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domingo, abril 19, 2026
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ENDIVIDADA, NELMA KODAMA FARÁ BAZAR DE PEÇAS DAS GRIFES MAIS CARAS DO MUNDO

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A doleira Nelma Kodama, de 52 anos, foi a primeira delatora da Operação Lava Jato.  Depois de cumprir cinco anos de pena por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa — entre o regime fechado e domiciliar —, ela se livrou em agosto da tornozeleira eletrônica que usou por três anos. Mas hoje, a doleira que costumava movimentar em um único mês cerca de US$ 200 milhões sem qualquer documentação — uma das razões pelas quais foi presa e condenada —, não consegue sequer abrir uma conta-corrente ou ter um cartão de crédito. E ainda deve muito à Justiça: cerca de R$ 100 milhões.

Nelma recebeu a reportagem de ÉPOCA em seu apartamento. Da vida de rica, mantém o closet de 50 metros quadrados. Nele, há mais de 500 peças das grifes mais caras do mundo: Chanel, Lanvin, Louis Vuitton, Prada, Hermès, Cartier, Gucci etc. São vestidos, sapatos, bolsas, chapéus, calças, casacos e, principalmente, joias. Sem a renda ilegal de outrora, a doleira resolveu fazer um bazar para liquidar tudo e conseguir dinheiro. Está catalogando os preços e promete descontos “irresistíveis”.

No início, disse ter cogitado doar parte da renda para uma entidade filantrópica. Hoje, com os credores batendo a sua porta, ela assume que vai doar tudo para sua conta bancária — ou para o próprio bolso, já que os bancos lhe viraram as costas.

Uma das estrelas do bazar é o lustre italiano da sala de jantar, da marca La Murrina, feito de pérolas de cristais de Murano talhadas à mão e revestidas com platina. Foi comprado por R$ 200 mil. A doleira queria revendê-lo por R$ 150 mil. Mas disse que, quem chegar com R$ 30 mil em dinheiro vivo, leva. No saldão, há um vestido Chanel vermelho por R$ 10 mil e uma infinidade de bolsas com preço inicial de R$ 5 mil. Com lábia de vendedora, a doleira disse que as roupas foram usadas poucas vezes, já que passou um bom tempo privada de liberdade.

Servidores do Ipem Rondônia recebem qualificação em Metrologia com instrutores do Piauí

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Seguindo os ideais propostos pelo governo Marcos Rocha, de capacitar os servidores públicos do estado e melhorar o serviço ofertado, o Instituto de Pesos e Medidas de Rondônia (Ipem/RO) encerra esta semana o “Curso de Qualificação do Servidor em Metrologia”. A capacitação está sendo aplicada pelo Ipem do estado do Piauí e teve início no dia 9 deste mês e encerra nesta sexta-feira (20).

A instrutora e gerente de fiscalização do Ipem Piauí, Maria José da Silva Souza, explica que o curso está sendo aplicado através de aulas teóricas e práticas, durante toda a semana, de forma que ao final da capacitação o servidor tenha atualizado os conhecimentos.

“Nós observamos que Rondônia tem uma frota grande de veículos que trabalham com o transporte de cargas e passageiros. Estamos focando nesse ponto, além dos treinamentos com bombas medidoras, balanças, entre outras ferramentas. É um treinamento de grande importância para todos e temos uma aceitação de 100% dos servidores”, destacou a gerente.

Os servidores estão indo a campo e juntamente com os instrutores realizando o trabalho de fiscalização, como, por exemplo, nos postos de combustíveis, para verificar se a quantidade de combustível registrada no momento do abastecimento é a mesma recebida pelo tanque do veículo dos consumidores.

“Essa capacitação nos atualizou e trouxe novos conhecimentos. Melhoramos o que já sabíamos das leis que regem nossos serviços, e estamos ainda mais preparados para oferecer um ótimo serviço à população”, avaliou Gleyson Matos, servidor público.

MAIS CAPACITAÇÕES

Segundo o presidente do Ipem de Rondônia, Aziz Rahal Neto, o caminho para ofertar um serviço de qualidade é investir em capacitações. Por isso, segundo ele, ainda este mês, os servidores vão receber mais um treinamento, dessa vez com foco na segurança do trabalho.

“Nós realizamos algumas visitas ao Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), e também ao Ipem Piauí, e em conversa com o presidente Maycon Danilo, vimos a possibilidade de trazer essas atualizações que são de grande importância para Rondônia”, ressaltou Aziz.

SOBRE O IPEM

O Instituto de Pesos e Medidas de Rondônia (Ipem/RO) atua na fiscalização de instrumentos e processos de medição, e na avaliação da conformidade de produtos, avaliações em balanças, medidores de velocidade, bombas de combustível, comércios, roupas, entre outros itens.

Bolsonaristas x Lavajatistas

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A história começou sob o signo da parceria. Aproveitando-se dos estragos provocados pela Lava-­Jato nos maiores partidos políticos do país, Jair Bolsonaro empunhou a bandeira do combate à corrupção na campanha presidencial. Vencedor da eleição, convidou o então juiz Sergio Moro, símbolo da operação, para comandar o Ministério da Justiça e da Segurança Pública. Com o gesto, o presidente eleito agradou a uma fatia importante do eleitorado e, assim, investiu pesado na própria popularidade. Já Moro, ao aceitar o convite, alegou ter condições de — com a máquina federal nas mãos — ampliar o cerco contra o crime organizado e as quadrilhas de colarinho-­branco. Pelo roteiro traçado, os dois personagens manteriam uma relação de perfeita simbiose. Um fortaleceria o outro. Depois de oito meses de governo, algo fugiu do script, e imperam os atritos, as intrigas e as disputas pelo controle de cargos estratégicos. O motivo é simples: Bolsonaro acha que ele e Moro juntos são imbatíveis nas urnas, mas teme que o ministro, mais popular que o presidente, lance candidatura própria ao Palácio do Planalto em 2022. Por isso a história agora se desenrola sob o signo da desconfiança.

Conhecido por enxergar adversários e conspiradores em todos os cantos, Bolsonaro tem razão para estar preocupado. Pela primeira vez desde que assumiu o mandato, sua base de apoio rachou. De um lado está o bolsonarismo puro, que prega a defesa cega do presidente acima de qualquer coisa, sejam projetos prioritários, sejam bandeiras de campanha. De outro perfilam-se os lavajatistas, para quem o combate à corrupção é mais importante que a figura do presidente. A cizânia ficou explícita em razão da proposta de criação da chamada CPI da Lava-Toga, destinada a investigar o Poder Judiciário. Sob a batuta do guru Olavo de Carvalho, os bolsonaristas puros passaram a pregar contra a CPI, alegando que a comissão poderia prejudicar a governabilidade e a relação entre o Executivo e o Judiciário. “Vamos combater a corrupção? Não. Vamos combater primeiro o comunismo, seus idiotas”, disparou Olavo de Carvalho, com seu estilo habitual, num vídeo divulgado na internet. E acrescentou: “O que tem de fazer agora não é ficar cobrando o Bolsonaro. Você tem de se organizar para apoiá-­lo. A coisa mais urgente no Brasil é uma militância bolsonarista organizada”.

Na política, assim como nos casamentos e nas relações humanas, nenhuma aliança é rompida do dia para a noite. Trata-se de um processo longo, lento, com idas e vindas, que pode até ser revertido, mas na maioria das vezes desemboca num desfecho previsível. O que impulsiona esse desgaste é a diferença de estilos, a famosa incompatibilidade de gênios, e de objetivos. No caso de Bolsonaro e Moro, a origem da discórdia foi a tentativa de blindagem em relação aos problemas do senador Flávio Bolsonaro com assessores e movimentações financeiras. Desde o início do caso, o presidente esperava um gesto público de Moro em solidariedade ao senador, o que nunca aconteceu. Com o desenrolar dos movimentos jurídicos, Bolsonaro ficou ainda mais contrariado ao saber que Moro foi ao presidente do STF, ministro Dias Toffoli, pedir que o plenário do tribunal julgasse logo a liminar que suspendeu todas as investigações criminais que usam, sem autorização judicial prévia, dados detalhados de órgãos de controle, como o antigo Coaf. O mais notório beneficiado pela liminar de Toffoli foi exatamente Flávio Bolsonaro. O mal-­estar entre chefe e subordinado nessa questão de interesse familiar, tema muito caro ao presidente, deflagrou uma série de decisões administrativas, todas destinadas a fortalecer o clã Bolsonaro e enfraquecer Moro. Com o aval do presidente, o Congresso tirou o antigo Coaf do guarda-chuva do Ministério da Justiça. Rebatizado de Unidade de Inteligência Financeira, o órgão está vinculado agora ao Banco Central. Moro também foi ignorado na escolha do novo procurador-geral da República. Desde o início do governo, ele vinha sendo aconselhado a mapear possíveis candidatos para o cargo, conversar com os postulantes e apresentar ao presidente os melhores nomes. O ministro tinha preferência pública por Vladimir Aras, que atuou na área de cooperação internacional da Lava-­Jato, mas disse que aguardaria a formação da lista tríplice elaborada pelos procuradores para conversar com Bolsonaro. O ex-juiz acreditava que teria papel decisivo na indicação e chegou a afirmar reservadamente que o provável PGR, Augusto Aras, não era um bom nome. O presidente, como se sabe, ignorou solenemente sua opinião.

Nos casamentos em crise, o comportamento em público muitas vezes busca esconder os problemas sérios que ocorrem na intimidade. Na política, admitem-se também essas relações de conveniência, pois pega mal lavar a roupa suja diante dos outros. Enquanto o embate entre bolsonaristas puros e lavajatistas se desenrola, Bolsonaro e Moro se empenham em demonstrar harmonia quando estão sob os holofotes. O presidente levou o ministro para assistir a um jogo do Flamengo em Brasília e ainda fez o subordinado, torcedor do Athletico Paranaense, vestir uma camisa do rubro-­negro carioca. No último dia 15, foi a vez de Moro forçar a barra ao visitar Bolsonaro no hospital em que ele se recuperava de uma cirurgia de hérnia. O presidente havia proibido visitas de auxiliares. Moro insistiu. Foi então que a esposa do ministro, a advogada Rosângela Moro, entrou em contato com a primeira-dama Michelle Bolsonaro, que derrubou a resistência à cortesia. O encontro entre os quatro foi registrado numa foto, divulgada tanto pelo ministro como pelo presidente em suas respectivas redes sociais. “Visita ao sr. presidente e à sra. primeira-dama. Conversa agradável. Presidente recupera-se muito bem. O homem é forte”, escreveu o titular da Justiça.

Hoje a dupla vive uma relação de interdependência compulsória, tal qual o casamento em que as partes não se separam porque a situação financeira ficaria insustentável. O presidente até gostaria de demitir Moro, mas perderia uma base importante de apoio num momento em que sua popularidade vem diminuindo. Segundo pesquisa Datafolha, a aprovação a Bolsonaro caiu de 33% para 29% entre julho e agosto, enquanto a reprovação aumentou de 33% para 38%. No mesmo período, a aprovação de Moro passou de 52% para 51% e a reprovação, de 20% para 19%. A popularidade de Moro é apenas uma das razões pelas quais a demissão do ministro está, por enquanto, fora de cogitação. As outras são o temor do presidente de perder de vez o apoio dos lavajatistas e de a opinião pública chegar à conclusão de que Bolsonaro mentiu durante a campanha ao prometer o combate à corrupção. Até aqui, as pesquisas internas do Planalto mostram que os eleitores ainda acreditam que essa é uma das bandeiras do presidente. “A ideologia anticorrupção foi um dos motores que derrubaram parcelas importantes do PT e da chamada velha política. Quando o clã Bolsonaro e nacos do PSL começam a tentar se proteger politicamente de acusações de corrupção, minando a Lava-Jato, isso pode trazer consequências eleitorais”, diz a cientista política San Romanelli Assumpção, professora da Uerj.

Embora conte com o forte cacife da popularidade, Moro pode perder todas as fichas que apostou ao deixar a posição consolidada de chefão da Lava-­Jato para investir no pantanoso terreno da política. O risco da ida para Brasília seria compensado por uma cadeira no STF, seu grande sonho de consumo. Mas o negócio ficou mais distante com a revelação de graves problemas de conduta em sua época de juiz nas mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil e reproduzidas por outros veículos, a exemplo de VEJA. Sem essa perspectiva, mas com o ibope ainda em um patamar muito bom, avaliam os bolsonaristas, o ex-juiz deve se entregar de corpo e alma à política. Para Moro, é a alternativa que resta no momento.

Por isso, apesar de todas as divergências, Bolsonaro prefere ter o ministro da Justiça a seu lado até quando for possível, quem sabe até 2022. Melhor tê-lo por perto do que se arriscar a ver Moro deixar o governo e se lançar candidato. Para o próximo pleito presidencial, uma alternativa considerada ideal pelos bolsonaristas é rifar o general Hamilton Mourão, que já foi acusado de conspirar contra o governo, e colocar Moro como vice na chapa à reeleição. A avaliação é que ela seria imbatível. O problema é conciliar duas agendas tão diferentes. Bolsonaro cobra uma lealdade cega de todos os seus comandados. Quem não segue sua cartilha simplesmente é descartado — basta lembrar os casos de Gustavo Bebianno e do general Santos Cruz. Ambos caíram porque não seguiram a regra de apoio incondicional ao capitão e a seus filhos influentes e complicados. Para Moro, firmar um pacto de sangue com o bolsonarismo pode significar fazer vistas grossas a episódios como o de Fabrício Queiroz e as célebres rachadinhas dentro do gabinete de Flávio Bolsonaro. Seria o passo em falso para enterrar de vez o prestígio já arranhado do herói nacional da luta contra a corrupção.

Sem ter muito para onde ir, o melhor para Moro é jogar o problema para a frente e tatear apoios e possibilidades aos poucos. Em uma entrevista recente, Bolsonaro disse que Moro era ingênuo ao chegar a Brasília. Era e ainda é, ressaltou. Os auxiliares do ministro concordam com esse diagnóstico, mas observam que o chefe aprende rápido. A VEJA, eles disseram que Moro já aprendeu, por exemplo, a mapear os movimentos políticos, registrando quem são seus adversários. A lista é extensa. Nela, destacam-se Dias Toffoli e os chamados ministros garantistas do STF, como Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, que são contra pilares da Lava-Jato, como as prisões preventivas alongadas e a execução da pena após condenação em segunda instância. Para Moro, foi Dias Toffoli quem levou ao conhecimento de Bolsonaro seu pedido para que julgasse a liminar que suspendeu as investigações criminais abertas com base em dados completos de órgãos de controle.

Os filhos mais velhos do presidente (e aí mora o perigo para o ex-juiz) também estão no rol dos oponentes. O senador Flávio e o vereador Carlos Bolsonaro, segundo interlocutores de Moro, sempre falaram mal do ministro para o pai. Os dois teriam o costume de dizer que Moro é arrogante, “se acha” e não defende o governo quando deve. Flávio e Carlos, como alguns ministros palacianos, esgrimem a tese de que Moro trairá Bolsonaro e sairá candidato em 2022. Outra autoridade que atuaria nos bastidores contra o ministro, conforme relatos de seus auxiliares, seria o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Como evidência disso, citam a tentativa de criação da CPI da Vaza-Jato, com o objetivo de investigar o conluio do então juiz Moro com procuradores da força-tarefa de Curitiba. O ministro, que não quer por motivos óbvios a instalação da CPI, acha que Maia deixa o caso em banho-maria, sem arquivá-lo definitivamente, como forma de desgastá-lo. Ou pressioná-lo.

A disputa entre bolsonaristas e lavajatistas é a primeira desavença séria do mais novo capítulo da história política do país. Durante duas décadas, o Brasil conviveu com apenas dois projetos sólidos de poder: o dos tucanos, que governaram entre 1995 e 2002, e o dos petistas, que exerceram o poder entre 2003 e 2016. A eleição de 2018 consagrou um novo fenômeno, o bolsonarismo, que conquistou a Presidência da República e impulsionou uma onda conservadora nos governos estaduais e nas duas Casas do Congresso. A Lava-Jato foi um fator decisivo nesse processo, revelando os casos de corrupção que implodiram primeiro o PT, depois o PSDB. Foi ela que pavimentou o caminho para a vitória de um outsider como Bolsonaro.

Mas o fato é que o lavajatismo tem características diferentes das do bolsonarismo. No seu estado mais puro, ele se resume a um combate incansável à corrupção, de todos os partidos. O bolsonarismo, além de propor uma agenda mais liberal na economia, quer mudar os costumes, baseado em valores evangélicos. É contra o aborto, o casamento gay e outras liberdades individuais. Em relação à batalha contra a corrupção, ambos concordam, até o momento, que as denúncias batem à porta da família do presidente. Aí começam os problemas — e as divisões.

Tudo fica maior, evidentemente, quando de forma prematura o ocupante do Palácio do Planalto passa a mirar, a três anos do pleito, a eleição de 2022. Bolsonaro, que dizia não querer disputar um novo mandato, volta-se contra todos que demonstram o desejo de chegar à Presidência. Por enquanto, são poucos os pré-candidatos especulados — caso dos governadores João Doria, de São Paulo, e Wilson Witzel, do Rio, que fizeram campanha para Bolsonaro em 2018. Tão logo os dois deixaram claras suas ambições, o presidente passou a atacá-­los. Bolsonaro disse que Doria mamou nas tetas do governo do PT por ter comprado um jatinho com financiamento do BNDES. Já Flávio Bolsonaro exortou o PSL a deixar a base de apoio de Witzel. Os governadores agora são considerados traidores — e o presidente costuma ser implacável com quem ele considera desleal. Moro ainda não é enquadrado nessa categoria, mas é certo que, se se decidir pela própria candidatura presidencial, passará imediatamente à condição de inimigo. A VEJA, o líder do PSL na Câmara, deputado Delegado Waldir, fez o seguinte diagnóstico: “O Moro tem uma bancada maior que a do governo. Ele tem mais credibilidade que o presidente porque é um herói nacional. Colocou na cadeia um presidente da República, governadores, parlamentares e os maiores empresários do país. O presidente é um fenômeno eleitoral e político, mas ele vai ter de construir esse papel de herói. O Moro já tem um trabalho mostrado”. O capitão sabe do potencial de estrago se decidir transformá-lo de vez em inimigo. A exemplo das vésperas das grandes batalhas, bolsonaristas e lavajatistas fazem no momento um jogo tático, tentando antecipar os movimentos do adversário. A grande batalha pode começar a qualquer momento.


SIMBIOSE IMPERFEITA

Em oito meses de governo, o presidente Bolsonaro e o ministro Sergio Moro acumularam atritos que alimentaram muitas especulações e intrigas e também deixaram claro que, por enquanto, um ainda depende muito do outro

Lava-Toga
Moro nunca se posicionou claramente sobre a possibilidade de uma CPI para investigar supostas irregularidades cometidas por ministros de tribunais superiores, o que é interpretado como um aceno de apoio. Bolsonaro é contra a instalação da CPI por considerá-la um fator de instabilidade na relação com o Judiciário

O cerco ao amigo
Aliado de Bolsonaro, o deputado Hélio Negão foi envolvido numa investigação conduzida pela Polícia Federal no Rio de Janeiro. Ao saber que se tratava de um homônimo do parlamentar, o presidente interpretou a ação como um complô para atingi-lo. Bolsonaro instou Moro a demitir o diretor-geral da PF. Já o ministro determinou a abertura de investigação para apurar responsabilidades. O superintendente da PF no Rio foi substituído

Derrota no Congresso
No seu projeto de combate ao crime organizado e à corrupção, Moro considerava o Coaf, órgão de inteligência financeira, fundamental para sedimentar o trabalho de investigação. O Congresso, porém, retirou o Coaf da Justiça. O ministro viu no ato uma maneira de enfraquecê-lo politicamente e detectou a falta de esforço do governo para evitar a mudança

Caso Queiroz
O presidente queixa-se de que Moro nunca defendeu publicamente o senador Flávio Bolsonaro, suspeito de recolher parte do salário de seus funcionários quando era deputado na Assembleia Legislativa do Rio. Bolsonaro ficou irritadíssimo ao saber que o ministro estivera com Dias Toffoli, presidente do STF, e lhe pedira que acelerasse o julgamento de uma decisão que contrariava os interesses de seu filho Zero Um

Poder reduzido
Nas últimas semanas, espalhou-se no governo a versão de que o Ministério da Justiça seria dividido em dois. Na nova configuração, Moro ficaria apenas com a parte administrativa, o que esvaziaria completamente suas funções. A ideia, segundo assessores do ministro, estaria sendo disseminada por um militar de alta patente com acesso ao Planalto

Armas
Bolsonaro defendeu a ampliação do porte de armas a diversas categorias profissionais. Em um parecer encaminhado à Casa Civil, Moro considerou que não havia base legal para sustentar a medida. Recebeu o recado de que a extensão do porte era uma ordem do presidente e teve de recuar. O decreto acabou revogado por pressão do Congresso

Ministério Público
Pela natureza do cargo, é natural que o ministro da Justiça seja ouvido sobre a escolha do futuro procurador-geral da República. Bolsonaro indicou Augusto Aras sem consultar Moro, que tinha um candidato que nem sequer entrou na lista de nomes analisados pelo presidente

Atentado a faca
Bolsonaro acredita que o atentado a faca contra ele durante as eleições foi parte de uma conspiração política e acusa a Polícia Federal de não ter se empenhado o suficiente para desvendar a trama. Até agora a PF concluiu que o criminoso agiu sozinho

Com reportagem de Marcela Mattos e Nonato Viegas

Publicado em VEJA de 25 de setembro de 2019, edição nº 2653

Prefeitura convoca beneficiários do Bolsa Família que não realizaram o saque do benefício junho 2019

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Benefícios podem ser sacados até 30 de setembro de 2019

A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), convoca mais de 300 beneficiários do Bolsa Família que não realizaram o saque do benefício do mês de junho de 2019. Caso esses benefícios liberados do mês de junho/2019 não sejam sacados até o dia 30 DE SETEMBRO DE 2019 serão devolvidos para o Governo Federal. Procure a Central do Cadastro Único ou os Cras.

Confira a listagem dos beneficiários que ainda não receberam

O Programa Bolsa Família (PBF) é um programa que transfere renda diretamente para as famílias como forma de garantir o direito humano a alimentação adequada, à educação e a saúde. O bolsa família incentiva a educação das criança e dos adolescentes do programa e melhoria da saúde das crianças, das mulheres grávidas e mães que estão amamentando.

Endereços dos CRAS:

CENTRAL CADASTRO ÚNICO
Rua: Quintino Bocaiúva,1424, bairro Olaria.

CRAS ELIZABETH PARANHOS
Endereço: Rua Marechal Deodoro, nº 1828, bairro Centro, zonas Norte e Oeste. Tel: 98473-4881

CRAS BETINHO
Endereço: Rua União, nº 2103, bairro São Francisco, zona Leste, Tel: 98473-6269.

CRAS DONA COTINHA
Endereço: Rua Samaumeira, nº 3238, bairro Eletronorte, zona Sul, Tel: 98473-6030

CRAS IRMÃ DOROTHY
Endereço: Rua A Esquina com Avenida Amazonas, S/ N, bairro Socialista, perto Prédios Minha Casa Minha Vida, zona Leste. TEL: 98473-4364.

CRAS PAULO FREYRE
Endereço: Av: Amazonas,3660, Agenor de Carvalho, zona: Leste, Tel: 98473-6076.

CRAS TEODORO CROMMO
Distrito de Jaci Paraná, Tel: 3236-6178

Comdecom

Profissionais de enfermagem fazem protesto na frente do Hospital João Paulo II, em RO

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Os profissionais da área de enfermagem realizaram um protesto, na manhã desta sexta-feira (20), na frente do pronto-socorro do Hospital João Paulo II em Porto Velho. O manifesto, que fechou uma faixa da Avenida Campos Sales, começou por volta de 8h (local) e reuniu dezenas de trabalhadores.

A categoria, composta por técnicos, auxiliares e enfermeiros, reivindica o possível aumento no número de plantões. Atualmente os profissionais tiram de 12 a 13 plantões por mês. Porém, com a nova decisão do Estado, passariam a tirar de 14 a 15 plantões por mês, com 40 horas semanais.

No protesto desta sexta-feira, os trabalhadores usaram faixas pedindo a “regulamentação dos turnos ininterruptos “. Durante o manifesto, o trânsito na região do hospital ficou congestionado.

À Rede Amazônica, os manifestantes dizem que a escala atual de plantões exigida pelo governo, de 40 horas, já são cumpridas e que eles trabalham sem pausa para descanso.

“Nós não temos horário de repouso ou almoço. Nós vamos almoçar, engolimos a comida e já voltamos para atender o paciente”, diz Wanderley, técnico de enfermagem do Hospital João Paulo II.

Na última terça-feira (17), os profissionais de enfermagem já tinham realizado um protesto na frente do Hospital João Paulo II.

Quais os direitos de quem sofre acidente de trabalho?

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São Paulo – O acidente de trabalho pode gerar três consequências distintas para o empregado acidentado. A primeira é o seu afastamento provisório ou permanente do serviço, com o recebimento do auxílio-doença acidentário. Para o recebimento desse benefício previdenciário pelo INSS, não importa de quem tenha sido a culpa pelo acidente.

Outra consequência é a estabilidade no emprego. O empregado que sofre acidente do trabalho e recebe o auxílio-doença tem estabilidade no emprego por um ano a contar de seu retorno ao serviço. Assim, a estabilidade depende de dois fatores: ocorrência de um acidente do trabalho e recebimento de auxílio-doença acidentário pelo INSS.

Além disso, o acidente do trabalho pode gerar o direito a uma indenização, que pode ser tanto patrimonial quanto extrapatrimonial. A primeira busca reparar todos os prejuízos econômicos que o trabalhador sofreu com o acidente. A outra tem a finalidade de compensar economicamente o trabalhador por danos de ordem moral, como, por exemplo, o sofrimento psicológico gerado pelo acidente.

Para que a indenização seja devida, como regra geral, não basta a incidência de um acidente do trabalho. Também é necessário que a empresa ou quem deu causa a este tenha agido com a intenção de provocá-lo ou tenha agido com culpa, ou seja, procedeu de forma imprudente, negligente ou sem a técnica indispensável para a atividade que realizava.

Dessa forma, se o empregador não agiu com a intenção de provocar o acidente ou de modo culposo, em princípio, não há direito a receber nenhuma indenização a ser paga pela empresa.

 

PSL em São Paulo dá calote em multa para Fundo Partidário

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O diretório estadual do PSL em São Paulo deixou de pagar quatro parcelas de uma multa destinada ao Fundo Partidário por irregularidades verificadas na prestação de contas de 2013. O Tribunal Regional Eleitoral de SP havia determinado o pagamento, ao fundo, de 136.361 reais pela utilização de recursos de origem não identificada.

A legenda chegou a conseguir que a dívida fosse parcelada em cinco anos, mas só pagou os dois primeiros meses. Com o calote, o desembargador Cauduro Padin suspendeu o benefício — cabe recurso. A falta de três pagamentos foi identificada em julho e o magistrado deu prazo para a quitação das parcelas em atraso até agosto, o que não aconteceu. A reportagem apurou que o órgão estadual não está recebendo os repasses do diretório nacional.

“Diante desse quadro de inércia do partido interessado, revogo o parcelamento e determino a remessa dos autos à representação estadual da Advocacia-Geral da União para fins de cobrança do valor remanescente”, escreveu Padin. A decisão é do dia 9 de setembro, mas só foi divulgada na última quarta, 18. Desde junho, o presidente do diretório estadual é o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro.

Além da falta de identificação da origem de recursos, a decisão que reprovou as contas de 2013 verificou divergências na contabilidade e que o partido não apresentou extratos bancários, nem comprovou despesas. Para o TRE-SP, as falhas impediram a correta análise da movimentação financeira do partido e comprometeram a confiabilidade das contas. A corte também suspendeu os repasses do Fundo Partidário por doze meses. A defesa do partido foi procurada, mas não se manifestou.

Desde que formou a segunda maior bancada da Câmara dos Deputados e obteve o maior número de votos nominais em 2018, o PSL tornou-se o destino da maior fatia do Fundo Eleitoral, distribuído pelo Tribunal Superior Eleitoral e utilizado para o financiamento de atividades partidárias. Este ano, a Executiva Nacional do PSL já recebeu cerca de 8 milhões de reais por mês, mas apenas uma parte deveria ir para os estados. Segundo o estatuto da legenda, as representações regionais dividem 15% deste montante.

Crescimento econômico, geração de empregos e potencial de exportação de carne bovina é destaque em Rondônia

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As exportações de carne bovina do estado de Rondônia têm alcançado patamares elevados a cada ano e tem aquecido à economia do Estado, juntamente com outros segmentos, como a agricultura e agronegócio. Com o foco no potencial econômico, o governador do Estado, coronel Marcos Rocha, acompanhou de perto todo o trabalho desenvolvido por um frigorífico, localizado no município de Jaru, sendo considerado uma das principais plantas exportadoras da região Norte.

A visita do governador Marcos Rocha às instalações do frigorífico aconteceu na manhã de quarta-feira, 18, quando esteve acompanhado pelo prefeito de Jaru, João Gonçalves Júnior, que enalteceu a presença do governador nesse processo de conferir de perto o potencial do segmento e o comprometimento do governo com o crescimento econômico. “O Governo do Estado vem quebrando paradigmas e tabus e estamos no prumo do desenvolvimento, sendo um Estado que cresce e gera empregos. Sempre acolhedor e não abandona os municípios e isso é importante, pois os municípios precisam ser fortes para se ter um Estado forte. Vamos colher bons frutos dessa aproximação do governo do Estado”, disse o prefeito.

O empresário João Gonçalves iniciou seu pronunciamento destacando a importância da visita do governador que tem valorizado o conjunto econômico do Estado para que tenha bons resultados e que cresça.

Rondônia está entre os cinco primeiros Estados do país no ranking de exportação da carne bovina e Jaru tem despontado no crescimento de exportação. Para se ter uma ideia do volume de produção apresentado pelo frigorífico, cerca de 1.800 bovinos são abatidos por dia pelo frigorífico e a projeção é de que essa produção dê um salto no futuro para 3.600 por dia.

No Brasil, o frigorífico localizado em Jaru comercializa carne bovina para estados do Sul e Sudeste, além de abastecer o mercado de Amazonas, Roraima e do próprio Estado de Rondônia.

Na questão de exportação para fora do país, o frigorífico abastece o mercado de carne bovina no Chile, Uruguai, Peru, Argentina, Egito, Hong Kong, kosowo, Turcomenistão, Moldávia, Tunísia, Arábia Saudita, Emirados Árabes. No acumulado desde o início do ano, somente o frigorífico exportou mais de 18 mil toneladas de carne bovinas para países da Europa e Ásia.

CRESCIMENTO

O fator crescimento econômico e o incentivo à geração de emprego tem sito um dos principais eixos apresentados no Plano Estratégico de Governo. O governador Marcos Rocha enalteceu toda a capacidade de produção do frigorífico que, atualmente, gera 2.172 empregos diretos, fortalecendo a economia do município.

O governador Marcos Rocha enaltece o fortalecimento da cadeia produtiva e a qualidade da carne exportada. Em todas as visitas feitas pelos municípios do Estado, Marcos Rocha tem massificado o quanto o governo está focado em beneficiar tanto o pequeno quanto o grande produtor, considerando de grande importância para a economia de Rondônia.

O Estado tem buscado ampliar os mercados internacionais para a carne bovina e, ao mesmo tempo, tem incentivado o fomento à pecuária. Na última Rondônia Rural Show, ocorrida em maio, em Ji-Paraná, foram apresentadas várias inovações tecnológicas, boas práticas agropecuárias, integração lavoura pecuária “ILP”, genética, manejo de pastagem, alimentação, ou seja, uma visão ampla de investimentos que podem ser adotados pelos pecuaristas do Estado.

Ao falar diante de quase 2 mil funcionários do frigorífico, Marcos Rocha deixou claro que o Governo do Estado não tem pretensão de criar novos impostos e destacou que o reflexo será positivo para a classe empresarial, principalmente na geração de empregos.

“Estamos trabalhando sério e com objetivo de desenvolver o Estado que mais cresceu no Brasil nos últimos oito meses, sendo o que hoje está com menos desempregos no país. Nossos empresários estão empregando mais e isso é bom para que todos tenham seu emprego e tenham possibilidade de fazer suas compras. Pessoas de bem precisam estar unidas. Nosso Estado vai despontar no cenário nacional como melhor e não irei criar novos impostos para que novos empregos sejam gerados. Vamos trabalhar unidos para resolver todos os problemas”, definiu o governador, enfatizando que há empresas que querem se instalar em Rondônia e reconhece que o combate à corrupção tem fortalecido o Estado.

Caminhada do Dia Nacional da Pessoa com Deficiência acontece no Espaço Alternativo

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O Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (CMDPD), convida toda população de Porto Velho para participar da caminhada do Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência que vai ser realizada nesta sexta-feira (20), às 17 horas, no Espaço Alternativo.

“Esta data que representa o sentimento de renovação e de reivindicação em prol da cidadania, inclusão e participação plena na sociedade, visa reunir forças em prol dos direitos e comemorar as conquistas alcançadas aos longos do anos de luta”, disse Jacqueline Mendes, presidente do CMDPD.

A Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf), presta o apoio possível para realização da caminhada do Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência que acontece todos

os anos. A orientação do prefeito Hildon Chaves é que devemos oferecer o suporte necessário para as ações dos conselhos municipais”, disse Claudi Rocha, secretário da Semasf.

Comdecom

Projeto Social Voar atende 230 crianças em Porto Velho e chama a atenção do ministro Lélio Bentes Corrêa

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O vice-governador José Jodan recebeu nesta quarta-feira, 18, o corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, o ministro Lélio Bentes Corrêa. Na oportunidade, a Superintendência Estadual dos Gastos Públicos Administrativos (Sugesp) e a Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) apresentaram as instalações do Núcleo de Operações Aéreas (NOA), construído com recurso da Justiça do Trabalho e Ministério do Trabalho de Rondônia, com contrapartida do Governo.

O NOA abriga em suas instalações o Projeto Social Voar que atende mais de 230 crianças de 9 a 15 anos da Zona Leste em três modalidades esportivas. O complexo para artes marciais, natação e futebol de campo, foi construído em oito meses e possui uma área de 7,5 mil metros quadrados. As obras custaram R$ 2,5 milhões obtidos pela Justiça do Trabalho com a cobrança de multas ambientais.

O coronel Carlos Lopes, atual superintendente da Sugesp ,ex-comandante do Núcleo de Operações e idealizador do Projeto Voar, lembrou que foi através da necessidade de se ter uma nova estrutura que abrigasse as instalações do NOA, que surgiu a parceria entre a Justiça do Trabalho e o Governo, criando também um complexo que hoje sedia o projeto.

Lopes disse ainda que, como policiais militares, sempre houve o desejo da equipe de contribuir de alguma forma com ações sociais voltadas para crianças e adolescentes. “Nós sempre sonhamos com essas ações que têm impacto direto na sociedade e, graças a Justiça do Trabalho e Ministério do Trabalho de Rondônia, isso foi possível. Nós somos gratos por todos os agentes envolvidos neste processo e por todo empenho do governador coronel Marcos Rocha e do coronel Pachá que, através da Sesdec, tem conduzido o NOA”, destacou Carlos.

O secretário coronel José Hélio Pachá frisou que, além do Voar, a Sesdec tem trabalhado para desenvolver projetos sociais dentro das escolas carentes de Rondônia e busca aumentar o atendimento no complexo.

“Estamos em diálogo com outros órgãos para ampliar o acesso à cidadania aqui no NOA, proporcionando atendimentos na área da saúde e assistência social, melhorando a qualidade dos serviços oferecidos a essas crianças”, disse Pachá.

O corregedor-Geral da Justiça do Trabalho, o Ministro Lélio Bentes Corrêa, acompanhou as atividades e em conversa com as crianças discorreu sobre a importância da educação e do esporte no desenvolvimento dos alunos. “Poder olhar pra vocês com brilho nos olhos nos dá a certeza de que vamos ter um país melhor no futuro e que vocês são capazes de realizar seus sonhos e podem alcançar tudo o que quiserem”. O Ministro concluiu parabenizando o governo pela condução do Projeto.

Também esteve presente na visita o desembargador Osmar Barneze, Presidente do TRT da 14ª Região.

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