para a comida — e isso é desencadeado pelos hormônios.

Mas não é bem verdade que comer “aumente” o estômago. Como o estômago é muito elástico, ele volta à sua capacidade de repouso (cerca de 1-2 litros) após uma refeição farta. Na verdade, o estômago da maioria das pessoas tem capacidade semelhante — nem altura, nem peso influenciam.

O que talvez não tenhamos consciência é da liberação dos hormônios da fome: o NPY e AgRP do hipotálamo e a grelina do estômago. A grelina é liberada quando o estômago está vazio e estimula a produção de NPY e AgRP no cérebro. Esses dois hormônios são responsáveis ​​por criar a sensação de fome, anulando os hormônios que nos dão a sensação de saciedade.

Talvez contraintuitivamente, os níveis de grelina tendem a ser mais altos em indivíduos magros, e mais baixos em pessoas obesas. Você poderia supor que um hormônio que estimula a fome estaria mais presente em pessoas que comem mais — mas essa contradição provavelmente reflete o quão complicado é o nosso sistema endócrino.

Mulher jantando

Saciedade

Embora apenas três hormônios sejam em grande parte responsáveis ​​por gerar a sensação de fome, são necessários cerca de uma dúzia para nos fazer sentir saciados.

Alguns deles, GIP e GLP-1, são responsáveis ​​por estimular a produção de insulina para regular o metabolismo dos carboidratos. Vários outros hormônios estão envolvidos na desaceleração da movimentação dos alimentos dentro do estômago, para dar tempo ao corpo de fazer a digestão.

Para pessoas obesas que têm baixos níveis de grelina, pode ser que altos níveis de insulina, necessários para metabolizar uma dieta rica em carboidratos, estejam inibindo a produção de grelina.

Dois são essenciais para reduzir a sensação de fome: CKK e PYY. Em pacientes com banda gástrica ajustável, que reduz o tamanho do estômago, o PYY é particularmente alto. E contribui para a perda de apetite.

Embora o estômago tenha um sistema hormonal para informar ao cérebro quando está vazio, isso geralmente é aumentado pela associação que fazemos entre a fome e os períodos do dia. Portanto, mesmo que você tenha almoçado muito bem, ainda pode sentir fome no jantar.

“Se você sempre come um pedaço de chocolate ou petisco depois do jantar, quando senta no sofá para assistir à televisão, seu corpo pode começar a associar o hábito de sentar no sofá com ver televisão e comer algo agradável, e, como resultado, quando você vai para o sofá, sente desejo”, diz Karolien van den Akker, pesquisadora do grupo Centerdata.

“Isso pode acontecer até quando você está saciado; quando suas reservas de energia estão cheias.”

Comer demais não é ruim, explica Van den Akker. Diferentemente do diagnóstico clínico de compulsão alimentar, em que quantidades muito grandes de comida são consumidas em um curto espaço de tempo, sendo geralmente associada a sentimentos de repulsa, culpa ou vergonha, comer demais pode ser visto simplesmente como um hábito que as pessoas não gostariam de ter.

Mulheres fazendo piquenique

Memória e desejo

Mas o desejo de comida adquirido também pode tornar muito difícil manter uma dieta bem-sucedida.

Quando aprendemos a associar as propriedades gratificantes dos alimentos, principalmente daqueles com alto teor de açúcar, a horários, cheiros, ambientes e comportamentos específicos, a memória dessa sensação é ativada e você começa ter desejo. Isso desencadeia não apenas respostas psicológicas, mas fisiológicas, como salivação.

Você pode ter ouvido falar no cão de Pavlov — experimento em que um sino é tocado na hora das refeições, para que o cachorro associe o som do sino à comida. Por fim, o animal acaba salivando só de ouvir o sino.

Os seres humanos não são muito mais sofisticados que os cães nesse sentido. Em outro experimento, os pesquisadores mostraram formas simples — círculos e quadrados — aos participantes. Quando a figura era um quadrado, eles recebiam um pedaço de chocolate e, a partir de então, começaram a ter vontade de comer chocolate sempre que viam um quadrado. Assim como os cães, os seres humanos podem ser condicionados a esperar alimentos com base em sugestões simples.

“Essas associações se desenvolvem rapidamente e mesmo com pequenas quantidades de chocolate, como de 1g a 2g”, diz Van den Akker.

“Parece bem fácil adquirir esses desejos, mas é difícil se livrar deles. Seu corpo se lembra daquele momento específico em que você comeu chocolate. O desejo pode facilmente se transformar em um desejo diário — mesmo após apenas quatro dias de repetição.”

Às vezes, até nosso humor pode se tornar um gatilho para o condicionamento. As pessoas geralmente relatam ter menos autocontrole se estiverem de mau humor ou cansadas.

“Nesse caso, as emoções podem se associar diretamente à comida saborosa, de modo que a emoção negativa pode desencadear o desejo”, acrescenta Van den Akker.

Mulheres comendo pizza

Mais social, mais comida

Em princípio, qualquer humor, mesmo positivo, pode se tornar um gatilho de desejo, desde que seja consistentemente seguido por comida. E tem sido mostrado reiteradamente que comemos mais quando estamos na companhia de amigos.

Mesmo quando você controla o consumo de álcool, em ocasiões especiais, seja pelo tempo que passamos à mesa e uma série de outros fatores, comemos mais quando estamos sendo sociais. Talvez porque o prazer das companhias ao nosso redor dificulte a concentração no controle de porções. Até pessoas sentadas em um laboratório com uma tigela de macarrão vão comer mais se tiverem um amigo para conversar.

Esse conhecimento também tem implicações na quebra de maus hábitos alimentares.

“Quando estamos tentando ajudar as pessoas a comer menos, focamos em “desaprender” os desejos de comida adquiridos. Aqui, também tentamos garantir que elas aprendam que comer algo bom uma vez não significa que se deve fazer o mesmo nos próximos dias também “, diz Van den Akker.

Isso é importante porque outros estudos mostram que quebrar um bom hábito alimentar uma única vez pode ser suficiente para ter uma recaída no mau hábito.

Talvez não seja surpresa, portanto, que sintamos fome depois de uma refeição farta com a família e os amigos. Sentimos fome no dia seguinte — ou até no mesmo dia mais tarde — não porque nosso estômago “aumentou”, mas porque nos acostumamos a comer excessivamente em ocasiões especiais.

Se nossos cérebros se deparam com todos os sinais – cheiros, sons, ambiente – associados a uma refeição farta no dia seguinte a um banquete, como no Natal, ele começa a nos preparar para a segunda rodada.

Três sinais de que você pode ter síndrome de burnout

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Na época, o termo era usado informalmente para descrever os efeitos colaterais do consumo destas substâncias, como um prejuízo às faculdades mentais, por exemplo.

No entanto, quando o psicólogo alemão-americano Herbert Freudenberger reconheceu o problema do esgotamento profissional na cidade de Nova York em 1974, em uma clínica para viciados e pessoas sem-teto, ele não estava pensando em usuários de drogas.

Os voluntários da clínica também estavam lutando contra um problema: a rotina de trabalho intensa levava muitos a se sentirem desmotivados e emocionalmente esgotados. Embora uma vez tivessem achado seus empregos gratificantes, eles estavam deprimidos e não davam aos seus pacientes a atenção devida.

Freudenberger definiu essa nova condição como um estado de exaustão causado pelo excesso de trabalho prolongado – e pegou emprestado o termo burnout para descrevê-lo.

Hoje, o esgotamento profissional é um fenômeno global. Neste ano, a condição foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma síndrome ocupacional “resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso”.

Segundo a OMS, esse tipo de esgotamento não é uma doença ou condição médica, mas um fator que influencia nossa saúde.

Há três elementos principais: sentimentos de exaustão, distanciamento mental do trabalho e pior desempenho profissional.

Mas, ao notar esses sinais, não espere estar totalmente esgotado para fazer algo a respeito – você não aguardaria para tratar qualquer outra doença até ser tarde demais.

Sentindo a exaustão

Então, como você pode saber se está quase – mas não completamente – esgotado?

“Muitos dos sinais e sintomas do pré-burnout são muito semelhantes à depressão”, diz Siobhán Murray, psicoterapeuta e autora de The Burnout Solution (A solução burnout, em tradução livre).

Murray sugere observar os maus hábitos, como o aumento do consumo de álcool, a dependência de açúcar ao longo do dia e um sentimento de cansaço que não desaparece.

“Mesmo que você durma bem, às 10h da manhã, você já está ansioso para ir dormir novamente. Ou não tem energia para se exercitar ou dar um passeio.”

Assim que começar a se sentir deste modo, Murray aconselha ir ao médico. É importante obter ajuda profissional para distinguir a síndrome de burnout da depressão, porque, embora existam muitas opções de tratamento para a depressão, o burnout é melhor combatido com mudanças no estilo de vida.

Mulher exausta no escritório

E como você pode saber se está realmente prestes a ficar esgotado ou se apenas está passando por um mês especialmente desafiador no trabalho?

“O estresse é importante, e a ansiedade é o que nos motiva a fazer o bem. Mas, quando estamos continuamente expostos ao estresse e à ansiedade, isso começa a se transformar em esgotamento”, diz Murray.

Pense em um grande projeto em que você está trabalhando. É normal sentir uma pontada de adrenalina quando você pensa sobre isso, e talvez seja algo que tenha mantido você acordado à noite.

Mas Murray diz que, se você ainda se sentir inquieto depois que terminá-lo, é hora de considerar se pode estar com síndrome de burnout.

Outro sinal clássico é o cinismo: sentir que seu trabalho tem pouco valor, evitar compromissos sociais e se tornar mais suscetível à decepção.

“Alguém à beira do esgotamento provavelmente começará a se sentir emocionalmente ou mentalmente distante, como se não tivesse a capacidade de se envolver tanto com as coisas comuns da vida”, diz Jacky Francis Walker, psicoterapeuta especializada em burnout.

Ela também diz que um sinal de esgotamento é a sensação inabalável de que a qualidade do seu trabalho está começando a cair.

“As pessoas dizem ‘mas este não sou eu’,’não sou assim’, ‘normalmente consigo fazer x, y e z’. Mas, obviamente, se estão em um estado de esgotamento físico, não estão em sua plena capacidade”, diz Walker.

Você também pode recorrer ao Maslach Burnout Inventory (MBI), um teste projetado para medir o esgotamento profissional ao avaliar coisas como exaustão, cinismo e como você pensa que está se saindo no trabalho.

Você está quase esgotado: e agora?

A única maneira de impedir o burnout – e bani-lo para sempre de sua vida – é atacar a origem do problema.

“O que você faz em sua vida que pode temporariamente ou permanentemente deixar de lado para se recuperar dos sinais físicos de esgotamento?”, diz Murray.

Homem em bar

Walker tem um programa de três etapas, que inclui descobrir por que há uma incompatibilidade entre o que uma pessoa pode oferecer e o que ela sente que está sendo solicitada a dar.

“Às vezes, uma pessoa sente a necessidade de ser perfeita demais, ou pode ter uma síndrome de impostor, em que acha que não é tão boa no que faz quanto os outros pensam e imagina que precisa trabalhar muito para tentar disfarçar isso.”

No entanto, o ambiente de trabalho pode ser o problema. De acordo com um estudo da Gallup em 2018 com 7,5 mil profissionais nos Estados Unidos, o esgotamento pode ocorrer devido a tratamentos injustos no emprego, uma sobrecarga de trabalho e uma falta de clareza sobre o papel que uma pessoa deve exercer.

Os trabalhadores também ficaram estressados com a falta de apoio de seus superiores e uma pressão irracional. “Outra questão pode ser que os valores da empresa estão seriamente em desacordo com os valores da pessoa, o que cria tensão e sensação de dissonância, porque esta pessoa faz algo em que não acredita”, diz Walker.

Em alguns casos, é possível resolver o problema fazendo algo gratificante fora do trabalho, mas, às vezes, é preciso fazer uma mudança mais radical, como trocar de empresa ou até mesmo de profissão.

Qualquer que seja a causa do seu esgotamento, a principal dica de Murray é ser gentil consigo mesmo. Segundo sua experiência, um dos principais fatores da epidemia de burnout é a cultura atual de querer fazer tudo ao mesmo tempo.

Muitas vezes, não é possível ter uma vida social saudável, realizar um grande projeto e cumprir todas as suas metas de condicionamento físico ao mesmo tempo. A especialista diz que é crucial priorizar e não esperar muito de si.

Quando alguém parece ser o pai perfeito, um ídolo do fitness e um ótimo amigo simultaneamente, provavelmente esta pessoa está enganando as outras – ou recebendo muita ajuda.

Então, se você acha que pode estar perto de se juntar ao clube do burnout, dê um passo para trás, descubra o que está acontecendo de errado – e seja menos duro consigo mesmo.

No AC, mãe ‘persegue’ carteiro por quase 7 km para pegar presente de Natal de filho

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O que você seria capaz de fazer para que seu filho não ficasse sem o presente neste Natal? A biomédica Andrezza Holanda se envolveu em uma corrida eletrizante, digna de roteiro de filme, para resgatar o presente do filho, de 9 anos.

Andrezza conta que dormia na manhã desta terça-feira (24), véspera de Natal, quando o carteiro passou na casa dela, no Conjunto Universitário I, em Rio Branco, para entregar a encomenda.

Quando acordou, a biomédica viu o papel da notificação que o carteiro deixou no portão. O presente, um mini drone, foi enviado pelo pai do garoto, que mora em Tabatinga (AM), com a recomendação de ser entregue no Natal. Foi aí que Andrezza entrou no carro e acelerou em busca do carteiro e do pacote.

Perseguição

Andrezza saiu do Conjunto Universitário I em busca do carteiro até o final do Universitário III. Depois, ela ainda teve que entrar na rodovia BR-364 até o Residencial Ipê, outro bairro da capital acreana. Todo o percurso tem uma distância de aproximadamente 7 quilômetros.

“Peguei meu carro e fui até o Conjunto Universitário III e não estava achando o carteiro. Parei e vi que o carteiro estava saindo de uma rua, então, comecei a buzinar e gritar e ele nem olhou. Ele saiu da casa e eu resolvi segui-lo”, relembrou.

Do Conjunto Universitário III, ela continuou seguindo o carro dos Correios dirigido pelo carteiro até o início do conjunto novamente.

A biomédica disse que mesmo fazendo sinais e gritando o carteiro não percebia. Ao chegar em um semáforo, a biomédica parou dois carros atrás do carteiro e sinalizou novamente para ele.

“Pensei: ‘Jesus, ele vai levar o presente para o depósito, não pode’. Fiquei com medo. Segui ele pela BR-364, o sinal abriu e o carteiro deu a seta para entrar no Residencial Ipê, aí imaginei que ia conseguir alcançá-lo. Fui na entrada do Ipê todinha tentando ultrapassar ele, mas não conseguia. Ele entrou no residencial e tive que descer do carro para falar com o porteiro do residencial”, contou.

G1 tentou contato com o coordenador Operacional do carteiro, para tentar descobrir a identidade e falar com ele, mas não obteve sucesso.

Garoto ganhou um mini drone do pai, que está trabalhando em Tabatinga, no Amazonas  — Foto: Andrezza Holanda/Arquivo pessoal

‘Comecei a chorar como uma louca’

Já desesperada, achando que não poderia entrar no residencial e perder o motorista de vista, Andrezza disse que desceu do carro chorando emocionada. Ela explicou a história para o porteiro do residencial, que a deixou entrar em busca do carteiro.

“Encontrei ele em uma rua, saí seguindo de novo até parar, quando parou, desci do carro e já comecei a chorar como uma louca. Entreguei o papel para ele, perguntei se tinha sido ele que tinha ido deixar uma encomenda na minha casa e disse: ‘calma, senhora’. Confirmou que tinha sido ele, falei que precisava do presente. Estava em desespero”, acrescentou.

A aventura de Andrezza acabou com final feliz. Após conversar com o carteiro e explicar a situação, o homem pegou o pacote, entregou o comprovante para a mãe e ela voltou para casa com o presente do filho.

“Pedi para tirar uma foto e mostrar para o meu filho o que a mamãe passou. Peguei o presente e voltei para casa chorando”, confessou.

A história de Andrezza viralizou nas redes sociais em uma postagem que ela publicou. Ela contou todo percurso, o nervosismo, e o medo que ficou de não conseguir entregar o presente do filho no Natal.

A biomédica disse que os dois filhos mais velhos, de 5 e 9 anos, passaram a véspera de Natal com a avó paterna, mas que o presente vai ser entregue quando eles retornarem para casa, nesta quarta (25).

“Valeu muita a pena. É uma ansiedade, porque eu estava esperando. Meu outro filho, de 5 anos, também estava ansioso e o presente chegou antes do Natal. Ontem [terça, 24] ele [filho de 9 anos] ligou perguntando se o drone tinha chegado e eu disse que não, mas ainda bem que deu certo”, concluiu.

Em mensagem de Natal, presidente afirma que Brasil mudou

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Às vésperas do Natal, o presidente da República, Jair Bolsonaro, e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, falaram em cadeia nacional de rádio e televisão. No pronunciamento, o presidente destacou que 2019 foi um ano muito especial e de conquistas.

“A esperança voltou no Brasil. Temos muito que agradecer, em especial, à grande parte da população brasileira que me deu a missão de ser presidente dessa nação. Tenho que agradecer a Deus que me deu uma segunda vida e tive a possibilidade ímpar de escolher 22 ministros pelo critério técnico e compromissados com o futuro do Brasil”, afirmou.

Bolsonaro disse que, quando assumiu a presidência, havia no país uma crise ética, moral e econômica. Mas que, agora, o cenário é diferente. “O Governo mudou. Hoje, temos um presidente que: valoriza a família, respeita a vontade do seu povo, honra seus militares, acredita em Deus”.

O presidente destacou, ainda, os números positivos da economia, a queda dos índices de criminalidade, o aumento significativo no número de turistas, o 13º salário do Bolsa Família, o sucesso do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e do agronegócio, a lei da liberdade econômica e as obras feitas pelos batalhões de engenharia do Exército.

A primeira-dama desejou a todos um Natal abençoado e um feliz 2020. “Que possamos juntos, com muito amor e dedicação, construir um Brasil mais justo, mais inclusivo e mais solidário para todos”.

 

Prazo de livre troca para saque-aniversário do FGTS acaba dia 31

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A livre possibilidade de o trabalhador trocar de modalidades de saques do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) acabará no fim do ano. Até 31 de dezembro, será possível trocar livremente entre o saque-aniversário, retirada anual de parte do saldo no aniversário do trabalhador, e o saque-rescisão, pago somente em demissão sem justa causa.

A partir de 1º de janeiro, o trabalhador continua podendo aderir ao saque-aniversário. No entanto, quem tiver feito a escolha terá de esperar pelo menos dois anos para voltar ao saque-rescisão.

A adesão ao saque-aniversário está liberada desde 1º de outubro. Para escolher a modalidade, o beneficiário deve entrar na seção “saque-aniversário”, na página do FGTS na internet, ou usar o aplicativo FGTS, disponível para smartphones e tablets dos sistemas Android e iOS e para computadores com o sistema Windows.

Calendário

Ao optar pelo saque-aniversário, o trabalhador deverá escolher a data em que deseja que o valor esteja disponível: 1º ou 10º dia do mês de aniversário. Quem escolher o 10º dia retirará o dinheiro com juros e atualização monetária sobre o mês do saque. Em 2020, o saque-aniversário será de abril a junho para os trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro, de maio a junho para os nascidos em março e abril e de junho a agosto para os nascidos em maio e junho.

A partir de agosto, a retirada ocorrerá no mês de aniversário até dois meses depois. De 2021 em diante, as retiradas sempre ocorrerão no mês de nascimento do trabalhador, até dois meses depois. Caso o beneficiário não faça o saque no período permitido, o dinheiro volta para a conta do FGTS.

Valores

O trabalhador que aderir ao saque-aniversário poderá sacar um percentual do saldo de todas as contas do FGTS, ativas e inativas, em seu nome. Além do percentual, ele receberá um adicional fixo, conforme o saldo da conta. O valor a ser sacado varia de 50% do saldo sem parcela adicional para contas de até R$ 500 a 5% do saldo e adicional de R$ 2,9 mil para contas com mais de R$ 20 mil.

Em troca de retirar uma parcela do FGTS a cada ano, o trabalhador deixará de receber o valor depositado pela empresa caso seja demitido sem justa causa. O pagamento da multa de 40% nessas situações está mantido. As demais possibilidades de saque do FGTS – como compra de imóveis, aposentadoria e doenças graves – não são afetadas pelo saque-aniversário.

Saque imediato

O saque-aniversário não está relacionado ao saque imediato, que prevê a retirada de até R$ 998 do FGTS de todas as contas ativas e inativas. Quem não retirou o dinheiro nessa modalidade ao longo dos últimos meses ainda poderá fazer o saque até 31 de março. Depois disso, o dinheiro retornará para a conta do FGTS.

Bancos funcionam hoje e fecham nos dias 31 e 1º

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As agências bancárias abrem normalmente hoje (26), após o atendimento em horário especial na véspera do Natal. O último dia útil do ano para atendimento ao público, com expediente normal para a realização de todas as operações bancárias, será 30 de dezembro. No dia 31 (terça-feira), as instituições financeiras não abrem para atendimento. A informação é da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

A Febraban lembra que as agências bancárias não funcionam em feriados oficiais, sejam eles municipais, estaduais ou federais. Dessa forma, os bancos não funcionaram no Natal (25) e não abrirão no dia da Confraternização Universal (1º de janeiro).

A federação orienta a população a utilizar os canais alternativos de atendimento bancário para fazer transações financeiras, como mobile e internet banking, caixas eletrônicos, banco por telefone e correspondentes.

Os carnês e contas de consumo (como água, energia e telefone) vencidos no feriado poderão ser pagos, sem acréscimo, no dia útil seguinte. Normalmente, os tributos já estão com as datas ajustadas ao calendário de feriados, sejam federais, estaduais ou municipais.

Os clientes também podem agendar os pagamentos das contas de consumo ou pagá-las (as que têm código de barras) nos próprios caixas automáticos. Já os boletos bancários de clientes cadastrados, como sacados eletrônicos, poderão ser agendados ou pagos por meio do DDA (Débito Direto Autorizado).

Weintraub republica postagem chamando Bolsonaro de traidor, apaga e diz que foi um erro

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BRASÍLIA – O ministro da Educação, Abraham Weintraub, compartilhou uma postagem de um youtuber conservador que chama o presidente Jair Bolsonaro de traidor por não ter vetado, como queria o ministro da Justiça, Sérgio Moro, a criação do “juiz de garantias” ao sancionar o pacote anticrime. Após a publicação, Weintraub apagou a mensagem alegando ter se enganado.

“Estou em viagem, em um navio, com internet intermitente. Fico horas sem internet. Dei RT sem querer em um post. Evidentemente que foi um erro”, afirmou o ministro.

Weintraub republicou uma postagem do youtuber Nando Moura que ficou conhecido nas redes por defender a pauta conservadora e ser um dos perfis mais influentes dentro da rede de apoio ao presidente no mundo virtual. Pelo Twitter, Moura afirmou que Bolsonaro, ao sancionar a emenda, “traiu não só o ministro Sérgio Moro mas todo o povo brasileiro”.

“Não existe mais nenhuma justiça neste país”, disse o youtuber. A postagem de Nando Moura foi uma das mais republicadas no dia e hastag #BolsonaroTraidor ficou entre os principais assuntos do Twitter.

Ainda nas redes sociais, o irmão do ministro, Arthur Weintraub, assessor especial do presidente, tentou explicar a situação. Confira o tuíte abaixo:

 

OMS alerta para ondas de calor nos países da América do Sul

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta para que os países da América do Sul se prepararem para ondas de calor, com possíveis impactos na saúde da população local.

As ondas de calor na região, segundo a OMS, têm potencial para reduzir a disponibilidade de água, aumentar o risco de incêndios florestais e provocar perdas na agricultura. Há ainda a possibilidade de interrupção de energia elétrica, o que pode prejudicar vários serviços.

De acordo com a OMS, 24 países do continente americano, entre eles o Brasil, foram afetados por ondas de calor nos últimos 12 meses.

A Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) divulgou um guia de contingência indicando que os países fortaleçam a vigilância para mortalidades associadas ao calor e melhorem qualidade dos serviços públicos.

As mortes provocas pelas ondas de calor ocorrem, sobretudo, pelo agravamento e doenças infecciosas ou crônicas – como cardiopulmonares, renais, endócrinas e psiquiátricas.

Para 2020, os meteorologistas consultados pelo G1 esperam um verão chuvoso em quase todas as regiões do Brasil. As temperaturas devem ficar dentro da média para a estação. Em 2019, a estação foi a 5ª mais quente da história em São Paulo.

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