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domingo, abril 19, 2026
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CCJ aprova PEC que inclui direito à legítima defesa na Constituição

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (18), a admissibilidade da proposta de emenda à Constituição (PEC 100/19) que inclui no texto constitucional a garantia do exercício da legítima defesa pelo cidadão, a ser regulamentado por lei futura.

Foram 31 votos favoráveis e 4 contrários. A votação foi nominal.

A proposta, do deputado Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC), recebeu parecer favorável do relator, deputado Pedro Lupion (DEM-PR).

O texto foi aprovado sem o trecho que faz referência ao “direito de possuir e portar os meios necessários para a garantia da inviolabilidade dos direitos fundamentais”, de forma a incluir na Constituição apenas o direito à “legítima defesa”.

Foi o acordo feito por Lupion para conseguir a adesão dos opositores da matéria. “Trata-se da permissão para que o cidadão promova a proteção de seus bens e direitos, em situações em que o Estado não esteja presente”, garantiu o relator. “O que a PEC faz é colocar um inciso na Constituição garantindo o direito da legítima defesa.”

O deputado José Guimarães (PT-CE) considerou o acordo uma evolução. “A mudança apenas ratifica o que está na Constituição”, avaliou.

Críticas
Uma das maiores opositoras da PEC foi a deputada Talíria Petrone (Psol-RJ). Por diversas vezes, ela pediu a retirada de pauta da matéria, com o argumento de que a PEC trata de um assunto que já está sendo analisado pelo grupo do Pacote Anticrime.

“Temos uma legislação vigente, o artigo 25 do Código Penal, que deixa explícito o direito à legítima defesa. Não há risco à legítima defesa garantida por lei. Não há risco. Por que querem constitucionalizar o direito à legítima defesa? A nosso ver, está por trás o excludente de ilicitude”, argumentou a deputada.

Pedro Lupion respondeu que a PEC não altera a previsão do Código Penal relativa ao excludente de ilicitude. Esse dispositivo considera que não há crime quando o agente pratica o fato em estado de necessidade; em legítima defesa; e em estrito cumprimento de dever legal ou no exercício regular de direito.

Talíria Petrone também criticou a pauta da CCJ por incluir muitos itens de segurança pública, quando o Brasil enfrenta uma crise política e econômica. “Esta comissão, que é a mais importante da Câmara, não traz a agenda de que o povo brasileiro precisa. Apenas a agenda penal mais uma vez”, disse.

O deputado Patrus Ananias (PT-MG), por sua vez, criticou a forma como se está atacando a violência no Brasil atualmente. “Estamos aumentando perigosamente a violência no País. Estamos liberando as armas. E, se a PEC fosse aprovada do jeito que estava, estaríamos liberando a legítima defesa como sendo o legítimo ataque.”

Já o deputado João H. Campos (PSB-PE) ponderou que a PEC pode transformar a legítima defesa em instrumento de segurança perante a sociedade. “Você criaria um instrumento de segurança privada em detrimento da segurança coletiva, o que poderia acarretar a redução de investimentos em segurança pública”, alertou.

Enrico Misasi (PV-SP) disse que não se deve confundir legítima defesa, um direito individual, com segurança pública, que é um direito coletivo.

Direito fundamental
A defesa da proposta foi feita pela deputada Bia Kicis (PSL-DF). “Hoje temos o direito previsto no Código Penal. Mas, por incrível que pareça, isso tem sido insuficiente”, afirmou. “O direito à legítima defesa é fundamental, inafastável da condição de ser humano. Até um animal vai lutar pela sua vida, com todas as suas forças.”

Tramitação
A PEC será analisada agora por uma comissão especial, a ser criada. Posteriormente, o texto seguirá para o Plenário.

Saiba mais sobre a tramitação de PECs

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli

Jair Montes vistoria trabalho do Ipem na verificação de medidores de energia elétrica

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Na manhã desta quarta-feira (18), o deputado estadual Jair Montes (PTC) esteve no Instituto de Pesos e Medidas de Rondônia (Ipem), mais precisamente no laboratório metrológico de verificação de medidores de energia elétrica, onde acompanhou de perto a análise realizada pelo órgão nos relógios medidores de energia retirados da casa de cidadãos, seja por denúncia de irregularidades, ou por decisão da própria Energisa.

O parlamentar foi recebido pelo presidente do Ipem, Aziz Rahal Neto e pelos representes da Energisa, engenheiro Marcos Flores e Fernando Tupan Gerente de Serviços Comerciais, que apresentaram todo o processo desde a chegada do relógio ao Ipem até a emissão do laudo.

Segundo Aziz Rahal, existiu uma denúncia afirmando que o instituto não teria profissionais competentes para atuar nesta área. Rahal frisou que o Ipem está preparado para realizar a verificação inicial nos aparelhos. Que o quadro de pessoal conta com servidores concursados, são metrologislas certificados pelo Immetro e com curso de perícia técnica. “Atualmente instalamos mais uma bancada, totalizando duas, para agilizar a verificação nos aparelhos e permitir que o consumidor tenha logo uma resposta sobre o que está acontecendo”, disse.

Jair Montes fez vários questionamentos sobre a atuação do Instituto, recursos liberados pela Energisa para a execução desse serviço, tempo estimado do trabalho para cada análise. Além disso, verificou que todos os relógios chegam lacrados e identificados pela empresa, e ressaltou que o consumidor tem todo direito de acompanhar essa análise até receber o laudo. “Muito bom saber que o Ipem tem toda essa estrutura, inclusive com sala para o cidadão ser atendido. Precisamos de respostas, a população precisa ter seus direitos garantidos e a constatação se o relógio está ou não com problemas”, afirmou.

O Gerente de Serviços Comerciais da Energisa, Fernando Tupan informou que após esse resultado, a empresa notifica o consumidor sobre as medidas legais a serem adotadas. Sobre as denúncias de corte ilegal, desrespeito à Lei vigente, acrescentou que a empresa fez investimentos na ouvidoria e salas de atendimento para apurar essas denúncias de forma interna.  Disse que os clientes têm buscado mais informações, que existem essas reclamações, mas cada caso precisa ser avaliado individualmente.

Comissão Especial 

Jair Montes é autor de requerimento, aprovado pela Assembleia Legislativa, na última terça-feira (17), que criou uma Comissão Especial, composta por três membros, para fiscalizar as ações e denúncias contra a Energisa. Além disso, o parlamentar colocou seu gabinete a disposição da população para tirar dúvidas com a equipe jurídica do deputado.

Texto: Eláine Maia-Decom-ALE/RO

Fotos: José Hilde-Decom-ALE/RO

Investimentos em pesquisa científica realizam sonhos e formam profissionais em Rondônia

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Um sonho está a caminho de se realizar para Mauro Valentino Paloschi, 26 anos. “Desde pequeno eu sempre disse: quando eu crescer quero ser cientista”. Há sete anos o jovem embarcou na viagem em busca do conhecimento. Primeiro com a graduação em Biomedicina, na Universidade Federal de Rondônia (Unir). Como era morador da cidade de Alta Floresta, Mauro mudou-se para a capital, Porto Velho.

“Quando eu terminei a graduação, fiz a Iniciação Científica, o Mestrado pelo Programa de Pós-Graduação em Biologia Experimental, e prossegui com o Doutorado pelo mesmo programa. Com a bolsa de pesquisa da Fapero eu recebo R$ 2.200, um padrão nacional. Graças a essas oportunidades e investimentos nos programas de Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado, eu consegui chegar a esse sonho, consegui ser um cientista, contribuir com o desenvolvimento de Ciência não só no país, pois essas pesquisas são conhecidas pelo mundo inteiro”.

Mauro é doutorando e conduz a carreira científica como pesquisador na Fundação Oswaldo Cruz, e concluirá o curso em 2021. “Aqui no nosso laboratório trabalhamos com Imunologia, que é o estudo do sistema de defesa do nosso corpo contra os venenos de serpente. Estamos tentando entender como o nosso corpo se defende do envenenamento. Se entendermos isso, poderemos encontrar uma terapia mais adequada para o tratamento”.

“Desde pequeno eu sempre disse: quando eu crescer quero ser cientista”, revela o doutorando, Mauro Paloschi.

O pesquisador explica que, mesmo tendo disponível o soro antiofídico, que reverte os efeitos sistêmicos do envenenamento ofídico, mas efeitos locais, da área onde acontece a mordida da serpente, não são revertidos e muitos pacientes acabam perdendo um membro ou ficando com uma lesão grave no local da mordida porque ainda não existe o tratamento adequado para o efeito local.

Orgulhoso por poder trabalhar com alta tecnologia de pesquisa, Mauro mostra o microscópio intravital, que permite imagens de animais ainda vivos, com resultados mais precisos. “Ele custa milhões e é o único na região Norte”.

Jéssica Amaral Lopes, também aos 26 anos, é colega de carreira de Mauro. Estudam juntos na Unir desde o tempo da graduação, sendo a dela em Biologia e, agora, compartilham o mesmo laboratório de pesquisa. “A diferença é que os venenos que eu trabalho são outros, as vertentes são diferentes, mas com o mesmo fim, que é Imunologia Celular”.

Para a doutoranda, para quem não é filho de pais com boas condições financeiras, a bolsa financiada pela Fundação Rondônia de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero) é muito importante para a que os contemplados possam se manter nos estudos. “Não temos férias, carteira assinada e nenhum outro benefício. Minha carteira de trabalho não tem nenhum registro ainda, porque eu até hoje só me dediquei aos estudos. O meu curso era integral, e nos períodos vagos eu ficava em laboratório querendo aprender mais. Tudo isso tem um custo: alimentação, transporte, e até aluguel, no caso do Mauro”. Sobre o trabalho, a pesquisadora destaca a necessidade da bolsa.

Aqui trabalhamos com experimental e isso demanda muito tempo. Então esse auxílio é para sobrevivermos e podermos sugar ao máximo todo conhecimento aqui aplicado e descoberto”, declara Jéssica Amaral, doutoranda em Biologia Experimental.

INVESTIMENTOS

Primando pela manutenção das pesquisas e formação de profissionais qualificados para a carreira científica, o Governo do Estado abrirá Crédito Suplementar por Superavit Financeiro até o valor de R$ 50 mil para dar cobertura orçamentária à Fapero, que em Termo de Cooperação com a Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri) realizará o projeto “Pesquisa Técnica e Científica em Sistema Intensivo de Cultivo em Tanque Rede para Lagos Artificiais e Naturais do Estado de Rondônia”.

A liberação do recurso foi autorizada pela Assembleia Legislativa em agosto deste ano. Desta forma, a Fapero dará o suporte às pesquisas sobre aquicultura, com experimentos de produção de peixes em sistemas intensivos em tanque rede, no Lago de Cujubim Grande e realizará a seleção de projetos direcionados ao objetivo do programa, com chamamento público e todas as etapas de avaliação, concomitante a classificação das propostas.

CCJ aprova aumento de pena para estupro cometido por profissional ou religioso

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (18), projeto de lei (PL 2565/19) que aumenta pela metade a pena aplicada a quem cometer abuso sexual contra vulnerável valendo-se de autoridade profissional ou religiosa.

O objetivo da proposta, que altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), é punir com mais rigor, por exemplo, padres, pastores e técnicos esportivos envolvidos em casos de crime sexual.

Bia Kicis recomendou a aprovação da proposta

A legislação atual já prevê o aumento da pena em 50% no caso de o crime sexual contra vulnerável ter sido praticado por padrasto ou madrasta, tio, irmão, cônjuge, companheiro, tutor, curador, preceptor ou empregador da vítima ou por qualquer outra pessoa que tiver autoridade sobre ela ou lhe inspire confiança.

A proposta, do deputado Luiz Lima (PSL-RJ), recebeu parecer pela aprovação da relatora, deputada Bia Kicis (PSL-DF). “A lei deve apresentar uma punição mais rigorosa diante da gravidade de certas condutas”, afirmou.

Diversos deputados manifestaram-se favoravelmente ao texto. Um deles, Luizão Goulart (REPUBLICANOS-PR), disse que penas mais duras podem inibir crimes praticados por pessoas que deveriam estar protegendo. Ele defendeu, por outro lado, mais investimentos em prevenção. “O aumento de pena é importante. Agora, é preciso divulgar em todos os meios possíveis que existe o aumento de pena para esse tipo de crime. Devemos trabalhar a prevenção para evitar que o crime aconteça”, declarou.

Tramitação
A matéria foi aprovada na forma de um texto substitutivo para incluir os PL 2930/19 e PL 3064/19, que tramitam em conjunto com o projeto de Luiz Lima e tratam do mesmo assunto.

O projeto ainda será analisado pelo Plenário da Câmara.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição- Natalia Doederlein

Maia diz que vai avaliar com calma pedido de criação da CPI da Lava Jato

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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou que vai avaliar com calma o pedido de instalação de comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar indícios de irregularidades e desvios na condução da Operação Lava Jato.

Maia afirmou que, se o pedido tiver fato determinado, vai instalar o colegiado. Ele ressaltou que uma CPI não pode interferir nos trabalhos de um juiz e de um procurador. Na semana passada, os partidos de oposição ao governo na Câmara conseguiram 175 assinaturas para instalação da CPI da Lava Jato (Requerimento 5/19).

“Tenho que avaliar se há fato determinado ou não, se tiver fato determinado, eu vou instalar, se não tiver, não. Esse é um tema muito sensível, da mesma forma que a CPI do Judiciário, que pode ser instalada no Senado”, ponderou Maia.

“Não tenho pressa, não é qualquer fato determinado que vai me fazer instalar essa CPI”, disse o presidente.

Criação de CPI
As comissões parlamentares de inquérito são criadas a requerimento de, pelo menos, 1/3 dos integrantes da Câmara. O objetivo das CPIs é investigar fato determinado, de relevante interesse para a vida pública e para a ordem constitucional, legal, econômica ou social do País. Essas comissões têm poderes de investigação equiparados aos das autoridades judiciais.

O prazo para conclusão dos trabalhos de uma CPI é de 120 dias, prorrogáveis por mais 60 dias, mediante deliberação do Plenário. Os trabalhos não precisam ser interrompidos durante o recesso parlamentar.

Só podem funcionar simultaneamente na Câmara cinco CPIs criadas a partir de requerimento. Atualmente, apenas duas CPIs estão em funcionamento na Câmara: a CPI do BNDES e a CPI do Rompimento da Barragem de Brumadinho.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Pierre Triboli

 

Encerram nesta sexta-feira as inscrições do prêmio Boas Práticas

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As inscrições para o prêmio ‘Boas Práticas’ coordenado e idealizado pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Educação (Semed), foram prorrogadas até esta sexta-feira (20). A ação faz parte do pacote de medidas do prefeito Hildon Chaves focadas na valorização profissional dos servidores.

A premiação tem o objetivo de reconhecer o trabalho realizado pelos professores com experiências exitosas nas escolas da rede pública municipal de ensino de Porto Velho.

Executado pelo Departamento de Políticas Públicas Educacionais (DPE), da Semed, o prêmio vai contemplar sete professores do 1° ao 5° ano. Os selecionados na etapa final do Prêmio receberão uma viagem para o nordeste que deverá acontecer entre 1º a 10 de dezembro deste ano (2019) com hospedagem inclusa. A divulgação do resultado final dos sete premiados ocorrerá no dia da apresentação dos quatorze pré-selecionados no teatro Banzeiros em solenidade a ser marcada.

O professor deve realizar a inscrição do seu Projeto encaminhando-o oficialmente através do gestor escolar para a Secretaria e através do e-mail semedpremioboaspraticas@gmail.com. Serão considerados somente os projetos com data do envio dentro do prazo estabelecido para inscrição. Os projetos enviados deverão conter a ficha de inscrição devidamente preenchida conforme especificado do anexo I do edital disponível no DOM, no dia 10 de Julho, acompanhado do Projeto escrito. Mais informações através do telefone: (69) 9936-89681.

Comdecom

Ex-candidato a governador, Charlon é condenado por fraudar licitação a favor da própria empresa em RO

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Charlon da Rocha Silva, ex-candidato ao governo de Rondônia, foi condenado em segunda instância por fraudar uma licitação para favorecer a própria empresa de vigilância. A decisão unânime da 1ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-RO) foi divulgada nesta semana. Também foram condenadas a esposa de Charlon, Valdineia Fernandes, e a empresa Impactual Vigilância e Segurança.

Para Charlon e Valdineira, foi fixada uma multa de 15 vezes o valor recebido na época. Além disso, eles devem perder as funções públicas, ter os direitos políticos suspensos por três anos e, pelo mesmo tempo, ficam impedidos de contratar e receber benefícios fiscais da administração pública.

A empresa Impactual terá que pagar multa de 50 vezes o montante recebido com a fraude. Ela também fica impedida de contratar com o poder público por três anos.

A condenação em primeiro grau é de 2017 e resultou de ação civil de improbidade administrativa, movida pelo Ministério Público (MP). De acordo com as investigações do MP, a empresa Impactual foi favorecida em uma licitação fraudada.

O relator do processo, desembargador Gilberto Barbosa, entendeu que as provas colhidas revelam que Charlon da Rocha, então coordenador da equipe de segurança do governo Ivo Cassol “ofuscou princípios da Administração Pública, configurando em ato de improbidade administrativa”.

De acordo com o TJ, o ex-candidato alegou emergência para dispensar licitação e direcionar o objeto de prestação de serviço de vigilância para o governo, no valor de R$ 395 mil. A empresa favorecida foi a Impactual, que era de Charlon.

O relator destacou que para não ficar explícito que era dono da empresa, Charlon usava parentes e amigos como “laranjas”. Segundo a decisão, a participação de Valdineia se deu quando ela, como procuradora da empresa, mandou um terceiro forjar cotação de preços de uma outra empresa de segurança.

Charlon da Rocha Silva foi candidato a governador de Rondônia nas eleições de 2018. Ele concorreu pelo Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) e teve 18,8 mil votos, ficando em 6º lugar na disputa.

Atualmente, Charlon é coronel da Polícia Militar (PM) e teve vencimento de R$ 14 mil em agosto, segundo o Portal da Transparência.

Ao G1, o advogado Nilson Aparecido de Souza disse que vai recorrer da decisão do TJ-RO. Ele defende que Charlon, Valdineia e a Impactual não cometeram atos de improbidade. A defesa lembrou que os clientes foram absolvidos no processo da esfera criminal e que Charlon foi absolvido também na primeira instância da esfera cível.

Sorte grande sem o 13

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Vez por outra ao preencherem o bilhete da Mega-Sena, eles punham o 13 do PT entre os números que escolhiam para apostar. Razoável que fosse assim – devem seus empregos ao partido, embora nem todos sejam filiados a ele, muito menos contribuintes.

Os 49 funcionários da assessoria parlamentar do PT na Câmara, acostumados a apostar em grupo, dessa vez deixaram o 13 de fora. Não foi de propósito. Cravaram: 04-11-16-22-29-33. E ganharam o prêmio acumulado de R$ 120 milhões – R$ 2,4 milhões para cada.

Nada mal para quem apostou apenas R$ 10,00. Uma funcionária ficou com a cota da outra que desistiu de apostar. Embolsará o dobro. Três sortudos passaram mal e foram atendidos na Câmara pelo deputado Alexandre Padilha (PT-SP), ex-ministro da Saúde.

“Vamos ficar um mês sem que o PT obstrua as votações aqui dentro”, debochou o deputado Kim Kataguiri (DEM-SP) ao dar a notícia aos seus pares em meio à sessão da Câmara que aprovou uma mini e controversa reforma da legislação eleitoral.

Nas redes sociais, a notícia produziu uma avalanche de comentários, a maioria deles bem humorada. “Os assessores do PT acordaram socialistas e foram dormir neoliberais”; “Deputados do PSL coletam assinaturas para criar a CPI da Mega-Sena”.

Sobrou para o presidente Jair Bolsonaro. No Twitter, disseram que ele advertiu o presidente da Caixa Econômica: doravante, quer saber o nome do vencedor antes do anúncio. E revelou sua disposição para abrir a caixa-preta da Mega-Sena.

Governo admite incluir PMs e bombeiros nas regras de aposentadoria de militares

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Em audiência pública da Comissão Especial da Previdência dos Militares, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Oliveira, anunciou que o governo admite a inclusão de policiais e bombeiros militares dos estados nas mesmas regras previstas para os militares no Projeto de Lei 1645/19.

O relator da proposta, deputado Vinicius Carvalho (REPUBLICANOS-SP), anunciou que a paridade e integralidade para os PMs e bombeiros militares estaduais inativos e pensionistas pressupõem as mesmas contrapartidas válidas para os militares das Forçar Armadas: pagamento de contribuição previdenciária pelos pensionistas e aumento do tempo de contribuição – que, de acordo com o projeto, passa de 30 para 35 anos.

O ministro acrescentou, porém, que a equipe econômica ainda está calculando o impacto da inclusão dos militares estaduais na proposta. “O presidente Jair Bolsonaro tem intenção de tratar de forma simétrica a polícia e os bombeiros militares naquilo que o Parlamento decidir”, disse Oliveira.

Para o relator, deputado Vinicius Carvalho, a cobrança de contribuição dos inativos e o aumento do tempo de contribuição tornam a proposta aceitável para os estados.

“Os estados estão entendendo que essa simetria, a inclusão dos PMs e bombeiros militares no projeto das Forças Armadas, dentro do aspecto da contribuição previdenciária para aqueles que estão na inatividade e os pensionistas, não trará um déficit para os estados, que era a preocupação dos governadores”, disse.

Segundo ele, o estado de São Paulo, que tem 90 mil PMs e bombeiros em atividade e outros 45 mil inativos ou pensionistas, acenou ser favorável à mudança.

“Quando se fala nessa simetria de contribuição para pensionistas e inativos, então o estado de São Paulo terá mais 45 mil pessoas que passarão a contribuir para o sistema previdenciário, o que gerará superávit que não estava previsto. Por isso São Paulo já acenou positivamente para a entrada das forças de segurança pública no projeto das Forças Armadas”, disse.

Ao participar de audiência anterior da comissão especial, o secretário de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que uma eventual inclusão dos PMs e bombeiros militares no projeto deve prever as mesmas regras previstas para os militares das Forças Armadas, como o aumento do tempo de serviço de 30 para 35 anos e o pagamento de contribuição previdenciária pelos pensionistas.

A proposta do governo também prevê aumento progressivo na alíquota de contribuição previdenciária, que hoje é de 7,5%, para 10,5% em 2022.

Reportagem – Lincoln Macário
Edição – Antônio Vital

Edital para artesãos participarem da ExporPorto é lançado em Porto Velho

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Rondônia é rica em manifestação cultural. Isso porque os diversos tipos de demonstrações culturais estão presentes aqui. Para reforçar esta afirmação, o governo de Rondônia, por meio da Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), em parceria com a Subsecretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb), através do Departamento de Posturas Urbanas, abre chamamento público para convidar artesãos e trabalhadores manuais para participar da 1º Edição da ExpoPorto, que acontece de 2 a 6 de outubro no Parque dos Tanques em Porto Velho.

Para os artesãos serão disponibilizadas 36 vagas, sendo distribuídas no espaço de 3 m² para cada artesão classificado de forma individual. Das vagas, 26 são destinadas para artesãos cadastrados no Programa de Artesanato Brasileiro ou Carteira Nacional do Trabalhador Manual, de forma individuais, e outras 10 para o artesãos que não possuem cadastro.

Toda documentação deve ser entregue em envelope lacrado no Departamento de Posturas Urbanas – Divisão de Fiscalização de Espaços Públicos, que fica na rua Aparício de Moraes nº 3616 – Bairro Industrial, até esta quinta-feira (19) das 8h as 13h.

Entre as obras os artesãos devem expor peças em madeira, acessórios/vestuários/adornos, indígena, sementes, cerâmica, entalhes em madeira, quilombola.

Segundo o superintendente da Sejucel, Jobson Bandeira, a feira agropecuária tem uma importância gigantesca para a cultura popular, além de movimentar a economia.

“A capital rondoniense precisava do retorno da festa agropecuária, isso representa movimento para economia e fortalecimento da cultura. O Governo de Rondônia vem trabalhando forte para que a primeira edição seja um sucesso e que a nossa população possa contar com mais uma festa no calendário da cidade ”, disse.

Com a preocupação de transformar a arte em fonte de renda para os artesãos, o governo do Estado investe em ações de comercialização do artesanato, através do Programa do Artesanato Brasileiro de Rondônia (PAB – RO). Além de forte característica cultural e grande ligação com setor turístico, o artesanato vem se tornando um importante segmento da atividade econômica no Estado.

Edital Artesanato EXPO PORTO

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